Apoio a Assistente Social Maria Lucia Lopes da Silva
Seg, 05 de Setembro de 2011 13:42




O CRESS SP vem a público manifestar seu total apoio e solidariedade a companheira,
assistente social do INSS e diretora do CFESS, Maria Lucia Lopes da Silva, em repudio a
atitude autocrática do INSS de Brasília que, deflagrou um processo de perseguição política e
espúrio contra a assistente social, através de um ato unilateral optou pela via da repressão e
do autoritarismo, colocando a companheira a disposição ao Departamento Nacional de
Recursos Humanos, por lutar por melhores condições de trabalho e reafirmar o projeto – ético
– político profissional dentro da instituição. Não é de hoje que o INSS vem renegando o dialogo
democráti co com a categoria o exemplo disso, é o não reconhecimento da Lei Federal
(12.317/2010) que reduz o tempo de trabalho para 30 horas semanais,  sem redução salarial.

O CRESS SP é radicalmente contrário a qualquer forma de autoritarismo e criminalização de
companheiros de luta, e entende que é mais do que urgente e necessário a democratização,
ampliação da participação dos trabalhadores e da sociedade nesta instituição; e defende que
seja revisto imediatamente essa conduta lamentável. 

 




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http://site.cress-se.org.br/?p=1759




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Cress sp manifesto

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    Apoio a AssistenteSocial Maria Lucia Lopes da Silva Seg, 05 de Setembro de 2011 13:42 O CRESS SP vem a público manifestar seu total apoio e solidariedade a companheira, assistente social do INSS e diretora do CFESS, Maria Lucia Lopes da Silva, em repudio a atitude autocrática do INSS de Brasília que, deflagrou um processo de perseguição política e espúrio contra a assistente social, através de um ato unilateral optou pela via da repressão e do autoritarismo, colocando a companheira a disposição ao Departamento Nacional de Recursos Humanos, por lutar por melhores condições de trabalho e reafirmar o projeto – ético – político profissional dentro da instituição. Não é de hoje que o INSS vem renegando o dialogo democráti co com a categoria o exemplo disso, é o não reconhecimento da Lei Federal (12.317/2010) que reduz o tempo de trabalho para 30 horas semanais,  sem redução salarial. O CRESS SP é radicalmente contrário a qualquer forma de autoritarismo e criminalização de companheiros de luta, e entende que é mais do que urgente e necessário a democratização, ampliação da participação dos trabalhadores e da sociedade nesta instituição; e defende que seja revisto imediatamente essa conduta lamentável.    Leia Mais: http://site.cress-se.org.br/?p=1759 1/1