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Edição #19 / Ano 3
Informe
do metrô
Linha 4
Kaptimagem
Kaptimagem
economia pág. 3
Veja o impacto da obra na cadeia produtiva da cidade
estações págs.5 a 9
Conheça os detalhes das cinco novas estações
complexidade pág. 4
Desafios da construção deixam legado técnico à engenharia
reurbanização pág. 10
Bairros repaginados e praças com novos equipamentos públicos
Orgulho
Operário participa do
revezamento da tocha
PÁG. 11
Linha 4 está entregue
entre Barra e Ipanema
Informe Linha 4 0302 Informe Linha 4
Uma grande obra de infraes-
trutura urbana traz benefícios
à mobilidade e à qualidade de
vida da população, mas também
é uma importante aliada da economia.
A implantação da Linha 4 aumentará a
produtividade, gerarando economia de
cerca de R$ 883 milhões por ano com a
redução do tempo de deslocamento en-
tre a Barra e a Zona Sul, de acordo a Fun-
dação Getúlio Vargas (FGV). Ao longo
dos 25 anos de concessão, chega-se a R$
22 bilhões, o que daria para construir o
equivalente a duas linhas 4. A obra cus-
tou R$ 9,7 bilhões, com investimento de
cerca de R$ 530 milhões por quilômetro
construído, dentro da média mundial,
como mostra tabela abaixo.
“A operação plena começa com 300
mil passageiros diariamente, mas esse
volume vai aumentando. Por isso, consi-
16quilômetros
DE EXTENSÃO
EXPEDIENTE
Esta publicação é de responsabilidade da Concessionária Rio Barra.
Redação e edição: FSB Comunicação Projeto gráfico e diagramação: Marcelo Medeiros
TIRAGEM: 20.000 exemplares
CONSÓRCIO CONSTRUTOR RIO BARRA
Endereço: Avenida Armando Lombardi, 30 - Barra da Tijuca
Cep: 22640-000 | Rio de Janeiro - RJ
Responsável pela obra entre Barra da Tijuca e Gávea
CONSÓRCIO LINHA 4 SUL
Endereço: Avenida Epitácio Pessoa, s/n - Jardim de Alah
Cep: 22410-090| Rio de Janeiro - RJ
Responsável pela obra entre Ipanema e Gávea
Barra—Nossa Senhora da Paz: 13min
Nossa Senhora da Paz—Carioca: 18min
Gávea—Barra: 9min
Antero de Quental—Barra: 9min
Tempos de viagem entre as estações
Jardim de Alah—Barra: 11min
General Osório—Barra: 15min
Antero de Quental—Carioca: 24min
Barra—Uruguai: 50min
Gávea—Leblon: 3min
Barra—Pavuna: 1h20min, com transbordo
Jardim Oceânico—Carioca: 34min
São Conrado—Carioca: 27 min
Trajeto da Linha 4
deramos uma média de 450 mil usuários
por dia para todo período da conces-
são. Como cada um vai economizar, em
média, uma hora diária com a Linha 4,
multiplicamos esse volume de horas pela
média salarial dos usuários do metrô (R$
7,27/hora) e pelos dias úteis do ano”, ex-
plica Luiz Carlos Duque, coordenador de
projetos da FGV.
Impacto socioeconômico
Com a redução do trânsito, o estudo
revela ainda que a Linha 4 terá impac-
to na redução de acidentes, para o meio
ambiente e até para a saúde da popula-
ção, reduzindo as poluições sonora e do
ar. O comércio é outro beneficiado com
a chegada do metrô, pois haverá aumen-
to na circulação de pessoas e valorização
dos bairros. A Câmara dos Dirigentes
Lojistas espera aumento de 10% nas ven-
Menos tempo no deslocamento
e mais produtividade
das dos estabelecimentos no entorno da
Linha 4.
Desde 2010, quando as obras começa-
ram, foram gerados cerca de 30 mil pos-
tos de trabalho, distribuídos R$ 3 bilhões
em salários e contratadas 340 empresas.
Foram cerca de R$ 3 bilhões em impos-
tos (31% do valor da obra), recursos que
os governos devem investir em melho-
rias à população.
A Concessionária Rio Barra também
preocupou-se em proporcionar quali-
ficação e desenvolvimento profissional
aos colaboradores, para que estivessem
mais preparados para voltar ao mercado
de trabalho, com o fim das obras. Ofe-
receu capacitação, treinamentos, cursos
técnicos, de inglês, informática e alfabe-
tização. Cerca de 15% dos funcionários
entraram como ajudantes/serventes e sa-
íram profissionais, como pedreiros.
A Linha 4 do Metrô é uma obra
do Governo do Estado do Rio de
Janeiro que liga a Barra da Tijuca
a Ipanema. Em plena operação, a
nova linha transportará mais de 300 mil
pessoas por dia, retirando das ruas cerca
de quatro mil veículos por hora, no ho-
rário de pico, nos dois sentidos do eixo
Barra - Zona Sul, segundo estudo da Fun-
dação getúlio Vargas (FGV).
A nova linha tem cinco novas esta-
ções: Jardim Oceânico, São Conrado, An-
tero de Quental, Jardim de Alah e Nossa
Senhora da Paz. A Estação Gávea teve
o projeto modificado pelo Governo em
2013, para permitir futuras expansões, e a
previsão de entrega é em janeiro de 2018.
A Linha 4 fecha o anel de alta performan-
ce da cidade, conectando-se às Linha 1 e
2 ao sistema BRT, na Barra da Tijuca.
MetrôRio
assume operação
Com a inauguração da Linha 4
dentro do cronograma previsto
pela engenharia, a Concessionária
MetrôRio, responsável pelas Linhas 1 e
2, assume a operação do novo trecho.
Assim, o passageiro poderá se deslocar
entre a Barra e a Pavuna pagando
apenas uma passagem.
Linha 4 do Metrô vai
transportar mais
de 300 mil passageiros
por dia, em operação plena
Barra–Ipanema em 13 minutos
Custo de obras de metrô no mundo - milhões R$/Km
Informe Linha 4 0504 Informe Linha 4
Foram seis anos de obra para tirar
do papel a mesma extensão de me-
trô subterrâneo construída no Rio
nas últimas três décadas. Com alta
complexidade técnica, a Linha 4 cortou
bairros densamente povoados. Cerca de
200 especialistas, consultores nacionais e
internacionais e 340 empresas participa-
ram do projeto. Além de causar menor
impacto no entorno, o objetivo era usar
tecnologia de ponta para entregar o maior
legado que a cidade ganha com os Jogos
Olímpicos, com qualidade e segurança, se-
guindo as normas mais rigorosas do mun-
do para construção e funcionamento de
metrôs, como a americana NFPA-130. A
obra esteve dentro do tempo médio mun-
dial de execução, levando-se em conta sua
complexidade.
Imagine a logística de trabalhar com
equipamentos de grande porte, 22 cantei-
ros de obra e cerca de 10 mil colaborado-
res. Foram feitos estudos de tráfego com
a Prefeitura, para minimizar os efeitos de
alterações viárias, e para os colaboradores,
havia refeitórios com alimentação balan-
ceada e cozinhas industriais.
O ‘Tatuzão’, máquina alemã, escavou
túneis na Zona Sul, instalando anéis de
concreto. No trecho escavado em rocha,
com detonações controladas, o túnel pas-
sou sob a Pedra da Gávea, com cobertura
de rocha de 840 metros, e sob a comunida-
de da Rocinha, a 13 metros abaixo das ca-
sas. Ali está o maior bitúnel entre estações
de metrô do mundo, com cinco quilôme-
tros, ligando a Barra a São Conrado.
Já a arquitetura em curva e a altura da
ponte estaiada também têm um motivo:
não há fundações dentro do canal da Bar-
ra, o que preserva o ecossistema e a nave-
gabilidade. O projeto permitiu manter o
gabarito nas ruas sob a sua estrutura. A
Estação Jardim Oceânico ganhou manta
impermeabilizante - a mesma utilizada no
Ground Zero de Nova Iorque, para a re-
construção dos prédios do World Trade
Center -, por causa da presença de lençol
freático e alto nível de salinidade.
O metrô, enfim, chegou à Barra.
Esperada há mais de 20 anos por
quem mora ou trabalha no bairro,
a Estação Jardim Oceânico - além
de multimodal, pois está integrada ao sis-
tema de ônibus articulados BRT -, tem um
diferencial que não vai passar despercebi-
do por nenhum passageiro. Ela foi cons-
truída sob as pistas da Avenida Armando
Lombardi, a 13 metros de profundidade,
mas não tem ‘cara’ de estação subterrânea.
É que sua moderna solução arquitetônica
privilegia a iluminação natural, levando
claridade ao mezanino e até em trechos
das plataformas.
A cor predominante desta estação é
o amarelo, decorada com as pastilhas e
placas de cerâmica. O arco central sobre
as bilheterias tem quase uma centena de
bolas transparentes para captação de luz
natural. Neste amplo salão, dois painéis
em mosaico de vidro coloridos fazem re-
ferência aos esportes náuticos, típicos da
Barra. Nos acessos de passageiros batiza-
dos de ‘Mar’ (Avenida Fernando Mattos,
esquina com Armando Lombardi, sentido
A maior obra de infraestrutura
da América Latina
Zona Sul) e ‘Lagoa’ (Armando Lombardi,
em direção ao Recreio), há painéis que re-
lembram espécies de animais da região. O
terceiro acesso fica conectado ao terminal
do BRT.
Planejada de forma a garantir a acessi-
bilidade de todos os passageiros, a estação
tem apenas dois níveis até a plataforma e
banheiros públicos nas áreas pagantes, in-
clusive com cabines adaptadas. Segundo a
demanda estimada, cerca de 91 mil pesso-
as por dia vão circular por aqui.
Até Ipanema, por exemplo, o tempo de
‘Céu estrelado’ privilegia a iluminação natural
Kaptimagem
Jardim Oceânico: a estação
mais iluminada da Linha 4
KaptimagemTúnel em rocha teve avanços entre 40 centímetros e quatro metros por dia Kaptimagem
Foram usados 365 equipamentos e o ‘Tatuzão’ escavou solo composto por rocha, água e areia
Kaptimagem
#VocêSabia
Quantidade de material escavado:
Total: 2.840.026 m3 ≈ 1.136 piscinas
olímpicas
Quantidade de concreto utilizado:
Total: 665.346 m3 ≈ 8 estádios do
Maracanã
Quantidade de explosivos utilizados:
Total: 1.640.400 toneladas ≈ 152
Réveillons em Copacabana
Estações de tratamento de água:
Desde 2010, cerca de 220 milhões de
litros tratados e reaproveitados, o que
daria para abastecer quase 20 mil
casas em um mês.
Meio ambiente:
3 mil plantas, como bromélias
e orquídeas, retiradas por rapel
do Morro do Focinho do Cavalo e
conservadas no Jardim Botânico.
Estação tem painéis que remetem a espécies de animais e esportes náuticos típicos do bairro
viagem será de 13 minutos. O passageiro
com destino a Botafogo levará 23 minutos.
Para a Carioca, no Centro, serão somente
34 minutos, algo impensável para os dias
atuais. Para a a Estação Uruguai, na Tiju-
ca, o trajeto será feito em 51 minutos.
A Estação Jardim Oceânico não foi
construída como estação terminal. Para
permitir futura expansão da linha metro-
viária sem impactar no funcionamento
desta estação, ela tem 350 metros à frente.
Este trecho da via também servirá como
área de manobra para os trens.
Informe Linha 4 0706 Informe Linha 4
Conheça a Estação São Conrado,
construída sob rocha
Entregar uma estação de metrô e
levar progresso e desenvolvimento
a uma cidade como o Rio impõe
certos desafios que precisam ser
superados. Em São Conrado, um deles foi
encarar o maciço rochoso e fazer nascer,
de dentro dele, a estação homônima ao
bairro. Aos pés da comunidade da Ro-
cinha, ela vai beneficiar cerca de 61 mil
passageiros por dia.
A 15 metros de profundidade, havia
um altar iluminado dentro da caverna.
Era ali que começava o dia dentro dos
túneis. De mãos dadas, os operários pe-
diam licença à Santa Bárbara, padroeira
dos tuneleiros, para mais um turno. Eles
seguiam a escavação em rocha acompa-
nhados por geólogos. Um dos detalhes
curiosos nesta história é a identificação
de rochas chamadas Biotita Gnaisse e
Gnaisse Facoidal, tipos que formam tam-
bém o Morro Pão de Açúcar, com idades
entre 1 bilhão e 541 milhões de anos. Em
um contraste com a caverna, dutos de re-
frigeração na cor amarela cortam a parte
mais alta da estação.
São Conrado terá três acessos de pas-
sageiros: na Estrada da Gávea, próximo
ao antigo supermercado Extra; na Aveni-
da Niemeyer, em frente à Igreja Universal
da Rocinha; e outro na Avenida Aquare-
la do Brasil. Este último, aliás, faz jus ao
nome, pois os usuários que passarem por
ali poderão observar paredes coloridas,
com tons de verde e azul, intercaladas por
pastilhas nas cores amarela e vermelha.
Para dar mais conforto e mobilidade aos
passageiros, o acesso Aquarela do Brasil –
o mais extenso até o embarque, pois passa
sob as pistas da Autoestrada Lagoa-Barra
– possui quatro esteiras rolantes.
Planejada de forma a privilegiar a ilu-
minação natural nas áreas de bilheteria, a
estação tem duas claraboias de 16 metros
de diâmetro. O teto de vidro permite ao
passageiro observar o céu azul, conferin-
do mais vida aos acessos da estação na
caverna. No acesso Rocinha, em home-
nagem aos moradores da comunidade,
o artista plástico paulistano Vik Muniz,
radicado em Nova Iorque, presenteou a
cidade com uma obra que tem a cara da
nossa gente: um mosaico em vidro que
traz rostos de crianças da Rocinha. O pai-
nel retrata meninos e meninas em preto e
branco, na chegada ao mezanino.
“Para a cozinheira Maria Madalena
Lopes, de 58 anos, moradora de Santa Te-
resa, a estação no bairro vai facilitar seu
deslocamento. “Vai ser ótimo ter o metrô
em São Conrado, pois pego dois ônibus e
perco entre 2h e 3h no trânsito”, diz Maria,
pensando na economia de tempo. “A ex-
pectativa é grande. Trabalho há três anos
no bairro e acredito que, além do comér-
cio, todos que moram e têm emprego aqui
serão beneficiados”, comemora.
Em 1961, quando o aposenta-
do Elias Carneiro ainda era uma
criança recém-chegada ao Leblon,
o Rio de Janeiro não tinha qual-
quer estação de metrô. Cinquenta e cin-
co anos depois – e com duas linhas cons-
truídas –, o morador da Avenida Ataulfo
de Paiva não vê a hora de passar pelas
roletas e embarcar nas plataformas da
Estação Antero de Quental, da qual ele
foi uma espécie de fiscal. Foi debruçado
em um dos tapumes e observando os re-
toques finais da obra que encontramos o
seu Elias, de 58 anos.
Dono de uma rotina que o leva com
frequência ao Centro do Rio, o aposen-
tado está ansioso para estrear a nova li-
nha e assim evitar de vez os congestio-
namentos: “A expectativa é grande. Estou
há quase quatro anos esperando por essa
linha. Como eu costumo ir ao Centro,
agora o deslocamento vai ficar bem mais
fácil. Muito melhor do que pegar ônibus
e perder horas no trânsito”, diz ele.
Seu Elias e os demais passageiros do
Leblon terão dois acessos na Praça An-
tero de Quental, um voltado para a Ave-
nida Bartolomeu Mitre e outro para a
Rua General Urquiza, ambos nas esqui-
nas com a Avenida Ataulfo de Paiva. A
estação é moderna e compacta, com três
níveis até chegar às plataformas. No pri-
meiro piso ficam as bilheterias e um pai-
nel de azulejos coloridos que homena-
geia o surfista carioca. Como as demais
estações, há rampas, elevadores, escadas
rolantes e piso tátil para garantir a acessi-
bilidade de todos.
O chaveiro Jorge Souto, de 59 anos,
também será um usuário assíduo da
nova linha. Ele brinca que “se esconde”
em Irajá, na Zona Norte, e atualmente
precisa de três conduções para chegar
ao seu ponto, na esquina da Ataulfo de
Paiva com a Rua General Urquiza: um
ônibus em direção ao metrô do bairro
em que mora, o trajeto na Linha 2 com
baldeação para a Linha 1 e, ao saltar na
Estação General Osório, em Ipanema,
camento na cidade e será um dos 35 mil
passageiros beneficiados pela nova es-
tação, segundo demanda estimada. Da
Antero de Quental até a Estação Carioca,
por exemplo, serão só 24 minutos. Quem
quiser ir para a Barra, fará o trajeto em
apenas 9 minutos.
ainda utiliza mais um coletivo para, en-
fim, desembarcar no Leblon.
“A Linha 4 vai ser excelente para
mim!”, comemora. “Principalmente pelo
fato de eu não precisar pegar mais um
ônibus para chegar aqui”.
Jorge reduzirá seu tempo de deslo-
Praça Antero de Quental, no coração
do Leblon, ganha estação moderna
Detalhe da claraboia sobre a bilheteria
Estação terá três acessos, um deles aos pés da Rocinha
Kaptimagem
HenriqueFreire
HenriqueFreire
Estudo de cromaterapia definiu as cores, em referência ao mar e ao verão
HenriqueFreire
Cena carioca: surfista pegando onda é homenageado em painel de azulejos
Informe Linha 4 0908 Informe Linha 4
Estação Jardim de Alah tem
bicicletários e decoração colorida
Serão pouco mais de 11 minutos
de viagem entre o Leblon e a Barra
da Tijuca, graças à futura Estação
Jardim da Alah, construída sob a
movimentada Avenida Ataulfo de Paiva.
Quem usufruir desta estação, perceberá
que seus acessos têm estruturas metáli-
cas com design moderno e padronizado,
como as demais estações da Linha 4. Os
vidros especiais têm película antirresíduo,
o que contribui para o conforto térmico,
visibilidade dos passageiros e integração
com o paisagismo do entorno.
A estação passou por estudo de cro-
matização e ficou bem colorida. Há deta-
lhes como guarda-corpo de vidro, corri-
mão de aço inoxidável nas escadas com
leitura em Braille e lixeiras transparentes,
medida antiterrorismo.
Por dia, a previsão é de que 20 mil
pessoas circulem por aqui. Uma delas
será a professora aposentada Mary da
Rocha Bocayuva, de 73 anos, que revela
estar ansiosa para visitar as filhas na Bar-
ra utilizando o metrô como transporte
público.“Eu já aposentei meu carro, por
causa da idade, e só ando de metrô. Mi-
nhas filhas moram na Barra e estou em
contagem regressiva para ir à casa delas
com a Linha 4”, conta a moradora.
Jardim de Alah terá dois acessos: na
esquina das avenidas Borges de Medeiros
com Ataulfo de Paiva e outro na própria
Ataulfo de Paiva, próximo à Rua Almiran-
te Pereira Guimarães. Ambos têm bicicle-
tários para estimular entre os usuários do
sistema de metrô a integração de modais.
Ao todo, aliás, a Linha 4 oferecerá 300 va-
gas para as ‘magrelas’ nos acessos de pas-
sageiros de todas as estações.
Tombado, o Jardim de Alah ainda será
restaurado, após retirada de canteiros de
apoio, e será entregue com as caracterís-
ticas originais.
Para relembrar
Foi nesta estação que o ‘Tatuzão’ che-
gou em uma solução inédita para a enge-
nharia brasileira, o método breakthrough
submerso: parte da estação foi preenchida
com água para equilibrar a pressão do ter-
reno e garantir que a máquina continuas-
se operando em ambiente similar ao que
estava sob o canal do Jardim de Alah.
Mundialmente empregada em obras
de metrô, foi a primeira vez que a técnica
foi utilizada no Brasil, em julho de 2015.
A Estação Nossa Senhora da Paz
foi a primeira a receber o ‘Tatuzão’
e, por isso, a primeira ficar pronta
para a finalização da instalação de
sistemas operacionais. Construída no co-
ração de Ipanema, sob a praça de mesmo
nome, esta estação vai beneficiar cerca de
47 mil pessoas por dia, aquecendo o co-
mércio da região e beneficiando o meio
ambiente, com a redução do uso de car-
ros de passeio.
O passageiro que chegar à estação
pelo acesso Joana Angélica fará uma bre-
ve viagem ao passado do bairro. Em um
colorido painel de 32 metros de extensão
por 3,80 metros de altura, azulejos recon-
tam fatos marcantes sobre Ipanema e a
Paróquia Nossa Senhora da Paz. Quem já
ouviu falar do Cine Pax e de Pixinguinha
e uma de suas mais famosas composições,
a partitura de ‘Carinhoso’? O compositor
morreu dentro da igreja, em uma cerimô-
nia de batismo num sábado de Carnaval,
fato recordado pela Banda de Ipanema,
que também está retratada na obra. O de-
senho é do arquiteto Luiz Neves e contou
com o esforço de um time de pedreiros
de acabamento que montou 3.059 peças,
tonalizando até o rejunte de acordo com a
cor dos desenhos.
“Dá orgulho para nós que fizemos
parte. Esperamos que todos que passem
por aqui se lembrem dos colaborado-
res que deixaram o suor neste local para
embelezar a estação”, disse, orgulhoso,
o colaborador Rogério Perdones. Neste
mesmo acesso há uma escultura de ferro
recortado simulando um menino soltan-
Os dois acessos estão localizados fora da praça de Ipanema
Estação Nossa Senhora da Paz
reconta história do bairro de Ipanema
HenriqueFreire
Detalhes especiais: esculturas de árvores em ferro recortado e corrimão com leitura em Braille
FVDStudio
Plataformas vão receber 20 mil pessoas por dia, segundo demanda estimada
Kaptimagem
Diferencial nas plataformas em formato de ‘S’
Kaptimagem
do uma pomba. A obra simboliza a paz. Já
quem chegar à estação pelo acesso Maria
Quitéria será “recepcionado” por um mo-
saico de Nossa Senhora da Paz. O traba-
lho em homenagem à padroeira do bairro
foi confeccionado manualmente pela mo-
saicista Mariana Lloyd.
Para definir as cores da estação, foram
feitos três estudos de cromatização até
que se chegasse à combinação de tons de
verde, coral, cinza claro, amarelo e azul.
Como nas demais estações, as placas de
cerâmica usadas para revestimento das
paredes são modernas e removíveis. As-
sim, facilitam o acesso para manutenção
das tubulações, sistemas e cabeamentos
de energia e dados.
Ao passar pelo amplo mezanino, onde
haverá distribuição de passageiros em
direção ao Centro e à Zona Norte ou no
sentido Barra da Tijuca, os usuários vão
chegar às plataformas. Um detalhe as di-
ferencia: o formato em “S”. Aos curiosos,
a explicação é simples: a estação corta a
praça na perpendicular e o traçado levou
em conta a curva feita pelo ‘Tatuzão’.
Informe Linha 4 1110 Informe Linha 4
Áreas no entorno das estações
estão repaginadas
Viagem especial: colaboradores
visitam estações que construíram
Com a implantação da Linha 4 do
Metrô, os bairros impactados pe-
las obras voltam à rotina. As ruas e
avenidas que sofreram intervenções
e mudanças na circulação dos veículos já
estão liberadas ao trânsito e as áreas do
entorno das estações foram reurbanizadas.
Na Zona Sul, as praças Nossa Senhora da
Paz, em Ipanema, e Antero de Quental, no
Leblon, ganharam reforço na iluminação,
brinquedos de madeira para o parquinho
infantil – inclusive um balanço adaptado
para cadeirantes – e novos equipamentos
para a academia da terceira idade.
A Praça Nossa Senhora da Paz, que é
tombada, foi devolvida à população con-
formeorientaçãodoInstitutoRioPatrimô-
nio da Humanidade (IRPH), mas as áreas
destinadas a crianças e aos idosos pude-
ram ser mantidas em trechos de sombra.
O ‘parcão’ também pôde ser posicionado
mais distante do parquinho, atendendo a
pedidos de pais e mães do bairro.
As árvores que necessitaram ser trans-
plantadas para a construção da estação fo-
ram levadas para um sítio, onde permane-
ceram sob cuidado permanente e cultivo
até retornarem aos seus locais de origem.
As espécies que não puderam ser trans-
plantadas, devido às suas características,
foram substituídas por novos exemplares.
As duas praças também receberam novos
plantios de árvores, como previa o projeto
paisagístico aprovado pelos órgãos compe-
tentes.
Na praça do Leblon, por exigência das
normas de segurança, houve necessidade
de se instalar sistemas especiais de venti-
lação. Os dutos têm o objetivo de propor-
cionar conforto térmico aos usuários e
funcionários da estação, promover a higie-
nização do ar e, ainda, cumprir funções de
segurança em situações de emergência. Os
equipamentos são mais altos para que o ar
quente oriundo do subsolo seja dispersado
acima do nível de circulação dos pedestres,
evitando desconforto às pessoas, e aten-
dem aos critérios técnicos de dimensiona-
mento para que os requisitos funcionais do
sistema sejam atendidos.
Em São Conrado, como contrapartida à
comunidade, houve a substituição das an-
tigas galerias de águas pluviais por novas.
Já na Barra da Tijuca, o entorno da estação
recebeu readequação de pistas e calçadas, a
recuperação de jardineiras e novo projeto
de iluminação pública. Para os acessos de
passageiros da Estação Jardim Oceânico
foram criadas novas áreas de circulação
de pedestres. Além de bancos nas praças e
bicicletários, na Avenida Fernando Mattos
há uma escultura em concreto, com uma
asa em latão, dentro de um espelho d’água.
No acesso da Avenida Armando Lombar-
di, por sua vez, há um deque para integra-
ção de passageiros que chegam de barcos
das ilhas Primeira e da Gigóia.
Com a inauguração da Linha 4, os re-
tornos subterrâneos do ‘Novo Viário’ da
Barra também estão operando, como al-
ternativa aos retornos existentes, sob o
Elevado das Bandeiras e a ponte de acesso
à Avenida das Américas.
Praça Antero de Quental também recebeu balanço adaptado para cadeirantes no parquinho
Tombada, Praça Nossa Senhora da Paz teve projeto aprovado pelo IRPH
FVDStudioHenriqueFreire
Dos canteiros da Linha 4 para
o revezamento da tocha Olímpica
Com a conclusão das obras, o frentista de túnel Leandro Souza dos Santos, o Lelê, de
31 anos, teve um novo e importante compromisso. No dia 5 de agosto, às vésperas
do início dos Jogos Rio 2016, ele participou do revezamento da tocha Olímpica. Lelê
integrou o time Linha 4 desde 2010. Ele é faixa preta de Jiu-Jitsu e dá aulas gratuitas
de luta a 60 crianças da Rocinha, comunidade onde nasceu e mora até hoje. “Foi um
orgulho muito grande”, festejou ele, que trabalhou na abertura dos túneis entre a
Barra e São Conrado e nas estações São Conrado, Nossa Senhora da Paz, Jardim de
Alah e Antero de Quental, acumulando diversas funções.
Kaptimagem
nos tempo no trânsito, graças a cada um
de vocês”.
Ao ouvir pelos autofalantes o dese-
jo de boa viagem, muitos colaboradores
se emocionaram. Sacaram celulares para
fotos e selfies com os colegas, com quem
dividiram a rotina nos canteiros ao longo
dos últimos seis anos.
O orgulho estava estampado nos olhos
do carpinteiro Luiz Henrique, de 41 anos.
Na reta final das obras, ele trabalhou na
reurbanização do entorno das estações
do Leblon. “Minha sensação é de dever
cumprido. Foi daqui que tirei o sustento
da minha família. Essa é uma obra tão im-
portante para a cidade, que é um sonho
estar viajando aqui hoje, naquilo que aju-
dei a construir”.
Na obra desde 2014, o engenheiro
civil Alexandre Taveira trabalhou na es-
cavação das estações Jardim Oceânico e
São Conrado, quando ainda havia nesses
locais areia de praia e rocha. “É uma satis-
fação ver tudo pronto”.
“Atenção, passageiros!”, alertou o
maquinista do trem da Linha 4 na
viagem que reuniu colaboradores,
no último dia 28 de julho, às vés-
peras da inauguração da nova linha. “Vo-
cês tiraram a Linha 4 do papel e a cidade
toda agradece o empenho e a dedicação
de vocês!”, continuou o condutor, passan-
do pela ponte estaiada, ao deixar a Barra
em direção a Ipanema. “Ao longo desse
trajeto, vocês deixaram seu suor. Podem
se orgulhar! A população vai gastar me-
Lelê é faixa-preta de Jiu-Jitsu
Kaptimagem
Funcionários aplaudiram a chegada do trem
Informe Linha 412
Mantenha a cidade limpa. Não jogue este impresso em vias públicas.
PARA MAIS INFORMAÇÕES
Linha 4 do Metrô
(sobre as obras)
www.metrolinha4.com.br 0800 021 06 20
RioÔnibus
(mudanças nas linhas e pontos)
www.rioonibus.com 0800 886 10 00
CET-Rio e SMTR
(alterações viárias)
1746
MetrôRio
(Metrô na Superfície)
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20160803a Metrô Linha 4 Informe19

  • 1. Edição #19 / Ano 3 Informe do metrô Linha 4 Kaptimagem Kaptimagem economia pág. 3 Veja o impacto da obra na cadeia produtiva da cidade estações págs.5 a 9 Conheça os detalhes das cinco novas estações complexidade pág. 4 Desafios da construção deixam legado técnico à engenharia reurbanização pág. 10 Bairros repaginados e praças com novos equipamentos públicos Orgulho Operário participa do revezamento da tocha PÁG. 11 Linha 4 está entregue entre Barra e Ipanema
  • 2. Informe Linha 4 0302 Informe Linha 4 Uma grande obra de infraes- trutura urbana traz benefícios à mobilidade e à qualidade de vida da população, mas também é uma importante aliada da economia. A implantação da Linha 4 aumentará a produtividade, gerarando economia de cerca de R$ 883 milhões por ano com a redução do tempo de deslocamento en- tre a Barra e a Zona Sul, de acordo a Fun- dação Getúlio Vargas (FGV). Ao longo dos 25 anos de concessão, chega-se a R$ 22 bilhões, o que daria para construir o equivalente a duas linhas 4. A obra cus- tou R$ 9,7 bilhões, com investimento de cerca de R$ 530 milhões por quilômetro construído, dentro da média mundial, como mostra tabela abaixo. “A operação plena começa com 300 mil passageiros diariamente, mas esse volume vai aumentando. Por isso, consi- 16quilômetros DE EXTENSÃO EXPEDIENTE Esta publicação é de responsabilidade da Concessionária Rio Barra. Redação e edição: FSB Comunicação Projeto gráfico e diagramação: Marcelo Medeiros TIRAGEM: 20.000 exemplares CONSÓRCIO CONSTRUTOR RIO BARRA Endereço: Avenida Armando Lombardi, 30 - Barra da Tijuca Cep: 22640-000 | Rio de Janeiro - RJ Responsável pela obra entre Barra da Tijuca e Gávea CONSÓRCIO LINHA 4 SUL Endereço: Avenida Epitácio Pessoa, s/n - Jardim de Alah Cep: 22410-090| Rio de Janeiro - RJ Responsável pela obra entre Ipanema e Gávea Barra—Nossa Senhora da Paz: 13min Nossa Senhora da Paz—Carioca: 18min Gávea—Barra: 9min Antero de Quental—Barra: 9min Tempos de viagem entre as estações Jardim de Alah—Barra: 11min General Osório—Barra: 15min Antero de Quental—Carioca: 24min Barra—Uruguai: 50min Gávea—Leblon: 3min Barra—Pavuna: 1h20min, com transbordo Jardim Oceânico—Carioca: 34min São Conrado—Carioca: 27 min Trajeto da Linha 4 deramos uma média de 450 mil usuários por dia para todo período da conces- são. Como cada um vai economizar, em média, uma hora diária com a Linha 4, multiplicamos esse volume de horas pela média salarial dos usuários do metrô (R$ 7,27/hora) e pelos dias úteis do ano”, ex- plica Luiz Carlos Duque, coordenador de projetos da FGV. Impacto socioeconômico Com a redução do trânsito, o estudo revela ainda que a Linha 4 terá impac- to na redução de acidentes, para o meio ambiente e até para a saúde da popula- ção, reduzindo as poluições sonora e do ar. O comércio é outro beneficiado com a chegada do metrô, pois haverá aumen- to na circulação de pessoas e valorização dos bairros. A Câmara dos Dirigentes Lojistas espera aumento de 10% nas ven- Menos tempo no deslocamento e mais produtividade das dos estabelecimentos no entorno da Linha 4. Desde 2010, quando as obras começa- ram, foram gerados cerca de 30 mil pos- tos de trabalho, distribuídos R$ 3 bilhões em salários e contratadas 340 empresas. Foram cerca de R$ 3 bilhões em impos- tos (31% do valor da obra), recursos que os governos devem investir em melho- rias à população. A Concessionária Rio Barra também preocupou-se em proporcionar quali- ficação e desenvolvimento profissional aos colaboradores, para que estivessem mais preparados para voltar ao mercado de trabalho, com o fim das obras. Ofe- receu capacitação, treinamentos, cursos técnicos, de inglês, informática e alfabe- tização. Cerca de 15% dos funcionários entraram como ajudantes/serventes e sa- íram profissionais, como pedreiros. A Linha 4 do Metrô é uma obra do Governo do Estado do Rio de Janeiro que liga a Barra da Tijuca a Ipanema. Em plena operação, a nova linha transportará mais de 300 mil pessoas por dia, retirando das ruas cerca de quatro mil veículos por hora, no ho- rário de pico, nos dois sentidos do eixo Barra - Zona Sul, segundo estudo da Fun- dação getúlio Vargas (FGV). A nova linha tem cinco novas esta- ções: Jardim Oceânico, São Conrado, An- tero de Quental, Jardim de Alah e Nossa Senhora da Paz. A Estação Gávea teve o projeto modificado pelo Governo em 2013, para permitir futuras expansões, e a previsão de entrega é em janeiro de 2018. A Linha 4 fecha o anel de alta performan- ce da cidade, conectando-se às Linha 1 e 2 ao sistema BRT, na Barra da Tijuca. MetrôRio assume operação Com a inauguração da Linha 4 dentro do cronograma previsto pela engenharia, a Concessionária MetrôRio, responsável pelas Linhas 1 e 2, assume a operação do novo trecho. Assim, o passageiro poderá se deslocar entre a Barra e a Pavuna pagando apenas uma passagem. Linha 4 do Metrô vai transportar mais de 300 mil passageiros por dia, em operação plena Barra–Ipanema em 13 minutos Custo de obras de metrô no mundo - milhões R$/Km
  • 3. Informe Linha 4 0504 Informe Linha 4 Foram seis anos de obra para tirar do papel a mesma extensão de me- trô subterrâneo construída no Rio nas últimas três décadas. Com alta complexidade técnica, a Linha 4 cortou bairros densamente povoados. Cerca de 200 especialistas, consultores nacionais e internacionais e 340 empresas participa- ram do projeto. Além de causar menor impacto no entorno, o objetivo era usar tecnologia de ponta para entregar o maior legado que a cidade ganha com os Jogos Olímpicos, com qualidade e segurança, se- guindo as normas mais rigorosas do mun- do para construção e funcionamento de metrôs, como a americana NFPA-130. A obra esteve dentro do tempo médio mun- dial de execução, levando-se em conta sua complexidade. Imagine a logística de trabalhar com equipamentos de grande porte, 22 cantei- ros de obra e cerca de 10 mil colaborado- res. Foram feitos estudos de tráfego com a Prefeitura, para minimizar os efeitos de alterações viárias, e para os colaboradores, havia refeitórios com alimentação balan- ceada e cozinhas industriais. O ‘Tatuzão’, máquina alemã, escavou túneis na Zona Sul, instalando anéis de concreto. No trecho escavado em rocha, com detonações controladas, o túnel pas- sou sob a Pedra da Gávea, com cobertura de rocha de 840 metros, e sob a comunida- de da Rocinha, a 13 metros abaixo das ca- sas. Ali está o maior bitúnel entre estações de metrô do mundo, com cinco quilôme- tros, ligando a Barra a São Conrado. Já a arquitetura em curva e a altura da ponte estaiada também têm um motivo: não há fundações dentro do canal da Bar- ra, o que preserva o ecossistema e a nave- gabilidade. O projeto permitiu manter o gabarito nas ruas sob a sua estrutura. A Estação Jardim Oceânico ganhou manta impermeabilizante - a mesma utilizada no Ground Zero de Nova Iorque, para a re- construção dos prédios do World Trade Center -, por causa da presença de lençol freático e alto nível de salinidade. O metrô, enfim, chegou à Barra. Esperada há mais de 20 anos por quem mora ou trabalha no bairro, a Estação Jardim Oceânico - além de multimodal, pois está integrada ao sis- tema de ônibus articulados BRT -, tem um diferencial que não vai passar despercebi- do por nenhum passageiro. Ela foi cons- truída sob as pistas da Avenida Armando Lombardi, a 13 metros de profundidade, mas não tem ‘cara’ de estação subterrânea. É que sua moderna solução arquitetônica privilegia a iluminação natural, levando claridade ao mezanino e até em trechos das plataformas. A cor predominante desta estação é o amarelo, decorada com as pastilhas e placas de cerâmica. O arco central sobre as bilheterias tem quase uma centena de bolas transparentes para captação de luz natural. Neste amplo salão, dois painéis em mosaico de vidro coloridos fazem re- ferência aos esportes náuticos, típicos da Barra. Nos acessos de passageiros batiza- dos de ‘Mar’ (Avenida Fernando Mattos, esquina com Armando Lombardi, sentido A maior obra de infraestrutura da América Latina Zona Sul) e ‘Lagoa’ (Armando Lombardi, em direção ao Recreio), há painéis que re- lembram espécies de animais da região. O terceiro acesso fica conectado ao terminal do BRT. Planejada de forma a garantir a acessi- bilidade de todos os passageiros, a estação tem apenas dois níveis até a plataforma e banheiros públicos nas áreas pagantes, in- clusive com cabines adaptadas. Segundo a demanda estimada, cerca de 91 mil pesso- as por dia vão circular por aqui. Até Ipanema, por exemplo, o tempo de ‘Céu estrelado’ privilegia a iluminação natural Kaptimagem Jardim Oceânico: a estação mais iluminada da Linha 4 KaptimagemTúnel em rocha teve avanços entre 40 centímetros e quatro metros por dia Kaptimagem Foram usados 365 equipamentos e o ‘Tatuzão’ escavou solo composto por rocha, água e areia Kaptimagem #VocêSabia Quantidade de material escavado: Total: 2.840.026 m3 ≈ 1.136 piscinas olímpicas Quantidade de concreto utilizado: Total: 665.346 m3 ≈ 8 estádios do Maracanã Quantidade de explosivos utilizados: Total: 1.640.400 toneladas ≈ 152 Réveillons em Copacabana Estações de tratamento de água: Desde 2010, cerca de 220 milhões de litros tratados e reaproveitados, o que daria para abastecer quase 20 mil casas em um mês. Meio ambiente: 3 mil plantas, como bromélias e orquídeas, retiradas por rapel do Morro do Focinho do Cavalo e conservadas no Jardim Botânico. Estação tem painéis que remetem a espécies de animais e esportes náuticos típicos do bairro viagem será de 13 minutos. O passageiro com destino a Botafogo levará 23 minutos. Para a Carioca, no Centro, serão somente 34 minutos, algo impensável para os dias atuais. Para a a Estação Uruguai, na Tiju- ca, o trajeto será feito em 51 minutos. A Estação Jardim Oceânico não foi construída como estação terminal. Para permitir futura expansão da linha metro- viária sem impactar no funcionamento desta estação, ela tem 350 metros à frente. Este trecho da via também servirá como área de manobra para os trens.
  • 4. Informe Linha 4 0706 Informe Linha 4 Conheça a Estação São Conrado, construída sob rocha Entregar uma estação de metrô e levar progresso e desenvolvimento a uma cidade como o Rio impõe certos desafios que precisam ser superados. Em São Conrado, um deles foi encarar o maciço rochoso e fazer nascer, de dentro dele, a estação homônima ao bairro. Aos pés da comunidade da Ro- cinha, ela vai beneficiar cerca de 61 mil passageiros por dia. A 15 metros de profundidade, havia um altar iluminado dentro da caverna. Era ali que começava o dia dentro dos túneis. De mãos dadas, os operários pe- diam licença à Santa Bárbara, padroeira dos tuneleiros, para mais um turno. Eles seguiam a escavação em rocha acompa- nhados por geólogos. Um dos detalhes curiosos nesta história é a identificação de rochas chamadas Biotita Gnaisse e Gnaisse Facoidal, tipos que formam tam- bém o Morro Pão de Açúcar, com idades entre 1 bilhão e 541 milhões de anos. Em um contraste com a caverna, dutos de re- frigeração na cor amarela cortam a parte mais alta da estação. São Conrado terá três acessos de pas- sageiros: na Estrada da Gávea, próximo ao antigo supermercado Extra; na Aveni- da Niemeyer, em frente à Igreja Universal da Rocinha; e outro na Avenida Aquare- la do Brasil. Este último, aliás, faz jus ao nome, pois os usuários que passarem por ali poderão observar paredes coloridas, com tons de verde e azul, intercaladas por pastilhas nas cores amarela e vermelha. Para dar mais conforto e mobilidade aos passageiros, o acesso Aquarela do Brasil – o mais extenso até o embarque, pois passa sob as pistas da Autoestrada Lagoa-Barra – possui quatro esteiras rolantes. Planejada de forma a privilegiar a ilu- minação natural nas áreas de bilheteria, a estação tem duas claraboias de 16 metros de diâmetro. O teto de vidro permite ao passageiro observar o céu azul, conferin- do mais vida aos acessos da estação na caverna. No acesso Rocinha, em home- nagem aos moradores da comunidade, o artista plástico paulistano Vik Muniz, radicado em Nova Iorque, presenteou a cidade com uma obra que tem a cara da nossa gente: um mosaico em vidro que traz rostos de crianças da Rocinha. O pai- nel retrata meninos e meninas em preto e branco, na chegada ao mezanino. “Para a cozinheira Maria Madalena Lopes, de 58 anos, moradora de Santa Te- resa, a estação no bairro vai facilitar seu deslocamento. “Vai ser ótimo ter o metrô em São Conrado, pois pego dois ônibus e perco entre 2h e 3h no trânsito”, diz Maria, pensando na economia de tempo. “A ex- pectativa é grande. Trabalho há três anos no bairro e acredito que, além do comér- cio, todos que moram e têm emprego aqui serão beneficiados”, comemora. Em 1961, quando o aposenta- do Elias Carneiro ainda era uma criança recém-chegada ao Leblon, o Rio de Janeiro não tinha qual- quer estação de metrô. Cinquenta e cin- co anos depois – e com duas linhas cons- truídas –, o morador da Avenida Ataulfo de Paiva não vê a hora de passar pelas roletas e embarcar nas plataformas da Estação Antero de Quental, da qual ele foi uma espécie de fiscal. Foi debruçado em um dos tapumes e observando os re- toques finais da obra que encontramos o seu Elias, de 58 anos. Dono de uma rotina que o leva com frequência ao Centro do Rio, o aposen- tado está ansioso para estrear a nova li- nha e assim evitar de vez os congestio- namentos: “A expectativa é grande. Estou há quase quatro anos esperando por essa linha. Como eu costumo ir ao Centro, agora o deslocamento vai ficar bem mais fácil. Muito melhor do que pegar ônibus e perder horas no trânsito”, diz ele. Seu Elias e os demais passageiros do Leblon terão dois acessos na Praça An- tero de Quental, um voltado para a Ave- nida Bartolomeu Mitre e outro para a Rua General Urquiza, ambos nas esqui- nas com a Avenida Ataulfo de Paiva. A estação é moderna e compacta, com três níveis até chegar às plataformas. No pri- meiro piso ficam as bilheterias e um pai- nel de azulejos coloridos que homena- geia o surfista carioca. Como as demais estações, há rampas, elevadores, escadas rolantes e piso tátil para garantir a acessi- bilidade de todos. O chaveiro Jorge Souto, de 59 anos, também será um usuário assíduo da nova linha. Ele brinca que “se esconde” em Irajá, na Zona Norte, e atualmente precisa de três conduções para chegar ao seu ponto, na esquina da Ataulfo de Paiva com a Rua General Urquiza: um ônibus em direção ao metrô do bairro em que mora, o trajeto na Linha 2 com baldeação para a Linha 1 e, ao saltar na Estação General Osório, em Ipanema, camento na cidade e será um dos 35 mil passageiros beneficiados pela nova es- tação, segundo demanda estimada. Da Antero de Quental até a Estação Carioca, por exemplo, serão só 24 minutos. Quem quiser ir para a Barra, fará o trajeto em apenas 9 minutos. ainda utiliza mais um coletivo para, en- fim, desembarcar no Leblon. “A Linha 4 vai ser excelente para mim!”, comemora. “Principalmente pelo fato de eu não precisar pegar mais um ônibus para chegar aqui”. Jorge reduzirá seu tempo de deslo- Praça Antero de Quental, no coração do Leblon, ganha estação moderna Detalhe da claraboia sobre a bilheteria Estação terá três acessos, um deles aos pés da Rocinha Kaptimagem HenriqueFreire HenriqueFreire Estudo de cromaterapia definiu as cores, em referência ao mar e ao verão HenriqueFreire Cena carioca: surfista pegando onda é homenageado em painel de azulejos
  • 5. Informe Linha 4 0908 Informe Linha 4 Estação Jardim de Alah tem bicicletários e decoração colorida Serão pouco mais de 11 minutos de viagem entre o Leblon e a Barra da Tijuca, graças à futura Estação Jardim da Alah, construída sob a movimentada Avenida Ataulfo de Paiva. Quem usufruir desta estação, perceberá que seus acessos têm estruturas metáli- cas com design moderno e padronizado, como as demais estações da Linha 4. Os vidros especiais têm película antirresíduo, o que contribui para o conforto térmico, visibilidade dos passageiros e integração com o paisagismo do entorno. A estação passou por estudo de cro- matização e ficou bem colorida. Há deta- lhes como guarda-corpo de vidro, corri- mão de aço inoxidável nas escadas com leitura em Braille e lixeiras transparentes, medida antiterrorismo. Por dia, a previsão é de que 20 mil pessoas circulem por aqui. Uma delas será a professora aposentada Mary da Rocha Bocayuva, de 73 anos, que revela estar ansiosa para visitar as filhas na Bar- ra utilizando o metrô como transporte público.“Eu já aposentei meu carro, por causa da idade, e só ando de metrô. Mi- nhas filhas moram na Barra e estou em contagem regressiva para ir à casa delas com a Linha 4”, conta a moradora. Jardim de Alah terá dois acessos: na esquina das avenidas Borges de Medeiros com Ataulfo de Paiva e outro na própria Ataulfo de Paiva, próximo à Rua Almiran- te Pereira Guimarães. Ambos têm bicicle- tários para estimular entre os usuários do sistema de metrô a integração de modais. Ao todo, aliás, a Linha 4 oferecerá 300 va- gas para as ‘magrelas’ nos acessos de pas- sageiros de todas as estações. Tombado, o Jardim de Alah ainda será restaurado, após retirada de canteiros de apoio, e será entregue com as caracterís- ticas originais. Para relembrar Foi nesta estação que o ‘Tatuzão’ che- gou em uma solução inédita para a enge- nharia brasileira, o método breakthrough submerso: parte da estação foi preenchida com água para equilibrar a pressão do ter- reno e garantir que a máquina continuas- se operando em ambiente similar ao que estava sob o canal do Jardim de Alah. Mundialmente empregada em obras de metrô, foi a primeira vez que a técnica foi utilizada no Brasil, em julho de 2015. A Estação Nossa Senhora da Paz foi a primeira a receber o ‘Tatuzão’ e, por isso, a primeira ficar pronta para a finalização da instalação de sistemas operacionais. Construída no co- ração de Ipanema, sob a praça de mesmo nome, esta estação vai beneficiar cerca de 47 mil pessoas por dia, aquecendo o co- mércio da região e beneficiando o meio ambiente, com a redução do uso de car- ros de passeio. O passageiro que chegar à estação pelo acesso Joana Angélica fará uma bre- ve viagem ao passado do bairro. Em um colorido painel de 32 metros de extensão por 3,80 metros de altura, azulejos recon- tam fatos marcantes sobre Ipanema e a Paróquia Nossa Senhora da Paz. Quem já ouviu falar do Cine Pax e de Pixinguinha e uma de suas mais famosas composições, a partitura de ‘Carinhoso’? O compositor morreu dentro da igreja, em uma cerimô- nia de batismo num sábado de Carnaval, fato recordado pela Banda de Ipanema, que também está retratada na obra. O de- senho é do arquiteto Luiz Neves e contou com o esforço de um time de pedreiros de acabamento que montou 3.059 peças, tonalizando até o rejunte de acordo com a cor dos desenhos. “Dá orgulho para nós que fizemos parte. Esperamos que todos que passem por aqui se lembrem dos colaborado- res que deixaram o suor neste local para embelezar a estação”, disse, orgulhoso, o colaborador Rogério Perdones. Neste mesmo acesso há uma escultura de ferro recortado simulando um menino soltan- Os dois acessos estão localizados fora da praça de Ipanema Estação Nossa Senhora da Paz reconta história do bairro de Ipanema HenriqueFreire Detalhes especiais: esculturas de árvores em ferro recortado e corrimão com leitura em Braille FVDStudio Plataformas vão receber 20 mil pessoas por dia, segundo demanda estimada Kaptimagem Diferencial nas plataformas em formato de ‘S’ Kaptimagem do uma pomba. A obra simboliza a paz. Já quem chegar à estação pelo acesso Maria Quitéria será “recepcionado” por um mo- saico de Nossa Senhora da Paz. O traba- lho em homenagem à padroeira do bairro foi confeccionado manualmente pela mo- saicista Mariana Lloyd. Para definir as cores da estação, foram feitos três estudos de cromatização até que se chegasse à combinação de tons de verde, coral, cinza claro, amarelo e azul. Como nas demais estações, as placas de cerâmica usadas para revestimento das paredes são modernas e removíveis. As- sim, facilitam o acesso para manutenção das tubulações, sistemas e cabeamentos de energia e dados. Ao passar pelo amplo mezanino, onde haverá distribuição de passageiros em direção ao Centro e à Zona Norte ou no sentido Barra da Tijuca, os usuários vão chegar às plataformas. Um detalhe as di- ferencia: o formato em “S”. Aos curiosos, a explicação é simples: a estação corta a praça na perpendicular e o traçado levou em conta a curva feita pelo ‘Tatuzão’.
  • 6. Informe Linha 4 1110 Informe Linha 4 Áreas no entorno das estações estão repaginadas Viagem especial: colaboradores visitam estações que construíram Com a implantação da Linha 4 do Metrô, os bairros impactados pe- las obras voltam à rotina. As ruas e avenidas que sofreram intervenções e mudanças na circulação dos veículos já estão liberadas ao trânsito e as áreas do entorno das estações foram reurbanizadas. Na Zona Sul, as praças Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, e Antero de Quental, no Leblon, ganharam reforço na iluminação, brinquedos de madeira para o parquinho infantil – inclusive um balanço adaptado para cadeirantes – e novos equipamentos para a academia da terceira idade. A Praça Nossa Senhora da Paz, que é tombada, foi devolvida à população con- formeorientaçãodoInstitutoRioPatrimô- nio da Humanidade (IRPH), mas as áreas destinadas a crianças e aos idosos pude- ram ser mantidas em trechos de sombra. O ‘parcão’ também pôde ser posicionado mais distante do parquinho, atendendo a pedidos de pais e mães do bairro. As árvores que necessitaram ser trans- plantadas para a construção da estação fo- ram levadas para um sítio, onde permane- ceram sob cuidado permanente e cultivo até retornarem aos seus locais de origem. As espécies que não puderam ser trans- plantadas, devido às suas características, foram substituídas por novos exemplares. As duas praças também receberam novos plantios de árvores, como previa o projeto paisagístico aprovado pelos órgãos compe- tentes. Na praça do Leblon, por exigência das normas de segurança, houve necessidade de se instalar sistemas especiais de venti- lação. Os dutos têm o objetivo de propor- cionar conforto térmico aos usuários e funcionários da estação, promover a higie- nização do ar e, ainda, cumprir funções de segurança em situações de emergência. Os equipamentos são mais altos para que o ar quente oriundo do subsolo seja dispersado acima do nível de circulação dos pedestres, evitando desconforto às pessoas, e aten- dem aos critérios técnicos de dimensiona- mento para que os requisitos funcionais do sistema sejam atendidos. Em São Conrado, como contrapartida à comunidade, houve a substituição das an- tigas galerias de águas pluviais por novas. Já na Barra da Tijuca, o entorno da estação recebeu readequação de pistas e calçadas, a recuperação de jardineiras e novo projeto de iluminação pública. Para os acessos de passageiros da Estação Jardim Oceânico foram criadas novas áreas de circulação de pedestres. Além de bancos nas praças e bicicletários, na Avenida Fernando Mattos há uma escultura em concreto, com uma asa em latão, dentro de um espelho d’água. No acesso da Avenida Armando Lombar- di, por sua vez, há um deque para integra- ção de passageiros que chegam de barcos das ilhas Primeira e da Gigóia. Com a inauguração da Linha 4, os re- tornos subterrâneos do ‘Novo Viário’ da Barra também estão operando, como al- ternativa aos retornos existentes, sob o Elevado das Bandeiras e a ponte de acesso à Avenida das Américas. Praça Antero de Quental também recebeu balanço adaptado para cadeirantes no parquinho Tombada, Praça Nossa Senhora da Paz teve projeto aprovado pelo IRPH FVDStudioHenriqueFreire Dos canteiros da Linha 4 para o revezamento da tocha Olímpica Com a conclusão das obras, o frentista de túnel Leandro Souza dos Santos, o Lelê, de 31 anos, teve um novo e importante compromisso. No dia 5 de agosto, às vésperas do início dos Jogos Rio 2016, ele participou do revezamento da tocha Olímpica. Lelê integrou o time Linha 4 desde 2010. Ele é faixa preta de Jiu-Jitsu e dá aulas gratuitas de luta a 60 crianças da Rocinha, comunidade onde nasceu e mora até hoje. “Foi um orgulho muito grande”, festejou ele, que trabalhou na abertura dos túneis entre a Barra e São Conrado e nas estações São Conrado, Nossa Senhora da Paz, Jardim de Alah e Antero de Quental, acumulando diversas funções. Kaptimagem nos tempo no trânsito, graças a cada um de vocês”. Ao ouvir pelos autofalantes o dese- jo de boa viagem, muitos colaboradores se emocionaram. Sacaram celulares para fotos e selfies com os colegas, com quem dividiram a rotina nos canteiros ao longo dos últimos seis anos. O orgulho estava estampado nos olhos do carpinteiro Luiz Henrique, de 41 anos. Na reta final das obras, ele trabalhou na reurbanização do entorno das estações do Leblon. “Minha sensação é de dever cumprido. Foi daqui que tirei o sustento da minha família. Essa é uma obra tão im- portante para a cidade, que é um sonho estar viajando aqui hoje, naquilo que aju- dei a construir”. Na obra desde 2014, o engenheiro civil Alexandre Taveira trabalhou na es- cavação das estações Jardim Oceânico e São Conrado, quando ainda havia nesses locais areia de praia e rocha. “É uma satis- fação ver tudo pronto”. “Atenção, passageiros!”, alertou o maquinista do trem da Linha 4 na viagem que reuniu colaboradores, no último dia 28 de julho, às vés- peras da inauguração da nova linha. “Vo- cês tiraram a Linha 4 do papel e a cidade toda agradece o empenho e a dedicação de vocês!”, continuou o condutor, passan- do pela ponte estaiada, ao deixar a Barra em direção a Ipanema. “Ao longo desse trajeto, vocês deixaram seu suor. Podem se orgulhar! A população vai gastar me- Lelê é faixa-preta de Jiu-Jitsu Kaptimagem Funcionários aplaudiram a chegada do trem
  • 7. Informe Linha 412 Mantenha a cidade limpa. Não jogue este impresso em vias públicas. PARA MAIS INFORMAÇÕES Linha 4 do Metrô (sobre as obras) www.metrolinha4.com.br 0800 021 06 20 RioÔnibus (mudanças nas linhas e pontos) www.rioonibus.com 0800 886 10 00 CET-Rio e SMTR (alterações viárias) 1746 MetrôRio (Metrô na Superfície) 0800 595 11 11 A Linha 4 do Metrô está inaugurada. A você que nos acompanhou de perto, obrigado pelo apoio. Você faz parte desta história. Kaptimagem