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Geografia
Homem & Espaço
7º ano
Unidade IV – O Nordeste
Capítulo 11 – O espaço socioeconômico nordestino
ELIAN ALABI LUCCI e ANSELMO LAZARO BRANCO
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Observe as fotos.
De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
(Embrapa), a cultura do algodão herbáceo destaca-se como uma das
mais importantes da região Nordeste, em especial para os pequenos e
médios produtores do Sertão. Uma das grandes vantagens desta
atividade é que mais de 75% do custo de produção é com mão-de-obra, o
que significa ocupação para milhares de trabalhadores rurais.
MiguelPortela/DiáriodoNordeste/FuturaPress
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A cidade de Caruaru se destaca como polo turístico, comercial e cultural
do interior de Pernambuco. A Feira de Caruaru recebeu o título de
Patrimônio Imaterial Brasileiro. O Alto do Moura, núcleo de produção
artesanal, é o maior centro de Artes Figurativas da América. Além disso,
há a grandiosa festa de São João. A cidade se destaca também pelas
confecções.
DelfimMartins/PulsarImagens
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Hotel em São Luís, MA.
OImparcial/FuturaPress
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Subregiões Nordestinas
MárioYoshida
Fonte: Atlas nacional do Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 1992 (adaptado).
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Conversa
 Quais subregiões do nordeste estão
presentes nas fotos?
 Quais são as atividades econômicas
representadas nas fotos?
 Que fator facilita a utilização de grande
quantidade de mão-de-obra na agricultura do
Sertão?
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A concentração de riquezas e o desenvolvimento
Esses fatores são grandes responsáveis
pela existência de uma distribuição de renda
acentuadamente desigual.
Propriedade rural
Estrutura política
Fortemente controlada por famílias
tradicionais, da classe dominante.
Aspectos importantes na determinação de
muitos problemas sociais do Nordeste.
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Fábrica de automóveis que se instalou na
cidade de Horizonte (CE) e foi beneficiada
pelas políticas de desenvolvimento
econômico implantadas pela Sudene e
pelos governos estaduais.
O processo de
urbanização nessa
região foi iniciado muito
mais pela estagnação
do seu meio rural do
que pela
industrialização de sua
economia.
JoséLeomar/DiáriodoNordeste/FuturaPress
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Passar a fabricar produtos de base tecnológica, como
aços especiais, automóveis e produtos petroquímicos.
Porém, o Nordeste tem redescoberto as suas atividades
tradicionais como o artesanato.
E desenvolvido novos setores, como a agroindústria
e o turismo.
ALÉM DE:
Como resultado de uma série de políticas de desenvolvimento
econômico implantadas pela Sudene e por governos estaduais,
o Nordeste, desde os anos 1970, vem apresentando índices de
crescimento superiores aos do Centro-Sul e à média brasileira.
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Apesar de terem ocorrido investimentos no setor
agropecuário, a prioridade na atuação da Sudene
passou a ser a industrialização do Nordeste,
oferecendo incentivos aos empresários que se
instalassem na região.
Pode-se dizer que a Sudene não conseguiu atingir plenamente
seus objetivos de redução das disparidades regionais
verificadas no interior do espaço geográfico brasileiro.
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A agropecuária nas subregiões nordestinas
Zona da Mata
Área ocupada
principalmente
pelo cultivo da
cana-de-açúcar,
importante produto
agrícola da região
desde o período
colonial.
Usina Monte Alegre, em
Mamanguape, PB (2007).
RubensChaves/PulsarImagens
A estrutura agrária da região, que se mantém até hoje, é
controlada pelo poder político regional, ocasionando
grandes desigualdades na distribuição de terras.
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A cana-de-açúcar é cultivada praticamente em todos os
estados do litoral oriental, cujos principais produtores são os
estados de Pernambuco e de Alagoas.
Sua produção começou a se destacar no início do
século XIX, especialmente no litoral sul da Bahia,
nos municípios de Ilhéus e Itabuna.
Outro produto agrícola importante na região é o cacau.
Até os anos 1980, o Brasil era um dos
principais exportadores mundiais de cacau.
Desde então, a participação das exportações
brasileiras no mercado mundial apresentou
uma queda bastante acentuada.
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Colheita manual de cacau em
fazenda da Bahia (2002).
AntonioGusmão/Tyba
No final dos anos 1990,
o Brasil passou a
importar o produto.
Essa alteração no
quadro do comércio
exterior em relação ao
cacau deve-se a dois
fatores basicamente: o
aumento do consumo
interno e a queda da
produção dos cacaueiros
baianos.
Além disso, também contribuíram
as estiagens de 1992 e 1995 e o
pouco investimento em tecnologia
para aumento da produtividade.
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Fumo
Outros produtos cultivados na
Zona da Mata são o arroz, o
coco-da-baía e o sorgo,
empregado principalmente na
alimentação de animais.
As principais áreas produtoras
são:
• o Recôncavo Baiano;
• os municípios de São Félix e
Cachoeira, na Bahia;
• Arapiraca, em Alagoas,
responsável pela maior parte da
produção nordestina.
O Nordeste dedica-se
sobretudo à produção de
fumos escuros, para
charutos, contribuindo com
16,5% do total nacional.
Cultivo que requer grande quantidade de mão-de-obra.
Produto de destaque na economia regional
nordestina.
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Agreste
A porção leste é uma área coberta por trechos de
vegetação mais densa.
Na forma de policultura, diferentemente do que ocorre no Sertão
e na Zona da Mata, onde predominam as grandes propriedades.
Há trechos com vegetação de caatinga, principalmente na
porção oeste.
Principalmente
nos estados
Pernambuco
Paraíba
Além da
pecuária
leiteira.
Pratica-se a agricultura em pequenas e médias
propriedades.
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Sobressaem-se, na
agricultura do Agreste,
o algodão e o sisal ou
agave.
Plantação de algodão no Agreste, em
Luís Eduardo Magalhães, BA (2007).
DorivalMoreira/PulsarImagens
Dos vários produtos cultivados, destacam-se:
• os gêneros alimentícios.
Essas culturas de
plantas industriais são
praticadas em
propriedades de porte
médio.
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Sertão
Uma das principais atividades econômicas é a criação de gado.
Os caprinos são os que melhor se adaptam ao clima semiárido.
Quando as secas são mais
fortes e duradouras, o gado
é conduzido às regiões
serranas.
Criação de gado na região de
Itamaraju, BA.
RubensChaves/IsuzuImagens
Mais extensa das subregiões do Nordeste.
Criação praticada em caráter extensivo, em fazendas de
grandes dimensões.
Nos períodos de seca, para
suprir a falta de espécies
vegetais, são aproveitados
alguns tipos de cactos, que
servem de alimento ao gado.
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O algodão arbóreo é de grande valor
para a atividade industrial têxtil.
As condições de trabalho são
precárias, pois as máquinas
utilizadas são extremamente
arcaicas e não oferecem
segurança.
Utilizado para
confeccionar
cordas, rechear
estofamentos e
produzir pasta
para a indústria
de celulose.
Sisal
É comum o emprego
de crianças.
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A agricultura sertaneja
é praticada ao longo
dos cursos de alguns
rios, nos seus leitos,
no fundo de lagos e
lagoas, aproveitando o
pouco de umidade
que resta durante a
seca.
AdrianoGambarini/PulsarImagens
Vazante do rio São Francisco em
Petrolina, PE (2000).
A essas culturas agrícolas dá-se o nome de cultura de vazante.
ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva
A produtividade da uva é cerca de 2,5 vezes maior que
em outras regiões do país.
Colheita de manga em Petrolina, PE.
GeyssonMagno-Lumiar/SambaPhoto
Em Petrolina, uma das
principais fontes de renda
e de geração de
empregos é a agricultura
irrigada.
Nessa região vem
crescendo também a
produção de vinho, que
apresenta boa qualidade
e tem recebido prêmios
no Brasil e no exterior.
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As culturas dos
projetos de irrigação
possibilitaram o
aumento dos
rendimentos, mas
acabaram gerando
renda localizada.
Colheita de melão em Mossoró, RN.
Além disso, a utilização intensiva da irrigação pode ocasionar
problemas ambientais, tanto para o solo, como para os rios
de onde a água é retirada.
FabioColombini
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Fornos de carvoaria no vale do Jequitinhonha,
MG (2002).
RicardoAzoury/OlharImagem
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Meio-Norte
• clima quente e relativamente úmido,
• compreende parte do Piauí e do Maranhão.
Da carnaúba tudo se aproveita:
• a madeira, que é resistente;
• as raízes, para a obtenção de compostos medicinais;
• o fruto, que serve de alimento para o gado;
• as folhas, com as quais são feitas esteiras e redes;
• a semente, de onde se extrai o óleo de cozinha;
• e a cera, sua principal riqueza, extraída da camada
superficial das folhas.
Duas espécies de palmeiras constituem fonte de renda para a
população: a carnaúba e o babaçu.
ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva
Árvores de carnaúba no delta do
rio Parnaíba, PI.
RicardoAzoury/OlharImagem
No Maranhão, nos vales
dos rios Mearin e
Pindaré, sobressai o
cultivo do arroz, que é o
principal produto
agrícola desse estado.
O Piauí ainda tem tradição na plantação de mamona, destinada
à fabricação de óleo de rícino.
O babaçu é empregado
sobretudo na produção
de óleos.
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Babaçu na região de
Santa Inês, MA.
RubensChaves
Quebradeiras de coco
em Codó, MA.
RubensChaves
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JeffersonCoppola/FolhaImagem
Trator prepara a terra para o plantio de mamona
no Núcleo de Produção Comunitária Santa Clara
(PI), cuja plantação abastece o programa de
biodiesel do governo federal (2004).
ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva
Os recursos minerais e a atividade industrial
No Nordeste são encontrados alguns
importantes minerais:
• chumbo;
• tungstênio;
• magnesita;
• gipsita;
• cobre;
• xisto betuminoso;
• e urânio.
Além desses minerais, destaca-se
também o sal marinho, que tem o
Nordeste como seu principal produtor
brasileiro e exportador.
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Salineiro em
Pernambuquinha,
RN.
AndréaD’Amato/SambaPhoto
Plataforma de petróleo no
campo de Piranema, SE
(2007).
MárcioGarcez/FolhaImagem
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O primeiro poço de
petróleo encontrado
no Brasil foi o de
Lobato, na Bahia,
mais exatamente no
Recôncavo Baiano.
Além do seu uso na
alimentação, o sal é
empregado também nas
indústrias químicas.
O Nordeste possui outros
minerais que constituem
importantes fontes de energia:
o petróleo e o gás natural.
Ele continua sendo, até
hoje, uma das
principais áreas
produtoras de petróleo
do país.
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Além do Recôncavo Baiano, os estados nordestinos de Sergipe,
Alagoas, Rio Grande do Norte e Ceará também contribuem para
a produção nacional de petróleo.
S/CComunicação
Fonte: Ministério de Minas e Energia. Balanço Energético Nacional 2006.
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A industrialização
Desde então, foram feitas várias tentativas para industrializar o
Nordeste, principalmente após a criação da Sudene e a aplicação
da política de incentivos fiscais para quem quisesse se
estabelecer na região.
O pioneirismo da
industrialização do Nordeste
coube ao pernambucano
Delmiro Gouveia.
Usina hidrelétrica em Paulo
Afonso, SE (2007).
Em 1913, inaugurou uma
usina hidrelétrica em
Paulo Afonso.
QUE
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Principais setores e centros industriais
Industrialização
nordestina
Dessa forma, indústrias de
eletrodomésticos e de
produtos eletrônicos, higiene e
limpeza fixaram-se na região
metropolitana de Recife, e de
produtos alimentícios, na
região de Fortaleza.
A instalação de outros
setores industriais no
Nordeste deu-se em
função dos incentivos
oferecidos pela
Sudene.
Com a descoberta do
petróleo, passou a se
destacar também a indústria
petroquímica.
Sempre ligada à agricultura da
cana-de-açúcar e do algodão.
O que beneficiou o desenvolvimento
de usinas de açúcar e de fábricas de
fiação e tecelagem.
ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva
Em Camaçari (BA), no ano de 2001, foi inaugurada a fábrica da
Ford, a primeira grande indústria automobilística instalada fora
do Centro-Sul.
O
empreendimento
recebeu
incentivos dos
governos federal,
estadual e
municipal.
Inauguração do Porto da Ford (Terminal
Portuário Privativo Miguel de Oliveira) em
Candeiras, BA (2005).
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A partir da década de
1990, a instalação de
indústrias no Nordeste
passou a ser
estimulada pelos
próprios estados, que
passaram também a
doar terrenos e a
investir em
infraestrutura.
No Ceará, empresas calçadistas instalaram-se em Sobral,
Crato e Fortaleza.
Porto de Suape em Cabo de
Santo Agostinho, PE (2006).
JorgeHenrique/FuturaPress
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• Em Pernambuco, há o
polo gesseiro em
Araripina, que produz
cerca de 90% do gesso
do Brasil; nesse estado
também se destacam as
confecções de Caruaru.
• Na Bahia, em Feira de
Santana encontra-se o terceiro
principal Centro Industrial do
estado.
• Em Ilhéus, formou-se um polo
de informática e indústrias
eletroeletrônicas, em virtude de
incentivos oferecidos pelo
município, pelo estado e pela
Sudene.
Em todos esses casos, a mão-de-obra barata também é um
forte atrativo para as empresas.
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A atividade turística
Crescimento da atividade
turística nas capitais do
Nordeste, inclusive para
turistas estrangeiros.
Os turistas são atraídos principalmente pelas belas praias
e pela perspectiva de calor praticamente o ano todo.
A partir dos anos 1980.
Importante fonte de
renda para o Nordeste.
.E gera milhares de
empregos na região.
Houve também
investimentos estrangeiros
em diversos pontos do litoral
nordestino, com a
construção de hotéis
semelhantes aos existentes
nos grandes centros
turísticos internacionais.
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Os governos estaduais
passaram a estimular a
atividade turística, veiculando
comerciais nos meios de
comunicação de outros
estados do Brasil,
principalmente São Paulo, o
estado mais populoso e com
maior poder aquisitivo
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JucaMartins/OlharImagens
Arquipélago de Fernando de Noronha, PE (2000).
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Parque Nacional dos Lençóis
Maranhenses, MA (2006).
Praia de Iracema, em
Fortaleza, CE (2007).
JorgeHenrique/FuturaPress
RicardoAzoury/PulsarImagens
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Vale do Pati no Parque
Nacional da Chapada
Diamantina, BA (2007).
Visitantes observam paredão de
pinturas rupestres no Parque
Nacional da Serra da Capivara,
PI (2004).
PaleZuppani/PulsarImagens
Aureliano Müller/Folha Imagem
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Observe a foto.EduardoQueiroga-Lumiar/SambaPhoto
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A imagem mostra parte do centro histórico da
cidade de São Luís (MA), que foi revitalizado. A
capital maranhense também é palco de uma das
mais belas e expressivas manifestações culturais
do Brasil: a festa do Bumba-meu-boi. Alguns
projetos de recuperação e preservação de áreas
históricas, associados a ações de reestruturação
urbana, foram realizados no Brasil, a partir da
década de 1980. Além de São Luís, outros
exemplos são o Pelourinho, em Salvador (BA), e o
centro histórico do Recife (PE).
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Conversa
 Em sua opinião, na cidade onde você mora
há um bairro ou uma rua que poderia passar
por um projeto de restauração desse tipo?
Explique por quê.
 Para quais atividades esse bairro ou essa
rua deveria ser destinado?
Geografia
Homem & Espaço
7º ano
Unidade IV – O Nordeste
Capítulo 11 – O espaço socioeconômico nordestino
ELIAN ALABI LUCCI e ANSELMO LAZARO BRANCO
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