Matheus Morais Sella
Lourenço Conte
Vinicius Bernardo marcelino
Vinicius Seyte Yonecura
O segredo do bonzo
 Um dia passeando com Diogo Meireles na cidade de Fuchéu no ano de
1552, deparamos com o povo na esquina de uma rua em volta de um
homem da terra, que falava com grande abundancia de gestos e vozes.
Diogo Meireles que melhor conhecia a língua local, ia repetindo em nossa
língua o discurso, o homem dizia que descobriu como afirmar a origem dos
grilos, os quais voavam livres no céu, e por ter descobrido tal verdade,
poderia aceitar a morte ali mesmo. Após acabar, a multidão aclamou o
homen cujo o nome era Patimal e ao alprende de um mercador.
 Alguns metros depois encontramos uma citação quase idêntica onde outro
homem de nome Languru dizia que enfim descobria a origem dos dias
futuros. Após ter o discurso acabado o povo aclamou e foram todos se
bantequear .
 Decidimos então ir a casa de um tal de Pomada, amigo de meireles e um
bonzo considerado muito sábio, Poderia nos esplicar o que haviamos
ouvido .
O segredo do bonzo
 Após sermos recepcionados Pomada resumiu sua doutrina seguinte da
maneira : “A virtude e o saber tem duas existências paralelas: uma, no sujeito
que as possui, outra no espírito dos que o ouvem ou contemplam.” Assim, o
sábio seguiu, uma coisa pode existir na opinião sem existir na realidade. De
outro lado, uma coisa pode existir na realidade sem existir na opinião. Disso
ele fez a conclusão de que “das duas realidades paralelas, a única necessária
é a da opinião”. Eis aí a essência do pomadismo. O bonzo havia montado sua
doutrina a partir de uma afirmação verdadeira, a de que uma coisa pode
existir na opinião sem existir na realidade, e existir na realidade sem existir na
opinião. A seguir ele concluil: a única existência necessária é a da opinião.
Isso,era chamado por ele de um “achado especulativo”. Assim eu e Meireles
concluímos que sua teoria consiste em “meter ideias e convicções nos
outros”. Assim como um de seus seguidores, Titané, que usa o jornal para
propagandear suas noticias, fazendo crer que elas são maravilhosas.
O segrsdo do bonzo
 Nós no entanto, ao praticarmos a doutrina, fizemos de conta que ao
tocar a charamela (um antepassado da clarineta) fariamos uma
audiência seria considerada maravilhosa aos ouvintes. Diogo Meireles,
por sua vez, encontrou pessoas portadoras de uma doença que torna
os narizes horrendos, e convence-as a deixarem que ele arrancasse os
narizes. Eles serão substituídos por um “nariz são, mas de pura
natureza metafísica, o que é inacessível aos sentidos humanos”. Os
viventes,animados, ficam muito felizes com o novo nariz inexistente.
A arca
 A narrativa procura imitar a forma bíblica de escrita em versículos e
conta a briga de dois dos três filhos de Noé, que, mesmo antes de
passar a inundação e ainda com suas vidas em risco, já disputavam a
posse das terras que viriam a ter depois do dilúvio. As esposas de Jafé
e Sem são as únicas mulheres citadas, mas elas não recebem nome.
Acreditando que estivessem em desgraça por causa do
desentendimento deles. Surpreendentemente, Cam tenta acalmar os
irmãos dizendo que chamará o pai e as suas mulheres, como se elas
também tivessem alguma autoridade para pautar o comportamento dos
maridos. O conto representa aspectos típicos da obra machadiana: a
ironia e a universalidade em relação à natureza humana.
A cartomante
 A cena primordial para o prolongamento do enredo é uma sexta-feira de
novembro de 1869. Em uma conversa com Rita, Camilo a pede para
deixar de acreditar nas afirmações da cartomante. O nome dessa
personagem não é revelado no livro, caracterizando, assim, a típica
forma machadiana de escrever. A mulher era misteriosa e cheia de
falsas predições. Dizia sempre o que os outros queriam ouvir. Era,
portanto, uma mestra em mentir descaradamente. A cartomante servirá
para enganar as personagens principais.

 Camilo era amigo de longa data de Vilela. Este, então, casa-se com
Rita que constrói uma relação mais íntima com o rapaz. A razão
principal para o adultério entre eles é a morte da mãe de Vilela. Camilo,
moço inocente, tenta negar os seus desejos, mas cai facilmente aos
gracejos da mulher.
A cartomante
 Até então, o menino recebe uma carta anônima a qual deixa claro que
os amantes estavam prestes a serem descobertos. Camilo foge de Rita,
evitando-a. Preocupada, a mulher pede ajuda a cartomante, temendo
que o seu amado não a deseje mais.
 O jovem Camilo recebe uma carta de seu amigo Vilela. Este pede para
que ele apressasse em encontrá-lo na sua residência. Temendo o pior,
Camilo decide consultar-se com a cartomante. Ela o engana, assim
como fez com Rita e a tantos outros. Garante a ele que o seu futuro era
de amor pleno. Quando chega à casa de Vilela, ele está irreconhecível.
Camilo percebe o corpo caído da amante, Rita. Sem reação, o jovem é
morto pelo próprio amigo com um tiro à queima roupa. Vilela já o
esperava para vingar a sua traição.
Dona benedita 9
 Conto narrado em 3ª pessoa, faz uma analise sobre a psicologia
feminina.
 A personagem é elaborada a partir do sentido do termo veleidade, que,
no entanto, só será revelado ao leitor nas últimas linhas do conto. A
personalidade fugaz da protagonista é contaminada pelo vírus da
indecisão. Com breves pinceladas, à maneira de um pintor, surgem a
hesitação, a volubilidade, a inconstância no eterno vai, não vai; casa,
não casa; viaja, não viaja.
 D. Benedita é lapidada com tamanha perfeição que quase pode ser
tocada, pressentida pelo leitor em suas pequenas ações.
 Veleidade: esta personagem alegórica define a personalidade da
protagonista: mulher de vontade fraca, hesitante, inconstante.

Papeis Avulsos (TRABALHO)

  • 1.
    Matheus Morais Sella LourençoConte Vinicius Bernardo marcelino Vinicius Seyte Yonecura
  • 2.
    O segredo dobonzo  Um dia passeando com Diogo Meireles na cidade de Fuchéu no ano de 1552, deparamos com o povo na esquina de uma rua em volta de um homem da terra, que falava com grande abundancia de gestos e vozes. Diogo Meireles que melhor conhecia a língua local, ia repetindo em nossa língua o discurso, o homem dizia que descobriu como afirmar a origem dos grilos, os quais voavam livres no céu, e por ter descobrido tal verdade, poderia aceitar a morte ali mesmo. Após acabar, a multidão aclamou o homen cujo o nome era Patimal e ao alprende de um mercador.  Alguns metros depois encontramos uma citação quase idêntica onde outro homem de nome Languru dizia que enfim descobria a origem dos dias futuros. Após ter o discurso acabado o povo aclamou e foram todos se bantequear .  Decidimos então ir a casa de um tal de Pomada, amigo de meireles e um bonzo considerado muito sábio, Poderia nos esplicar o que haviamos ouvido .
  • 3.
    O segredo dobonzo  Após sermos recepcionados Pomada resumiu sua doutrina seguinte da maneira : “A virtude e o saber tem duas existências paralelas: uma, no sujeito que as possui, outra no espírito dos que o ouvem ou contemplam.” Assim, o sábio seguiu, uma coisa pode existir na opinião sem existir na realidade. De outro lado, uma coisa pode existir na realidade sem existir na opinião. Disso ele fez a conclusão de que “das duas realidades paralelas, a única necessária é a da opinião”. Eis aí a essência do pomadismo. O bonzo havia montado sua doutrina a partir de uma afirmação verdadeira, a de que uma coisa pode existir na opinião sem existir na realidade, e existir na realidade sem existir na opinião. A seguir ele concluil: a única existência necessária é a da opinião. Isso,era chamado por ele de um “achado especulativo”. Assim eu e Meireles concluímos que sua teoria consiste em “meter ideias e convicções nos outros”. Assim como um de seus seguidores, Titané, que usa o jornal para propagandear suas noticias, fazendo crer que elas são maravilhosas.
  • 4.
    O segrsdo dobonzo  Nós no entanto, ao praticarmos a doutrina, fizemos de conta que ao tocar a charamela (um antepassado da clarineta) fariamos uma audiência seria considerada maravilhosa aos ouvintes. Diogo Meireles, por sua vez, encontrou pessoas portadoras de uma doença que torna os narizes horrendos, e convence-as a deixarem que ele arrancasse os narizes. Eles serão substituídos por um “nariz são, mas de pura natureza metafísica, o que é inacessível aos sentidos humanos”. Os viventes,animados, ficam muito felizes com o novo nariz inexistente.
  • 5.
    A arca  Anarrativa procura imitar a forma bíblica de escrita em versículos e conta a briga de dois dos três filhos de Noé, que, mesmo antes de passar a inundação e ainda com suas vidas em risco, já disputavam a posse das terras que viriam a ter depois do dilúvio. As esposas de Jafé e Sem são as únicas mulheres citadas, mas elas não recebem nome. Acreditando que estivessem em desgraça por causa do desentendimento deles. Surpreendentemente, Cam tenta acalmar os irmãos dizendo que chamará o pai e as suas mulheres, como se elas também tivessem alguma autoridade para pautar o comportamento dos maridos. O conto representa aspectos típicos da obra machadiana: a ironia e a universalidade em relação à natureza humana.
  • 6.
    A cartomante  Acena primordial para o prolongamento do enredo é uma sexta-feira de novembro de 1869. Em uma conversa com Rita, Camilo a pede para deixar de acreditar nas afirmações da cartomante. O nome dessa personagem não é revelado no livro, caracterizando, assim, a típica forma machadiana de escrever. A mulher era misteriosa e cheia de falsas predições. Dizia sempre o que os outros queriam ouvir. Era, portanto, uma mestra em mentir descaradamente. A cartomante servirá para enganar as personagens principais.   Camilo era amigo de longa data de Vilela. Este, então, casa-se com Rita que constrói uma relação mais íntima com o rapaz. A razão principal para o adultério entre eles é a morte da mãe de Vilela. Camilo, moço inocente, tenta negar os seus desejos, mas cai facilmente aos gracejos da mulher.
  • 7.
    A cartomante  Atéentão, o menino recebe uma carta anônima a qual deixa claro que os amantes estavam prestes a serem descobertos. Camilo foge de Rita, evitando-a. Preocupada, a mulher pede ajuda a cartomante, temendo que o seu amado não a deseje mais.  O jovem Camilo recebe uma carta de seu amigo Vilela. Este pede para que ele apressasse em encontrá-lo na sua residência. Temendo o pior, Camilo decide consultar-se com a cartomante. Ela o engana, assim como fez com Rita e a tantos outros. Garante a ele que o seu futuro era de amor pleno. Quando chega à casa de Vilela, ele está irreconhecível. Camilo percebe o corpo caído da amante, Rita. Sem reação, o jovem é morto pelo próprio amigo com um tiro à queima roupa. Vilela já o esperava para vingar a sua traição.
  • 8.
    Dona benedita 9 Conto narrado em 3ª pessoa, faz uma analise sobre a psicologia feminina.  A personagem é elaborada a partir do sentido do termo veleidade, que, no entanto, só será revelado ao leitor nas últimas linhas do conto. A personalidade fugaz da protagonista é contaminada pelo vírus da indecisão. Com breves pinceladas, à maneira de um pintor, surgem a hesitação, a volubilidade, a inconstância no eterno vai, não vai; casa, não casa; viaja, não viaja.  D. Benedita é lapidada com tamanha perfeição que quase pode ser tocada, pressentida pelo leitor em suas pequenas ações.  Veleidade: esta personagem alegórica define a personalidade da protagonista: mulher de vontade fraca, hesitante, inconstante.