O documento discute como o cinema pode contribuir para narrativas sobre a juventude que vão além dos clichês. A autora argumenta que alguns filmes lançam um olhar diferente sobre os jovens, mostrando-os como sujeitos em formação ética em vez de repetir estereótipos. Exemplos como Diários de Motocicleta, O Leitor e Educação são analisados para demonstrar como o cinema pode tensionar conceitos sociais sobre a juventude.