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"E abençoou-o e disse: Bendito seja Abrão
do Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e
da terra. "Gênesis 14.19
A bênção de Melquisedeque não se
limitou a Abraão, mas alcança todos os
que recebem Jesus Cristo como sacerdote
eterno.
Gênesis 14.12-20
12 - Também tomaram a Ló, que habitava em
Sodoma, filho do irmão de Abrão, e a sua fazenda e
foram-se.
3 - Então, veio um que escapara e o contou a Abrão,
o hebreu; ele habitava junto dos carvalhais de
Manre, o amorreu, irmão de Escol e irmão de Aner;
eles eram confederados de Abrão.
14 - Ouvindo, pois, Abrão que o seu irmão estava
preso, armou os seus criados, nascidos em sua casa,
trezentos e dezoito, e os perseguiu até Dã.
15 - E dividiu-se contra eles de noite, ele e os seus
criados, e os feriu, e os perseguiu até Hobá, que fica
à esquerda de Damasco.
16 - E tornou a trazer toda a fazenda e tornou a
trazer também a Ló, seu irmão, e a sua fazenda, e
também as mulheres, e o povo.
17 - E o rei de Sodoma saiu-lhes ao encontro (depois
que voltou de ferir a Quedorlaomer e aos reis que
estavam com ele) no vale de Savé, que é o vale do
Rei.
19 - E abençoou-o e disse: Bendito seja Abrão do
Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra;
20 - e bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os
teus inimigos nas tuas mãos. E deu lhe o dízimo de
tudo.
A história de
Melquisedeque é tão
breve que o autor
sagrado pôde narrá-la
em apenas três
versículos (Gn 14.18-20).
Aliás, nem biografia
possui o misterioso
homem. Sabemos
apenas que ele era rei
de Salém e sacerdote do
Deus Altíssimo.
Se a história é pequena, a teologia é grande. A
importância de Melquisedeque faz-se plena com a
encarnação de Cristo que, desde o Calvário, exerce o
seu sacerdócio junto ao Pai.
O rei de Salém entra em cena, quando sai ao encontro
de Abraão, que vinha de uma renhida batalha para
libertar a Ló, seu sobrinho. E ali na antiga Jerusalém,
abençoa no patriarca toda a nação israelita. Nesta
bênção, você também foi incluído.
Uma história sem biografia. Assim podemos definir a
aparição de Melquisedeque no relato do Gênesis.
1. Rei de Jerusalém. A antiga Salém, cujo nome em
hebraico significa paz, é identificada com a Jerusalém
atual. O objetivo deste reino era promover a paz
através da justiça divina, já que o nome de
Melquisedeque traz este glorioso significado: rei de
justiça (Hb 7.2).
Portanto, sua função era difundir o conhecimento
divino em toda aquela região, pois Israel ainda não
existia como o povo sacerdotal e profético do Senhor.
2. Sacerdote do Deus
Altíssimo. Melquisedeq
ue foi o primeiro
personagem da História
Sagrada a receber o
título de sacerdote. É
claro que, desde o
princípio, houve ações
sacerdotais. Haja vista
o oferecimento que
Abel fez ao Senhor
(Gn 4.4).
No texto bíblico, ele é identificado como sacerdote do
Deus Altíssimo (Gn 14.18). Ao contrário do ofício de
Arão, cuja continuidade era assegurada
hereditariamente, o de Melquisedeque é eterno. Com
um único sacrifício, o seu ministério plenificou-se.
Sim, com a morte de Cristo foi-nos garantida eterna
redenção perante Deus (Hb 7.23-28).
3. Figura de Jesus. Filho do homem, Jesus tem uma
genealogia que, em Mateus, remonta a Abraão (Mt
1.1,2), e, em Lucas, vai até ao próprio Deus (Lc 3.38).
Mas, como Filho de Deus, Ele é eterno: não possui
genealogia (Jo 1.1-3). Nesse sentido, Melquisedeque
é uma figura perfeita de Cristo (Hb 7.1-6).
Isso não significa que Melquisedeque fosse eterno, ou
uma pré-encarnação de Jesus Cristo. O que o autor
sagrado diz é que este personagem, apesar de sua
importância, não possui uma biografia escrita. Moisés
foi inspirado a não registrar-lhe o nome dos pais, a
idade, a procedência, nem o dia de sua morte.
Abraão era tão gentio quanto eu e você, quando Deus
o chamou a formar o povo escolhido (Dt 26.5). No
entanto, pela fé, tornou-se pai da nação hebreia e de
todos os que creem.
1. O pai da nação hebraica. Deus precisava de uma
nação, através da qual pudesse redimir a
humanidade, segundo anunciara a Adão e Eva (Gn
3.15). Esta nação teria de vir da linhagem de Sem, o
filho mais velho de Noé (Gn 9.26,27). E, como todos
sabemos, Abraão era semita. Sua escolha evidenciou-
se por uma fé inabalável em Deus (Rm 4.3).
Nele seriam abençoadas todas as nações da terra,
com a proclamação do Evangelho de Cristo (Gn 12.3).
Afinal, Jesus, segundo a carne, veio da descendência
de Abraão (Mt 1.1).
A missão da família hebreia, portanto, era
testemunhar ao mundo acerca do amor, da justiça e
da Palavra de Deus (Rm 9.4,5). Apesar da aparente
falha de Israel, sua missão foi plenamente cumprida,
pois a salvação chegou-nos por intermédio dos judeus
(Jo 4.22).
2. O pai dos crentes. Quando chamado por Deus, o
gentio Abraão creu e, sem demora, aceitou-lhe a
ordem. Imediatamente foi justificado (Gn 15.6). A
partir daquele momento, passou a ser visto pelo
Senhor como se jamais tivesse cometido qualquer
falha: um homem justo e perfeito. Enfim, um amigo
de Deus (Is 41.8
Por esse motivo, todos os que creem em Deus, à
semelhança de Abraão, são tidos como seus filhos na
fé (Gl 3.7).
Por causa da captura de Ló por Quedorlaomer, rei de
Elão, o patriarca viu-se obrigado a formar um exército
para libertar o sobrinho (Gn 14.14). Na volta, já
vitorioso, é recebido por Melquisedeque.
1. Objetivo da visita.
Depois de uma vitória tão
decisiva, Abraão, já nas
imediações de Salém,
agradece a Deus ao ser
recepcionado por
Melquisedeque. O maior
recebe o menor (Hb 7.7). O
patriarca sabia muito bem
que estava diante do
sacerdote do Deus
Altíssimo.
Por isso, reverencia-o com os dízimos de seus bens
pessoais e não dos despojos de guerra, já que se
recusou a recebê-los (Gn 14.20). Verdadeira adoração
e serviço a Deus. Que exemplo para nós.
2. A autoridade de
Melquisedeque.
Por intermédio de
Abraão, toda a
nação hebreia
reverenciou
Melquisedeque, até
mesmo os
sacerdotes da tribo
de Levi, que sequer
haviam nascido
(Hb 7.9).
Ora, se o sacerdócio levítico era temporário, o de
Melquisedeque não podia ser interrompido pela
morte, pois é eterno. Um sacerdócio, aliás, que
haveria de ser exercido por Cristo (Sl 110.4).
3. A simbologia da visita. Melquisedeque, ao trazer
pão e vinho a Abraão, abençoa-o: "Bendito seja Abrão
do Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra; e
bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus
inimigos nas tuas mãos" (Gn 14.19,20). O que poderia
redundar numa derrota ao patriarca transforma-se
num momento de triunfo. Seu pequenino exército
dispersou as poderosas forças de Quedorlaomer.
No pão e vinho que Melquisedeque trouxera a Abraão
estava a simbologia da morte de Jesus Cristo, o
Cordeiro Imaculado. Mais tarde, o Filho de Deus
servirá uma refeição semelhante aos seus discípulos
(Mt 26.26-30). Com a morte do Filho de Deus
cumpria-se o sacerdócio de Melquisedeque.
Em Abraão, todos os que cremos em Cristo fomos
alcançados com a bênção de Melquisedeque. Hoje,
temos o Senhor Jesus que, junto ao Pai, intercede por
nós, conforme escreve o apóstolo João: "Meus
filhinhos, estas coisas vos escrevo para que não
pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado
para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo.
E ele é a propiciação pelos nossos pecados e não
somente pelos nossos, mas também pelos de todo o
mundo" (1 Jo 2.1,2).

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Melquiseque Abençoa Abraão

  • 1.
  • 2. "E abençoou-o e disse: Bendito seja Abrão do Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra. "Gênesis 14.19
  • 3. A bênção de Melquisedeque não se limitou a Abraão, mas alcança todos os que recebem Jesus Cristo como sacerdote eterno.
  • 4. Gênesis 14.12-20 12 - Também tomaram a Ló, que habitava em Sodoma, filho do irmão de Abrão, e a sua fazenda e foram-se. 3 - Então, veio um que escapara e o contou a Abrão, o hebreu; ele habitava junto dos carvalhais de Manre, o amorreu, irmão de Escol e irmão de Aner; eles eram confederados de Abrão. 14 - Ouvindo, pois, Abrão que o seu irmão estava preso, armou os seus criados, nascidos em sua casa, trezentos e dezoito, e os perseguiu até Dã.
  • 5. 15 - E dividiu-se contra eles de noite, ele e os seus criados, e os feriu, e os perseguiu até Hobá, que fica à esquerda de Damasco. 16 - E tornou a trazer toda a fazenda e tornou a trazer também a Ló, seu irmão, e a sua fazenda, e também as mulheres, e o povo. 17 - E o rei de Sodoma saiu-lhes ao encontro (depois que voltou de ferir a Quedorlaomer e aos reis que estavam com ele) no vale de Savé, que é o vale do Rei.
  • 6. 19 - E abençoou-o e disse: Bendito seja Abrão do Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra; 20 - e bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos. E deu lhe o dízimo de tudo.
  • 7. A história de Melquisedeque é tão breve que o autor sagrado pôde narrá-la em apenas três versículos (Gn 14.18-20). Aliás, nem biografia possui o misterioso homem. Sabemos apenas que ele era rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo.
  • 8. Se a história é pequena, a teologia é grande. A importância de Melquisedeque faz-se plena com a encarnação de Cristo que, desde o Calvário, exerce o seu sacerdócio junto ao Pai.
  • 9. O rei de Salém entra em cena, quando sai ao encontro de Abraão, que vinha de uma renhida batalha para libertar a Ló, seu sobrinho. E ali na antiga Jerusalém, abençoa no patriarca toda a nação israelita. Nesta bênção, você também foi incluído.
  • 10. Uma história sem biografia. Assim podemos definir a aparição de Melquisedeque no relato do Gênesis.
  • 11. 1. Rei de Jerusalém. A antiga Salém, cujo nome em hebraico significa paz, é identificada com a Jerusalém atual. O objetivo deste reino era promover a paz através da justiça divina, já que o nome de Melquisedeque traz este glorioso significado: rei de justiça (Hb 7.2).
  • 12. Portanto, sua função era difundir o conhecimento divino em toda aquela região, pois Israel ainda não existia como o povo sacerdotal e profético do Senhor.
  • 13. 2. Sacerdote do Deus Altíssimo. Melquisedeq ue foi o primeiro personagem da História Sagrada a receber o título de sacerdote. É claro que, desde o princípio, houve ações sacerdotais. Haja vista o oferecimento que Abel fez ao Senhor (Gn 4.4).
  • 14. No texto bíblico, ele é identificado como sacerdote do Deus Altíssimo (Gn 14.18). Ao contrário do ofício de Arão, cuja continuidade era assegurada hereditariamente, o de Melquisedeque é eterno. Com um único sacrifício, o seu ministério plenificou-se. Sim, com a morte de Cristo foi-nos garantida eterna redenção perante Deus (Hb 7.23-28).
  • 15. 3. Figura de Jesus. Filho do homem, Jesus tem uma genealogia que, em Mateus, remonta a Abraão (Mt 1.1,2), e, em Lucas, vai até ao próprio Deus (Lc 3.38). Mas, como Filho de Deus, Ele é eterno: não possui genealogia (Jo 1.1-3). Nesse sentido, Melquisedeque é uma figura perfeita de Cristo (Hb 7.1-6).
  • 16. Isso não significa que Melquisedeque fosse eterno, ou uma pré-encarnação de Jesus Cristo. O que o autor sagrado diz é que este personagem, apesar de sua importância, não possui uma biografia escrita. Moisés foi inspirado a não registrar-lhe o nome dos pais, a idade, a procedência, nem o dia de sua morte.
  • 17. Abraão era tão gentio quanto eu e você, quando Deus o chamou a formar o povo escolhido (Dt 26.5). No entanto, pela fé, tornou-se pai da nação hebreia e de todos os que creem.
  • 18. 1. O pai da nação hebraica. Deus precisava de uma nação, através da qual pudesse redimir a humanidade, segundo anunciara a Adão e Eva (Gn 3.15). Esta nação teria de vir da linhagem de Sem, o filho mais velho de Noé (Gn 9.26,27). E, como todos sabemos, Abraão era semita. Sua escolha evidenciou- se por uma fé inabalável em Deus (Rm 4.3).
  • 19. Nele seriam abençoadas todas as nações da terra, com a proclamação do Evangelho de Cristo (Gn 12.3). Afinal, Jesus, segundo a carne, veio da descendência de Abraão (Mt 1.1).
  • 20. A missão da família hebreia, portanto, era testemunhar ao mundo acerca do amor, da justiça e da Palavra de Deus (Rm 9.4,5). Apesar da aparente falha de Israel, sua missão foi plenamente cumprida, pois a salvação chegou-nos por intermédio dos judeus (Jo 4.22).
  • 21. 2. O pai dos crentes. Quando chamado por Deus, o gentio Abraão creu e, sem demora, aceitou-lhe a ordem. Imediatamente foi justificado (Gn 15.6). A partir daquele momento, passou a ser visto pelo Senhor como se jamais tivesse cometido qualquer falha: um homem justo e perfeito. Enfim, um amigo de Deus (Is 41.8
  • 22. Por esse motivo, todos os que creem em Deus, à semelhança de Abraão, são tidos como seus filhos na fé (Gl 3.7).
  • 23. Por causa da captura de Ló por Quedorlaomer, rei de Elão, o patriarca viu-se obrigado a formar um exército para libertar o sobrinho (Gn 14.14). Na volta, já vitorioso, é recebido por Melquisedeque.
  • 24. 1. Objetivo da visita. Depois de uma vitória tão decisiva, Abraão, já nas imediações de Salém, agradece a Deus ao ser recepcionado por Melquisedeque. O maior recebe o menor (Hb 7.7). O patriarca sabia muito bem que estava diante do sacerdote do Deus Altíssimo.
  • 25. Por isso, reverencia-o com os dízimos de seus bens pessoais e não dos despojos de guerra, já que se recusou a recebê-los (Gn 14.20). Verdadeira adoração e serviço a Deus. Que exemplo para nós.
  • 26. 2. A autoridade de Melquisedeque. Por intermédio de Abraão, toda a nação hebreia reverenciou Melquisedeque, até mesmo os sacerdotes da tribo de Levi, que sequer haviam nascido (Hb 7.9).
  • 27. Ora, se o sacerdócio levítico era temporário, o de Melquisedeque não podia ser interrompido pela morte, pois é eterno. Um sacerdócio, aliás, que haveria de ser exercido por Cristo (Sl 110.4).
  • 28. 3. A simbologia da visita. Melquisedeque, ao trazer pão e vinho a Abraão, abençoa-o: "Bendito seja Abrão do Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra; e bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos" (Gn 14.19,20). O que poderia redundar numa derrota ao patriarca transforma-se num momento de triunfo. Seu pequenino exército dispersou as poderosas forças de Quedorlaomer.
  • 29. No pão e vinho que Melquisedeque trouxera a Abraão estava a simbologia da morte de Jesus Cristo, o Cordeiro Imaculado. Mais tarde, o Filho de Deus servirá uma refeição semelhante aos seus discípulos (Mt 26.26-30). Com a morte do Filho de Deus cumpria-se o sacerdócio de Melquisedeque.
  • 30. Em Abraão, todos os que cremos em Cristo fomos alcançados com a bênção de Melquisedeque. Hoje, temos o Senhor Jesus que, junto ao Pai, intercede por nós, conforme escreve o apóstolo João: "Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo.
  • 31. E ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo" (1 Jo 2.1,2).