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Menu Introdução História Instalação Interface Performance Portabilidade Funcionalidade Scrip-fu Público alvo Mascote Conclusão Voltar ao inicio
INTRODUÇÃO O GIMP é um editor de imagem gratuito e open-source (significa que o código fonte é do domínio público e, portanto, pode ser modificado para se ajustar aos requisitos), disponível para 3 plataformas: Linux/UNIX, Windows e MacOS X. Quando foi criado, este programa veio preencher um grande buraco na plataforma Linux/UNIX, uma vez que o “grande” PhotoShop apenas funcionava em Windows. Hoje em dia, recorrendo a emuladores, tal como o Wine (grátis) podemos executar o Photoshop dentro do Linux mas antes não era assim. E mesmo dessa forma, o Photoshop não deixa de ser caro enquanto o GIMP é gratuito. Voltar ao inicio
História O nome  GIMP  origina da abreviatura de  General Image Manipulation Program.  O projecto foi iniciado em 1995 por dois estudantes da Universidade da Califórnia, Spencer Kimball e Peter Mattis e acabaram dando-lhe continuidade após se formarem. O programa foi lançado na internet sob a licença GNU. Assim sendo, programadores de todo o mundo - surpresos e interessados pela grande qualidade do Software e da sua programação - resolveram juntar-se ao projecto e começaram a enviar relatos de bugs, adicionar novos recursos e melhorar a performance. O GIMP tornou-se assim um movimento tão grande que continua firme e forte até hoje, mesmo com os autores originais já fora do projecto. O GIMP foi criado como uma alternativa livre ao Photoshop, porém ainda tem uma fatia de mercado muito inferior a este, talvez porque ainda tem bastantes limitações a vários níveis relativamente ao Photoshop. Voltar ao inicio
Instalação A instalação do GIMP é algo de muito simples e directo e, dependendo do Sistema Operativo, pode até nem ser preciso instalá-lo, uma vez que é um pacote standard em muitas distribuições do Linux. No Windows, a plataforma de eleição da maior parte dos utilizadores, é necessário instalar as bibliotecas GTK+* e só depois poderemos instalar o GIMP. Tudo o que é necessário instalar está disponível no site  http://www.gimp.org/ Depois de instalado, o programa ocupa muito pouco espaço, entre 30 a 40MB (sem contar com GTK+*, que também ocupa muito pouco). * GTK+ é um toolkit multi-plataforma para a criação de interfaces gráficas, foi baptizado de GIMP toolkit, com abreviação GTK+ Voltar ao inicio
Interface O interface é um dos pontos onde o GIMP peca em relação ao Photoshop. Para o utilizador típico dos programas típicos do Windows, o GIMP pode ser assustador, uma vez que quase todas as operações novas efectuadas abrem uma nova janela, e essas janelas ficam a “flutuar” no desktop em vez de estarem dentro de uma só janela “grande” tal como no Photoshop e outros programas do género. Além disso, o interface não tem uma janela principal, mas sim três (janela das ferramentas, janela dos layers e janela da imagem). Para quem usa Linux, este sistema de janelas funciona muito bem, uma vez que, apesar de cada janela ter uma entrada na taskbar ( barra de tarefas ), o user pode mover o GIMP para outro desktop, mas no Windows, obriga-nos a lidar com muitas janelas no mesmo desktop (muitos entendidos já consideram falha do Windows só um desktop). No entanto, em ambientes como Linux, o GIMP funciona às mil maravilhas, e com o recurso às bibliotecas GTK+, o programa apresenta um aspecto limpo e consistente. Voltar ao inicio
Performance O GIMP possui uma performance invejável. O tempo que demora a iniciar é algo de incrivelmente pequeno quando comparado a softwares como o Photoshop. Além disso, é bastante configurável, em termos de memória. O programa é bastante rápido e consegue ser uma boa opção para quem quer algo que não deixa o computador lento enquanto está a ser executado. Além disso, como já foi referido, o GIMP ocupa muito pouco espaço em disco, deixando espaço para o trabalho em vez de o consumir com ficheiros. Voltar ao inicio
Portabilidade Este programa está disponível para Linux, Windows e Mac. É por isso um programa com uma portabilidade grande, ao contrário do Photoshop e outros que tais. Além disso, existe ainda uma versão portátil do GIMP, que permite levá-lo num disco USB e executá-lo sem necessidade de instalação ( “portable gimp”). A portabilidade do programa permite ao utilizador aprender simplesmente a trabalhar com UM programa apenas, independentemente da plataforma que vai usar… isso é uma vantagem tremenda! Voltar ao inicio
Funcionalidade O GIMP, apesar de freeware e open-source, não deve ser subestimado pois ele possui um poder imenso; com ele, podemos editar fotografias, criar imagens para uso na internet, efectuar batch-processing (Manipular várias imagens ao mesmo tempo), entre muitas outras coisas. Tanto para um utilizador casual como para um utilizador regular e profissional, o GIMP apresenta uma grande variedade de ferramentas e filtros disponíveis logo após a instalação. Além disso, não são o tipo de ferramentas para “brincar” mas sim as ferramentas que se usariam para edição profissional de fotos. No global, ao instalar o GIMP, ficamos com um excelente pacote de ferramentas de pintura digital, manipulação fotográfica, edição de imagens para a Internet e até mesmo criação de GIFs animados (com adição de pacotes extra, podemos mesmo editar AVIs entre outras coisas). Voltar ao inicio
No global, ao instalar o GIMP, ficamos com um excelente pacote de ferramentas de pintura digital, manipulação fotográfica, edição de imagens para a Internet e até mesmo criação de GIFs animados (com adição de pacotes extra, podemos mesmo editar AVIs entre outras coisas). A versão 2.0 ainda não possuía um bom suporte ao padrão CMYK ( abreviatura do sistema de cores formado por Ciano, Magenta, Amarelo e Preto). O Photoshop possui licenças para o padrão Pantone Inc. (empresa multi-milionária conhecida pelos seus sistemas de cores, utilizado na indústria gráfica) embora o GIMP tenha boas paletas podendo contornar esse problema. O número de plugins é talvez o maior problema do GIMP embora haja um conjunto de scripts que aumentam esse efeito mas não ao ponto do Photoshop. Apesar disso o GIMP possui suporte para layers ( utilização de camadas) , paths, curvas, níveis, brushes personalizados (tipos diferentes de pincéis), padrões personalizados… tudo o que se possa imaginar. A única ferramenta que precisa de alguma revisão é a ferramenta de texto, ainda um pouco flexível e primitiva. Voltar ao inicio
Além de tudo o que é normal ver no Photoshop (excepto alguns pormenores como o caso do padrão CMYK), o GIMP possui ainda uma extensão chamada Script-Fu, da qual falarei de seguida. Em relação aos tipos de ficheiro suportados, o GIMP suporta open/save de imensos formatos, entre os quais devemos destacar o XCF (formato nativo, aberto), PSD (Photoshop), PSP (Paint Shop Pro), PNG, JPG, GIF (incluindo os animados, cada frame fica num layer) e SVG (o futuro dos gráficos Web). Estes são apenas alguns dos formatos, visto que o GIMP suporta muitos mais. Resumindo: o GIMP possui tudo o que é preciso para fazer tudo o que se faz com o Photoshop e outros programas comerciais. O único senão é que pode não ser tão fácil fazer essas coisas… mas com um pouco de paciência e criatividade, chega-se lá! Voltar ao inicio
Como disse no ponto anterior, o GIMP apresenta uma extensão chamada Script-Fu. O Script-Fu é uma extensão que interpreta scripts (daí o nome) e permite automatizar certas tarefas do programa. Uma grande utilidade para isto manifestar-se-ia, por exemplo, se tivéssemos que executar para várias imagens, um determinado número de passos para conseguir um determinado efeito. Recorrendo ao Script-Fu, podemos escrever um script que faça tudo isso para nós. O script ficará então disponível no menu Script-Fu, como se fosse um Filtro ou algo do género. Esta é uma funcionalidade de extremo valor no GIMP; certamente algo que o torna extremamente flexível. Para demonstrar aos utilizadores o seu poder, foram já incluídos vários scripts que funcionam como exemplos mas também como verdadeiras ferramentas. Script-Fu Voltar ao inicio
Público-alvo Iniciar-se no GIMP não é de longe fácil. O GIMP foi projectado para conseguir fazer as coisas, não para conseguir fazê-las de forma fácil para o utilizador. Por esta razão, qualquer um que vá para o GIMP e pense que vai encontrar a maravilha das maravilhas em termos de facilidade de uso, engana-se redondamente. O GIMP não foi feito para noobs (iniciantes na área). Foi feito para ter qualidade e colocá-la ao alcance das pessoas de forma gratuita. Por isso mesmo, dizer que o GIMP é difícil de usar não é argumento para dizer que não é um bom programa; não foi feito para ser fácil de usar. No entanto, nas últimas versões tem sido feito um esforço para melhorar o sistema de forma a torná-lo mais amigável para toda a gente. Voltar ao inicio
Mascote Wilber é a mascote oficial do projecto GIMP. Wilber foi criado em 25 de Setembro de 1997 por Tuomas Kuosmanen, conhecido como “Tigert”. Tuomas recebeu ajuda de outros desenvolvedores do GIMP para desenvolver o designe gráfico da mascote. Como é natural, o Wilber foi feito no GIMP. Voltar ao inicio
CONCLUSÂO O GIMP é o programa de manipulação de imagens distribuído livremente e projectado para tarefas como retoque de fotos, composição e geração de imagens. É extremamente capaz e com muitas potencialidades. Pode ser utilizado para desenhos simples ou em refinamentos de fotos e imagens profissionais. Possui renderizador,  conversor de formatos de imagem e uma infinidade de recursos que até superam características dos actuais programas comercias (pagos) do género. Extremamente modular e extensível, foi concebido para ser conectado a plug-ins e extensões que possibilitam um campo grande de potencialidades. O seu script moderno permite programar rotinas  de tratamento de imagens simples e complexas. Funciona perfeitamente em Windows, UNIX/Linux e MacOS. Voltar ao inicio
WebGrafia F:\PROGRAMAS LIVRES » Gimp.mht F:\GIMP - Wikipédia, a enciclopédia livre.mht Voltar ao inicio

Gimp

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    INTRODUÇÃO O GIMPé um editor de imagem gratuito e open-source (significa que o código fonte é do domínio público e, portanto, pode ser modificado para se ajustar aos requisitos), disponível para 3 plataformas: Linux/UNIX, Windows e MacOS X. Quando foi criado, este programa veio preencher um grande buraco na plataforma Linux/UNIX, uma vez que o “grande” PhotoShop apenas funcionava em Windows. Hoje em dia, recorrendo a emuladores, tal como o Wine (grátis) podemos executar o Photoshop dentro do Linux mas antes não era assim. E mesmo dessa forma, o Photoshop não deixa de ser caro enquanto o GIMP é gratuito. Voltar ao inicio
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    História O nome GIMP origina da abreviatura de General Image Manipulation Program. O projecto foi iniciado em 1995 por dois estudantes da Universidade da Califórnia, Spencer Kimball e Peter Mattis e acabaram dando-lhe continuidade após se formarem. O programa foi lançado na internet sob a licença GNU. Assim sendo, programadores de todo o mundo - surpresos e interessados pela grande qualidade do Software e da sua programação - resolveram juntar-se ao projecto e começaram a enviar relatos de bugs, adicionar novos recursos e melhorar a performance. O GIMP tornou-se assim um movimento tão grande que continua firme e forte até hoje, mesmo com os autores originais já fora do projecto. O GIMP foi criado como uma alternativa livre ao Photoshop, porém ainda tem uma fatia de mercado muito inferior a este, talvez porque ainda tem bastantes limitações a vários níveis relativamente ao Photoshop. Voltar ao inicio
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    Instalação A instalaçãodo GIMP é algo de muito simples e directo e, dependendo do Sistema Operativo, pode até nem ser preciso instalá-lo, uma vez que é um pacote standard em muitas distribuições do Linux. No Windows, a plataforma de eleição da maior parte dos utilizadores, é necessário instalar as bibliotecas GTK+* e só depois poderemos instalar o GIMP. Tudo o que é necessário instalar está disponível no site http://www.gimp.org/ Depois de instalado, o programa ocupa muito pouco espaço, entre 30 a 40MB (sem contar com GTK+*, que também ocupa muito pouco). * GTK+ é um toolkit multi-plataforma para a criação de interfaces gráficas, foi baptizado de GIMP toolkit, com abreviação GTK+ Voltar ao inicio
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    Interface O interfaceé um dos pontos onde o GIMP peca em relação ao Photoshop. Para o utilizador típico dos programas típicos do Windows, o GIMP pode ser assustador, uma vez que quase todas as operações novas efectuadas abrem uma nova janela, e essas janelas ficam a “flutuar” no desktop em vez de estarem dentro de uma só janela “grande” tal como no Photoshop e outros programas do género. Além disso, o interface não tem uma janela principal, mas sim três (janela das ferramentas, janela dos layers e janela da imagem). Para quem usa Linux, este sistema de janelas funciona muito bem, uma vez que, apesar de cada janela ter uma entrada na taskbar ( barra de tarefas ), o user pode mover o GIMP para outro desktop, mas no Windows, obriga-nos a lidar com muitas janelas no mesmo desktop (muitos entendidos já consideram falha do Windows só um desktop). No entanto, em ambientes como Linux, o GIMP funciona às mil maravilhas, e com o recurso às bibliotecas GTK+, o programa apresenta um aspecto limpo e consistente. Voltar ao inicio
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    Performance O GIMPpossui uma performance invejável. O tempo que demora a iniciar é algo de incrivelmente pequeno quando comparado a softwares como o Photoshop. Além disso, é bastante configurável, em termos de memória. O programa é bastante rápido e consegue ser uma boa opção para quem quer algo que não deixa o computador lento enquanto está a ser executado. Além disso, como já foi referido, o GIMP ocupa muito pouco espaço em disco, deixando espaço para o trabalho em vez de o consumir com ficheiros. Voltar ao inicio
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    Portabilidade Este programaestá disponível para Linux, Windows e Mac. É por isso um programa com uma portabilidade grande, ao contrário do Photoshop e outros que tais. Além disso, existe ainda uma versão portátil do GIMP, que permite levá-lo num disco USB e executá-lo sem necessidade de instalação ( “portable gimp”). A portabilidade do programa permite ao utilizador aprender simplesmente a trabalhar com UM programa apenas, independentemente da plataforma que vai usar… isso é uma vantagem tremenda! Voltar ao inicio
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    Funcionalidade O GIMP,apesar de freeware e open-source, não deve ser subestimado pois ele possui um poder imenso; com ele, podemos editar fotografias, criar imagens para uso na internet, efectuar batch-processing (Manipular várias imagens ao mesmo tempo), entre muitas outras coisas. Tanto para um utilizador casual como para um utilizador regular e profissional, o GIMP apresenta uma grande variedade de ferramentas e filtros disponíveis logo após a instalação. Além disso, não são o tipo de ferramentas para “brincar” mas sim as ferramentas que se usariam para edição profissional de fotos. No global, ao instalar o GIMP, ficamos com um excelente pacote de ferramentas de pintura digital, manipulação fotográfica, edição de imagens para a Internet e até mesmo criação de GIFs animados (com adição de pacotes extra, podemos mesmo editar AVIs entre outras coisas). Voltar ao inicio
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    No global, aoinstalar o GIMP, ficamos com um excelente pacote de ferramentas de pintura digital, manipulação fotográfica, edição de imagens para a Internet e até mesmo criação de GIFs animados (com adição de pacotes extra, podemos mesmo editar AVIs entre outras coisas). A versão 2.0 ainda não possuía um bom suporte ao padrão CMYK ( abreviatura do sistema de cores formado por Ciano, Magenta, Amarelo e Preto). O Photoshop possui licenças para o padrão Pantone Inc. (empresa multi-milionária conhecida pelos seus sistemas de cores, utilizado na indústria gráfica) embora o GIMP tenha boas paletas podendo contornar esse problema. O número de plugins é talvez o maior problema do GIMP embora haja um conjunto de scripts que aumentam esse efeito mas não ao ponto do Photoshop. Apesar disso o GIMP possui suporte para layers ( utilização de camadas) , paths, curvas, níveis, brushes personalizados (tipos diferentes de pincéis), padrões personalizados… tudo o que se possa imaginar. A única ferramenta que precisa de alguma revisão é a ferramenta de texto, ainda um pouco flexível e primitiva. Voltar ao inicio
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    Além de tudoo que é normal ver no Photoshop (excepto alguns pormenores como o caso do padrão CMYK), o GIMP possui ainda uma extensão chamada Script-Fu, da qual falarei de seguida. Em relação aos tipos de ficheiro suportados, o GIMP suporta open/save de imensos formatos, entre os quais devemos destacar o XCF (formato nativo, aberto), PSD (Photoshop), PSP (Paint Shop Pro), PNG, JPG, GIF (incluindo os animados, cada frame fica num layer) e SVG (o futuro dos gráficos Web). Estes são apenas alguns dos formatos, visto que o GIMP suporta muitos mais. Resumindo: o GIMP possui tudo o que é preciso para fazer tudo o que se faz com o Photoshop e outros programas comerciais. O único senão é que pode não ser tão fácil fazer essas coisas… mas com um pouco de paciência e criatividade, chega-se lá! Voltar ao inicio
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    Como disse noponto anterior, o GIMP apresenta uma extensão chamada Script-Fu. O Script-Fu é uma extensão que interpreta scripts (daí o nome) e permite automatizar certas tarefas do programa. Uma grande utilidade para isto manifestar-se-ia, por exemplo, se tivéssemos que executar para várias imagens, um determinado número de passos para conseguir um determinado efeito. Recorrendo ao Script-Fu, podemos escrever um script que faça tudo isso para nós. O script ficará então disponível no menu Script-Fu, como se fosse um Filtro ou algo do género. Esta é uma funcionalidade de extremo valor no GIMP; certamente algo que o torna extremamente flexível. Para demonstrar aos utilizadores o seu poder, foram já incluídos vários scripts que funcionam como exemplos mas também como verdadeiras ferramentas. Script-Fu Voltar ao inicio
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    Público-alvo Iniciar-se noGIMP não é de longe fácil. O GIMP foi projectado para conseguir fazer as coisas, não para conseguir fazê-las de forma fácil para o utilizador. Por esta razão, qualquer um que vá para o GIMP e pense que vai encontrar a maravilha das maravilhas em termos de facilidade de uso, engana-se redondamente. O GIMP não foi feito para noobs (iniciantes na área). Foi feito para ter qualidade e colocá-la ao alcance das pessoas de forma gratuita. Por isso mesmo, dizer que o GIMP é difícil de usar não é argumento para dizer que não é um bom programa; não foi feito para ser fácil de usar. No entanto, nas últimas versões tem sido feito um esforço para melhorar o sistema de forma a torná-lo mais amigável para toda a gente. Voltar ao inicio
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    Mascote Wilber éa mascote oficial do projecto GIMP. Wilber foi criado em 25 de Setembro de 1997 por Tuomas Kuosmanen, conhecido como “Tigert”. Tuomas recebeu ajuda de outros desenvolvedores do GIMP para desenvolver o designe gráfico da mascote. Como é natural, o Wilber foi feito no GIMP. Voltar ao inicio
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    CONCLUSÂO O GIMPé o programa de manipulação de imagens distribuído livremente e projectado para tarefas como retoque de fotos, composição e geração de imagens. É extremamente capaz e com muitas potencialidades. Pode ser utilizado para desenhos simples ou em refinamentos de fotos e imagens profissionais. Possui renderizador,  conversor de formatos de imagem e uma infinidade de recursos que até superam características dos actuais programas comercias (pagos) do género. Extremamente modular e extensível, foi concebido para ser conectado a plug-ins e extensões que possibilitam um campo grande de potencialidades. O seu script moderno permite programar rotinas  de tratamento de imagens simples e complexas. Funciona perfeitamente em Windows, UNIX/Linux e MacOS. Voltar ao inicio
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