GRUPO AEtapas III, IV e V
ROTEIRO	Plano DiretorDiretrizes GeraisDiretrizes EspecíficasPerfil do usuárioEstudo da demandaProjeções anuais de tráfego do IACAnálise do estudo capacidade x demandaFormulação e análise das alternativasPrimeira etapa de implantaçãoIntervenções necessárias
Plano Diretor Aeroportuário é um conjunto de documentos no qual estão descritos a situação física e cadastral atual de todas as instalações e facilidades aeroportuárias, bem como as projeções de demanda para um horizonte de 20 anos e o respectivo planejamento dos sistemas componentes, a fim de atender as solicitações futuras, previstas nos estudos de demanda.
Diretrizes GeraisAtender a norma NSMA 58-146 do Comando da Aeronáutica;Atender ao Código de Obras do Município;Considerar para a demanda de transporte aéreo os horizontes de 5, 10 e 20 anos;Prever harmonia com o meio-ambiente;Otimizar as etapas de expansão com a capacidade e a demanda.
                                  Diretrizes EspecíficasAtender, no mínimo, aos padrões de pista categoria 4D estabelecidos pelas normas da Organização da Aviação Civil Internacional – OACI;Comprimento de pista de pouso maior que 3.000 m;Considerar a potencialidade de aproximação e navegação para operação IFR – Categoria I;Estudar a viabilidade da operação do aeroporto com a pista de pouso interditada;Estudar a interface com os aeroportos próximos;Atender a operação da aviação doméstica e internacional para passageiros e carga.
Perfil do usuário         O usuário típico do Aeroporto  é do sexo masculino, tem entre 35 e 49 anos de idade,        formação superior, alto poder aquisitivo, atua no setor de serviços, é um “frequentflyer” de        vôos nacionais (mas não de vôos internacionais), e viaja a negócios;        O Município de Ribeirão Preto é determinante na definição da área de influência do        aeroporto, que inclui algumas cidades de Minas Gerais (Passos de Minas, Fortaleza de        Minas, São José da Barra e mesmo Uberlândia - esta provavelmente tendo Ribeirão como        ponto de conexão), bem como cidades de São Paulo onde há aeroporto com vôos regulares       (São José do Rio Preto e Bauru);       O principal destino das viagens é São Paulo, o que apenas confirma a característica       “pendular” do tráfego no interior de São Paulo, interagindo fortemente com a Capital.        Ressalte-se que dois dos principais destinos - Rio de Janeiro e Brasília - tiveram suas        ligações diretas recentemente suspensas (por falta de aeronave da empresa autorizada a        operar estas ligações); 35% dos usuários não faz uso de nenhum serviço do aeroporto.       Daqueles que os usam, a grande maioria demanda serviços do bar, seguido pela banca de       revistas e caixas eletrônicos.
Estudos de Demanda    Os estudos de demanda para o Aeroporto Leite Lopes terão como base de referência ademanda por trafego aéreo elaborada pelo DAC/IAC – Instituto de Aviação Civil, no “Estudo de Demanda Detalhada dos Aeroportos Brasileiros – 2003”.
Projeções Anuais de tráfego do IACA seguir são apresentadas as tabelas com as projeções de tráfego do IAC, parapassageiros, aeronaves e carga aérea.
Passageiros (embarque + desembarque)Tráfego Doméstico Regular
Aeronaves de Passageiros (pouso + decolagem)Tráfego Doméstico Regular
Aeronaves Cargueiras (pouso + decolagem)Tráfego Doméstico Regular
      Movimento Anual de Aeronaves e de                            Passageiros Internacionais- O tráfego internacional de passageiros será composto por voos tipo charter, com destinos a Santiago do Chile, Buenos Aires e Montevidéu; - Frequências:2010: 2(dois) movimentos semanais;2015: 6(seis) movimentos semanais;2025: 12 (doze) movimentos semanais.
Movimento Anual de Carga Aérea Internacional - Adotar com origem e destino da carga o Aeroporto de Miami/EUA;- Frequências:2010: 8 (oito) movimentos semanais com aeronaves B767-300F;2015: 12 (doze) movimentos semanais com aeronaves B767-300F;2025: 20 (vinte) movimentos semanais com aeronaves B767-300F e MD-11F.
Análise dos estudos capacidade x demanda                                              Considerações geraisSistema de Pistas: Em termos de capacidade anual e horária, o sistema atende a         demanda prevista nos horizontes de projeto. Entretanto, em termos de capacidade         operacional, a pista de pouso e decolagem deverá ter sua extensão aumentada     para permitir a operação de aeronaves cargueiras. Com o aumento do comprimento da pista, novas pistas de rolamento e saídas rápidas deverão ser implantadas para adequação do sistema.Sistema Terminal de Passageiros. Além da necessidade de expansões para atender às  demandas futuras, atualmente o terminal de passageiros do Aeroporto Leite Lopes possui poucas facilidades comerciais e de serviços.Sistema Terminal de Carga Aérea: Atualmente não há nenhuma facilidade instalada        relacionada à movimentação de carga aérea internacional no Aeroporto. Para        atendimento à demanda projetada é imprescindível, já no primeiro horizonte de        planejamento, a construção de um terminal de cargas e demais facilidades.
FORMULAÇÃO E ANÁLISE DE ALTERNATIVAS   A apresentação das alternativas consoantes aos horizontes de projeto é mais uma tentativa de conciliar a necessidade de prover capacidade para as diversas projeções de demanda de passageiros e aeronaves.
Para elaboração da Alternativa I foram consideradas as seguintes intervenções:Ampliação, alargamento e reforço da pista de pouso atual para 3.500 x 45;Aproveitamento da área do sítio atual para a implantação de todas as facilidades do Aeroporto, compreendendo:Pátios de Aeronaves;Terminal de Passageiros;Terminal de Cargas;Instalações para a aviação doméstica regular e aviação geral;
Acessos diferenciados para passageiros, cargas e serviços;Instalações para Administração/Manutenção do Aeroporto;Instalações e equipamentos do Sistema de Proteção ao Voo;Instalações destinadas a infra-estrutura básica (água, esgoto, resíduos sólidos, energia elétrica, telecomunicações, etc.);Áreas para Concessões Comerciais.
Área total a Desapropriar: 2,198.401,00 m²;Considerando R$ 53,987/m² para o valor médio dos terrenos e das construções, constantes do levantamento feito pela equipe técnica do EIA/RIMA(Estudos de impacto ambiental e Relatório de impacto ambiental), o valor total das desapropriações:2.198.401,00 m² x R$ 53,987/ m² » R$ 118.685.000,00
        Para elaboração da Alternativa II foram consideradas as seguintes intervenções:       Construção de uma nova pista de pouso e decolagem, paralela a pista existente, afastada entre eixos 182,50 m;       A pista de pouso e decolagem existente será utilizada como pista de táxi paralela e, eventualmente, como pista de pouso possibilitando a execução de serviços de reparos e atendimento a operações de emergência;      Demais intervenções idênticas a Alternativa I.       Nestas condições, o Sistema de Pistas teria classe 4E, permitindo a operação, sem restrições, de aeronaves com envergadura até 65 m (B 747-400).      O deslocamento do eixo da pista contribuiria para a redução do ruído em áreas densamente povoadas no prolongamento da cabeceira 18 e na Instituição Universitária Moura Lacerda, no prolongamento da cabeceira 36.       Em relação à Alternativa I, a área a ser desapropriada é maior, conforme demonstrada a seguir:
Faixa da Pista:(182,5 – 150,0 +45,0 x 0,5) x 4.750 = 261.250 m² Área na Cabeceira 36: 850 x 360 x 0,5 = 153.000 m²Acréscimo total: 414.250 m² Área total da Alternativa II:2.198.401 + 414.250= 2.612.651 m²Considerando R$ 41,25/m² para o valor médio dos terrenos e das construções, constantes do levantamento feito pela Prefeitura de Ribeirão Preto em 2001, o valor total das  desapropriações será:2.612.651 m² x R$ 53,987/ m² » R$ 141.057.000,00
A Alternativa II permite: Pista de pouso e decolagem de 3.800 x 45 m; A operação sem restrições de aeronaves do tipo do B 747-400;A utilização da pista de pouso atual como pista alternativa; eA redução do ruído no prolongamento das cabeceiras 18 e 36.
Para elaboração da Alternativa III foram consideradas as seguintes intervenções: Acréscimo de uma faixa de 410 m de terreno do Parque Industrial Coronel Quito à área prevista na Alternativa I. Essa faixa seria destinada à implantação de terminais de carga e instalações do Aeroporto Indústria. Mantidas as demais intervenções propostas na Alternativa I.No levantamento feito pela Prefeitura de Ribeirão Preto em 2001 foi obtido, para os terrenos e benfeitorias situados no Parque Industrial Coronel Quito, o valor de R$ 96,00/m².Em relação à Alternativa I, o aumento do custo da desapropriação seria:(1.100 x 410) m² x R$ 96,00/m² = R$ 43.296.000,00Sendo assim, o custo total de desapropriação é » R$ 161.981.000,00Na Alternativa III será possível excluir a área destinada à implantação dos Terminais de Cargas, prevista na Alternativa I.
A escolha da alternativa mais adequada ao desenvolvimento do Aeroporto Leite Lopes será feita com base em dois aspectos comparativos: Operacionalidade (em relação à movimentação de aeronaves); Custos.
  Das alternativas de planejamento elaboradas para o Aeroporto Leite Lopes/Ribeirão Preto, a Alternativa “I” foi julgada como a mais adequada para o desenvolvimento do sítio.
Primeira Etapa de Implantação    A Primeira Etapa de Implantação do Plano Diretor do Aeroporto Leite Lopes configura a transição do atual aeroporto de porto médio, caracterizado por vôos regionais, para um aeroporto de grande porte, habilitado a operação das grandes aeronaves cargueiras. Para que isso seja possível, devem ser considerados os aspectos físicos, operacionais e financeiros, de modo que a solução proposta seja factível, implementando-se as facilidades aeroportuárias por etapas programadas à medida que as atuais instalações sejam desativadas.
Intervenções Necessárias    A seguir, serão detalhadas as intervenções, modificações e ampliações que compõem a    Primeira Etapa de Implantação:
1. Desapropriações referentes à ampliação da pista de pouso para 2.400 m e abrangência da Curva de Ruído I (DAESP e Prefeitura de Ribeirão Preto);2. Adequação do Sistema de Pistas e Pátios (DAESP);- Ampliação, alargamento e reforço da pista de pouso para 2.400 x 45 m, com PCN 64 e do balizamento noturno e relocação do VASIS;- Ampliação da pista de rolamento B, acompanhando o aumento da pista de pouso        (acesso à cabeceira 36);- Reforço da pista de rolamento de acesso ao Pátio nº 2 com PCN 64;- Ampliação e reforço da área em concreto de cimento do Pátio nº 2 com PCN 56 para o estacionamento simultâneo de dois MD11 F;- Ampliação da área em concreto asfáltico do Pátio nº 2, a dimensão total deverá ser         150x140 m (profundidade x largura);- Retificação e deslocamento de trecho da pista de rolamento para acesso aos atuais          Hangares - Construção de pista de rolamento para acesso a nova área de hangares da Aviação Geral;- Construção da ligação da via de serviço entre os Pátios nº 1 e nº 2;- Construção do heliponto para helicópteros até 5.000 Kg e pistas de acesso;
3. Construção de vias públicas periféricas à área patrimonial do Aeroporto (Prefeitura de Ribeirão Preto e DAESP);4. Construção da Passagem Inferior na Av. Thomaz Alberto Whately (Prefeitura de Ribeirão Preto e DAESP);5. Construção do primeiro módulo do novo edifício do Terminal de Passageiros (DAESP);6. Construção de módulo da Seção Contra Incêndio e acessos (DAESP);7. Construção de trecho do sistema viário de acesso ao Terminal de Passageiros (DAESP);
8. Construção de acesso ao Radar, ao Terminal de Cargas e aos futuros lotes            comerciais/operacionais (DAESP);9. Implantação por etapas do sistema de acesso terrestre aos novos hangares a partir do  cruzamento da Rua Bélgica e Rua Barretos (DAESP);10. Construção das edificações e instalação do Radar (INFRAERO);11. Construção da Torre de Controle e relocação do Jardim Meteorológico (Infraero);12. Construção do Terminal de Cargas Internacional (TEAD Brasil);13. Relocação e ampliação do estacionamento de veículos, respeitando o traçado do futuro  sistema viário (Concessionário);14. Construção da nova rede de energia em alta tensão a partir da Av Thomaz AlbertoWhately, margeando o Sistema Viário (Concessionário de Energia);15. Modificação do traçado da alimentação de água potável a partir da Rua Barretos.             Implantação definitiva da caixa d’água, cisterna e poço artesiano na área da Central            de  Utilidades (DAESP);
16. Construção da Subestação Principal na Central de Utilidades. Cada edificação deverá utilizar para alimentação de energia, subestações unitárias (DAESP);17. Início da implantação por etapas dos hangares em suas posições definitivas (Concessionários);18. Construção de novas instalações de Concessões Comerciais (Concessionários);19. Implantação de área para inspeção de aeronaves sujeitas a atos ilícitos (DAESP).
    Com a conclusão da Primeira Etapa de Implantação, as condições operacionais resultantes, a ampliação da área patrimonial, permitirão ao aeroporto:Melhoria da segurança operacional;O inicio das operações das aeronaves cargueiras de grande porte;A implantação de seis novos hangares da Aviação Geral ou a relocação de mesmo número de hangares existentes; A implantação de novas concessões comerciais; O aumento das receitas operacionais e comerciais; A melhoria no relacionamento urbano.
São indicados como fatores críticos o ruído gerado pelas aeronaves e a falta de área para a ampliação da pista de pouso. Costa literalmente neste estudo de Planejamento:  “Dado ao nível de infra-estrutura já implantada e a excelência de sua localização em relação a região, é fundamental que a sua manutenção, através da desapropriação dos loteamentos vizinhos ainda não ocupados e ampliação da área patrimonial, implique na imediata realização de Plano de Desenvolvimento e Estudo Detalhado de Relacionamento Urbano, com enfoque especial sobre a formulação de alternativas para os conjuntos habitacionais existentes na cabeceira 18 e análise do congestionamento do acesso previsto a médio prazo.”
ApresentaçãO RibeirãO Preto Etapa 345
ApresentaçãO RibeirãO Preto Etapa 345
ApresentaçãO RibeirãO Preto Etapa 345
ApresentaçãO RibeirãO Preto Etapa 345
ApresentaçãO RibeirãO Preto Etapa 345

ApresentaçãO RibeirãO Preto Etapa 345

  • 1.
  • 2.
    ROTEIRO Plano DiretorDiretrizes GeraisDiretrizesEspecíficasPerfil do usuárioEstudo da demandaProjeções anuais de tráfego do IACAnálise do estudo capacidade x demandaFormulação e análise das alternativasPrimeira etapa de implantaçãoIntervenções necessárias
  • 3.
    Plano Diretor Aeroportuárioé um conjunto de documentos no qual estão descritos a situação física e cadastral atual de todas as instalações e facilidades aeroportuárias, bem como as projeções de demanda para um horizonte de 20 anos e o respectivo planejamento dos sistemas componentes, a fim de atender as solicitações futuras, previstas nos estudos de demanda.
  • 4.
    Diretrizes GeraisAtender anorma NSMA 58-146 do Comando da Aeronáutica;Atender ao Código de Obras do Município;Considerar para a demanda de transporte aéreo os horizontes de 5, 10 e 20 anos;Prever harmonia com o meio-ambiente;Otimizar as etapas de expansão com a capacidade e a demanda.
  • 5.
    Diretrizes EspecíficasAtender, no mínimo, aos padrões de pista categoria 4D estabelecidos pelas normas da Organização da Aviação Civil Internacional – OACI;Comprimento de pista de pouso maior que 3.000 m;Considerar a potencialidade de aproximação e navegação para operação IFR – Categoria I;Estudar a viabilidade da operação do aeroporto com a pista de pouso interditada;Estudar a interface com os aeroportos próximos;Atender a operação da aviação doméstica e internacional para passageiros e carga.
  • 6.
    Perfil do usuário O usuário típico do Aeroporto é do sexo masculino, tem entre 35 e 49 anos de idade, formação superior, alto poder aquisitivo, atua no setor de serviços, é um “frequentflyer” de vôos nacionais (mas não de vôos internacionais), e viaja a negócios; O Município de Ribeirão Preto é determinante na definição da área de influência do aeroporto, que inclui algumas cidades de Minas Gerais (Passos de Minas, Fortaleza de Minas, São José da Barra e mesmo Uberlândia - esta provavelmente tendo Ribeirão como ponto de conexão), bem como cidades de São Paulo onde há aeroporto com vôos regulares (São José do Rio Preto e Bauru); O principal destino das viagens é São Paulo, o que apenas confirma a característica “pendular” do tráfego no interior de São Paulo, interagindo fortemente com a Capital. Ressalte-se que dois dos principais destinos - Rio de Janeiro e Brasília - tiveram suas ligações diretas recentemente suspensas (por falta de aeronave da empresa autorizada a operar estas ligações); 35% dos usuários não faz uso de nenhum serviço do aeroporto. Daqueles que os usam, a grande maioria demanda serviços do bar, seguido pela banca de revistas e caixas eletrônicos.
  • 7.
    Estudos de Demanda Os estudos de demanda para o Aeroporto Leite Lopes terão como base de referência ademanda por trafego aéreo elaborada pelo DAC/IAC – Instituto de Aviação Civil, no “Estudo de Demanda Detalhada dos Aeroportos Brasileiros – 2003”.
  • 8.
    Projeções Anuais detráfego do IACA seguir são apresentadas as tabelas com as projeções de tráfego do IAC, parapassageiros, aeronaves e carga aérea.
  • 9.
    Passageiros (embarque +desembarque)Tráfego Doméstico Regular
  • 10.
    Aeronaves de Passageiros(pouso + decolagem)Tráfego Doméstico Regular
  • 11.
    Aeronaves Cargueiras (pouso+ decolagem)Tráfego Doméstico Regular
  • 13.
    Movimento Anual de Aeronaves e de Passageiros Internacionais- O tráfego internacional de passageiros será composto por voos tipo charter, com destinos a Santiago do Chile, Buenos Aires e Montevidéu; - Frequências:2010: 2(dois) movimentos semanais;2015: 6(seis) movimentos semanais;2025: 12 (doze) movimentos semanais.
  • 14.
    Movimento Anual deCarga Aérea Internacional - Adotar com origem e destino da carga o Aeroporto de Miami/EUA;- Frequências:2010: 8 (oito) movimentos semanais com aeronaves B767-300F;2015: 12 (doze) movimentos semanais com aeronaves B767-300F;2025: 20 (vinte) movimentos semanais com aeronaves B767-300F e MD-11F.
  • 15.
    Análise dos estudoscapacidade x demanda Considerações geraisSistema de Pistas: Em termos de capacidade anual e horária, o sistema atende a demanda prevista nos horizontes de projeto. Entretanto, em termos de capacidade operacional, a pista de pouso e decolagem deverá ter sua extensão aumentada para permitir a operação de aeronaves cargueiras. Com o aumento do comprimento da pista, novas pistas de rolamento e saídas rápidas deverão ser implantadas para adequação do sistema.Sistema Terminal de Passageiros. Além da necessidade de expansões para atender às demandas futuras, atualmente o terminal de passageiros do Aeroporto Leite Lopes possui poucas facilidades comerciais e de serviços.Sistema Terminal de Carga Aérea: Atualmente não há nenhuma facilidade instalada relacionada à movimentação de carga aérea internacional no Aeroporto. Para atendimento à demanda projetada é imprescindível, já no primeiro horizonte de planejamento, a construção de um terminal de cargas e demais facilidades.
  • 18.
    FORMULAÇÃO E ANÁLISEDE ALTERNATIVAS A apresentação das alternativas consoantes aos horizontes de projeto é mais uma tentativa de conciliar a necessidade de prover capacidade para as diversas projeções de demanda de passageiros e aeronaves.
  • 19.
    Para elaboração daAlternativa I foram consideradas as seguintes intervenções:Ampliação, alargamento e reforço da pista de pouso atual para 3.500 x 45;Aproveitamento da área do sítio atual para a implantação de todas as facilidades do Aeroporto, compreendendo:Pátios de Aeronaves;Terminal de Passageiros;Terminal de Cargas;Instalações para a aviação doméstica regular e aviação geral;
  • 20.
    Acessos diferenciados parapassageiros, cargas e serviços;Instalações para Administração/Manutenção do Aeroporto;Instalações e equipamentos do Sistema de Proteção ao Voo;Instalações destinadas a infra-estrutura básica (água, esgoto, resíduos sólidos, energia elétrica, telecomunicações, etc.);Áreas para Concessões Comerciais.
  • 21.
    Área total aDesapropriar: 2,198.401,00 m²;Considerando R$ 53,987/m² para o valor médio dos terrenos e das construções, constantes do levantamento feito pela equipe técnica do EIA/RIMA(Estudos de impacto ambiental e Relatório de impacto ambiental), o valor total das desapropriações:2.198.401,00 m² x R$ 53,987/ m² » R$ 118.685.000,00
  • 23.
    Para elaboração da Alternativa II foram consideradas as seguintes intervenções: Construção de uma nova pista de pouso e decolagem, paralela a pista existente, afastada entre eixos 182,50 m; A pista de pouso e decolagem existente será utilizada como pista de táxi paralela e, eventualmente, como pista de pouso possibilitando a execução de serviços de reparos e atendimento a operações de emergência; Demais intervenções idênticas a Alternativa I. Nestas condições, o Sistema de Pistas teria classe 4E, permitindo a operação, sem restrições, de aeronaves com envergadura até 65 m (B 747-400). O deslocamento do eixo da pista contribuiria para a redução do ruído em áreas densamente povoadas no prolongamento da cabeceira 18 e na Instituição Universitária Moura Lacerda, no prolongamento da cabeceira 36. Em relação à Alternativa I, a área a ser desapropriada é maior, conforme demonstrada a seguir:
  • 24.
    Faixa da Pista:(182,5– 150,0 +45,0 x 0,5) x 4.750 = 261.250 m² Área na Cabeceira 36: 850 x 360 x 0,5 = 153.000 m²Acréscimo total: 414.250 m² Área total da Alternativa II:2.198.401 + 414.250= 2.612.651 m²Considerando R$ 41,25/m² para o valor médio dos terrenos e das construções, constantes do levantamento feito pela Prefeitura de Ribeirão Preto em 2001, o valor total das desapropriações será:2.612.651 m² x R$ 53,987/ m² » R$ 141.057.000,00
  • 25.
    A Alternativa IIpermite: Pista de pouso e decolagem de 3.800 x 45 m; A operação sem restrições de aeronaves do tipo do B 747-400;A utilização da pista de pouso atual como pista alternativa; eA redução do ruído no prolongamento das cabeceiras 18 e 36.
  • 27.
    Para elaboração daAlternativa III foram consideradas as seguintes intervenções: Acréscimo de uma faixa de 410 m de terreno do Parque Industrial Coronel Quito à área prevista na Alternativa I. Essa faixa seria destinada à implantação de terminais de carga e instalações do Aeroporto Indústria. Mantidas as demais intervenções propostas na Alternativa I.No levantamento feito pela Prefeitura de Ribeirão Preto em 2001 foi obtido, para os terrenos e benfeitorias situados no Parque Industrial Coronel Quito, o valor de R$ 96,00/m².Em relação à Alternativa I, o aumento do custo da desapropriação seria:(1.100 x 410) m² x R$ 96,00/m² = R$ 43.296.000,00Sendo assim, o custo total de desapropriação é » R$ 161.981.000,00Na Alternativa III será possível excluir a área destinada à implantação dos Terminais de Cargas, prevista na Alternativa I.
  • 29.
    A escolha daalternativa mais adequada ao desenvolvimento do Aeroporto Leite Lopes será feita com base em dois aspectos comparativos: Operacionalidade (em relação à movimentação de aeronaves); Custos.
  • 30.
    Dasalternativas de planejamento elaboradas para o Aeroporto Leite Lopes/Ribeirão Preto, a Alternativa “I” foi julgada como a mais adequada para o desenvolvimento do sítio.
  • 33.
    Primeira Etapa deImplantação A Primeira Etapa de Implantação do Plano Diretor do Aeroporto Leite Lopes configura a transição do atual aeroporto de porto médio, caracterizado por vôos regionais, para um aeroporto de grande porte, habilitado a operação das grandes aeronaves cargueiras. Para que isso seja possível, devem ser considerados os aspectos físicos, operacionais e financeiros, de modo que a solução proposta seja factível, implementando-se as facilidades aeroportuárias por etapas programadas à medida que as atuais instalações sejam desativadas.
  • 34.
    Intervenções Necessárias A seguir, serão detalhadas as intervenções, modificações e ampliações que compõem a Primeira Etapa de Implantação:
  • 35.
    1. Desapropriações referentesà ampliação da pista de pouso para 2.400 m e abrangência da Curva de Ruído I (DAESP e Prefeitura de Ribeirão Preto);2. Adequação do Sistema de Pistas e Pátios (DAESP);- Ampliação, alargamento e reforço da pista de pouso para 2.400 x 45 m, com PCN 64 e do balizamento noturno e relocação do VASIS;- Ampliação da pista de rolamento B, acompanhando o aumento da pista de pouso (acesso à cabeceira 36);- Reforço da pista de rolamento de acesso ao Pátio nº 2 com PCN 64;- Ampliação e reforço da área em concreto de cimento do Pátio nº 2 com PCN 56 para o estacionamento simultâneo de dois MD11 F;- Ampliação da área em concreto asfáltico do Pátio nº 2, a dimensão total deverá ser 150x140 m (profundidade x largura);- Retificação e deslocamento de trecho da pista de rolamento para acesso aos atuais Hangares - Construção de pista de rolamento para acesso a nova área de hangares da Aviação Geral;- Construção da ligação da via de serviço entre os Pátios nº 1 e nº 2;- Construção do heliponto para helicópteros até 5.000 Kg e pistas de acesso;
  • 36.
    3. Construção devias públicas periféricas à área patrimonial do Aeroporto (Prefeitura de Ribeirão Preto e DAESP);4. Construção da Passagem Inferior na Av. Thomaz Alberto Whately (Prefeitura de Ribeirão Preto e DAESP);5. Construção do primeiro módulo do novo edifício do Terminal de Passageiros (DAESP);6. Construção de módulo da Seção Contra Incêndio e acessos (DAESP);7. Construção de trecho do sistema viário de acesso ao Terminal de Passageiros (DAESP);
  • 37.
    8. Construção deacesso ao Radar, ao Terminal de Cargas e aos futuros lotes comerciais/operacionais (DAESP);9. Implantação por etapas do sistema de acesso terrestre aos novos hangares a partir do cruzamento da Rua Bélgica e Rua Barretos (DAESP);10. Construção das edificações e instalação do Radar (INFRAERO);11. Construção da Torre de Controle e relocação do Jardim Meteorológico (Infraero);12. Construção do Terminal de Cargas Internacional (TEAD Brasil);13. Relocação e ampliação do estacionamento de veículos, respeitando o traçado do futuro sistema viário (Concessionário);14. Construção da nova rede de energia em alta tensão a partir da Av Thomaz AlbertoWhately, margeando o Sistema Viário (Concessionário de Energia);15. Modificação do traçado da alimentação de água potável a partir da Rua Barretos. Implantação definitiva da caixa d’água, cisterna e poço artesiano na área da Central de Utilidades (DAESP);
  • 38.
    16. Construção daSubestação Principal na Central de Utilidades. Cada edificação deverá utilizar para alimentação de energia, subestações unitárias (DAESP);17. Início da implantação por etapas dos hangares em suas posições definitivas (Concessionários);18. Construção de novas instalações de Concessões Comerciais (Concessionários);19. Implantação de área para inspeção de aeronaves sujeitas a atos ilícitos (DAESP).
  • 41.
    Com a conclusão da Primeira Etapa de Implantação, as condições operacionais resultantes, a ampliação da área patrimonial, permitirão ao aeroporto:Melhoria da segurança operacional;O inicio das operações das aeronaves cargueiras de grande porte;A implantação de seis novos hangares da Aviação Geral ou a relocação de mesmo número de hangares existentes; A implantação de novas concessões comerciais; O aumento das receitas operacionais e comerciais; A melhoria no relacionamento urbano.
  • 44.
    São indicados comofatores críticos o ruído gerado pelas aeronaves e a falta de área para a ampliação da pista de pouso. Costa literalmente neste estudo de Planejamento: “Dado ao nível de infra-estrutura já implantada e a excelência de sua localização em relação a região, é fundamental que a sua manutenção, através da desapropriação dos loteamentos vizinhos ainda não ocupados e ampliação da área patrimonial, implique na imediata realização de Plano de Desenvolvimento e Estudo Detalhado de Relacionamento Urbano, com enfoque especial sobre a formulação de alternativas para os conjuntos habitacionais existentes na cabeceira 18 e análise do congestionamento do acesso previsto a médio prazo.”