ESTADO DE MATO GROSSO
BARRA DO GARÇAS
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
A violência e a aprendizagem no
contexto escolar pós-pandemia.
CÍRCULO 2
TUTOR: GUSTAVO
CLEUZA SILVA DE OLIVEIRA
DÉBORA FERREIRA LABORÃO GUEDES
DEIJANIRA OLIVEIRA DOS SANTOS LINCK
JULIANA SOUSA RIBEIRO FREITAS
LUCIANA MUNIZ DA SILVA
MÁRCIA FRANCISCA BARBOSA SANTOS
MARLENE MARIA DE ARAÚJO
SABRINA BARBOSA THEREZA
SÔNIA SANTANA GUIMARÃES NUNES
RESUMO
Esta pesquisa teve por objetivo refletir sobre as dificuldades
interacionais enfrentadas neste período de pós pandemia
relacionadas a aprendizagem, a violência e as vivências conflituosas
no ambiente escolar. E, a partir dessas situações encontrar
possibilidades de atuação e enfrentamento das questões
socioemocionais junto às cognitivas visando construir uma educação
democrática, não somente no sentido de escola para todos, mas na
oferta de um ambiente socializador onde todos possam ser
estimulados a exercerem a prática do diálogo qualificado como
recurso de mediação dos conflitos, tornando-nos sensíveis à
problemática advindas do período pandêmico buscando resgatar os
valores e incitar a empatia de todos os envolvidos no ato de educar e
de aprender.
 Palavras-Chave Pós-pandemia; Aprendizagem;
Violência escolar; Mediação e Resolução de conflitos.
Aulas
remotas
Isolamento
social
Avaliações
diagnósticas de
aprendizagem
Agressividade
nas escolas
1. INTRODUÇÃO
Recuperação da
aprendizagem
cognitiva
Sentimentos
/emoções
Inter-relações no
espaço escolar.
2. MÉTODO
A presente pesquisa utilizou-se de abordagem metodológica qualitativa, com leitura e
análise da literatura a partir de artigos científicos e ensaios publicados em revistas
indexadas na base de dados da SciELO e em Bibliotecas Virtuais de Universidades do
Brasil. Na realização do levantamento bibliográfico foram selecionados trabalhos que se
referiam ao tema proposto pelo grupo do Círculo de Vivência “A Violência e a
Aprendizagem no contexto escolar pós-pandemia”. Para identificar artigos que
colaborariam com este estudo foram utilizados os seguintes descritores combinados:
violência escolar pós-pandemia; aprendizagem pós-pandemia; prevenção e intervenção
de conflitos na escola. Após leitura e análise dos trabalhos selecionados, foram escolhidos
obras relevantes para o desenvolvimento da referida pesquisa seguindo o tempo amostral
de referência (anos de publicação 2020, 2021 e 2022) entre outras obras de anos
anteriores a pandemia que nos permitiram a contextualização dos fenômenos
pesquisados, os quais contribuíram na construção do conhecimento e na reflexão do tema
em questão.
3. APRENDIZAGEM: ENTRE E PÓS-PANDEMIA
A situação pandêmica obrigou crianças, adolescentes e jovens a mudarem
seus hábitos relacionais e de movimento, a estudarem de modo remoto,
alguns com boas condições, com acesso à internet, com os suportes
necessários (computador, tablet ou celulares), mas muitos não dispondo
dessas facilidades, ou dispondo com restrições (por exemplo, não
disposição de rede de internet ou de computador ou outro suporte, posse
de celulares pré-pagos com pouco acesso a redes; um só celular na família
etc.), contando ainda aqueles sem condição alguma para uso dos suportes
tecnológicos escolhidos para suprir o modo presencial. Agregue-se a essas
condições o grande contingente de alunos que não puderam contar com
apoio mais efetivo dos pais por seu nível educacional, ou por trabalharem
em setores prioritários durante o isolamento, ou por outros motivos.
(GATTI, 2020)
Neste período de afastamento da escola e no retorno das aulas presenciais tornou-se
indiscutível a urgência na recomposição dos processos de ensino e aceleração de
aprendizagem com enfoque principalmente na língua portuguesa e na matemática,
visto que as avaliações diagnósticas apontam desempenho abaixo do adequado em
todas as faixas etárias, assim, na educação básica prioriza-se a alfabetização e o
letramento, selecionando essas habilidades como essenciais e prioritárias
(GUIMARÃES, 2022
4. VIOLÊNCIA, AGRESSIVIDADE E INDISCIPLINA NO AMBIENTE ESCOLAR
Com a reabertura da escola, essa parte da população, volta ao convívio social e
escolar, nesse movimento de retorno observa-se que avultam-se as notícias sobre o
aumento da violência nas escolas, esse fenômeno, não nos causa estranheza, visto
que já existia antes da pandemia, no entanto agora se mostra mais intenso advindo do
estresse vivenciado durante a pandemia. De certa forma é até natural que a escola
enquanto instituição de ensino e espaço de convivência sinta os reflexos das
violências sofridas pelos indivíduos ou pelos grupos mais vulneráveis que as
exteriorizam no ambiente em que socializam.
5.GESTÃO DE CONFLITOS E PRÁTICAS SAUDÁVEIS NO CONVÍVIO ESCOLAR
Percebe-se que o conflito quando abordado corretamente, traz diversas
vantagens, tais como:
• Ajuda a regular as relações sociais;
• ensina a ver o mundo pela perspectiva do outro;
• permite o reconhecimento das diferenças, que não são ameaça, mas
resultado natural de uma situação em que há recursos escassos;
• ajuda a definir as identidades das partes que defendem suas
posições;
• permite perceber que o outro possui uma percepção diferente;
• racionaliza as estratégias de competência e de cooperação;
• ensina que a controvérsia é uma oportunidade de crescimento e de
amadurecimento social. (CHRISPINO, 2007, p. 17).
Corroborando com essa premissa, segundo Gomes e Lobato
(2021, p. 561)
É necessário criar uma aprendizagem que,
mesmo diante de um desentendimento ou
conflito, os sujeitos possam dialogar, cientes
que a ampliação do desentendimento não
trará benefício a ninguém. […] E quanto mais
exercício comunicativo diante de uma
conversa qualificada, a tendência é menos
conflito e menos violência escolar.
RODINHA DE CONVERSA
6. À GUISA DE CONCLUSÃO: HUMANIZAR-SE...
Frente a realidade vivenciada, nestes tempos de pós-pandemia, onde
encontramos no contexto escolar, defasagem de aprendizagem, aumento
da agressividade, da violência, da intolerância e da indisciplina faz-se
necessário que a escola exerça o seu papel de agente de transformação
da sociedade, não perpetuando as mazelas, mas desfazendo-as por meio
de diversas estratégias didáticas, pedagógicas e dialógicas.
Contudo, há de se pensar que antes de toda parafernália instrumental e
tecnológica existe uma pessoa, que, antes de qualquer coisa, na condição
de aprendente precisa vir a ser humano. Seguindo este princípio,
docentes e alunos desenvolvem valores de compromisso e
comprometimento com ensino e aprendizagem, de respeito, de empatia e
de solidariedade nas relações intra e interpessoais, melhorando o
ambiente e o convívio escolar.
7. REFERÊNCIAS
ARAÚJO, Ulisses F. Resolução de conflitos e assembleias escolares. Cadernos de Educação, Pelotas, n. 68, p. 115-
131, jul./dez. 2008. ARRUDA, Eucídio Pimenta. Educação Remota Emergencial: elementos para políticas públicas
na educação brasileira em tempos da Covid-19. Em Rede-Revista de Educação a Distância, v. 7, n. 1. pg. 257 à 275,
2020. AZEVEDO, Margarida (JC Coluna Enem e Educação). Educação pós pandemia: cenário é de aumento de
desigualdades e retrocessos em indicadores de ensino. Disponível em: https://jc.ne10.uol.com.br/colunas/enem-
e-educacao/2021/10/13617868-educacao-pos-pand emia-cenario-e-de-aumento-de-desigualdades-e-retrocesso-
em-indicadores-do-ensino.html. Acesso em: 07 de set. 2022. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: Ensino
Médio. Brasília: MEC/Secretaria de Educação Básica, 2018. BRASIL. Ministério da Saúde. Coronavírus. Disponível
em: https://www.gov.br/saude/pt-br/coronavirus. Acesso em: 07 de set. 2022. CHRISPINO, A. Gestão do conflito
escolar: da classificação dos conflitos aos modelos de mediação. Ensaio: aval. pol. públ. Educ., Rio de Janeiro,
v.15, n.54, p. 11-28, jan./mar. 2007. GALVÃO, Isabel. Cenas do cotidiano escolar: Conflitos sim, violência não.
Editora Vozes, 2ª edição, 2008. GATTI, Bernardete Angelina. Possível reconfiguração dos modelos educacionais pós-
pandemia. Estudos avançados, v. 34, n. 100, pg. 29-42, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1590/s0103-
4014.2020.34100.003. Acesso em: 07 de set. 2022. GOMES, H. M.; LOBATO, V. S. Conflito escolar, diálogo e
mediação de conflitos: interseções e contribuições pós-pandemia. Rev. @mbienteeducação, São Paulo, v. 14, n. 3,
p. 555-579, set./dez. 2021. e-ISSN: 1982-8632. DOI: https://doi.org/10.26843/v14.n3.2021.1075. P555-579.
GUIMARÃES, Pedro. Recomposição das aprendizagens – O que é? Disponível em:
https://uniplenaeducacional.com.br/blog/recomposicao-das-aprendizagens-o-que-e/. Acesso em: 07 de set. 2022.
Linhares, M. B. M.; Enumo, S. R. F. (2020). Reflexões baseadas na Psicologia sobre efeitos da pandemia COVID-19
no desenvolvimento infantil. Estudos de Psicologia (Campinas), 37, e200089. Disponível em:
https://doi.org/10.1590/1982-0275202037e200089. Acesso em: 08 de set. 2022. MORAIS, Régis de. Violência e
educação. São Paulo: Papirus, 1995. (Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico)
formação humanizada

formação humanizada

  • 1.
    ESTADO DE MATOGROSSO BARRA DO GARÇAS SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
  • 2.
    A violência ea aprendizagem no contexto escolar pós-pandemia. CÍRCULO 2 TUTOR: GUSTAVO CLEUZA SILVA DE OLIVEIRA DÉBORA FERREIRA LABORÃO GUEDES DEIJANIRA OLIVEIRA DOS SANTOS LINCK JULIANA SOUSA RIBEIRO FREITAS LUCIANA MUNIZ DA SILVA MÁRCIA FRANCISCA BARBOSA SANTOS MARLENE MARIA DE ARAÚJO SABRINA BARBOSA THEREZA SÔNIA SANTANA GUIMARÃES NUNES
  • 3.
    RESUMO Esta pesquisa tevepor objetivo refletir sobre as dificuldades interacionais enfrentadas neste período de pós pandemia relacionadas a aprendizagem, a violência e as vivências conflituosas no ambiente escolar. E, a partir dessas situações encontrar possibilidades de atuação e enfrentamento das questões socioemocionais junto às cognitivas visando construir uma educação democrática, não somente no sentido de escola para todos, mas na oferta de um ambiente socializador onde todos possam ser estimulados a exercerem a prática do diálogo qualificado como recurso de mediação dos conflitos, tornando-nos sensíveis à problemática advindas do período pandêmico buscando resgatar os valores e incitar a empatia de todos os envolvidos no ato de educar e de aprender.
  • 4.
     Palavras-Chave Pós-pandemia;Aprendizagem; Violência escolar; Mediação e Resolução de conflitos.
  • 5.
  • 6.
  • 7.
    2. MÉTODO A presentepesquisa utilizou-se de abordagem metodológica qualitativa, com leitura e análise da literatura a partir de artigos científicos e ensaios publicados em revistas indexadas na base de dados da SciELO e em Bibliotecas Virtuais de Universidades do Brasil. Na realização do levantamento bibliográfico foram selecionados trabalhos que se referiam ao tema proposto pelo grupo do Círculo de Vivência “A Violência e a Aprendizagem no contexto escolar pós-pandemia”. Para identificar artigos que colaborariam com este estudo foram utilizados os seguintes descritores combinados: violência escolar pós-pandemia; aprendizagem pós-pandemia; prevenção e intervenção de conflitos na escola. Após leitura e análise dos trabalhos selecionados, foram escolhidos obras relevantes para o desenvolvimento da referida pesquisa seguindo o tempo amostral de referência (anos de publicação 2020, 2021 e 2022) entre outras obras de anos anteriores a pandemia que nos permitiram a contextualização dos fenômenos pesquisados, os quais contribuíram na construção do conhecimento e na reflexão do tema em questão.
  • 8.
    3. APRENDIZAGEM: ENTREE PÓS-PANDEMIA A situação pandêmica obrigou crianças, adolescentes e jovens a mudarem seus hábitos relacionais e de movimento, a estudarem de modo remoto, alguns com boas condições, com acesso à internet, com os suportes necessários (computador, tablet ou celulares), mas muitos não dispondo dessas facilidades, ou dispondo com restrições (por exemplo, não disposição de rede de internet ou de computador ou outro suporte, posse de celulares pré-pagos com pouco acesso a redes; um só celular na família etc.), contando ainda aqueles sem condição alguma para uso dos suportes tecnológicos escolhidos para suprir o modo presencial. Agregue-se a essas condições o grande contingente de alunos que não puderam contar com apoio mais efetivo dos pais por seu nível educacional, ou por trabalharem em setores prioritários durante o isolamento, ou por outros motivos. (GATTI, 2020)
  • 9.
    Neste período deafastamento da escola e no retorno das aulas presenciais tornou-se indiscutível a urgência na recomposição dos processos de ensino e aceleração de aprendizagem com enfoque principalmente na língua portuguesa e na matemática, visto que as avaliações diagnósticas apontam desempenho abaixo do adequado em todas as faixas etárias, assim, na educação básica prioriza-se a alfabetização e o letramento, selecionando essas habilidades como essenciais e prioritárias (GUIMARÃES, 2022
  • 10.
    4. VIOLÊNCIA, AGRESSIVIDADEE INDISCIPLINA NO AMBIENTE ESCOLAR Com a reabertura da escola, essa parte da população, volta ao convívio social e escolar, nesse movimento de retorno observa-se que avultam-se as notícias sobre o aumento da violência nas escolas, esse fenômeno, não nos causa estranheza, visto que já existia antes da pandemia, no entanto agora se mostra mais intenso advindo do estresse vivenciado durante a pandemia. De certa forma é até natural que a escola enquanto instituição de ensino e espaço de convivência sinta os reflexos das violências sofridas pelos indivíduos ou pelos grupos mais vulneráveis que as exteriorizam no ambiente em que socializam.
  • 11.
    5.GESTÃO DE CONFLITOSE PRÁTICAS SAUDÁVEIS NO CONVÍVIO ESCOLAR Percebe-se que o conflito quando abordado corretamente, traz diversas vantagens, tais como: • Ajuda a regular as relações sociais; • ensina a ver o mundo pela perspectiva do outro; • permite o reconhecimento das diferenças, que não são ameaça, mas resultado natural de uma situação em que há recursos escassos; • ajuda a definir as identidades das partes que defendem suas posições; • permite perceber que o outro possui uma percepção diferente; • racionaliza as estratégias de competência e de cooperação; • ensina que a controvérsia é uma oportunidade de crescimento e de amadurecimento social. (CHRISPINO, 2007, p. 17).
  • 12.
    Corroborando com essapremissa, segundo Gomes e Lobato (2021, p. 561) É necessário criar uma aprendizagem que, mesmo diante de um desentendimento ou conflito, os sujeitos possam dialogar, cientes que a ampliação do desentendimento não trará benefício a ninguém. […] E quanto mais exercício comunicativo diante de uma conversa qualificada, a tendência é menos conflito e menos violência escolar.
  • 13.
  • 14.
    6. À GUISADE CONCLUSÃO: HUMANIZAR-SE... Frente a realidade vivenciada, nestes tempos de pós-pandemia, onde encontramos no contexto escolar, defasagem de aprendizagem, aumento da agressividade, da violência, da intolerância e da indisciplina faz-se necessário que a escola exerça o seu papel de agente de transformação da sociedade, não perpetuando as mazelas, mas desfazendo-as por meio de diversas estratégias didáticas, pedagógicas e dialógicas. Contudo, há de se pensar que antes de toda parafernália instrumental e tecnológica existe uma pessoa, que, antes de qualquer coisa, na condição de aprendente precisa vir a ser humano. Seguindo este princípio, docentes e alunos desenvolvem valores de compromisso e comprometimento com ensino e aprendizagem, de respeito, de empatia e de solidariedade nas relações intra e interpessoais, melhorando o ambiente e o convívio escolar.
  • 15.
    7. REFERÊNCIAS ARAÚJO, UlissesF. Resolução de conflitos e assembleias escolares. Cadernos de Educação, Pelotas, n. 68, p. 115- 131, jul./dez. 2008. ARRUDA, Eucídio Pimenta. Educação Remota Emergencial: elementos para políticas públicas na educação brasileira em tempos da Covid-19. Em Rede-Revista de Educação a Distância, v. 7, n. 1. pg. 257 à 275, 2020. AZEVEDO, Margarida (JC Coluna Enem e Educação). Educação pós pandemia: cenário é de aumento de desigualdades e retrocessos em indicadores de ensino. Disponível em: https://jc.ne10.uol.com.br/colunas/enem- e-educacao/2021/10/13617868-educacao-pos-pand emia-cenario-e-de-aumento-de-desigualdades-e-retrocesso- em-indicadores-do-ensino.html. Acesso em: 07 de set. 2022. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: Ensino Médio. Brasília: MEC/Secretaria de Educação Básica, 2018. BRASIL. Ministério da Saúde. Coronavírus. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/coronavirus. Acesso em: 07 de set. 2022. CHRISPINO, A. Gestão do conflito escolar: da classificação dos conflitos aos modelos de mediação. Ensaio: aval. pol. públ. Educ., Rio de Janeiro, v.15, n.54, p. 11-28, jan./mar. 2007. GALVÃO, Isabel. Cenas do cotidiano escolar: Conflitos sim, violência não. Editora Vozes, 2ª edição, 2008. GATTI, Bernardete Angelina. Possível reconfiguração dos modelos educacionais pós- pandemia. Estudos avançados, v. 34, n. 100, pg. 29-42, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1590/s0103- 4014.2020.34100.003. Acesso em: 07 de set. 2022. GOMES, H. M.; LOBATO, V. S. Conflito escolar, diálogo e mediação de conflitos: interseções e contribuições pós-pandemia. Rev. @mbienteeducação, São Paulo, v. 14, n. 3, p. 555-579, set./dez. 2021. e-ISSN: 1982-8632. DOI: https://doi.org/10.26843/v14.n3.2021.1075. P555-579. GUIMARÃES, Pedro. Recomposição das aprendizagens – O que é? Disponível em: https://uniplenaeducacional.com.br/blog/recomposicao-das-aprendizagens-o-que-e/. Acesso em: 07 de set. 2022. Linhares, M. B. M.; Enumo, S. R. F. (2020). Reflexões baseadas na Psicologia sobre efeitos da pandemia COVID-19 no desenvolvimento infantil. Estudos de Psicologia (Campinas), 37, e200089. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1982-0275202037e200089. Acesso em: 08 de set. 2022. MORAIS, Régis de. Violência e educação. São Paulo: Papirus, 1995. (Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico)