Sumário
Definição
Classificação
Fonte: www.brasilescolar.com.br Acessadoem 30 de junho de 2025.
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01
02
03
04
05
Etiologia
Morfologia
Transmissão
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07
08
09
10
Manifestações Clínicas
Diagnóstico
Tratamento
Cuidado de Enfermagem
Prevenção
R e f e r ê n c i a s
B i b l i o g r á fi c a s
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3.
1 Definição
Leishmanioses representamum conjunto de
enfermidades diferentes entre si, que podem
comprometer pele, mucosas e vísceras, dependendo da
espécie do parasita e da resposta imune do hospedeiro.
Brasil, 2024.
São produzidas por diferentes espécies de protozoário
pertencente ao gênero Leishmania, parasitas com ciclo de
vida heteroxênico, vivendo alternadamente em
hospedeiros vertebrados (mamíferos) e insetos vetores
(flebotomíneos).
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4.
2 Classificação
• Existemdiversas espécies de Leishmania que
podem atingi os humanos causando duas formas
distintas de leishmaniose sendo:
1 - Leishmaniose Tegumentar Americana
2 - Leishmaniose Visceral
Fonte: www.canvaimagens.com.br Acessado em 30 de junho de 2025.
Brasil, 2007.
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5.
3 Etiologia
• Paraa Leishmaniose tegumentar americana
as espécies incriminadas são:
Leishmania braziliensis;
Leishmania amazonenses;
Leishmania mexicana.
• Para a leishmaniose Visceral a espécie
responsável são:
Leishmania chagasi (atualmente denominada de L.
infantum).
Fonte: www.canvaimagens.com.br Acessado em 30 de junho de 2025.
Brasil, 2007.
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6.
4 Morfologia
As espéciesque causam as Leishmanioses possuem
duas forma básicas:
• Amastigota : Encontrada dentro dos macrófagos
presentes nos órgãos atingidos.
Forma Amastigota
Fonte: www.mundomicro.com.br Acessado em 30 de junho de 2025.
• Promastigota: Forma infectante, encontrada nos
insetos Vetores.
Forma Promastigota
Fonte: www.mundomicro.com.br Acessado em 30 de junho de 2025.
Brasil, 2024.
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7.
5 Transmissão
Mecanismo deTransmissão
• A transmissão se dá através da picada de insetos
transmissores infectados. Não há transmissão de pessoa a
pessoa ou animal a animal.
Período de Incubação
• Tempo entre a picada inseto e aparecimento da lesão inicial
– 2 semanas a 3 meses
• Hospedeiro mamífero reservatório natural do parasito
raramente produz doença;
• Apenas a fêmea do mosquito transmite a doença.
Mosquito Palha
Fonte: www.googleimagens.com.br Acessado em 30 de junho de 2025.
Brasil, 2007.
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8.
6 Manifestações Clínicas
LeishmanioseTegumentar Americana
• Forma cutânea localizada
• Forma cutânea disseminada
• Forma mucosa
Forma cutânea localizada
Forma cutânea disseminada Forma mucosa
Fonte: www.googleimagens.com.br Acessado em 30 de junho de 2025.
Fonte: www.googleimagens.com.br Acessado em 30 de junho de 2025.
Fonte: www.ministsaude.com.br Acessado em 30 de junho de 2025. Fonte: www.ministsaude.com.br Acessado em 30 de junho de 2025.
Brasil, 2007.
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9.
6 Manifestações Clínicas
LeishmanioseVisceral
• Febre, astenia, adinamia, anorexia, perda de peso e caquexia, além de apresentar
anemia acentuada.
• Pode apresentar esplenomegalia com ou sem hepatomegalia.
Crianças com Leishmaniose Visceral
Fonte: www.misteriodasaude.com acessado em 30 junho de 2025
Souza, 2010.
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10.
7 Diagnóstico
Varia deprocedimento conforme a doença, tanto sendo leishmaniose tegumentar ou
visceral, podendo ser:
• Parasitológico:
Leishmaniose Tegumentar Americana, onde será realizado uma biopsia na lesão, faz-
se um esfregaço do fragmento em uma lamina de vidro e leva ao microscópio.
Leishmaniose Visceral, Faz-se uma punção da medula óssea externa e com o produto
pode se fazer um esfregaço ou semear em meio de cultura.
• Imunológico:
Leishmaniose Tegumentar Americana, intradermorreação de Montenegro, que consiste na
injeção intradermica de 0,1ml de antígeno no antebraço, leitura há 49/72 horas depois.
Leishmaniose Visceral, Reação de imunofluorescência indireta, ELISA e TraLd.
Neves, 2007 / Souza, 2010.
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11.
8 Tratamento
Leishmaniose TegumentarAmericana e Leishmaniose Visceral
• Drogas de primeira escolha no tratamento da LV: o antimoniato-N-
metil-glucamina (antimoniato de meglumina) e o estibogluconato de
sódio.
• Drogas de segunda escolha: Anfotericina B (Primeira escolha para
gestantes) e Pentamidina.
• O tratamento pode ser realizado em centros de nível de atendimento
primário, secundário ou terciário, dependendo da condição clínica do
paciente, do tratamento indicado e da gravidade do quadro da doença.
Neves, 2007 / Souza, 2010.
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12.
Monitorar os sinais
vitaisde 2 em 2 horas.
Administrar medicação
segundo prescrição
médica.
9 Cuidado de Enfermagem
Aplicar compressas
frias de 5 em 5
minutos no período
febril.
Para deambulação
prejudicada: realizar
mudança de decúbito,
estimular, auxiliar e
supervisionar a
deambulação, observar
e anotar edemas,
observar e anotar estado
de consciência.
Para risco de
infecção: Avaliar
permeabilidade de
acesso venoso, sinais
flogísticos,
aparecimento de
lesões cutâneas.
Brasil, 2024.
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13.
10 Prevenção
• Diagnósticoe tratamento precoce dos casos humanos.
• Atividades de educação em saúde inseridas em todos os serviços que desenvolvem
as ações de controle dos tipos de Leishmanioses, requerendo o envolvimento efetivo
de equipes multiprofissionais e multiinstitucionais com vistas ao trabalho articulado
nas diferentes unidades de prestação de serviços.
• Controle vetorial recomendado no âmbito da proteção coletiva, por meio da
utilização de inseticidas de ação residual, dirigida apenas para o inseto adulto e do
saneamento ambiental com limpeza e retirada de materiais orgânicos em
decomposição.
• Controle dos reservatórios, diagnóstico e eliminação de cães infectados e medidas
para evitar a contaminação de cães sadios.
Brasil, 2024.
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14.
R e fe rê n c i a s B i b l i o g rá fi c a s
1. Brasil. Ministério da Saúde. Guia de Vigilância em Saúde – volume 1. Brasília: MS, 2024.
2. Brasil, Ministério da Saúde – Manual de vigilância da leishmaniose Tegumentar Americana.
Brasília, Ministério da Saúde, 2007.
3. Neves, D. P. Parasitologia Humana. 12. ed. São Paulo: Atheneu, 2011.
4. Souza, M. A. Leishmaniose Visceral Humana: do diagnóstico ao tratamento. Disponível em
http://www.facene.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Leishmaniose-visceral-humana_com-corr
e-%E2%94%9C%C2%BA%E2%94%9C%C3%81es-dos-autores_25.10.12-PRONTO.pdf
Acessado em 30 junho de 2025.
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