A∴R∴L∴S∴ REGENERAÇÃO SULBAHIANA-Nº 994

         À GLÓRIA DO GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO


                                       HUMILDADE
                                           “A humildade é o conhecimento perfeito daquilo que somos e
                                       que podemos, sem fantasiar-nos com qualidades que não temos!”




         Vivemos em uma época que grande parte da humanidade confunde vários valores de
maneira equivocada. Dentre estes equívocos temos um, emblemático: é o de confundir
humildade com subserviência.
         Ser humilde é respeitar o seu próximo, seja qual for a sua posição social, sua cor, origem,
raça... São Paulo, do alto da sua santidade e saber, afirma que sobre a terra não existe nenhum
homem constituído de virtudes que não possa aprender, nem destituído delas que não possa
ensinar. Com efeito, ser humilde é conscientizar-se de que por mais ricos, por mais educados, por
mais inteligentes ou por mais poderosos que possamos ser, ainda assim, podemos aprender com
os nossos semelhantes. Pois, embora sejamos imagem e semelhança do CRIADOR, ainda,
estamos muito distante da perfeição.
         Ser humilde é prestar serviço sem esperar reciprocidade. Atender e servir discretamente,
contidamente, com grande dose de prazer. Celebrar o sucesso do próximo como se seu o fosse.
         Lembramos, entretanto, que sobre a face da terra a única coisa absoluta que conhecemos
é a morte. O resto sobrevive de maneira relativa e circunstancial. Assim, acontece com a
humildade. Ou seja, inexiste humildade absoluta. Cristo pautou sua caminhada pela estrada da
humildade. Contudo, quando diante dos vendilhões do templo que queriam profaná-lo, insurgiu-
se contra os malfeitores com chicote na mão escorraçando-os a fim de manter a ordem no lugar
sagrado. Pelo exemplo do nosso Irmão e Salvador Jesus Cristo, depreende-se que a humildade
deve ser modulada pela coragem. Elemento essencial da defesa dos direitos dos homens e das
instituições.
         A nossa Sublime Ordem alicerça-se em três pilares basilares: LIBERDADE,
IGUALDADE E FRATERNIDADE. A existência da Liberdade só é possível quando no
ambiente em que vivemos e constituímos, respeitamos o direito do próximo de maneira natural.
Acerca da Igualdade, o seu alcance só é efetivamente atingido e materializado quando
conscientemente observamos, respeitamos e fazemos cumprir, sempre que possível, o
estabelecido no Livro da Lei( A Bíblia), na Constituição, nos regulamentos, normas, estatutos
que nos regem e aos quais estamos submetidos. Quanto à Fraternidade basta-nos que sigamos o 1º
Mandamento: “ AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS E AO TEU PRÓXIMO
COMO A TI MESMO”. O cumprimento deste mandamento é o fim em si mesmo. Ou seja, sua
prática garante-nos a paz tão ansiada pela humanidade.
         A coragem moduladora, à qual nos referimos anteriormente, não significa tão somente,
armarmo-nos para defender a nossa integridade física e/ou moral. E, sim, principalmente,
despojarmo-nos dos sentimentos pérfidos que nos cercam e escravizam-nos. À proporção que
formos nos desvencilhando dos elementos nocivos que impregnam nossa alma, adentramos
paulatinamente na seara paradisíaca da humildade. Para alcançá-la, devemos trilhar a senda
segura do respeito à dignidade humana. Esta caminhada deve ser realizada pautada, sobretudo,
nos exemplos magnânimos que nos rodeiam, sendo o maior deles, o deixado pelo nosso Irmão e
Salvador Jesus Cristo. Embora perseguido, preso, açoitado e morto perdoou seus algozes, e
morreu de braços abertos para abraçar a todos humildemente aspergindo sobre nós,
indistintamente, a mesma dose infinita de amor. Reflitamos sobre isso e façamos esforços para
nos libertar da cruz pérfida do egoísmo que nos tortura e maltrata. Isso é possível, desde que,
armemo-nos, sim, nosso espírito com a lança da humildade. Arma fatal contra a vaidade
escravizadora, a soberba deletéria e o egoísmo torpe e mesquinho que nos apequenam e embaçam
os olhos da alma impedindo-nos de enxergar e sentir a maior escultura concebida e construída
pelo NOSSO G∴A∴D∴U∴: NÓS MESMOS!. Portanto, comprometamo-nos, com o espírito
desarmado, com a HUMILDADE. Palavra de ordem que deverá ser soada, ouvida e
materializada conscientemente em todos os instantes da nossa existência, para que possamos,
como filhos de Deus, usufruir melífluamente o néctar do amor fraternal e a beleza dessa Obra
Monumental.

                               FRATERNAL E HUMILDEMENTE,




                           Ir∴ Luiz Roberto A. Rodrigues Maia - Gr∴03.
                                       Or∴ ILHÉUS - BA.

Humildade

  • 1.
    A∴R∴L∴S∴ REGENERAÇÃO SULBAHIANA-Nº994 À GLÓRIA DO GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO HUMILDADE “A humildade é o conhecimento perfeito daquilo que somos e que podemos, sem fantasiar-nos com qualidades que não temos!” Vivemos em uma época que grande parte da humanidade confunde vários valores de maneira equivocada. Dentre estes equívocos temos um, emblemático: é o de confundir humildade com subserviência. Ser humilde é respeitar o seu próximo, seja qual for a sua posição social, sua cor, origem, raça... São Paulo, do alto da sua santidade e saber, afirma que sobre a terra não existe nenhum homem constituído de virtudes que não possa aprender, nem destituído delas que não possa ensinar. Com efeito, ser humilde é conscientizar-se de que por mais ricos, por mais educados, por mais inteligentes ou por mais poderosos que possamos ser, ainda assim, podemos aprender com os nossos semelhantes. Pois, embora sejamos imagem e semelhança do CRIADOR, ainda, estamos muito distante da perfeição. Ser humilde é prestar serviço sem esperar reciprocidade. Atender e servir discretamente, contidamente, com grande dose de prazer. Celebrar o sucesso do próximo como se seu o fosse. Lembramos, entretanto, que sobre a face da terra a única coisa absoluta que conhecemos é a morte. O resto sobrevive de maneira relativa e circunstancial. Assim, acontece com a humildade. Ou seja, inexiste humildade absoluta. Cristo pautou sua caminhada pela estrada da humildade. Contudo, quando diante dos vendilhões do templo que queriam profaná-lo, insurgiu- se contra os malfeitores com chicote na mão escorraçando-os a fim de manter a ordem no lugar sagrado. Pelo exemplo do nosso Irmão e Salvador Jesus Cristo, depreende-se que a humildade deve ser modulada pela coragem. Elemento essencial da defesa dos direitos dos homens e das instituições. A nossa Sublime Ordem alicerça-se em três pilares basilares: LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE. A existência da Liberdade só é possível quando no ambiente em que vivemos e constituímos, respeitamos o direito do próximo de maneira natural. Acerca da Igualdade, o seu alcance só é efetivamente atingido e materializado quando conscientemente observamos, respeitamos e fazemos cumprir, sempre que possível, o estabelecido no Livro da Lei( A Bíblia), na Constituição, nos regulamentos, normas, estatutos
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    que nos regeme aos quais estamos submetidos. Quanto à Fraternidade basta-nos que sigamos o 1º Mandamento: “ AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS E AO TEU PRÓXIMO COMO A TI MESMO”. O cumprimento deste mandamento é o fim em si mesmo. Ou seja, sua prática garante-nos a paz tão ansiada pela humanidade. A coragem moduladora, à qual nos referimos anteriormente, não significa tão somente, armarmo-nos para defender a nossa integridade física e/ou moral. E, sim, principalmente, despojarmo-nos dos sentimentos pérfidos que nos cercam e escravizam-nos. À proporção que formos nos desvencilhando dos elementos nocivos que impregnam nossa alma, adentramos paulatinamente na seara paradisíaca da humildade. Para alcançá-la, devemos trilhar a senda segura do respeito à dignidade humana. Esta caminhada deve ser realizada pautada, sobretudo, nos exemplos magnânimos que nos rodeiam, sendo o maior deles, o deixado pelo nosso Irmão e Salvador Jesus Cristo. Embora perseguido, preso, açoitado e morto perdoou seus algozes, e morreu de braços abertos para abraçar a todos humildemente aspergindo sobre nós, indistintamente, a mesma dose infinita de amor. Reflitamos sobre isso e façamos esforços para nos libertar da cruz pérfida do egoísmo que nos tortura e maltrata. Isso é possível, desde que, armemo-nos, sim, nosso espírito com a lança da humildade. Arma fatal contra a vaidade escravizadora, a soberba deletéria e o egoísmo torpe e mesquinho que nos apequenam e embaçam os olhos da alma impedindo-nos de enxergar e sentir a maior escultura concebida e construída pelo NOSSO G∴A∴D∴U∴: NÓS MESMOS!. Portanto, comprometamo-nos, com o espírito desarmado, com a HUMILDADE. Palavra de ordem que deverá ser soada, ouvida e materializada conscientemente em todos os instantes da nossa existência, para que possamos, como filhos de Deus, usufruir melífluamente o néctar do amor fraternal e a beleza dessa Obra Monumental. FRATERNAL E HUMILDEMENTE, Ir∴ Luiz Roberto A. Rodrigues Maia - Gr∴03. Or∴ ILHÉUS - BA.