Tema: Consolidar o SUAS de vez, rumo a 2026...
Lema: Pacto Republicano no SUAS rumo a 2026: O SUAS
que temos e o SUAS que queremos...
Pacto Federativo
União
Estados
Municípios
RESPONSABILIDADE
COMPARTILHADA
OBJETIVOS DO PLANO DECENAL
Implantar o SUAS
em todo o
território nacional
Criar bases legais e
normativas para
assegurar a
institucionalidade da
política, sua
especificidade e rol de
ofertas, o comando
único e o modo de
funcionamento
Superar o empirismo e
implantar a vigilância
socioassistencial: por meio da
construção de referências
conceituais, indicadores e
instrumentos que permitam
planejar,
acompanhar/monitorar, assim
como avaliar a execução
política
Imprimir uma nova lógica
no cofinanciamento:
reordenar práticas
históricas, adotar ritos de
pactuação e aproximar
cofinanciamento das
demandas da população
e dos custos para oferta
EIXOS ESTRUTURANTES DO PLANO DECENAL
MODELO DE ATENDIMENTO/ NÍVEIS DE PROTEÇÃO BÁSICA E ESPECIAL
VIGILÂNCIA SOCIAL E DEFESA SOCIAL E INSTITUCIONAL
INTEGRAÇÃO DE SERVIÇOS E BENEFÍCIOS
INFORMAÇÃO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO
REDE SOCIOASSISTENCIAL E INTERSETORIALIDADE
COFINANCIAMENTO PÚBLICO E FORTALECIMENTO DO PACTO FEDERATIVO
GESTÃO DO TRABALHO
DEMOCRATIZAÇÃO E CONTROLE SOCIAL
CONSTRUÇÃO DO PLANO: UM PROCESSO HISTÓRICO
IV CONFERÊNCIA NACIONAL
Assistência Social como
Política de Inclusão: uma
Nova Agenda para a
Cidadania – LOAS 10 anos
V CONFERÊNCIA NACIONAL
SUAS – Plano 10 –
Estratégias e Metas para a
Implementação da Política
de Assistência Social
VI CONFERENCIA NACIONAL
Compromissos e
Responsabilidades para
Assegurar Proteção Social
pelo Sistema Único da
Assistência Social
DE LÁ PARA CÁ... PASSARAM-SE 10 ANOS
VII CONFERÊNCIA
Avaliamos o controle
social, a democratização
da gestão, as bases para
garantia do
financiamento, o
protagonismo dos
usuários e os espaços de
participação popular
VIII CONFERÊNCIA
Tratou dos avanços na
consolidação do SUAS,
com a valorização dos
trabalhadores e a
qualificação da gestão,
dos serviços, programas,
projetos e benefícios
IX CONFERÊNCIA
Avaliamos os 08 anos
do SUAS com propostas
para cofinanciamento,
vigilância social, gestão
do trabalho, benefícios,
regionalização de
serviços e estratégias
de enfrentamento a
pobreza
X CONFERÊNCIA
Momento de
identificarmos e
avaliarmos as
metas alcançadas e
os desafios para os
próximos 10 anos.
Quais as metas que
queremos?
POR QUE REVISITAR O PLANO?
• esforços e iniciativas para a
concretização de resultados, difusão de
uma nova cultura e superação da
concepção conservadora que
historicamente marcou a área no país;
IDENTIFICAR
• à consolidação da cultura do direito de
cidadania na área da assistência social.
APONTAR
NOVOS
RUMOS
REGULAÇÃO EM ÂMBITO NACIONAL
Inclusão do SUAS na LOAS (Lei nº 12.435/2011)
Regulamentação da nova lógica de financiamento da política (Lei nº
12.435/2011 e Decreto nº 7.788/ 2012)
Aprimoramento dos parâmetros legais e normativos da relação das entidades com o SUAS: definição
do tipo de atuação, procedimentos para inscrição nos Conselhos, CEBAS (Lei nº12.101/2009);
Vínculo SUAS; Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil“ - (O Projeto de Lei nº
7.168/2014)
Definição de um campo específico para atuação dos serviços
Assistência Social - Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais
Atualização da NOB/SUAS em 2012 e lançamento das bases para o
aprimoramento da gestão no novo estágio do SUAS
FINANCIAMENTO EM ÂMBITO NACIONAL
Ampliação dos recursos da assistência social (Alcance de 9,6% do percentual do
orçamento da seguridade social em 2014)
Revisão dos valores dos pisos de proteção social
Criação dos incentivos de gestão – IGD SUAS
Apoio à construção de equipamentos
Organização da gestão financeira-orçamentária do Sistema
Instituição do repasse de recursos do Governo Federal por meio de
pactuações e deliberações transparentes, republicanas e participativas
Ampliação do cofinanciamento entre os entes federados
ACESSO E QUALIFICAÇÃO DE SERVIÇOS E PROGRAMAS
EM ÂMBITO NACIONAL
Ampliação da rede de atendimento e oferta de serviços básicos (99,6% dos municípios com
CRAS, totalizando 7.522 unidades; 90% dos municípios com SCFV)
Expansão da PSE de Média e Alta Complexidade (97,2% dos municípios com mais de
20 mil hab com CREAS)
Ampliação da rede de serviços de acolhimento
Ampliação do acesso a serviços (138 Lanchas e 1.256 equipes volantes)
Reordenamento do SCFV, alcançando 90% (5.038) dos municípios
Municipalização das MSE em meio aberto, com crescimento de 369% de sua cobertura
MDS NA QUALIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS
Orientações Técnicas
Discussão Nacional e Seminário Internacional sobre Trabalho Social com
Famílias
Iniciado o reordenamento de atenções históricas: Reordenamento dos
Serviços de Acolhimento, Centros Dia e Residências Inclusivas
População em situação de rua: Pesquisa Nacional, Política Nacional,
implantação de Centro POP, Abordagem Social e Serviço de Acolhimento
Apoio a qualificação da rede privada
BENEFÍCIOS, TRANSFERÊNCIA DE RENDA E GESTÃO
INTEGRADA EM ÂMBITO NACIONAL
Ampliado o acesso à
segurança de renda:
O BPC: De 2 milhões de
beneficiários (Jan/2005)
para 4,1 milhões de
beneficiários (Fev/2015)
O PBF: De 6,5 milhões de
famílias (Jan/2005) para
13,9 milhões
(março/2015)
Aprimoramento dos critérios de
acesso/manutenção do BPC:
Adotado o conceito de
deficiência da Convenção
Passou a considerar doenças crônico-
degenerativas e condição de aprendiz
Novo modelo de avaliação passa a exigir
profissionais do Serviço Social
Excluímos itens do cálculo de renda
Avanço nos mecanismos de integração e
sistematização de dados e fiscalização do BPC
BENEFÍCIOS, TRANSFERÊNCIA DE RENDA E GESTÃO
INTEGRADA EM ÂMBITO NACIONAL (Cont.)
Regulamentado os Benefícios Eventuais (Decreto nº 6.370/2007) e
excluído o critério de renda per capita para acesso (Lei nº 12.435/2011)
Avanço na gestão integrada com: instrumentos e procedimentos,
priorização do atendimento às famílias beneficiários e aprimoramento da
concepção de condicionalidades
Pobreza: Plano BSM
Trabalho Infantil: integração PETI/Bolsa e redesenho do PETI - Ações
estratégicas em 957 municípios, DF e 26 Estados
Revisão do Cadastro Único e integração de suas informações ao
SUAS
GESTÃO DO SUAS E VIGILÂNCIA
SOCIOASSISTENCIAL EM ÂMBITO NACIONAL
Realizado o Pacto de Aprimoramento do SUAS e o fortalecimento das instâncias de
pactuação e articulação
Desenvolvimento e aperfeiçoamento de Sistemas de Informação e regulamentação da
Vigilância Socioassistencial
Implementação da Política Nacional de Educação Permanente do SUAS (Rede Nacional de
Capacitação e Educação Permanente do SUAS) e Programa CapacitaSUAS instituído
Autorização Legal e regulamentação da utilização de recursos do cofinanciamento
federal para pagamento de pessoal do quadro
Regulamentação das categorias profissionais de nível superior, médio e fundamental que
integram o SUAS
A União realizou concursos de servidores para o MDS
Foi instituída a Mesa Nacional de Gestão do Trabalho no SUAS
CONTROLE E PARTICIPAÇÃO SOCIAL
EM ÂMBITO NACIONAL
Instituído a Aprovação do Demonstrativo e do Plano de Ação pelos
Conselhos
Ampliação e fortalecimento do debate em reuniões descentralizadas e
ampliadas, trimestrais e regionais do CNAS
Avanço nas Regulações e Orientações Técnicas voltadas ao
fortalecimento dos conselhos, do controle social e da participação social
Adotado a incorporação das deliberações das Conferências Nacionais
no planejamento e orçamento da Assistência Social com o
monitoramento de sua implantação
Foi criado o Fórum Nacional dos Usuários do SUAS
REGULAÇÃO EM ÂMBITO ESTADUAL
Lei Estadual nº 2.554, de 22/05/98, instituiu o Fundo Estadual de Assistência
Social (Regulamentada pelo Decreto nº 24.301, de 22 de maio de 1998)
Lei Estadual nº 4.056, de 30/12/2002 (e alterações) - Institui o Fundo
Estadual de Combate à Pobreza e às Desigualdades Sociais
DECRETO Nº 41.541, DE 11 DE NOVEMBRO DE 2008 (Aprova as
diretrizes da Política Estadual de Assistência Social)
DECRETO N° 42.372, DE 25 DE MARÇO DE 2010 (Define as ações
continuadas de Assistência Social no estado do Rio de Janeiro)
DECRETO Nº 42.725 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2010 (Institui a
transferência Fundo a Fundo - recursos do FEAS para os FMAS)
OUTRAS REGULAÇÕES ESTADUAIS
Resoluções SEASDH nº 340/2011; nº425/2012; nº481/2013;
nº531/2013; nº643/2015 dispõem sobre regulação dos recursos
do FEAS transferidos aos municípios;
DECRETO Nº 42.406 DE 13 DE ABRIL DE 2010 (Institui o Programa
Morar Seguro – “aluguel social”);
DECRETO Nº 42.949 DE 10 DE MAIO DE 2011
(Institui o Programa Renda Melhor)
DECRETO Nº 42.999 DE 02 DE JUNHO DE 2011
(Institui o Programa Renda Melhor Jovem)
COFINANCIAMENTO ESTADUAL
Superação do modelo convenial e instituição do repasse direto Fundo a Fundo
Disponibilização de recurso do cofinanciamento para incentivo aos Municípios
com Regulamentação de Benefícios Eventuais
Ampliação do cofinanciamento a todos os serviços da Proteção Social Básica e
da Proteção Social Especial de média e alta complexidade
Produção de Nota Técnica de para esclarecimentos sobre a gestão financeira e
orçamentária do SUAS
Capacitações sobre a utilização dos recursos federais e estaduais
Cofinanciamento estadual aos
municípios
Convênios PAIF+PETI 2005
Fundo a Fundo PSB+PSE 2015
R$ 14,761,920.00
R$ 41,569,287.00
Comparativo do cofinanciamento: 2005/2015
PAIF/PSB PETI/PSE
R$ 12,881,920.00
R$ 1,880,000.00
R$ 20,703,600.00 R$ 20,865,687.00
Comparativo: Cofinanciamento Estadual 2005/2015
2005
2015
ACESSO E QUALIFICAÇÃO DE SERVIÇOS E PROGRAMAS
EM ÂMBITO ESTADUAL
Ampliação da cobertura da Proteção Social Básica no estado do
Rio de Janeiro (em 2005 apenas 79% e em 2015 temos 100%)
Ampliação da cobertura da Proteção Social Especial, a partir de
2010. A PSE conta com uma rede de 108 CREAS e 19 CENTROS
POP em 2015
99% municípios tem, pelos menos, 2 CRAS e 100% executam o
Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos
Todos os municípios fluminenses com mais de 20 mil habitantes
possuem CREAS e, em100% deles as Medidas Socioeducativas
(MSE em meio aberto) estão municipalizadas
REALIZAÇÕES DO
ESTADO DO RIO DE
JANEIRO NA
QUALIFICAÇÃO DOS
SERVIÇOS
Assessoria Técnica
aos municípios
Estudos da Vigilância
Socioassistencial sobre
a Incidência de Trabalho
Infantil e Acolhimento
para Crianças e
Adolescentes
Elaboração da
Proposta
Metodológica para o
trabalho de
Acompanhamento
Familiar nos serviços
do SUAS
Criação de Modelo para o
PIA – Plano de Individual
de Acompanhamento das
Medidas Socioeducativas
(MSE em meio aberto)
Capacitações
temáticas
Plano Estadual de
Capacitação e
Educação
Permanente e
Execução do
CapacitaSUAS
BENEFÍCIOS, TRANSFERÊNCIA DE RENDA E
GESTÃO INTEGRADA EM ÂMBITO ESTADUAL
Instituição do Programa Renda Melhor e Renda Melhor Jovem e alcançando 91
municípios
Assessoramento técnico aos municípios na elaboração de Regulamentação dos
Benefícios Eventuais
Cofinanciamento garantido aos municípios que regulamentaram a Lei de
Benefícios Eventuais, conforme a Resolução CEAS/RJ n°28/2012, de 27 de abril de
2012
Disponibilidade de utilização dos recursos do cofinanciamento do SUAS, e/ou
Plano de Ação complementar, para ações emergenciais em municípios onde foi
decretado estado de calamidade pública.
Programa Morar Seguro: concessão de aluguel social para famílias vítimas de
catástrofes, de acordo com o Decreto nº 43.091, de 20 de julho de 2011 e sua
alteração no Decreto nº 44052 de 30 de janeiro de 2013.
VELHAS QUESTÕES, NOVOS DESAFIOS
CORRELAÇÃO ENTRE NECESSIDADES SOCIAIS E OFERTAS
ACESSO EQUITATIVO DE POPULAÇÕES URBANAS E RURAIS AOS SERVIÇOS
E BENS PÚBLICOS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
FORTALECIMENTO DO PACTO REPUBLICANO EM TORNO DO SUAS
INICIATIVAS INTEGRADAS DE ENFRENTAMENTO À POBREZA E ÀS
DESIGUALDADES REGIONAIS E TERRITORIAIS
ATENÇÕES ESPECÍFICAS PARA POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS
QUALIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS E VALORIZAÇÃO DO TRABALHO NA
ASSISTÊNCIA SOCIAL
RECONHECIMENTO DA OBRIGATORIEDADE DAS DESPESAS DO SUAS
O enfrentamento das situações
de desproteções sociais e a
cobertura dos serviços,
programas, projetos, benefícios
e transferência de renda nos
territórios
Subtema 1:
2015 – Uma década de existência
do SUAS
 10 anos de uma etapa de estruturação do aparato legal e
normativo e implementação de uma rede do SUAS com
significativa capilaridade;
 Próxima década - novos desafios / patamar de qualidade;
 NOB/SUAS 2012;
 Aprimoramento da gestão/ qualificação das ofertas
 Provisão da proteção social não contributiva,
considerando possíveis alterações ambientais e climáticas,
sociodemográficas e no contexto econômico.
SERVIÇOS SOCIOASSISTENCIAIS
1. Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF);
2. Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos;
3. Serviço de Proteção Social Básica no Domicílio para Pessoas com
Deficiência e Idosas.
PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA
1. Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias Indivíduos
(PAEFI);
2. Serviço Especializado em Abordagem Social;
3. Serviço de proteção social a adolescentes em cumprimento de medida
socioeducativa de Liberdade
Assistida (LA) e de Prestação de Serviços à Comunidade (PSC);
4. Serviço de Proteção Social Especial para Pessoas com Deficiência, Idosas e
suas Famílias;
5. Serviço Especializado para Pessoas em Situação de Rua.
PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL
Média Complexidade
6. Serviço de Acolhimento Institucional;
7. Serviço de Acolhimento em República;
8. Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora;
9. Serviço de proteção em situações de calamidades públicas e de
emergências.
Alta Complexidade
CENTRO DIA
UNIDADE DE
ACOLHIMENTO
Território
RedeBenefícios
Serviços
do SUAS
A garantia de proteção integral às famílias e indivíduos, deve estar atrelada às demandas e necessidades
identificadas no território a fim de dar base para o planejamento das ofertas e atenção em todos os níveis
de proteção do SUAS.
Planejamento da rede pública baseado no
monitoramento e avaliação
(Vigilância Socioassistencial)
Cobertura
de
Serviços
Território
Demanda
Benefícios
Eventuais
REDE
1ª – O Poder Público e a sociedade reconhecem que a
assistência social (serviços, benefícios e transferência de renda)
é um direito constitucional? Como se comprova?
2ª – Quais as evidências (demonstração) de que os usuários do
SUAS reconhecem o seu direito?
OBSERVAR: DIMENSÃO 5
3ª O atendimento dos serviços nos CRAS, CREAS, Centro POP, abrigos revelam
se os usuários reconhecem a importância do SUAS ? De que forma?
4ª Qual é a importância do serviço e dos equipamentos socioassistenciais para
o usuário da assistência social da entrega dos nossos serviços/ do acesso à
PNAS?
5ª Para além das provisões já asseguradas no SUAS (renda, convivência e
acolhida, desenvolvimento da autonomia), quais outros serviços deveriam ser
ofertados pelo SUAS para ampliar e universalizar os direitos sociais?
O Pacto Federativo e a
consolidação do SUAS.
Subtema 2:
Pacto federativo: o que é?
O Pacto Federativo é um acordo firmado entre
a União, os Estados e os Municípios federados
que estabelece as funções, direitos e deveres
para cada um dos entes da federação,
materializando uma cooperação e uma
responsabilidade compartilhada.
DosMunicípios
Coordenação local da operacionalização, execução e acompanhamento
e avaliação local dos serviços socioassistenciais e benefícios, bem como
seu financiamento
Assegurar em lei orçamentária, os recursos necessários à oferta dos
serviços e benefícios
Realização de estudos da realidade e monitoramento da demanda
para constante ampliação da concessão dos benefícios eventuais
Regulamentação a prestação dos benefícios eventuais
e outros
Dos Municípios
Identificar desafios de cobertura e de qualificação das ofertas,
considerando a realidade do município e a demanda apresentada
Potencializar a capacidade da rede socioassistencial para
assegurar proteção social básica e especial no território e devido
atendimento aos usuários
Garantir infraestrutura física e de pessoal para funcionamento
dos Conselhos
Instituição das áreas essenciais de Gestão: Gestão do Trabalho
e Educação Permanente do SUAS; Vigilância Socioassistencial;
Planejamento, Monitoramento e Avaliação; Gestão Financeira e
Orçamentária; Proteção Social Básica e Especial
Adequação da Legislação do SUAS
Metas para
implementação do
SUAS (2005-2015) -
Metas para a
consolidação do
SUAS (2016-2026) –
Como estão
sendo
construídos os
documentos de
planejamento
orçamentário?
Como o
SUAS está
na agenda
do
município?
Qual o
percentual de
cofinanciamento
do município
para o SUAS
(função 08) no
PPA?
Como está instituída?
Gestão do SUAS
1ª - Qual a contribuição da política de assistência
social (Serviços e benefícios; Vigilância
socioassistencial e Defesa de direitos) para a
conquista da justiça social e dignidade humana?
OBSERVAR: DIMENSÃO 1
2ª – Como a proteção social assegurada pelo SUAS possibilita o
empoderamento político dos seus sujeitos de modo a contribuir
para a ampliação da dignidade humana e justiça social?
3ª – Podem ser identificados os princípios de dignidade da
pessoa humana e justiça social no cotidiano dos serviços e
benefícios ofertados no SUAS?
1ª - O órgão gestor da política de assistência social do
município tem autonomia de gestão (técnica, política e
financeira) e direciona o trabalho obedecendo as diretrizes e
princípios do SUAS?
OBSERVAR: DIMENSÃO 3
2ª - Todas as novas orientações e estruturas do SUAS estão firmadas em lei
municipal (a exemplo de: modo e critérios de concessão de benefícios e
prestação de serviços, respeitando os níveis de proteção; estrutura de gestão,
unidades do SUAS, cargos e funções; critérios de repasse de recursos para a
rede socioassistencial; sistema de vigilância socioassistencial, de
monitoramento, avaliação, etc.)?
3ª– Como se expressa o compromisso da gestão pública municipal no que se
refere à responsabilidade primeira, pela proteção no âmbito da assistência
social?
Fortalecimento da participação
e do controle social para a
gestão democrática.
Subtema 3:
• “A criação dos Conselhos de Assistência Social, após a
aprovação da LOAS, significou um salto histórico na construção
democrática dessa área, possibilitando que governo e
sociedade civil debatessem suas posições e propostas,
celebrassem acordos e tomassem decisões conjuntas em
espaços públicos de discussão e deliberação.
• Portanto, embora ainda existam recuos e contradições, os
avanços em termos do controle social são inegáveis,
repercutindo decisivamente na formulação e execução da
política de assistência social, em todos os níveis da federação.”
CRIAÇÃO DOS CONSELHOS DE
ASSISTÊNCIA SOCIAL
CONSELHO MUNICIPAIS
• Tem caráter permanente
• Faz parte do sistema
descentralizado e participativo
definido na Constituição de 1988
para as políticas sociais:
Assistência Social e Saúde
Órgão
paritário e
deliberativo
Embasado em leis federais, estaduais e
municipais
Instância local de formulação de
estratégias e de controle público
ATORES
• Poder Público;
• Sociedade Civil:
* Usuários;
* Entidades e
* Organizações(Rede
Socioassistencial);
*Trabalhadores da área.
Controle social
Os conselhos de políticas públicas tem como
principais atribuições:
• A deliberação e a fiscalização da política específica, em
consonância com as diretrizes propostas pelas conferências
nacionais e normativas da mesma;
• A aprovação dos planos municipais de cada área;
• A apreciação e aprovação da proposta orçamentária para a
área.
CONTROLE SOCIAL E SERVIÇOS
No exercício de suas atribuições, os conselhos
normatizam, disciplinam, acompanham, avaliam
e fiscalizam a gestão e a execução dos serviços,
programas, projetos e benefícios de assistência
social, prestados pela rede socioassistencial.
CONTROLE SOCIAL E SERVIÇOS
FORMAS DE PARTICIPAÇÕES
Como os atores do município podem contribuir
para a participação e o controle social no
processo de consolidação do SUAS e na
perspectiva da erradicação da pobreza?
Como vem se dando os Avanços do controle social
no município e que desafios precisam ser
enfrentados para que o SUAS se torne cada vez
mais uma realidade?
Quais Estratégias são utilizadas pelo município na
perspectiva de potencializar participação dos
usuários?
1ª - Quais são os espaços de participação no âmbito
do SUAS para além do CMAS?
2ª - Como está o funcionamento do CMAS?
3ª – A composição do CMAS contempla a paridade
entre governo e sociedade civil e a
proporcionalidade na sociedade civil entre
trabalhadores, usuários e entidades
socioassistenciais?
OBSERVAR: DIMENSÃO 2
4ª - Como todas as informações da política de assistência
social, em especial as deliberações do Conselho e das
Conferências, são divulgadas e compartilhadas?
5ª - Qual a relação do conselho com outras organizações e
movimentos sociais que também lutam pela ampliação de
direitos sociais e proteção social e defesa intransigente do
SUAS?
6º – Como tem se dado a participação dos usuários no
planejamento, financiamento e avaliação dos serviços,
programas e projetos da rede governamental e não
governamental?
OBSERVAR: DIMENSÃO 2
1ª – Como adequar a qualificação do trabalho no
SUAS, considerando os parâmetros normativos
(vínculos, forma de seleção, composição da equipe,
etc.)?
OBSERVAR: DIMENSÃO 4
2ª – Existem iniciativas locais de capacitação, plano de educação
permanente e supervisão técnica continuada para os
trabalhadores, considerando a rede governamental e não
governamental?
3ª – Os trabalhadores conhecem e se comprometem com as
provisões do SUAS e seus princípios ético-políticos?
Reflexão:
Esse é o SUAS que temos...
E o SUAS que queremos consolidar?
Obrigada!
Subsecretaria de Assistência Social e Descentralização da Gestão
Superintendência de Proteção Social Básica
(21) 2234-5559
(21) 2334-5534

CONSOLIDAR O SUAS RUMO A 2026

  • 1.
    Tema: Consolidar oSUAS de vez, rumo a 2026... Lema: Pacto Republicano no SUAS rumo a 2026: O SUAS que temos e o SUAS que queremos...
  • 2.
  • 4.
    OBJETIVOS DO PLANODECENAL Implantar o SUAS em todo o território nacional Criar bases legais e normativas para assegurar a institucionalidade da política, sua especificidade e rol de ofertas, o comando único e o modo de funcionamento Superar o empirismo e implantar a vigilância socioassistencial: por meio da construção de referências conceituais, indicadores e instrumentos que permitam planejar, acompanhar/monitorar, assim como avaliar a execução política Imprimir uma nova lógica no cofinanciamento: reordenar práticas históricas, adotar ritos de pactuação e aproximar cofinanciamento das demandas da população e dos custos para oferta
  • 5.
    EIXOS ESTRUTURANTES DOPLANO DECENAL MODELO DE ATENDIMENTO/ NÍVEIS DE PROTEÇÃO BÁSICA E ESPECIAL VIGILÂNCIA SOCIAL E DEFESA SOCIAL E INSTITUCIONAL INTEGRAÇÃO DE SERVIÇOS E BENEFÍCIOS INFORMAÇÃO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO REDE SOCIOASSISTENCIAL E INTERSETORIALIDADE COFINANCIAMENTO PÚBLICO E FORTALECIMENTO DO PACTO FEDERATIVO GESTÃO DO TRABALHO DEMOCRATIZAÇÃO E CONTROLE SOCIAL
  • 6.
    CONSTRUÇÃO DO PLANO:UM PROCESSO HISTÓRICO IV CONFERÊNCIA NACIONAL Assistência Social como Política de Inclusão: uma Nova Agenda para a Cidadania – LOAS 10 anos V CONFERÊNCIA NACIONAL SUAS – Plano 10 – Estratégias e Metas para a Implementação da Política de Assistência Social VI CONFERENCIA NACIONAL Compromissos e Responsabilidades para Assegurar Proteção Social pelo Sistema Único da Assistência Social
  • 7.
    DE LÁ PARACÁ... PASSARAM-SE 10 ANOS VII CONFERÊNCIA Avaliamos o controle social, a democratização da gestão, as bases para garantia do financiamento, o protagonismo dos usuários e os espaços de participação popular VIII CONFERÊNCIA Tratou dos avanços na consolidação do SUAS, com a valorização dos trabalhadores e a qualificação da gestão, dos serviços, programas, projetos e benefícios IX CONFERÊNCIA Avaliamos os 08 anos do SUAS com propostas para cofinanciamento, vigilância social, gestão do trabalho, benefícios, regionalização de serviços e estratégias de enfrentamento a pobreza X CONFERÊNCIA Momento de identificarmos e avaliarmos as metas alcançadas e os desafios para os próximos 10 anos. Quais as metas que queremos?
  • 8.
    POR QUE REVISITARO PLANO? • esforços e iniciativas para a concretização de resultados, difusão de uma nova cultura e superação da concepção conservadora que historicamente marcou a área no país; IDENTIFICAR • à consolidação da cultura do direito de cidadania na área da assistência social. APONTAR NOVOS RUMOS
  • 10.
    REGULAÇÃO EM ÂMBITONACIONAL Inclusão do SUAS na LOAS (Lei nº 12.435/2011) Regulamentação da nova lógica de financiamento da política (Lei nº 12.435/2011 e Decreto nº 7.788/ 2012) Aprimoramento dos parâmetros legais e normativos da relação das entidades com o SUAS: definição do tipo de atuação, procedimentos para inscrição nos Conselhos, CEBAS (Lei nº12.101/2009); Vínculo SUAS; Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil“ - (O Projeto de Lei nº 7.168/2014) Definição de um campo específico para atuação dos serviços Assistência Social - Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais Atualização da NOB/SUAS em 2012 e lançamento das bases para o aprimoramento da gestão no novo estágio do SUAS
  • 11.
    FINANCIAMENTO EM ÂMBITONACIONAL Ampliação dos recursos da assistência social (Alcance de 9,6% do percentual do orçamento da seguridade social em 2014) Revisão dos valores dos pisos de proteção social Criação dos incentivos de gestão – IGD SUAS Apoio à construção de equipamentos Organização da gestão financeira-orçamentária do Sistema Instituição do repasse de recursos do Governo Federal por meio de pactuações e deliberações transparentes, republicanas e participativas Ampliação do cofinanciamento entre os entes federados
  • 12.
    ACESSO E QUALIFICAÇÃODE SERVIÇOS E PROGRAMAS EM ÂMBITO NACIONAL Ampliação da rede de atendimento e oferta de serviços básicos (99,6% dos municípios com CRAS, totalizando 7.522 unidades; 90% dos municípios com SCFV) Expansão da PSE de Média e Alta Complexidade (97,2% dos municípios com mais de 20 mil hab com CREAS) Ampliação da rede de serviços de acolhimento Ampliação do acesso a serviços (138 Lanchas e 1.256 equipes volantes) Reordenamento do SCFV, alcançando 90% (5.038) dos municípios Municipalização das MSE em meio aberto, com crescimento de 369% de sua cobertura
  • 13.
    MDS NA QUALIFICAÇÃODOS SERVIÇOS Orientações Técnicas Discussão Nacional e Seminário Internacional sobre Trabalho Social com Famílias Iniciado o reordenamento de atenções históricas: Reordenamento dos Serviços de Acolhimento, Centros Dia e Residências Inclusivas População em situação de rua: Pesquisa Nacional, Política Nacional, implantação de Centro POP, Abordagem Social e Serviço de Acolhimento Apoio a qualificação da rede privada
  • 14.
    BENEFÍCIOS, TRANSFERÊNCIA DERENDA E GESTÃO INTEGRADA EM ÂMBITO NACIONAL Ampliado o acesso à segurança de renda: O BPC: De 2 milhões de beneficiários (Jan/2005) para 4,1 milhões de beneficiários (Fev/2015) O PBF: De 6,5 milhões de famílias (Jan/2005) para 13,9 milhões (março/2015) Aprimoramento dos critérios de acesso/manutenção do BPC: Adotado o conceito de deficiência da Convenção Passou a considerar doenças crônico- degenerativas e condição de aprendiz Novo modelo de avaliação passa a exigir profissionais do Serviço Social Excluímos itens do cálculo de renda Avanço nos mecanismos de integração e sistematização de dados e fiscalização do BPC
  • 15.
    BENEFÍCIOS, TRANSFERÊNCIA DERENDA E GESTÃO INTEGRADA EM ÂMBITO NACIONAL (Cont.) Regulamentado os Benefícios Eventuais (Decreto nº 6.370/2007) e excluído o critério de renda per capita para acesso (Lei nº 12.435/2011) Avanço na gestão integrada com: instrumentos e procedimentos, priorização do atendimento às famílias beneficiários e aprimoramento da concepção de condicionalidades Pobreza: Plano BSM Trabalho Infantil: integração PETI/Bolsa e redesenho do PETI - Ações estratégicas em 957 municípios, DF e 26 Estados Revisão do Cadastro Único e integração de suas informações ao SUAS
  • 16.
    GESTÃO DO SUASE VIGILÂNCIA SOCIOASSISTENCIAL EM ÂMBITO NACIONAL Realizado o Pacto de Aprimoramento do SUAS e o fortalecimento das instâncias de pactuação e articulação Desenvolvimento e aperfeiçoamento de Sistemas de Informação e regulamentação da Vigilância Socioassistencial Implementação da Política Nacional de Educação Permanente do SUAS (Rede Nacional de Capacitação e Educação Permanente do SUAS) e Programa CapacitaSUAS instituído Autorização Legal e regulamentação da utilização de recursos do cofinanciamento federal para pagamento de pessoal do quadro Regulamentação das categorias profissionais de nível superior, médio e fundamental que integram o SUAS A União realizou concursos de servidores para o MDS Foi instituída a Mesa Nacional de Gestão do Trabalho no SUAS
  • 17.
    CONTROLE E PARTICIPAÇÃOSOCIAL EM ÂMBITO NACIONAL Instituído a Aprovação do Demonstrativo e do Plano de Ação pelos Conselhos Ampliação e fortalecimento do debate em reuniões descentralizadas e ampliadas, trimestrais e regionais do CNAS Avanço nas Regulações e Orientações Técnicas voltadas ao fortalecimento dos conselhos, do controle social e da participação social Adotado a incorporação das deliberações das Conferências Nacionais no planejamento e orçamento da Assistência Social com o monitoramento de sua implantação Foi criado o Fórum Nacional dos Usuários do SUAS
  • 19.
    REGULAÇÃO EM ÂMBITOESTADUAL Lei Estadual nº 2.554, de 22/05/98, instituiu o Fundo Estadual de Assistência Social (Regulamentada pelo Decreto nº 24.301, de 22 de maio de 1998) Lei Estadual nº 4.056, de 30/12/2002 (e alterações) - Institui o Fundo Estadual de Combate à Pobreza e às Desigualdades Sociais DECRETO Nº 41.541, DE 11 DE NOVEMBRO DE 2008 (Aprova as diretrizes da Política Estadual de Assistência Social) DECRETO N° 42.372, DE 25 DE MARÇO DE 2010 (Define as ações continuadas de Assistência Social no estado do Rio de Janeiro) DECRETO Nº 42.725 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2010 (Institui a transferência Fundo a Fundo - recursos do FEAS para os FMAS)
  • 20.
    OUTRAS REGULAÇÕES ESTADUAIS ResoluçõesSEASDH nº 340/2011; nº425/2012; nº481/2013; nº531/2013; nº643/2015 dispõem sobre regulação dos recursos do FEAS transferidos aos municípios; DECRETO Nº 42.406 DE 13 DE ABRIL DE 2010 (Institui o Programa Morar Seguro – “aluguel social”); DECRETO Nº 42.949 DE 10 DE MAIO DE 2011 (Institui o Programa Renda Melhor) DECRETO Nº 42.999 DE 02 DE JUNHO DE 2011 (Institui o Programa Renda Melhor Jovem)
  • 21.
    COFINANCIAMENTO ESTADUAL Superação domodelo convenial e instituição do repasse direto Fundo a Fundo Disponibilização de recurso do cofinanciamento para incentivo aos Municípios com Regulamentação de Benefícios Eventuais Ampliação do cofinanciamento a todos os serviços da Proteção Social Básica e da Proteção Social Especial de média e alta complexidade Produção de Nota Técnica de para esclarecimentos sobre a gestão financeira e orçamentária do SUAS Capacitações sobre a utilização dos recursos federais e estaduais
  • 22.
    Cofinanciamento estadual aos municípios ConvêniosPAIF+PETI 2005 Fundo a Fundo PSB+PSE 2015 R$ 14,761,920.00 R$ 41,569,287.00 Comparativo do cofinanciamento: 2005/2015
  • 23.
    PAIF/PSB PETI/PSE R$ 12,881,920.00 R$1,880,000.00 R$ 20,703,600.00 R$ 20,865,687.00 Comparativo: Cofinanciamento Estadual 2005/2015 2005 2015
  • 24.
    ACESSO E QUALIFICAÇÃODE SERVIÇOS E PROGRAMAS EM ÂMBITO ESTADUAL Ampliação da cobertura da Proteção Social Básica no estado do Rio de Janeiro (em 2005 apenas 79% e em 2015 temos 100%) Ampliação da cobertura da Proteção Social Especial, a partir de 2010. A PSE conta com uma rede de 108 CREAS e 19 CENTROS POP em 2015 99% municípios tem, pelos menos, 2 CRAS e 100% executam o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Todos os municípios fluminenses com mais de 20 mil habitantes possuem CREAS e, em100% deles as Medidas Socioeducativas (MSE em meio aberto) estão municipalizadas
  • 26.
    REALIZAÇÕES DO ESTADO DORIO DE JANEIRO NA QUALIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS Assessoria Técnica aos municípios Estudos da Vigilância Socioassistencial sobre a Incidência de Trabalho Infantil e Acolhimento para Crianças e Adolescentes Elaboração da Proposta Metodológica para o trabalho de Acompanhamento Familiar nos serviços do SUAS Criação de Modelo para o PIA – Plano de Individual de Acompanhamento das Medidas Socioeducativas (MSE em meio aberto) Capacitações temáticas Plano Estadual de Capacitação e Educação Permanente e Execução do CapacitaSUAS
  • 27.
    BENEFÍCIOS, TRANSFERÊNCIA DERENDA E GESTÃO INTEGRADA EM ÂMBITO ESTADUAL Instituição do Programa Renda Melhor e Renda Melhor Jovem e alcançando 91 municípios Assessoramento técnico aos municípios na elaboração de Regulamentação dos Benefícios Eventuais Cofinanciamento garantido aos municípios que regulamentaram a Lei de Benefícios Eventuais, conforme a Resolução CEAS/RJ n°28/2012, de 27 de abril de 2012 Disponibilidade de utilização dos recursos do cofinanciamento do SUAS, e/ou Plano de Ação complementar, para ações emergenciais em municípios onde foi decretado estado de calamidade pública. Programa Morar Seguro: concessão de aluguel social para famílias vítimas de catástrofes, de acordo com o Decreto nº 43.091, de 20 de julho de 2011 e sua alteração no Decreto nº 44052 de 30 de janeiro de 2013.
  • 28.
    VELHAS QUESTÕES, NOVOSDESAFIOS CORRELAÇÃO ENTRE NECESSIDADES SOCIAIS E OFERTAS ACESSO EQUITATIVO DE POPULAÇÕES URBANAS E RURAIS AOS SERVIÇOS E BENS PÚBLICOS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL FORTALECIMENTO DO PACTO REPUBLICANO EM TORNO DO SUAS INICIATIVAS INTEGRADAS DE ENFRENTAMENTO À POBREZA E ÀS DESIGUALDADES REGIONAIS E TERRITORIAIS ATENÇÕES ESPECÍFICAS PARA POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS QUALIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS E VALORIZAÇÃO DO TRABALHO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL RECONHECIMENTO DA OBRIGATORIEDADE DAS DESPESAS DO SUAS
  • 29.
    O enfrentamento dassituações de desproteções sociais e a cobertura dos serviços, programas, projetos, benefícios e transferência de renda nos territórios Subtema 1:
  • 30.
    2015 – Umadécada de existência do SUAS  10 anos de uma etapa de estruturação do aparato legal e normativo e implementação de uma rede do SUAS com significativa capilaridade;  Próxima década - novos desafios / patamar de qualidade;  NOB/SUAS 2012;  Aprimoramento da gestão/ qualificação das ofertas  Provisão da proteção social não contributiva, considerando possíveis alterações ambientais e climáticas, sociodemográficas e no contexto econômico.
  • 31.
    SERVIÇOS SOCIOASSISTENCIAIS 1. Serviçode Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF); 2. Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos; 3. Serviço de Proteção Social Básica no Domicílio para Pessoas com Deficiência e Idosas. PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA
  • 32.
    1. Serviço deProteção e Atendimento Especializado a Famílias Indivíduos (PAEFI); 2. Serviço Especializado em Abordagem Social; 3. Serviço de proteção social a adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa de Liberdade Assistida (LA) e de Prestação de Serviços à Comunidade (PSC); 4. Serviço de Proteção Social Especial para Pessoas com Deficiência, Idosas e suas Famílias; 5. Serviço Especializado para Pessoas em Situação de Rua. PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL Média Complexidade 6. Serviço de Acolhimento Institucional; 7. Serviço de Acolhimento em República; 8. Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora; 9. Serviço de proteção em situações de calamidades públicas e de emergências. Alta Complexidade CENTRO DIA UNIDADE DE ACOLHIMENTO
  • 33.
    Território RedeBenefícios Serviços do SUAS A garantiade proteção integral às famílias e indivíduos, deve estar atrelada às demandas e necessidades identificadas no território a fim de dar base para o planejamento das ofertas e atenção em todos os níveis de proteção do SUAS.
  • 34.
    Planejamento da redepública baseado no monitoramento e avaliação (Vigilância Socioassistencial) Cobertura de Serviços Território Demanda Benefícios Eventuais REDE
  • 35.
    1ª – OPoder Público e a sociedade reconhecem que a assistência social (serviços, benefícios e transferência de renda) é um direito constitucional? Como se comprova? 2ª – Quais as evidências (demonstração) de que os usuários do SUAS reconhecem o seu direito? OBSERVAR: DIMENSÃO 5 3ª O atendimento dos serviços nos CRAS, CREAS, Centro POP, abrigos revelam se os usuários reconhecem a importância do SUAS ? De que forma? 4ª Qual é a importância do serviço e dos equipamentos socioassistenciais para o usuário da assistência social da entrega dos nossos serviços/ do acesso à PNAS? 5ª Para além das provisões já asseguradas no SUAS (renda, convivência e acolhida, desenvolvimento da autonomia), quais outros serviços deveriam ser ofertados pelo SUAS para ampliar e universalizar os direitos sociais?
  • 36.
    O Pacto Federativoe a consolidação do SUAS. Subtema 2:
  • 37.
    Pacto federativo: oque é? O Pacto Federativo é um acordo firmado entre a União, os Estados e os Municípios federados que estabelece as funções, direitos e deveres para cada um dos entes da federação, materializando uma cooperação e uma responsabilidade compartilhada.
  • 38.
    DosMunicípios Coordenação local daoperacionalização, execução e acompanhamento e avaliação local dos serviços socioassistenciais e benefícios, bem como seu financiamento Assegurar em lei orçamentária, os recursos necessários à oferta dos serviços e benefícios Realização de estudos da realidade e monitoramento da demanda para constante ampliação da concessão dos benefícios eventuais Regulamentação a prestação dos benefícios eventuais e outros
  • 39.
    Dos Municípios Identificar desafiosde cobertura e de qualificação das ofertas, considerando a realidade do município e a demanda apresentada Potencializar a capacidade da rede socioassistencial para assegurar proteção social básica e especial no território e devido atendimento aos usuários Garantir infraestrutura física e de pessoal para funcionamento dos Conselhos Instituição das áreas essenciais de Gestão: Gestão do Trabalho e Educação Permanente do SUAS; Vigilância Socioassistencial; Planejamento, Monitoramento e Avaliação; Gestão Financeira e Orçamentária; Proteção Social Básica e Especial Adequação da Legislação do SUAS
  • 40.
    Metas para implementação do SUAS(2005-2015) - Metas para a consolidação do SUAS (2016-2026) –
  • 41.
    Como estão sendo construídos os documentosde planejamento orçamentário? Como o SUAS está na agenda do município? Qual o percentual de cofinanciamento do município para o SUAS (função 08) no PPA?
  • 42.
  • 43.
    1ª - Quala contribuição da política de assistência social (Serviços e benefícios; Vigilância socioassistencial e Defesa de direitos) para a conquista da justiça social e dignidade humana? OBSERVAR: DIMENSÃO 1 2ª – Como a proteção social assegurada pelo SUAS possibilita o empoderamento político dos seus sujeitos de modo a contribuir para a ampliação da dignidade humana e justiça social? 3ª – Podem ser identificados os princípios de dignidade da pessoa humana e justiça social no cotidiano dos serviços e benefícios ofertados no SUAS?
  • 44.
    1ª - Oórgão gestor da política de assistência social do município tem autonomia de gestão (técnica, política e financeira) e direciona o trabalho obedecendo as diretrizes e princípios do SUAS? OBSERVAR: DIMENSÃO 3 2ª - Todas as novas orientações e estruturas do SUAS estão firmadas em lei municipal (a exemplo de: modo e critérios de concessão de benefícios e prestação de serviços, respeitando os níveis de proteção; estrutura de gestão, unidades do SUAS, cargos e funções; critérios de repasse de recursos para a rede socioassistencial; sistema de vigilância socioassistencial, de monitoramento, avaliação, etc.)? 3ª– Como se expressa o compromisso da gestão pública municipal no que se refere à responsabilidade primeira, pela proteção no âmbito da assistência social?
  • 45.
    Fortalecimento da participação edo controle social para a gestão democrática. Subtema 3:
  • 46.
    • “A criaçãodos Conselhos de Assistência Social, após a aprovação da LOAS, significou um salto histórico na construção democrática dessa área, possibilitando que governo e sociedade civil debatessem suas posições e propostas, celebrassem acordos e tomassem decisões conjuntas em espaços públicos de discussão e deliberação. • Portanto, embora ainda existam recuos e contradições, os avanços em termos do controle social são inegáveis, repercutindo decisivamente na formulação e execução da política de assistência social, em todos os níveis da federação.” CRIAÇÃO DOS CONSELHOS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
  • 47.
    CONSELHO MUNICIPAIS • Temcaráter permanente • Faz parte do sistema descentralizado e participativo definido na Constituição de 1988 para as políticas sociais: Assistência Social e Saúde Órgão paritário e deliberativo Embasado em leis federais, estaduais e municipais Instância local de formulação de estratégias e de controle público
  • 48.
    ATORES • Poder Público; •Sociedade Civil: * Usuários; * Entidades e * Organizações(Rede Socioassistencial); *Trabalhadores da área.
  • 49.
    Controle social Os conselhosde políticas públicas tem como principais atribuições: • A deliberação e a fiscalização da política específica, em consonância com as diretrizes propostas pelas conferências nacionais e normativas da mesma; • A aprovação dos planos municipais de cada área; • A apreciação e aprovação da proposta orçamentária para a área.
  • 50.
    CONTROLE SOCIAL ESERVIÇOS No exercício de suas atribuições, os conselhos normatizam, disciplinam, acompanham, avaliam e fiscalizam a gestão e a execução dos serviços, programas, projetos e benefícios de assistência social, prestados pela rede socioassistencial.
  • 51.
  • 52.
  • 53.
    Como os atoresdo município podem contribuir para a participação e o controle social no processo de consolidação do SUAS e na perspectiva da erradicação da pobreza? Como vem se dando os Avanços do controle social no município e que desafios precisam ser enfrentados para que o SUAS se torne cada vez mais uma realidade? Quais Estratégias são utilizadas pelo município na perspectiva de potencializar participação dos usuários?
  • 54.
    1ª - Quaissão os espaços de participação no âmbito do SUAS para além do CMAS? 2ª - Como está o funcionamento do CMAS? 3ª – A composição do CMAS contempla a paridade entre governo e sociedade civil e a proporcionalidade na sociedade civil entre trabalhadores, usuários e entidades socioassistenciais? OBSERVAR: DIMENSÃO 2
  • 55.
    4ª - Comotodas as informações da política de assistência social, em especial as deliberações do Conselho e das Conferências, são divulgadas e compartilhadas? 5ª - Qual a relação do conselho com outras organizações e movimentos sociais que também lutam pela ampliação de direitos sociais e proteção social e defesa intransigente do SUAS? 6º – Como tem se dado a participação dos usuários no planejamento, financiamento e avaliação dos serviços, programas e projetos da rede governamental e não governamental? OBSERVAR: DIMENSÃO 2
  • 56.
    1ª – Comoadequar a qualificação do trabalho no SUAS, considerando os parâmetros normativos (vínculos, forma de seleção, composição da equipe, etc.)? OBSERVAR: DIMENSÃO 4 2ª – Existem iniciativas locais de capacitação, plano de educação permanente e supervisão técnica continuada para os trabalhadores, considerando a rede governamental e não governamental? 3ª – Os trabalhadores conhecem e se comprometem com as provisões do SUAS e seus princípios ético-políticos?
  • 57.
    Reflexão: Esse é oSUAS que temos... E o SUAS que queremos consolidar?
  • 58.
    Obrigada! Subsecretaria de AssistênciaSocial e Descentralização da Gestão Superintendência de Proteção Social Básica (21) 2234-5559 (21) 2334-5534

Notas do Editor

  • #15 Certificação de Entidades Beneficentes de Assistência Social