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Pasquim informativo e virtual.
Opiniões, humor e mensagens
EDITORES: Luiz Ferreira da Silva
(luizferreira1937@gmail.com) e
Jefferson Dias (jffercarlos@gmail.com)
Edição 631 – ANO XIV Nº 02 – 01 de agosto de 2017
ECOS SOBRE A DECADÊNCIA DA CACAUICULTURA SUL BAIANA
Na edição 630, foi publicado um artigo
provocativo – A Cacauicultura já era? – que
mereceu um comentário do colega Tourinho,
que nos leva a repensar tempos idos
ceplaqueanos:
LF: CLARA CONSIDERAÇÃO SOBRE A
CACAUCULTURA BAIANA. O VATICINIO
PEGOU. E PEGOU CHEIO. 16 ANOS É UM
TEMPO SUFICIENTE PARA SE PENSAR E
BUSCAR SAIDAS. NÃO OUVIRAM E NÃO
ENXERGARAM AS NOVAS PORTAS.
NAS PERMANENTES RECAÍDOS QUE NÓS O
POVO PÓS-CEPLAC TEMOS, EU TENHO PRA
MIM QUE UM DOS ERROS FOI NOSSO DA
PROPRIA CEPLAC QUE NA EPOCA TINHA UM
BAITA PODER POLITICO E FINANCEIRO.
DEMOS UM BANHO DE TECNOLOGIA E
ECONOMIA, MAS FALTOU AGUA A
SOCIOLOGIA, A EPOCA UMA CIENCIA
CONSIDERADA COMUNISTA, ESQUERDISTA,
POETICA, ETC., ETC.
NÃO FOMOS CAPAZES DE UM PROJETO
SOCIOLOGICO DE MUDAR A LIDERANÇA
PESSOAL E ENTÃO REFORÇAVAMOS A
LIDERANÇA INSTITUCIONAL ATRAVÉS DOS
MULTIPLOS PAPEIS DA CEPLAC. AS
INSTITUIÇÕES SÃO FEITAS DE LIDRES E O
CACAU E SEUS PRODUTORES ERAM
PERSONAGENS COMPLETAMENTE
DIFERENTES DO CACAU E SUA INSTITUIÇÃO
MASTER - A CEPLAC.
NOS DA CEPLAC TIVEMOS BONS
CONDUTORES MUITOS DELES AINDA VIVOS E
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PASSAGEM. ESSA FOI A RAZÃO MAIOR
PORQUE FOMOS TÃO CERTEIROS E EM
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VERDE. ENTRETANTO OS CACAICULTORES
NUNCA TIVERAM UMA LIDERANÇA DE DNA
AUTENTICO, LIDERES DE RAIZES, BASE, ELES
SEMPRE FORAM LIDERES A NOSSA IMAGEM
E SEMELHANÇA (ME REFIRO CEPLAC).E
QUANDO NOS SUCUMBIMOS NÃO HAVIA
COMO ELES SOBREVIREM, POIS ELES NÃO
EXISTIAM.
FALTOU UM GRANDE PROJETO
SOCIOLOGICO, MAS QUE A EPOCA ERA UMA
CIENCIA SATANIZADA, PROSCRITA, TANTO
FOI ASSIM QUE BASTOU UMA PITADA DE
QUESTIONAMENTO COM O "REPENSAR"
PARA QUE IMEDIATAMENTE SE CHAMASSE
OS ESCRITOS DE " O LIVRO AMARELO DE
MAO-TSE- TUNG" E A GAVETA FOI O SEU
DESTINO.É ISSO AI. VAMOS NOVAMENTE AO
DEBATE!
ARROBA
Postado por Aloisio Guimarães
(www.terradosxucurus.blogspot.com.br)
Todo mundo usa este símbolo na
correspondência eletrônica (e-mail), mas são
poucos aqueles que sabem o seu significado
e origem. De agora em diante, você vai usar o
"@ "sabendo tudo sobre ele:
Durante a Idade Média os livros eram escritos
pelos copistas, à mão. Precursores dos
taquígrafos, os copistas simplificavam o seu
trabalho substituindo letras, palavras e nomes
próprios por símbolos, sinais e abreviaturas.
Não era por economia de esforço nem para o
trabalho ser mais rápido (tempo era o que não
faltava, naquela época!). O motivo era de
ordem econômica: tinta e papel eram
valiosíssimos.
Assim, surgiu o "til" (~), para substituir o "m"
ou "n" que nasalizava a vogal anterior. Se
você reparar bem, verá que o til é um
"enezinho" sobre a letra, da mesma forma. por
exemplo, o nome espanhol "Francisco",
também grafado "Phrancisco", foi abreviado
para "Phco" e "Pco", o que explica, em
espanhol, o apelido "Paco".
Ao citarem os santos, os copistas identificavam-
nos por algum detalhe significativo das suas
vidas. O nome de "São José", por exemplo,
aparecia seguido de "Jesus Christi Pater
Putativus", ou seja, o pai putativo (suposto) de
Jesus Cristo. Mais tarde, os copistas passaram a
adotar a abreviatura "JHS PP" e depois,
simplesmente, "PP". A pronúncia dessas letras
em sequência explica por que "José", em
espanhol, tem o apelido de "Pepe".
Já para substituir a palavra latina "et" ("e"),
eles criaram o símbolo "&" (popularmente
conhecido como "e comercial", em português),
resultado do entrelaçamento dessas duas
letras, em inglês e em latim. E foi com esse
mesmo recurso de entrelaçamento de letras
que os copistas criaram o símbolo "@", para
substituir a preposição latina "ad", que tinha,
entre outros, o sentido de "casa de".
Foram-se os copistas, veio a imprensa, mas
os símbolos "@" e "&" continuaram firmes nos
livros de contabilidade. O "@" aparecia entre
o número de unidades da mercadoria e o
preço. Por exemplo: o registro de
contabilidade 10@£3 significava 10 unidades,
ao preço de 3 libras, cada uma. Nessa época,
o símbolo "@ "significava, em inglês, "at" ("a"
ou "em").
No século XIX, na Catalunha (nordeste da
Espanha), o comércio e a indústria
procuravam imitar as práticas comerciais e
contabilísticas dos ingleses. E como os
espanhóis desconheciam o sentido que os
ingleses davam ao símbolo "@" ("a" ou "em"),
acharam que o símbolo devia ser uma
unidade de peso. Para isso, contribuíram
duas coincidências:
1. a unidade de peso comum para os
espanhóis, na época, era a "arroba", cujo
inicial lembra a forma do símbolo;
2. os carregamentos desembarcados vinham
frequentemente em fardos de 1 arroba. Por
isso, os espanhóis interpretavam aquele
mesmo registro de 10@£3 assim: dez arrobas
custando 3 libras cada uma. Então, o símbolo
"@" passou a ser usado por eles para
designar a "arroba" (medida de peso).
A etimologia do termo "arroba" vem da
palavra árabe "arruba", que significa a quarta
parte: 1 arroba (15 kg, em números redondos)
correspondia a 1/4 de outra medida de origem
árabe, o "quintar", que originou o vocábulo
português "quintal", medida de peso que
equivale a 58,75 kg.
MACHADO DE ASSIS
Joaquim Maria Machado de Assis (Rio de
Janeiro, 21 de junho de 1839 — Rio de
Janeiro, 29 de setembro de 1908) foi um
escritor brasileiro, considerado por muitos
críticos, estudiosos, escritores e leitores um
dos maiores senão o maior nome da literatura
do Brasil, Escreveu em praticamente todos
os gêneros literários, sendo poeta,
romancista, cronista, dramaturgo, contista,
folhetinista, jornalista e crítico literário. Afro-
descendente, testemunhou a Abolição da
Escravatura e a mudança política no país
quando a República substituiu o Império, e foi
grande comentador e relator dos eventos
político-sociais de sua época.
Nascido no Morro do Livramento, Rio de
Janeiro, de uma família pobre, mal estudou
em escolas públicas e nunca frequentou
universidade. Os biógrafos notam que,
interessado pela boemia e pela corte, lutou
para subir socialmente abastecendo-se de
superioridade intelectual. Para isso, assumiu
diversos cargos públicos, passando pelo
Ministério da Agricultura, do Comércio e das
Obras Públicas, e conseguindo precoce
notoriedade em jornais onde publicava suas
primeiras poesias e crônicas. Em sua
maturidade, reunido a colegas próximos,
fundou e foi o primeiro presidente unânime da
Academia Brasileira de Letras.
Sua extensa obra constitui-se de nove
romances e peças teatrais, duzentos contos,
cinco coletâneas de poemas e sonetos, e
mais de seiscentas crônicas. Machado de
Assis é considerado o introdutor do Realismo
no Brasil, com a publicação de Memórias
Póstumas de Brás Cubas (1881) Este
romance é posto ao lado de todas suas
produções posteriores, Quincas Borba, Dom
Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires,
ortodoxamente conhecidas como
pertencentes a sua segunda fase, em que se
notam traços de pessimismo e ironia, embora
não haja rompimento de resíduos românticos.
Dessa fase, os críticos destacam que suas
melhores obras são as da Trilogia Realista.[3]
Sua primeira fase literária é constituída de
obras como Ressurreição, A Mão e a Luva,
Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se
características herdadas do Romantismo, ou
"convencionalismo", como prefere a crítica
moderna.
Sua obra foi de fundamental importância para
as escolas literárias brasileiras do século XIX
e do século XX e surge nos dias de hoje como
de grande interesse acadêmico e público.
Influenciou grandes nomes das letras, como
Olavo Bilac, Lima Barreto, Drummond de
Andrade, John Barth, Donald Barthelme e
outros. Em seu tempo de vida, alcançou
relativa fama e prestígio pelo Brasil, contudo
não desfrutou de popularidade exterior na
época. Hoje em dia, por sua inovação e
audácia em temas precoces, é
frequentemente visto como o escritor
brasileiro de produção sem precedentes de
modo que, recentemente, seu nome e sua
obra têm alcançado diversos críticos,
estudiosos e admiradores do mundo inteiro.
Machado de Assis é considerado um dos
grandes gênios da história da literatura, ao
lado de autores como Dante, Shakespeare e
Camões. (Fonte: Wikipédia)
BIODIVERSIDADE É TUDO!
http://www.eupensomeioambiente.com.br/2016/01/12/biodiversidade-e-tudo/
Biodiversidade, também chamada de
diversidade biológica, é toda a variedade de
vida que se encontra no planeta. “Bio” significa
“vida” e “diversidade” as suas diversas formas.
São as plantas, os insetos, os micro-
organismos, as aves, os répteis… e também os
seres humanos! Sim. Somos parte da
biodiversidade e dependemos dela. Os
alimentos que comemos, as roupas que
vestimos, os remédios, cosméticos e materiais
que usamos têm relação direta com a
biodiversidade e aos serviços prestados por ela.
Essa biodiversidade deve ser encarada como
uma grande riqueza não somente de vida,
mas econômica, social, genética, científica,
educacional, cultural, recreativa e estética.
Não há dúvidas que este é o nosso patrimônio
maior. Para ter uma ideia, os serviços
ambientais proporcionados pela
biodiversidade mundial são estimados em 33
trilhões de dólares anuais.
Dentre os países de megadiversidade, o
Brasil é o principal. De acordo com
levantamentos científicos, nosso país detém
de 15 a 20% do número total de espécies do
planeta. Temos a mais diversa flora do
mundo, com mais de 55 mil espécies
descritas e alguns dos mais ricos biomas do
mundo: Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado.
Somente a parte brasileira da floresta
Amazônica compreende cerca de 26% das
florestas tropicais remanescentes no planeta!
Somos também ricos em grau de endemismo,
ou seja, de espécies que só existem no Brasil
e em determinado ecossistema.
E se biodiversidade também envolve pessoas,
não podemos deixar de mencionar a nossa
sociodiversidade. Temos mais de 200 povos
indígenas e grande diversidade de
populações tradicionais (quilombolas,
caiçaras, seringueiros, etc), que possuem
grande conhecimento dos potenciais da
floresta e seus usos.
De acordo com a Convenção da Diversidade
Biológica (CDB/ONU) estima-se que a
biodiversidade do planeta pode alcançar de 10 a
100 milhões de espécies. Entretanto, o número
de espécies hoje conhecido, em todo o planeta,
está em torno de somente 1,7 milhões, o que
mostra que temos muito ainda a conhecer sobre
a biodiversidade no mundo. O Brasil, que abriga
boa parte dessa biodiversidade, tem uma grande
responsabilidade em conservar o que ainda
existe dela.
Ações humanas ameaçam a
biodiversidade em todo o mundo
Pesquisas recentes apontam que as ações
humanas estão levando a extinção de
espécies a um índice alarmante. O
desaparecimento de biodiversidade global é
mil vezes mais veloz do que se ele
acontecesse naturalmente, sem o impacto da
humanidade, com atividades que esgotam os
recursos naturais e que devastam habitats de
espécies na natureza. Nesse ritmo, o planeta
caminha para a sua sexta extinção em massa.
Dentre algumas das grandes preocupações
de quem estuda a biodiversidade estão as
espécies ainda desconhecidas pela ciência.
Apesar dos progressos recentes em
conservação de espécies, ainda existem
incertezas quanto ao número de espécies que
existem no mundo, onde elas estão e suas
taxas de extinção. Acredita-se que muitas
delas já tenham desaparecido antes mesmo
de serem identificadas.
Por que conservar?
Várias são as razões para conservar a
biodiversidade. A continuidade da vida no
planeta, a qualidade de vida e a sobrevivência
da própria espécie humana são algumas
delas. Todos nós nos beneficiamos de muitos
dos serviços dessa diversidade biológica. Por
exemplo, inúmeros produtos e remédios que
utilizamos atualmente tiveram sua origem na
floresta ou no mar e muitas pesquisas
científicas buscam a mesma fonte para a cura
de doenças. Outro exemplo está na
engenharia. Equipamentos sofisticados são
inspirados em movimentos de animais, e até
mesmo em formas da natureza. O que dizer
da economia, agricultura e outros sistemas
produtivos? São diretamente dependentes da
biodiversidade. A disponibilidade de alimento,
a regulagem do clima, a qualidade da água
que bebemos estão ligados a um planeta em
equilíbrio, que somente pode ser conquistado
se soubermos utilizar estes recursos de
maneira sustentável.
Estima-se hoje que para salvar a
biodiversidade deveriam ser gastos US$ 300
bilhões por ano. Neste valor estariam
incluídos, por exemplo, a gestão sustentável
da agricultura, florestas, água doce e dos
ecossistemas costeiros e marinhos. Mas o
fracasso na conservação da biodiversidade
custaria muito mais e poderia ter graves
consequências, como doenças, fome,
pobreza e baixa capacidade de adaptação às
mudanças climáticas.
Para conservar a biodiversidade, algumas
iniciativas têm sido realizadas pelos mais
diversos setores: organizações da sociedade
civil, instituições governamentais, povos
tradicionais, empresas, universidades, etc.
A Convenção sobre Diversidade Biológica
(CDB/ONU), por exemplo, é o mais importante
acordo sobre diversidade biológica entre os
países. Criada durante a Eco92, tem como
pilares a conservação da diversidade biológica, a
utilização sustentável de seus componentes e a
repartição justa e equitativa dos benefícios
derivados do uso dos recursos genéticos.
Pesquisas científicas, informação e educação
ambiental também são caminhos para conservar
a biodiversidade. Levantamentos sobre espécies
desconhecidas, os usos da biodiversidade, seus
valores econômicos e sociais são fundamentais
para criar políticas públicas em defesa deste
patrimônio. Universidades, empresas e
organizações socioambientais brasileiras como o
IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas
trabalham nessa direção.
No Brasil, a criação de Unidades de
Conservação (UCs) é uma das ferramentas
legais para proteger o que resta da nossa
biodiversidade nas florestas e suas
paisagens. Temos atualmente 310 UCs no
País. As UCs são divididas em dois grandes
grupos: unidades de proteção integral (que
pretende preservar a natureza, com a mínima
interferência humana) e unidades de uso
sustentável (onde estão permitidas atividades
humanas, de forma sustentável).
Fontes: IPÊ – Instituto de Pesquisas
Ecológicas (www.ipe.org.br); MMA-Ministério
do Meio Ambiente, Radar Rio+20
(www.radarrio20.org.br),
ICMBio (www.icmbio.gov.br),
IBAMA (www.ibama.gov.br)
FRASES E PENSAMENTOS
O espírito crítico é essencial. O questionamento
é correto, mas nós fomos treinados para não
questionar, para não criticar, fomos
cuidadosamente treinados para nos opormos.
Por exemplo, se eu disser algo que não vão
gostar – como o farei, espero – naturalmente
começarão a opor-se, porque a oposição é
mais fácil do que descobrir se o que digo tem
algum valor. Se descobrirem que o que eu digo
tem valor, então há ação, e por isso terão que
alterar toda a vossa atitude perante a vida. Por
esse motivo, como não estamos preparados
para fazer isso, criamos uma hábil técnica de
oposição. Isto é, se não gostarem de qualquer
coisa que estou a dizer, apresentam todos os
vossos preconceitos profundamente enraizados
e obstruem-na, e se eu estiver a dizer algo que
os possa magoar, ou que os possa aborrecer
emocionalmente, refugiam-se nestes
preconceitos, nestas tradições, neste pano de
fundo; e reagem a partir desse pano de fundo, e
a essa reação chamam crítica. Para mim não é
espírito crítico. É apenas oposição habilidosa,
que não tem valor.”Jiddu Krishnamurti”
O Autoconhecimento é o começo da
Sabedoria, portanto, o começo da
transformação da regeneração. Temos a
intenção de alcançarmos essa Compreensão?
Temos que questionar a vida, o total processo
da existência ,o verdadeiro significado da
vida, para não nos tornarmos medíocres...Nos
abarrotamos de notícias de segunda mão,
conhecimentos efêmeros, rasos,
intelectualismos. "Jiddu Krishnamurti”
A vida é a imortalidade do amor. No amor não
existe tu nem eu.”Jiddu Krishnamurti”
A busca interior é o caminho, a solução. Não
existe outra coisa a fazer nesse mundo senão
retornar ao Pai, na sua pura essência.”Jiddu
Krishnamurti”
A POESIA DA SEMANA
VEREDAS
Cyro de Mattos
Havia os que penetravam a mata escura,
Havia os que improvisavam moradas,
Havia os que derrubavam os paus grandes,
Havia os que brigavam com onça,
Havia os que semeavam o capim das pastagens,
Havia os que pisavam em cobra,
Havia os que caminhavam com as estrelas,
Havia os que sonhavam com a lua.
Não foram esses com mãos de madeira grossa
que em léguas de terra amarga
de sol a sol na primeira planta
colocaram na bainha o punhal da noite escura?
A PIADA DA SEMANA
Dois amigos se encontram depois de muitos
anos. Casei, separei e já fizemos a partilha
dos bens. E as crianças? O juiz decidiu que
ficariam com aquele que mais bens recebeu.
Então ficaram com a mãe? Não, ficaram com
nosso advogado.
oOo
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  • 1. AGRISSÊNIOR NOTICIAS Pasquim informativo e virtual. Opiniões, humor e mensagens EDITORES: Luiz Ferreira da Silva (luizferreira1937@gmail.com) e Jefferson Dias (jffercarlos@gmail.com) Edição 631 – ANO XIV Nº 02 – 01 de agosto de 2017 ECOS SOBRE A DECADÊNCIA DA CACAUICULTURA SUL BAIANA Na edição 630, foi publicado um artigo provocativo – A Cacauicultura já era? – que mereceu um comentário do colega Tourinho, que nos leva a repensar tempos idos ceplaqueanos: LF: CLARA CONSIDERAÇÃO SOBRE A CACAUCULTURA BAIANA. O VATICINIO PEGOU. E PEGOU CHEIO. 16 ANOS É UM TEMPO SUFICIENTE PARA SE PENSAR E BUSCAR SAIDAS. NÃO OUVIRAM E NÃO ENXERGARAM AS NOVAS PORTAS. NAS PERMANENTES RECAÍDOS QUE NÓS O POVO PÓS-CEPLAC TEMOS, EU TENHO PRA MIM QUE UM DOS ERROS FOI NOSSO DA PROPRIA CEPLAC QUE NA EPOCA TINHA UM BAITA PODER POLITICO E FINANCEIRO. DEMOS UM BANHO DE TECNOLOGIA E ECONOMIA, MAS FALTOU AGUA A SOCIOLOGIA, A EPOCA UMA CIENCIA CONSIDERADA COMUNISTA, ESQUERDISTA, POETICA, ETC., ETC. NÃO FOMOS CAPAZES DE UM PROJETO SOCIOLOGICO DE MUDAR A LIDERANÇA PESSOAL E ENTÃO REFORÇAVAMOS A LIDERANÇA INSTITUCIONAL ATRAVÉS DOS MULTIPLOS PAPEIS DA CEPLAC. AS INSTITUIÇÕES SÃO FEITAS DE LIDRES E O CACAU E SEUS PRODUTORES ERAM PERSONAGENS COMPLETAMENTE DIFERENTES DO CACAU E SUA INSTITUIÇÃO MASTER - A CEPLAC. NOS DA CEPLAC TIVEMOS BONS CONDUTORES MUITOS DELES AINDA VIVOS E OUTROS TANTO JÁ FIZERAM A SUA PASSAGEM. ESSA FOI A RAZÃO MAIOR PORQUE FOMOS TÃO CERTEIROS E EM VERDADE FIZEMOS UMA REVOLUÇÃO VERDE. ENTRETANTO OS CACAICULTORES NUNCA TIVERAM UMA LIDERANÇA DE DNA AUTENTICO, LIDERES DE RAIZES, BASE, ELES SEMPRE FORAM LIDERES A NOSSA IMAGEM E SEMELHANÇA (ME REFIRO CEPLAC).E QUANDO NOS SUCUMBIMOS NÃO HAVIA COMO ELES SOBREVIREM, POIS ELES NÃO EXISTIAM. FALTOU UM GRANDE PROJETO SOCIOLOGICO, MAS QUE A EPOCA ERA UMA CIENCIA SATANIZADA, PROSCRITA, TANTO FOI ASSIM QUE BASTOU UMA PITADA DE QUESTIONAMENTO COM O "REPENSAR" PARA QUE IMEDIATAMENTE SE CHAMASSE OS ESCRITOS DE " O LIVRO AMARELO DE MAO-TSE- TUNG" E A GAVETA FOI O SEU DESTINO.É ISSO AI. VAMOS NOVAMENTE AO DEBATE! ARROBA Postado por Aloisio Guimarães (www.terradosxucurus.blogspot.com.br) Todo mundo usa este símbolo na correspondência eletrônica (e-mail), mas são poucos aqueles que sabem o seu significado e origem. De agora em diante, você vai usar o "@ "sabendo tudo sobre ele: Durante a Idade Média os livros eram escritos pelos copistas, à mão. Precursores dos taquígrafos, os copistas simplificavam o seu trabalho substituindo letras, palavras e nomes próprios por símbolos, sinais e abreviaturas.
  • 2. Não era por economia de esforço nem para o trabalho ser mais rápido (tempo era o que não faltava, naquela época!). O motivo era de ordem econômica: tinta e papel eram valiosíssimos. Assim, surgiu o "til" (~), para substituir o "m" ou "n" que nasalizava a vogal anterior. Se você reparar bem, verá que o til é um "enezinho" sobre a letra, da mesma forma. por exemplo, o nome espanhol "Francisco", também grafado "Phrancisco", foi abreviado para "Phco" e "Pco", o que explica, em espanhol, o apelido "Paco". Ao citarem os santos, os copistas identificavam- nos por algum detalhe significativo das suas vidas. O nome de "São José", por exemplo, aparecia seguido de "Jesus Christi Pater Putativus", ou seja, o pai putativo (suposto) de Jesus Cristo. Mais tarde, os copistas passaram a adotar a abreviatura "JHS PP" e depois, simplesmente, "PP". A pronúncia dessas letras em sequência explica por que "José", em espanhol, tem o apelido de "Pepe". Já para substituir a palavra latina "et" ("e"), eles criaram o símbolo "&" (popularmente conhecido como "e comercial", em português), resultado do entrelaçamento dessas duas letras, em inglês e em latim. E foi com esse mesmo recurso de entrelaçamento de letras que os copistas criaram o símbolo "@", para substituir a preposição latina "ad", que tinha, entre outros, o sentido de "casa de". Foram-se os copistas, veio a imprensa, mas os símbolos "@" e "&" continuaram firmes nos livros de contabilidade. O "@" aparecia entre o número de unidades da mercadoria e o preço. Por exemplo: o registro de contabilidade 10@£3 significava 10 unidades, ao preço de 3 libras, cada uma. Nessa época, o símbolo "@ "significava, em inglês, "at" ("a" ou "em"). No século XIX, na Catalunha (nordeste da Espanha), o comércio e a indústria procuravam imitar as práticas comerciais e contabilísticas dos ingleses. E como os espanhóis desconheciam o sentido que os ingleses davam ao símbolo "@" ("a" ou "em"), acharam que o símbolo devia ser uma unidade de peso. Para isso, contribuíram duas coincidências: 1. a unidade de peso comum para os espanhóis, na época, era a "arroba", cujo inicial lembra a forma do símbolo; 2. os carregamentos desembarcados vinham frequentemente em fardos de 1 arroba. Por isso, os espanhóis interpretavam aquele mesmo registro de 10@£3 assim: dez arrobas custando 3 libras cada uma. Então, o símbolo "@" passou a ser usado por eles para designar a "arroba" (medida de peso). A etimologia do termo "arroba" vem da palavra árabe "arruba", que significa a quarta parte: 1 arroba (15 kg, em números redondos) correspondia a 1/4 de outra medida de origem árabe, o "quintar", que originou o vocábulo português "quintal", medida de peso que equivale a 58,75 kg. MACHADO DE ASSIS Joaquim Maria Machado de Assis (Rio de Janeiro, 21 de junho de 1839 — Rio de Janeiro, 29 de setembro de 1908) foi um escritor brasileiro, considerado por muitos críticos, estudiosos, escritores e leitores um dos maiores senão o maior nome da literatura do Brasil, Escreveu em praticamente todos os gêneros literários, sendo poeta, romancista, cronista, dramaturgo, contista, folhetinista, jornalista e crítico literário. Afro- descendente, testemunhou a Abolição da Escravatura e a mudança política no país quando a República substituiu o Império, e foi grande comentador e relator dos eventos político-sociais de sua época.
  • 3. Nascido no Morro do Livramento, Rio de Janeiro, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Os biógrafos notam que, interessado pela boemia e pela corte, lutou para subir socialmente abastecendo-se de superioridade intelectual. Para isso, assumiu diversos cargos públicos, passando pelo Ministério da Agricultura, do Comércio e das Obras Públicas, e conseguindo precoce notoriedade em jornais onde publicava suas primeiras poesias e crônicas. Em sua maturidade, reunido a colegas próximos, fundou e foi o primeiro presidente unânime da Academia Brasileira de Letras. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881) Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia, embora não haja rompimento de resíduos românticos. Dessa fase, os críticos destacam que suas melhores obras são as da Trilogia Realista.[3] Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A Mão e a Luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna. Sua obra foi de fundamental importância para as escolas literárias brasileiras do século XIX e do século XX e surge nos dias de hoje como de grande interesse acadêmico e público. Influenciou grandes nomes das letras, como Olavo Bilac, Lima Barreto, Drummond de Andrade, John Barth, Donald Barthelme e outros. Em seu tempo de vida, alcançou relativa fama e prestígio pelo Brasil, contudo não desfrutou de popularidade exterior na época. Hoje em dia, por sua inovação e audácia em temas precoces, é frequentemente visto como o escritor brasileiro de produção sem precedentes de modo que, recentemente, seu nome e sua obra têm alcançado diversos críticos, estudiosos e admiradores do mundo inteiro. Machado de Assis é considerado um dos grandes gênios da história da literatura, ao lado de autores como Dante, Shakespeare e Camões. (Fonte: Wikipédia) BIODIVERSIDADE É TUDO! http://www.eupensomeioambiente.com.br/2016/01/12/biodiversidade-e-tudo/ Biodiversidade, também chamada de diversidade biológica, é toda a variedade de vida que se encontra no planeta. “Bio” significa “vida” e “diversidade” as suas diversas formas. São as plantas, os insetos, os micro- organismos, as aves, os répteis… e também os seres humanos! Sim. Somos parte da biodiversidade e dependemos dela. Os alimentos que comemos, as roupas que vestimos, os remédios, cosméticos e materiais que usamos têm relação direta com a biodiversidade e aos serviços prestados por ela. Essa biodiversidade deve ser encarada como uma grande riqueza não somente de vida, mas econômica, social, genética, científica, educacional, cultural, recreativa e estética. Não há dúvidas que este é o nosso patrimônio maior. Para ter uma ideia, os serviços ambientais proporcionados pela biodiversidade mundial são estimados em 33 trilhões de dólares anuais. Dentre os países de megadiversidade, o Brasil é o principal. De acordo com levantamentos científicos, nosso país detém de 15 a 20% do número total de espécies do planeta. Temos a mais diversa flora do mundo, com mais de 55 mil espécies descritas e alguns dos mais ricos biomas do mundo: Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado. Somente a parte brasileira da floresta Amazônica compreende cerca de 26% das florestas tropicais remanescentes no planeta! Somos também ricos em grau de endemismo, ou seja, de espécies que só existem no Brasil e em determinado ecossistema. E se biodiversidade também envolve pessoas, não podemos deixar de mencionar a nossa sociodiversidade. Temos mais de 200 povos
  • 4. indígenas e grande diversidade de populações tradicionais (quilombolas, caiçaras, seringueiros, etc), que possuem grande conhecimento dos potenciais da floresta e seus usos. De acordo com a Convenção da Diversidade Biológica (CDB/ONU) estima-se que a biodiversidade do planeta pode alcançar de 10 a 100 milhões de espécies. Entretanto, o número de espécies hoje conhecido, em todo o planeta, está em torno de somente 1,7 milhões, o que mostra que temos muito ainda a conhecer sobre a biodiversidade no mundo. O Brasil, que abriga boa parte dessa biodiversidade, tem uma grande responsabilidade em conservar o que ainda existe dela. Ações humanas ameaçam a biodiversidade em todo o mundo Pesquisas recentes apontam que as ações humanas estão levando a extinção de espécies a um índice alarmante. O desaparecimento de biodiversidade global é mil vezes mais veloz do que se ele acontecesse naturalmente, sem o impacto da humanidade, com atividades que esgotam os recursos naturais e que devastam habitats de espécies na natureza. Nesse ritmo, o planeta caminha para a sua sexta extinção em massa. Dentre algumas das grandes preocupações de quem estuda a biodiversidade estão as espécies ainda desconhecidas pela ciência. Apesar dos progressos recentes em conservação de espécies, ainda existem incertezas quanto ao número de espécies que existem no mundo, onde elas estão e suas taxas de extinção. Acredita-se que muitas delas já tenham desaparecido antes mesmo de serem identificadas. Por que conservar? Várias são as razões para conservar a biodiversidade. A continuidade da vida no planeta, a qualidade de vida e a sobrevivência da própria espécie humana são algumas delas. Todos nós nos beneficiamos de muitos dos serviços dessa diversidade biológica. Por exemplo, inúmeros produtos e remédios que utilizamos atualmente tiveram sua origem na floresta ou no mar e muitas pesquisas científicas buscam a mesma fonte para a cura de doenças. Outro exemplo está na engenharia. Equipamentos sofisticados são inspirados em movimentos de animais, e até mesmo em formas da natureza. O que dizer da economia, agricultura e outros sistemas produtivos? São diretamente dependentes da biodiversidade. A disponibilidade de alimento, a regulagem do clima, a qualidade da água que bebemos estão ligados a um planeta em equilíbrio, que somente pode ser conquistado se soubermos utilizar estes recursos de maneira sustentável. Estima-se hoje que para salvar a biodiversidade deveriam ser gastos US$ 300 bilhões por ano. Neste valor estariam incluídos, por exemplo, a gestão sustentável da agricultura, florestas, água doce e dos ecossistemas costeiros e marinhos. Mas o fracasso na conservação da biodiversidade custaria muito mais e poderia ter graves consequências, como doenças, fome, pobreza e baixa capacidade de adaptação às mudanças climáticas. Para conservar a biodiversidade, algumas iniciativas têm sido realizadas pelos mais diversos setores: organizações da sociedade civil, instituições governamentais, povos tradicionais, empresas, universidades, etc. A Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB/ONU), por exemplo, é o mais importante acordo sobre diversidade biológica entre os países. Criada durante a Eco92, tem como pilares a conservação da diversidade biológica, a utilização sustentável de seus componentes e a repartição justa e equitativa dos benefícios derivados do uso dos recursos genéticos. Pesquisas científicas, informação e educação ambiental também são caminhos para conservar a biodiversidade. Levantamentos sobre espécies desconhecidas, os usos da biodiversidade, seus valores econômicos e sociais são fundamentais para criar políticas públicas em defesa deste patrimônio. Universidades, empresas e organizações socioambientais brasileiras como o IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas trabalham nessa direção. No Brasil, a criação de Unidades de Conservação (UCs) é uma das ferramentas legais para proteger o que resta da nossa biodiversidade nas florestas e suas paisagens. Temos atualmente 310 UCs no País. As UCs são divididas em dois grandes grupos: unidades de proteção integral (que pretende preservar a natureza, com a mínima
  • 5. interferência humana) e unidades de uso sustentável (onde estão permitidas atividades humanas, de forma sustentável). Fontes: IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas (www.ipe.org.br); MMA-Ministério do Meio Ambiente, Radar Rio+20 (www.radarrio20.org.br), ICMBio (www.icmbio.gov.br), IBAMA (www.ibama.gov.br) FRASES E PENSAMENTOS O espírito crítico é essencial. O questionamento é correto, mas nós fomos treinados para não questionar, para não criticar, fomos cuidadosamente treinados para nos opormos. Por exemplo, se eu disser algo que não vão gostar – como o farei, espero – naturalmente começarão a opor-se, porque a oposição é mais fácil do que descobrir se o que digo tem algum valor. Se descobrirem que o que eu digo tem valor, então há ação, e por isso terão que alterar toda a vossa atitude perante a vida. Por esse motivo, como não estamos preparados para fazer isso, criamos uma hábil técnica de oposição. Isto é, se não gostarem de qualquer coisa que estou a dizer, apresentam todos os vossos preconceitos profundamente enraizados e obstruem-na, e se eu estiver a dizer algo que os possa magoar, ou que os possa aborrecer emocionalmente, refugiam-se nestes preconceitos, nestas tradições, neste pano de fundo; e reagem a partir desse pano de fundo, e a essa reação chamam crítica. Para mim não é espírito crítico. É apenas oposição habilidosa, que não tem valor.”Jiddu Krishnamurti” O Autoconhecimento é o começo da Sabedoria, portanto, o começo da transformação da regeneração. Temos a intenção de alcançarmos essa Compreensão? Temos que questionar a vida, o total processo da existência ,o verdadeiro significado da vida, para não nos tornarmos medíocres...Nos abarrotamos de notícias de segunda mão, conhecimentos efêmeros, rasos, intelectualismos. "Jiddu Krishnamurti” A vida é a imortalidade do amor. No amor não existe tu nem eu.”Jiddu Krishnamurti” A busca interior é o caminho, a solução. Não existe outra coisa a fazer nesse mundo senão retornar ao Pai, na sua pura essência.”Jiddu Krishnamurti” A POESIA DA SEMANA VEREDAS Cyro de Mattos Havia os que penetravam a mata escura, Havia os que improvisavam moradas, Havia os que derrubavam os paus grandes, Havia os que brigavam com onça, Havia os que semeavam o capim das pastagens, Havia os que pisavam em cobra, Havia os que caminhavam com as estrelas, Havia os que sonhavam com a lua. Não foram esses com mãos de madeira grossa que em léguas de terra amarga de sol a sol na primeira planta colocaram na bainha o punhal da noite escura? A PIADA DA SEMANA Dois amigos se encontram depois de muitos anos. Casei, separei e já fizemos a partilha dos bens. E as crianças? O juiz decidiu que ficariam com aquele que mais bens recebeu. Então ficaram com a mãe? Não, ficaram com nosso advogado. oOo Acessar: www.r2cpress.com.br www.facebook.com.br/agrisseniores.57