Josemaria Escrivá de Balaquer
Barbastro, 9 de Janeiro de 1902
† Roma, 26 de Junho de 1975
https://www.youtube.com/watch?v=1MTgInUR1UE
Em Logronho, Josemaria, depois de ver na neve umas
pegadas dos pés descalços de um religioso, intui que Deus
deseja alguma coisa dele. Pensa que poderá descobri-lo se
se fizer sacerdote.
Seminário de Saragoça
Entra no Seminário; primeiro em Logronho, e mais tarde no
seminário de Saragoça.
Na Universidade de Saragoça estuda também o curso civil de
Direito.
É ordenado sacerdote em 28 de Março de 1925.
Ordenação sacerdotal em 28 de Março de 1925
Em 1927 vai para Madrid com o objetivo de se doutorar em
Direito. Em Madrid, no dia 2 de Outubro de 1928, funda o
Opus Dei.
Rebenta a guerra civil, em
1936. A perseguição
religiosa obriga-o a refugiar-
se em diversos lugares.
Exerce o ministério
sacerdotal
clandestinamente, até
conseguir sair de Madrid.
Depois de ter atravessado os
Pirenéus, até ao sul de
França, passa a residir em
Burgos.
Acabada a guerra, em
1939, regressa a
Madrid. Nos anos que
se seguem dirige
numerosos retiros para
leigos, sacerdotes e
religiosos. Nesse
mesmo ano de 1939,
acaba os seus estudos
de doutoramento em
Direito.
No ano de 1943 é fundada a Sociedade Sacerdotal
de Santa Cruz que permitirá a ordenação de sacerdotes
da Opus Dei.
Em 1946 fixa residência em Roma. Faz o doutoramento
em Teologia pela Universidade Lateranense. É nomeado
consultor de duas Congregações da Cúria Romana,
membro honorário da Academia Pontifícia de Teologia e
prelado honorário de Sua Santidade. Segue atentamente
os preparativos e sessões do Concílio Vaticano II (1962-
1965), e mantém um relacionamento intenso com muitos
dos padres conciliares.
Faleceu em Roma no dia 26 de Junho de 1975. O seu corpo venera-se na
Igreja de Santa Maria da Paz (em Roma).
Vários milhares de pessoas – entre as quais cerca de um terço do
episcopado mundial – solicitam à Santa Sé a abertura da sua causa de
canonização.
Em 17 de Maio de 1992, João Paulo II beatifica Josemaria Escrivá de
Balaguer. Proclama-o santo dez anos depois, em 6 de Outubro de 2002,
na Praça de São Pedro, em Roma, perante uma grande multidão.
“Seguindo o seu exemplo", disse nessa ocasião o Papa na sua homilia,
“difundi na sociedade a consciência de que todos somos chamados à
santidade, sem distinção de raça, de classe, de cultura ou de idade".
https://www.youtube.com/watch?time_continue=219&
Depois dos 2:54 min.
Prelado
(Vitalício)
Presbíteros Leigos
Cooperadores
Supranumerários (70%)
Agregados
Numerários
Numerárias Auxiliares
Constituição:
• Um Prelado com cargo vitalício;
• Sacerdotes;
• Leigos (Supranumerários: Geralmente casados, não estão sujeitos ao
celibato; Agregados e Numerários: conservam a vocação ao
celibato; Numerárias Auxiliares: dedicam-se a trabalhos domésticos
nas sedes onde a prelatura marca presença);
• Cooperadores(as): não estão ligados à prelatura por um vinculo de
pertença; ajudam nas atividades educativas, sociais, culturais,
económicas.
•
•
Ingresso:
• Convicção de um chamamento de Deus;
• Procura a santidade segundo o espírito que movia São Josemaria;
• Vontade própria;
• Solicitação por escrito e subsequente aceitação por parte da prelatura;
• A pessoa tem de ter mais de 18 anos e só ao fim de um ano se pode
incorporar a titulo temporário. É elaborada uma declaração formal de
carácter contratual, renovável de ano a ano. Pode considerar-se
membro da prelatura ao fim de 5 anos.
Membros da prelatura:
• Deveres: Santificar-se e fazer apostolado segundo o espírito da OD,
levar uma vida de oração, participar em ações sociais do
movimento, levar uma vida espiritual equilibrada, frequentar as
formações propostas…
• Direitos: Formação dos seus membros na fé católica,
acompanhamento espiritual, atenção pastoral pelos sacerdotes da
prelatura…
Formação dos leigos:
• Encontros semanais – Círculos – onde se debatem temas doutrinais e
ascéticos;
• Mensalmente há possibilidade de fazer recoleção para oração
pessoal e reflexão sobre a vivência cristã;
• Anualmente realiza-se um retiro de três a cinco dias;
•
•
•
• Difundir o ideal de santidade no meio do mundo, no trabalho
profissional e nas circunstâncias concretas em que cada membro
está inserido.
Ideal:
https://www.youtube.com/watch?v=-KJPrV2t90Q
Prelado
(Ordinário Próprio)
(Poder de Jurisdição)
Vigários Central
Assessoria Regional (S)
Comissão Regional (H)
[Delegações]
Conselho Local
Eleito pelo Congresso Geral Eletivo de
modo vitalício (só este cargo).
Critérios: condições de Idade; Tempo de
permanência na Opus Dei; Experiência
Sacerdotal; Confirmação do Romano
Pontífice.
Assessoria Central: Conselho de
senhoras;
Conselho Central: Conselho de
homens;
Congressos Gerais: 8/8 anos +
Representantes Vários Países +
Renovação dos conselhos do perlado +
Revisão do estado da prelatura e linha
apostólica.
Governo Colegial
Cooperam com os
respetivos
conselhos,
Compostos
maioritariamente
por Leigos A nível local cada centro OD com o seu próprio âmbito é
presidido por um leigo + composto por homens e
mulheres. É-lhe adstrito um sacerdote da prelatura pelo
Ordinário da perlatura para o acompanhamento
espiritual dos fieis.
Espiritualidade:
• Apelar aos cristãos de todas as condições a viverem uma vida digna
de acordo com a fé nas mais variadas situações da existência,
principalmente através da santificação do trabalho.
•
•
•
• Fiação divina; a vida comum; santificar o trabalho; santificar-se no
trabalho; santificar com o trabalho; caridade e apostolado; amor à
liberdade; vida de oração e sacrifício; unidade de vida.
Princípios de espiritualidade:
• Filiação divina: Suscitar nos seus membros a sua condição de filhos de Deus
recebida no batismo e a atuação de acordo com essa condição. Isso permite
uma absoluta confiança em Deus, simplicidade nas relações com Deus, sentido
de dignidade presente em cada ser humano e amor à criação de Deus.
•
• Vida Comum: A tarefa evangelizadora dos membros da OD dá-se ao nível dos
diversos âmbitos da sociedade em que estão inseridos (cultura, social,
económico, político). É o exercício das virtudes cristãs, de fé, caridade e amor,
juntamente com as virtudes humanas, de generosidade, justiça e lealdade,
que permitirá a configuração plena com Cristo. «A santidade grande está em
cumprir os deveres pequenos de cada instante». Coisas como a pontualidade,
boa educação, disponibilidade. Um dos lugares em que o cristão pode melhor
edificar a sua santificação é o matrimónio e a família como realidades comuns
onde é possível viver o espírito do OD.
•
• Santificar o trabalho, santificar-se no trabalho, santificar com o
trabalho: Significa realiza-o com a maior perfeição humana e cristã.
Todo o trabalho, humilde ou importante, é motivo para dar glória a
Deus.
• Caridade e Apostolado: Exemplo e Palavra: auxilio aos mais
necessitados, serviços em que a prelatura está envolvida, contribuir
para solucionar os problemas materiais e sociais do local onde estão
inseridos.
• Amor à liberdade: Nas suas atividade profissionais, familiares e
económicas (etc.), os membros da OD atuam na maior liberdade e
responsabilidade pessoais. Procura-se respeitar a diversidade de
situações e personalidades, sem que se ponha em causa os
estatutos da OD e a fé da Igreja.
• Vida de Oração e sacrifício: Fazem parte da vida diária o Rosário, a
Santa Missa, a oração pessoal, a meditação da Palavra de Deus. De
modo a imitarem Cristo, oferecem a Deus alguns sacrifícios para
tornar a vida mais agradável aos outros e ao cumprimento fiel dos
seus deveres (p/ex. renúncia a algumas refeições, jejuns, esmola,
mortificação para aproximar o crente da Cruz e Paixão de Cristo
(usam o cilício?).
• Unidade de Vida: «Unidade de vida simples e forte». Uma vida
assente na amizade com Deus nas ocupações diárias e no
empenhamento pessoal de cada um nas atividades apostólicas.
Exige que o cristão não tenha “duas faces”. Cada um deve agir de
acordo com os valores e a fé em que acredita, de modo a tornar o
mundo mais habitável, numa profunda unidade de vida com Jesus
Cristo.
Campos de atuação:
Educação: Escolas e Universidades (p/ex. Pontifícia Universidade
de Santa Cruz)
Saúde: p/ex. Hospitais
Cultural: p/ex. Centros de formação
Contribuir na Resolução dos problemas da sociedade ou país em
que está inserido

Opus dei

  • 1.
    Josemaria Escrivá deBalaquer Barbastro, 9 de Janeiro de 1902 † Roma, 26 de Junho de 1975
  • 2.
  • 3.
    Em Logronho, Josemaria,depois de ver na neve umas pegadas dos pés descalços de um religioso, intui que Deus deseja alguma coisa dele. Pensa que poderá descobri-lo se se fizer sacerdote.
  • 4.
    Seminário de Saragoça Entrano Seminário; primeiro em Logronho, e mais tarde no seminário de Saragoça. Na Universidade de Saragoça estuda também o curso civil de Direito. É ordenado sacerdote em 28 de Março de 1925.
  • 5.
    Ordenação sacerdotal em28 de Março de 1925 Em 1927 vai para Madrid com o objetivo de se doutorar em Direito. Em Madrid, no dia 2 de Outubro de 1928, funda o Opus Dei.
  • 6.
    Rebenta a guerracivil, em 1936. A perseguição religiosa obriga-o a refugiar- se em diversos lugares. Exerce o ministério sacerdotal clandestinamente, até conseguir sair de Madrid. Depois de ter atravessado os Pirenéus, até ao sul de França, passa a residir em Burgos.
  • 7.
    Acabada a guerra,em 1939, regressa a Madrid. Nos anos que se seguem dirige numerosos retiros para leigos, sacerdotes e religiosos. Nesse mesmo ano de 1939, acaba os seus estudos de doutoramento em Direito.
  • 8.
    No ano de1943 é fundada a Sociedade Sacerdotal de Santa Cruz que permitirá a ordenação de sacerdotes da Opus Dei. Em 1946 fixa residência em Roma. Faz o doutoramento em Teologia pela Universidade Lateranense. É nomeado consultor de duas Congregações da Cúria Romana, membro honorário da Academia Pontifícia de Teologia e prelado honorário de Sua Santidade. Segue atentamente os preparativos e sessões do Concílio Vaticano II (1962- 1965), e mantém um relacionamento intenso com muitos dos padres conciliares.
  • 9.
    Faleceu em Romano dia 26 de Junho de 1975. O seu corpo venera-se na Igreja de Santa Maria da Paz (em Roma). Vários milhares de pessoas – entre as quais cerca de um terço do episcopado mundial – solicitam à Santa Sé a abertura da sua causa de canonização. Em 17 de Maio de 1992, João Paulo II beatifica Josemaria Escrivá de Balaguer. Proclama-o santo dez anos depois, em 6 de Outubro de 2002, na Praça de São Pedro, em Roma, perante uma grande multidão. “Seguindo o seu exemplo", disse nessa ocasião o Papa na sua homilia, “difundi na sociedade a consciência de que todos somos chamados à santidade, sem distinção de raça, de classe, de cultura ou de idade".
  • 11.
  • 12.
  • 13.
    Constituição: • Um Preladocom cargo vitalício; • Sacerdotes; • Leigos (Supranumerários: Geralmente casados, não estão sujeitos ao celibato; Agregados e Numerários: conservam a vocação ao celibato; Numerárias Auxiliares: dedicam-se a trabalhos domésticos nas sedes onde a prelatura marca presença); • Cooperadores(as): não estão ligados à prelatura por um vinculo de pertença; ajudam nas atividades educativas, sociais, culturais, económicas. • •
  • 14.
    Ingresso: • Convicção deum chamamento de Deus; • Procura a santidade segundo o espírito que movia São Josemaria; • Vontade própria; • Solicitação por escrito e subsequente aceitação por parte da prelatura; • A pessoa tem de ter mais de 18 anos e só ao fim de um ano se pode incorporar a titulo temporário. É elaborada uma declaração formal de carácter contratual, renovável de ano a ano. Pode considerar-se membro da prelatura ao fim de 5 anos.
  • 15.
    Membros da prelatura: •Deveres: Santificar-se e fazer apostolado segundo o espírito da OD, levar uma vida de oração, participar em ações sociais do movimento, levar uma vida espiritual equilibrada, frequentar as formações propostas… • Direitos: Formação dos seus membros na fé católica, acompanhamento espiritual, atenção pastoral pelos sacerdotes da prelatura…
  • 16.
    Formação dos leigos: •Encontros semanais – Círculos – onde se debatem temas doutrinais e ascéticos; • Mensalmente há possibilidade de fazer recoleção para oração pessoal e reflexão sobre a vivência cristã; • Anualmente realiza-se um retiro de três a cinco dias; • • • • Difundir o ideal de santidade no meio do mundo, no trabalho profissional e nas circunstâncias concretas em que cada membro está inserido. Ideal:
  • 17.
  • 18.
    Prelado (Ordinário Próprio) (Poder deJurisdição) Vigários Central Assessoria Regional (S) Comissão Regional (H) [Delegações] Conselho Local Eleito pelo Congresso Geral Eletivo de modo vitalício (só este cargo). Critérios: condições de Idade; Tempo de permanência na Opus Dei; Experiência Sacerdotal; Confirmação do Romano Pontífice. Assessoria Central: Conselho de senhoras; Conselho Central: Conselho de homens; Congressos Gerais: 8/8 anos + Representantes Vários Países + Renovação dos conselhos do perlado + Revisão do estado da prelatura e linha apostólica. Governo Colegial Cooperam com os respetivos conselhos, Compostos maioritariamente por Leigos A nível local cada centro OD com o seu próprio âmbito é presidido por um leigo + composto por homens e mulheres. É-lhe adstrito um sacerdote da prelatura pelo Ordinário da perlatura para o acompanhamento espiritual dos fieis.
  • 19.
    Espiritualidade: • Apelar aoscristãos de todas as condições a viverem uma vida digna de acordo com a fé nas mais variadas situações da existência, principalmente através da santificação do trabalho. • • • • Fiação divina; a vida comum; santificar o trabalho; santificar-se no trabalho; santificar com o trabalho; caridade e apostolado; amor à liberdade; vida de oração e sacrifício; unidade de vida. Princípios de espiritualidade:
  • 20.
    • Filiação divina:Suscitar nos seus membros a sua condição de filhos de Deus recebida no batismo e a atuação de acordo com essa condição. Isso permite uma absoluta confiança em Deus, simplicidade nas relações com Deus, sentido de dignidade presente em cada ser humano e amor à criação de Deus. • • Vida Comum: A tarefa evangelizadora dos membros da OD dá-se ao nível dos diversos âmbitos da sociedade em que estão inseridos (cultura, social, económico, político). É o exercício das virtudes cristãs, de fé, caridade e amor, juntamente com as virtudes humanas, de generosidade, justiça e lealdade, que permitirá a configuração plena com Cristo. «A santidade grande está em cumprir os deveres pequenos de cada instante». Coisas como a pontualidade, boa educação, disponibilidade. Um dos lugares em que o cristão pode melhor edificar a sua santificação é o matrimónio e a família como realidades comuns onde é possível viver o espírito do OD. •
  • 21.
    • Santificar otrabalho, santificar-se no trabalho, santificar com o trabalho: Significa realiza-o com a maior perfeição humana e cristã. Todo o trabalho, humilde ou importante, é motivo para dar glória a Deus. • Caridade e Apostolado: Exemplo e Palavra: auxilio aos mais necessitados, serviços em que a prelatura está envolvida, contribuir para solucionar os problemas materiais e sociais do local onde estão inseridos. • Amor à liberdade: Nas suas atividade profissionais, familiares e económicas (etc.), os membros da OD atuam na maior liberdade e responsabilidade pessoais. Procura-se respeitar a diversidade de situações e personalidades, sem que se ponha em causa os estatutos da OD e a fé da Igreja.
  • 22.
    • Vida deOração e sacrifício: Fazem parte da vida diária o Rosário, a Santa Missa, a oração pessoal, a meditação da Palavra de Deus. De modo a imitarem Cristo, oferecem a Deus alguns sacrifícios para tornar a vida mais agradável aos outros e ao cumprimento fiel dos seus deveres (p/ex. renúncia a algumas refeições, jejuns, esmola, mortificação para aproximar o crente da Cruz e Paixão de Cristo (usam o cilício?). • Unidade de Vida: «Unidade de vida simples e forte». Uma vida assente na amizade com Deus nas ocupações diárias e no empenhamento pessoal de cada um nas atividades apostólicas. Exige que o cristão não tenha “duas faces”. Cada um deve agir de acordo com os valores e a fé em que acredita, de modo a tornar o mundo mais habitável, numa profunda unidade de vida com Jesus Cristo.
  • 23.
    Campos de atuação: Educação:Escolas e Universidades (p/ex. Pontifícia Universidade de Santa Cruz) Saúde: p/ex. Hospitais Cultural: p/ex. Centros de formação Contribuir na Resolução dos problemas da sociedade ou país em que está inserido