Televisão DIGITALConhecendo o sistema de televisão digital e iniciando no desenvolvimento de aplicações interativas.Jornada de Informática da Universidade do Sagrado Coração – USC – Bauru/SP – 19 à 21 de Maio de 2011
Sinal Analógico e Sinal DigitalSinal analógico: sempre há sinal de TV, entretanto gera fantasmas, ruídos e chiados;
Sinal digital: 0 ou 1. Nem sempre há sinal de TV, entretanto não há ruído, chiados e fantasmas.19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto2
TV Analógica X TV Digital no Brasil19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto3Figura de Toshio Izawa (http://imagemesomhd.blogspot.com/2009/11/recepcao-de-tv-digital.html)
TV Analógica X TV Digital no Brasil19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto4Figura de Toshio Izawa (http://imagemesomhd.blogspot.com/2009/11/recepcao-de-tv-digital.html)
TV Analógica X TV Digital no Brasil19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto5Figura de Toshio Izawa (http://imagemesomhd.blogspot.com/2009/11/recepcao-de-tv-digital.html)
Sistema de TVD19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto6
Sistema de TVD19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto7Ambiente da empresa radiodifusora ou provedora de conteúdo
Sistema de TVD19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto8Ambiente do cliente (usuário telespectador)
O receptor de TVD19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto9
Arquitetura da TVD em camadas19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto10
Arquitetura da TVD em camadas19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto11Camada de transmissão e modulação:A informação é levada de um ponto para outro, por intermédio de sinais, usando um meio de propagação (torres, satélite, microondas, internet, cabo, etc.)
Arquitetura da TVD em camadas19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto12Camada de transporte e multiplexação: Têm como função receber a informação gerada pelos codificadores de áudio, vídeo e dados de aplicações e, através da multiplexação gerar em sua saída uma seqüência única de pacotes.
Arquitetura da TVD em camadas19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto13Camada de codificação e compressão:É responsável por remover redundâncias nos sinais de áudio e vídeo, conseqüentemente reduzir a taxa de bits para transmissão dessas informações.
Arquitetura da TVD em camadas19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto14Camada de Middleware:Responsável pela integração de todas as subcamadas do sistema. É uma camada intermediária entre hardware e software provendo também a interatividade.
Arquitetura da TVD em camadas19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto15Camada de aplicação:Responsável pela captura e formatação dos sinais de áudio e vídeo, assim como o desenvolvimento de aplicações interativas.
Conjunto de padrões em um sistema de TVD19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto16
Conjunto de padrões adotados no sistema brasileiro19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto17
Relação de Aspecto19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto18
Definição do Sinal Digital19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto19
Exemplo de combinações para transmissão do sinal digital conforme definição19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto20
Fórum SBTVBhttp://www.forumsbtvd.org.br e http://www.dtv.org.brO Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre foi formalmente instaurado em novembro de 2006 com a missão de auxiliar e estimular a criação e melhoria do sistema de transmissão e recepção de sons e imagens digitais no Brasil, propiciando padrão e qualidade compatíveis com as exigências dos usuários;Membros: representantes das emissoras de TV, fabricantes de equipamentos de recepção e transmissão, indústria de software, governo federal e entidades de ensino e pesquisa.19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto21
ISDB-TBIntegrated Services Digital Broadcasting – Terrestrial Brazil ouSistema Integrado de Radiodifusão Digital Terrestre;ISDB: sistema desenvolvido no Japão, adotado e atualizado pelo Brasil (atualizações tecnológicas nas partes de áudio, vídeo e interatividade);Estréia da TVD no Brasil: 02/12/200719/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto22
Normas Brasileiras - ABNT19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto23
Regiões transmitindo TVD no Brasil19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto24
Cronograma de Implantação19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto25
Cronograma de Implantação19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto26
Países que adotaram o ISDB-TB19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto27
TVD MóvelSão considerados dispositivos móveis, com recepção de sinal de TV móvel, as TVs que são instaladas em automóveis;Esses dispositivos estão em movimento, mas não são considerados portáteis pois normalmente estão fixados em um local;19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto28
TVD PortátilSão considerados dispositivos portáteis com recepção de sinal de TV portátil (denominada 1-seg): Telefone celular, PDA, dongle (antenas usbs) e televisores portáteis, os quais são energizados por uma bateria interna e, portanto, sem necessariamente demandar uma fonte externa de energia;Além de estar em movimento, também pode ser carregado com você para qualquer lugar. Você pode assistir TV em qualquer lugar e a qualquer hora.19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto29
WebTVDifusão da transmissão de TV através da WEB;A WEB é utilizada apenas para transmistir o sinal através de um servidor multimídia que, por sua vez, recebe o sinal de um codificador/receptor de TV;Não há padrões, nem qualidade de áudio, vídeo e tãopouco interatividade;19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto30
IPTVInternet Protocol Television;É uma forma de transmissão de TV, assim como microondas, satélite, cabo e torres de transmissão, composto por padrões para cada uma das camadas da arquitetura da TVD;19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto31
Tipos de InteratividadeNenhuma: sem canal de retorno;Interatividade local: sem canal de retorno. O usuário telespectador recebe  e pode interagir livremente com os dados que ficam armazenados no seu receptor;Interatividade Unidirecional: com canal de retorno. O recebimento das informações ocorre via torres de transmissão, mas o retorno à central de transmissão ocorre pelo telefone;Interatividade Bidirecional: com canal de retorno. O recebimento e envio de dados ocorre via rede (wimax por exemplo)19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto32
Middleware Ginga“Ginga® é o nome do Middleware Aberto do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD). Ginga é constituído por um conjunto de tecnologias padronizadas e inovações brasileiras que o tornam a especificação de middleware mais avançada e a melhor solução para os requisitos do país. O middleware aberto Ginga é subdividido em dois subsistemas principais interligados, que permitem o desenvolvimento de aplicações seguindo dois paradigmas de programação diferentes. Dependendo das funcionalidades requeridas no projeto de cada aplicação, um paradigma será mais adequado que o outro.”19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto33
Middleware Ginga“Esses dois subsistemas são chamados de Ginga-J (para aplicações procedurais Java) e Ginga-NCL (para aplicações declarativas NCL). Os links acima possuem informações específicas sobre os dois sistemas. O Ginga é fruto do desenvolvimento de projetos de pesquisa coordenados pelos laboratórios Telemídiada PUC-Rio e LAViDda UFPB. Todas as informações oficiais sobre o middleware Ginga possuem referências neste site.”19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto34
Java DTVAPI utilizada para o desenvolvimento de aplicações interativas usando a linguagem JAVA;A API Java DTV utiliza a API LWUIT para interface com o usuário;A API Java DTV usa a API Java TV, um pacote opcional do Java Micro Edition (Java ME) que fornece controle sobre funcionalidades únicas para receptores de televisão;Especificação GINGA-J;19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto35
NCLuaNCL: Nested Context Language. linguagem utilizada para o desenvolvimento de aplicações para TVD. Linguagem de marcação, como o HTML. Desenvolvida pela PUC-RIOLua: linguagem de script utilizada junto à linguagem NCL para o desenvolvimento de aplicações interativas para TVD – complementa a linguagem NCL. Desenvolvida pela PUC-RIO.Especificação Ginga-NCL;19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto36
Por onde começar a desenvolverhttp://www.softwarepublico.gov.br/spb/ver-comunidade?community_id=1101545http://www.ginga.org.br/http://www.ncl.org.br/http://clube.ncl.org.br/http://www.gingancl.org.br/http://www.lua.org/http://www.eclipse.org/http://laws.deinf.ufma.br/ncleclipse/installation.htmlhttp://www.vmware.com/products/player/http://manoelcampos.com/tvd/lua-slide-show/19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto37
Ambiente de Desenvolvimento NCLuaTanto para Windows quanto para Linux:Máquina Virtual GINGA (VMWare);Eclipse IDE C/C++ com plugin para NCLua;SciTE – compilador LUA;Depois de desenvolvida a aplicação no Eclipse e no LUA, transferí-la para a VM e executá-la;19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto38
DemonstraçõesDemonstração de aplicações desenvolvidas pelo ClubeNCL e pela comunidade19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto39
ReferênciasSOARES, Luis Fernando Gomes; BARBOSA, Simone Diniz Junqueira. Programando em NCL: desenvolvimento de aplicações para middleware Ginga, TV digital e Web. Rio de Janeiro: Editora Elsevier, 2009;LOSS, Márcio. TV Digital e a Invasão de Privacidade. Sorocaba – SP: Editora Minelli, 2008;BRENNAND, Edna; LEMOS, Guido. Televisão Digital Interativa: reflexões, sistemas e padrões. Vinhedo: Editora Horizonte, São Paulo: Editora Mackenzie, 2007;19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto40
ReferênciasMEGRICH, Arnaldo. Televisão Digital: princípios e técnicas. São Paulo: Editora Érica, 2009.ALENCAR, Marcelo Sampaio de. Televisão Digital. São Paulo: Editora Érica, 2007.19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto41

Palestra: TV Digital - Jornada de Informática da USC

  • 1.
    Televisão DIGITALConhecendo osistema de televisão digital e iniciando no desenvolvimento de aplicações interativas.Jornada de Informática da Universidade do Sagrado Coração – USC – Bauru/SP – 19 à 21 de Maio de 2011
  • 2.
    Sinal Analógico eSinal DigitalSinal analógico: sempre há sinal de TV, entretanto gera fantasmas, ruídos e chiados;
  • 3.
    Sinal digital: 0ou 1. Nem sempre há sinal de TV, entretanto não há ruído, chiados e fantasmas.19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto2
  • 4.
    TV Analógica XTV Digital no Brasil19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto3Figura de Toshio Izawa (http://imagemesomhd.blogspot.com/2009/11/recepcao-de-tv-digital.html)
  • 5.
    TV Analógica XTV Digital no Brasil19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto4Figura de Toshio Izawa (http://imagemesomhd.blogspot.com/2009/11/recepcao-de-tv-digital.html)
  • 6.
    TV Analógica XTV Digital no Brasil19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto5Figura de Toshio Izawa (http://imagemesomhd.blogspot.com/2009/11/recepcao-de-tv-digital.html)
  • 7.
    Sistema de TVD19/05/2011Prof.ªMs. Eng.ª Elaine Cecília Gatto6
  • 8.
    Sistema de TVD19/05/2011Prof.ªMs. Eng.ª Elaine Cecília Gatto7Ambiente da empresa radiodifusora ou provedora de conteúdo
  • 9.
    Sistema de TVD19/05/2011Prof.ªMs. Eng.ª Elaine Cecília Gatto8Ambiente do cliente (usuário telespectador)
  • 10.
    O receptor deTVD19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto9
  • 11.
    Arquitetura da TVDem camadas19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto10
  • 12.
    Arquitetura da TVDem camadas19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto11Camada de transmissão e modulação:A informação é levada de um ponto para outro, por intermédio de sinais, usando um meio de propagação (torres, satélite, microondas, internet, cabo, etc.)
  • 13.
    Arquitetura da TVDem camadas19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto12Camada de transporte e multiplexação: Têm como função receber a informação gerada pelos codificadores de áudio, vídeo e dados de aplicações e, através da multiplexação gerar em sua saída uma seqüência única de pacotes.
  • 14.
    Arquitetura da TVDem camadas19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto13Camada de codificação e compressão:É responsável por remover redundâncias nos sinais de áudio e vídeo, conseqüentemente reduzir a taxa de bits para transmissão dessas informações.
  • 15.
    Arquitetura da TVDem camadas19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto14Camada de Middleware:Responsável pela integração de todas as subcamadas do sistema. É uma camada intermediária entre hardware e software provendo também a interatividade.
  • 16.
    Arquitetura da TVDem camadas19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto15Camada de aplicação:Responsável pela captura e formatação dos sinais de áudio e vídeo, assim como o desenvolvimento de aplicações interativas.
  • 17.
    Conjunto de padrõesem um sistema de TVD19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto16
  • 18.
    Conjunto de padrõesadotados no sistema brasileiro19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto17
  • 19.
    Relação de Aspecto19/05/2011Prof.ªMs. Eng.ª Elaine Cecília Gatto18
  • 20.
    Definição do SinalDigital19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto19
  • 21.
    Exemplo de combinaçõespara transmissão do sinal digital conforme definição19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto20
  • 22.
    Fórum SBTVBhttp://www.forumsbtvd.org.br ehttp://www.dtv.org.brO Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre foi formalmente instaurado em novembro de 2006 com a missão de auxiliar e estimular a criação e melhoria do sistema de transmissão e recepção de sons e imagens digitais no Brasil, propiciando padrão e qualidade compatíveis com as exigências dos usuários;Membros: representantes das emissoras de TV, fabricantes de equipamentos de recepção e transmissão, indústria de software, governo federal e entidades de ensino e pesquisa.19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto21
  • 23.
    ISDB-TBIntegrated Services DigitalBroadcasting – Terrestrial Brazil ouSistema Integrado de Radiodifusão Digital Terrestre;ISDB: sistema desenvolvido no Japão, adotado e atualizado pelo Brasil (atualizações tecnológicas nas partes de áudio, vídeo e interatividade);Estréia da TVD no Brasil: 02/12/200719/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto22
  • 24.
    Normas Brasileiras -ABNT19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto23
  • 25.
    Regiões transmitindo TVDno Brasil19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto24
  • 26.
    Cronograma de Implantação19/05/2011Prof.ªMs. Eng.ª Elaine Cecília Gatto25
  • 27.
    Cronograma de Implantação19/05/2011Prof.ªMs. Eng.ª Elaine Cecília Gatto26
  • 28.
    Países que adotaramo ISDB-TB19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto27
  • 29.
    TVD MóvelSão consideradosdispositivos móveis, com recepção de sinal de TV móvel, as TVs que são instaladas em automóveis;Esses dispositivos estão em movimento, mas não são considerados portáteis pois normalmente estão fixados em um local;19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto28
  • 30.
    TVD PortátilSão consideradosdispositivos portáteis com recepção de sinal de TV portátil (denominada 1-seg): Telefone celular, PDA, dongle (antenas usbs) e televisores portáteis, os quais são energizados por uma bateria interna e, portanto, sem necessariamente demandar uma fonte externa de energia;Além de estar em movimento, também pode ser carregado com você para qualquer lugar. Você pode assistir TV em qualquer lugar e a qualquer hora.19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto29
  • 31.
    WebTVDifusão da transmissãode TV através da WEB;A WEB é utilizada apenas para transmistir o sinal através de um servidor multimídia que, por sua vez, recebe o sinal de um codificador/receptor de TV;Não há padrões, nem qualidade de áudio, vídeo e tãopouco interatividade;19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto30
  • 32.
    IPTVInternet Protocol Television;Éuma forma de transmissão de TV, assim como microondas, satélite, cabo e torres de transmissão, composto por padrões para cada uma das camadas da arquitetura da TVD;19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto31
  • 33.
    Tipos de InteratividadeNenhuma:sem canal de retorno;Interatividade local: sem canal de retorno. O usuário telespectador recebe e pode interagir livremente com os dados que ficam armazenados no seu receptor;Interatividade Unidirecional: com canal de retorno. O recebimento das informações ocorre via torres de transmissão, mas o retorno à central de transmissão ocorre pelo telefone;Interatividade Bidirecional: com canal de retorno. O recebimento e envio de dados ocorre via rede (wimax por exemplo)19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto32
  • 34.
    Middleware Ginga“Ginga® éo nome do Middleware Aberto do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD). Ginga é constituído por um conjunto de tecnologias padronizadas e inovações brasileiras que o tornam a especificação de middleware mais avançada e a melhor solução para os requisitos do país. O middleware aberto Ginga é subdividido em dois subsistemas principais interligados, que permitem o desenvolvimento de aplicações seguindo dois paradigmas de programação diferentes. Dependendo das funcionalidades requeridas no projeto de cada aplicação, um paradigma será mais adequado que o outro.”19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto33
  • 35.
    Middleware Ginga“Esses doissubsistemas são chamados de Ginga-J (para aplicações procedurais Java) e Ginga-NCL (para aplicações declarativas NCL). Os links acima possuem informações específicas sobre os dois sistemas. O Ginga é fruto do desenvolvimento de projetos de pesquisa coordenados pelos laboratórios Telemídiada PUC-Rio e LAViDda UFPB. Todas as informações oficiais sobre o middleware Ginga possuem referências neste site.”19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto34
  • 36.
    Java DTVAPI utilizadapara o desenvolvimento de aplicações interativas usando a linguagem JAVA;A API Java DTV utiliza a API LWUIT para interface com o usuário;A API Java DTV usa a API Java TV, um pacote opcional do Java Micro Edition (Java ME) que fornece controle sobre funcionalidades únicas para receptores de televisão;Especificação GINGA-J;19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto35
  • 37.
    NCLuaNCL: Nested ContextLanguage. linguagem utilizada para o desenvolvimento de aplicações para TVD. Linguagem de marcação, como o HTML. Desenvolvida pela PUC-RIOLua: linguagem de script utilizada junto à linguagem NCL para o desenvolvimento de aplicações interativas para TVD – complementa a linguagem NCL. Desenvolvida pela PUC-RIO.Especificação Ginga-NCL;19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto36
  • 38.
    Por onde começara desenvolverhttp://www.softwarepublico.gov.br/spb/ver-comunidade?community_id=1101545http://www.ginga.org.br/http://www.ncl.org.br/http://clube.ncl.org.br/http://www.gingancl.org.br/http://www.lua.org/http://www.eclipse.org/http://laws.deinf.ufma.br/ncleclipse/installation.htmlhttp://www.vmware.com/products/player/http://manoelcampos.com/tvd/lua-slide-show/19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto37
  • 39.
    Ambiente de DesenvolvimentoNCLuaTanto para Windows quanto para Linux:Máquina Virtual GINGA (VMWare);Eclipse IDE C/C++ com plugin para NCLua;SciTE – compilador LUA;Depois de desenvolvida a aplicação no Eclipse e no LUA, transferí-la para a VM e executá-la;19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto38
  • 40.
    DemonstraçõesDemonstração de aplicaçõesdesenvolvidas pelo ClubeNCL e pela comunidade19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto39
  • 41.
    ReferênciasSOARES, Luis FernandoGomes; BARBOSA, Simone Diniz Junqueira. Programando em NCL: desenvolvimento de aplicações para middleware Ginga, TV digital e Web. Rio de Janeiro: Editora Elsevier, 2009;LOSS, Márcio. TV Digital e a Invasão de Privacidade. Sorocaba – SP: Editora Minelli, 2008;BRENNAND, Edna; LEMOS, Guido. Televisão Digital Interativa: reflexões, sistemas e padrões. Vinhedo: Editora Horizonte, São Paulo: Editora Mackenzie, 2007;19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto40
  • 42.
    ReferênciasMEGRICH, Arnaldo. TelevisãoDigital: princípios e técnicas. São Paulo: Editora Érica, 2009.ALENCAR, Marcelo Sampaio de. Televisão Digital. São Paulo: Editora Érica, 2007.19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ª Elaine Cecília Gatto41
  • 43.
    19/05/2011Prof.ª Ms. Eng.ªElaine Cecília Gatto42MUITO OBRIGADAelaine.gatto@usc.brelainececiliagatto@gmail.comhttp://garotascpbr.com.brhttp://groups.google.com/group/javanoroeste?hl=pt-BRhttp://www.usc.br/graduacao/curso.php?codigo=25