O documento descreve as 3 etapas da informatização nos tribunais brasileiros: 1) produtividade pessoal dos magistrados e servidores; 2) automação parcial dos processos de trabalho; 3) desmaterialização total dos processos e uso intensivo das tecnologias da informação. Atualmente, o processo eletrônico está em estágio inicial no Brasil, com alguns tribunais implementando funcionalidades básicas como peticionamento e comunicação eletrônicos.