Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
                        Manuel Bandeira
A expressão “Meu Deus” significa que o autor:

    ficou indiferente.

    solucionou um problema social.

    ficou chocado com o fato.
Ainda não é essa. 
   Vamos ler o texto 
antes de tentar de novo?



SIM                NÃO
A vida humana é feita de tentativas e 
erros.  A  tentativa  visa  sempre  o 
acertar, por isso tente mais uma vez.
Você acertou...
A causa principal da nossa admiração pela poesia é porque:



       o autor retratou a cena que humilha a condição humana.


       o autor procurou comparar o homem com cães e gatos.


        o homem já não vive mais nesse ambiente de miséria.
Ainda não é essa. 
   Vamos ler o texto 
antes de tentar de novo?



SIM                NÃO
Você acertou!!!
Que tal ler o texto novamente?



 SIM                 NÃO
 Essa admiração nos dá o sentimento de:


          admiração.

          pena.

          desprezo.
A vida humana é feita de tentativas e 
erros.  A  tentativa  visa  sempre  o 
acertar, por isso tente mais uma vez.
Que tal ler o texto novamente?



 SIM                 NÃO
Você acertou!!!
A intenção do autor ao usar a palavra “bicho” parece 
que:


      procurou chamar a nossa atenção para animais do lixo.


     a história é mesmo sobre um lixo.


     o homem se viu reduzido à condição de animal.
Ainda não é essa. 
   Vamos ler o texto 
antes de tentar de novo?



SIM                NÃO
A vida humana é feita de tentativas e 
erros.  A  tentativa  visa  sempre  o 
acertar, por isso tente mais uma vez.
Você acertou...
O que motivou o bicho a catar restos foi:


      a própria fome.

      a imundície do pátio.

      o cheiro da comida.
Você acertou...
Ainda não é essa. 
Que tal ler o texto antes de 
   tentar novamente?



SIM                   NÃO
Que tal ler o texto novamente?



 SIM                 NÃO
O assunto do texto é:



    um bicho faminto.

    a comida que as pessoas jogam fora.

    a triste situação de um homem.
A vida humana é feita de tentativas e 
erros.  A  tentativa  visa  sempre  o 
acertar, por isso tente mais uma vez.
Ainda não é essa. 
   Vamos ler o texto 
antes de tentar de novo?



SIM                NÃO
Você acertou!!!
Este poema serve para:



        informar sobre um acontecimento.

        partilhar um sentimento.

        informar sobre a vida de um homem.
Ainda não é essa. 
Que tal ler o texto antes de 
   tentar novamente?



SIM                   NÃO
Que tal ler o texto novamente?



 SIM                 NÃO
Você acertou!!!
Esse texto apresenta:


       Fato.

       Opinião.

       descrição.
Você acertou...
A vida humana é feita de tentativas e 
erros.  A  tentativa  visa  sempre  o 
acertar, por isso tente mais uma vez.
Que tal ler o texto novamente?



 SIM                 NÃO
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
                          Manuel Bandeira
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
                          Manuel Bandeira
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
                          Manuel Bandeira
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
                          Manuel Bandeira
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
                          Manuel Bandeira
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
                          Manuel Bandeira
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem
                          Manuel Bandeira
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
                          Manuel Bandeira
E. M. Edith Castro dos Santos

       Profª Multiplicadora Tecnológica – Elizangela


  Atividade produzida no Editor de Apresentação de Slides do LINUX Educacional

                             - BrOffice.org Impress -




                                Fonte de Pesquisa:

http://artedelecionar.blogspot.com.br/2011/02/interpretacao-de-poema-o-bicho-de.html

Interpretando o Texto - O Bicho