O documento discute a importância da transparência e seus limites. Afirma que a transparência é essencial para a ética, mas que a privacidade também é um direito constitucional. Sugere que atos na vida pessoal podem refletir na vida pública de políticos, mas que questionar a privacidade seria ir contra a lei. Conclui que atitude ética deve se estender à vida cotidiana.