SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 45
Meios de Graça na Igreja
Quais as diversas atividades da igreja que Deus
usa para nos dispensar bênçãos?
O que perdemos se deixamos de participar de
uma igreja?
Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns.
Assim como cada um de nós tem um corpo com muitos
membros e esses membros não exercem todos a
mesma função, assim também em Cristo nós, que
somos muitos, formamos um corpo, e cada membro
está ligado a todos os outros.
Romanos 12. 4-5.
Igreja – Definição
AT NT
Do hebraico
qªhal
Do grego
ekklÂsia
Assembléia Assembléia
Sl 22.22 Ef 2.14
Grande “nuvem
de testemunhas”
Feitos “um”
Membros da
“família de Deus”
Algumas expressões
Bíblicas
Igreja – Características
A igreja é invisível,
ainda que visível
Hb 12.23;
2Tm 2.19
A igreja é local e
universal
1Co 1.2;
2Co 1.1;
1Ts 1.1;
Ef 5.25;
1Co 12.28
Igreja – Metáforas
 Família - 1Tm 5.1-2; Ef 3.14; 2Co 6.18; Mt 12.49-50
 Noiva - Ef 5.32; 2Co 11.2
 Ramos de uma videira - Jo 15.5
 Oliveira - Rm 11.17-24
 Lavoura -1Co 3.6-9
 Edifício -1Co 3.9
 Colheita - Mt 13.1-30; Jo 4.35
 Templo - 1Pe 2. 4-8
 Grupo de sacerdotes -1Pe 2.5
 Casa de Deus - Hb 3.3-6
 Coluna e baluarte da verdade - Tm 3.15
 Corpo de Cristo - 1Co 12.12-27
 Corpo humano - 1Co 12.16-17
 Parte do corpo de Cristo - Ef 1.22-23; 4.15-16; Cl 2.19
Metáfora é uma
figura de linguagem
utilizada para
representar algo.
Os Propósitos da Igreja
Ministério com relação aos cristãos:
Edificar
Cl 1.28; Ef 4.12-13; Cl 1.28
Ministério com relação ao mundo:
Evangelização e Misericórdia
Mt 28.19; At 11.29; 2Co 8.4; 1Jo 3.17; Lc 6.35-36; 4.40
Pureza e Unidade na Igreja
Pureza da igreja é o seu grau de isenção de
conduta errôneas e o seu grau de
conformidade com a vontade de Deus
revelada à igreja. Wayne Grudem
Sinais de Uma Igreja Pura
 Doutrina bíblica (ou pregação correta da Palavra)
 Uso adequado dos sacramentos (ou ordenanças)
 Aplicação correta da disciplina eclesiástica
 Adoração genuína
 Oração eficaz
 Testemunho eficaz
 Comunhão eficaz
 Governo eclesiástico bíblico
 Poder espiritual no ministério
 Santidade de vida entre os membros
 Cuidado pelos pobres
 Amor por Cristo
O Ensino do NT Sobre a Unidade na Igreja
Jo 10.16; 17.21-23; 1Co 1.10-13; Fp 2.2; Ef 4.3-13; 1Co 10.17;
1Co 12.12-26; Rm 16.17-18; Gl 2.11-14; 5.20-21;
Jd 19; 2Co 6.17; 2Tm 3.5; Mt 18.17; 1Co 5.11-13; Gl 2.7;
At 15.39-40
Prováveis Motivos Para as Divisões na Igreja
Razões válidas Razões inválidas
Razões doutrinárias
1Co 5.11-13; 2Ts 3.14-15; Tt
3.10-11; Ap 2.14-15; Lc 9.50;
11.23
Ambição
Razões de consciência
2Co 6.14; Lc 9.50; 3Jo 7; At
5.29; Dn 3.18; 6.10
Orgulho pessoal
Considerações práticas Diferenças menores
O Poder da Igreja
A
batalha
espiritual
As armas da igreja: oração, adoração, autoridade
para repreender forças demoníacas, as palavras das
Escrituras, fé e retidão por parte dos membros da
igreja. 2Co 10.3-4; Ef 6.10-18; Rm 10.17
As
chaves
do reino
Capacidade de admitir pessoas no reino através da
pregação do evangelho como autoridade de exercer
disciplina na igreja. Mt 18.17-18; Rm 1.32; 2.16;
Rm 3.4-8; 9.20
A Igreja e
o Estado
Separação e esferas diferentes. Jo 18.36; Rm 13.1-7;
Lc 9.54-55; Jo 3.17
Os Meios da Graça
O ensino da Palavra - Rm 1.16; 1Co 1.24; Tg 1.18
 O batismo - Rm 6.2-5; Cl 2.12; At 2.38; Cl 2.12
 A oração uns pelos outros - At 4.24-30; Ef 6.18
 A adoração - Jo 4.23-24; Fp 3.3; At 13.2
O ensino da Palavra
Mesmo antes de as pessoas se tomarem
cristãs, o ensino e a pregação da Palavra
lhes dispensam a graça de Deus, pois esse
é o instrumento que Deus usa para lhes
conceder a vida espiritual e levá-las à
salvação. Diz Paulo que o evangelho é o
"poder de Deus para a salvação" (Rm 1.16)
e que a pregação de Cristo é "poder de
Deus e sabedoria de Deus" (ICo 1.24).
O ensino da Palavra
A Palavra escrita de Deus, a Bíblia, pode "tornar-te sábio para
a salvação pela fé em Cristo Jesus" - 2Tm 3.15
"Fostes regenerados não de semente corruptível, mas de
incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é
permanente" - IPe 1.23.
Deus nos fez nascer de novo ou "nos gerou pela
palavra da verdade" - Tg 1.18.
O ensino da Palavra
Numa sociedade ímpia, as Escrituras nos dão sabedoria e
orientação, como "uma candeia que brilha em lugar tenebroso"
(2Pe 1.19)
A Palavra de Deus que nos convence do pecado e nos leva à
justiça, pois é "útil para o ensino, para a repreensão, para a
correção, para a educação na justiça" (2Tm 3.16).
A Palavra dá direção e orientação como "lâmpada" para os
nossos pés e "luz" para os nossos caminhos (SI 119.105).
A Palavra de Deus não é fraca nem impotente para
cumprir esses objetivos, pois nos fala com o poder de
Deus e realiza os propósitos de Deus. Diz o Senhor:
Porque, assim como descem a chuva e a neve dos céus e para lá
não tornam, sem que primeiro reguem a terra, e a fecundem, e a
façam brotar, para dar semente ao semeador e pão ao que come,
assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim
vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a
designei – Is 55.10-11.
O ensino da Palavra
A Palavra de Deus não é fraca, mas vem
acompanhada do próprio poder divino: "Não é a
minha palavra fogo, diz o Senhor, e martelo que
esmiuça a penha?" (Jr 23.29).
De tão aguda e potente, é a "espada do Espírito" (Ef
6.17), e é tão eficaz ao abordar as necessidades das pessoas
que o autor de Hebreus chega a dizer: "A palavra de Deus é
viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de
dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e
espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os
pensamentos e propósitos do coração" (Hb 4.12).
O ensino da Palavra
O crescimento e a força da igreja estão de tal forma
ligados à regência da Palavra de Deus na vida das
pessoas que mais de uma vez o livro de Atos chega a
igualar o crescimento da igreja ao crescimento da
Palavra de Deus:
"Crescia a palavra de Deus, e, em Jerusalém, se
multiplicava o número dos discípulos" (At 6.7);
"Entretanto, a palavra do Senhor crescia e se
multiplicava''(At 12.24); "E divulgava-se a palavra do
Senhor por toda aquela região" (At 13.49).
O ensino da Palavra
O Batismo
A palavra grega baptizo
significa “mergulhar,
afundar, imergir” algo na
água. O sentido “imergir” é
adequado e provavelmente
exigido para a palavra nos
vários textos do Novo
Testamento.
Perguntas Pertinentes ao Batismo
Quem pode ser
batizado?
O modelo revelado em vários
textos do Novo Testamento
mostra que somente os que fazem
uma profissão de fé digna de
crédito devem ser batizados.
At 2.41; 8.12; 10.44-48;
At 16.14-33; Gl 3.27
Perguntas Pertinentes ao Batismo
Qual o efeito
do batismo?
A bênção do favor de Deus que vem
juntamente com toda obediência, bem
como com a alegria que vem pela
pública profissão de fé de alguém, e a
segurança de haver representado um
quadro físico claro da morte e
ressurreição com Cristo e da
purificação dos pecados.
Perguntas Pertinentes ao Batismo
O batismo é
necessário?
Embora reconheçamos que Jesus
ordenou o batismo à semelhança do
que fizeram os apóstolos não
devemos dizer que o batismo seja
necessário para a salvação.
Mt 28.19; At 2.38; Gl 5.1-12;
Lc 23.43; Hb 9.17; Jo 19.32-33
A Ceia do Senhor
A ceia do Senhor aponta para uma
refeição de comunhão mais
maravilhosa na presença de Deus, no
futuro, quando a comunhão do Éden
será restaurada e haverá então uma
alegria ainda maior, porque os que
comem na presença de Deus serão
pecadores perdoados, agora
confirmados em justiça, incapazes de
pecar outra vez.
Wayne Grudem
Mt 26.26-29;
1Co 11.23-25;
Êx 24.9-11;
Dt 14.23, 26;
Hb 10.1-4;
Mt 26.29;
Ap 19.9
Posições Sobre a Presença de Cristo na Ceia
Transubstanciação
Pão e o vinho tornam-se
realmente o corpo e o
sangue de Cristo.
Católicos
Presença mística
O corpo físico de Cristo
está presente “em, com e
sob” o pão da ceia do
Senhor.
Luteranos
Presença simbólica
O pão e o vinho
simbolizam o corpo e o
sangue de Cristo.
Demais protestantes
A Ceia do Senhor
Significado
A morte de Cristo - 1Co 11.26
A unidade dos cristãos - 1Co 10.17
Nossa participação nos benefícios da
morte de Cristo - Mt 26.26
Alimento espiritual - Jo 6.53-57
Para quais pessoas instituída a Ceia do Senhor?
Em resposta à pergunta, "para quem foi instituída a Ceia
do Senhor?
O Catecismo de Heidelberg ( 1563) diz: "Para
aqueles que estão verdadeiramente descontentes
consigo mesmos por seus pecados, e, todavia,
confiam que estes lhes são perdoados por amor
de Cristo, e que sua fraqueza subsistente é
coberta por sua paixão e morte; os quais também
desejam fortalecer cada vez mais a sua fé e
corrigir a sua vida”.
Desta afirmação o teólogo – Louis Berkhof na sua obra
“Teologia Sistemática” Nos da uma definição muito clara:
A Ceia do Senhor não foi instituída para todos os homens,
indiscriminadamente, nem mesmo para todos os que
acham espaço na Igreja visível de Cristo, mas unicamente
para os que se arrependem fervorosamente dos seus
pecados, confiam que estes foram cobertos pelo sangue
expiatório de Jesus Cristo, e estão desejosos de aumentar
sua fé e de crescer num viver verdadeiramente santo. Os
participantes da Ceia do Senhor têm que ser pecadores
arrependidos, prontos a admitir que, por si mesmos, estão
perdidos.
Devem ter uma fé viva em Jesus Cristo, de modo que,
para a sua redenção, confiam no sangue expiatório do
Salvador. Além disso, devem ter correta compreensão da
Ceia do Senhor, devem fazer correta avaliação dela,
devem discernir entre ela e as refeições comuns, e
devem fixar o fato de que o pão e o vinho são
lembranças do corpo e do sangue de Cristo. E,
finalmente, devem ter um santo desejo de crescimento
espiritual e de cada vez maior conformidade com a
imagem de Cristo.
A Ceia do Senhor
Bênçãos
Cristo afirma seu amor por mim
Cristo afirma que todas as bênçãos da
salvação estão reservadas para mim
Eu afirmo minha fé em Cristo
A Adoração
Adoração é a atividade de glorificar a Deus em sua
presença com nossa voz e com nosso coração.
Louis Berkhof
Cl 3.16; Is 2.2-4; 25.6-8; 49.22; 66.18-21; Jr 48.47; Jr
49.6, 39; Is 43.7; Ef 1.12; Ap 22.8-9; Is 48.11
As Consequências da Adoração Genuína
Alegramo-nos em
Deus
Sl 27.4; 16.11; 73.25;
84.1-2, 4, 10; At 2.46-
47; Lc 24.52-53;
Ap 4.8
Deus alegra-se em nós
Gn 1.31; Is 62.3-5; Sf 3.17
Aproximamo-nos de
Deus
Hb 9.1-7; 10.19-22;
12.18-24; Tg 4.8;
2Cr 5.13-14; Sl 22.3
As Consequências da Adoração Genuína
Deus ministra a nós
1Co 14.26; Cl 3.16; Ef
5.19; Hb 10.24-25; 1Pe
2.5; Hb 4.16; 2Co
3.18
Os inimigos do Senhor fogem
2Cr 20.21-22
Os descrentes sabem
que estão na presença
de Deus
1Co 14.23; 14.25; At 2.11;
1Co 14.23-25
Conclusão
A adoração é uma atividade espiritual e
precisa ser efetuada pelo poder do Espírito
Santo em nós.
Martyn Lloyd-Jones.
Jo 4.23-24; Lc 1.46-47; Jo 4.23; Is 6.3; Mt 14.33;
Hb 12.18-29; Jo 4.21-24; Hb 12.22-24; 1Tm 2.8;
1Jo 4.20; 1Pe 3.7; Hb 12.15; Mt 5.8
OS DESIGREJADOS
Afinal o que é um desigrejado?
DESIGREJADOS
Atos 2.46-47
Hebreus 10.25
Desigrejado a vários tipos de
desigrejados e um termo
muito amplo, e a vários tipos
de desigrejados.
Desigrejados é definido por
aqueles se dizem
evangélicos e não
frequentam igreja alguma.
DEFININDO OS DESIGREJADOS:
DESIGREJADOS É DEFINIDO POR
AQUELES SE DIZEM EVANGÉLICOS,
MAS POR CAUSA DE UMA DECEPÇÃO
NÃO FREQUENTAM IGREJA ALGUMA.
Pois o próprio Jesus afirmou que esta
Igreja cresceria entre:
Virgens prudentes e virgens néscias – Mt 25.1-13;
Ovelhas e bodes – Mt 25.31-34.
Joio e trigo – Mt 13.24-30;
DESIGREJADOS É DEFINIDO POR
AQUELES QUE AFIRMAM QUE
BASTA DOIS OU TRES REUNIDOS E
ALI ESTA A IGREJA.
DESIGREJADOS É DEFINIDO POR
AQUELES QUE TAMBÉM DE FORMA
CONCIENTEMENTE TEM AFRONTADO
E ATACADO A IGREJA COMO
INSTITUIÇÃO E O GOVERNO
ECLESIATICO.
DESIGREJADOS É DEFINIDO POR
AQUELES QUE TAMBÉM DE FORMA
CONCIENTEMENTE DESPREZÃO E NÃO
SE SUBMETEM A LIDERANÇA
CONSTITUÍDA POR DEUS.
DESIGREJADOS É DEFINIDO POR
AQUELES QUE TAMBÉM DE FORMA
CONCIENTEMENTE DESPREZÃO A
IGREJA ATUAL ALEGANDO QUE A
IGREJA ATUAL NÃO É MAIS PARECIDA
COM A IGREJA PRIMITIVA.
CONCLUSÃO:
Então e o seguinte entendendo pela
logica dos ensinos de Jesus e Paulino.
Congregar em casa sozinho tá errado.
Viver sem Igreja tá errado. Criticar a Igreja
organizada como se ela fosse à mãe de
todos os males esta errado é ingratidão e
desconhecer a historia da Igreja.
O que devemos todos fazer?
É reconhecer a necessidade de estarmos juntos,
juntos com nosso irmão estimularmos ao amor e
as boas obras e obedecer ao que nosso Senhor
Jesus nos ensinou em termos de membresia.
Edificar-nos mutualmente, termos nossos
mestres, que nos ensine a palavra de Deus,
contribuir para o funcionamento da comunidade.
E jamais deixarmos de nós congregarmos como e
costume de Alguns.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Bibliologia - Inspiração - Cânon das Escrituras Sagradas
Bibliologia - Inspiração - Cânon das Escrituras SagradasBibliologia - Inspiração - Cânon das Escrituras Sagradas
Bibliologia - Inspiração - Cânon das Escrituras SagradasErivelton Rodrigues Nunes
 
Curso de teologia IBADEP
Curso de teologia IBADEPCurso de teologia IBADEP
Curso de teologia IBADEPMoisés Sampaio
 
Introdução Bíblica
Introdução BíblicaIntrodução Bíblica
Introdução BíblicaViva a Igreja
 
Estudo 16 oração e jejum
Estudo 16   oração e jejumEstudo 16   oração e jejum
Estudo 16 oração e jejumJaed Gomes
 
A ordem no culto cristão
A ordem no culto cristãoA ordem no culto cristão
A ordem no culto cristãoElaine Marques
 
O BATISMO INFANTIL
O BATISMO INFANTIL O BATISMO INFANTIL
O BATISMO INFANTIL 11091961
 
IBADEP - ECLESIOLOGIA E MISSIOLOGIA
IBADEP - ECLESIOLOGIA E MISSIOLOGIAIBADEP - ECLESIOLOGIA E MISSIOLOGIA
IBADEP - ECLESIOLOGIA E MISSIOLOGIACoop. Fabio Silva
 
APOSTILA DISCIPULADO BASICO
APOSTILA DISCIPULADO BASICOAPOSTILA DISCIPULADO BASICO
APOSTILA DISCIPULADO BASICOBispoAlberto
 
EBD O TABERNÁCULO - Simbolos da Obra Redentora de Cristo
EBD O TABERNÁCULO - Simbolos da Obra Redentora de CristoEBD O TABERNÁCULO - Simbolos da Obra Redentora de Cristo
EBD O TABERNÁCULO - Simbolos da Obra Redentora de CristoAndré Ferreira
 
(01) apresentação aula 1 a bíblia
(01) apresentação aula 1 a bíblia(01) apresentação aula 1 a bíblia
(01) apresentação aula 1 a bíbliaGlauciaSlides
 
As Manifestações do Espírito Santo.
As Manifestações do Espírito Santo.As Manifestações do Espírito Santo.
As Manifestações do Espírito Santo.Márcio Martins
 
Profetas maiores e menores
Profetas maiores e menoresProfetas maiores e menores
Profetas maiores e menoresPaulo Ferreira
 

Mais procurados (20)

Bibliologia - Inspiração - Cânon das Escrituras Sagradas
Bibliologia - Inspiração - Cânon das Escrituras SagradasBibliologia - Inspiração - Cânon das Escrituras Sagradas
Bibliologia - Inspiração - Cânon das Escrituras Sagradas
 
Curso de teologia IBADEP
Curso de teologia IBADEPCurso de teologia IBADEP
Curso de teologia IBADEP
 
Introdução Bíblica
Introdução BíblicaIntrodução Bíblica
Introdução Bíblica
 
Estudo 16 oração e jejum
Estudo 16   oração e jejumEstudo 16   oração e jejum
Estudo 16 oração e jejum
 
A ordem no culto cristão
A ordem no culto cristãoA ordem no culto cristão
A ordem no culto cristão
 
O BATISMO INFANTIL
O BATISMO INFANTIL O BATISMO INFANTIL
O BATISMO INFANTIL
 
Bibliologia
BibliologiaBibliologia
Bibliologia
 
IBADEP - ECLESIOLOGIA E MISSIOLOGIA
IBADEP - ECLESIOLOGIA E MISSIOLOGIAIBADEP - ECLESIOLOGIA E MISSIOLOGIA
IBADEP - ECLESIOLOGIA E MISSIOLOGIA
 
APOSTILA DISCIPULADO BASICO
APOSTILA DISCIPULADO BASICOAPOSTILA DISCIPULADO BASICO
APOSTILA DISCIPULADO BASICO
 
Santificação
SantificaçãoSantificação
Santificação
 
O diaconato
O diaconatoO diaconato
O diaconato
 
EBD O TABERNÁCULO - Simbolos da Obra Redentora de Cristo
EBD O TABERNÁCULO - Simbolos da Obra Redentora de CristoEBD O TABERNÁCULO - Simbolos da Obra Redentora de Cristo
EBD O TABERNÁCULO - Simbolos da Obra Redentora de Cristo
 
Princípios do culto a Deus
Princípios do culto a DeusPrincípios do culto a Deus
Princípios do culto a Deus
 
(01) apresentação aula 1 a bíblia
(01) apresentação aula 1 a bíblia(01) apresentação aula 1 a bíblia
(01) apresentação aula 1 a bíblia
 
Introdução à sagrada escritura
Introdução à sagrada escrituraIntrodução à sagrada escritura
Introdução à sagrada escritura
 
Os Cinco Ministérios
Os Cinco MinistériosOs Cinco Ministérios
Os Cinco Ministérios
 
Culto e Liturgia
Culto e LiturgiaCulto e Liturgia
Culto e Liturgia
 
As Manifestações do Espírito Santo.
As Manifestações do Espírito Santo.As Manifestações do Espírito Santo.
As Manifestações do Espírito Santo.
 
Estudo biblia
Estudo bibliaEstudo biblia
Estudo biblia
 
Profetas maiores e menores
Profetas maiores e menoresProfetas maiores e menores
Profetas maiores e menores
 

Semelhante a Meios de graça na igreja

A ordem de deus bruce anstey
A ordem de deus   bruce ansteyA ordem de deus   bruce anstey
A ordem de deus bruce ansteyJessé Ferreira
 
Discernimento: a salvaguarda do reavivamento_Lição_original com textos_832013
Discernimento: a salvaguarda do reavivamento_Lição_original com textos_832013Discernimento: a salvaguarda do reavivamento_Lição_original com textos_832013
Discernimento: a salvaguarda do reavivamento_Lição_original com textos_832013Gerson G. Ramos
 
Apostila de dons espirituais
Apostila de dons espirituaisApostila de dons espirituais
Apostila de dons espirituaisRubens Bastos
 
Princípios para o crescimento e desenvolvimento na palavra 21.03.2016
Princípios para o crescimento e desenvolvimento na palavra   21.03.2016Princípios para o crescimento e desenvolvimento na palavra   21.03.2016
Princípios para o crescimento e desenvolvimento na palavra 21.03.2016Claudio Marcio
 
Palestra ministros palavra
Palestra ministros palavraPalestra ministros palavra
Palestra ministros palavraluciano
 
Escola de Profetas - Marcas da Autoridade Espiritual
Escola de Profetas - Marcas da Autoridade EspiritualEscola de Profetas - Marcas da Autoridade Espiritual
Escola de Profetas - Marcas da Autoridade EspiritualEvangelista Oliveira
 
Preparação para o Crisma.pptx
Preparação para o Crisma.pptxPreparação para o Crisma.pptx
Preparação para o Crisma.pptxAdão Silva
 
HISTÓRIA DO MINISTÉRIO PENTECOSTAL ROMPENDO EM FÉ
HISTÓRIA DO MINISTÉRIO PENTECOSTAL ROMPENDO EM FÉHISTÓRIA DO MINISTÉRIO PENTECOSTAL ROMPENDO EM FÉ
HISTÓRIA DO MINISTÉRIO PENTECOSTAL ROMPENDO EM FÉjoaquim2010_2011
 
EBD Revista Palavra e Vida: Aula 13: Sob a bênção divina
EBD Revista Palavra e Vida: Aula 13: Sob a bênção divinaEBD Revista Palavra e Vida: Aula 13: Sob a bênção divina
EBD Revista Palavra e Vida: Aula 13: Sob a bênção divinaAndre Nascimento
 
Administração eclesiástica
Administração eclesiásticaAdministração eclesiástica
Administração eclesiásticaSamuel Vieira
 
Lição 3 - A maravilhosa e inefável graça de deus
Lição 3 - A maravilhosa e inefável graça de deusLição 3 - A maravilhosa e inefável graça de deus
Lição 3 - A maravilhosa e inefável graça de deusErberson Pinheiro
 
Apostila 01 angelologia
Apostila 01   angelologiaApostila 01   angelologia
Apostila 01 angelologiaQueli Souza
 

Semelhante a Meios de graça na igreja (20)

Os meios da graça
Os meios da graçaOs meios da graça
Os meios da graça
 
A ordem de deus bruce anstey
A ordem de deus   bruce ansteyA ordem de deus   bruce anstey
A ordem de deus bruce anstey
 
Bruce anstey-a-ordem-de-deus
Bruce anstey-a-ordem-de-deusBruce anstey-a-ordem-de-deus
Bruce anstey-a-ordem-de-deus
 
Discernimento: a salvaguarda do reavivamento_Lição_original com textos_832013
Discernimento: a salvaguarda do reavivamento_Lição_original com textos_832013Discernimento: a salvaguarda do reavivamento_Lição_original com textos_832013
Discernimento: a salvaguarda do reavivamento_Lição_original com textos_832013
 
Apostila de dons espirituais
Apostila de dons espirituaisApostila de dons espirituais
Apostila de dons espirituais
 
Princípios para o crescimento e desenvolvimento na palavra 21.03.2016
Princípios para o crescimento e desenvolvimento na palavra   21.03.2016Princípios para o crescimento e desenvolvimento na palavra   21.03.2016
Princípios para o crescimento e desenvolvimento na palavra 21.03.2016
 
Palestra ministros palavra
Palestra ministros palavraPalestra ministros palavra
Palestra ministros palavra
 
Escola de Profetas - Marcas da Autoridade Espiritual
Escola de Profetas - Marcas da Autoridade EspiritualEscola de Profetas - Marcas da Autoridade Espiritual
Escola de Profetas - Marcas da Autoridade Espiritual
 
Preparação para o Crisma.pptx
Preparação para o Crisma.pptxPreparação para o Crisma.pptx
Preparação para o Crisma.pptx
 
HISTÓRIA DO MINISTÉRIO PENTECOSTAL ROMPENDO EM FÉ
HISTÓRIA DO MINISTÉRIO PENTECOSTAL ROMPENDO EM FÉHISTÓRIA DO MINISTÉRIO PENTECOSTAL ROMPENDO EM FÉ
HISTÓRIA DO MINISTÉRIO PENTECOSTAL ROMPENDO EM FÉ
 
EBD Revista Palavra e Vida: Aula 13: Sob a bênção divina
EBD Revista Palavra e Vida: Aula 13: Sob a bênção divinaEBD Revista Palavra e Vida: Aula 13: Sob a bênção divina
EBD Revista Palavra e Vida: Aula 13: Sob a bênção divina
 
Santidade
SantidadeSantidade
Santidade
 
Administração eclesiástica
Administração eclesiásticaAdministração eclesiástica
Administração eclesiástica
 
Lição 3 - A maravilhosa e inefável graça de deus
Lição 3 - A maravilhosa e inefável graça de deusLição 3 - A maravilhosa e inefável graça de deus
Lição 3 - A maravilhosa e inefável graça de deus
 
Teologia
TeologiaTeologia
Teologia
 
Apostila 01
Apostila 01Apostila 01
Apostila 01
 
Apostila 01
Apostila 01Apostila 01
Apostila 01
 
Apostila 01
Apostila 01Apostila 01
Apostila 01
 
Apostila 011
Apostila 011Apostila 011
Apostila 011
 
Apostila 01 angelologia
Apostila 01   angelologiaApostila 01   angelologia
Apostila 01 angelologia
 

Meios de graça na igreja

  • 1. Meios de Graça na Igreja Quais as diversas atividades da igreja que Deus usa para nos dispensar bênçãos? O que perdemos se deixamos de participar de uma igreja? Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns.
  • 2. Assim como cada um de nós tem um corpo com muitos membros e esses membros não exercem todos a mesma função, assim também em Cristo nós, que somos muitos, formamos um corpo, e cada membro está ligado a todos os outros. Romanos 12. 4-5.
  • 3. Igreja – Definição AT NT Do hebraico qªhal Do grego ekklÂsia Assembléia Assembléia Sl 22.22 Ef 2.14 Grande “nuvem de testemunhas” Feitos “um” Membros da “família de Deus” Algumas expressões Bíblicas
  • 4. Igreja – Características A igreja é invisível, ainda que visível Hb 12.23; 2Tm 2.19 A igreja é local e universal 1Co 1.2; 2Co 1.1; 1Ts 1.1; Ef 5.25; 1Co 12.28
  • 5. Igreja – Metáforas  Família - 1Tm 5.1-2; Ef 3.14; 2Co 6.18; Mt 12.49-50  Noiva - Ef 5.32; 2Co 11.2  Ramos de uma videira - Jo 15.5  Oliveira - Rm 11.17-24  Lavoura -1Co 3.6-9  Edifício -1Co 3.9  Colheita - Mt 13.1-30; Jo 4.35  Templo - 1Pe 2. 4-8  Grupo de sacerdotes -1Pe 2.5  Casa de Deus - Hb 3.3-6  Coluna e baluarte da verdade - Tm 3.15  Corpo de Cristo - 1Co 12.12-27  Corpo humano - 1Co 12.16-17  Parte do corpo de Cristo - Ef 1.22-23; 4.15-16; Cl 2.19 Metáfora é uma figura de linguagem utilizada para representar algo.
  • 6. Os Propósitos da Igreja Ministério com relação aos cristãos: Edificar Cl 1.28; Ef 4.12-13; Cl 1.28 Ministério com relação ao mundo: Evangelização e Misericórdia Mt 28.19; At 11.29; 2Co 8.4; 1Jo 3.17; Lc 6.35-36; 4.40
  • 7. Pureza e Unidade na Igreja Pureza da igreja é o seu grau de isenção de conduta errôneas e o seu grau de conformidade com a vontade de Deus revelada à igreja. Wayne Grudem
  • 8. Sinais de Uma Igreja Pura  Doutrina bíblica (ou pregação correta da Palavra)  Uso adequado dos sacramentos (ou ordenanças)  Aplicação correta da disciplina eclesiástica  Adoração genuína  Oração eficaz  Testemunho eficaz  Comunhão eficaz  Governo eclesiástico bíblico  Poder espiritual no ministério  Santidade de vida entre os membros  Cuidado pelos pobres  Amor por Cristo
  • 9. O Ensino do NT Sobre a Unidade na Igreja Jo 10.16; 17.21-23; 1Co 1.10-13; Fp 2.2; Ef 4.3-13; 1Co 10.17; 1Co 12.12-26; Rm 16.17-18; Gl 2.11-14; 5.20-21; Jd 19; 2Co 6.17; 2Tm 3.5; Mt 18.17; 1Co 5.11-13; Gl 2.7; At 15.39-40
  • 10. Prováveis Motivos Para as Divisões na Igreja Razões válidas Razões inválidas Razões doutrinárias 1Co 5.11-13; 2Ts 3.14-15; Tt 3.10-11; Ap 2.14-15; Lc 9.50; 11.23 Ambição Razões de consciência 2Co 6.14; Lc 9.50; 3Jo 7; At 5.29; Dn 3.18; 6.10 Orgulho pessoal Considerações práticas Diferenças menores
  • 11. O Poder da Igreja A batalha espiritual As armas da igreja: oração, adoração, autoridade para repreender forças demoníacas, as palavras das Escrituras, fé e retidão por parte dos membros da igreja. 2Co 10.3-4; Ef 6.10-18; Rm 10.17 As chaves do reino Capacidade de admitir pessoas no reino através da pregação do evangelho como autoridade de exercer disciplina na igreja. Mt 18.17-18; Rm 1.32; 2.16; Rm 3.4-8; 9.20 A Igreja e o Estado Separação e esferas diferentes. Jo 18.36; Rm 13.1-7; Lc 9.54-55; Jo 3.17
  • 12. Os Meios da Graça O ensino da Palavra - Rm 1.16; 1Co 1.24; Tg 1.18  O batismo - Rm 6.2-5; Cl 2.12; At 2.38; Cl 2.12  A oração uns pelos outros - At 4.24-30; Ef 6.18  A adoração - Jo 4.23-24; Fp 3.3; At 13.2
  • 13. O ensino da Palavra Mesmo antes de as pessoas se tomarem cristãs, o ensino e a pregação da Palavra lhes dispensam a graça de Deus, pois esse é o instrumento que Deus usa para lhes conceder a vida espiritual e levá-las à salvação. Diz Paulo que o evangelho é o "poder de Deus para a salvação" (Rm 1.16) e que a pregação de Cristo é "poder de Deus e sabedoria de Deus" (ICo 1.24).
  • 14. O ensino da Palavra A Palavra escrita de Deus, a Bíblia, pode "tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus" - 2Tm 3.15 "Fostes regenerados não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente" - IPe 1.23. Deus nos fez nascer de novo ou "nos gerou pela palavra da verdade" - Tg 1.18.
  • 15. O ensino da Palavra Numa sociedade ímpia, as Escrituras nos dão sabedoria e orientação, como "uma candeia que brilha em lugar tenebroso" (2Pe 1.19) A Palavra de Deus que nos convence do pecado e nos leva à justiça, pois é "útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça" (2Tm 3.16). A Palavra dá direção e orientação como "lâmpada" para os nossos pés e "luz" para os nossos caminhos (SI 119.105).
  • 16. A Palavra de Deus não é fraca nem impotente para cumprir esses objetivos, pois nos fala com o poder de Deus e realiza os propósitos de Deus. Diz o Senhor: Porque, assim como descem a chuva e a neve dos céus e para lá não tornam, sem que primeiro reguem a terra, e a fecundem, e a façam brotar, para dar semente ao semeador e pão ao que come, assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei – Is 55.10-11. O ensino da Palavra
  • 17. A Palavra de Deus não é fraca, mas vem acompanhada do próprio poder divino: "Não é a minha palavra fogo, diz o Senhor, e martelo que esmiuça a penha?" (Jr 23.29). De tão aguda e potente, é a "espada do Espírito" (Ef 6.17), e é tão eficaz ao abordar as necessidades das pessoas que o autor de Hebreus chega a dizer: "A palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração" (Hb 4.12). O ensino da Palavra
  • 18. O crescimento e a força da igreja estão de tal forma ligados à regência da Palavra de Deus na vida das pessoas que mais de uma vez o livro de Atos chega a igualar o crescimento da igreja ao crescimento da Palavra de Deus: "Crescia a palavra de Deus, e, em Jerusalém, se multiplicava o número dos discípulos" (At 6.7); "Entretanto, a palavra do Senhor crescia e se multiplicava''(At 12.24); "E divulgava-se a palavra do Senhor por toda aquela região" (At 13.49). O ensino da Palavra
  • 19. O Batismo A palavra grega baptizo significa “mergulhar, afundar, imergir” algo na água. O sentido “imergir” é adequado e provavelmente exigido para a palavra nos vários textos do Novo Testamento.
  • 20. Perguntas Pertinentes ao Batismo Quem pode ser batizado? O modelo revelado em vários textos do Novo Testamento mostra que somente os que fazem uma profissão de fé digna de crédito devem ser batizados. At 2.41; 8.12; 10.44-48; At 16.14-33; Gl 3.27
  • 21. Perguntas Pertinentes ao Batismo Qual o efeito do batismo? A bênção do favor de Deus que vem juntamente com toda obediência, bem como com a alegria que vem pela pública profissão de fé de alguém, e a segurança de haver representado um quadro físico claro da morte e ressurreição com Cristo e da purificação dos pecados.
  • 22. Perguntas Pertinentes ao Batismo O batismo é necessário? Embora reconheçamos que Jesus ordenou o batismo à semelhança do que fizeram os apóstolos não devemos dizer que o batismo seja necessário para a salvação. Mt 28.19; At 2.38; Gl 5.1-12; Lc 23.43; Hb 9.17; Jo 19.32-33
  • 23. A Ceia do Senhor A ceia do Senhor aponta para uma refeição de comunhão mais maravilhosa na presença de Deus, no futuro, quando a comunhão do Éden será restaurada e haverá então uma alegria ainda maior, porque os que comem na presença de Deus serão pecadores perdoados, agora confirmados em justiça, incapazes de pecar outra vez. Wayne Grudem Mt 26.26-29; 1Co 11.23-25; Êx 24.9-11; Dt 14.23, 26; Hb 10.1-4; Mt 26.29; Ap 19.9
  • 24. Posições Sobre a Presença de Cristo na Ceia Transubstanciação Pão e o vinho tornam-se realmente o corpo e o sangue de Cristo. Católicos Presença mística O corpo físico de Cristo está presente “em, com e sob” o pão da ceia do Senhor. Luteranos Presença simbólica O pão e o vinho simbolizam o corpo e o sangue de Cristo. Demais protestantes
  • 25. A Ceia do Senhor Significado A morte de Cristo - 1Co 11.26 A unidade dos cristãos - 1Co 10.17 Nossa participação nos benefícios da morte de Cristo - Mt 26.26 Alimento espiritual - Jo 6.53-57
  • 26. Para quais pessoas instituída a Ceia do Senhor? Em resposta à pergunta, "para quem foi instituída a Ceia do Senhor? O Catecismo de Heidelberg ( 1563) diz: "Para aqueles que estão verdadeiramente descontentes consigo mesmos por seus pecados, e, todavia, confiam que estes lhes são perdoados por amor de Cristo, e que sua fraqueza subsistente é coberta por sua paixão e morte; os quais também desejam fortalecer cada vez mais a sua fé e corrigir a sua vida”.
  • 27. Desta afirmação o teólogo – Louis Berkhof na sua obra “Teologia Sistemática” Nos da uma definição muito clara: A Ceia do Senhor não foi instituída para todos os homens, indiscriminadamente, nem mesmo para todos os que acham espaço na Igreja visível de Cristo, mas unicamente para os que se arrependem fervorosamente dos seus pecados, confiam que estes foram cobertos pelo sangue expiatório de Jesus Cristo, e estão desejosos de aumentar sua fé e de crescer num viver verdadeiramente santo. Os participantes da Ceia do Senhor têm que ser pecadores arrependidos, prontos a admitir que, por si mesmos, estão perdidos.
  • 28. Devem ter uma fé viva em Jesus Cristo, de modo que, para a sua redenção, confiam no sangue expiatório do Salvador. Além disso, devem ter correta compreensão da Ceia do Senhor, devem fazer correta avaliação dela, devem discernir entre ela e as refeições comuns, e devem fixar o fato de que o pão e o vinho são lembranças do corpo e do sangue de Cristo. E, finalmente, devem ter um santo desejo de crescimento espiritual e de cada vez maior conformidade com a imagem de Cristo.
  • 29. A Ceia do Senhor Bênçãos Cristo afirma seu amor por mim Cristo afirma que todas as bênçãos da salvação estão reservadas para mim Eu afirmo minha fé em Cristo
  • 30. A Adoração Adoração é a atividade de glorificar a Deus em sua presença com nossa voz e com nosso coração. Louis Berkhof Cl 3.16; Is 2.2-4; 25.6-8; 49.22; 66.18-21; Jr 48.47; Jr 49.6, 39; Is 43.7; Ef 1.12; Ap 22.8-9; Is 48.11
  • 31. As Consequências da Adoração Genuína Alegramo-nos em Deus Sl 27.4; 16.11; 73.25; 84.1-2, 4, 10; At 2.46- 47; Lc 24.52-53; Ap 4.8 Deus alegra-se em nós Gn 1.31; Is 62.3-5; Sf 3.17 Aproximamo-nos de Deus Hb 9.1-7; 10.19-22; 12.18-24; Tg 4.8; 2Cr 5.13-14; Sl 22.3
  • 32. As Consequências da Adoração Genuína Deus ministra a nós 1Co 14.26; Cl 3.16; Ef 5.19; Hb 10.24-25; 1Pe 2.5; Hb 4.16; 2Co 3.18 Os inimigos do Senhor fogem 2Cr 20.21-22 Os descrentes sabem que estão na presença de Deus 1Co 14.23; 14.25; At 2.11; 1Co 14.23-25
  • 33. Conclusão A adoração é uma atividade espiritual e precisa ser efetuada pelo poder do Espírito Santo em nós. Martyn Lloyd-Jones. Jo 4.23-24; Lc 1.46-47; Jo 4.23; Is 6.3; Mt 14.33; Hb 12.18-29; Jo 4.21-24; Hb 12.22-24; 1Tm 2.8; 1Jo 4.20; 1Pe 3.7; Hb 12.15; Mt 5.8
  • 34. OS DESIGREJADOS Afinal o que é um desigrejado?
  • 36. Desigrejado a vários tipos de desigrejados e um termo muito amplo, e a vários tipos de desigrejados.
  • 37. Desigrejados é definido por aqueles se dizem evangélicos e não frequentam igreja alguma.
  • 38. DEFININDO OS DESIGREJADOS: DESIGREJADOS É DEFINIDO POR AQUELES SE DIZEM EVANGÉLICOS, MAS POR CAUSA DE UMA DECEPÇÃO NÃO FREQUENTAM IGREJA ALGUMA.
  • 39. Pois o próprio Jesus afirmou que esta Igreja cresceria entre: Virgens prudentes e virgens néscias – Mt 25.1-13; Ovelhas e bodes – Mt 25.31-34. Joio e trigo – Mt 13.24-30;
  • 40. DESIGREJADOS É DEFINIDO POR AQUELES QUE AFIRMAM QUE BASTA DOIS OU TRES REUNIDOS E ALI ESTA A IGREJA.
  • 41. DESIGREJADOS É DEFINIDO POR AQUELES QUE TAMBÉM DE FORMA CONCIENTEMENTE TEM AFRONTADO E ATACADO A IGREJA COMO INSTITUIÇÃO E O GOVERNO ECLESIATICO.
  • 42. DESIGREJADOS É DEFINIDO POR AQUELES QUE TAMBÉM DE FORMA CONCIENTEMENTE DESPREZÃO E NÃO SE SUBMETEM A LIDERANÇA CONSTITUÍDA POR DEUS.
  • 43. DESIGREJADOS É DEFINIDO POR AQUELES QUE TAMBÉM DE FORMA CONCIENTEMENTE DESPREZÃO A IGREJA ATUAL ALEGANDO QUE A IGREJA ATUAL NÃO É MAIS PARECIDA COM A IGREJA PRIMITIVA.
  • 44. CONCLUSÃO: Então e o seguinte entendendo pela logica dos ensinos de Jesus e Paulino. Congregar em casa sozinho tá errado. Viver sem Igreja tá errado. Criticar a Igreja organizada como se ela fosse à mãe de todos os males esta errado é ingratidão e desconhecer a historia da Igreja.
  • 45. O que devemos todos fazer? É reconhecer a necessidade de estarmos juntos, juntos com nosso irmão estimularmos ao amor e as boas obras e obedecer ao que nosso Senhor Jesus nos ensinou em termos de membresia. Edificar-nos mutualmente, termos nossos mestres, que nos ensine a palavra de Deus, contribuir para o funcionamento da comunidade. E jamais deixarmos de nós congregarmos como e costume de Alguns.