O documento discute a natureza enigmática do ser humano. Afirma que embora busquemos racionalidade e entendimento, permanecemos em parte um mistério para nós mesmos. Defende que devemos aprender a conviver com esse aspecto enigmático em nós e nos outros, em vez de tentar resolvê-lo completamente. Conclui que a racionalidade, afetividade e ação não podem explicar totalmente o ser humano e que devemos aceitar seu lado misterioso.