Seminário - Redes sem fio - 2010.1 Sistema  B ra sile iro  de TV Digital Terrestre (SBTVD-T)  Lucas Augusto M. C. Carvalho [email_address] meadiciona.com/lucasaugustomcc Grupo de Pesquisa em Inteligência e Imagem Departamento de Computação Universidade Federal de Sergipe 16 de set. 2010
Conteúdo Padrão da TV Digital no Brasil Ginga, o Middleware Brasileiro Inovações brasileiras Aplicações para TV Digital Meu projeto de pesquisa Publicações e premiações Trabalhos Futuros Conclusão
Introdução Televisão no Brasil:  presente em 87% das residências no Brasil.
 
Padrão da TV Digital no Brasil Padrão  Japonês  (ISDB) + Inovações  bra sile iras  =  IS D T V   ( International System for Digital Television ) Outros Padrões  Americano (ATSC) Europeu (DVB) Brasileiro (MI-SBTVD ) Iniciou em 02 dez. de 2007 em São Paulo sem  interatividade . Em Aracaju: TV Atalaia TV Sergipe Canção Nova
Sistema de TV Digital
Padrões de TV Digital
Escolha do padrão Japonês Além de oferecer imagem de alta definição, ele é o único que permite que as próprias  emissoras  possam transmitir para celulares e receptores móveis, enquanto no padrão europeu esse papel caberia às  operadoras de telecomunicações . Permite a transmissões para  dispositivos portáteis  (como receptores em carros) e móveis (como celulares), mesmo em movimento.
Escolha do padrão japonês Lobby  das emissoras brasileiras. Isenção de royalties . Único que contempla a possibilidade de transferência de tecnologia, admitindo até mesmo absorver inovações nacionais. Possível  produção local de semicondutores  através de uma multinacional japonesa.
Discussões SDTV (4 canais - multiprogramação)  x  HDTV (1 canal) Preços dos receptores
Transmissão 6 Mhz 19,3 Mbps MPEG-2 System Imagem MPEG-4 H.264 HDTV 16:9 1920 x 1080 linhas Áudio AAC 5:1 (multicanal)
Sistema de Codificação MPEG-4 É um algoritmo assimétrico custo da codificação muito maior que o da decodificação É um algoritmo escalonável permite fazer a composição de diferentes arranjos de sinais de áudio e vídeo (um vídeo e dois áudios, um vídeo e cinco áudios, etc)
Sistema de Transporte Multiplexação
Sistema de Transporte MPEG-2 Transport Stream Possui uma divisão por pacotes No receptor, a seqüência de pacotes será demultiplexada e as seqüências elementares de bits serão reconstruídas e entregues aos seus respectivos decodificadores
Sistema de Transporte MPEG-2 Transport Stream informações contidas no cabeçalho dos pacotes de transporte realização de operações como sincronização do aparelho receptor, detecção e sinalização de erros.
Sistema de Transporte Carrossel de Dados DSM-CC Sintonização de um canal pode ser realizada a qualquer instante. Um carrossel de objetos permite o envio de um sistema de arquivos.
 
Correção de Erros Ruído Impulsivo Rajada de erros em símbolos consecutivos Efeito chuvisco na TV analógica
 
Correção de Erros Ruído Aleatório Código corretor Relação S/N: sinal perfeito ou sem sinal
Correção de Erros Efeito de Múltiplos Percursos Sobreposição entre os bits recebidos. Pode inviabilizar recepção do sinal.
Receptor de TV Digital Full-seg => HDTV 16:9 ex: set top box, computador e televisão One-seg => SDTV 4:3 ex: celular
Receptor de TV Digital
 
Ginga, o middleware brasileiro www.telemidia.puc-rio.br www.lavid.ufpb.br www.ginga.org.br
O que é um middleware? Camada de software Esconde das aplicações a complexidade dos mecanismos definidos pelos padrões, protocolos de comunicação e até mesmo sistema operacional do equipamento.  Deve oferecer as bibliotecas necessárias às aplicações através de uma  API  ( Application Programming Interface ) bem definida.
 
Arquitetura do Ginga
 
Perfis de acordo com recursos e características do dispositivo Arquitetura Modular
Arquitetura Modular Ginga-NCL é mandatório para todos receptores Ginga-J é mandatório para receptores full-seg
Canal de Retorno Opções Wimax Wifi Discada ADSL Cabo Canal de retorno: Full-seg, opcional; one-seg, obrigatório
Norma Middleware Ginga ABNT NBR 15606 - Middleware Ginga Middleware brasileiro de TV Digital É uma especificação X implementação Parte 1:  Codificação de dados o Estrutura geral do middleware, requisitos e integração com o hardware Parte 2:  Ginga-NCL para receptores fixos e móveis - Linguagem de aplicação XML para codificação de aplicações Parte 3:  Especificação de transmissão de dados Parte 4:  Ginga-J — Ambiente para a execução de aplicações procedurais Parte 5:  Ginga-NCL para receptores portáteis – Linguagem XML para codificação de aplicações http://www.forumsbtvd.org.br/materias.asp?id=112
Aplicativos para TV Digital TV Digital:  A televisão torna-se  interativa  e com maior qualidade de  som  e  imagem .
 
 
 
 
 
 
 
Aplicativos para TV Digital
Inovações brasileiras Permite que o receptor de TV Digital se comunique com qualquer dispositivo com uma interface compatível de rede, podendo este ser usado como saída ou entrada
Inovações brasileiras Permite que aplicações sejam salvas para serem utilizadas posteriormente (uso educacional, por exemplo) A ponte entre o ambiente declarativo e procedural
Inovações brasileiras Interação de múltiplos usuários com diversos dispositivos  simultâneamente  em uma aplicação de TV Digital Possibilita a  atualização  de código em tempo de execução do  middleware
Tecnologia do Ginga
NCL Baseada em XML Separação entre o conteúdo e a estrutura da apresentação; Scripts na linguagem Lua como  objetos de mídia  Comandos de edição ao vivo.
NCL Foco na sincronização espaço-temporal;
Ferramentas de Desenvolvimento http://www.gingancl.org.br/ferramentas.html
Demonstração
Comunidade Ginga www.clube.ncl.org.br www.softwarepublico.gov.br http://groups.google.com.br/group/devdtv http://groups.google.com.br/group/gingajava www.grupogingagoias.com.br http://grupogingagoias.wordpress.com www.forumsbtvd.org.br
Fontes de Referência Relatórios Técnicos Normas da ABNT
Padrão brasileiro de exportação Países que já adotaram: Argentina Chile Peru Equador Venezuela Filipinas Costa Rica Paraguai Países com interesse: Moçambique, Namíbia, Angola e África do Sul
Meu projeto de Pesquisa Tĩtulo TeouVi: Interação Vocal em Ambiente de TV Digital Participantes Adolfo Guimarães Nelson Luís Rodrigues Raphael Panta Leão Orientador Hendrik Macedo
Acessibilidade E quem não consegue  utilizar o controle... ...mas quer interagir  com a TV? Eles não vão poder? Hoje, toda a interação é  realizada via controle remoto.
Comunicação
Projeto TeouVi E como utilizar a  voz  como meio de interação na  TV Digital no Brasil ? Gateway de Voz TeouVi  = TV Digital Interativa + voz
Projeto TeouVi Motivação Usabilidade Acessibilidade Inclusão Digital Proposta do governo para a TV Digital no Brasil Trabalhos Iniciação Científica e Tecnológica TeouVi: Interação Vocal no Ambiente de TV Digital Brasileiro Trabalho de Conclusão de Curso Extração de Informação para Transcodificação de Documentos xHTML para VoiceXML no contexto do SBTVD-T
Financiadores Programa BITEC – Programa de Bolsas de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico de Micro e Pequenas Empresas http://www.pyxistec.com.br Empresa financiadora com recursos próprios e com o programa BITEC
Gateway de voz e VoiceXML Interpretador VoiceXML Reconhecedor de Voz Sintetizador de Voz Componentes principais VOICE GATEWAY
VoiceXML
Proposta Arquitetura 1 VoiceXML como objeto de mídia Gateway genérico Adaptador Gateway  de voz TeouVi
Arquitetura 1 Vantagens Reutilização da arquitetura original do Ginga-NCL O desenvolvedor possui total controle sobre a geração do diálogo de voz. Menor custo de implementação da arquitetura. Desvantagens Falta de controle dos elementos da VoiceXML utilizados na aplicação. Necessidade do conhecimento da linguagem VoiceXML por parte do desenvolvedor.
TEOUVI Os objetos de mídia e a aplicação NCL são enviados pela emissora.
TEOUVI Os objetos de mídia, inclusive o VoiceXML, e a aplicação NCL são enviados pela emissora. A aplicação NCL inicia. Um ou mais objetos VoiceXML são preparados. A TeouVi envia os VoiceXML para execução no gateway de voz.
Interação Vocal Interação via controle remoto. Seria possível a interação via comandos de voz. Mas também é possível continuar utilizando o controle remoto. Ou usar os dois. Por que não?
Arquitetura 2 Extensão da linguagem NCL com incorporação de elementos da linguagem VoiceXML VNCL = NCL + VoiceXML  TeouVi Adaptador para manter a arquitetura indepentende do Gateway
TEOUVI Os objetos de mídia e a aplicação NCL são enviados pela emissora.
TEOUVI Os objetos de mídia e a aplicação NCL são enviados pela emissora. A aplicação com a NCL estendida inicia. A TeouVi faz o parse da NCL e gera o VoiceXML. A TeouVi envia o VoiceXML para o gateway executar.
Arquitetura 3 Geração do documento VoiceXML a partir da própria NCL TeouVi Uso do elemento <meta> da NCL para obter informações sobre os objetos de mídia.
TEOUVI Os objetos de mídia e a aplicação NCL são enviados pela emissora.
TEOUVI Os objetos de mídia e a aplicação NCL são enviados pela emissora. A aplicação NCL  inicia. A TeouVi faz o parse da NCL e gera o VoiceXML. A TeouVi envia o VoiceXML para o gateway executar.
Arquitetura 3 Objetos de mídia xHTML
Estudos de Caso Arquitetura do ambiente Ginga-NCL Emulator v2.1.1 JvoiceXML API de criação de documentos VoiceXML. Voxeo Prophecy
Emulador do Ginga-NCL
Conclusão Três arquiteturas propostas Mais uma opção de meio de interatividade Uso de comandos semânticos para interação. Viabilidade das propostas Aplicabilidade das propostas
Trabalhos Futuros Testes de usabilidade Comandos de edição ao vivo para os elementos da extensão; Desenvolvimento da arquitetura no ambiente Linux com C++; Suporte para diálogos de voz em português; Suporte para navegação em objetos de mídia xHTML.
Publicações e Premiações Aprovados EATIS 2008  - “Architectures for interactive vocal environment to the Brazilian Digital TV middleware” IX ERBASE 2009  - “Extensão da Linguagem NCL para um Ambiente de Interação Vocal no middleware de TV Digital Ginga” X WSL (Workshop de Software Livre) ‏ - “Geração automática de Interações Vocais na TVDi utilizando o Ginga, NCL e VoiceXML”
Publicações e Premiações Aprovados (continuação) Webmedia 2010  (Simpósio Brasileiro de Sistemas Multimídia e Web) EATIS 2010  (Euro American Conference on Telematic and Information System) Semana de Iniciação Científica da UFS em 2008 Futuras publicações Periódico Apresentação de Palestra “ Middleware de TV Digital Brasileiro” no II ENSL (Encontro Nordestino de Software Livre) em 2007.
Publicações e Premiações Prêmios “ Ação Coletiva”  da Comunidade Ginga no Portal do Software Público na categoria  “Contribuições Técnicas” . “ Menção Honrosa”  no Prêmio BITEC - Regional Sergipe com o projeto  “TeouVI: Interação Vocal em ambiente de TV Digital Brasileiro” .
Seminário - Redes sem fio - 2010.1 Sistema  B ra sile iro  de TV Digital Terrestre (SBTVD-T)  Lucas Augusto M. C. Carvalho [email_address] meadiciona.com/lucasaugustomcc Grupo de Pesquisa em Inteligência e Imagem Departamento de Computação Universidade Federal de Sergipe 16 de set. 2010

TV Digital interativa - Projeto TeouVi

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    Seminário - Redessem fio - 2010.1 Sistema B ra sile iro de TV Digital Terrestre (SBTVD-T) Lucas Augusto M. C. Carvalho [email_address] meadiciona.com/lucasaugustomcc Grupo de Pesquisa em Inteligência e Imagem Departamento de Computação Universidade Federal de Sergipe 16 de set. 2010
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    Conteúdo Padrão daTV Digital no Brasil Ginga, o Middleware Brasileiro Inovações brasileiras Aplicações para TV Digital Meu projeto de pesquisa Publicações e premiações Trabalhos Futuros Conclusão
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    Introdução Televisão noBrasil: presente em 87% das residências no Brasil.
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  • 5.
    Padrão da TVDigital no Brasil Padrão Japonês (ISDB) + Inovações bra sile iras = IS D T V ( International System for Digital Television ) Outros Padrões Americano (ATSC) Europeu (DVB) Brasileiro (MI-SBTVD ) Iniciou em 02 dez. de 2007 em São Paulo sem interatividade . Em Aracaju: TV Atalaia TV Sergipe Canção Nova
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    Escolha do padrãoJaponês Além de oferecer imagem de alta definição, ele é o único que permite que as próprias emissoras possam transmitir para celulares e receptores móveis, enquanto no padrão europeu esse papel caberia às operadoras de telecomunicações . Permite a transmissões para dispositivos portáteis (como receptores em carros) e móveis (como celulares), mesmo em movimento.
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    Escolha do padrãojaponês Lobby das emissoras brasileiras. Isenção de royalties . Único que contempla a possibilidade de transferência de tecnologia, admitindo até mesmo absorver inovações nacionais. Possível produção local de semicondutores através de uma multinacional japonesa.
  • 10.
    Discussões SDTV (4canais - multiprogramação) x HDTV (1 canal) Preços dos receptores
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    Transmissão 6 Mhz19,3 Mbps MPEG-2 System Imagem MPEG-4 H.264 HDTV 16:9 1920 x 1080 linhas Áudio AAC 5:1 (multicanal)
  • 12.
    Sistema de CodificaçãoMPEG-4 É um algoritmo assimétrico custo da codificação muito maior que o da decodificação É um algoritmo escalonável permite fazer a composição de diferentes arranjos de sinais de áudio e vídeo (um vídeo e dois áudios, um vídeo e cinco áudios, etc)
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    Sistema de TransporteMultiplexação
  • 14.
    Sistema de TransporteMPEG-2 Transport Stream Possui uma divisão por pacotes No receptor, a seqüência de pacotes será demultiplexada e as seqüências elementares de bits serão reconstruídas e entregues aos seus respectivos decodificadores
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    Sistema de TransporteMPEG-2 Transport Stream informações contidas no cabeçalho dos pacotes de transporte realização de operações como sincronização do aparelho receptor, detecção e sinalização de erros.
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    Sistema de TransporteCarrossel de Dados DSM-CC Sintonização de um canal pode ser realizada a qualquer instante. Um carrossel de objetos permite o envio de um sistema de arquivos.
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    Correção de ErrosRuído Impulsivo Rajada de erros em símbolos consecutivos Efeito chuvisco na TV analógica
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    Correção de ErrosRuído Aleatório Código corretor Relação S/N: sinal perfeito ou sem sinal
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    Correção de ErrosEfeito de Múltiplos Percursos Sobreposição entre os bits recebidos. Pode inviabilizar recepção do sinal.
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    Receptor de TVDigital Full-seg => HDTV 16:9 ex: set top box, computador e televisão One-seg => SDTV 4:3 ex: celular
  • 23.
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  • 25.
    Ginga, o middlewarebrasileiro www.telemidia.puc-rio.br www.lavid.ufpb.br www.ginga.org.br
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    O que éum middleware? Camada de software Esconde das aplicações a complexidade dos mecanismos definidos pelos padrões, protocolos de comunicação e até mesmo sistema operacional do equipamento. Deve oferecer as bibliotecas necessárias às aplicações através de uma API ( Application Programming Interface ) bem definida.
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  • 28.
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    Perfis de acordocom recursos e características do dispositivo Arquitetura Modular
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    Arquitetura Modular Ginga-NCLé mandatório para todos receptores Ginga-J é mandatório para receptores full-seg
  • 32.
    Canal de RetornoOpções Wimax Wifi Discada ADSL Cabo Canal de retorno: Full-seg, opcional; one-seg, obrigatório
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    Norma Middleware GingaABNT NBR 15606 - Middleware Ginga Middleware brasileiro de TV Digital É uma especificação X implementação Parte 1: Codificação de dados o Estrutura geral do middleware, requisitos e integração com o hardware Parte 2: Ginga-NCL para receptores fixos e móveis - Linguagem de aplicação XML para codificação de aplicações Parte 3: Especificação de transmissão de dados Parte 4: Ginga-J — Ambiente para a execução de aplicações procedurais Parte 5: Ginga-NCL para receptores portáteis – Linguagem XML para codificação de aplicações http://www.forumsbtvd.org.br/materias.asp?id=112
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    Aplicativos para TVDigital TV Digital: A televisão torna-se interativa e com maior qualidade de som e imagem .
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    Inovações brasileiras Permiteque o receptor de TV Digital se comunique com qualquer dispositivo com uma interface compatível de rede, podendo este ser usado como saída ou entrada
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    Inovações brasileiras Permiteque aplicações sejam salvas para serem utilizadas posteriormente (uso educacional, por exemplo) A ponte entre o ambiente declarativo e procedural
  • 45.
    Inovações brasileiras Interaçãode múltiplos usuários com diversos dispositivos simultâneamente em uma aplicação de TV Digital Possibilita a atualização de código em tempo de execução do middleware
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    NCL Baseada emXML Separação entre o conteúdo e a estrutura da apresentação; Scripts na linguagem Lua como objetos de mídia Comandos de edição ao vivo.
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    NCL Foco nasincronização espaço-temporal;
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    Ferramentas de Desenvolvimentohttp://www.gingancl.org.br/ferramentas.html
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    Comunidade Ginga www.clube.ncl.org.brwww.softwarepublico.gov.br http://groups.google.com.br/group/devdtv http://groups.google.com.br/group/gingajava www.grupogingagoias.com.br http://grupogingagoias.wordpress.com www.forumsbtvd.org.br
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    Fontes de ReferênciaRelatórios Técnicos Normas da ABNT
  • 53.
    Padrão brasileiro deexportação Países que já adotaram: Argentina Chile Peru Equador Venezuela Filipinas Costa Rica Paraguai Países com interesse: Moçambique, Namíbia, Angola e África do Sul
  • 54.
    Meu projeto dePesquisa Tĩtulo TeouVi: Interação Vocal em Ambiente de TV Digital Participantes Adolfo Guimarães Nelson Luís Rodrigues Raphael Panta Leão Orientador Hendrik Macedo
  • 55.
    Acessibilidade E quemnão consegue utilizar o controle... ...mas quer interagir com a TV? Eles não vão poder? Hoje, toda a interação é realizada via controle remoto.
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    Projeto TeouVi Ecomo utilizar a voz como meio de interação na TV Digital no Brasil ? Gateway de Voz TeouVi = TV Digital Interativa + voz
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    Projeto TeouVi MotivaçãoUsabilidade Acessibilidade Inclusão Digital Proposta do governo para a TV Digital no Brasil Trabalhos Iniciação Científica e Tecnológica TeouVi: Interação Vocal no Ambiente de TV Digital Brasileiro Trabalho de Conclusão de Curso Extração de Informação para Transcodificação de Documentos xHTML para VoiceXML no contexto do SBTVD-T
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    Financiadores Programa BITEC– Programa de Bolsas de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico de Micro e Pequenas Empresas http://www.pyxistec.com.br Empresa financiadora com recursos próprios e com o programa BITEC
  • 60.
    Gateway de voze VoiceXML Interpretador VoiceXML Reconhecedor de Voz Sintetizador de Voz Componentes principais VOICE GATEWAY
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    Proposta Arquitetura 1VoiceXML como objeto de mídia Gateway genérico Adaptador Gateway de voz TeouVi
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    Arquitetura 1 VantagensReutilização da arquitetura original do Ginga-NCL O desenvolvedor possui total controle sobre a geração do diálogo de voz. Menor custo de implementação da arquitetura. Desvantagens Falta de controle dos elementos da VoiceXML utilizados na aplicação. Necessidade do conhecimento da linguagem VoiceXML por parte do desenvolvedor.
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    TEOUVI Os objetosde mídia e a aplicação NCL são enviados pela emissora.
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    TEOUVI Os objetosde mídia, inclusive o VoiceXML, e a aplicação NCL são enviados pela emissora. A aplicação NCL inicia. Um ou mais objetos VoiceXML são preparados. A TeouVi envia os VoiceXML para execução no gateway de voz.
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    Interação Vocal Interaçãovia controle remoto. Seria possível a interação via comandos de voz. Mas também é possível continuar utilizando o controle remoto. Ou usar os dois. Por que não?
  • 67.
    Arquitetura 2 Extensãoda linguagem NCL com incorporação de elementos da linguagem VoiceXML VNCL = NCL + VoiceXML TeouVi Adaptador para manter a arquitetura indepentende do Gateway
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    TEOUVI Os objetosde mídia e a aplicação NCL são enviados pela emissora.
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    TEOUVI Os objetosde mídia e a aplicação NCL são enviados pela emissora. A aplicação com a NCL estendida inicia. A TeouVi faz o parse da NCL e gera o VoiceXML. A TeouVi envia o VoiceXML para o gateway executar.
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    Arquitetura 3 Geraçãodo documento VoiceXML a partir da própria NCL TeouVi Uso do elemento <meta> da NCL para obter informações sobre os objetos de mídia.
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    TEOUVI Os objetosde mídia e a aplicação NCL são enviados pela emissora.
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    TEOUVI Os objetosde mídia e a aplicação NCL são enviados pela emissora. A aplicação NCL inicia. A TeouVi faz o parse da NCL e gera o VoiceXML. A TeouVi envia o VoiceXML para o gateway executar.
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    Arquitetura 3 Objetosde mídia xHTML
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    Estudos de CasoArquitetura do ambiente Ginga-NCL Emulator v2.1.1 JvoiceXML API de criação de documentos VoiceXML. Voxeo Prophecy
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    Conclusão Três arquiteturaspropostas Mais uma opção de meio de interatividade Uso de comandos semânticos para interação. Viabilidade das propostas Aplicabilidade das propostas
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    Trabalhos Futuros Testesde usabilidade Comandos de edição ao vivo para os elementos da extensão; Desenvolvimento da arquitetura no ambiente Linux com C++; Suporte para diálogos de voz em português; Suporte para navegação em objetos de mídia xHTML.
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    Publicações e PremiaçõesAprovados EATIS 2008 - “Architectures for interactive vocal environment to the Brazilian Digital TV middleware” IX ERBASE 2009 - “Extensão da Linguagem NCL para um Ambiente de Interação Vocal no middleware de TV Digital Ginga” X WSL (Workshop de Software Livre) ‏ - “Geração automática de Interações Vocais na TVDi utilizando o Ginga, NCL e VoiceXML”
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    Publicações e PremiaçõesAprovados (continuação) Webmedia 2010 (Simpósio Brasileiro de Sistemas Multimídia e Web) EATIS 2010 (Euro American Conference on Telematic and Information System) Semana de Iniciação Científica da UFS em 2008 Futuras publicações Periódico Apresentação de Palestra “ Middleware de TV Digital Brasileiro” no II ENSL (Encontro Nordestino de Software Livre) em 2007.
  • 80.
    Publicações e PremiaçõesPrêmios “ Ação Coletiva” da Comunidade Ginga no Portal do Software Público na categoria “Contribuições Técnicas” . “ Menção Honrosa” no Prêmio BITEC - Regional Sergipe com o projeto “TeouVI: Interação Vocal em ambiente de TV Digital Brasileiro” .
  • 81.
    Seminário - Redessem fio - 2010.1 Sistema B ra sile iro de TV Digital Terrestre (SBTVD-T) Lucas Augusto M. C. Carvalho [email_address] meadiciona.com/lucasaugustomcc Grupo de Pesquisa em Inteligência e Imagem Departamento de Computação Universidade Federal de Sergipe 16 de set. 2010

Notas do Editor

  • #56 The Brazilian Digital TV Middleware is called Ginga and is divided in three important parts. Ginga-NCL is the declarative environment responsible for presents declarative applications developed in NCL language (Nested Context Language). Ginga-J is the procedural environment responsible for execute imperative applications developed in language Java. There’s a bridge connecting Ginga-NCL and Ginga-J environments. And finally Ginga Common Core where media players used for both environment are localized. Our work is based on Ginga-NCL, Ginga-J architecture has not been studied.