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NR 15: RISCOS QUÍMICOS 
INTEGRANTES: 
BRUNNA NOVAES 
ELLEN LUZ 
KÉTULY ATAIDES 
MATHEUS PEREGRINO 
MURIEL SOUZA 
REBECA OLIVEIRA
INTRODUÇÃO 
O ambiente de trabalho pode induzir a mecanismos de agressão 
ao ser humano. Tais como os níveis de periculosidade, exposição a 
inúmeros patógenos, ruído excessivo, riscos de queda, situações 
penosas, entre outras. A inserção de tecnologias na otimização das 
operações de serviço, vem modificando a função do trabalhador junto 
à produção, no entanto ainda é necessário fiscalizar a exposição 
destes ao perigo. 
 Norma Regulamentadora 10: 
 Perigo; 
 Risco.
OBJETIVOS 
OBJETIVO GERAL: 
 Apresentar os agentes químicos considerando a Norma 
Regulamentadora 15 
OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 
 Caracterizar os agentes químicos; 
 Expor os critérios de avaliação que determinam ameaças ao 
trabalhador; 
 Compreender as condições aos quais os trabalhadores estão 
expostas.
NORMA REGULADORA 15 – ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES 
A fundamentação legal, ordinária e específica, que dá 
embasamento jurídico à existência desta NR, são os artigos 189 
e 192 da Consolidação das Leis Trabalhistas – CLT.
AGENTES QUIMICOS 
Os agentes químicos são os compostos que podem penetrar 
no organismo através das vias respiratórias. 
Formas: 
 Poeiras; 
 Fumos; 
 Gases; 
 Nevoas; 
 Neblinas; 
 Vapores; 
Exposição: 
Contato; 
Inalação. 
Ingestão; 
ATRAVÉS
Aerodispersóides 
 Pequenas partículas em suspensão na atmosfera; 
 São formadas por ruptura de outros materiais; 
 Quanto maior o peso da partícula, menor o tempo de 
permanência no ar; 
 Também depende da velocidade de movimento.
Névoa e Neblina 
 Névoa: Suas partículas são produzidas mecanicamente. 
Ex:. Tintas em sprays. 
 Neblinas: Produzidas pela condensação dos vapores. 
Ex:. Neblina de gasolina.
Poeiras
Poeiras Minerais 
Decorrente da ruptura em rochas, formando assim 
partículas que se manterão suspensas no ar. É o tipo de 
poeira em ênfase no anexo 12 da NR15.
Poeiras Vegetais 
 São comuns em processos industriais que envolvem 
vegetais. 
 É prejudicial a saúde, podendo causar problemas como 
a bagaçose e bissinose.
Poeiras Alcalinas 
 Advém da ruptura do calcário; 
 Apresenta risco por conta da inalação; 
 São responsáveis por gerar doenças como a enfisema 
pulmonar.
Poeiras Incomodas 
 Quando a poeira interage com outros agentes que 
agridem a saúde; 
 Os problemas que causam a saúde são decorrentes 
também da inalação; em que logo após poderá 
comprometer todo o sistema respiratório e quando 
transportada pelo sangue alcança os outros órgãos, 
prejudicando-os também.
Fumos 
 Processos de condensação de vapores. 
 São originados de substancias que em condições 
normais de temperatura e pressão, se encontra no 
estado sólido e são voláteis. 
 Processo de fundição: Fumo de Chumbo (Pb) e Fumo 
de Zinco (Zn). 
 “Febre dos fundidores”
Gases e Vapores
Classificação dos Gases e Vapores: 
 Irritantes: Substancia que possuem ação local, podendo 
ocasionar inflamação nos tecidos. 
 Irritantes primários 
 Irritantes Secundários 
 Asfixiantes: Elementos que impedem a obtenção 
e/ou utilização do oxigênio. 
 Asfixiantes simples 
 Asfixiantes químicos 
 Anestésicos: Atuam no sistema nervoso central, 
apresentando ação de anestésico.
Equipamento de Proteção Individual 
EPI
EPIS 
 EPIs são equipamentos, cuja principal finalidade é 
proteger a integridade física dos trabalhadores. 
 O uso de EPIs está condicionada aos Artigos 166 e 167 
da CLT. 
 Os principais equipamentos de proteção individual são: 
Capacetes, Luvas, Óculos, Protetor Facial, Braçadeiras, 
Respiradores, Protetores Auditivos. 
 Para manipulação de produtos químicos, é 
recomendado que utilize-se as seguintes EPIs: Aventais, 
Luvas Descartáveis, Respiradores (Mascaras), Óculos de 
Segurança.
Anexo N°. 11 
AGENTES QUÍMICOS CUJA INSALUBRIDADE É CARACTERIZADA POR LIMITE DE TOLERÂNCIA E 
INSPEÇÃO NO LOCAL DE TRABALHO
Figura 1. Quadro 1 do anexo n°. 11 da NR15
Anexo N°. 11 
 Limite de Tolerância é caracterizado no item 15.1.5 da 
NR15 como: 
 “Entende-se por "Limite de Tolerância", para os fins desta 
Norma, a concentração ou intensidade máxima ou 
mínima, relacionada com a natureza e o tempo de 
exposição ao agente, que não causará dano à saúde 
do trabalhador, durante a sua vida laboral.”
CALCÚLO DE VALOR MÁXIMO
Figura 2 . Parte da Tabela de Limite de Tolerância do Anexo 
n° 11, da NR 15.
Valor Máximo 
 Se o limite de tolerância estabelecido for ultrapassado 
durante um período de exposição, porém no restante 
do tempo ficar abaixo, e quando calculada a média 
aritmética tivermos um valor inferior ao Limite de 
Tolerância (LT); este valor não será considerado como 
excedido. No entanto, esta ultrapassagem tem um 
limite que é estabelecido pelo Fator de Desvio.
Valor Máximo = L.T x F.D 
L.T. 
(ppm ou mg/m³) 
F.D. 
0 a 1 3 
1 a 10 2 
10 a 100 1,5 
100 a 1000 1,25 
Acima de 1000 1,1 
Onde: 
LT = Limite de Tolerância 
F.D. = Fator de desvio. 
E o Valor Máximo é dado por: L.T. x F.D.
Exemplo: 
 Sabendo-se que o limite de tolerância do Acetaldeído é de 
78ppm ou 140mg/m³, qual o valor máximo desse composto no 
ambiente?
Exemplo 
 Uma indústria produz grandes quantidades de Ácido Clorídrico, 
Sabendo-se que o limite de tolerância dessa substancia é de 
5,5mg/m³ no ar e que ela apresenta valor teto. Caso seja feita 
uma verificação de concentração no ambiente, qual o valor 
máximo pode ser encontrado, para que esse ambiente não seja 
considerado insalubre?
Exemplo 3 
 Uma indústria tem vários funcionários, certo dia um 
desses funcionários resolveu medir as concentrações de 
Ácido fórmico no ambiente de hora em hora, ele 
adquiriu três amostras com os respectivos valores: 2ppm, 
2ppm e 5ppm. Sabendo-se que o limite de tolerância é 
4ppm e o fator de desvio é 2, essa indústria pode ser 
considerada insalubre? Porque?
 Para verificação de concentração de agentes químicos 
no ar, usam-se métodos de amostragem instantânea, 
leituras diretas ou indiretas. 
 É importante salientar que os Limites de Tolerância, são 
avaliados nos casos de jornada de trabalho até 48 
horas semanais. Para jornadas de trabalhos acima disso, 
são consideradas as normas do artigo 60 da CLT.
Anexo 12 - LIMITES DE TOLERÂNCIA PARA POEIRAS 
MINERAIS
Asbestos 
 Poeira mineral; 
 Segundo a norma regulamentadora entende-se como asbestos 
“também denominado amianto, a forma fibrosa dos silicatos 
minerais pertencentes aos grupos de rochas metamórficas das 
serpentinas, isto é, a crisotila (asbesto branco), e dos anfibólios, isto 
é, a actinolita, a amosita (asbesto marrom), a antofilita, a 
crocidolita (asbesto azul), a tremolita ou qualquer mistura que 
contenha um ou vários destes minerais; ” 
 Variedade de fibras derivadas de rochas metamórficas. 
 Os asbestos são classificados como: 
Serpentinas - a crisotila (asbesto branco); 
Anfibólios - a actinolita, a amosita (abesto marrom), a antofilita, a 
crocidolita (asbesto azul), a tremolita, entre outros minerais.
Asbestos 
 Proibição da utilização de asbestos e produtos que originam do 
grupo anfibólios. 
 Exceto com a liberação das autoridades competentes. 
 Cadastro junto ao Ministério do Trabalho e da Previdência 
Social/Instituto Nacional de Seguridade Social. 
 Todos os produtos devem acompanhar o manual de instruções. 
 Os rótulos serão composto por 40% ocupado pela letra “a” 
minúscula e evidenciar frases como “Atenção: contém amianto”, 
“Respirar poeira de amianto é prejudicial à saúde” e “Evite risco: 
siga as instruções de uso”
Figura 3.Ficha cadastral
Figura 3- Configurações que devem ser seguidas pelos rótulos 
de produtos que contém asbestos.
Asbestos 
 Obrigações do empregador: avaliar o local de trabalho 
e fornecer os EPIs e as vestimentas, limpeza e a 
manutenção das mesmas. 
 Nível de fibra respirável de asbestos crisólitas não devem 
ultrapassar 2,0 f/cm³.
Asbestos 
PROCEDIMENTOS MÉDICOS 
 São de caráter obrigatório exames médicos anualmente. 
 Avaliação clínica, telerradiografia de tórax e prova de função 
pulmonar. 
 O empregado deverá garantir a realização de exames durante 30 
anos, sendo que sua periodicidade dependerá do tempo de 
exposição do trabalhador 
0 – 12 anos = 3 anos 
12 – 20 anos = 2 anos 
Mais de 20 anos = anualmente
Asbestos 
USOS E APLICAÇÕES 
 Fabricação de telhas de fibrocimentos 
 Gessos 
 Embreagem de automóveis 
 Revestimento e cobertura de edifícios
Asbestos 
 Somente com exposição direta e frequente se desenvolve as 
doenças. 
DOENÇAS 
 Asbestose 
 Proibição da industrialização e comercialização do amianto 
em alguns estados brasileiros e também em alguns países. 
 Materiais que substituem os asbestos: Silicato de Cálcio, Fibra 
de Vidro e outros.
Sílica Livre Cristalizada 
 O termo Sílica refere-se as matérias que contém os 
compostos de dióxido de silício (SiO2). É utilizada para 
compor inúmeros materiais. 
 Três formas mais importantes da sílica: quartzo, tridimita 
e a cristobalita, sendo o quartzo o mais comum. 
 A poeira de sílica se forma com a ruptura de materiais 
que a contém. Ex: areia, rocha, concreto e alguns 
minérios.
Sílica Livre Cristalizada 
 Atividades em que os trabalhadores mais se expõem a 
poeira de sílica: minas e pedreiras; construções; fabricas 
de vidros e cerâmicas; gravuras em vidros e outros. 
 Limite de tolerância (LT): 
Figura 2– Expressão do Limite de tolerância
Sílica Livre Cristalizada 
 % quartzo é determinado através de amostras coletadas através do 
impactador (impiger) no nível da zona respiratória. 
 Para o limite de tolerância de poeira respirável o calculo se modifica: 
Figura 2 – Expressão do cálculo do Limite de tolerância de poeira respirável.
Sílica Livre Cristalizada 
 Para a obtenção da porcentagem de quartzo a ser aplicada nesse 
calculo deve obedecer a porção do mesmo que passa por um 
seletor. 
Figura 4– Quadro que determina a percentagem de quartzo que passa pelo seletor. 
 Quando a carga horária ultrapassar 48 horas semanais os limites de 
tolerâncias estabeleceram outros critérios.
Sílica Livre Cristalizada 
 Poeiras respiráveis: Partículas que podem ser inaladas e 
depositar-se além dos bronquiolos terminais. São 
responsáveis por induzir doenças do tipo 
pneumoconiose. 
 Algumas das partículas que estão nas poeiras 
respiráveis, quando muito pequenas penetram 
profundamente nos pulmões. 
 Algumas delas não serão perceptíveis a olho nu e 
podem percorrer grandes distâncias.
Sílica Livre Cristalizada 
 Calculo que envolve que estabelece limite de tolerância para 
poeira total, em mg/m3 : 
Figura 5– Expressão que determina a tolerância total.
Sílica Livre Cristalizada 
 É determinado pela NR: 
 A proibição da utilização de jateamento em que a 
areia seja abrasivo; 
 A utilização de ferramentas e máquinas em processos 
de corte e ornamentação que minimizem os riscos aos 
trabalhadores em relação a poeira.
Sílica Livre Cristalizada 
“...obviamente, a maneira de atacar a silicose é prevenir 
a formação e a disseminação da poeira...” Alice Hamilton
Manganês e seus Compostos 
 Utilizado em grane quantidade em siderúrgicas, devido a sua 
composição físico-química, na formação de ligas de ferro. 
 Limite de Tolerância para operações como: extração, 
tratamento, transporte de minério, ou qualquer atividade 
que expõe o trabalhador a poeira deve ser 5mg/m³ no ar 
(jornadas de trabalho de 8 horas) 
 Limite de Tolerância para atividades metalúrgicas de 
manganês, fabricação de baterias e pilhas secas, e outros 
que envolvem a exposição ao fumo de manganês deve ser 
1mg/m³ no ar (jornadas de trabalho de 8 horas)
Manganês e seus Compostos 
 Ultrapassando o Limite de Tolerância as atividades serão 
consideradas insalubres do grau máximo. 
RECOMENDAÇÕES 
 Utilização de processos úmidos na perfuração 
 Utilização de equipamento de proteção respiratória 
PREVENÇÕES MÉDICAS E HIGIÊNICAS 
 Realização de exames médicos 
 Banho obrigatório após a jornada de trabalho 
 Proíbe o consumo de alimentos no local de trabalho 
INDEPENDE DA ULTRAPASSAGEM NO LIMITE DE TOLERÂNCIA
ANEXO N° 13 - AGENTES QUÍMICOS 
ARSÊNIO 
CARVÃO 
CHUMBO 
CROMO 
FÓSFORO 
HIDROCABORNETOS 
MERCÚRIO 
SILICATOS 
SUBSTANCIAS 
CANCERÍGENAS 
OPERAÇÕES DIVERSAS 
MINIMO 
MÉDIO 
MÁXIMO
ANEXO N° 13 - AGENTES QUÍMICOS 
CARVÃO 
Insalubridade de grau máximo 
Trabalho permanente no subsolo em operações de corte, furação e 
desmonte, de carregamento no local de desmonte, 
em atividades de manobra, nos pontos de transferência de carga e de 
viradores. 
Insalubridade de grau médio 
Demais atividades permanentes do subsolo compreendendo serviços, 
tais como: operações de locomotiva, 
condutores, engatadores, bombeiros, madeireiros, trilheiros e eletricistas. 
Insalubridade de grau mínimo 
Atividades permanentes de superfícies nas operações a seco, com 
britadores, peneiras, classificadores, carga e 
descarga de silos, de transportadores de correia e de teleférreos.
ANEXO N° 13 - AGENTES QUÍMICOS 
FÓSFORO 
Insalubridade de grau máximo 
• Extração e preparação de fósforo branco e seus 
compostos. 
• Fabricação de defensivos fosforados e organofosforados. 
• Fabricação de projéteis incendiários, explosivos e gases 
asfixiantes à base de fósforo branco. 
Insalubridade de grau médio 
• Emprego de defensivos organofosforados. 
• Fabricação de bronze fosforado. 
• Fabricação de mechas fosforadas para lâmpadas de 
mineiros.
ANEXO N° 13 - AGENTES QUÍMICOS 
SUBSTANCIAS 
CANCERÍGENAS 
- 4 - amino difenil (p-xenilamina); 
- Produção de Benzidina; 
- Betanaftilamina; 
- 4 – nitrodifenil. 
BENZENO 
01 de janeiro de 1997: 
• Indústrias e laboratórios que o 
produzem; 
• Utilizem em processos de síntese 
química 
• Empregue em combustíveis derivados 
do petróleo 
• Elaboração e implantação do PPEOB - 
Programa de Prevenção da Exposição 
Ocupacional ao Benzeno.
CONCLUSÃO 
Levando em consideração as ponderações apresentadas, 
conclui-se que o ambiente de trabalho deve amparar o indivíduo 
nas condições seguras estabelecidas pela NR 15, definida nos 
anexos 11, 12 e 13
REFERENCIAS 
 
 AERODISPERSÓIDES. Curso Segurança do Trabalho. Disponível em:< http://www.cursosegurancadotrabalho.net/2013/08/Os-aerodispersoides-poeira-nevoa-neblina- 
fumo.html> Acesso em: 26/08/14 
 A DIFERENÇA ENTRE PERIGO E RISCO. Segurança do Trabalho. Disponível em: <http://segurancadotrabalhonwn.com/a-diferenca-entre-perigo-e-risco/> 
Acesso em: 27/08/14 
 AGENTE INSALUBRE. Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região. Disponível 
em:<http://www.trt8.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1061:agente-insalubre&catid=364:a&Itemid=238> Acesso em: 25/08/14. 
 AS POEIRAS E SEUS EFEITOS. Ram Environnement. Disponível em:<http://www.ramenvironnement.com/poussieres-leurs-effets.php?lang=PT> Acesso em: 
25/08/14 
 DIFERENÇA ENTRE RISCO E PERIGO. APS- Associados. Disponível em:< http://www.apsbr.com.br/br/pagina/?id=49/diferenca_entre_risco_e_perigo.html> 
Acesso em: 26/08/14 
 LEGISLAÇÃO. Moodle USP. Disponível em: <http://disciplinas.stoa.usp.br/mod/book/view.php?id=45199&chapterid=365> Acesso em: 25/08/14. 
 PLANILHA DE RISCOS E PERIGOS. Total Qualidade. Disponível em:<http://www.totalqualidade.com.br/2010/04/planilha-de-perigos-e-riscos-norma.html> 
Acesso em: 26/08/14 
 RISCOS QUIMICOS. Previne. Disponível em: <http://www.grupoprevine.com.br/l-36.asp> Acesso em: 25/08/14. 
 RODRIGUES, Leandro. O que é insalubridade? Disponível em: <http://www.qualidadebrasil.com.br/artigo/seguranca_no_trabalho/o_que_e_insalubridade> 
Acesso em: 25/08/14. 
 


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  • 1. NR 15: RISCOS QUÍMICOS INTEGRANTES: BRUNNA NOVAES ELLEN LUZ KÉTULY ATAIDES MATHEUS PEREGRINO MURIEL SOUZA REBECA OLIVEIRA
  • 2. INTRODUÇÃO O ambiente de trabalho pode induzir a mecanismos de agressão ao ser humano. Tais como os níveis de periculosidade, exposição a inúmeros patógenos, ruído excessivo, riscos de queda, situações penosas, entre outras. A inserção de tecnologias na otimização das operações de serviço, vem modificando a função do trabalhador junto à produção, no entanto ainda é necessário fiscalizar a exposição destes ao perigo.  Norma Regulamentadora 10:  Perigo;  Risco.
  • 3. OBJETIVOS OBJETIVO GERAL:  Apresentar os agentes químicos considerando a Norma Regulamentadora 15 OBJETIVOS ESPECÍFICOS:  Caracterizar os agentes químicos;  Expor os critérios de avaliação que determinam ameaças ao trabalhador;  Compreender as condições aos quais os trabalhadores estão expostas.
  • 4. NORMA REGULADORA 15 – ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES A fundamentação legal, ordinária e específica, que dá embasamento jurídico à existência desta NR, são os artigos 189 e 192 da Consolidação das Leis Trabalhistas – CLT.
  • 5. AGENTES QUIMICOS Os agentes químicos são os compostos que podem penetrar no organismo através das vias respiratórias. Formas:  Poeiras;  Fumos;  Gases;  Nevoas;  Neblinas;  Vapores; Exposição: Contato; Inalação. Ingestão; ATRAVÉS
  • 6. Aerodispersóides  Pequenas partículas em suspensão na atmosfera;  São formadas por ruptura de outros materiais;  Quanto maior o peso da partícula, menor o tempo de permanência no ar;  Também depende da velocidade de movimento.
  • 7. Névoa e Neblina  Névoa: Suas partículas são produzidas mecanicamente. Ex:. Tintas em sprays.  Neblinas: Produzidas pela condensação dos vapores. Ex:. Neblina de gasolina.
  • 9. Poeiras Minerais Decorrente da ruptura em rochas, formando assim partículas que se manterão suspensas no ar. É o tipo de poeira em ênfase no anexo 12 da NR15.
  • 10. Poeiras Vegetais  São comuns em processos industriais que envolvem vegetais.  É prejudicial a saúde, podendo causar problemas como a bagaçose e bissinose.
  • 11. Poeiras Alcalinas  Advém da ruptura do calcário;  Apresenta risco por conta da inalação;  São responsáveis por gerar doenças como a enfisema pulmonar.
  • 12. Poeiras Incomodas  Quando a poeira interage com outros agentes que agridem a saúde;  Os problemas que causam a saúde são decorrentes também da inalação; em que logo após poderá comprometer todo o sistema respiratório e quando transportada pelo sangue alcança os outros órgãos, prejudicando-os também.
  • 13. Fumos  Processos de condensação de vapores.  São originados de substancias que em condições normais de temperatura e pressão, se encontra no estado sólido e são voláteis.  Processo de fundição: Fumo de Chumbo (Pb) e Fumo de Zinco (Zn).  “Febre dos fundidores”
  • 15. Classificação dos Gases e Vapores:  Irritantes: Substancia que possuem ação local, podendo ocasionar inflamação nos tecidos.  Irritantes primários  Irritantes Secundários  Asfixiantes: Elementos que impedem a obtenção e/ou utilização do oxigênio.  Asfixiantes simples  Asfixiantes químicos  Anestésicos: Atuam no sistema nervoso central, apresentando ação de anestésico.
  • 16. Equipamento de Proteção Individual EPI
  • 17. EPIS  EPIs são equipamentos, cuja principal finalidade é proteger a integridade física dos trabalhadores.  O uso de EPIs está condicionada aos Artigos 166 e 167 da CLT.  Os principais equipamentos de proteção individual são: Capacetes, Luvas, Óculos, Protetor Facial, Braçadeiras, Respiradores, Protetores Auditivos.  Para manipulação de produtos químicos, é recomendado que utilize-se as seguintes EPIs: Aventais, Luvas Descartáveis, Respiradores (Mascaras), Óculos de Segurança.
  • 18. Anexo N°. 11 AGENTES QUÍMICOS CUJA INSALUBRIDADE É CARACTERIZADA POR LIMITE DE TOLERÂNCIA E INSPEÇÃO NO LOCAL DE TRABALHO
  • 19. Figura 1. Quadro 1 do anexo n°. 11 da NR15
  • 20. Anexo N°. 11  Limite de Tolerância é caracterizado no item 15.1.5 da NR15 como:  “Entende-se por "Limite de Tolerância", para os fins desta Norma, a concentração ou intensidade máxima ou mínima, relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente, que não causará dano à saúde do trabalhador, durante a sua vida laboral.”
  • 21. CALCÚLO DE VALOR MÁXIMO
  • 22. Figura 2 . Parte da Tabela de Limite de Tolerância do Anexo n° 11, da NR 15.
  • 23. Valor Máximo  Se o limite de tolerância estabelecido for ultrapassado durante um período de exposição, porém no restante do tempo ficar abaixo, e quando calculada a média aritmética tivermos um valor inferior ao Limite de Tolerância (LT); este valor não será considerado como excedido. No entanto, esta ultrapassagem tem um limite que é estabelecido pelo Fator de Desvio.
  • 24. Valor Máximo = L.T x F.D L.T. (ppm ou mg/m³) F.D. 0 a 1 3 1 a 10 2 10 a 100 1,5 100 a 1000 1,25 Acima de 1000 1,1 Onde: LT = Limite de Tolerância F.D. = Fator de desvio. E o Valor Máximo é dado por: L.T. x F.D.
  • 25. Exemplo:  Sabendo-se que o limite de tolerância do Acetaldeído é de 78ppm ou 140mg/m³, qual o valor máximo desse composto no ambiente?
  • 26. Exemplo  Uma indústria produz grandes quantidades de Ácido Clorídrico, Sabendo-se que o limite de tolerância dessa substancia é de 5,5mg/m³ no ar e que ela apresenta valor teto. Caso seja feita uma verificação de concentração no ambiente, qual o valor máximo pode ser encontrado, para que esse ambiente não seja considerado insalubre?
  • 27. Exemplo 3  Uma indústria tem vários funcionários, certo dia um desses funcionários resolveu medir as concentrações de Ácido fórmico no ambiente de hora em hora, ele adquiriu três amostras com os respectivos valores: 2ppm, 2ppm e 5ppm. Sabendo-se que o limite de tolerância é 4ppm e o fator de desvio é 2, essa indústria pode ser considerada insalubre? Porque?
  • 28.  Para verificação de concentração de agentes químicos no ar, usam-se métodos de amostragem instantânea, leituras diretas ou indiretas.  É importante salientar que os Limites de Tolerância, são avaliados nos casos de jornada de trabalho até 48 horas semanais. Para jornadas de trabalhos acima disso, são consideradas as normas do artigo 60 da CLT.
  • 29. Anexo 12 - LIMITES DE TOLERÂNCIA PARA POEIRAS MINERAIS
  • 30. Asbestos  Poeira mineral;  Segundo a norma regulamentadora entende-se como asbestos “também denominado amianto, a forma fibrosa dos silicatos minerais pertencentes aos grupos de rochas metamórficas das serpentinas, isto é, a crisotila (asbesto branco), e dos anfibólios, isto é, a actinolita, a amosita (asbesto marrom), a antofilita, a crocidolita (asbesto azul), a tremolita ou qualquer mistura que contenha um ou vários destes minerais; ”  Variedade de fibras derivadas de rochas metamórficas.  Os asbestos são classificados como: Serpentinas - a crisotila (asbesto branco); Anfibólios - a actinolita, a amosita (abesto marrom), a antofilita, a crocidolita (asbesto azul), a tremolita, entre outros minerais.
  • 31. Asbestos  Proibição da utilização de asbestos e produtos que originam do grupo anfibólios.  Exceto com a liberação das autoridades competentes.  Cadastro junto ao Ministério do Trabalho e da Previdência Social/Instituto Nacional de Seguridade Social.  Todos os produtos devem acompanhar o manual de instruções.  Os rótulos serão composto por 40% ocupado pela letra “a” minúscula e evidenciar frases como “Atenção: contém amianto”, “Respirar poeira de amianto é prejudicial à saúde” e “Evite risco: siga as instruções de uso”
  • 33. Figura 3- Configurações que devem ser seguidas pelos rótulos de produtos que contém asbestos.
  • 34. Asbestos  Obrigações do empregador: avaliar o local de trabalho e fornecer os EPIs e as vestimentas, limpeza e a manutenção das mesmas.  Nível de fibra respirável de asbestos crisólitas não devem ultrapassar 2,0 f/cm³.
  • 35. Asbestos PROCEDIMENTOS MÉDICOS  São de caráter obrigatório exames médicos anualmente.  Avaliação clínica, telerradiografia de tórax e prova de função pulmonar.  O empregado deverá garantir a realização de exames durante 30 anos, sendo que sua periodicidade dependerá do tempo de exposição do trabalhador 0 – 12 anos = 3 anos 12 – 20 anos = 2 anos Mais de 20 anos = anualmente
  • 36. Asbestos USOS E APLICAÇÕES  Fabricação de telhas de fibrocimentos  Gessos  Embreagem de automóveis  Revestimento e cobertura de edifícios
  • 37. Asbestos  Somente com exposição direta e frequente se desenvolve as doenças. DOENÇAS  Asbestose  Proibição da industrialização e comercialização do amianto em alguns estados brasileiros e também em alguns países.  Materiais que substituem os asbestos: Silicato de Cálcio, Fibra de Vidro e outros.
  • 38. Sílica Livre Cristalizada  O termo Sílica refere-se as matérias que contém os compostos de dióxido de silício (SiO2). É utilizada para compor inúmeros materiais.  Três formas mais importantes da sílica: quartzo, tridimita e a cristobalita, sendo o quartzo o mais comum.  A poeira de sílica se forma com a ruptura de materiais que a contém. Ex: areia, rocha, concreto e alguns minérios.
  • 39. Sílica Livre Cristalizada  Atividades em que os trabalhadores mais se expõem a poeira de sílica: minas e pedreiras; construções; fabricas de vidros e cerâmicas; gravuras em vidros e outros.  Limite de tolerância (LT): Figura 2– Expressão do Limite de tolerância
  • 40. Sílica Livre Cristalizada  % quartzo é determinado através de amostras coletadas através do impactador (impiger) no nível da zona respiratória.  Para o limite de tolerância de poeira respirável o calculo se modifica: Figura 2 – Expressão do cálculo do Limite de tolerância de poeira respirável.
  • 41. Sílica Livre Cristalizada  Para a obtenção da porcentagem de quartzo a ser aplicada nesse calculo deve obedecer a porção do mesmo que passa por um seletor. Figura 4– Quadro que determina a percentagem de quartzo que passa pelo seletor.  Quando a carga horária ultrapassar 48 horas semanais os limites de tolerâncias estabeleceram outros critérios.
  • 42. Sílica Livre Cristalizada  Poeiras respiráveis: Partículas que podem ser inaladas e depositar-se além dos bronquiolos terminais. São responsáveis por induzir doenças do tipo pneumoconiose.  Algumas das partículas que estão nas poeiras respiráveis, quando muito pequenas penetram profundamente nos pulmões.  Algumas delas não serão perceptíveis a olho nu e podem percorrer grandes distâncias.
  • 43. Sílica Livre Cristalizada  Calculo que envolve que estabelece limite de tolerância para poeira total, em mg/m3 : Figura 5– Expressão que determina a tolerância total.
  • 44. Sílica Livre Cristalizada  É determinado pela NR:  A proibição da utilização de jateamento em que a areia seja abrasivo;  A utilização de ferramentas e máquinas em processos de corte e ornamentação que minimizem os riscos aos trabalhadores em relação a poeira.
  • 45. Sílica Livre Cristalizada “...obviamente, a maneira de atacar a silicose é prevenir a formação e a disseminação da poeira...” Alice Hamilton
  • 46. Manganês e seus Compostos  Utilizado em grane quantidade em siderúrgicas, devido a sua composição físico-química, na formação de ligas de ferro.  Limite de Tolerância para operações como: extração, tratamento, transporte de minério, ou qualquer atividade que expõe o trabalhador a poeira deve ser 5mg/m³ no ar (jornadas de trabalho de 8 horas)  Limite de Tolerância para atividades metalúrgicas de manganês, fabricação de baterias e pilhas secas, e outros que envolvem a exposição ao fumo de manganês deve ser 1mg/m³ no ar (jornadas de trabalho de 8 horas)
  • 47. Manganês e seus Compostos  Ultrapassando o Limite de Tolerância as atividades serão consideradas insalubres do grau máximo. RECOMENDAÇÕES  Utilização de processos úmidos na perfuração  Utilização de equipamento de proteção respiratória PREVENÇÕES MÉDICAS E HIGIÊNICAS  Realização de exames médicos  Banho obrigatório após a jornada de trabalho  Proíbe o consumo de alimentos no local de trabalho INDEPENDE DA ULTRAPASSAGEM NO LIMITE DE TOLERÂNCIA
  • 48. ANEXO N° 13 - AGENTES QUÍMICOS ARSÊNIO CARVÃO CHUMBO CROMO FÓSFORO HIDROCABORNETOS MERCÚRIO SILICATOS SUBSTANCIAS CANCERÍGENAS OPERAÇÕES DIVERSAS MINIMO MÉDIO MÁXIMO
  • 49. ANEXO N° 13 - AGENTES QUÍMICOS CARVÃO Insalubridade de grau máximo Trabalho permanente no subsolo em operações de corte, furação e desmonte, de carregamento no local de desmonte, em atividades de manobra, nos pontos de transferência de carga e de viradores. Insalubridade de grau médio Demais atividades permanentes do subsolo compreendendo serviços, tais como: operações de locomotiva, condutores, engatadores, bombeiros, madeireiros, trilheiros e eletricistas. Insalubridade de grau mínimo Atividades permanentes de superfícies nas operações a seco, com britadores, peneiras, classificadores, carga e descarga de silos, de transportadores de correia e de teleférreos.
  • 50. ANEXO N° 13 - AGENTES QUÍMICOS FÓSFORO Insalubridade de grau máximo • Extração e preparação de fósforo branco e seus compostos. • Fabricação de defensivos fosforados e organofosforados. • Fabricação de projéteis incendiários, explosivos e gases asfixiantes à base de fósforo branco. Insalubridade de grau médio • Emprego de defensivos organofosforados. • Fabricação de bronze fosforado. • Fabricação de mechas fosforadas para lâmpadas de mineiros.
  • 51. ANEXO N° 13 - AGENTES QUÍMICOS SUBSTANCIAS CANCERÍGENAS - 4 - amino difenil (p-xenilamina); - Produção de Benzidina; - Betanaftilamina; - 4 – nitrodifenil. BENZENO 01 de janeiro de 1997: • Indústrias e laboratórios que o produzem; • Utilizem em processos de síntese química • Empregue em combustíveis derivados do petróleo • Elaboração e implantação do PPEOB - Programa de Prevenção da Exposição Ocupacional ao Benzeno.
  • 52. CONCLUSÃO Levando em consideração as ponderações apresentadas, conclui-se que o ambiente de trabalho deve amparar o indivíduo nas condições seguras estabelecidas pela NR 15, definida nos anexos 11, 12 e 13
  • 53. REFERENCIAS   AERODISPERSÓIDES. Curso Segurança do Trabalho. Disponível em:< http://www.cursosegurancadotrabalho.net/2013/08/Os-aerodispersoides-poeira-nevoa-neblina- fumo.html> Acesso em: 26/08/14  A DIFERENÇA ENTRE PERIGO E RISCO. Segurança do Trabalho. Disponível em: <http://segurancadotrabalhonwn.com/a-diferenca-entre-perigo-e-risco/> Acesso em: 27/08/14  AGENTE INSALUBRE. Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região. Disponível em:<http://www.trt8.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1061:agente-insalubre&catid=364:a&Itemid=238> Acesso em: 25/08/14.  AS POEIRAS E SEUS EFEITOS. Ram Environnement. Disponível em:<http://www.ramenvironnement.com/poussieres-leurs-effets.php?lang=PT> Acesso em: 25/08/14  DIFERENÇA ENTRE RISCO E PERIGO. APS- Associados. Disponível em:< http://www.apsbr.com.br/br/pagina/?id=49/diferenca_entre_risco_e_perigo.html> Acesso em: 26/08/14  LEGISLAÇÃO. Moodle USP. Disponível em: <http://disciplinas.stoa.usp.br/mod/book/view.php?id=45199&chapterid=365> Acesso em: 25/08/14.  PLANILHA DE RISCOS E PERIGOS. Total Qualidade. Disponível em:<http://www.totalqualidade.com.br/2010/04/planilha-de-perigos-e-riscos-norma.html> Acesso em: 26/08/14  RISCOS QUIMICOS. Previne. Disponível em: <http://www.grupoprevine.com.br/l-36.asp> Acesso em: 25/08/14.  RODRIGUES, Leandro. O que é insalubridade? Disponível em: <http://www.qualidadebrasil.com.br/artigo/seguranca_no_trabalho/o_que_e_insalubridade> Acesso em: 25/08/14.  