1. A reforma litúrgica do Vaticano II seguiu o modelo clássico da liturgia romana, com estrutura simples e linguagem direta.
2. As ações litúrgicas pertencem a todo o corpo da Igreja e devem promover a participação ativa dos fiéis.
3. A Igreja deve considerar com benevolência os costumes locais e permitir adaptações culturais, como o uso da língua vernácula.