Análise dos déficits de ensino-aprendizagem dos alunos na disciplina de
Ciências das escolas públicas em 2023
Ceres de Moura Vale; Marcilândia de Carvalho Gonçalves;Marcilene Pinheiro Azevedo
(bolsistas do PIBID*), Maria Nayane Batista de Sousa (SEMEC), Victor de Jesus Silva Meireles
(Coordenador de Área, CSHNB, UFPI)
Palavras-chave: Déficit na Aprendizagem; Escolas Públicas; Ensino de Ciências.
1 INTRODUÇÃO
Durante a pandemia da COVID-19, ocorreram mudanças significativas no ensino-
aprendizagem devido às medidas de segurança adotadas pela OMS(Organizção Mundial
de Saúde). Essas mudanças levaram a uma desmotivação entre alunos e professores.
Então, sabe-se que para decorrer uma aprendizagem significativa, é crucial que os
discentes vejam sentido no que aprender e querer aprender de fato. Sendo assim, os
assuntos devem estar relacionados com o seu cotidiano. Segundo Freire (1990, p.8), o
ato de aprender a ler e escrever são como aprender a ler o mundo, entender o contexto
em uma relação dinâmica de palavras que relaciona linguagem e realidade(Freire, 1990,
p.8). No entanto, durante a pandemia, houve um grande déficit na aprendizagem de
crianças e adolescentes, exigindo que os responsáveis encontrassem soluções para esse
problema.
No pós-período pandêmico, parâmetros foram estabelecidos para melhorar o
ensino-aprendizagem pois os índices de analfabetismo foram elevados. Com isso,
aumentaram a carga horária e reajustaram o currículo para suprir a carência educativa
dos discentes. É crucial identificar as dificuldades de aprendizagem para evitar bloqueios
no desenvolvimento infantil. No entanto, é preocupante a crescente presença de crianças
com baixo desempenho acadêmico no sistema educacional, afetando sua educação
formal. Esses problemas costumam ser observados em alunos que não conseguem
acompanhar o ritmo de aprendizagem dos colegas da mesma idade, possivelmente
relacionados a questões comportamentais, emocionais, de comunicação, visão ou
audição. (Gimenez, 2005). No Brasil, a danificação no âmbito escolar está crescendo a
cada ano (Sampaio, 2004). Dessa maneira, a falta de estruturas físicas e a falta de
materiaisl ou mesmo a precariedade deles, proporciona aos docentes pouco pouca
efetividade das atividades planejadas em sala, onde causam situações indesejáveis.
Conforme Sampaio (2004), compreende-se que as dificuldades de aprendizagem é algo
externo da criança e do jovem, isto é, algo que se relaciona com o meio acadêmico, aos
docentes, ao material didático e a correlação entre eles (Sampaio, 2004).
Grandes dificuldades são enfrentadas no âmbito escolar, principalmente nas
escolas públicas e visão a disciplina de Ciências em que os problemas familiares como:
maus tratos e violência podem proporcionar déficits no desenvolvimento do aluno. Em
outra perspectiva, o aluno começa a ter dificuldades de aprendizagem quando ele
percebe que não consegue acompanhar os demais discentes da turma. Para Bianchi
(2005 apud Mazer; Bello; Bazon, 2009), “[...] o prejuízo aumenta quando ocorre um
nivelamento das dificuldades na aprendizagem e do comportamento do aluno.”. Sendo
assim, é notório que as experiências sobre a dificuldade de aprendizagem são frequentes,
fazendo com que eles demonstrem sinais, como: baixa autoestima e inferioridade.
Ademais, o autor destaca ainda que por conta dos problemas de aprendizagem
enfrentados por alguns discentes causa comportamentos negativos, criando assim
prejuízo nas relações entre os indivíduos.
Com isso, observa-se a necessidade de se estabelecer um órgão responsável por
uma retratação, que oferte assistência aos estudantes que enfrentam tais desafios e que
seja disponibilizados de modo regular em todas as escolas do país.
A presente pesquisa foi desenvolvida no âmbito do Programa Instituciaonal de
Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), no contexto da Universidade Federal do Piauí
(UFPI), e teve como objetivo do trabalho é de auxiliar os estudantes a compreender
melhor os conteúdos estudados em sala, ajudando-os com as suas diversas dificuldades,
além de montar programas deintervenção para aprimorar as competências de leitura e
escrita.
E por fim, ocorreu uma atividade em sala de aula como forma de saber quais as
grandes dificuldades enfrentadas pelos alunos dentro da diciplina de ciências biológicas e
chegamos a conclução que os niveis de dificuldades são altos, pois tudo que foi falado
anteriormente influência na aprendizagem da matéria. Algumas ações podem ser
desenvolvidas, como:Criação de Programas de Apoio Psicossocial, oferecendo suporte
emocional e psicológico aos estudantes que enfrentam questões familiares; Promoção de
Grupos de Apoio, esses grupos podem ser espaços seguros para compartilhar
experiências, trocar conselhos e estratégias de enfrentamento; Campanhas de
Conscientização e Sensibilização:abordando a importância de um ambiente
escolaracolhedor e inclusivo para todos os estudantes, independentemente das
circunstâncias familiares.
2. METODOLOGIA
Trata-se de uma revisão bibliográfica, descritiva e de enfoque quali-quantitativa
(Sampieri; Callado, Lucio, 2013). A coleta de dados consta de uma busca no google
acadêmico. As palavras adotados para busca foram: “Déficit na Aprendizagem”,“Escolas
Públicas”,“Ensino de Ciências” e o intervalo considerado foi de 2022 à 2023.
Deste modo, os artigos ancontrados a partir de buscas foram submetidos à leitura
dos títulos e resumos, onde sendo excluidos aqueles que não estavam relacionados com
tema abordado neste trabalho. Assim, dos xx artigos encontrados inicialmente, yy
passsaram para a etapa de leitura crítica, sendo os demais descartados por
incompatibilidade com o tema.
3. RESULTADOS E DISCUSSÃO
Durante a pandemia, as medidas de segurança adotadas pela OMS trouxeram
mudanças significativas no ensino-aprendizagem. O distanciamento social, as aulas
virtuais e a redução do contato presencial afetaram a motivação dos alunos (Autor, ano?).
Essas mudanças resultaram em desmotivação entre os envolvidos no processo
educacional. Conforme Alves (2020), o processo de ensino e aprendizagem, que deveria
ser agradável e estimulante, tornou-se exaustivo, esgotante e frustrante para os alunos.
As dificuldades encontradas em se adaptar a essa modalidade de ensino, gerou prejuízos
emocionais como resultado, principalmente para aqueles que não possuía meios de
tecnologia para se conectar as aulas.
A teoria de Paulo Freire destaca a importância de conectar a aprendizagem com a
realidade dos alunos (Autor, ano?). Dos principais desafios enfrentados nas escolas
públicas de ensino remoto destaca-se, a agregação de tecnologia fora da sala de aula,
como a internet, evidenciando a precariedade e negligência da falta de investimentos
tecnológicos em relação à Educação, mas também em bem-estar social (Autor, ano?)..
Durante a pandemia, a discussão sobre a continuidade das atividades educacionais por
meio de recursos digitais ganhou destaque, pois muitos estudantes, especialmente na
educação básica, não possuía acesso a dispositivos digitais tão pouco a recursos
financeiros para estudar pela internet (MARTINS, 2020).
Durante o ensino remoto, essa conexão pode ter sido perdida, afetando a
compreensão e a absorção do conteúdo. O período pandêmico gerou um déficit na
aprendizagem, demandando soluções para reduzir esse problema e evitar bloqueios no
desenvolvimento educacional (Autor, ano?)...
Ensinar é uma responsabilidade que pede atualização constante. O ambiente
educacional está sempre mudando, então é crucial que os professores sejam motivados a
se manterem atualizados, seja por meio de aulas presenciais ou online. O foco principal
deve ser a qualidade do ensino e a liberdade dos professores para inovar. Infelizmente, a
maioria dos professores não receberam incentivo suficiente para buscar essa atualização
contínua. Como Mizukami aponta, é essencial repensar o modelo de formação, pois não é
justo exigir dos professores o uso de práticas em sala de aula que não foram
demonstradas em sua própria formação (MIZUKAMI, 2003, p. 39).
A identificação das dificuldades de aprendizagem deve ser feita de forma holística,
considerando não apenas os aspectos acadêmicos, mas também os emocionais,
comportamentais e físicos dos alunos. Intervenções multidisciplinares são essenciais para
um suporte efetivo aos estudantes. É importante ressalta a necessidade de políticas
educacionais que abordem não apenas a esfera pedagógica, mas também as condições
sociais que influenciam a aprendizagem (Autor, ano?)...
É responsabilidade de todos os participantes no processo educacional colaborar
para avaliar as estratégias pedagógicas mais apropriadas para diferentes contextos. O
objetivo é reduzir os impactos e consequências da pandemia, pelo menos em parte
(Oliveira; Souza, 2020). Incentivar abordagens de ensino que promovam a participação
ativa dos alunos, como projetos práticos, debates e atividades que os envolvam de forma
interativa.Ao incentivar a participação ativa dos alunos por meio de abordagens
interativas, estamos moldando uma geração de aprendizes ativos, engajados, habilidosos
e criativos, prontos para enfrentar os desafios não só do mundoacadêmico,mas também
do mundo real. Essas abordagens são essenciais para uma educação que vá além da
memorização e promova uma compreensão profunda e duradoura (Autor, ano?)....
4. CONSIDERAÇÕES PARCIAIS
O déficit na educação do ensino básico é muito grande, então seria interessante
auxiliarmos os alunos nessas questões ou ao menos tentar, pois muitos discentes não
sabem nem ler ou outros nem entendem o que escrevem, sendo assim, espero que
possamos mudar isso com o auxílio do PIBID para que crianças e jovens das escolas
tenham uma grande visão do que quer para o futuro. Diante disso, desejo quebrar esse
paradigma juntamente com a equipe do núcleo I do PIBID de biologia, ajudando-os na
caminhada acadêmica para que futuramente possam chegar ao ensino superior, além de
mostrá-los que são capasses de chegarem lá sem muitas dificuldades e mudando a visão
deles sobre a aprendizagem e por fim, apresentar outras formas criativas de aprender de
fato algo.
5. REFERÊNCIAS
ALVES, L. Educação Remota: Entre a ilusão e a realidade. Interfaces Científicas,
Aracaju, v.8, n.3, p. 348-365, 2020.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. São Paulo, Ed. Cortez, 1990.
GIMENEZ, E. H. R. Dificuldade de aprendizagem ou distúrbio de aprendizagem.
Revista de Educação, Valinhos, v.8, n.8, p. 78-83, 2015.
MAZER, S. M; BELLO, A.C.D; BAZON, Marina Rezende. Dificuldades de aprendizagem:
revisão de literatura sobre os fatores de risco associados. Revista de Psicologia, São
Paulo, n. 28, jun. 2009.
MARTINS, José Geovânio Buenos Aires et al. “Métodos de aprendizagem, tecnologias
educacionais e o desenvolvimento da escrita e oralidade em Língua Estrangeira
Moderna: contribuições para à aprendizagem”. Babel: Revista Eletrônica de
Línguas e Literaturas Estrangeiras, vol. 10, n.1, 2020b.
OLIVEIRA, H. V.; SOUZA, F. S. Do conteúdo programático ao sistema de avaliação:
Reflexões educacionais em tempos de pandemia (COVID-19). Boletim de Conjuntura,
Boa Vista, v. 2, n. 5, p. 15-24, 2020.
MIZUKAMI, M. G. N. et al. Escola e aprendizagem da docência: processos de
investigação e formação. 1. reimp. São Carlos: EdUFSCar, 2003.
SEGUND, Thatiana. Afetividade no processo de ensino-aprendizagem. Dissertação
(Mestrado em Educação) – PUC-SP. São Paulo, 2007.
SAMPAIO, S. (org.). Transtornos e dificuldades de aprendizagem: entendendo melhor
os alunos com necessidades educativas especiais. Rio de janeiro: WAK, 2014.
6. APOIO
Ministério da Educação (MEC) e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível
Superior (Capes).

4 JL - ENID - Resumo Expandido PESQUISA - Ceres Vale.docx

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    Análise dos déficitsde ensino-aprendizagem dos alunos na disciplina de Ciências das escolas públicas em 2023 Ceres de Moura Vale; Marcilândia de Carvalho Gonçalves;Marcilene Pinheiro Azevedo (bolsistas do PIBID*), Maria Nayane Batista de Sousa (SEMEC), Victor de Jesus Silva Meireles (Coordenador de Área, CSHNB, UFPI) Palavras-chave: Déficit na Aprendizagem; Escolas Públicas; Ensino de Ciências. 1 INTRODUÇÃO Durante a pandemia da COVID-19, ocorreram mudanças significativas no ensino- aprendizagem devido às medidas de segurança adotadas pela OMS(Organizção Mundial de Saúde). Essas mudanças levaram a uma desmotivação entre alunos e professores. Então, sabe-se que para decorrer uma aprendizagem significativa, é crucial que os discentes vejam sentido no que aprender e querer aprender de fato. Sendo assim, os assuntos devem estar relacionados com o seu cotidiano. Segundo Freire (1990, p.8), o ato de aprender a ler e escrever são como aprender a ler o mundo, entender o contexto em uma relação dinâmica de palavras que relaciona linguagem e realidade(Freire, 1990, p.8). No entanto, durante a pandemia, houve um grande déficit na aprendizagem de crianças e adolescentes, exigindo que os responsáveis encontrassem soluções para esse problema. No pós-período pandêmico, parâmetros foram estabelecidos para melhorar o ensino-aprendizagem pois os índices de analfabetismo foram elevados. Com isso, aumentaram a carga horária e reajustaram o currículo para suprir a carência educativa dos discentes. É crucial identificar as dificuldades de aprendizagem para evitar bloqueios no desenvolvimento infantil. No entanto, é preocupante a crescente presença de crianças com baixo desempenho acadêmico no sistema educacional, afetando sua educação formal. Esses problemas costumam ser observados em alunos que não conseguem acompanhar o ritmo de aprendizagem dos colegas da mesma idade, possivelmente relacionados a questões comportamentais, emocionais, de comunicação, visão ou audição. (Gimenez, 2005). No Brasil, a danificação no âmbito escolar está crescendo a cada ano (Sampaio, 2004). Dessa maneira, a falta de estruturas físicas e a falta de
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    materiaisl ou mesmoa precariedade deles, proporciona aos docentes pouco pouca efetividade das atividades planejadas em sala, onde causam situações indesejáveis. Conforme Sampaio (2004), compreende-se que as dificuldades de aprendizagem é algo externo da criança e do jovem, isto é, algo que se relaciona com o meio acadêmico, aos docentes, ao material didático e a correlação entre eles (Sampaio, 2004). Grandes dificuldades são enfrentadas no âmbito escolar, principalmente nas escolas públicas e visão a disciplina de Ciências em que os problemas familiares como: maus tratos e violência podem proporcionar déficits no desenvolvimento do aluno. Em outra perspectiva, o aluno começa a ter dificuldades de aprendizagem quando ele percebe que não consegue acompanhar os demais discentes da turma. Para Bianchi (2005 apud Mazer; Bello; Bazon, 2009), “[...] o prejuízo aumenta quando ocorre um nivelamento das dificuldades na aprendizagem e do comportamento do aluno.”. Sendo assim, é notório que as experiências sobre a dificuldade de aprendizagem são frequentes, fazendo com que eles demonstrem sinais, como: baixa autoestima e inferioridade. Ademais, o autor destaca ainda que por conta dos problemas de aprendizagem enfrentados por alguns discentes causa comportamentos negativos, criando assim prejuízo nas relações entre os indivíduos. Com isso, observa-se a necessidade de se estabelecer um órgão responsável por uma retratação, que oferte assistência aos estudantes que enfrentam tais desafios e que seja disponibilizados de modo regular em todas as escolas do país. A presente pesquisa foi desenvolvida no âmbito do Programa Instituciaonal de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), no contexto da Universidade Federal do Piauí (UFPI), e teve como objetivo do trabalho é de auxiliar os estudantes a compreender melhor os conteúdos estudados em sala, ajudando-os com as suas diversas dificuldades, além de montar programas deintervenção para aprimorar as competências de leitura e escrita. E por fim, ocorreu uma atividade em sala de aula como forma de saber quais as grandes dificuldades enfrentadas pelos alunos dentro da diciplina de ciências biológicas e chegamos a conclução que os niveis de dificuldades são altos, pois tudo que foi falado anteriormente influência na aprendizagem da matéria. Algumas ações podem ser desenvolvidas, como:Criação de Programas de Apoio Psicossocial, oferecendo suporte emocional e psicológico aos estudantes que enfrentam questões familiares; Promoção de Grupos de Apoio, esses grupos podem ser espaços seguros para compartilhar
  • 3.
    experiências, trocar conselhose estratégias de enfrentamento; Campanhas de Conscientização e Sensibilização:abordando a importância de um ambiente escolaracolhedor e inclusivo para todos os estudantes, independentemente das circunstâncias familiares. 2. METODOLOGIA Trata-se de uma revisão bibliográfica, descritiva e de enfoque quali-quantitativa (Sampieri; Callado, Lucio, 2013). A coleta de dados consta de uma busca no google acadêmico. As palavras adotados para busca foram: “Déficit na Aprendizagem”,“Escolas Públicas”,“Ensino de Ciências” e o intervalo considerado foi de 2022 à 2023. Deste modo, os artigos ancontrados a partir de buscas foram submetidos à leitura dos títulos e resumos, onde sendo excluidos aqueles que não estavam relacionados com tema abordado neste trabalho. Assim, dos xx artigos encontrados inicialmente, yy passsaram para a etapa de leitura crítica, sendo os demais descartados por incompatibilidade com o tema. 3. RESULTADOS E DISCUSSÃO Durante a pandemia, as medidas de segurança adotadas pela OMS trouxeram mudanças significativas no ensino-aprendizagem. O distanciamento social, as aulas virtuais e a redução do contato presencial afetaram a motivação dos alunos (Autor, ano?). Essas mudanças resultaram em desmotivação entre os envolvidos no processo educacional. Conforme Alves (2020), o processo de ensino e aprendizagem, que deveria ser agradável e estimulante, tornou-se exaustivo, esgotante e frustrante para os alunos. As dificuldades encontradas em se adaptar a essa modalidade de ensino, gerou prejuízos emocionais como resultado, principalmente para aqueles que não possuía meios de tecnologia para se conectar as aulas. A teoria de Paulo Freire destaca a importância de conectar a aprendizagem com a realidade dos alunos (Autor, ano?). Dos principais desafios enfrentados nas escolas públicas de ensino remoto destaca-se, a agregação de tecnologia fora da sala de aula, como a internet, evidenciando a precariedade e negligência da falta de investimentos tecnológicos em relação à Educação, mas também em bem-estar social (Autor, ano?).. Durante a pandemia, a discussão sobre a continuidade das atividades educacionais por
  • 4.
    meio de recursosdigitais ganhou destaque, pois muitos estudantes, especialmente na educação básica, não possuía acesso a dispositivos digitais tão pouco a recursos financeiros para estudar pela internet (MARTINS, 2020). Durante o ensino remoto, essa conexão pode ter sido perdida, afetando a compreensão e a absorção do conteúdo. O período pandêmico gerou um déficit na aprendizagem, demandando soluções para reduzir esse problema e evitar bloqueios no desenvolvimento educacional (Autor, ano?)... Ensinar é uma responsabilidade que pede atualização constante. O ambiente educacional está sempre mudando, então é crucial que os professores sejam motivados a se manterem atualizados, seja por meio de aulas presenciais ou online. O foco principal deve ser a qualidade do ensino e a liberdade dos professores para inovar. Infelizmente, a maioria dos professores não receberam incentivo suficiente para buscar essa atualização contínua. Como Mizukami aponta, é essencial repensar o modelo de formação, pois não é justo exigir dos professores o uso de práticas em sala de aula que não foram demonstradas em sua própria formação (MIZUKAMI, 2003, p. 39). A identificação das dificuldades de aprendizagem deve ser feita de forma holística, considerando não apenas os aspectos acadêmicos, mas também os emocionais, comportamentais e físicos dos alunos. Intervenções multidisciplinares são essenciais para um suporte efetivo aos estudantes. É importante ressalta a necessidade de políticas educacionais que abordem não apenas a esfera pedagógica, mas também as condições sociais que influenciam a aprendizagem (Autor, ano?)... É responsabilidade de todos os participantes no processo educacional colaborar para avaliar as estratégias pedagógicas mais apropriadas para diferentes contextos. O objetivo é reduzir os impactos e consequências da pandemia, pelo menos em parte (Oliveira; Souza, 2020). Incentivar abordagens de ensino que promovam a participação ativa dos alunos, como projetos práticos, debates e atividades que os envolvam de forma interativa.Ao incentivar a participação ativa dos alunos por meio de abordagens interativas, estamos moldando uma geração de aprendizes ativos, engajados, habilidosos e criativos, prontos para enfrentar os desafios não só do mundoacadêmico,mas também do mundo real. Essas abordagens são essenciais para uma educação que vá além da memorização e promova uma compreensão profunda e duradoura (Autor, ano?)....
  • 5.
    4. CONSIDERAÇÕES PARCIAIS Odéficit na educação do ensino básico é muito grande, então seria interessante auxiliarmos os alunos nessas questões ou ao menos tentar, pois muitos discentes não sabem nem ler ou outros nem entendem o que escrevem, sendo assim, espero que possamos mudar isso com o auxílio do PIBID para que crianças e jovens das escolas tenham uma grande visão do que quer para o futuro. Diante disso, desejo quebrar esse paradigma juntamente com a equipe do núcleo I do PIBID de biologia, ajudando-os na caminhada acadêmica para que futuramente possam chegar ao ensino superior, além de mostrá-los que são capasses de chegarem lá sem muitas dificuldades e mudando a visão deles sobre a aprendizagem e por fim, apresentar outras formas criativas de aprender de fato algo. 5. REFERÊNCIAS ALVES, L. Educação Remota: Entre a ilusão e a realidade. Interfaces Científicas, Aracaju, v.8, n.3, p. 348-365, 2020. FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. São Paulo, Ed. Cortez, 1990. GIMENEZ, E. H. R. Dificuldade de aprendizagem ou distúrbio de aprendizagem. Revista de Educação, Valinhos, v.8, n.8, p. 78-83, 2015. MAZER, S. M; BELLO, A.C.D; BAZON, Marina Rezende. Dificuldades de aprendizagem: revisão de literatura sobre os fatores de risco associados. Revista de Psicologia, São Paulo, n. 28, jun. 2009. MARTINS, José Geovânio Buenos Aires et al. “Métodos de aprendizagem, tecnologias educacionais e o desenvolvimento da escrita e oralidade em Língua Estrangeira Moderna: contribuições para à aprendizagem”. Babel: Revista Eletrônica de Línguas e Literaturas Estrangeiras, vol. 10, n.1, 2020b. OLIVEIRA, H. V.; SOUZA, F. S. Do conteúdo programático ao sistema de avaliação: Reflexões educacionais em tempos de pandemia (COVID-19). Boletim de Conjuntura, Boa Vista, v. 2, n. 5, p. 15-24, 2020. MIZUKAMI, M. G. N. et al. Escola e aprendizagem da docência: processos de investigação e formação. 1. reimp. São Carlos: EdUFSCar, 2003. SEGUND, Thatiana. Afetividade no processo de ensino-aprendizagem. Dissertação (Mestrado em Educação) – PUC-SP. São Paulo, 2007. SAMPAIO, S. (org.). Transtornos e dificuldades de aprendizagem: entendendo melhor os alunos com necessidades educativas especiais. Rio de janeiro: WAK, 2014.
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    6. APOIO Ministério daEducação (MEC) e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).