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NOTICIAS
Pasquim informativo e virtual.
Opiniões, humor e mensagens
EDITORES: Luiz Ferreira da Silva
(luizferreira1937@gmail.com) e
Jefferson Dias (jffercarlos@gmail.com)
Edição 633 – ANO XIV Nº 04 – 15 de agosto de 2017
GETÚLIO ENCONTRA JESUS - I
Von Steisloff (Amaury Rodrigues)
Engenheiro-Agrônomo e Escritor
Aquele dia de agosto seria muito especial
para um soldado diferente. Ele mesmo, e
outros seus camaradas, consideravam que
ele tinha algo assim de destaque. As marcas
deste soldado iam desde a austera disciplina
pessoal que se impunha, passando pelo
humanismo praticante e terminando na mais
fina ironia e mordacidade que dispensava aos
poucos inimigos e aos montões de amigos.
Vejam só, enquanto no longo governo Gaspar
Dutra que terminava, o povo vinha
transmutando-se para uma espécie de massa
amorfa; sem rumo e resignada com a
mediocridade marchante, aquele soldado vinha
exercitando um aprendizado no sentido oposto;
de observação crítica e ânimo de indignação.
Vejam mais este detalhe: enquanto o
fardamento fornecido, gratuitamente, ao
soldado recruta comum, sempre servia para
os epítetos de jegue ou desengonçado, as
fardas utilizadas pelo soldado aqui
considerado eram talhadas, sob medida, por
alfaiates dispendiosos no tecido verde-oliva
dos padrões mais caros. Aquela vaidade,
quase orgulho, valia para as gandolas do uso
diário no interior do quartel ou para as
vistosas túnicas e as calças de passeio bem
vincadas a esconder os canos rústicos dos
coturnos brilhantes. Devido ao polimento
especial que dava ao capacete o soldado
sobressaia, mesmo de longe, no meio da
multidão da tropa. O referido soldado tinha até
pinta de oficial e nunca alimentou aquela
tradicional imagem do recruta. Não é para
menos que os próprios aspirantes a oficiais
fresquinhos e recém-saídos da Academia
Militar das Agulhas Negras, tinham-lhe uma
inveja imensa. O soldado, na sua maliciosa
ironia, fingia nada notar e continuava nos seus
trajes e posturas cada vez mais imponentes.
Por muitos motivos era mesmo um dia muito
especial para o soldado número 666: era o
seu dia, o Dia do Soldado, 25 de agosto de
1950! O calor abrasador na capital do Rio
Grande do Norte tinha sido impiedoso para a
tropa no seu desfile, demonstrações de
ginástica e tudo aquilo que é imposto para a
soldadesca exatamente no seu dia, o Dia do
Soldado. Foi como sempre foi e será na
tradição e nos costumes brasileiros: no Dia do
Trabalhador o pobre extenuado trabalhador é
posto a disputar maratonas passando – língua
de fora –, diante das autoridades nos
sombreados palanques. Isso ocorre também
no Dia do Carteiro, no Dia do Garçom etc etc.
Vejam só quanta ironia, quase maldade;
inventaram também a maratona alternativa
para os atletas “parilímpicos” nas suas
velozes cadeiras de roda!
Mas fiquemos na ironia do Dia do Soldado.
Após os extenuantes acontecimentos na parte
da manhã, os valentes jovens marcharam
ainda alguns quilômetros com sol de meio dia
para o merecido descanso e justo
recolhimento no quartel. No meio deles,
inconfundível e participante de tudo, lá ia
também para o quartel do 16º Regimento de
Infantaria, o garboso recruta 666 com pinta de
cadete das Agulhas Negras!
Além desses acontecimentos castrenses, o
dia para toda a cidade seria igualmente
muitíssimo especial: estaria chegando para
um comício ninguém mais e ninguém menos
que o candidato a presidente da República
dos Estados Unidos do Brasil, o ex-ditador
Getúlio Vargas! Pena que o soldado recruta
número 666 estivesse tão cansado e ia para o
quartel. Ele era um jovem daqueles que daria
tudo para ver, de perto, o mítico Getúlio
Vargas. Anos e anos ouvira falar maravilhas
do homem que decidira os destinos, a sorte e
a vida de milhões de brasileiros! O carisma do
candidato às eleições de 3 de outubro
próximo garantia a preferência de todo o
Brasil. Pena que aquele soldado estivesse
indo para o quartel e o fantástico Getúlio
estaria chegando para o comício da noite, em
praça pública, naquele excitante dia para a
capital potiguar.
Madrugada indormida para alguns poucos
ocupantes da bela mansão no elegante bairro
de Petrópolis. Do lado de fora uns poucos
soldados do Exército davam segurança e
garantias à tranquilidade ao Getúlio que
deveria descansar após um dia estafante de
discurso em praça pública. Cumprimentos,
apertos de mãos suadas – sorrisos falsos de
satisfação –, e confabulações naquele quase
final de campanha eleitoral pelo Nordeste. E
ainda faltava um estrondoso comício cheio de
dúvidas na estratégica Recife...Natal, no Rio
Grande do Norte, estaria na posição de
penúltima tentativa das conquistas do
Nordeste do candidato estancieiro dos
Pampas do Rio Grande do Sul.
O Tribunal Regional Eleitoral tinha requisitado
as forças federais para garantir a vida daquele
candidato especial. Os comunistas da região
nunca conseguiram esquecer as represálias
do Estado Novo depois da fracassada
intentona de 1935. Assim, todo cuidado era
pouco para garantir a vida do senhor Vargas
enquanto estivesse em Natal. Só o Exército
tinha condições morais e materiais para
guardar a vida do famoso Getúlio Vargas.
Aliás, Só o Exército e alguns soldados muito
bem selecionados poderiam oferecer as
salvaguardas exigidas pelo Tribunal Regional
Eleitoral. E aí estava, na calorenta
madrugada, o soldado 666, pensativo, sob a
varanda da nobre mansão onde o velho
caudilho Vargas dos Pampas gaúchos tentava
repor energias do corpo cansado e conciliar
mentalmente os intricados problemas da sua
longa vida política.
O imberbe recruta ficava imaginando na sua
solidão nos fundos da mansão, como era
irônico o destino: a segurança e a tranquilidade
do ex poderoso presidente estava em suas
mãos! Ou melhor, naquelas mãos de recruta
confiável e na única submetralhadora disponível
para a meia dúzia de inexperientes rapazes de
verde-oliva. Os demais soldados se postaram,
por ordem superior, bem na calçada da frente
da mansão. Só o soldado 666 ficou de guarda
nos fundos da casa senhorial, bem debaixo de
uma varanda que, certamente, dava para o
principal quarto onde deveria pernoitar o
homem mais bem protegido. Na verdade, quem
ditava as ordens naquele local era o chefe da
guarda pessoal do estancieiro Vargas, o temível
tenente Gregório Fortunato da briosa Brigada
Militar do Rio Grande do Sul.
As afetadas e arrogantes atitudes do negro
Gregório não foram suficientes para
impressionar o soldado 666. O horrendo olhar
de pantera negra examinando todos os
recrutas, de cima a baixo, não conseguiu
intimidar aquele soldado especial. Talvez por
isso ele tenha sido aprovado e selecionado
para guardar o precioso descanso do
candidato Vargas enquanto o próprio Gregório
tirasse também uma merecida pestana na
calorenta madrugada em Natal.
No meio da madrugada o soldado 666 sente
que o ar puro daquela ventilada avenida bem
perto do mar estava sendo poluído com um
forte aroma de tabaco! Mais que depressa, o
vigilante soldado torna-se mais alerta para
identificar de onde poderia estar chegando o
penetrante cheiro de fumo! Seria alguém que
estaria ousando se aproximar dos fundos da
casa e atentar contra a vida de Getúlio
Vargas?! Não seria essa a primeira vez que o
velho gaúcho corria o real perigo de vida. O
recruta conhecia bem de história e das
inúmeras tentativas dos inimigos para eliminar
o antigo ditador Vargas.
Os passos apressados do soldado e suas
atitudes e gestos buscando pelos cantos
qualquer sinal de intrusos, foi suficiente para
despertar no homem sobre a varanda uma
discreta, porem audível risada. Sorriso este
na provável intenção de tranquilizar e
agradescer o dedicado vigilante.
O eterno ídolo do soldado 666 estava
fumando um enorme charuto diretamente
sobre a cabeça do seu protetor da
madrugada.
– Bom dia soldado! Posso descer e fazer-lhe
companhia para passamos o tempo nesta
noite calorenta?
– Pois não senhor senador – o disciplinado
soldado responde fazendo questão de
mostrar que Getúlio Dorneles Vargas
receberá dele o tratamento que corresponde e
completa sem demonstrar a enorme surpresa
e emoção – Estarei aqui até o raiar do dia à
disposição de Vossa Excelência!
O candidato chega bem próximo do soldado e
não esconde a sua satisfação em poder iniciar
uma conversa com alguém assim tão simples
e, com certeza, desinteressado em explorar a
intimidade com um homem da importância
histórica dele. Entretanto, o fiel Gregório
observa de cima da varanda, que Getúlio
manifesta confiança. (CONCLUSÃO:
próxima edição)
CHEIRAR CACAU. QUE “BARATO”!
O cacau em pó tem substituído a cocaína em
algumas boates na Europa, de acordo com o
site Mail Online. Em sua forma pura, o
produto é capaz de levar endorfina na
corrente sanguínea, o que causaria a
sensação de euforia semelhante ao feito por
drogas, segundo os defensores do uso. Além
disso, o cacau contém altas doses de
magnésio, que relaxam os músculos.
Para facilitar o consumo, o chef belga
Dominique Persoone criou um dispositivo
especial. Esse equipamento tem sido utilizado
nas festas. Ele explica que não pretende
promover as drogas.
De acordo com Catherine Kwik-Uribe, diretora
de pesquisa e desenvolvimento da Mars
Symbioscience, empresa de tecnologia
dedicada ao desenvolvimento de produtos
com base científica, apesar do cacau puro ter
substâncias como anandamida e
feniletilamina, que alteram o humor das
pessoas, a quantidade desses compostos não
é suficiente para ter uma influência em uma
pessoa. Portanto, ela considera o efeito
"entorpecente" do cacau como um placebo.
Já o médico Jordan Josephson, do Hospital
Lenox Hill de Nova York, disse que cheirar
cacau não é uma prática segura, já que o
nariz pode reconhecer o pó como uma
substância tóxica. De acordo com ele, inalar
qualquer substância estranha pode ser
prejudicial a saúde e não é indicado, já que
pode danificar importantes pelos
microscópicos do nariz.
Além disso, não há pesquisas sobre o efeito
do cacau no organismo se ele for inalado
(Fonte: A TARDE, Salvador/ Enviada pela
Ceplaqueana Dilu).
FUTEBOL DE RUA
Luis Fernando Veríssimo
Pelada é o futebol de campinho, de terreno
baldio. Mas existe um tipo de futebol ainda mais
rudimentar do que a pelada. É o futebol de rua.
Perto do futebol de rua qualquer pelada é luxo e
qualquer terreno baldio é o Maracanã em jogo
noturno. Se você é homem, brasileiro e criado
em cidade, sabe do que eu estou falando.
Futebol de rua é tão humilde que chama pelada
de senhora. Não sei se alguém, algum dia, por
farra ou nostalgia, botou num papel as regras do
futebol de rua. Elas seriam mais ou menos
assim:
DA BOLA – A bola pode ser qualquer coisa
remotamente esférica. Até uma bola de
futebol serve. No desespero, usa-se qualquer
coisa que role, como uma pedra, uma lata
vazia ou a merendeira do seu irmão menor,
que sairá correndo para se queixar em casa.
No caso de se usar uma pedra, lata ou outro
objeto contundente, recomenda-se jogar de
sapatos. De preferência os novos, do colégio.
Quem jogar descalço deve cuidar para chutar
sempre com aquela unha do dedão que
estava precisando ser aparada mesmo.
Também é permitido o uso de frutas ou
legumes em vez da bola, recomendando-se
nestes casos a laranja, a maça, o chuchu e a
pêra. Desaconselha-se o uso de tomates,
melancias e, claro, ovos. O abacaxi pode ser
utilizado, mas aí ninguém quer ficar no golo.
DAS GOLEIRAS – As goleiras podem ser feitas
com, literalmente, o que estiver à mão. Tijolos,
paralelepípedos, camisas emboladas, os livros da
escola, a merendeira do seu irmão menor, e até o
seu irmão menor, apesar dos seus protestos.
Quando o jogo é importante, recomenda-se o uso
de latas de lixo. Cheias, para agüentarem o
impacto. A distância regulamentar entre uma
goleira e outra dependerá de discussão prévia
entre os jogadores. Às vezes esta discussão
demora tanto que quando a distância fica
acertada está na hora de ir jantar. Lata de lixo
virada é meio golo.
DO CAMPO – O campo pode ser só até o fio
da calçada, calçada e rua, calçada, rua e a
calçada do outro lado e – nos clássicos – o
quarteirão inteiro. O mais comum é jogar-se
só no meio da rua.
DA DURAÇÃO DO JOGO – Até a mãe
chamar ou escurecer, o que vier primeiro. Nos
jogos noturnos, até alguém da vizinhança
ameaçar chamar a polícia.
DA FORMAÇÃO DOS TIMES – O número de
jogadores em cada equipe varia, de um a 70
para cada lado. Algumas convenções devem ser
respeitadas. Ruim vai para o golo. Perneta joga
na ponta, a esquerda ou a direita dependendo
da perna que faltar. De óculos é meia-armador,
para evitar os choques. Gordo é beque.
DO JUIZ – Não tem juiz.
DAS INTERRUPÇÕES – No futebol de rua, a
partida só pode ser paralisada numa destas
eventualidades:
a) Se a bola for para baixo de um carro
estacionado e ninguém conseguir tirá-la.
Mande o seu irmão menor.
b) Se a bola entrar por uma janela. Neste
caso os jogadores devem esperar não mais
de 10 minutos pela devolução voluntária da
bola. Se isto não ocorrer, os jogadores devem
designar voluntários para bater na porta da
casa ou apartamento e solicitar a devolução,
primeiro com bons modos e depois com
ameaças de depredação. Se o apartamento
ou casa for de militar reformado com
cachorro, deve-se providenciar outra bola. Se
a janela atravessada pela bola estiver com o
vidro fechado na ocasião, os dois times
devem reunir-se rapidamente para deliberar o
que fazer. A alguns quarteirões de distância.
c) Quando passarem pela calçada:
1) Pessoas idosas ou com defeitos físicos.
2) Senhoras grávidas ou com crianças de colo.
3) Aquele mulherão do 701 que nunca usa sutiã.
Se o jogo estiver empate em 20 a 20 e quase
no fim, esta regra pode ser ignorada e se
alguém estiver no caminho do time atacante,
azar. Ninguém mandou invadir o campo.
d) Quando passarem veículos pesados pela
rua. De ônibus para cima. Bicicletas e
Volkswagen, por exemplo, podem ser
chutados junto com a bola e se entrar é golo.
DAS SUBSTITUIÇÕES – Só são permitidas
substituições:
a) No caso de um jogador ser carregado para
casa pela orelha para fazer a lição.
b) Em caso de atropelamento.
DO INTERVALO PARA DESCANSO – Você
deve estar brincando.
DA TÁTICA – Joga-se o futebol de rua mais
ou menos como o Futebol de Verdade (que é
como, na rua, com reverência, chamam a
pelada), mas com algumas importantes
variações. O goleiro só é intocável dentro da
sua casa, para onde fugiu gritando por
socorro. É permitido entrar na área adversária
tabelando com uma Kombi. Se a bola dobrar
a esquina é córner.
DAS PENALIDADES – A única falta prevista
nas regras do futebol de rua é atirar um
adversário dentro do bueiro. É considerada
atitude antiesportiva e punida com tiro
indireto.
DA JUSTIÇA ESPORTIVA – Os casos de
litígio serão resolvidos no tapa
POESIA DA SEMANA
FLOR DA PRIMAVERA
Nenita Madeiro Campos
No meu pensamento, em loucos desvarios,
Curvam-se coisas que fazem rosários,
Que tocam bem dentro e junto de mim.
E que no passar dos tempos se firmam,
E nos sinos dóceis das Sés reafirmam,
Embalos febrís de coros assim:
Boninas e rosas,
Singelas, mimosas,
E flores sutís.
Boninas morenas,
De faces serenas,
E colibrís !
Recordo ainda mil coisas que falam,
Dos velhos tempos que bem longe vão
Daquelas rosas, lembra-te ? Colhias
Somente pra mim no caramanchão
Que ao leve tanger das brisas tão fortes,
Dizem momentos das almas que calam !
Daquelas mulatas,
De olhos cor do mar
Em que te embalavas
Pra me enciumar !
Recordo, enfim, dos belos passarinhos,
Dos bem-te-vis que na palmeira triste
Entoavam seu canto ao entardecer
Lembro também do dia em que partiste
E da grande tristeza dos caminhos,
Que estávamos, então, a percorrer !
Por quê foste embora ?
Para onde ? Não sei
Também eu parti
E não mais ganhei
Noticias de ti !
Jamais esqueci os dias de outrora,
E tudo, tudo, o que entre nós passou
Não me tornei diferente do que era...
Não esqueço, também, dizendo agora
Da saudade que tão cedo secou
Por não ser uma FLOR DA PRIMAVERA !
A PIADA DA SEMANA
Um senhor foi a um laboratório moderno fazer
exames de rotina.
Pediram que fizesse xixi num orifício de uma
máquina. Após alguns segundos, a máquina
imprimiu o seguinte relatório:
Nome: João da Silva
Idade: 36
Profissão: Engenheiro
Estado Civil: Casado
Tipo Sanguíneo: A+
Diagnóstico: Artrite no braço direito.
Ele ficou impressionado e não acreditou,
pediu para fazer novo exame.
Eis que a máquina expeliu mais um relatório.
Informações complementares sobre o Sr.
João da Silva:
Idade detalhada: 36 anos, 3 meses e 20 dias
Cor dos olhos : Castanhos escuros
Perda de cabelo : 35%
Diagnóstico : Artrite no braço direito.
Ele continuava a não acreditar. Foi em casa,
fez xixi numa vasilha e pediu que a mulher a
filha também fizessem, colocou ali também
um pouco de seu esperma, tirou óleo do
carro, juntou tudo e levou ao dito laboratório.
Colocaram a tal mistura na máquina e
prontamente saiu outro relatório:
Informações complementares sobre o Sr.
João da Silva:
Corno
Filha grávida de 3 meses
Carro precisa trocar o óleo
ATENÇÃO: QUANDO FOR SE MASTURBAR,
USE A MÃO ESQUERDA, PORQUE A DIREITA
TEM ARTRITE.
(FONTE: piadas picantes; internete)
oOo
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www.r2cpress.com.br
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  • 1. AGRISSÊNIOR NOTICIAS Pasquim informativo e virtual. Opiniões, humor e mensagens EDITORES: Luiz Ferreira da Silva (luizferreira1937@gmail.com) e Jefferson Dias (jffercarlos@gmail.com) Edição 633 – ANO XIV Nº 04 – 15 de agosto de 2017 GETÚLIO ENCONTRA JESUS - I Von Steisloff (Amaury Rodrigues) Engenheiro-Agrônomo e Escritor Aquele dia de agosto seria muito especial para um soldado diferente. Ele mesmo, e outros seus camaradas, consideravam que ele tinha algo assim de destaque. As marcas deste soldado iam desde a austera disciplina pessoal que se impunha, passando pelo humanismo praticante e terminando na mais fina ironia e mordacidade que dispensava aos poucos inimigos e aos montões de amigos. Vejam só, enquanto no longo governo Gaspar Dutra que terminava, o povo vinha transmutando-se para uma espécie de massa amorfa; sem rumo e resignada com a mediocridade marchante, aquele soldado vinha exercitando um aprendizado no sentido oposto; de observação crítica e ânimo de indignação. Vejam mais este detalhe: enquanto o fardamento fornecido, gratuitamente, ao soldado recruta comum, sempre servia para os epítetos de jegue ou desengonçado, as fardas utilizadas pelo soldado aqui considerado eram talhadas, sob medida, por alfaiates dispendiosos no tecido verde-oliva dos padrões mais caros. Aquela vaidade, quase orgulho, valia para as gandolas do uso diário no interior do quartel ou para as vistosas túnicas e as calças de passeio bem vincadas a esconder os canos rústicos dos coturnos brilhantes. Devido ao polimento especial que dava ao capacete o soldado sobressaia, mesmo de longe, no meio da multidão da tropa. O referido soldado tinha até pinta de oficial e nunca alimentou aquela tradicional imagem do recruta. Não é para menos que os próprios aspirantes a oficiais fresquinhos e recém-saídos da Academia Militar das Agulhas Negras, tinham-lhe uma inveja imensa. O soldado, na sua maliciosa ironia, fingia nada notar e continuava nos seus trajes e posturas cada vez mais imponentes. Por muitos motivos era mesmo um dia muito especial para o soldado número 666: era o seu dia, o Dia do Soldado, 25 de agosto de 1950! O calor abrasador na capital do Rio Grande do Norte tinha sido impiedoso para a tropa no seu desfile, demonstrações de ginástica e tudo aquilo que é imposto para a soldadesca exatamente no seu dia, o Dia do Soldado. Foi como sempre foi e será na tradição e nos costumes brasileiros: no Dia do Trabalhador o pobre extenuado trabalhador é posto a disputar maratonas passando – língua de fora –, diante das autoridades nos sombreados palanques. Isso ocorre também no Dia do Carteiro, no Dia do Garçom etc etc. Vejam só quanta ironia, quase maldade; inventaram também a maratona alternativa para os atletas “parilímpicos” nas suas velozes cadeiras de roda! Mas fiquemos na ironia do Dia do Soldado. Após os extenuantes acontecimentos na parte da manhã, os valentes jovens marcharam ainda alguns quilômetros com sol de meio dia para o merecido descanso e justo recolhimento no quartel. No meio deles, inconfundível e participante de tudo, lá ia
  • 2. também para o quartel do 16º Regimento de Infantaria, o garboso recruta 666 com pinta de cadete das Agulhas Negras! Além desses acontecimentos castrenses, o dia para toda a cidade seria igualmente muitíssimo especial: estaria chegando para um comício ninguém mais e ninguém menos que o candidato a presidente da República dos Estados Unidos do Brasil, o ex-ditador Getúlio Vargas! Pena que o soldado recruta número 666 estivesse tão cansado e ia para o quartel. Ele era um jovem daqueles que daria tudo para ver, de perto, o mítico Getúlio Vargas. Anos e anos ouvira falar maravilhas do homem que decidira os destinos, a sorte e a vida de milhões de brasileiros! O carisma do candidato às eleições de 3 de outubro próximo garantia a preferência de todo o Brasil. Pena que aquele soldado estivesse indo para o quartel e o fantástico Getúlio estaria chegando para o comício da noite, em praça pública, naquele excitante dia para a capital potiguar. Madrugada indormida para alguns poucos ocupantes da bela mansão no elegante bairro de Petrópolis. Do lado de fora uns poucos soldados do Exército davam segurança e garantias à tranquilidade ao Getúlio que deveria descansar após um dia estafante de discurso em praça pública. Cumprimentos, apertos de mãos suadas – sorrisos falsos de satisfação –, e confabulações naquele quase final de campanha eleitoral pelo Nordeste. E ainda faltava um estrondoso comício cheio de dúvidas na estratégica Recife...Natal, no Rio Grande do Norte, estaria na posição de penúltima tentativa das conquistas do Nordeste do candidato estancieiro dos Pampas do Rio Grande do Sul. O Tribunal Regional Eleitoral tinha requisitado as forças federais para garantir a vida daquele candidato especial. Os comunistas da região nunca conseguiram esquecer as represálias do Estado Novo depois da fracassada intentona de 1935. Assim, todo cuidado era pouco para garantir a vida do senhor Vargas enquanto estivesse em Natal. Só o Exército tinha condições morais e materiais para guardar a vida do famoso Getúlio Vargas. Aliás, Só o Exército e alguns soldados muito bem selecionados poderiam oferecer as salvaguardas exigidas pelo Tribunal Regional Eleitoral. E aí estava, na calorenta madrugada, o soldado 666, pensativo, sob a varanda da nobre mansão onde o velho caudilho Vargas dos Pampas gaúchos tentava repor energias do corpo cansado e conciliar mentalmente os intricados problemas da sua longa vida política. O imberbe recruta ficava imaginando na sua solidão nos fundos da mansão, como era irônico o destino: a segurança e a tranquilidade do ex poderoso presidente estava em suas mãos! Ou melhor, naquelas mãos de recruta confiável e na única submetralhadora disponível para a meia dúzia de inexperientes rapazes de verde-oliva. Os demais soldados se postaram, por ordem superior, bem na calçada da frente da mansão. Só o soldado 666 ficou de guarda nos fundos da casa senhorial, bem debaixo de uma varanda que, certamente, dava para o principal quarto onde deveria pernoitar o homem mais bem protegido. Na verdade, quem ditava as ordens naquele local era o chefe da guarda pessoal do estancieiro Vargas, o temível tenente Gregório Fortunato da briosa Brigada Militar do Rio Grande do Sul. As afetadas e arrogantes atitudes do negro Gregório não foram suficientes para impressionar o soldado 666. O horrendo olhar de pantera negra examinando todos os recrutas, de cima a baixo, não conseguiu intimidar aquele soldado especial. Talvez por isso ele tenha sido aprovado e selecionado para guardar o precioso descanso do candidato Vargas enquanto o próprio Gregório tirasse também uma merecida pestana na calorenta madrugada em Natal. No meio da madrugada o soldado 666 sente que o ar puro daquela ventilada avenida bem perto do mar estava sendo poluído com um forte aroma de tabaco! Mais que depressa, o vigilante soldado torna-se mais alerta para identificar de onde poderia estar chegando o penetrante cheiro de fumo! Seria alguém que estaria ousando se aproximar dos fundos da casa e atentar contra a vida de Getúlio Vargas?! Não seria essa a primeira vez que o velho gaúcho corria o real perigo de vida. O recruta conhecia bem de história e das inúmeras tentativas dos inimigos para eliminar o antigo ditador Vargas. Os passos apressados do soldado e suas atitudes e gestos buscando pelos cantos
  • 3. qualquer sinal de intrusos, foi suficiente para despertar no homem sobre a varanda uma discreta, porem audível risada. Sorriso este na provável intenção de tranquilizar e agradescer o dedicado vigilante. O eterno ídolo do soldado 666 estava fumando um enorme charuto diretamente sobre a cabeça do seu protetor da madrugada. – Bom dia soldado! Posso descer e fazer-lhe companhia para passamos o tempo nesta noite calorenta? – Pois não senhor senador – o disciplinado soldado responde fazendo questão de mostrar que Getúlio Dorneles Vargas receberá dele o tratamento que corresponde e completa sem demonstrar a enorme surpresa e emoção – Estarei aqui até o raiar do dia à disposição de Vossa Excelência! O candidato chega bem próximo do soldado e não esconde a sua satisfação em poder iniciar uma conversa com alguém assim tão simples e, com certeza, desinteressado em explorar a intimidade com um homem da importância histórica dele. Entretanto, o fiel Gregório observa de cima da varanda, que Getúlio manifesta confiança. (CONCLUSÃO: próxima edição) CHEIRAR CACAU. QUE “BARATO”! O cacau em pó tem substituído a cocaína em algumas boates na Europa, de acordo com o site Mail Online. Em sua forma pura, o produto é capaz de levar endorfina na corrente sanguínea, o que causaria a sensação de euforia semelhante ao feito por drogas, segundo os defensores do uso. Além disso, o cacau contém altas doses de magnésio, que relaxam os músculos. Para facilitar o consumo, o chef belga Dominique Persoone criou um dispositivo especial. Esse equipamento tem sido utilizado nas festas. Ele explica que não pretende promover as drogas. De acordo com Catherine Kwik-Uribe, diretora de pesquisa e desenvolvimento da Mars Symbioscience, empresa de tecnologia dedicada ao desenvolvimento de produtos com base científica, apesar do cacau puro ter substâncias como anandamida e feniletilamina, que alteram o humor das pessoas, a quantidade desses compostos não é suficiente para ter uma influência em uma pessoa. Portanto, ela considera o efeito "entorpecente" do cacau como um placebo. Já o médico Jordan Josephson, do Hospital Lenox Hill de Nova York, disse que cheirar cacau não é uma prática segura, já que o nariz pode reconhecer o pó como uma substância tóxica. De acordo com ele, inalar qualquer substância estranha pode ser prejudicial a saúde e não é indicado, já que pode danificar importantes pelos microscópicos do nariz. Além disso, não há pesquisas sobre o efeito do cacau no organismo se ele for inalado (Fonte: A TARDE, Salvador/ Enviada pela Ceplaqueana Dilu). FUTEBOL DE RUA Luis Fernando Veríssimo Pelada é o futebol de campinho, de terreno baldio. Mas existe um tipo de futebol ainda mais rudimentar do que a pelada. É o futebol de rua. Perto do futebol de rua qualquer pelada é luxo e qualquer terreno baldio é o Maracanã em jogo noturno. Se você é homem, brasileiro e criado em cidade, sabe do que eu estou falando. Futebol de rua é tão humilde que chama pelada de senhora. Não sei se alguém, algum dia, por farra ou nostalgia, botou num papel as regras do futebol de rua. Elas seriam mais ou menos assim: DA BOLA – A bola pode ser qualquer coisa remotamente esférica. Até uma bola de futebol serve. No desespero, usa-se qualquer coisa que role, como uma pedra, uma lata vazia ou a merendeira do seu irmão menor, que sairá correndo para se queixar em casa. No caso de se usar uma pedra, lata ou outro objeto contundente, recomenda-se jogar de sapatos. De preferência os novos, do colégio. Quem jogar descalço deve cuidar para chutar sempre com aquela unha do dedão que estava precisando ser aparada mesmo.
  • 4. Também é permitido o uso de frutas ou legumes em vez da bola, recomendando-se nestes casos a laranja, a maça, o chuchu e a pêra. Desaconselha-se o uso de tomates, melancias e, claro, ovos. O abacaxi pode ser utilizado, mas aí ninguém quer ficar no golo. DAS GOLEIRAS – As goleiras podem ser feitas com, literalmente, o que estiver à mão. Tijolos, paralelepípedos, camisas emboladas, os livros da escola, a merendeira do seu irmão menor, e até o seu irmão menor, apesar dos seus protestos. Quando o jogo é importante, recomenda-se o uso de latas de lixo. Cheias, para agüentarem o impacto. A distância regulamentar entre uma goleira e outra dependerá de discussão prévia entre os jogadores. Às vezes esta discussão demora tanto que quando a distância fica acertada está na hora de ir jantar. Lata de lixo virada é meio golo. DO CAMPO – O campo pode ser só até o fio da calçada, calçada e rua, calçada, rua e a calçada do outro lado e – nos clássicos – o quarteirão inteiro. O mais comum é jogar-se só no meio da rua. DA DURAÇÃO DO JOGO – Até a mãe chamar ou escurecer, o que vier primeiro. Nos jogos noturnos, até alguém da vizinhança ameaçar chamar a polícia. DA FORMAÇÃO DOS TIMES – O número de jogadores em cada equipe varia, de um a 70 para cada lado. Algumas convenções devem ser respeitadas. Ruim vai para o golo. Perneta joga na ponta, a esquerda ou a direita dependendo da perna que faltar. De óculos é meia-armador, para evitar os choques. Gordo é beque. DO JUIZ – Não tem juiz. DAS INTERRUPÇÕES – No futebol de rua, a partida só pode ser paralisada numa destas eventualidades: a) Se a bola for para baixo de um carro estacionado e ninguém conseguir tirá-la. Mande o seu irmão menor. b) Se a bola entrar por uma janela. Neste caso os jogadores devem esperar não mais de 10 minutos pela devolução voluntária da bola. Se isto não ocorrer, os jogadores devem designar voluntários para bater na porta da casa ou apartamento e solicitar a devolução, primeiro com bons modos e depois com ameaças de depredação. Se o apartamento ou casa for de militar reformado com cachorro, deve-se providenciar outra bola. Se a janela atravessada pela bola estiver com o vidro fechado na ocasião, os dois times devem reunir-se rapidamente para deliberar o que fazer. A alguns quarteirões de distância. c) Quando passarem pela calçada: 1) Pessoas idosas ou com defeitos físicos. 2) Senhoras grávidas ou com crianças de colo. 3) Aquele mulherão do 701 que nunca usa sutiã. Se o jogo estiver empate em 20 a 20 e quase no fim, esta regra pode ser ignorada e se alguém estiver no caminho do time atacante, azar. Ninguém mandou invadir o campo. d) Quando passarem veículos pesados pela rua. De ônibus para cima. Bicicletas e Volkswagen, por exemplo, podem ser chutados junto com a bola e se entrar é golo. DAS SUBSTITUIÇÕES – Só são permitidas substituições: a) No caso de um jogador ser carregado para casa pela orelha para fazer a lição. b) Em caso de atropelamento. DO INTERVALO PARA DESCANSO – Você deve estar brincando. DA TÁTICA – Joga-se o futebol de rua mais ou menos como o Futebol de Verdade (que é como, na rua, com reverência, chamam a pelada), mas com algumas importantes variações. O goleiro só é intocável dentro da sua casa, para onde fugiu gritando por socorro. É permitido entrar na área adversária tabelando com uma Kombi. Se a bola dobrar a esquina é córner. DAS PENALIDADES – A única falta prevista nas regras do futebol de rua é atirar um adversário dentro do bueiro. É considerada atitude antiesportiva e punida com tiro indireto. DA JUSTIÇA ESPORTIVA – Os casos de litígio serão resolvidos no tapa POESIA DA SEMANA FLOR DA PRIMAVERA Nenita Madeiro Campos No meu pensamento, em loucos desvarios, Curvam-se coisas que fazem rosários, Que tocam bem dentro e junto de mim. E que no passar dos tempos se firmam,
  • 5. E nos sinos dóceis das Sés reafirmam, Embalos febrís de coros assim: Boninas e rosas, Singelas, mimosas, E flores sutís. Boninas morenas, De faces serenas, E colibrís ! Recordo ainda mil coisas que falam, Dos velhos tempos que bem longe vão Daquelas rosas, lembra-te ? Colhias Somente pra mim no caramanchão Que ao leve tanger das brisas tão fortes, Dizem momentos das almas que calam ! Daquelas mulatas, De olhos cor do mar Em que te embalavas Pra me enciumar ! Recordo, enfim, dos belos passarinhos, Dos bem-te-vis que na palmeira triste Entoavam seu canto ao entardecer Lembro também do dia em que partiste E da grande tristeza dos caminhos, Que estávamos, então, a percorrer ! Por quê foste embora ? Para onde ? Não sei Também eu parti E não mais ganhei Noticias de ti ! Jamais esqueci os dias de outrora, E tudo, tudo, o que entre nós passou Não me tornei diferente do que era... Não esqueço, também, dizendo agora Da saudade que tão cedo secou Por não ser uma FLOR DA PRIMAVERA ! A PIADA DA SEMANA Um senhor foi a um laboratório moderno fazer exames de rotina. Pediram que fizesse xixi num orifício de uma máquina. Após alguns segundos, a máquina imprimiu o seguinte relatório: Nome: João da Silva Idade: 36 Profissão: Engenheiro Estado Civil: Casado Tipo Sanguíneo: A+ Diagnóstico: Artrite no braço direito. Ele ficou impressionado e não acreditou, pediu para fazer novo exame. Eis que a máquina expeliu mais um relatório. Informações complementares sobre o Sr. João da Silva: Idade detalhada: 36 anos, 3 meses e 20 dias Cor dos olhos : Castanhos escuros Perda de cabelo : 35% Diagnóstico : Artrite no braço direito. Ele continuava a não acreditar. Foi em casa, fez xixi numa vasilha e pediu que a mulher a filha também fizessem, colocou ali também um pouco de seu esperma, tirou óleo do carro, juntou tudo e levou ao dito laboratório. Colocaram a tal mistura na máquina e prontamente saiu outro relatório: Informações complementares sobre o Sr. João da Silva: Corno Filha grávida de 3 meses Carro precisa trocar o óleo ATENÇÃO: QUANDO FOR SE MASTURBAR, USE A MÃO ESQUERDA, PORQUE A DIREITA TEM ARTRITE. (FONTE: piadas picantes; internete) oOo Acessar: www.r2cpress.com.br www.facebook.com.br/agrisseniores.57