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steaks, drawings and other stories
                    Fagundes Vasconcelos




         participação especial de Guida Scarllaty,
         André E.Teodósio e Adrien Vermont
Fagundes Vasconcelos


Museu de Arte Contemporânea do Funchal
                  Fortaleza de São Tiago




                        22 de junho de 2012
Fisionomias e histórias


Do corpo humano, o rosto é a parte mais eloquente e situa-se a meio
caminho entre a volatilidade do estado anímico e a fisionomia individual.
Se bem que o tempo faz evoluir o rosto, o tempo também guarda a gênese
biológica de cada um de nós. Fagundes Vasconcelos metamorfoseia a
aparência dos rostos, dos corpos, das figuras-tipo pressas à sua fisionomia.
Veste-as e transfigura-as, exagerando-lhes a expressão. E esta vida que
ganham é, na verdade, uma vida do significante, enquanto forma escrita
pelo desenho e pela cor. A marca densa da construção do traço, guiado
pela insistência do gesto, é a marca de Fagundes Vasconcelos. A tensão
semiótica parece motivada por um diálogo intermitente entre forma e o
conteúdo, bem patente no espaço pictórico sem fundo, de onde a forma
emerge, vestida de narratividade.
Adrien Vermont, artista que Fagundes Vasconcelos inclui, de modo
interessante, na sua exposição, apresenta um «desenhar» feito da mesma
matéria basilar: a linha que enforma o corpo e que «expressioniza»
(queiram perdoar o neologismo) o rosto, marcado fortemente pela
agressividade da cor. Contudo, em Adrien notamos uma fidelidade
anatómica que serve de suporte aos desvios cromáticos.
Fagundes Vasconcelos, por sua vez e de modo inverso, «expressioniza»
muito mais a anatomia e, por outro lado, é mais fiel a uma cor icónica.
Os corpos em A. Vermont são corpos humanos, em F. Vasconcelos são
mais difíceis de categorizar: são personagens de contos ainda não contados.
São figuras do grotesco, do caricato, e de um corpo transviado por
proporções teatralmente mascaradas, a que o artista nos vem habituando.
As histórias de escárnio e bizarria, em suspenso, são narrativas prestes
a começar. Os rostos perversos, ambíguos, solenes, desafiam-nos com a
sua estranheza quase circense.




                                                            Carlos Valente
Quando falamos da arte de hoje esquecemos que ela veio necessariamente
de um passado e que no caso da Pintura, do desenho e da mortificação
do ser humano, ela substitui pelo silêncio a Poesia.
Desconstruindo os códigos imagocênticos da cultura em imagens torturadas
que nos dão outra reconfiguração do corpo, Marco F V propõe-nos que
pela imaginação de cada um pisemos o papel com o desrespeito que a
rocha vulcânica espera que a areia se torne vidro.
Sob esta lente alegórica, fantasmas de nós mesmos desfocados procuram,
ironicamente em cada sala o assombro espontâneo do gesto, enquanto
o Artista se ausenta para brindar com uma poncha Atlântica e Inevitável.
Acho eu...




                                                           Rui Reininho
Scarllaty no Museu

Pestanas falsas.
Perucas.
Lantejoulas, plumas e vidrilhos.
Boás de penas, lábios escarlates.
Luvas, palco e glamour. Champagne e néon.
Music hall.
Plateia ao rubro,
Luzes.

Transformista incontornável, Guida Scarllaty é um ícone do mundo do
espetáculo de variedades, agora recuperado por Marco Fagundes
Vasconcelos numa operação pseudo burlesca, intencionalmente
descontextualizada,. Propõe-nos o artista, através de um exercício
performativo, não a apropriação de uma imagem travestida, mas a do
próprio ícone, presentificado, a cores vivas e rutilantes, em carne e osso.

Com esta performance - num só momento da exposição, o da inauguração
-, o artista plástico convoca para o espaço do Museu a figura de Scarllaty
(representada pelo ator Carlos Ferreira), possibilitando um fugaz vislumbre
voyeur de espetáculo único, anunciado em néon cintilante do qual só
ficarão vestígios rosa fúcsia e prata, de uma presença iluminada.
                                                           Filipa Venâncio
Mais qui sont ces étranges personnages ?
Híeratiques et décharnés. Peut-être par trop de chair consommée.
Poupées de chiffon aux visages émaciés. Peut-être par trop d'effluves
embaumées.
Hommes fardés. Femmes corrompues. Ils exhibent leur noblesse déchue.
Chimère, Charon des temps modernes, les personnages de Marco.F.
Vasconcelos nous invitent et nous tiennent à distance.
Ils interrogent l'identité. Ils annihilent les questions d'équité. Ils
interpellent les désirs tapis en nous, et toujours prêts à sourdre.




                                               Sophie Eberhard
“Um par de olhos, nem mais, nem menos”
Um par de olhos, nem mais nem menos; uma boca; duas bocas; três pares
de olhos, nem mais
nem menos; cinco narizes; dez rostos; vinte e três pares de olhos; trinta
e quatro lábios; sessenta
e cinco cabeças, nem mais nem menos.
Cento e trinta membros, setenta e oito troncos e uma cabeça sem nome.
Oitenta e nove retratos,
cinco bustos, esperam o sangue do poeta, nem mais nem menos.
O que há de exclusivo é o branco, que solidifica a impressão por eles
deixada no ar, no papel,
no gesso.
Disfarces sorridentes.
                                                     Susana Gaudêncio
Percebe-se o trabalho de Marco Fagundes como uma via poética de mão
dupla, e é nestes (des)encontros que vemos o potencial da sua produção.
Se num primeiro instante percebemos uma figura tosca, com formas
indelicadas, deformidades que remetem também para figuras humanas,
em seguida uma camada de subtilezas surgem num tratamento e uma
atenção dadas àquilo que não se afirma como uma mensagem direta ou
mera decoração. A série de desenhos parece alimentar-se deste cuidado,
trazendo, assim, qualidades constantes numa leitura da obra.




                                                            Peter Shuy
Steaks, drawings and other stories
A montagem, a pré-fabricação, a construção e transformação farão sempre
parte de uma vertente hedonista e deducional no meu trabalho.
Diverte-me o diálogo que improviso sistematicamente entre mim, o
objeto, a matéria-prima rude, a textura, o traço mesmo que invisível, a
estrutura, a escala desmensurada, o significado, o significante, o assunto
espontâneo.
Assumo um prazer momentâneo e efémero quando coloco, colo, risco,
rasgo, desenho, esboço respostas imediatas, quando vacilo e interrogo
o imprevisível, o desconcertante…
Pouco significado tem para mim se a história tiver um princípio, um meio
e um fim…mesmo vivendo nessa incontornável condição!
O espaço enquanto panorama, cenário, tem de ser provocador, incitante,
por vezes redundante, supérfluo, pavoroso, assustador, contudo
eminentemente estético. Atrai-me definitivamente conceitos
hollywoodescos, muitas vezes pirosos, descontextualizados, espelhando
alguns parágrafos sociais, alguns ingredientes reais e artificiais!
Satisfaz-me mais a operação enquanto proposta, o esquisso encarado
como definitivo, aniquila-me o projeto pré-estabelecido, o timing de
resolução/solução com antevisão prolongada.
Definitivamente é no extemporâneo, no imprevisto que seleciono
rapidamente a decisão. Será nesta condição (cláusula) de desassossego
que o meu trabalho se desenvolve e fortalece.
O gozo e a sedução de estereotipar seres abjetos, decadentes, cadivos,
“fora de prazo" são impreteríveis, simulando assim um novo protótipo,
para uma nova carranca fisionómica.




                                         Marco Fagundes Vasconcelos
Mon travail tourne autour des rapports humains. Rapports de domination,
rapports de force, d’homme à homme, homme contre femme, notre
rapport à l’autre est presque naturellment violent. De la violence physique
à celle psychologique, ce n’ est que dans l’affrontement que chacun se
dessine. J’ai longtemps cherché, comme beaucoup d’autres, un
dénominateur commun à l’humanité et c’est en observant les gens, nos
comportements et nos relations que notre animalité s’est imposée à moi.
 L’animalité comme bien commun à l’ humanité, et la violence qui en
découle; c’est à partir de ce constat que je construis mon travail.

«Celui qui se transforme en bête se délivre de la douleur d’être un homme»
(Dr Jonhson).

Pour moi le dessin sert à la représentation des sensations et des sentiments;
et c’est au travers de la représentation de l’être humain que je cherche
ce qui nous constitue profondément, quitte à piétiner les fronteires qui
nous séparent de l’ animal et ce, afin d’en faire ressortir notre humanité
profonde. Mêler l’homme et l’animal, troubler notre regard afin de nous
voir vraiment, affronter notre animalité afin de la surpasser et de
comprendre ce que cela signifie profondément qu’être um Homme, voilà
ce vers quoi tend mon travail. Un miroir multiple de ce que nous pouvons
être..
                                                           Adrien Vermont
biografias
MARCO FAGUNDES VASCONCELOS é licenciado em artes plásticas/pintura.
Um percurso pouco linear tem levado o artista a experimentar alguns
campos de expressão, diversas formas artísticas e até diferentes actividades
e intervenções. No entanto é a partir do seu trabalho como artista plástico
que Marco F. Vasconcelos tem revelado o essencial da sua linguagem. Na
sua obra encontramos instalação (em espaços desactivados) objectos
(transformados e reciclados), pintura, desenho, e mais recentemente
performance…

 Expõe regularmente desde 1997. De entre as exposições, individuais e
colectivas, destacam-se as individuais: ”Mi tio és una farsa “desenho-
Porto, espaço Cirurgias Urbanas (2012),”YO no soy tonta como una
puerta”desenho-Lisboa,espaço Geraldine (2011), “Entre Polos” Ilustração,
pavilhão 28,hospital Julo de Matos/Magnética magazine design (2010),No
Porto “In hyde Park”-Pintura, espaço Cirurgias Urbanas (2009),”ROTFLOL”
Museu de arte contemporânea do Funchal,”Somewhere in
Transilvania”pintura – Madeira, espaço Quinta da Rochinha(2008),”Againts
the Wall” Instalação- Funchal, espaço Arcadas do Pelourinho(enquanto
espaço em construção),”All Paper” Instalação/pintura-Funchal, armazéns
rua da Alfandega(2005), ainda no mesmo ano “Intervenções Efémeras”
–Funchal Palácio S. Lourenço,”women women women”instalação/desenho,
Galeria Edicarte(2001).
Nas exposições colectivas participou nos Ateliês Abertos 39/93-Lisboa em
colaboração com o atelier de Cristina Ataíde (2010),festival Interferências
Magnética magazine design “entre polos” com um Mupi –Lisboa,” Ni Evas
ni a Adanes” Galeria Nuble-Santander /Espanha, “BIoarte 10+1” arte urbana
,Participação como artista convidado e membro activo na organização do
projecto que envolveu uma serie de artistas como Cristina Ataíde, Susana
Anágua, Susana Gaudêncio, Sara Santos, Soraya Vasconcelos, Desidério
sargo, Sílvio Cró e Gonçalo Martins, São Vicente/Madeira, em 2009 é
distinguido com um prémio de aquisição na Bienal de Vila Nova de Cerveira
com a obra “Parade of Vanity”(pintura),”Marca Madeira", Pintura, no M.
Tecnopólo-Funchal(1997) e “III Art student” desenho na Republica da
Macedónia(1997) e (1995). Também conta com algumas ilustrações e
cartazes.
CARLOS ALBERTO FERREIRA n. em Lisboa em 1943, filho único, estudou
no Colégio Jesuíta de São João de Brito, no Liceu Camões, tendo feito
o curso de Decoração e Arquitectura de Interiores na Fundação Ricardo
Espírito Santo. Sob o nome de “Guida Scarllaty”, foi, desde os anos 70,
o mais conhecido “travesti” de Lisboa, a par de Lydia Barloff (José Manuel
Rosado), Belle Dominique, Deborah Cristal, Ruth Bryden, tendo sido para
além de decorador, actor, inaugurando em 1975, o 1.º Café Concerto de
Lisboa, frequentado por gente da cultura e do espectáculo, como César
de Oliveira, Natália Correia, Mário Cesariny de Vasconcelos e alguns
Capitães de Abril.

Numa descrição de época diz-se: Portugal atravessava na época a
Revolução dos Cravos, um tempo complicado na vida politica, social e
costumes de Portugal, que culminou com o chamado ‘Verão quente’ de
1975. “Vivia-se uma época muito complicada, estranha mesmo, com uma
inesperada sensação de liberdade, mas com um domínio esquerdista que
chegou a assustar.
De qualquer modo vivia-se a liberdade no seu auge, o primeiro-ministro
Pinheiro de Azevedo mandava as pessoas à merda, e os cabos milicianos
do COPCOM entravam no Scarllaty Clube de G3 ao ombro. Havia membros
do Concelho da Revolução que eram clientes assíduos (Vítor Alves e
Compª.), nos espectáculos, ao fim da noite embebedavam-se lá pelas
quinhentas, e acabavam na pista a fazer mariquices imitando os travestis”
(sic. Livro de Manuela Gonzaga).

Em 1978 foi Prémio de Imprensa para o melhor actor comediante do ano.
Um personagem incontornável para muitos portugueses e representativo
de uma época por si tornada inesquecível, referenciado por personalidades
como Vera Lagoa, Eduardo Gageiro, Maria Virgínia de Aguiar ou pelo
costureiro José Carlos.

O nome de Carlos Ferreira versus Guida Scarllaty, ficará para sempre
ligado ao Music-Hall e ao espectáculo de travesti em Portugal pelo talento,
profissionalismo e rigor de um pioneirismo que nele sempre incorporou,
e como a artista mais glamourosa surgida alguma vez em Portugal.

São lendários o guarda-roupa deslumbrante e os figurinos com que se
apresentava em palco, jamais conseguido por qualquer outro artista
português.
ADRIEN VERMONT


1981- Naissance le 20 juin à Ivry sur Seine
2003 -Entrée aux Beaux-Arts de Paris

2008 - Slick, foire d'art contemporain
Exposition collective "3 jeunes artistes" galerie Traffic, Paris
Exposition collective "Figuration de l'imaginaire" galerie Saavedra,
Barcelone
Exposition collective "Sans Titre" au CAES, Ris-Orangis
Obtention du DNSAP des Beaux-Arts de Paris

2010-Exposition collective de dessin "Trait pour trait", Beyrouth, Liban
Exposition personnelle "Première" au CAES, Ris-Orangis2009
Slick dessin, foire d'art contemporain, Paris
Prix Marin de peinture et dessin, Arcueil
Exposition collective "Cheval de Troie" au CAES, Ris-Orangis
Lauréat du Prix de dessin David Weill, Paris
2011-Lauréat du 3ème Prix de dessin David Weill, Paris
2012- "Steaks, drawings and other stories", duo show au musée d'art
contemporain de Madeire, Portugal
ANDRÉ E. TEODÓSIO nasceu em Lisboa em 1977 e viveu algum tempo
nos Estados Unidos da América (época Clinton). É membro do Teatro
Praga (a companhia mais megalopsyquica™ de todos os tempos).
Frequentou o Conservatório Nacional de Música, a Escola Superior de
Música e a Escola Superior de Teatro e Cinema, locais onde aprendeu
muito pouco. Foi membro do Coro Gulbenkian (onde sofreu durante
largos anos), da companhia de teatro Casa Conveniente, e colabora
assiduamente com a companhia de teatro Cão Solteiro.
agradecimentos


Carlos Ferreira (Guida Scarllaty), André E. Teodósio,
Adrien Vermont, Carlos Valente,Susana Gaudêncio,
P e t e r S h u y, R u i R e i n i n h o , F i l i p a Ve n â n c i o ,
Sophie Eberhard, Miguel Rodriguez
Índice de imagens



       Adrien Vermont (1981)
       V incent 55 (2010)
       desenho
       lápis de cor sobre papel
       65x50cm




              Adrien Vermont (1981)
              Marie (2010)
              desenho
              lápis de cor sobre papel
              65x50cm




       Fagundes Vasconcelos (1968)
       S / t í t u l o , 2 0 1 2 (pormenor)
       desenho sobre papel
       dimensões variáveis




        Fagundes Vasconcelos (1968)
        protótipo para uma família de objetos
        n ã o c l a s s i f i c a d o s , 2 0 1 2 (pormenor)
        m a d e i r a , p a s t a d e m o d e l a r,
        fita adesiva preta, cabelo humano
        dimensões variáveis
Ficha técnica

Museu de Arte Contemporânea - Fortaleza de São Tiago
Região Autónoma da Madeira
Secretaria Regional da Cultura, Turismo e Transportes
Direcção Regional dos Assuntos Culturais

Direcção: José Manuel de Freitas Sainz- Trueva
Textos:André E. Teodósio, Carlos Valente, Susana Gaudêncio
Peter Shuy, Rui Reininho,Filipa Venâncio, Sophie Eberhard e
Fagundes Vasconcelos
Secretariado: Inácia Vanda Rodrigues / Márcia de Sousa
Design gráfico e fotografia: Márcia de Sousa
Montagem: Fagundes Vasconcelos
Apoio à montagem: Agostinho de Andrade / Amália do Rosário/
Cândida Pinto / Idalina Silva /Silvina Gavina




MAC
Rua do Portão de São Tiago, 2050-260 Funchal
Tel: +351 291 213340 / Fax: +351 291 213348
e-mail: mac.drac.srt@gov-madeira.pt
http://www.macfunchal.blogspot.com
http://www.facebook.com/pages/Museu-de-Arte-
Contemporanea-do-Funchal/



                               Funchal, 22 de junho de 2012
organização                        apoio




                                           Filipe Dantas
                                           Advogado - CP Nº 203/m
                                           Rua dos Aranhas, 53, 3º H
                                           9000-044 Funchal
                                           Telf. 351 291 297 080
MUSEU DE ARTE COMTEMPORÂNEA                Fax. 351 291 207 089
FORTALEZA DE SÃO TIAGO - FUNCHAL

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  • 1. steaks, drawings and other stories Fagundes Vasconcelos participação especial de Guida Scarllaty, André E.Teodósio e Adrien Vermont
  • 2.
  • 3. Fagundes Vasconcelos Museu de Arte Contemporânea do Funchal Fortaleza de São Tiago 22 de junho de 2012
  • 4.
  • 5. Fisionomias e histórias Do corpo humano, o rosto é a parte mais eloquente e situa-se a meio caminho entre a volatilidade do estado anímico e a fisionomia individual. Se bem que o tempo faz evoluir o rosto, o tempo também guarda a gênese biológica de cada um de nós. Fagundes Vasconcelos metamorfoseia a aparência dos rostos, dos corpos, das figuras-tipo pressas à sua fisionomia. Veste-as e transfigura-as, exagerando-lhes a expressão. E esta vida que ganham é, na verdade, uma vida do significante, enquanto forma escrita pelo desenho e pela cor. A marca densa da construção do traço, guiado pela insistência do gesto, é a marca de Fagundes Vasconcelos. A tensão semiótica parece motivada por um diálogo intermitente entre forma e o conteúdo, bem patente no espaço pictórico sem fundo, de onde a forma emerge, vestida de narratividade. Adrien Vermont, artista que Fagundes Vasconcelos inclui, de modo interessante, na sua exposição, apresenta um «desenhar» feito da mesma matéria basilar: a linha que enforma o corpo e que «expressioniza» (queiram perdoar o neologismo) o rosto, marcado fortemente pela agressividade da cor. Contudo, em Adrien notamos uma fidelidade anatómica que serve de suporte aos desvios cromáticos.
  • 6. Fagundes Vasconcelos, por sua vez e de modo inverso, «expressioniza» muito mais a anatomia e, por outro lado, é mais fiel a uma cor icónica. Os corpos em A. Vermont são corpos humanos, em F. Vasconcelos são mais difíceis de categorizar: são personagens de contos ainda não contados. São figuras do grotesco, do caricato, e de um corpo transviado por proporções teatralmente mascaradas, a que o artista nos vem habituando. As histórias de escárnio e bizarria, em suspenso, são narrativas prestes a começar. Os rostos perversos, ambíguos, solenes, desafiam-nos com a sua estranheza quase circense. Carlos Valente
  • 7.
  • 8. Quando falamos da arte de hoje esquecemos que ela veio necessariamente de um passado e que no caso da Pintura, do desenho e da mortificação do ser humano, ela substitui pelo silêncio a Poesia. Desconstruindo os códigos imagocênticos da cultura em imagens torturadas que nos dão outra reconfiguração do corpo, Marco F V propõe-nos que pela imaginação de cada um pisemos o papel com o desrespeito que a rocha vulcânica espera que a areia se torne vidro. Sob esta lente alegórica, fantasmas de nós mesmos desfocados procuram, ironicamente em cada sala o assombro espontâneo do gesto, enquanto o Artista se ausenta para brindar com uma poncha Atlântica e Inevitável. Acho eu... Rui Reininho
  • 9. Scarllaty no Museu Pestanas falsas. Perucas. Lantejoulas, plumas e vidrilhos. Boás de penas, lábios escarlates. Luvas, palco e glamour. Champagne e néon. Music hall. Plateia ao rubro, Luzes. Transformista incontornável, Guida Scarllaty é um ícone do mundo do espetáculo de variedades, agora recuperado por Marco Fagundes Vasconcelos numa operação pseudo burlesca, intencionalmente descontextualizada,. Propõe-nos o artista, através de um exercício performativo, não a apropriação de uma imagem travestida, mas a do próprio ícone, presentificado, a cores vivas e rutilantes, em carne e osso. Com esta performance - num só momento da exposição, o da inauguração -, o artista plástico convoca para o espaço do Museu a figura de Scarllaty (representada pelo ator Carlos Ferreira), possibilitando um fugaz vislumbre voyeur de espetáculo único, anunciado em néon cintilante do qual só ficarão vestígios rosa fúcsia e prata, de uma presença iluminada. Filipa Venâncio
  • 10. Mais qui sont ces étranges personnages ? Híeratiques et décharnés. Peut-être par trop de chair consommée. Poupées de chiffon aux visages émaciés. Peut-être par trop d'effluves embaumées. Hommes fardés. Femmes corrompues. Ils exhibent leur noblesse déchue. Chimère, Charon des temps modernes, les personnages de Marco.F. Vasconcelos nous invitent et nous tiennent à distance. Ils interrogent l'identité. Ils annihilent les questions d'équité. Ils interpellent les désirs tapis en nous, et toujours prêts à sourdre. Sophie Eberhard
  • 11.
  • 12. “Um par de olhos, nem mais, nem menos” Um par de olhos, nem mais nem menos; uma boca; duas bocas; três pares de olhos, nem mais nem menos; cinco narizes; dez rostos; vinte e três pares de olhos; trinta e quatro lábios; sessenta e cinco cabeças, nem mais nem menos. Cento e trinta membros, setenta e oito troncos e uma cabeça sem nome. Oitenta e nove retratos, cinco bustos, esperam o sangue do poeta, nem mais nem menos. O que há de exclusivo é o branco, que solidifica a impressão por eles deixada no ar, no papel, no gesso. Disfarces sorridentes. Susana Gaudêncio
  • 13. Percebe-se o trabalho de Marco Fagundes como uma via poética de mão dupla, e é nestes (des)encontros que vemos o potencial da sua produção. Se num primeiro instante percebemos uma figura tosca, com formas indelicadas, deformidades que remetem também para figuras humanas, em seguida uma camada de subtilezas surgem num tratamento e uma atenção dadas àquilo que não se afirma como uma mensagem direta ou mera decoração. A série de desenhos parece alimentar-se deste cuidado, trazendo, assim, qualidades constantes numa leitura da obra. Peter Shuy
  • 14.
  • 15. Steaks, drawings and other stories A montagem, a pré-fabricação, a construção e transformação farão sempre parte de uma vertente hedonista e deducional no meu trabalho. Diverte-me o diálogo que improviso sistematicamente entre mim, o objeto, a matéria-prima rude, a textura, o traço mesmo que invisível, a estrutura, a escala desmensurada, o significado, o significante, o assunto espontâneo. Assumo um prazer momentâneo e efémero quando coloco, colo, risco, rasgo, desenho, esboço respostas imediatas, quando vacilo e interrogo o imprevisível, o desconcertante… Pouco significado tem para mim se a história tiver um princípio, um meio e um fim…mesmo vivendo nessa incontornável condição! O espaço enquanto panorama, cenário, tem de ser provocador, incitante, por vezes redundante, supérfluo, pavoroso, assustador, contudo eminentemente estético. Atrai-me definitivamente conceitos hollywoodescos, muitas vezes pirosos, descontextualizados, espelhando alguns parágrafos sociais, alguns ingredientes reais e artificiais! Satisfaz-me mais a operação enquanto proposta, o esquisso encarado como definitivo, aniquila-me o projeto pré-estabelecido, o timing de resolução/solução com antevisão prolongada.
  • 16. Definitivamente é no extemporâneo, no imprevisto que seleciono rapidamente a decisão. Será nesta condição (cláusula) de desassossego que o meu trabalho se desenvolve e fortalece. O gozo e a sedução de estereotipar seres abjetos, decadentes, cadivos, “fora de prazo" são impreteríveis, simulando assim um novo protótipo, para uma nova carranca fisionómica. Marco Fagundes Vasconcelos
  • 17.
  • 18. Mon travail tourne autour des rapports humains. Rapports de domination, rapports de force, d’homme à homme, homme contre femme, notre rapport à l’autre est presque naturellment violent. De la violence physique à celle psychologique, ce n’ est que dans l’affrontement que chacun se dessine. J’ai longtemps cherché, comme beaucoup d’autres, un dénominateur commun à l’humanité et c’est en observant les gens, nos comportements et nos relations que notre animalité s’est imposée à moi. L’animalité comme bien commun à l’ humanité, et la violence qui en découle; c’est à partir de ce constat que je construis mon travail. «Celui qui se transforme en bête se délivre de la douleur d’être un homme» (Dr Jonhson). Pour moi le dessin sert à la représentation des sensations et des sentiments; et c’est au travers de la représentation de l’être humain que je cherche ce qui nous constitue profondément, quitte à piétiner les fronteires qui nous séparent de l’ animal et ce, afin d’en faire ressortir notre humanité profonde. Mêler l’homme et l’animal, troubler notre regard afin de nous voir vraiment, affronter notre animalité afin de la surpasser et de comprendre ce que cela signifie profondément qu’être um Homme, voilà ce vers quoi tend mon travail. Un miroir multiple de ce que nous pouvons être.. Adrien Vermont
  • 19.
  • 21. MARCO FAGUNDES VASCONCELOS é licenciado em artes plásticas/pintura. Um percurso pouco linear tem levado o artista a experimentar alguns campos de expressão, diversas formas artísticas e até diferentes actividades e intervenções. No entanto é a partir do seu trabalho como artista plástico que Marco F. Vasconcelos tem revelado o essencial da sua linguagem. Na sua obra encontramos instalação (em espaços desactivados) objectos (transformados e reciclados), pintura, desenho, e mais recentemente performance… Expõe regularmente desde 1997. De entre as exposições, individuais e colectivas, destacam-se as individuais: ”Mi tio és una farsa “desenho- Porto, espaço Cirurgias Urbanas (2012),”YO no soy tonta como una puerta”desenho-Lisboa,espaço Geraldine (2011), “Entre Polos” Ilustração, pavilhão 28,hospital Julo de Matos/Magnética magazine design (2010),No Porto “In hyde Park”-Pintura, espaço Cirurgias Urbanas (2009),”ROTFLOL” Museu de arte contemporânea do Funchal,”Somewhere in Transilvania”pintura – Madeira, espaço Quinta da Rochinha(2008),”Againts the Wall” Instalação- Funchal, espaço Arcadas do Pelourinho(enquanto espaço em construção),”All Paper” Instalação/pintura-Funchal, armazéns rua da Alfandega(2005), ainda no mesmo ano “Intervenções Efémeras” –Funchal Palácio S. Lourenço,”women women women”instalação/desenho, Galeria Edicarte(2001).
  • 22. Nas exposições colectivas participou nos Ateliês Abertos 39/93-Lisboa em colaboração com o atelier de Cristina Ataíde (2010),festival Interferências Magnética magazine design “entre polos” com um Mupi –Lisboa,” Ni Evas ni a Adanes” Galeria Nuble-Santander /Espanha, “BIoarte 10+1” arte urbana ,Participação como artista convidado e membro activo na organização do projecto que envolveu uma serie de artistas como Cristina Ataíde, Susana Anágua, Susana Gaudêncio, Sara Santos, Soraya Vasconcelos, Desidério sargo, Sílvio Cró e Gonçalo Martins, São Vicente/Madeira, em 2009 é distinguido com um prémio de aquisição na Bienal de Vila Nova de Cerveira com a obra “Parade of Vanity”(pintura),”Marca Madeira", Pintura, no M. Tecnopólo-Funchal(1997) e “III Art student” desenho na Republica da Macedónia(1997) e (1995). Também conta com algumas ilustrações e cartazes.
  • 23. CARLOS ALBERTO FERREIRA n. em Lisboa em 1943, filho único, estudou no Colégio Jesuíta de São João de Brito, no Liceu Camões, tendo feito o curso de Decoração e Arquitectura de Interiores na Fundação Ricardo Espírito Santo. Sob o nome de “Guida Scarllaty”, foi, desde os anos 70, o mais conhecido “travesti” de Lisboa, a par de Lydia Barloff (José Manuel Rosado), Belle Dominique, Deborah Cristal, Ruth Bryden, tendo sido para além de decorador, actor, inaugurando em 1975, o 1.º Café Concerto de Lisboa, frequentado por gente da cultura e do espectáculo, como César de Oliveira, Natália Correia, Mário Cesariny de Vasconcelos e alguns Capitães de Abril. Numa descrição de época diz-se: Portugal atravessava na época a Revolução dos Cravos, um tempo complicado na vida politica, social e costumes de Portugal, que culminou com o chamado ‘Verão quente’ de 1975. “Vivia-se uma época muito complicada, estranha mesmo, com uma inesperada sensação de liberdade, mas com um domínio esquerdista que chegou a assustar.
  • 24. De qualquer modo vivia-se a liberdade no seu auge, o primeiro-ministro Pinheiro de Azevedo mandava as pessoas à merda, e os cabos milicianos do COPCOM entravam no Scarllaty Clube de G3 ao ombro. Havia membros do Concelho da Revolução que eram clientes assíduos (Vítor Alves e Compª.), nos espectáculos, ao fim da noite embebedavam-se lá pelas quinhentas, e acabavam na pista a fazer mariquices imitando os travestis” (sic. Livro de Manuela Gonzaga). Em 1978 foi Prémio de Imprensa para o melhor actor comediante do ano. Um personagem incontornável para muitos portugueses e representativo de uma época por si tornada inesquecível, referenciado por personalidades como Vera Lagoa, Eduardo Gageiro, Maria Virgínia de Aguiar ou pelo costureiro José Carlos. O nome de Carlos Ferreira versus Guida Scarllaty, ficará para sempre ligado ao Music-Hall e ao espectáculo de travesti em Portugal pelo talento, profissionalismo e rigor de um pioneirismo que nele sempre incorporou, e como a artista mais glamourosa surgida alguma vez em Portugal. São lendários o guarda-roupa deslumbrante e os figurinos com que se apresentava em palco, jamais conseguido por qualquer outro artista português.
  • 25. ADRIEN VERMONT 1981- Naissance le 20 juin à Ivry sur Seine 2003 -Entrée aux Beaux-Arts de Paris 2008 - Slick, foire d'art contemporain Exposition collective "3 jeunes artistes" galerie Traffic, Paris Exposition collective "Figuration de l'imaginaire" galerie Saavedra, Barcelone Exposition collective "Sans Titre" au CAES, Ris-Orangis Obtention du DNSAP des Beaux-Arts de Paris 2010-Exposition collective de dessin "Trait pour trait", Beyrouth, Liban Exposition personnelle "Première" au CAES, Ris-Orangis2009 Slick dessin, foire d'art contemporain, Paris Prix Marin de peinture et dessin, Arcueil Exposition collective "Cheval de Troie" au CAES, Ris-Orangis Lauréat du Prix de dessin David Weill, Paris 2011-Lauréat du 3ème Prix de dessin David Weill, Paris 2012- "Steaks, drawings and other stories", duo show au musée d'art contemporain de Madeire, Portugal
  • 26. ANDRÉ E. TEODÓSIO nasceu em Lisboa em 1977 e viveu algum tempo nos Estados Unidos da América (época Clinton). É membro do Teatro Praga (a companhia mais megalopsyquica™ de todos os tempos). Frequentou o Conservatório Nacional de Música, a Escola Superior de Música e a Escola Superior de Teatro e Cinema, locais onde aprendeu muito pouco. Foi membro do Coro Gulbenkian (onde sofreu durante largos anos), da companhia de teatro Casa Conveniente, e colabora assiduamente com a companhia de teatro Cão Solteiro.
  • 27. agradecimentos Carlos Ferreira (Guida Scarllaty), André E. Teodósio, Adrien Vermont, Carlos Valente,Susana Gaudêncio, P e t e r S h u y, R u i R e i n i n h o , F i l i p a Ve n â n c i o , Sophie Eberhard, Miguel Rodriguez
  • 28. Índice de imagens Adrien Vermont (1981) V incent 55 (2010) desenho lápis de cor sobre papel 65x50cm Adrien Vermont (1981) Marie (2010) desenho lápis de cor sobre papel 65x50cm Fagundes Vasconcelos (1968) S / t í t u l o , 2 0 1 2 (pormenor) desenho sobre papel dimensões variáveis Fagundes Vasconcelos (1968) protótipo para uma família de objetos n ã o c l a s s i f i c a d o s , 2 0 1 2 (pormenor) m a d e i r a , p a s t a d e m o d e l a r, fita adesiva preta, cabelo humano dimensões variáveis
  • 29. Ficha técnica Museu de Arte Contemporânea - Fortaleza de São Tiago Região Autónoma da Madeira Secretaria Regional da Cultura, Turismo e Transportes Direcção Regional dos Assuntos Culturais Direcção: José Manuel de Freitas Sainz- Trueva Textos:André E. Teodósio, Carlos Valente, Susana Gaudêncio Peter Shuy, Rui Reininho,Filipa Venâncio, Sophie Eberhard e Fagundes Vasconcelos Secretariado: Inácia Vanda Rodrigues / Márcia de Sousa Design gráfico e fotografia: Márcia de Sousa Montagem: Fagundes Vasconcelos Apoio à montagem: Agostinho de Andrade / Amália do Rosário/ Cândida Pinto / Idalina Silva /Silvina Gavina MAC Rua do Portão de São Tiago, 2050-260 Funchal Tel: +351 291 213340 / Fax: +351 291 213348 e-mail: mac.drac.srt@gov-madeira.pt http://www.macfunchal.blogspot.com http://www.facebook.com/pages/Museu-de-Arte- Contemporanea-do-Funchal/ Funchal, 22 de junho de 2012
  • 30. organização apoio Filipe Dantas Advogado - CP Nº 203/m Rua dos Aranhas, 53, 3º H 9000-044 Funchal Telf. 351 291 297 080 MUSEU DE ARTE COMTEMPORÂNEA Fax. 351 291 207 089 FORTALEZA DE SÃO TIAGO - FUNCHAL