Memorial do Convento
Sofia Alexandra Nunes
Número 19
12ºA
II Capitulo
Agrupamento de Escolas de Golegã, Azinhaga e
Pombalinho
Sede: Escola B.2,3/S Mestre Martins Correia
Acontecimentos:
• Os milagres conseguidos pelos franciscanos: ​
1- História de Frei Miguel da Anunciação
2- História de Santo António​
• Roubo e recuperação das lâmpadas do Convento de
S. Francisco​
• Desejo dos franciscanos (desde 1624) da construção do
Convento de Mafra​
Os Milagres
O Capítulo II da obra “Memorial do Convento” começa
com a referência a Portugal como sendo um país bem
servido de milagres e a conceção da rainha (se
ocorresse) seria vista como mais um entre os vários
milagres tradicionalmente relacionados à ordem de São
Francisco. Diz-se que frei Miguel da Anunciação, mesmo
depois de morto, conservara o seu corpo intacto durante
dias, atraindo, desde então, uma grande quantidade de
devotos para a sua igreja, tendo sido dito que nessa
mesma igreja foi dada vista a cegos e pés a mancos.
Os Milagres
Um outro milagre está relacionado com
Santo António, uma vez que num certo
dia, a sua imagem que vigiava uma
igreja franciscana, moveu-se até uma
janela pela qual ladrões tentavam
entrar, pregando-lhes assim um grande
susto. O que se encontrava mais alto
na escada caiu no chão, desamparado,
tendo sido socorrido por fiéis, com os
quais acabou por se recuperar,
tornando-se um homem são, salvo e
arrependido.
Roubo das lâmpadas
O principal caso do capítulo é o do furto de
três lâmpadas de prata do convento de S.
Francisco de Xabregas, onde os ladrões
entraram pela clarabóia. Os frades
perceberam que faltava as lâmpadas, uma
vez que ouviram as correntes, onde estas
estavam penduradas, a oscilar, o que
indicava que o crime era recente. Assim,
esperando que os ladrões estivessem por
perto, saíram em patrulhas pelas estradas,
enquanto que outros, desconfiados de que
os ladrões pudessem estar ainda
escondidos na igreja, deram a volta,
percorreram-na e só nessa altura viram que
no altar de Santo António, rico em prata,
nada havia sido mexido.
O frade, com toda aquela
preocupação e irritação, culpou
Santo António por ter deixado
ali passar alguém, sem que
nada lhe tirasse. Assim, o frade
deixou o Menino como seu
“fiador", até que o santo se
dignasse a devolver as
lâmpadas.
Recuperação das lâmpadas
Desta forma, voltaram as
lâmpadas a S. Francisco de
Xabregas, e o responsável não
foi descoberto.
Na portaria do Convento apareceu um
estudante que revelou que as lâmpadas
estavam no Mosteiro da Cotovia, dos padres
da Companhia de Jesus. Devido a esta
revelação os frades desconfiaram que o tal
estudante, apesar de querer ser padre, era o
responsável do furto e que, arrependido,
deixou lá as lâmpadas, por não ter coragem
de as devolver pessoalmente.
Ordem franciscana
Ordem religiosa fundada
por São Francisco de Assis
em Itália em 1209.
Princípios Franciscanos:
• Humildade significa acolhida para
escutar;
• Simplicidade é o valor de quem
sabe colocar tudo em comum, é a
coragem da partilha;
• Justiça é transparência,
castidade, verdade. É revelar o
melhor de si.

Memorial do Convento - Cap. II

  • 1.
    Memorial do Convento SofiaAlexandra Nunes Número 19 12ºA II Capitulo Agrupamento de Escolas de Golegã, Azinhaga e Pombalinho Sede: Escola B.2,3/S Mestre Martins Correia
  • 2.
    Acontecimentos: • Os milagresconseguidos pelos franciscanos: ​ 1- História de Frei Miguel da Anunciação 2- História de Santo António​ • Roubo e recuperação das lâmpadas do Convento de S. Francisco​ • Desejo dos franciscanos (desde 1624) da construção do Convento de Mafra​
  • 3.
    Os Milagres O CapítuloII da obra “Memorial do Convento” começa com a referência a Portugal como sendo um país bem servido de milagres e a conceção da rainha (se ocorresse) seria vista como mais um entre os vários milagres tradicionalmente relacionados à ordem de São Francisco. Diz-se que frei Miguel da Anunciação, mesmo depois de morto, conservara o seu corpo intacto durante dias, atraindo, desde então, uma grande quantidade de devotos para a sua igreja, tendo sido dito que nessa mesma igreja foi dada vista a cegos e pés a mancos.
  • 4.
    Os Milagres Um outromilagre está relacionado com Santo António, uma vez que num certo dia, a sua imagem que vigiava uma igreja franciscana, moveu-se até uma janela pela qual ladrões tentavam entrar, pregando-lhes assim um grande susto. O que se encontrava mais alto na escada caiu no chão, desamparado, tendo sido socorrido por fiéis, com os quais acabou por se recuperar, tornando-se um homem são, salvo e arrependido.
  • 5.
    Roubo das lâmpadas Oprincipal caso do capítulo é o do furto de três lâmpadas de prata do convento de S. Francisco de Xabregas, onde os ladrões entraram pela clarabóia. Os frades perceberam que faltava as lâmpadas, uma vez que ouviram as correntes, onde estas estavam penduradas, a oscilar, o que indicava que o crime era recente. Assim, esperando que os ladrões estivessem por perto, saíram em patrulhas pelas estradas, enquanto que outros, desconfiados de que os ladrões pudessem estar ainda escondidos na igreja, deram a volta, percorreram-na e só nessa altura viram que no altar de Santo António, rico em prata, nada havia sido mexido. O frade, com toda aquela preocupação e irritação, culpou Santo António por ter deixado ali passar alguém, sem que nada lhe tirasse. Assim, o frade deixou o Menino como seu “fiador", até que o santo se dignasse a devolver as lâmpadas.
  • 6.
    Recuperação das lâmpadas Destaforma, voltaram as lâmpadas a S. Francisco de Xabregas, e o responsável não foi descoberto. Na portaria do Convento apareceu um estudante que revelou que as lâmpadas estavam no Mosteiro da Cotovia, dos padres da Companhia de Jesus. Devido a esta revelação os frades desconfiaram que o tal estudante, apesar de querer ser padre, era o responsável do furto e que, arrependido, deixou lá as lâmpadas, por não ter coragem de as devolver pessoalmente.
  • 7.
    Ordem franciscana Ordem religiosafundada por São Francisco de Assis em Itália em 1209. Princípios Franciscanos: • Humildade significa acolhida para escutar; • Simplicidade é o valor de quem sabe colocar tudo em comum, é a coragem da partilha; • Justiça é transparência, castidade, verdade. É revelar o melhor de si.