REALIDADE = JANELA
INDÚSTRIA DO
ENTRETENIMENTO
NO BRASIL
Brunna Souza, Danyelle Clemente, Jéssica Rabelo e
Thiago Cabral
A indústria do entretenimento é composta por
toda e qualquer empresa que contribua para
cadeia de valor de produtos ou serviços do
entretenimento, esses definidos por serem
qualquer tipo de atividade desempenhada com
a função de divertir e/ou desempenhadas nos
tempos livres.
Desde a segunda metade do século XX, o lazer
tem se tornado objeto de uma indústria e todo
um complexo de serviços.
É uma das indústrias que mais teve crescimento
nos últimos anos, em especial no tocante ao
entretenimento ao vivo
Números
Nos últimos dois anos, esse setor movimentou
de R$ 10 bilhões a R$ 12 bilhões no país
(incluídos shows, peças teatrais, competições
esportivas, feiras e eventos empresariais) e a
estimativa de crescimento para os próximos 5
anos é de 9% (Nos esportes, os números são
ainda maiores).
- Informações do Jornal Valor Econômico
Novas empresas do ramo foram abertas, como a Geo ( das
organizações Globo), IMX (de Eike Batista) e 9ine (Ronaldo
Fenômeno), além de outras que foram consolidadas
MOTIVOS
- Estabilidade política e econômica (em oposição
à Europa e EUA)
- Crescente classe C
- Aumento do gasto familiar e individual com a
cultura e lazer
- Necessidade do mercado principalmente
fonográfico (As grandes bandas precisam fazer
shows porque não vendem mais tantos CDs)
MOTIVOS
- A publicidade encontra nos eventos uma
grande oportunidade de se conectar com o
público, tentando fidelizá-lo na apresentação
de conceitos e estilo de vida, e não só
produtos/ serviços
- Incentivos do governo brasileiro à cultura (Lei
Rouanet e Programa Nacional de Apoio à
Cultura - Pronac )
PRINCIPAIS ÁREAS DE
EVENTOS NO BRASIL
Fóruns, shows, moda e eventos esportivos
BRASIL:DESTINO OBRIGATÓRIO
A partir de 2006 o país começou e entrar na rota
dos grandes shows e eventos internacionais. Das
10 maiores turnês de artistas estrangeiros
realizadas na temporada 2010/2011, 5 passaram
por aqui.
CRISE
Em 2012 e 2013, grandes festivais como o Sonar e
o SWU foram cancelados, e shows que seriam
sucesso de público, foram fracassos de venda,
como os shows que marcaram as passagens das
cantoras Madonna e Lady Gaga, que inclusive
virou piada nas redes sociais.
Em contrapartida, O Lollapalloza Brasil 2013 foi
um sucesso, tendo todos os seus ingressos
esgotados, e o Rock in Rio 2013 em apenas 4h
teve seus mais de 500 mil ingressos vendidos.
O que nos faz perguntar: Existe mesmo crise?
• O mercado do entretenimento não está em
crise. Está apenas se adequando a realidade
do mercado brasileiro após passar pelo
momento do boom.
FATORES QUE INFLUENCIARAM ESTA
NOVA REALIDADE:

•
•
•
•

Alta do dólar
Mão de obra
Estrutura
Lei da oferta-demanda (muitos shows em
pouco espaço de tempo, fazendo com que o público
tenha que escolher pra qual ir para poder arcar como
custo)

• Meia entrada (sobe o preço da entrada geral

pra pagar os custos da meia entrada. Ingresso fica mais
caro e menos pessoas participam.)
CONCLUSÃO
• A falta de planejamento e o imediatismo que
existiu em nosso mercado de entretenimento
nos últimos tempos, não cabe mais em nosso
mercado.

Industria do Entretenimento

  • 1.
  • 3.
    INDÚSTRIA DO ENTRETENIMENTO NO BRASIL BrunnaSouza, Danyelle Clemente, Jéssica Rabelo e Thiago Cabral
  • 4.
    A indústria doentretenimento é composta por toda e qualquer empresa que contribua para cadeia de valor de produtos ou serviços do entretenimento, esses definidos por serem qualquer tipo de atividade desempenhada com a função de divertir e/ou desempenhadas nos tempos livres.
  • 5.
    Desde a segundametade do século XX, o lazer tem se tornado objeto de uma indústria e todo um complexo de serviços. É uma das indústrias que mais teve crescimento nos últimos anos, em especial no tocante ao entretenimento ao vivo
  • 7.
    Números Nos últimos doisanos, esse setor movimentou de R$ 10 bilhões a R$ 12 bilhões no país (incluídos shows, peças teatrais, competições esportivas, feiras e eventos empresariais) e a estimativa de crescimento para os próximos 5 anos é de 9% (Nos esportes, os números são ainda maiores). - Informações do Jornal Valor Econômico
  • 9.
    Novas empresas doramo foram abertas, como a Geo ( das organizações Globo), IMX (de Eike Batista) e 9ine (Ronaldo Fenômeno), além de outras que foram consolidadas
  • 11.
    MOTIVOS - Estabilidade políticae econômica (em oposição à Europa e EUA) - Crescente classe C - Aumento do gasto familiar e individual com a cultura e lazer - Necessidade do mercado principalmente fonográfico (As grandes bandas precisam fazer shows porque não vendem mais tantos CDs)
  • 12.
    MOTIVOS - A publicidadeencontra nos eventos uma grande oportunidade de se conectar com o público, tentando fidelizá-lo na apresentação de conceitos e estilo de vida, e não só produtos/ serviços - Incentivos do governo brasileiro à cultura (Lei Rouanet e Programa Nacional de Apoio à Cultura - Pronac )
  • 13.
    PRINCIPAIS ÁREAS DE EVENTOSNO BRASIL Fóruns, shows, moda e eventos esportivos
  • 14.
    BRASIL:DESTINO OBRIGATÓRIO A partirde 2006 o país começou e entrar na rota dos grandes shows e eventos internacionais. Das 10 maiores turnês de artistas estrangeiros realizadas na temporada 2010/2011, 5 passaram por aqui.
  • 19.
    CRISE Em 2012 e2013, grandes festivais como o Sonar e o SWU foram cancelados, e shows que seriam sucesso de público, foram fracassos de venda, como os shows que marcaram as passagens das cantoras Madonna e Lady Gaga, que inclusive virou piada nas redes sociais.
  • 22.
    Em contrapartida, OLollapalloza Brasil 2013 foi um sucesso, tendo todos os seus ingressos esgotados, e o Rock in Rio 2013 em apenas 4h teve seus mais de 500 mil ingressos vendidos. O que nos faz perguntar: Existe mesmo crise?
  • 23.
    • O mercadodo entretenimento não está em crise. Está apenas se adequando a realidade do mercado brasileiro após passar pelo momento do boom.
  • 24.
    FATORES QUE INFLUENCIARAMESTA NOVA REALIDADE: • • • • Alta do dólar Mão de obra Estrutura Lei da oferta-demanda (muitos shows em pouco espaço de tempo, fazendo com que o público tenha que escolher pra qual ir para poder arcar como custo) • Meia entrada (sobe o preço da entrada geral pra pagar os custos da meia entrada. Ingresso fica mais caro e menos pessoas participam.)
  • 25.
    CONCLUSÃO • A faltade planejamento e o imediatismo que existiu em nosso mercado de entretenimento nos últimos tempos, não cabe mais em nosso mercado.