TRATAMENTO
CORRIGIR HIPOXEMIA:
Oxigenioterapia comsuporte
ventilatório não invasivo ou
invasivo
CORRIGIR HIPERCAPNIA:
Suporte ventilatório não
invasivo ou invasivo
TRATAMENTO ADEQUADO
DA CAUSA:
Causa base da
descompensação
respiratória
PILARES DO TRATAMENTO
3.
TRATAMENTO HIPOXEMIA:
OXIGENIOTERAPIA
Ø FORNECIMENTODE OXIGÊNIO SUPLEMENTAR
• Necessário integridade da mecânica ventilatória e difusão
Ø Objetivo:
• Melhorar a difusão de O2: corrigir e amenizar sintomas relacionados à
hipoxemia
• Melhorar oxigenação tecidual em pacientes com hipoxemia
• Minimizar a carga de trabalho cardiopulmonar
4.
TRATAMENTO HIPOXEMIA:
OXIGENIOTERAPIA
Ø Suporteventilatório não invasivo:
• Cateter Nasal
• Máscara simples
• Máscara não reinalante
• Máscara deVenturi
• Cateter nasal de alto fluxo (CNAF)
• Ventilação não invasiva com pressão positiva (VNI)
Ø Suporte ventilatório invasivo
• Ventilação mecânica (VM)
• Tubo orotraqueal, traqueostomia
Ar ambiente:
FiO2 21%
Fração inspirada de O2
Hipoxemia grave, FR ≥ 35ipm, uso de musculatura acessória
5.
TRATAMENTO HIPOXEMIA:
OXIGENIOTERAPIA
Ar ambiente:
FiO221%
• Fração inspirada de O2
• Relação PaO2/FiO2 ou P/F
• Aplicabilidade em situações em que a via aérea não está
pressurizada é incerta
• 300-500 mmHg normais
• < 300 mmHg distúrbio da troca gasosa
• < 200 mmHg hipoxemia grave
11.
TRATAMENTO HIPOXEMIA
• Alvo:saturação periférica de O2 ≥ 92%
• Melhora do esforço respiratório
• Melhora da frequência respiratória (FR)
AVALIAÇÃO CONSTANTE!
REVISÃO
• Shunt: boaperfusão em áreas não ventiladas
• Aumento do espaço morto: área bem ventilada com perfusão ruim
14.
TRATAMENTO HIPOXEMIA:
ESPECÍFICO PARAETIOLOGIA
Ø Buscar sempre a causa e tratá-la:
• Pneumonia bacteriana
• Pneumonia viral
• Influenza
• COVID 19
• Tromboembolismo pulmonar
• Pneumotórax
• Edema agudo de pulmão
• Síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA)
• DPOC/asma
15.
TRATAMENTO HIPOXEMIA:
ESPECÍFICO PARAPNEUMONIA
• Pneumonia bacteriana
• Infecção do trato respiratório
inferior por um ou mais patógenos
• PAC
• Associada à assistência a
saúde
• QC: febre, FR > 25 ipm, presença
de expectoração, FC > 100 bpm,
estertores, diminuição dos sons
respiratórios...
• Efeito shunt
• Antibioticoterapia
PILARES DO TRATAMENTO
TRATAMENTO HIPOXEMIA:
ESPECÍFICO PARAEAP
• Investigar a causa do EAP
• Efeito Shunt
• Suporte hemodinâmico
• Suporte respiratório
• BH negativo
• Controle de PA
• VNI: CPAP/BIPAP
Mortalidade PILARES DO TRATAMENTO
18.
TRATAMENTO HIPOXEMIA:
ESPECÍFICO PARAPNEUMOTÓRAX
PILARES DO TRATAMENTO
• Presença de ar no espaço pleural
• QC:
• Dispneia, dor torácica ventilatório-dependente, taquicardia,
taquipneia, diminuição do murmúrio vesicular, diminuição da
expansibilidade no lado afetado, enfisema subcutâneo, hipoxemia,
hipotensão, PCR
TRATAMENTO HIPOXEMIA:
ESPECÍFICO PARAPNEUMOTÓRAX
• Drenagem de tórax
• Dreno tubular (5 EIC na linha axilar média)
• Pigtail (5 EIC na linha axilar média)
PILARES DO TRATAMENTO
21.
TRATAMENTO HIPOXEMIA:
ESPECÍFICO PARATEP
• Diagnóstico:
• AngioTC tórax
• CintilografiaV/Q
• Arteriografia
• Anticoagulação
• Avaliar critérios de trombólise
e de trombectomia
• Obstrução da artéria pulmonar ou
seus ramos pela impactação de um
ou mais embolos
• Tríade deVirchow
• QC: dispneia, dor torácica pleurítica
e hemoptise
• DistúrbioV/Q
PILARES DO TRATAMENTO
TRATAMENTO HIPOXEMIA:
ESPECÍFICO PARASDRA
• Efeito shunt (principal exemplo)
• Critérios diagnósticos
• SDRA de causa pulmonar ou extrapulmonar
• Avaliar índice de oxigenação através da relação PaO2/FiO2
• Classificação da SDRA em leve, moderado ou grave
PILARES DO TRATAMENTO
24.
RX tórax emSDRA Tomografia computadorizada de tórax em SDRA
25.
HIPOXEMIA GRAVE
Ø Estratégias
•Oxigenioterapia
• Ventilação mecânica
• Sedação
• Bloqueadores neuromusculares
• Titulação da PEEP ou PEEP ideal
• Posição prona
• Óxido nítrico inalatório
• Membrana de circulação extracorpórea (ECMOV-V)
26.
TRATAMENTO HIPERCAPNIA:
ESPECÍFICO PARADPOC
• Obstrução fixa da via aérea causada por enfisema e/ou bronquite crônica
• Efeito espaço morto
• Exacerbação (GOLD)
• VNI: BIPAP ( mortalidade)
• Tratar a doença
• Aumento de dispneia
• Aumento da expectoração
• Mudança nas caracterís5cas do escarro
REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
• GUYTON,A.C. e Hall J.E.– Tratado de Fisiologia Médica. Editora
Elsevier. 13ª ed., 2017. -MENAKER, L. - Cáries Dentárias - Bases
Biológicas.
• VALIATTI, Jorge Luis dos Santos; AMARAL, José Luiz Gomes; FALCÃO, Luiz
Fernando dos Reis. Ventilação Mecânica - Fundamentos e Prática
Clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2ª ed., 2021.
• VELASCO, I.T. et al. Medicina de emergência: abordagem prá5ca. 16ª edição
revisada, atualizada e ampliada. Barueri - SP: Manole, 2023.