1.00
COTER
PPB/2 - FORMAÇÃO BÁSICA DO COMBATENTE
4ª Edição - 2006
SEM OBJETIVOS
BEM DEFINIDOS,
SOMENTE POR
ACASO CHEGAREMOS
A ALGUM LUGAR
3.00
ÍNDICE – 1 Página
I. INTRODUÇÃO 6.00
1. Finalidade ................................................................................................................................................... 6.00
2. Objetivos da Fase ....................................................................................................................................... 6.00
3 . Estrutura da Instrução ............................................................................................................................................ 6.00
4 . Direção e Condução da Instrução ........................................................................................................................ 7.00
5.Avaliação .................................................................................................................................................................... 9.00
6.Tempo Estimado ......................................................................................................................................................... 9.00
7. Validação do PP.......................................................................................................................................................... 10.00
8. Estrutura do PP............................................................................................................................................................. 10.00
9. Normas Complementares ...................................................................................................................................................................... 11.00
II. MODELOS DE FICHAS DE CONTROLE DA INSTRUÇÃO............................................................................... 14.00
III. ATRIBUTOS DA ÁREAAFETIVA............................................................................................................................ 15.00
IV. QUADROS AUXILIARES
1. Quadro Síntese da Formação Básica do Combatente ............................................................................................ 19.00
2. Quadro Geral de Distribuição de Tempo da IIB .................................................................................................. 20.00
3. Exemplo de Distribuição de Instrução – IIB – 1ª Subfase................................................................................... 21.00
4. Exemplo de Distribuição de Instrução – IIB – 2ª Subfase................................................................................... 24.00
5. Modelo de um Dia de Instrução ............................................................................................................................................................ 25.00
6. Exemplo de Quadro de Trabalho semanal para o Acampamento ...................................................................... 26.00
5.00
Em razão do Sistema de Validação
( SIVALI-PP ), que manterá este
doc um e nto pe rm a nente m e nte
atualizado, o presente exemplar deve
ser distribuído com vinculação
funcional e mantido sob controle da
OM responsável pela execução da
instrução.
As páginas que se seguem contêm
uma série de informações cuja leitura
é considerada indispensável para os
usuários do presente Programa-Padrão
de Instrução.
I. INTRODUÇÃO
6.00
I. INTRODUÇÃO
1. FINALIDADE
Este Programa-Padrão (PP) regula a Fase de Instrução Individual
Básica do Período de Instrução Individual e define os objetivos
que permitem padronizar o treinamento necessário à “Preparação
Básica do Combatente “.
2. OBJETIVOS DA FASE
a. Objetivos Gerais.
1) Preparar o Soldado para iniciar a instrução em qualquer
qualificação militar.
2) Formar o reservista de 2ª Categoria, também chamado
“Combatente Básico”.
3) Capacitar o Soldado a ser empregado em determinadas
Operações de Garantia da Lei e da Ordem.
4) Desenvolver o valor moral dos instruendos.
5) Iniciar o estabelecimento de vínculos de liderança entre
comandantes (em todos os níveis) e comandados.
b. Objetivos Parciais.
1) Ambientar o Soldado à vida militar.
2) Iniciar a formação do caráter militar do Soldado.
3) Iniciar a criação de hábitos adequados à vida militar.
4) Obter padrões de procedimentos adequados à vida militar.
5) Adquirir conhecimentos básicos indispensáveis ao Soldado.
6) Obter reflexos na execução de técnicas e táticas individuais de
combate.
7) Desenvolver habilitações técnicas necessárias ao Soldado.
8) Obter padrões adequados de ordem unida.
9) Iniciar o desenvolvimento da capacidade física do Soldado.
c. Objetivos síntese
1) Da fase:
Adquirir conhecimentos básicos que proporcionem a
sobrevivência no combate.
2) Da 1ª Subfase:
Capacitar o Soldado a ser empregado na Defesa do
Aquartelamento.
3) Da 2ª Subfase
Capacitar o Soldado a ser empregado nas Operações de
Garantia da Lei e da Ordem.
3. ESTRUTURA DA INSTRUÇÃO
a. Características
1) O programa de treinamento constante deste PP baseia-se
no princípio metodológico da instrução militar orientada para o
desempenho. Tem em vista, portanto, habilitar os recrutas ao
desempenho de todas as atividades básicas de um Soldado, qualquer
que seja a QMG.
2)AInstrução Individual Básica (IIB) compreende:
a) Instruções sobre matérias fundamentais à preparação
básica do combatente.
b) O desenvolvimento de atitudes e habilidades necessárias
à formação do Soldado.
3) Ainstrução sobre as matérias fundamentais compreende :
- um conjunto de matérias;
- um conjunto de assuntos integrantes de cada matéria;
- um conjunto de sugestões de objetivos intermediários; e
- um conjunto de objetivos terminais chamados Objetivos
Individuais de Instrução (OII), que podem ser relacionados a
conhecimentos, a habilidades e a atitudes.
4) As matérias constituem as áreas de conhecimentos e de
habilidades necessárias à “Preparação Básica do Combatente”.
7.00
5) Os assuntos integrantes de cada matéria são apresentados
de forma seqüenciada, constituindo os programas das matérias.
6) As sugestões de objetivos intermediários são apresentadas
como um elemento auxiliar para o trabalho do instrutor. A um
assunto pode corresponder um ou vários objetivos intermediários. O
instrutor, levando em conta sua experiência, as disponibilidades
materiais e as características do militar, poderá reformular ou
estabelecer novos objetivos intermediários.
7) Os OII , relacionados aos conhecimentos e às habilidades,
correspondem aos comportamentos que o militar deve exibir, como
resultado das atividades de ensino a que foi submetido, no âmbito de
determinada matéria. Uma matéria compreende um ou vários OII.
Um OII relacionado a conhecimentos ou a habilidades
compreende:
- a tarefa a realizar, que consiste na ação que o militar deve
executar como prova de domínio do objetivo;
- a condição ou as condições de execução, que definem as
circunstâncias ou situações que são oferecidas ao militar, para que ele
execute a tarefa proposta. Essa(s) condição(ões) deve(m) levar em
consideração as diferenças regionais e as características do
instruendo; e
- o(s) padrão(ões) mínimo(s) a atingir, que caracteriza(m),
para cada instruendo, o nível de conhecimento adquirido em termos de
aprendizagem da tarefa indicada.
8) Os atributos da área afetiva devemter relação como OII que está
sendoapresentadopeloinstrutor.
Compreendem três elementos:
- o nome do atributo a ser exibido, com sua respectiva
definição;
- um conjunto de condições, dentro das quais o atributo
poderá ser observado; e
- o padrão-evidência do atributo.
O instrutor apreciará o comportamento do militar, em
relação ao atributo considerado, ao longo do período de instrução. O
padrão terá sido atingido se, durante a instrução, o instrutor julgar
que o militar evidenciou o atributo em questão.
b. Explicação dos Objetivos Parciais da Instrução Individual do EV
Consultar o PPB/1.
4. DIREÇÃO E CONDUÇÃO DA INSTRUÇÃO
a. Responsabilidades
1) O responsável pela Direção da Instrução é o Comandante,
Chefe ou Diretor de OM. Cabe-lhe, assessorado pelo S3, planejar,
orientar e fiscalizar as ações que permitirão aos Comandantes das
Subunidades ou Comandantes de Grupamentos de Instrução (ou
correspondentes) elaborarem a programação semanal de atividades e a
execução da instrução propriamente dita.
2) O Comandante de Subunidade ou de Grupamento(s) de
Instrução (ou correspondente) é o responsável pela programação
semanal e pela execução das atividades de instrução, de modo a
conseguir que todos os soldados atinjam os OII previstos.
b. Ação do S3
1) Realizar o planejamento inicial da fase de instrução
individual básica do Período de Instrução Individual, segundo o
preconizado no PIM e nas diretrizes e/ou ordens dos escalões
enquadrantes.
2) Coordenar e controlar a instrução na OM, a fim de que os
militares alcancem os OII de forma harmônica, equilibrada e
consentânea com os prazos e as diretrizes dos escalões superiores.
3) Providenciar a elaboração de testes, fichas, ordens de
instrução e de outros documentos.
4) Providenciar a organização dos locais e das instalações para
a instrução, e de outros meios auxiliares necessários à uniformização
das condições de execução e de consecução dos padrões mínimos
previstos nos OII.
8.00
5) Planejar a utilização de áreas e meios de instrução, de forma
a garantir uma distribuição eqüitativa pelas Subunidades ou órgãos
correspondentes.
6) Organizar os militares da OM, de modo a permitir a
compatibilidade, nas melhores condições, da instrução do EV com
a do EP (CTTEP).
c. Ação do Cmt SU ou Cmt Gpt Instr
O Cmt de Subunidade (ou correspondente) deverá ser o chefe
de uma equipe de instrutores, a qual, por meio de ação contínua,
exemplo constante e devotamento à instrução, envidará todos os
esforços necessários à consecução, pelo instruendo, dos padrões
mínimos exigidos nos OII e nos objetivos da área afetiva.
d. O Comandante, Chefe ou Diretor de OM poderá estabelecer
novos OII para atender às características dos militares e às
peculiaridades da OM, tendo sempre em vista o objetivo síntese
de cada subfase de instrução.
e. Métodos e Processos de Instrução
1) Os elementos básicos que constituem o PP são as
MATÉRIAS, as TAREFAS, os OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS e os
ASSUNTOS.
2) Os métodos e processos de instrução, preconizados no CI
SIVALI- PP, nos Manuais C 21-5 e T 21-250 e demais documentos de
instrução, deverão ser, criteriosamente, selecionados e combinados,
a fim de que os OII relacionados a conhecimentos e habilidades, e
definidos sob a forma de “tarefa”, “condições de execução’’, e
“padrões mínimos”, sejam atingidos pelos instruendos.
3) Durante as sessões de instrução, o Soldado deve ser
colocado, tanto quanto possível, em contato direto com situações
semelhantes às que devam ocorrer no exercício de suas atividades. A
instrução que não observar o princípio do realismo (T 21-250) corre
o risco de tornar-se artificial, ineficiente e pouco orientada para os
objetivos que os militares têm de alcançar. Os meios auxiliares e os
exercícios simulados devem dar uma visão bem próxima da realidade,
procurando, sempre que possível, uma situação de combate ou de
apoio ao combate.
4) Em relação a cada uma das matérias, o instrutor deverá
adotar os seguintes procedimentos:
a) analisar os assuntos e as sugestões de objetivos
intermediários, procurando identificar a relação existente entre eles. Os
assuntos e as sugestões de objetivos intermediários são poderosos
auxiliares da instrução. Os objetivos intermediários fornecem
uma orientação segura sobre como conduzir o militar para o
domínio dos OII sendo, portanto, pré-requisitos para esses OII.
b) analisar os OII em seu tríplice aspecto: tarefa, condição
de execução e padrão mínimo. Estabelecer, para cada OII, aquele(s)
que deverá(ão) ser executado(s) pelos militares, individualmente ou em
equipe; analisar as condições de execução, de forma a poder torná-
las, realmente, aplicáveis na fase de avaliação.
5) Todas as questões levantadas quanto à adequação das
“condições de execução” e dos “padrões mínimos’’ deverão ser
levadas ao Comandante da Unidade, a fim de que ele, assessorado
pelo S3, decida sobre as modificações a serem introduzidas no
planejamento inicial.
6) Os OII relacionados à área afetiva são desenvolvidos
durante todo o Ano de Instrução e são alcançados em conseqüência
de situações criadas pelos instrutores no decorrer da instrução, bem
como de todas as experiências que o Soldado adquire no ambiente
militar. O desenvolvimento de atitudes depende, basicamente, dos
exemplos de conduta oferecidos aos militares pelos superiores e
pares, e do ambiente global em que ocorre a instrução.
9.00
5. AVALIAÇÃO
a. Dos OII relacionados a conhecimentos e a habilidades.
A avaliação da instrução será feita tendo em vista os OII. O
instrutor avaliará a eficiência de sua ação considerando o desempenho
do militar na execução das tarefas, dentro das condições estipuladas
e tendo em vista a consecução do padrão mínimo requerido.
O êxito da instrução evidencia-se quando todos os
militares atingem, plenamente, todos os OII previstos.
Para isso, o instrutor deve acompanhar o desempenho do
Soldado nos OII de sua matéria. Durante o desenvolvimento da Fase de
Instrução Individual Básica, utilizará, para avaliar a aprendizagem do
instruendo, a Ficha de Controle da Instrução Individual Básica
(FIB). Nessa ficha serão registrados, pelo instrutor, os resultados da
avaliação do desempenho do militar em relação aos OII indicados no
programa, para cada matéria.
O militar alcançará a situação de “Combatente” se atingir
to- dos os OII constantes da FIB.
b. Dos OII da área afetiva.
A avaliação dos OII da área afetiva (atributos) implica a
observação contínua do militar no decorrer do Ano de Instrução
e resultará no preenchimento da Ficha de Avaliação de Atributos
(FAAT), correspondente a cada uma das fases da Instrução Individual
e ao término do Período de Adestramento.
Este PP indica um conjunto de atributos que deverão ser
desenvolvidos, desde o primeiro dia de Instrução Militar. Os PP
relativos às demais fases de instrução prevêem, além dos atributos já
estabelecidos no PPB/2, outros OII da área afetiva e os respectivos
modelos das FICHAS DE AVALIAÇÃO.
Os militares que não atingirem o padrão-evidência
estabelecido para cada atributo, ao término de cada fase ou
período de instrução, deverão ser objeto de atenção especial
por parte do Comandante da SU e dos demais instrutores.
6. TEMPO ESTIMADO
a. São previstas 12 (doze) semanas para a Fase, com uma carga
horária estimada de 436 horas de atividades diárias (sendo 329
horas destinadas à instrução militar) e 70 horas de atividades noturna,
com a seguinte distribuição.
1) 1ª Subfase
a) Primeiras 2 (duas) semanas, EM REGIME DE INTERNATO,
de 2ª a 6ª feira, num total de 88 horas, assim especificadas:
- 72 horas de atividades diurnas, à base de 36 horas
semanais (8 horas de 2ª a 5ª feira e 4 horas na 6ª feira).
- 16 horas de instrução à noite, em princípio, sendo 8
(oito) horas semanais (2 horas diárias de 2ª a 5ª feira).
b) Semanas subseqüentes, SEM REGIME DE INTERNATO,
de 2ª a 6ª feira, num total de 252 horas, assim especificadas:
1) 3ª à 7ªSemanas:
- 212 horas de atividades diurnas e 16 horas
noturnas (8 h de 2ª a 5ª feiras e 4 horas na 6ª feira, descontada a
Sexta-feira Santa).
2) 8ª Semana (recuperação de instrução da Subfase)
3) 9ª Semana (acampamento):
- 40 horas de atividades diurnas e 16 horas noturnas
(12horas diárias de 2ª a 5ª feira e 8 horas na 6ª feira).
4) O número de horas de instrução noturna, destinadas à
execução de táticas e técnicas individuais de combate, ao exercício
de habilitações, procedimentos e conhecimentos do combate sob
condições de obscuridade, poderá ser alterado, de acordo com o
planejamento de cada OM.
2) 2ª Subfase:
a) 2 (duas) semanas iniciais, de 2ª a 6ª feira, num total de
72 horas diurnas e 6 horas noturnas, a base de 36 horas semanais (8
horas de 2ª a 5ª feira e 4 horas na 6ª feira).
10.00
b) A carga horária da 12ª semana será de 40 horas de
atividades diurnas e 16 horas noturnas (12 horas diárias de 2ª a 5ª
feira e 8 horas na 6ª feira).
b. Ao treinamento físico militar estão destinados 6 horas
semanais, exceto na 9ª semana (acampamento).
c. Os programas das matérias fazem uma estimativa de carga
horária por matéria, cabendo ao Comandante, Chefe ou Diretor de
OM, distribuir a carga horária estimada pelos diversos assuntos que
constituem a matéria.
Tendo em vista os recursos disponíveis na OM, as
características e o nível de aprendizagem dos Soldados, bem
como outros fatores que porventura possam interferir no
desenvolvimento da instrução, poderá o Comandante, Diretor
ou Chefe de OM alterar as previsões das cargas horárias das
matérias discriminadas no presente PP.
7. VALIDAÇÃO DO PP
O presente Programa-Padrão de Instrução pretende constituir-se
em um sistema auto-regulado de treinamento militar, isto é, será
reajustado em decorrência das observações realizadas durante a
sua execução. Para isso o COTER manterá o Sistema de Validação
dos Programas-Padrão de Instrução (SIVALI-PP) com os objetivos de:
- coletar dados, junto às OM, relativos à aplicação dos PP;
- diagnosticar a necessidade de introdução imediata de correções
no PP; e
- determinar o nível de eficiência e de eficácia da Instrução Militar.
8. ESTRUTURA DO PP
a. O PP está organizado em matérias de instrução. O conteúdo
De cada matéria são os assuntos que a compõem. Para cada assunto
apresenta-se uma sugestão de objetivo(s) intermediário(s), que tem por
finalidade orientar o instrutor, permitindo-lhe planejar a instrução de
modo que o OII relativo à tarefa em pauta seja alcançado pelo militar.
b. Para cada matéria há uma estimativa de carga horária. Essa
estimativa deve ser entendida, apenas, como uma orientação para
o planejamento da instrução, por parte da OM. As características e o
nível de aprendizagem dos instruendos, os recursos disponíveis e outros
fatores intervenientes na instrução podem recomendar que o
Comandante, Chefe ou Diretor de OM altere as cargas horárias
estimadas.
c. Os OII estão numerados seguidamente, dentro da seguinte
orientação:
1 OII B - 105
- O número 1 indica a matéria Armamento Munição e Tiro.
- B indica que o OII se refere à “Preparação do Combatente
Básico”.
- O primeiro número (da centena) indica a subfase. Exemplos:
100 - 1ª Subfase da IIB
200 - 2ª Subfase da IIB
- O número 05, o número do OII dentro da matéria, no caso
“Atirar com o fuzil, realizando o TIB”.
Há, ainda, a indicação do objetivo parcial ao qual está vinculado o
OII (FC, OP, etc).
d. Os OII relativos à área afetiva estão relacionados com as diversas
matérias eOIIconstantes do PP.
Para complementar esses OII, os Comandantes, em todos os
níveis, devem abordar os assuntos relacionados à área afetiva em
todas as oportunidades (Ex: formaturas) .
11.00
e. A numeração das páginas do PP tem em vista atender ao critério
da flexibilidade. Como foi descrito anteriormente, o SIVALI/PP
poderá indicar a necessidade de introduzir-se modificações no
conteúdo do programa. Essas modificações serão, facilmente,
integradas ao corpo do PP com o tipo de numeração de páginas ora
adotado.
9. NORMAS COMPLEMENTARES
As normas fixadas neste PP serão complementadas:
a. pelo PIM, expedido pelo COTER; e
b. pelas Diretrizes, Planos e Programas de Instrução baixados
pelos Grandes Comandos, Grandes Unidades e Unidades.
13.00
Não há instrução individual que possa ser conduzida,
satisfatoriamente, sem controle individual.
Durante a fase básica, deverão ser registrados, pelos
instrutores, dois tipos de observações que dizem respeito aos
instruendos, as relacionadas:
1) à aquisição de conhecimentos e de habilidades; e
2) às atitudes.
O 1º tipo de observação deverá ser registrado na Ficha de
Controle da Instrução Individual Básica (FIB).
O 2º tipo de observação, na Ficha de Avaliação de Atributos
(FAAT).
Na folha que se segue são apresentados modelos dessas Fichas.
Nesses modelos, deverão ser assinalados com um X nas colunas
correspondentes aos OII, tanto da área de conhecimentos e
habilidades, quanto da área de atributos da área afetiva, o fato do
militar haver ou não atingido o padrão-mínimo previsto.
II – FICHAS DE CONTROLE DE INSTRUÇÃO
14.00
Data de término da Fase de Instução: _______/_________/________ Data: _____/_____/______ Cmt SU :____________________
Responsável pelo preenchimento:
Cmt Fração Visto S3:________________________
FICHA DE CONTROLE DA INSTRUÇÃO INDIVIDUAL
BÁSICA
FICHA DE AVALIAÇÃO DE ATRIBUTOS (FAAT)
N°:
OM:
NOME:
SU: FRAÇÃO:
OII OII OII
Identifi-
ficação
Identifi-
ficação
Identifi-
ficação
Padrão
Mínimo
alcançado
Padrão
Mínimo
alcançado
Padrão
Mínimo
alcançado
Sim Sim Sim
Sim
Não Não Não
Não
NÃO
OBSERVADO
OBSERVAÇÕES
COMPLEMENTARES
ATRIBUTOS
Identificação
PADRÃO EVIDENCIADO
APRECIAÇÃO FINAL DA FASE
PODE SER MATRICULADO NO CURSO DE CABO
FOI PUNIDO DURANTE A FASE
Sim Não
AVALIAÇÃO
GLOBAL
SUBJETIVA
MB B R I
15.00
A seguir, você encontrará a série de Objetivos
Individuais de Instrução que estão
especificamente relacionados a Atributos da
Área Afetiva.
Além da apresentação dos atributos durante
a abordagem dos OII constantes deste PP e em
oportunidades diversas (formaturas, sessões
de TFM, tempos à disposição, execução de
serviços de escala), é imprescindível a
participação do Efetivo Profissional da
Unidade no sentido de observar, orientar e
estimular o instruendo, em todas as
oportunidades, ao longo do Ano de Instrução.
III. ATRIBUTOS DA ÁREAAFETIVA
16.00
ATRIBUTOS DA ÁREA AFETIVA
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
NOME E DEFINIÇÃO CONDIÇÃO PADRÃO A
DO ATRIBUTO EVIDENCIAR
Cooperação:
Capacidade de contribuir,
espontaneamente, para o
trabalho de alguém e/ou de
uma equipe.
No relacionamento com os pares
e superiores.
O militar evidencia o atributo nas
condições especificadas.
Autoconfiança:
Capacidade de demonstrar
segurança e convicção em
suas atitudes, nas diferen
tes circunstâncias.
No relacionamento com os pares
e superiores e, sobretudo, nos
comportamentos individuais que
vão evidenciar atitudes positivas
em diferentes circunstâncias.
O militar evidencia o atributo nas
condições especificadas.
Persistência:
Capacidade de manter-se
em ação continuadamente,
a fim de executar uma
tarefa, vencendo as
dificuldades encontradas.
Durante o cumprimento das mis-
sões que lhes forem atribuídas,
deve ser um objetivo constante no
seu processo de aprendizado in-
dividual e coletivo.
O militar evidencia o atributo nas
condições especificadas.
- A atuação nesta área não se limita às sessões formais de instrução.
Os oficiais e graduados devem acompanhar e orientar o recruta em
todas as situações. Devem agir de forma exemplar, evidenciando os
atributos que se busca desenvolver no militar.
- O desenvolvimento dos OII da Área Afetiva tem início na IIB e
será completado na IIQ (ver PP da Série QUEBEC), sendo realizado o
acompanhamento durante o decorrer de todo o Ano de Instrução.
- Não há previsão de carga-horária específica para a abordagem de
tais assuntos em sessões formais de instrução. Devem ser
aproveitadas todas as oportunidades nas quais os oficiais e os
graduados estejam reunidos com os instruendos (sessões de instrução,
formaturas, TFM, execução de serviços de escala, tempos à
disposição) para abordagem dos atributos.
Iniciativa:
Capacidade para agir, de
forma adequada e opor-
tuna, sem depender de or-
dem ou decisão superior.
Durante o cumprimento das mis-
sões que lhes forem atribuídas e
em outras ocasiões que
porventura ocorram.
O militar evidencia o atributo nas
condições especificadas.
Coragem:
Capacidade para agir de
forma firme e destemida,
diante de situações difí-
ceis e perigosas.
Durante os exercícios no campo,
na realização de pistas de comba-
te e em outras situações.
O militar evidencia o atributo nas
condições especificadas.
17.00
ATRIBUTOS DA ÁREA AFETIVA
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
NOME E DEFINIÇÃO CONDIÇÃO PADRÃO A
DO ATRIBUTO EVIDENCIAR
Responsabilidade:
Capacidade de cumprir
suas atribuições, assumin-
do e enfrentando as con-
seqüências de suas ati-
tudes e decisões.
Durante o cumprimento das mis-
sões que lhes forem atribuídas e
na realização de qualquer outra
atribuição.
O militar evidencia o atributo nas
condições especificadas.
Disciplina:
Capacidade de proceder
conforme leis, regula-
mentose normas que
regem a Instituição.
Na realização de pistas de comba-
te e de exercícios no campo.
No cumprimento de missões com-
plexas e difíceis ou em outras si-
tuações.
O militar evidencia o atributo nas
condições especificadas.
- A atuação nesta área não se limita às sessões formais de instrução.
Os oficiais e graduados devem acompanhar e orientar o recruta em
todas as situações. Devem agir de forma exemplar, evidenciando os
atributos que se busca desenvolver no militar.
- O desenvolvimento dos OII da Área Afetiva tem início na IIB e
será completado na IIQ (ver PP da Série QUEBEC), sendo realizado o
acompanhamento durante o decorrer de todo o Ano de Instrução.
- Não há previsão de carga-horária específica para a abordagem de tais
assuntos em sessões formais de instrução. Devem ser aproveitadas
todas as oportunidades nas quais os oficiais e os graduados estejam
reunidos com os instruendos (sessões de instrução, formaturas, TFM,
execução de serviços de escala, tempos à disposição) para abordagem
dos atributos.
Equilíbrio emocional:
Capacidade de controlar as
próprias reações, para con-
tinuar a agir, apropriada-
mente, nas diferentes si-
tuações.
Na rotina diária da OM, no relaciona-
mento com os pares e superiores,
quando estiver atuando numa
equipe ou participando de com-
petições.
O militar evidencia o atributo nas
condições especificadas.
18.00
ATRIBUTOS DA ÁREA AFETIVA
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
NOME E DEFINIÇÃO CONDIÇÃO PADRÃO A
DO ATRIBUTO EVIDENCIAR
Entusiasmo profissional:
Capacidade de evidenciar
disposição para o desem-
penho de atividades pro-
fissionais.
Durante o cumprimento das mis-
sões que lhes forem atribuídas.
O militar evidencia o atributo nas
condições especificadas.
- A atuação nesta área não se limita às sessões formais de instrução.
Os oficiais e graduados devem acompanhar e orientar o recruta em
todas as situações. Devem agir de forma exemplar, evidenciando os
atributos que se busca desenvolver no militar.
- O desenvolvimento dos OII da Área Afetiva tem início na IIB e
será completado na IIQ (ver PP da Série QUEBEC), sendo realizado o
acompanhamento durante o decorrer de todo o Ano de Instrução.
- Não há previsão de carga-horária específica para a abordagem de tais
assuntos em sessões formais de instrução. Devem ser aproveitadas
todas as oportunidades nas quais os oficiais e os graduados estejam
reunidos com os instruendos (sessões de instrução, formaturas, TFM,
execução de serviços de escala, tempos à disposição) para abordagem
dos atributos.
19.00
COTER
QUADRO 1
QUADRO-SÍNTESE DA FORMAÇÃO BÁSICA DO COMBATENTE
(1) Caso a OM tenha condições de conduzir o Internato;
(2) Na 12ª Semana de Instrução deverão ser executadas instruções práticas de GLO na área do aquartelamento.
FORMAÇÃO BÁSICA DO COMBATENTE
1ª Subfase 2ª Subfase
1ª Sem 2ª Sem 3ª Sem 4ª Sem 5ª Sem 6ª Sem 7ª Sem 8ª Sem 9ª Sem 10ª Sem 11ª Sem 12ª Sem
Internato (1) Externato
XX Tiro (TIB) XX
Plantão Guarda do Quartel
Instrução no aquartelamento
Recuperação
de Instrução
Campo
Instrução no
aquartelamento
GLO
(2)
TFM TAF TFM XX TFM
XX
1ª Marcha
(8 Km)
XX
2ª Marcha
(12 Km)
Entrega
da boina
XX
3ªMarcha
(16 Km)
ATRIBUTOS DA ÁREA AFETIVA / VALORES MILITARES
15h para Solenidades XX 6h p/ Solenidades XX
12 h Disp Cmt OM XX 4h Disp Cmt OM XX
284 h diurnas (Diu) e 32 h noturnas (Not)
40h Diu /
16hNot
72h Diu / 06h Not
40h Diu /
16h Not
XX 32 h para Sv de escala XX 16h p/Sv de escala XX
COTER
20.00
COTER
QUADRO 2
QUADRO GERAL DE DISTRIBUIÇÃO DE TEMPO DA IIB
CARGA HORÁRIA
FASE ATIVIDADE SEMANA
DIURNA NOTURNA
TOTAL
1 36 8
2 36 8
3 36 4
Instrução
diurna
243
4 32 4
5 36 6
6 36 2
Instrução
noturna
48
7 36 -
Recuperação 8 36 -
1ª
Subfase
Acampamento 9 40 16
Total da
subfase
291
10 36 - Instr Diu 86
11 36 6 Instr Not 22
2ª
Subfase
Estágio GLO 12 40 16 Total 108
TEMPOS EXTRAS
Atividade 1ª Subfase 2ª Subfase
Serviço de Escala 32 16
Solenidades 15 6
À Disposição do Cmt 12 4
Recuperação 22 -
Extras por Subfase 81 26
21.00
QUADRO 3 – EXEMPLO DE DISTRIBUIÇÃO DE INSTRUÇÃO
PERÍODO DE INSTRUÇÃO INDIVIDUAL
FASE DA INSTRUÇÃO INDIVIDUAL BÁSICA
1ª SUBFASE
SEMANASMATÉRIAS
FUNDAMENTAIS
OII
1 2 3 4 5 6 7 8 9
1. B-101 1h D
1. B-102 3h D 2h D 3h D 2h D 2h D 3h D 2h D
1. B-103 2h D 1h D 1h D 1h D 3h D
1. B-104 8h D
1. B-105
8h D/
4h N
4h D
1. ARMAMENTO,
MUNIÇÃO E TIRO.
(47 h D) / (04 h N)
1. B-106 1h D
2. B-101
2. B-102
1h N
2. B-103
2. BOAS MANEIRAS E
CONDUTA MILITAR.
(02 h N)
2. B-104
1h N
3. CAMUFLAGEM
(02 h D) / (02 h N)
3. B-101
2h D/
2h N
4. B-101 2h D
4. B-102
1h D 1h D4. COMUNICAÇÕES.
(06 h D)
4. B-103
1h D 1h D
5. B-101 2h N
5. B-102 1h N
5. B-103
5. CONHECIMENTOS
DIVERSOS.
(04 h N)
5. B-104
1h N
6. DEFESA DO
AQUARTELAMENTO.
(04 h D) / (04 h N)
6. B-101
4h D/
4h N
7. B-101 1h N
7. B-102 1h N
7. B-103 1h N
7. B-104 1h N
7. B-105 1h D
7. B-106 1h D
7. B-107 1h D
7. B-108 1h D
7. B-109
7. EDUCAÇÃO
MORAL E CÍVICA.
(05 h D) / (04 h N)
7. B-110
1h D
8. FARDAMENTO.
(2 h N)
8. B-101 2h N
9. B-101 2h N9. HIERARQUIA E
DISCIPLINA.
(04 h N)
9. B-102 2h N
10.B-101 1h D
10.B-102 2h D 1h D
10.B-103
10.B-104
1h D
10.B-105 2h D
10.B-106 1h D
10.B-107
10.B-108
1h D
10.B-109
10.B-110
1h D
10. HIGIENE E
PRIMEIROS
SOCORROS EM
COMBATE.
(11 h D)
10.B-111 1h D
22.00
21.B-10111. INSTRUÇÃO DE
APRONTO
OPERACIONAL.
(2 h D)
21.B-102
2h D
11.B-101 1h D
11.B-102 1h D
11.B-103 1h D
12. JUSTIÇA E
DISCIPLINA.
(04 h D)
11.B-104 1h D
20.B-101
20.B-102
20.B-103
20.B-104
3h D
20.B-105
20.B-106
20.B-107
20.B-108
2h D
20.B-109
20.B-110
20.B-111
2h D 4h D
13. LUTAS
(25h D)
20.B-112 2h D 2h D 2h D 2h D 2h D 2h D 2h D
12.B-101 1h D 2h D
12.B-102 3h D
12.B-103 2h D 2h N
14. MARCHAS E
ESTACIONAMENTOS.
(10 h D) / (02 h N)
12.B-104 1h D 1h D
13.B-101 7h D 4h D 2h D 1h D 1h D15. ORDEM UNIDA.
(37 h D) 13.B-102 3h D 3h D 3h D 3h D 5h D 5h D
14.B-101 4h D
14.B-102 4h N
14.B-103 4h D
14.B-104 4h N
14.B-105 2h D
14.B-106 4h N
16. OBSERVAÇÃO E
ORIENTAÇÃO.
(11 h D) / (12 h N)
14.B-107 1h D
17. PREVENÇÃO E
COMBATE A
INCÊNDIO.
(02 h D)
15.B-101 2h D
16.B-101 4h D18. SERVIÇOS
INTERNOS E
EXTERNOS.
(08 h D)
16.B-102 4h D
17.B-101 1h D 1h D 1h D 4h D
17.B-102 4h D
17.B-103 1h D 1h D 4h D
19. TÉCNICAS
ESPECIAIS.
(17 h D) / (04 h N)
17.B-104 4h N
20. TREINAMENTO,
FÍSICO MILITAR.
(46h D)
18.B-102 6h D 6h D 6h D 4h D 6h D 6h D 6h D 6h D
19.B-101
1h D 1h D 4h D
21. UTILIZAÇÃO DO
TERRENO.
(06 h D) / (04 h N) 19.B-102 4h N
À Disposição Cmt OM
(12 h D)
- 3h D 3h D 2h D 2h D 2h D - - -
SOLENIDADES
(15 h D)
7h D 4h D 4h D
Sv ESCALA
(32 h D)
- 8h D 8h D 8h D 8h D
RECUPERAÇÃO
(22 h D)
-
22h
D
Total após
planejamento
-
36h D/
8h N
36h D/
8h N
36h D/
4h N
32h D/
4h N
36h D/
6h N
36h D/
2h N
36h D 36h D
40h D/
16h N
23.00
Obs:
1. Os assuntos relacionados com AAA serão abordados juntamente com as matérias fundamentais e em
oportunidades diversas (formaturas, TFM, tempos à disposição, execução de serviços de escala), permitindo a
redistribuição dos tempos que eram destinados a esses assuntos.
2. Durante as formaturas para o Cmt OM e para Cmt SU, devem ser abordados assuntos relacionados a
atitudes contrárias a vícios.
3. Caso a OM não tenha condições de realizar o internato nas duas semanas iniciais, as instruções noturnas
para esse período devem ser ministradas nos tempos previstos para recuperação de instrução e tempos à
disposição do Cmt OM, conforme planejamento da OM.
4. Para o cumprimento do OII 1. B–105 previsto para a 9ª Semana de Instrução (acampamento), devem ser
observados os seguintes aspectos:
a. deverá associar os conhecimentos técnicos do tiro com os conhecimentos táticos de utilização do
terreno;
b. aproveitar a sessão para recuperar os militares que não obtiveram resultado suficiente na instrução
de tiro ao longo da subfase; e
c. poderá ser utilizado o FAC, caso não haja condições de segurança (local adequado) ou munição
suficiente.
24.00
QUADRO 4 – EXEMPLO DE DISTRIBUIÇÃO DE INSTRUÇÃO
PERÍODO DE INSTRUÇÃO INDIVIDUAL
FASE DA INSTRUÇÃO INDIVIDUAL BÁSICA
2ª SUBFASE
MATÉRIAS
FUNDAMENTAIS
OII 10 11 12
22. B-201 2 h D 2 h D22. ARMAMENTO,
MUNIÇÃO E TIRO.
(06 h D)
22. B-202 1 h D 1 h D
24. B-201 1 h D23.DEFESA QUÍMICA.
(04 h D) 24. B-202 3 h D
25. B-201 1 h D24. EDUCAÇÃO
MORAL E CÍVICA
(02 h D)
25. B-202 1 h D
25. INSTRUÇÃO DE
APRONTO
OPERACIONAL.
(02 h D)
26. B-201 1 h D 1 h D
26. LUTAS
(06 h D)
23. B-201 2h D 2h D 2h D
27. MARCHAS E
ESTACIONAMENTOS.
(4 h N)
27. B-201 4 h N
28. B-201 1 h D
28. B-202 2 h D
28. B-203 1 h D
28. B-204 2 h D 4h D/ 4h N
28. B-205
28. B-206
2h D/ 4h N
28. B-207
28. B-208
4 h D
28. B-209 4h D/ 4h N 4h D/ 4h N
28. B-210 4 h D
28. B-211 2 h D
28. B-212 1 h D
28. B-213 4h D/ 2h N 6 h D
28. OPERAÇÕES DE
GARANTIA DA LEI E
DA ORDEM.
(Em Ambiente Urbano e
Rural)
(42 h D) / (18 h N)
28. B-214 1h D
29. B-201 2 h D 1 h D29. ORDEM UNIDA
(06 h D) 29. B-202 1 h D 2 h D
30. B-201
6 h D 4 h D 6 h D
30.TREINAMENTO
FÍSICO MILITAR.
(18 h D) 30. B-202 2 h D
À Disposição do Cmt OM
(4 h D)
- 2 h D 2 h D
SOLENIDADES
(6 h D)
- 6 h D
Sv ESCALA
(16 h D)
- 8 h D 8 h D
Total após planejamento - 36h D
36 h D /
6 h N
40h D /
16h N
25.00
COTER
QUADRO 5
MODELO DE UM DIA DE INSTRUÇÃO
TEMPO ATIVIDADE
1º - FORMATURA DA OM E ORDEM UNIDA
2º - INSTRUÇÃO PRÁTICA (EXEMPLO: ORIENTAÇÃO COM BÚSSOLA)
3º - INSTRUÇÃO PRÁTICA
4º - INSTRUÇÃO PRÁTICA
- ALMOÇO
5º - INSTRUÇÃO DE ARMAMENTO
6º - INSTRUÇÃO TEÓRICA
7º - TREINAMENTO FÍSICO MILITAR
8º - TREINAMENTO FÍSICO MILITAR
- Os tempos de instrução e o posicionamento das atividades ao longo do dia serão ajustados às
características da OM e da região brasileira onde esta se situa (ex: TFM nas OM do CMA poderá ser no
período matutino).
MODELO DE UMA SEXTA-FEIRA
TEMPO ATIVIDADE
1º - FORMATURA DA OM E ORDEM UNIDA
2º - TÉCNICAS ESPECIAIS OU UTILIZAÇÃO DO TERRENO (EXECUÇÃO DE PISTA)
3º - LUTAS
4º - LUTAS
QUADRO 6 – EXEMPLO DE QUADRO DE TRABALHO SEMANAL PARA O ACAMPAMENTO
ª RM FASE DE INSTRUÇÃO INDIVIDUAL BÁSICA 9a
OM 1ª SUBFASE S I
SU PERÍODO DE ____A _____ 2006
VISTO: ____________________________________ __________________________________
– Cap – Cap
Chefe da 3ª Seção Comandante da SU
Visto:
_____________
Cmt OM
Data Hora Turma Local Uniforme Instrutor Matéria OII Objetivo Observação
06:00
08:00
Todos OM 4º A2 Cmt SU - - - Alvorada e café da manhã
-Armado e equipado
fardo aberto
08:00
11:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2
S/3
Cmt SU
Marchas e
Estacionamentos
12. B -
102
- Realizar a 2ª marcha a pé.
-Armado e equipado
fardo aberto e Cmb
11:00
12:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2
S/3
Cmt Pel
Marchas e
Estacionamentos
12. B -
104
- Participar de um acampamento de SU
-Armado e equipado
fardo aberto
12:00
13:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2
S/3
Cmt SU
- -
- Almoço e formatura da SU e
hasteamento do Pavilhão Nacional.
-Armado e equipado
fardo aberto
13:00
17:00
Todos
Campo de
Instrução 4º A2 Instrutor Lutas
20.B-
110 e
111
- Realizar uma pista de combate à baioneta
-Armado e equipado
fardo aberto
17:00
18:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2
S/3
Cmt SU
AAA -
- Jantar e formatura da SU e arriação do
Pavilhão Nacional.
-Armado e equipado
fardo aberto
18:00
22:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2 Instrutor
Observação e
Orientação
14. B -
106
- Observar um setor no período noturno
(Acuidade auditiva e visual)
-Armado e equipado
fardo aberto
(Seg)
22:00
22:30
Todos
Campo de
Instrução
4º A2 Cmt SU - - - Ceia e Pernoite
-Armado e equipado
fardo aberto}}
06:00
08:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2
S/3
Cmt SU
AAA -
- Alvorada, TFM e café da manhã
formatura hasteamento Pavilhão Nacional.
-Armado e equipado
fardo aberto
08:00
12:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2 Instrutor Técnicas Especiais
17. B -
103
- Percorrer uma pista de progressão
individual.
-Armado e equipado
fardo aberto
12:00
13:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2 Cmt SU - - - Almoço e formatura da SU
-Armado e equipado
fardo aberto
13:00
17:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2 Instrutor Técnicas Especiais
17. B -
101
- Percorrer uma pista de obstáculos
-Armado e equipado
fardo aberto
17:00
18:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2
S/3
Cmt SU
AAA -
- Jantar e formatura da SU e arriação do
Pavilhão Nacional.
-Armado e equipado
fardo aberto
(Ter)
18:00
22:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2 Instrutor Técnicas Especiais
17. B -
104
- Percorrer uma pista noturna de
progressão individual
-Armado e equipado
fardo aberto
26.00
QUADRO 6 – EXEMPLO DE QUADRO DE TRABALHO SEMANAL PARA O ACAMPAMENTO
ª RM FASE DE INSTRUÇÃO INDIVIDUAL BÁSICA 9a
OM 1ª SUBFASE S I
SU PERÍODO DE ____A _____ 2006
VISTO: ____________________________________ __________________________________
– Cap – Cap
Chefe da 3ª Seção Comandante da SU
Visto:
_____________
Cmt OM
22:00
22:30
Todos
Campo de
Instrução
4º A2 Cmt SU - - - Ceia e Pernoite
-Armado e equipado
fardo aberto
06:00
08:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2
S/3
Cmt SU
AAA -
- Alvorada, TFM e café da manhã
formatura hasteamento Pavilhão Nacional.
-Armado e equipado
fardo aberto
08:00
12:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2 Instrutor
Observação e
Orientação
14. B -
103
-Executar uma pista de orientação diurna.
-Armado e equipado
fardo aberto
12:00
13:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2 Cmt SU - - - Almoço e formatura da SU
-Armado e equipado
fardo aberto
13:00
17:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2 Instrutor Técnicas Especiais
17. B -
102
- Realizar uma pista de transposição de
curso d´água.
-Armado e equipado
fardo aberto
17:00
18:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2
S/3
Cmt SU
AAA -
- Jantar e Formatura da SU e arriação do
Pavilhão Nacional.
-Armado e equipado
fardo aberto
18:00
22:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2 Instrutor
Observação e
Orientação
14. B -
104
-Executar um percurso de orientação
noturna.
-Armado e equipado
fardo aberto
(Qua)
22:00
22:30
Todos
Campo de
Instrução
4º A2 Cmt SU - - - Ceia e Pernoite
-Armado e equipado
fardo aberto
06:00
08:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2
S/3
Cmt SU
AAA -
- Alvorada, TFM e café da manhã
formatura hasteamento Pavilhão Nacional.
-Armado e equipado
fardo aberto
08:00
12:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2 Instrutor Utilização do Terreno
19. B -
101
-Utilizar o terreno para progredir, no
combate diurno..
-Armado e equipado
fardo aberto
12:00
13:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2 Cmt SU - - - Almoço e formatura da SU
-Armado e equipado
fardo aberto
13:00
17:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2 Instrutor Comunicações
4. B –
101,
102 e
103
-Pista do mensageiro em combate
-Armado e equipado
fardo aberto
17:00
18:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2
S/3
Cmt SU
AAA -
- Jantar e Formatura da SU e arriação do
Pavilhão Nacional.
-Armado e equipado
fardo aberto
(Qui)
18:00
22:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2 Instrutor Utilização do Terreno
19. B -
102
-Utilizar o terreno para progredir, no
combate noturno.
-Armado e equipado
fardo aberto
27.00
QUADRO 6 – EXEMPLO DE QUADRO DE TRABALHO SEMANAL PARA O ACAMPAMENTO
ª RM FASE DE INSTRUÇÃO INDIVIDUAL BÁSICA 9a
OM 1ª SUBFASE S I
SU PERÍODO DE ____A _____ 2006
VISTO: ____________________________________ __________________________________
– Cap – Cap
Chefe da 3ª Seção Comandante da SU
Visto:
_____________
Cmt OM
22:00
22:30
Todos
Campo de
Instrução
4º A2 Cmt SU - - - Ceia e Pernoite
-Armado e equipado
fardo aberto
06:00
08:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2
S/3
Cmt SU
AAA -
- Alvorada, TFM e café da manhã
formatura hasteamento Pavilhão Nacional.
-Armado e equipado
fardo aberto
08:00
12:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2 Instrutor
Higiene e Primeiros
Socorros em Combate
10.B –
102,
106,
109,
110,
111 e
112
- Realizar a avaliação inicial de uma
vítima, aplicando técnicas de 1º socorros
em uma pista.
-Armado e equipado
fardo aberto
12:00
13:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2 Cmt SU - - - Almoço e formatura da SU
-Armado e equipado
fardo aberto
(Sex)
13:00
17:00
Todos
Campo de
Instrução
4º A2 Instrutor
Armamento, Munição
e Tiro
1B-
105
- Realizar tiros de fuzil.
-Armado e equipado
fardo aberto
OBSERVAÇÕES: em caso de mau tempo, o QTS não sofrerá alteração. Quartel em , de de 200 .
28.00
29.00
COTER
FASE DA INSTRUÇÃO INDIVIDUAL BÁSICA
1ª SUBFASE
CAPACITAR O SOLDADO PARA SER EMPREGADO NA
DEFESA DO AQUARTELAMENTO
30.00
ÍNDICE – 2
I. PROPOSTA PARA DISTRIBUIÇÃO GERAL DE TEMPO Página
1. Quadro Geral de Distribuição de Tempo ..................................................................................................... 31.00
II. MATÉRIAS DA 1ª SUBFASE
01 – Armamento, Munição e Tiro .................................................................................................................... 32.00
02 – Boas Maneiras e Conduta do Militar........................................................................................................... 35.00
03 – Camuflagem .......................................................................................................................................................... 36.00
04 – Comunicações ....................................................................................................................................................... 37.00
05 – Conhecimentos Diversos..................................................................................................................................... 39.00
06 – Defesa doAquartelamento ................................................................................................................................. 42.00
07 – IEducação Moral e Cívica .................................................................................................................................... 43.00
08 – Fardamento ........................................................................................................................................................... 46.00
09 – Hierarquia e Disciplina Militar.............................................................................................................................................................. 47.00
10 – Higiene e Primeiros Socorros em Combate ..................................................................................................... 48.00
11– Instrução de Apronto Operacional ........................................................................................................... 53.00
12 – Justiça e Disciplina ............................................................................................................................................... 54.00
13 – Lutas ....................................................................................................................................................... 56.00
14 – Marchas e Estacionamentos .............................................................................................................................. 61.00
15 – OrdemUnida ....................................................................................................................................................... 63.00
16 – ObservaçãoeOrientação ......................................................................................................................................... 65.00
17 – Prevenção e Combate a Incêndio .................................................................................................................... 70.00
18 – Serviços Internos e Externos ............................................................................................................................ 71.00
19 – Técnicas Especiais ............................................................................................................................................. 72.00
20 – Treinamento Físico Militar................................................................................................................................................................... 75.00
21 – Utilização do Terreno ........................................................................................................................................... 76.00
31.00
COTER
COTER FASE DA INSTRUÇÃO INDIVIDUAL BÁSICA – 1ª SUBFASE
QUADRO GERAL DE DISTRIBUIÇÃO DO TEMPO
TEMPO ESTIMADO
1ª SUBFASE DIURNO NOTURNO TOTAL
1. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO 47 4 51
2. BOAS MANEIRAS E CONDUTA MILITAR - 2 2
3. CAMUFLAGEM 2 2 4
4. COMUNICAÇÕES 6 - 6
5. CONHECIMENTOS DIVERSOS - 4 4
6. DEFESA DO AQUARTELAMENTO 4 4 8
7. EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA 5 4 09
8. FARDAMENTO - 2 2
9. HIERARQUIA E DISCIPLINA MILITAR - 4 4
10. HIGIENE E PRIMEIROS SOCORROS EM COMBATE 11 - 11
11. INSTRUÇÃO DE APRONTO OPERACIONAL 2 - 2
12. JUSTIÇA E DISCIPLINA 4 - 4
13. LUTAS 25 - 25
14. MARCHAS E ESTACIONAMENTOS 10 2 12
15. ORDEM UNIDA 37 - 37
16. OBSERVAÇÃO E ORIENTAÇÃO 11 12 23
17. PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO 2 - 2
18. SERVIÇOS INTERNOS E EXTERNOS 8 - 8
19. TÉCNICAS ESPECIAIS 17 4 21
20. TREINAMENTO FÍSICO MILITAR 46 - 46
MATÉRIASFUNDAMENTAIS
21. UTILIZAÇÃO DO TERRENO 6 4 10
SOMA DOS TEMPOS DESTINADOS À INSTRUÇÃO MILITAR 243 48 291
SOMA DOS TEMPOS À DISPOSIÇÃO DO CMT, CHEFE OU DIRETOR 12 - 12
SOMA DOS TEMPOS DESTINADOS A SOLENIDADES 15 - 15
SOMA DOS TEMPOS DESTINADOS A ESCALA DE SERVIÇO 32 - 32
SOMA DOS TEMPOS DESTINADOS A RECUPERAÇÃO DE INSTRUÇÃO (8ª SEMANA DE
INSTRUÇÃO)
22 - 22
9(NOVE)SEMANASDEINSTRUÇÃO
TOTAL DOS TEMPOS DISPONÍVEIS NA 1ª SUBFASE 324 48 372
COTER
32.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 47 h
1. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO
NOTURNO: 4 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-101
( AC )
Descrever as principais
características do arma-
mento individual e coletivo
da OM.
Exemplares de todo o arma-
mento da OM deverão ser
expostos em estandes ou
oficinas, ostentando carta-
zes com seus aspectos
classificatórios e dados
técnicos mais importantes.
Haverá demonstração de tiro
com, no mínimo, Pst, Fz e Mtr
M.
Após a demonstração, a expo-
sição do armamento será
visitada pela tropa.
É conveniente que o instru-
endo percorra a linha de
alvos, após a demonstração,
para observar os efeitos
dos tiros do armamento da
OM.
O instruendo deverá identi-
ficar, corretamente, as carac-
terísticas principais do ar-
mamento, em especial do
fuzil.
- Identificar as características princi-
pais do armamento da OM.
- Identificar o emprego adequado do
armamento da OM.
- Descrever o efeito dos tiros do
armamento da OM.
- Demonstrar o conhecimento das
características do armamento da OM.
1. Apresentação do armamento
individual e coletivo da OM.
a. Designação.
b. Calibre.
c. Emprego.
d. Principais características e
efeitos.
2. Dotação por fração da OM.
3. Mostra do armamento.
4. Realização de demonstração de
tiro.
B-102
( HT)
Desmontar e montar o fuzil
(1º escalão).
A tarefa será realizada, inici-
almente, em ambientes bem
iluminados, gradualmente
passando a ambientes pouco
iluminados, chegando à
escuridão total. Ao final da
subfase, o instruendo deverá
realizar o OII com os olhos
vendados.
O instruendo deverá:
- realizar a desmontagem em
um minuto.
- identificar as peças princi-
pais do fuzil;
- realizar a montagem em
um minuto, deixando a arma
em condições de funcionar;
- manusear as peças com
cuidado, para não danificar o
armamento.
- Identificar os principais procedimen-
tos de segurança no manuseio da
arma.
- Identificar as características básicas
da arma.
- Identificar, pelo nome, as partes e
as peças principais da arma .
- Desmontar e montar o fuzil em con-
dições variadas de luminosidade.
- Realizar a manutenção de 1o
escalão
do fuzil.
- Demonstrar a capacidade de des-
montar e montar o fuzil (1ºescalão).
5. Fuzil.
a. Apresentação e características.
b. Nomenclatura aplicada.
c. Desmontagem e montagem de 1º
escalão.
d. Manejo.
e. Funcionamento.
f. Manutenção.
33.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 47 h
1. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO
NOTURNO: 4 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-103
( HT )
Sanar incidentes de tiro do
fuzil.
Deverão ser simulados vá-
rios tipos de incidentes de
tiro, no fuzil.
-O instrutor deverá relacionar
o OII com o atributo: equilí-
brio emocional.
O instruendo deverá:
- identificar corretamente os
incidentes;
- executar, acertadamente,
com segurança e com pres-
teza, as ações imediatas para
sanar o incidente.
- Descrever o modo de utilização cor-
reto da arma, com segurança;
- Identificar os principais incidentes
de tiro (falhas de manejo e de fun-
cionamento: falta de carregamen-
to; carregamento incompleto; falta
de extração; extração incompleta;
falta de ejeção; degola do estojo; e
nega).
- Demonstrar as ações imediatas para
sanar os incidentes.
6. Fuzil.
- Incidentes de Tiro.
B-104
( HT )
IPT - Aplicar as técnicas e
procedimentos de execu-
ção da pontaria e do tiro
com o fuzil.
- Realizar a Instrução Prepara-
tória para o Tiro (IPT) prevista
no C23-1 .
- Realizar o TIP.
O Instruendo deverá de-
monstrar o desempenho
exigido no Teste de Instrução
Preparatória (TIP) previsto no
C 23-1 e nos tiros do FAC
previstos nas IT-101-1 Fuzil V-
TIP das IGTAEx.
- Identificar os princípios básicos da
pontaria e do tiro com o fuzil.
- Executar as seguintes oficinas da
IPT: linha de mira e linha de visada;
manejo; constância da pontaria;
posições de tiro; controle do gatilho;
manutenção do armamento; e
procedimento no estande de tiro.
- Realizar o TIP.
- Conhecer e aplicar as normas de
segurança do estande .
7. Fuzil.
- Instrução Preparatória para o
Tiro (IPT).
- Teste de Instrução Preparatória
(TIP).
B-105
( HT )
TIB - Atirar com fuzil, reali-
zando os Tiros de Instru-
ção Básicos.
- As condições dos Exc Tir
do Módulo Didático do Tiro
de Instrução Básico previs-
tas na IT101-1 Fuzil VI-TIB
das IGTAEx.
- A execução das sessões de
1 a 4 do TIB, atingidos os
padrões mínimos exigidos,
caracteriza a habilitação do
soldado recruta para partici-
par do serviço de guarda da
Unidade.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: equi-
líbrio emocional e autocon-
fiança.
O Instruendo deverá:
- Aplicar as técnicas e pro-
cedimentos para a execução
da pontaria e dotiro;
- Obter os índices de sufici-
ência previstos no Módulo
Didático do TIB, ficando em
condições de empregar a
arma com segurança no
posto de sentinela e como
integrante de fração nas ope-
rações de Garantia da Lei e
da Ordem.
- Realizar a 1ª; a 2ª; a 3ª; a 4ª; a 5ª; a
6ª; a 7ª; a 8ª; e a 9ª Sessão TIB.
- Aplicar as normas de segurança do
estande.
- Realizar a manutenção do fuzil
(anterior e posterior à realização dos
tiros previstos).
- Aplicar as normas de segurança
do estande.
8. Fuzil.
- Tiro de Instrução Básico (TIB)
34.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 47 h
1. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO
NOTURNO: 4 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-106
(HT)
Usar o sabre.
Dado ao instruendo um sa-
bre.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com o atributo: equi-
líbrio emocional.
Utilizar o sabre de modo
correto.
- Identificar as características do
sabre.
- Apontar as finalidades do sabre.
- Utilizar o sabre.
- Fazer a limpeza e conservação do
sabre.
9. Sabre:
a. Apresentação e características.
b. Finalidades.
c. Utilização.
d. Limpeza e conservação.
35.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO:
2. BOAS MANEIRAS E CONDUTA MILITAR
NOTURNO: 2 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-101
(OP)
Tratar, corretamente, os
superiores e pares.
Em qualquer situação.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: dis-
ciplina e entusiasmo profis-
sional.
O instruendo deverá de-
monstrar as atitudes ade-
quadas para o relacionamen-
to diário entre os superiores
e pares.
- Identificar atitudes corretas a se-
rem observadas no trato com superi-
ores e pares.
- Identificar vícios de linguagem que
devem ser evitados.
1. Tratamento entre militares.
a. Modo correto de tratar os supe-
riores e pares.
b. Vícios de linguagem que devem
ser evitados.
c. Defeitos mais comuns a
serem corrigidos.
B-102
(CH)
Comportar-se adequada-
mente às refeições.
Durante as refeições.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: disci-
plina e entusiasmo profissio-
nal.
O instruendo deverá de-
monstrar as atitudes ade-
quadas durante as refei-
ções.
- Utilizar, corretamente, a bandeja,
talheres e outros utensílios.
- Descrever a conduta preconizada
nas NGA da OM.
- Proceder, corretamente, quando da
entrada do Cmt/ Ch/ Dirt OM ou autori-
dade superior no rancho, durante a
refeição.
-Apresentar um comportamento ade-
quado nas refeições.
2. Boas maneiras durante as
refeições.
a. Comportamento adequado na
linha de servir e à mesa.
b. Uso correto da bandeja, talhe-
res e marmita.
c. Principais vícios a serem corri-
gidos.
B-103
(OP)
(CH)
Tratar corretamente o públi-
co externo.
Em qualquer situação.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com o atributo: disci-
plina.
O instruendo deverá tratar o
público externo com polidez
e fineza, mas com firmeza.
- Descrever os procedimentos corre-
tos com o público externo.
- Compreender a firmeza de atitudes e
o tratamento cortês, como base
para a obtenção da autoridade. De-
monstrar esses procedimentos.
3. Tratamento com o público.
a. Urbanidade.
b. Idosos, senhoras e crianças.
B-104
(CH)
(OP)
Comportar-se, adequada-
mente, em situações dentro
e fora do quartel.
Durante as formaturas, re-
vistas, leitura de boletins,
após o silêncio e em qualquer
outra situação de rotina
interna ou fora do quartel.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com o atributo: disci-
plina.
O instruendo deverá:
- demonstrar atitudes e pro-
cedimentos adequados; e
- cumprir os horários estabe-
lecidos.
- Descrever o procedimento indivi-
dual na execução das principais
rotinas internas da OM.
- Compreender a importância do papel
que cada militar desempenha como
representante do Exército, em qual-
quer situação, seja em quartéis ou no
meio civil.
-Demonstrar esses procedimentos.
4. Procedimento individual em
relação às principais rotinas
internas da OM.
a. Horários.
b. Formaturas .
c. Revistas.
d. Leitura do Boletim, etc.
5. Situações diversas fora do
quartel.
a. Conduta do Soldado no meio
civil.
b. Procedimentos em locais
públicos.
c. Conduta durante os desloca-
mentos de casa para o quartel e
vice-versa.
36.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 2 h
3. CAMUFLAGEM
NOTURNO: 2 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-101
(TE) Executar a camuflagem indi-
vidual.
Tendo à sua disposição o
bastão de camuflagem e
material natural, o Instruendo
realizará sua camuflagem
individual a missão ao mili-
tar, procedendo a sua dissi-
mulação, em face da obser-
vaçãodo inimigo terrestre.
O instruendo deverá ser
observado de posições
distintas, apresentando
correta camuflagem indivi-
dual para as operações
diurnas e se ocultando no
ambiente em que se encon-
tra.
Poderá ser combinada com a
realização do OII B-102 e 103
da Mat 14 - ObservaçãoeOrien-
tação.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: dis-
ciplina e responsabilidade.
O instruendo deverá apre-
sentar uma correta camufla-
gem para as operações
diurnas.
- Identificar os princípios básicos da
camuflagem, particularmente a
individual.
- Identificar materiais naturais e artifi-
ciais adequados para a camuflagem
individual.
- Demonstrar as técnicas de camu-
flagem individual (inclusive da arma
e do equipamento) para as opera-
ções diurnas e noturnas.
1. Camuflagem.
a. Definição.
b. Processos.
c. Material empregado.
2. Camuflagem individual.
a. Dissimulação.
b. Problemas decorrentes do terre-
no, dos materiais disponíveis e da
observação inimiga terrestre e
aérea.
3. Disciplina de camuflagem.
4. Manutenção da camuflagem.
5. Camuflagem para as operações
diurna e noturna.
37.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 6 h
4. COMUNICAÇÕES
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-101
( OP )
Receber e transmitir, ver-
balmente, uma mensagem
simples.
Será apresentada ao Ins-
truendo uma mensagem
com três idéias simples, que
produza uma mensagem de
retorno, com duas idéias
simples.
A tarefa será cumprida medi-
ante a realização de um per-
curso através campo de até
500 m.
Poderá ser combinada com a
realização do OII B 102 e 103
da Mat Nr 17-Técnicas Espe-
ciais, no 1º Acampamento.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: res-
ponsabilidade; iniciativa;
coragem; e persistência.
O instruendo deverá cumprir a
tarefa, mantendo a fidelidade
das cinco idéias a serem
transmitidas.
- Descrever os deveres e os proce-
dimentos do mensageiro.
- Avaliar a importância da missão do
mensageiro.
- Demonstrar a capacidade de trans-
mitir, verbalmente, uma mensagem.
1. Mensagens.
a. Noções básicas.
b. Classificação quanto à segu-
rança e à precedência.
c. Mensagens escritas e verbais.
2. Mensageiro.
a. Deveres.
b. Modo de atuação.
c. Tipos.
38.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 6 h
4. COMUNICAÇÕES
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-102
(OP) Retransmitir a mensagem.
Em um local que permita o
escalonamento de 20 a 30 m
entre os homens, o instrutor
deverá transmitir uma men-
sagem verbal curta ao pri-
meiro instruendo da coluna.
Após ter transmitido a men-
sagem ao primeiro instruen-
do, o instrutor deverá ir para
o final da coluna para rece-
ber a mensagem, depois da
sua retransmissão por
todos os instruendos da
coluna.
A mensagem deve chegar
novamente ao instrutor,
sem distorções que a façam
perder o sentido ou o signifi-
cado real.
B-103
(OP)
Atuar como mensageiro,
em situação de combate
Em um terreno que permita
deslocamento através do
campo, deve ser montado
um percurso com diversos
incidentes, tais como:
- Ferido amigo;
- Inimigo morto;
- Zonas batidas por fogos;.
- Patrulha amiga;
- Atirador de emboscada;
- Local de entrega da men-
sagem.
Cinco minutos antes de ser
liberado, o instruendo deve
receber carta ou esboço da
região, bússola, indicação do
itinerário e a mensagem a
ser transmitida (de prefe-
rência verbal). Sempre que
possível, a instrução deve
ser também noturna.
- O instrutor deverá relacionar
os OII com os atributos: dis-
ciplina; iniciativa; responsa-
bilidade; persistência; e co-
ragem.
Durante a execução da tarefa
o instruendo deverá:
- Ao receber a carta ou es-
boço, identificar o percurso.
- Ao receber a bússola, verifi-
car o seu funcionamento.
- Após receber a mensa-
gem, memorizá-la e repeti-la.
- Realizar o percurso sem
desviar-se de seu objetivo.
- Transmitir, ao final do per-
curso, a mensagem sem
deturpação que a faça per-
der o seu significado e o
seu sentido real.
- Descrever a importância do men-
sageiro.
- Citar a missão do mensageiro.
- Citar como se classificam os men-
sageiros.
- Descrever como são empregados
os mensageiros.
- Citar quais são as qualidades ine-
rentes ao bom mensageiro.
- Fazer a transmissão de mensagens
de maneira rápida e segura.
- Descrever as operações e cuidados
a serem realizados e observados no
recebimento e transmissão de men-
sagens por mensageiros.
- Distinguir mensageiro de escala de
especial.
- Descrever a diferença de atuar dos
diversos tipos de mensageiros.
3. Mensageiro:
a. Papel.
b. Missão.
c. Classificação.
d. Emprego.
e. Qualidades e seleção.
f. Instrução a ser ministrada.
g. Princípios a serem observados
na transmissão de mensagens.
h. Mensageiros duplos, de escala
e especiais.
4. Conduta do mensageiro.
39.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO:
5. CONHECIMENTOS DIVERSOS
NOTURNO: 4 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-101
( AC )
Identificar os principais
deveres e direitos do sol-
dado.
Deverão ser apresentadas
situações constantes do
boletim interno da OM, para
a identificação de deveres e
direitos dos soldados. O OII
deverá ser cumprido na 1ª
semana de instrução.
O instruendo deverá res-
ponder, corretamente, a
maioria das questões for-
muladas.
- Descrever os principais deveres
do Soldado.
- Descrever os principais direitos do
Soldado.
- Descrever a sistemática da promo-
ção a Cabo.
- Descrever as condições de acesso
ao CFST e às escolas de formação
do EB (EsPCEx, AMAN e EsSA / OM
com encargo de CFS).
- Demonstrar o conhecimento dos
seus deveres e direitos.
1. Deveres e direitos do Soldado:
noção e características.
2. Principais deveres do Soldado.
a. Dedicação e fidelidade à Pátria
e ao Dever Militar.
b. Culto aos Símbolos Nacionais.
c. Probidade e lealdade em todas
as circunstâncias.
d. Disciplina, cumprimento de
obrigações e ordens.
e. Obrigações para com os supe-
riores e pares.
3. Principais direitos do Soldado.
a. Remuneração, alimentação,
vestuário, assistência médica e
dentária.
b. Engajamento e reengajamento.
c. Uso da designação hierárquica.
d. Promoção, pensão militar e re-
forma.
e. Afastamentos temporários do
serviço.
f. Uso de uniformes, insígnias,
emblemas e condecorações.
g. Honras e sinais de respeito
assegurados em leis e regula-
mentos.
h. Julgamento em foro especial,
nos casos previstos em lei.
40.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO:
5. CONHECIMENTOS DIVERSOS
NOTURNO: 4 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-102
( AC )
Identificar, pelos nomes e
funções, os oficiais da OM
e os graduados da SU.
No âmbito Pel/Sec, SU e OM,
identificar o militar apontado,
enunciando a sua função e
atribuições.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com o atributo: discipli-
na.
O instruendo deverá identi-
ficar corretamente:
- na 1a
SI - Cmt e Sub Cmt
OM, Cmt, Enc Mat, Sgte da
SU e Of / Sgt do Pel/ Sec;
- na 2a
SI - demais Of / Sgt da
SU; e
- na 3a
SI - demais Of da OM.
- Identificar a GU enquadrante da OM e
as demais OM (de combate, de apoio ao
combate e de apoio logístico) compo-
nentes dessa GU.
- Identificar a organização geral da
OM.
- Identificar as OM da guarnição.
- Localizar, no quartel, os principais
órgãos e dependências.
- Citar o nome de guerra dos Cmt Mil
Á, RM / DE e Bda (ou equivalentes)
que enquadram a OM.
4. Organização Geral do Comando
enquadrante da OM.
5. Organização detalhada da OM.
- Identificação das dependências
das frações e da SU, das outras
SU, das Sec EM e das demais
instalações da OM - rancho, paiol,
almoxarifado, Pel / Sec Trnp, Sec
Sau, C Gd, Sec TFM, e outras.
6. Conhecimento e identificação de
oficiais e graduados.
a. Nome de guerra e função dos
comandantes dos escalões
operacionais e administrativos
que enquadram a OM.
b. Identificação e conhecimento
de oficiais e graduados - funções
e atribuições.
41.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO:
5. CONHECIMENTOS DIVERSOS
NOTURNO: 4 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-103
( AC )
Identificar as SU pertencen-
tes à OM.
Apresentada ao instruendo
uma relação com a denomi-
nação das SU / OM e 5 ou-
tras (de variados tipos) a ela
não pertencentes.
O instruendo deverá identi-
ficar o nome de todas as SU
pertencentes à OM.
Citar os seguintes nomes:
- da GU a que pertence a OM;
- da OM; e
- das SU que pertencem à OM.
1. OM.
- Organização.
- Denominação das SU.
B-104
( AC )
Enunciar a missão das SU
pertencentes à OM e dos
Pelotões das respectivas
SU.
Apresentada ao instruendo
uma relação com as missões
das SU da OM e de 3 outras
(de tipos variados) a ela não
pertencentes, bem como dos
Pel da respectiva SU e de 3
outros não pertencentes à
mesma.
O instruendo deverá identifi-
car a missão de todas as SU
da OM e dos Pel da respecti-
va SU.
Enunciar as seguintes missões:
- da OM;
- das SU da OM; e
- dos Pel da respectiva SU.
2. Missões:
- da OM;
- das SU da OM; e
- dos Pel da respectiva SU.
42.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 4 h
6. DEFESA DO AQUARTELAMENTO
NOTURNO: 4 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-101
( TA )
( OP )
Participar da execução do
Plano de Defesa do Aquarte-
lamento (PDA).
Em uma situação em que
seja acionado o Plano de
Defesa do Aquartelamento
(PDA).
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: coo-
peração; responsabilidade;
e equilíbrio emocional.
O instruendo deverá proce-
der de acordo com as ordens
recebidas e as Regras de
Engajamento, constantes do
PDA.
- Identificar os procedimentos gerais e
específicos relativos à defesa do
aquartelamento.
- Reconhecer sua participação no
desencadeamento do Plano de Defe-
sa do Aquartelamento .
- Aplicar as Normas de Engajamento e
os procedimentos relativos à defesa
do aquartelamento, estando de servi-
ço ou não.
- Aplicar os procedimentos relativos
à defesa do aquartelamento, no qua-
dro da missão da SU.
- Demonstrar a aplicação dos pro-
cedimentos previstos no RISG, NGA/
OM e nas Regras de Engajamento, no
caso de acionamento do Plano de
Chamada e o PDA.
- Comparecer ao aquartelamento,
dentro do tempo previsto, quando
acionado o Plano de Chamada.
- Operar os meios de Comunicações
utilizados no PDA.
1. Plano de Defesa do Aquartela-
mento.
a. Missão e atribuições da SU e
fração.
b. Missões e atribuições do
soldado da guarda do quartel e
da SU.
c. Pontos Sensíveis da OM.
d. Regras de Engajamento.
2. Situações extraordinárias.
a. Identificação das situações
extraordinárias da tropa e dos
procedimentos respectivos.
b. Plano de Chamada.
c. Sinais de reunião ou alarme.
d. Conduta do soldado para
armar-se ou equipar-se.
43.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 5 h
7. EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA
NOTURNO: 4 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-101
( AC )
Identificar os Símbolos
Nacionais e seus significa-
dos.
Serão apresentados os Sím-
bolos Nacionais e formula-
das perguntas aos Instruen-
dos.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com o atributo: entusi-
asmo profissional.
O instruendo deverá identifi-
car e ter ciência dos símbo-
los apresentados.
- Definir Pátria.
- Identificar as Instituições Nacionais
e o Exército Brasileiro em seu con-
texto.
- Demonstrar conhecer os Símbolos
Nacionais, com ênfase para o Hino
e a Bandeira.
1. Pátria, Instituições e tradições
nacionais.
a. Conceitos.
b. Principais fatos históricos
relacionados.
2. Símbolos Nacionais.
a. Significado.
b. Importância para o culto do
patriotismo.
c. Exteriorização do respeito à
Bandeira e ao Hino Nacional.
d. Apresentação da Bandeira
Nacional e das Bandeiras Históri-
cas em formatura.
B-102
( AC )
Citar os principais dados
biográficos do Patrono do
Exército e da Arma (Qua-
dro/ Serviço).
Após apresentado um resu-
mo dos dados do Duque de
Caxias e do(s) Patrono (s)
ligado(s) à(s) OM, serão
formuladas perguntas aos
instruendos.
- O instrutor deverá rela-
cionar o OII com o atributo:
entusiasmo profissional.
O instruendo deverá res-
ponder, acertadamente à
maior parte das perguntas.
- Citar o nome do Patrono do Exército
e dos Patronos ligados à OM.
- Demonstrar as razões para a esco-
lha desses Oficiais como Patro-
nos.
3. Patrono do Exército e da
Arma / Quadro / Serviço.
a. Nome e títulos.
b. Principais dados biográficos.
B-103
( AC ) Cantar o Hino Nacional.
O canto deverá ser realizado
com auxílio de regente e com
música.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com o atributo: entusi-
asmo profissional.
O instruendo deverá cantar
corretamente o Hino Nacio-
nal até o término da 1a
SI.
4. Canto do Hino Nacional.
B-104
( AC ) Cantar a Canção do Exército.
O canto deverá ser realizado
com auxílio de regente e com
música.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com o atributo: entusi-
asmo profissional.
O instruendo deverá cantar
corretamente a Canção do
Exército até o término da 2a
SI.
5. Canto da Canção do Exército.
44.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 5 h
7. EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA
NOTURNO: 4 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-105
( AC )
Cantar a Canção da Arma,
Quadro ou Serviço.
O canto deverá ser realizado
com auxílio de regente e
com música.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com o atributo: entusi-
asmo profissional.
O instruendo deverá cantar
corretamente a Canção da
Arma até o término da 3a
SI.
6. Canto da Canção da Arma.
B-106
( AC ) Cantar a Canção da OM.
O canto deverá ser realizado
com auxílio de regente e
com música.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com o atributo: entusi-
asmo profissional.
O instruendo deverá cantar
corretamente a Canção da
OM até o término da 4a
SI.
7. Canto da Canção da OM.
B-107
( AC )
Cantar o Hino a Guarara-
pes.
O canto deverá ser realizado
com auxílio de regente e
com música.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com o atributo: entusi-
asmo profissional.
O instruendo deverá cantar
corretamente o Hino a Gua-
rarapes até o término da 5a
SI.
8. Canto do Hino à Guararapes.
B-108
( AC )
( FC )
Identificar a atuação do EB
na formação da nacionali-
dade e nos fatos marcan-
tes da vida brasileira.
Após apresentada a atua-
ção do Exército Brasileiro
desde os seus primórdios,
na formação da nacionalida-
de e sua participação nos
fatos marcantes da vida
brasileira, remotos, recentes
e atuais, serão formuladas
perguntas aos Soldados.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com o atributo: entusi-
asmo profissional.
O instruendo deverá
responder, corretamente, à
maior parte das perguntas.
- A formação do Exército Brasileiro.
- Atuação do Exército em fatos
marcantes da vida brasileira:
. Guararapes.
. Independência.
. Proclamação da República.
. Guerras externas e internas
. Intentona Comunista.
. 2a
Guerra Mundial.
. Movimento democrático de 31 de
março de 1964.
. Contraguerrilha urbana e rural.
- Participação em Operações de
Manutenção da Paz, sob a égide da
ONU e de outros organismos inter-
nacionais:
- FAIBRAS, SUEZ, COBRAMOZ,
MOMEP, UNTAET, e outras.
- O Exército Brasileiro como extrato
da Sociedade Brasileira.
- História do Exército Brasileiro.
9. O Exército e a Nação Brasileira.
45.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 5 h
7. EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA
NOTURNO: 4 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-109
(AC)
Descrever as características
da sociedade brasileira.
A descrição deve ser feita
na seqüência ou ao final da
instrução sobre o assunto.
A descrição, verbal ou escrita,
deve conter referência à
multiplicidade étnica, ao pre-
domínio da lei, ao respeito à
vida, à busca da integração
nacional e do aprimoramento
da democracia e à(s) ativi-
dade(s) econômica(s) pre-
dominante(s) na respectiva
região.
- Citar os componentes étnicos da
sociedade brasileira.
- Citar os tipos de instituições exis-
tentes na sociedade brasileira,
exemplificando em termos locais.
- Citar a(s) atividade(s) econômi-
ca(s) predominante(s) na respectiva
região.
10. Formação da nacionalidade
brasileira.
11. Os tipos de instituições nacio-
nais:
- Família;
- Escola;
- Igreja(s); e
- Forças Armadas.
12. Ocupação do território brasilei-
ro.
13. Evolução econômica do País,
com ênfase para a respectiva
região.
B-110
(AC)
Identificar os princípios
fundamentais da Constitu-
ição Federal (CF).
A descrição deve ser feita
na seqüência ou ao final da
instrução sobre o assunto.
A identificação, verbal ou
escrita, deve conter as idéias
constantes do Art 1º / CF e
a destinação constitucional
das Forças Armadas.
- Citar os fundamentos do Brasil como
Estado democrático de direito.
- Citar os objetivos fundamentais da
República Federativa do Brasil.
- Citar a destinação constitucional do
Exército Brasileiro.
14. Título I e Cap II do Título V da
Constituição Federal.
46.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO:
8. FARDAMENTO
NOTURNO: 2 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-101
(OP)
(CH)
Usar corretamente o far-
damento.
Em qualquer situação de
rotina interna, em solenida-
des, em vias e lugares
públicos e em eventos so-
ciais.
O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: entu-
siasmo profissional e disci-
plina.
O instruendo deverá apresen-
tar-se com:
- a cobertura corretamente
utilizada;
- os calçados limpos;
- as peças metálicas brilhan-
tes e limpas ;
- os uniformes passados,
limpos e em bom estado;
- os vincos nas calças e nas
camisas; e
- as peças dos uniformes
ajustadas e corretamente
colocadas.
- Identificar a composição dos uni-
formes do Soldado.
- Descrever os cuidados para manter
os uniformes em bom estado e com
boa apresentação.
- Participar de revistas de mostra de
fardamento.
- Demonstrar o uso correto do uni-
forme.
1. Peças componentes dos diver-
sos uniformes do Soldado.
2. Dotação.
3. Tempo de duração previsto
para cada peça.
4. Cuidados para melhor conserva-
ção.
5. Limpeza.
6. Uso correto dos uniformes.
7. Adaptação aos calçados, em
especial ao coturno.
8. Importância da boa apresenta-
ção para o militar e para o Exército.
9. Importância da arrumação do
armário na boa apresentação do
fardamento.
47.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO:
9. HIERARQUIA E DISCIPLINA
NOTURNO: 4 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS INTERME-
DIÁRIOS
ASSUNTOS
B-101
( AC )
Executar os sinais de respeito
e a continência individual.
Deverão ser apresentadas
situações corriqueiras da vida
no quartel, incluindo:
- militar como condutor ou
passageiro de viatura auto-
móvel;
- militar acompanhando su-
perior hierárquico;
-militar presenciando o
hasteamento da Bandeira
Nacional ou canto do Hino
Nacional Brasileiro;
- militar presenciando a ren-
dição da parada diária; e
- militar em situações di-
versas, durante o serviço
de escala na SU e na guarda
do quartel.
O OII deverá ser cumprido
até a 3ª SI.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: en-
tusiasmo profissional e dis-
ciplina.
O instruendo deverá proce-
der, corretamente, nas situ-
ações apresentadas.
- Identificar as diversas formas de
manifestação dos sinais de respeito
em situações diversas.
- Demonstrar o tratamento correto
entre militares das Forças Armadas
e das Forças Auxiliares.
- Descrever o significado e os pro-
cedimentos para a continência indi-
vidual a pé firme e em deslocamento.
- Executar a continência individual
em diferentes situações.
- Proceder à apresentação individual
nas seguintes situações:
. no interior da OM; e
. fora da OM.
- Proceder, corretamente, para reti-
rar-se da presença de superior.
- Demonstrar os sinais de respeito
na vida diária da OM.
1. Sinais de respeito.
a. Precedência entre militares.
b. Tratamento com superiores e
pares.
c. Atendimento a chamado de
superior.
2. Continência individual.
a. Significado.
b. Direito à continência.
c. Elementos essenciais.
d. Procedimento normal.
1) A pé firme e em deslocamento.
2) Armado e desarmado.
3) À Bandeira e ao Hino Nacionais
4) Ao Cmt OM.
5) À tropa.
6) À Sentinela.
e. Procedimento em situações
diversas:
1) A cavalo ou em bicicleta.
2) Conduzindo veículo auto ou
motocicleta.
3) Como passageiro de veículo.
4) Portando mensagem ou com
um ou ambos os braços ocupa-
dos.
5) Em trajes civis.
6) No meio civil.
3. Apresentação Individual.
4. Cumprimento de ordens.
B-102
( AC )
( OP )
Identificar os distintivos
correspondentes aos
postos e graduações das
Forças Armadas.
Serão apresentados os dis-
tintivos em uso nas Forças
Armadas, com ênfase para
os de uso corrente na OM
e na guarnição.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com o atributo: disci-
plina.
O instruendo deverá identi-
ficar, corretamente, os dis-
tintivos apresentados.
Identificar:
- os distintivos dos postos e gradua-
ções das Forças Armadas.
- os distintivos de cursos e estágios
em uso no Exército.
5. Postos e graduações das Forças
Armadas.
48.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 11 h
10. HIGIENE E PRIMEIROS SOCORROS EM COMBATE
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-101
( CH )
Manter o asseio corporal e
a higiene oral.
Durante as atividades no
quartel e em campanha.
O instruendo deverá:
- fazer a higiene matinal
e noturna;
- demonstrar cuidados com
a higiene da boca e dos
dentes;
- realizar a higiene bucal
após as refeições;
- tomar banho ao menos
uma vez ao dia;
- trocar de uniforme e de
roupa de cama, sempre que
possível e necessário; e
- ficar atento ao aparecimen-
to de doenças de pele e
outras, em si e em seus
companheiros, alertando os
seus comandantes imedia-
tos.
- Identificar as doenças sexualmente
transmissíveis (DST).
- AIDS - modos de transmissão.
- Descrever os procedimentos para
evitar as DST e a AIDS.
- Praticar hábitos de higiene neces-
sários à convivência social
- uso e limpeza de instalações e
áreas coletivas.
- Demonstrar hábitos de higiene pes-
soal no quartel e em campanha.
1. Asseio corporal e higiene oral.
a. Importância para a manutenção
da saúde e para o convívio social.
b. Principais doenças causadas
pela falta de asseio corporal e da
higiene oral.
c. Banho, corte de unhas e cabe-
los.
d. Higiene oral - uso da escova e
do fio dental. Importância da
visita periódica ao dentista.
e. Uso de uniformes e de roupas
de cama limpos.
2. Higiene sexual.
a. DST - modos de transmissão.
b. DST - tratamento e conse-
qüências.
c. Profilaxia das DST.
3.AIDS.
a. Modos de contágio:
- contato sexual;
- agulhas contaminadas; e
- contato com sangue contamina-
do.
b. Tratamento e conseqüências.
4. Doenças transmissíveis mais
comuns.
a. Modos de transmissão.
b. Medidas preventivas mais efica-
zes.
c. Tratamento e conseqüências.
d. Cuidados na ingestão de ali-
mentos e de água.
5. Limpeza e higiene das áreas e
instalações coletivas.
a. Faxina diária.
b. Importância e necessidade de
limpeza.
49.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 11 h
10. HIGIENE E PRIMEIROS SOCORROS EM COMBATE
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-101
( CH )
Manter o asseio corporal e
a higiene oral.
( Continuação)
Durante as atividades no
quartel e em campanha.
c. Responsabilidade individual e
do pessoal de serviço.
6. Utilização correta das instala-
ções coletivas.
a. Áreas de banho e instalações
sanitárias.
b. Cozinhas e refeitórios.
c. Alojamentos.
d. Áreas de instrução.
B-102
( HT )
Realizar a avaliação inicial
de uma vitima, aplicando
técnicas de primeiros so-
corros adequadas a:
- fratura de membro;
- hemorragia;
- queimadura; e
- efeitos do frio e do calor.
Transportar doentes e feri-
dos.
Deverão ser simuladas, rea-
listicamente, situações que
exijam a aplicação dessas
técnicas.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: coo-
peração; iniciativa; equilíbrio
emocional; e autoconfiança.
O instruendo deverá de-
monstrar desempenho acei-
tável na prestação dos pri-
meiros socorros.
- Compreender a importância de bus-
car-se auxílio médico imediato.
- Demonstrar as técnicas de estancar
a hemorragia, proteger o ferimento
e prevenir o choque.
- Demonstrar a utilização do curativo
individual e do kit de 1º socorros.
- Demonstrar as técnicas de imobili-
zação de fraturas, inclusive com
meios de fortuna.
- Aplicar as medidas preventivas e de
primeiros socorros aos militares
afetados pelo frio ou pelo calor.
- Realizar o transporte de feridos com
meios convencionais e improvisados.
7. As três medidas salva-vidas.
a. Estancar a hemorragia.
b. Proteger o ferimento.
c. Prevenir o choque.
8. Curativo individual:
- artigos adicionais necessários.
9. Fraturas.
10. Acidentes produzidos pela
exposição continuada ao calor e
ao frio intensos (a ser ministrado
em função das condições climáti-
cas vividas na OM).
11. Ferimentos e hemorragias.
12. Acidentes mais comuns nos
meios militar e civil.
B-103
( HT )
Socorrer vítimas de pica-
das.
Deverão ser simuladas, rea-
listicamente, situações que
exijam a aplicação dessas
técnicas.
O instruendo deverá pres-
tar os primeiros socorros
adequados.
- Descrever os sintomas que ocor-
rem nos casos de acidentes causa-
dos por animais peçonhentos.
- Demonstrar as técnicas de pri-
meiros socorros a serem aplicadas
a cada caso.
13. Acidentes mais comuns causa-
dos por animais peçonhentos:
a. Cobras.
b. Aranhas, lacraias e escorpiões.
c. Abelhas e marimbondos.
B-104
( HT )
Socorrer vítimas de envene-
namento.
Deverão ser simuladas, rea-
listicamente, situações que
exijam a aplicação dessas
técnicas.
- O instrutor deverá relacionar
os OII com os atributos: coo-
peração; iniciativa; equilíbrio
emocional; e autoconfiança.
O instruendo deverá pres-
tar os primeiros socorros
adequados.
- Descrever os sintomas que ocor-
rem nos casos de envenenamento.
- Compreender a importância de bus-
car-se auxílio médico imediato.
- Demonstrar as técnicas de primei-
ros socorros a serem aplicadas.
14. Envenenamento causado por
ingestão acidental de substância
tóxica ou alimento deteriorado -
casos mais comuns.
15. Cuidados no manuseio e
consumo de alimentos, particu-
larmente enlatados e empacota-
dos.
50.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 11 h
10. HIGIENE E PRIMEIROS SOCORROS EM COMBATE
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-105
( HT )
Socorrer vítimas de afoga-
mento.
Deverão ser simuladas, realis-
ticamente, situações que
exijam a aplicação dessas
técnicas.
- O instrutor deverá relacionar
os OII com os atributos: co-
operação; iniciativa; equilí-
brio emocional; e autoconfi-
ança.
O instruendo deverá ventilar
os pulmões da vítima o
mais cedo possível.
- Descrever os riscos existentes
durante o salvamento na água.
- Compreender a importância de bus-
car-se auxílio médico imediato.
- Demonstrar as técnicas de primei-
ros socorros a serem aplicadas em
caso de afogamento.
- Demonstrar as principais técnicas
de reanimação.
16. Afogamento.
a. Causas mais comuns de aciden-
tes.
b. Cuidados importantes a serem
adotados na preparação do uni-
forme e do equipamento para a
instrução em meio aquático.
c. Cuidados a serem observados
na execução do salvamento.
d. Técnicas de respiração artifici-
al.
B-106
(OP)
Aplicar o curativo individual
de primeiros socorros.
Apresentados um ferido simu-
lado e o pacote de curativo
individual.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: auto-
confiança e responsabilida-
de.
O instruendo deverá:
- abrir, adequadamente, o
pacote de curativo;
- não tocar nas partes este-
rilizadas;
- aplicar a substância que
acompanha o curativo indivi-
dual; e
- aplicar o curativo sobre o
ferimento e amarrá-lo.
- Identificar o pacote de curativo
individual e as substâncias adicionais
nele existentes.
- Utilizar o pacote.
17. Materiais de primeiros socor-
ros:
a. Curativo individual.
b. Substâncias adicionais.
B-107
(OP)
Socorrer os feridos com
queimaduras.
Em uma situação simulada,
pacientes apresentam quatro
queimaduras em diferentes
locais do corpo humano e
de graus diversos.
O instruendo deverá:
- realizar todas as opera-
ções, de acordo com as
normas e as prescrições da
técnica do curativo conside-
rado; e
- atender às características
do local, do grau e da ex-
tensão da queimadura.
B-108
(OP)
Socorrer pacientes com
sintomas de hipotermia
Em uma situação simulada,
pacientes apresentam sin-
tomas de hipotermia.
- O instrutor deverá relacionar
os OII com os atributos: au-
toconfiança; equilíbrio emo-
cional; responsabilidade; e
cooperação.
O instruendo deverá realizar
todas as operações, de a-
cordo com as normas e as
prescrições de primeiros
socorros.
- Citar as medidas preventivas e de
primeiros socorros dos acidentes
causados pelo frio, sol e calor.
18. Efeitos do frio e queimaduras.
51.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 11 h
10. HIGIENE E PRIMEIROS SOCORROS EM COMBATE
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-109
(OP)
Socorrer o paciente com
fratura.
Colocar as talas necessá-
rias no paciente.
Em uma situação simulada,
um paciente apresenta uma
fratura em local que exige a
colocação de talas.
É oferecido aos militares o
material necessário.
O instruendo deverá:
- citar o nome do tipo do
curativo adequado; e
- realizar todas as operações,
corretamente.
- Identificar os sinais objetivos de
uma fratura, para possível imobili-
zação e cuidados de primeiros
socorros.
- Identificar o material de imobiliza-
ção de primeiros socorros.
- Utilizar o material apresentado e
outros meios de fortuna.
- Descrever os processos de imobili-
zação.
19. Fraturas:
- Sinais objetivos de fratura:
edema, tumoração, calor local,
impotência funcional.
20. Imobilizações:
a. Materiais de imobilização de
primeiros socorros; meios de
fortuna.
b. Processos de imobilização.
B-110
(OP) Estancar a hemorragia.
Em uma situação simulada,
um paciente apresenta uma
hemorragia externa, perfei-
tamente localizada. É forne-
cido o material necessário
ao socorro do paciente.
- O instrutor deverá relacionar o
OII com os atributos: autocon-
fiança; equilíbrio emocional;
responsabilidade; e coopera-
ção.
O instruendo deverá:
- citar o nome do método
indicado para o caso;
- realizar as medidas adequa-
das, de acordo com as nor-
mas e prescrições do méto-
do; e
- observar, rigorosamente,
as condições de assepsia.
- Enumerar as diferenças entre os
tipos de hemorragias.
- Descrever os métodos de estan-
camento de hemorragias.
- Relacionar, a cada situação, um
método de estancamento de hemor-
ragia.
21. Hemorragias:
a. Tipos de hemorragias:
1) Capilar;
2) Arterial; e
3) Venosa.
b. Métodos de estancamento:
1) Garroteamento;
2) Pinçamento;
3) Torniquete;
4) Tamponamento; e
5) Pressão sobre a ferida.
52.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 11 h
10. HIGIENE E PRIMEIROS SOCORROS EM COMBATE
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-111
(HT)
Construir uma instalação
sanitária ou uma fossa de
detritos.
Dados os materiais neces-
sários e o local.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: au-
toconfiança; equilíbrio emo-
cional; responsabilidade;
cooperação; e disciplina.
O instruendo deverá observar
as dimensões adequadas a
cada tipo de construção.
- Conceituar higiene.
- Avaliar a importância da higiene
para o bom funcionamento do corpo.
- Enumerar as conseqüências da
falta de higiene.
- Descrever como se faz a higiene
do corpo.
- Citar os procedimentos adequados
para as marchas e os estacionamen-
tos.
- Citar os tipos de instalações sanitá-
rias de campanha.
- Descrever a utilização das instala-
ções sanitárias de campanha.
- Descrever a técnica de fechar as
instalações sanitárias de campanha.
22. Higiene militar:
a. Higiene individual:
1) Definição;
2) Importância da higiene;
3) Doenças causadas pela falta de
higiene; e
4) Higiene das diversas partes do
corpo:
a) Mãos;
b) Cabeça;
c) Tronco;
d) Pés; e
e) Partes ocultas.
b. Higiene nas marchas e estacio-
namentos: procedimentos para as
marchas e estacionamentos.
c. Instalações sanitárias:
1) Tipos;
2) Utilização; e
3) Fechamento.
53.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 2 h
11. INSTRUÇÃO DE APRONTO OPERACIONAL
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-101
(TE)
Identificar as situações
extraordinárias da tropa: Si-
tuação de Apronto Opera-
cional (SAO) e Situação de
Ordem de Marcha (SOM).
A identificação deve ser
feita no final da instrução
sobre o assunto.
A identificações, verbal ou
escrita, devem abordar a
caracterização e peculiarieda-
des das situações extraordi-
nárias da tropa, SAO e SOM.
- Citar as situações extraordinárias
da tropa.
- Caracterizar as situações
extraordinárias da tropa.
- Descrever os procedimentos dos
militares quanto desencadeado as
situações extraordinária da tropa,
SAO e SOM.
1. Situações Extraordinária da
Tropa:
. Sobreaviso; e
. Prontidão.
2. Situação de Apronto Ope-
racional (SAO).
3. Situação de Ordem de Marcha
(SOM).
B102
(TE) Executar o aprestamento
individual.
Após apresentado aos ins-
truendos a organização dos
fardos abertos, de combate e
de bagagem, será determi-
nado o aprestamento indivi-
dual, segundo as orienta-
ções contidas no PIM.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: disci-
plina e responsabilidade.
O instruendo deverá acon-
dicionar corretamente, com
desembaraço e rapidez,
todo o material e suprimen-
to individual em seus três
fardos.
- Preparo do Fardo Aberto.
- Preparo do Fardo de Combate.
- Preparo do Fardo de Bagagem.
- Normas e peculiaridades constantes
das NGA / GU e/ou U.
4. Aprestamento Individual:
. Fardo Aberto;
. Fardo de Combate; e
. Fardo de Bagagem.
5. Normas e procedimentos da
GU e/ou U.
6. Aprestamento da SU:
- Normas e procedimentos.
54.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 4 h
12. JUSTIÇA E DISCIPLINA
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS INTERME-
DIÁRIOS
ASSUNTOS
B-101
( AC )
( OP )
Citar as recompensas a
que faz jus o Soldado.
Deverão ser formuladas
perguntas sobre situações
retiradas dos BI e da vida
diária da OM, podendo, tam-
bém, ser explorados casos
ocorridos em outras OM.
Deverá ser ministrada na 1ª
SI.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: dis-
ciplina e responsabilidade.
O instruendo deverá res-
ponder corretamente a
maior parte das perguntas.
- Compreender o significado e a
importância da disciplina.
- Demonstrar conhecer as recom-
pensas a que faz jus o militar.
1. Recompensas.
2. Conceituação.
3. Tipos:
a. Elogio e referência elogiosa;
b. Dispensas do serviço; e
c. Dispensa da revista do recolher.
d. Condecorações por serviços
prestados em campanha.
e. Condecorações por serviços
prestados em tempo de paz:
- Medalha do Pacificador.
- Medalha do Pacificador com
Palma; e
- Medalha de Mérito 1ª e 2ª Classe.
f. Diploma de Melhor Atirador
Combatente, Combatente de
Melhor Aptidão Física e Praça
Mais Distinta.
g. Diploma de Mérito.
h. Outros diplomas.
B-102
( AC )
( OP )
Identificar as transgres-
sões disciplinares e suas
conseqüências no com-
portamento militar.
Deverão ser formuladas
perguntas sobre situações
retiradas dos BI e da vida
diária da OM, podendo, tam-
bém, ser explorados casos
ocorridos em outras OM.
Deverá ser ministrada na 1ª
SI.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: disci-
plina e responsabilidade.
O instruendo deverá
responder, corretamente, a
maior parte das perguntas.
- Interpretar a transgressão como
violação da disciplina.
- Identificar as principais transgres-
sões definidas no R4.
- Descrever o significado da puni-
ção disciplinar.
- Descrever as conseqüências das
punições disciplinares.
- Citar as causas e as conseqüências
de mudanças de comportamento.
- Demonstrar conhecer o significado
do comportamento militar.
4. Transgressões disciplinares.
a. Definição.
b. Classificação.
c. Causas de justificação, circuns-
tâncias atenuantes e agravantes.
d. Tipos mais comuns.
5. Penas disciplinares.
a. Natureza e amplitude.
b. Gradação.
c. Execução.
d. Anulação, atenuação, releva-
ção e agravação.
55.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 4 h
12. JUSTIÇA E DISCIPLINA
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS INTERME-
DIÁRIOS
ASSUNTOS
B-102
( AC )
( OP )
Identificar as transgres-
sões disciplinares e suas
conseqüências no com-
portamento militar.
(Continuação)
O instruendo deverá
responder, corretamente, a
maior parte das perguntas.
6. Comportamento.
a. Classificação.
b. Mudança de comportamento.
c. Conseqüências para a vida
militar e civil:
1) Engajamento e reengajamen-
to.
2) Promoção a Cabo.
3) Matrícula no CFST e concurso
para escolas militares e órgãos
públicos civis.
4) Licenciamento a bem da disci-
plina.
B-103
( AC )
Identificar os crimes mili-
tares e suas conseqüên-
cias
Deverão ser descritas situa-
ções que configurem crimes
militares, crimes civis e
transgressões disciplinares e
formuladas perguntas aos
instruendos.
Deverá ser ministrada até a
2ª SI.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: dis-
ciplina e responsabilidade.
O instruendo deverá res-
ponder, corretamente, a
maior parte das perguntas.
- Distinguir crime militar de transgres-
são disciplinar:
- Descrever ausência e deserção
(deverá ser ministrada na 1ª SI).
- Descrever abandono de posto.
- Descrever insubordinação e desaca-
to.
- Demonstrar as conseqüências do
crime militar.
7. Crimes militares.
a. Conceito.
b. Crimes de maior ocorrência no
meio militar, capitulados no Manu-
al do Soldado.
c. Insubordinação.
d. Deserção.
e. Penas em tempo de paz e de
guerra.
f. Julgamento nas Auditorias Milita-
res.
B-104
( AC )
Descrever o papel da Polí-
cia do Exército (ou dos
elementos que eventual-
mente realizam suas tare-
fas na guarnição).
Deverão ser apresentadas
situações que caracterizem
o emprego da PE, em face
da ocorrência dos proble-
mas mais comuns e for-
muladas perguntas aos ins-
truendos.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: dis-
ciplina e responsabilidade.
O instruendo deverá res-
ponder, corretamente, a
maior parte das perguntas.
- Descrever as principais atribuições
da Polícia do Exército.
- Identificar os elementos com atri-
buições de Polícia do Exército na
guarnição.
8. Polícia do Exército.
a. Atribuições.
b. Respeito e acatamento à sua
ação.
c. Missões mais comuns.
56.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 25 h
13. LUTAS
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-101
(TE)
Para o combate à baioneta,
entrar na posição de:
- “Em guarda”;
- “Em guarda curta”; e
- “Em guarda alta”.
O instrutor deverá orga-
nizar os instruendos
em grupos, armados
com fuzil e baioneta e
dispostos em local am-
plo, da seguinte forma:
- duas fileiras, com as
frentes voltadas para o
interior, com uma distân-
cia de 10 passos uma da
outra e intervalos de 3
passos entre os instru-
endos. Em seguida,
serão dados, pelo instru-
tor, os comandos de:
- “Em guarda”;
- “Em guarda curta”; e
- “Em guarda alta”.
- O instrutor deverá rela-
cionar o OII com o atri-
buto: entusiasmo pro-
fissional.
Ao comando de “Em guarda”, os
instruendos deverão:
- fazer frente para o adversário;
- colocar o pé esquerdo ligeiramen-
te à frente e à esquerda;
- manter a baioneta à frente, a-
pontando para a garganta do ini-
migo;
- estender o braço esquerdo,
deixando-o ligeiramente flexio-
nado e empunhando o fuzil pelo
guarda- mão. A mão direita deve-
rá segurar o fuzil pelo delgado.
- manter o peso do corpo distribu-
ído em ambas as pernas, de modo
a poder deslocar-se em qualquer
direção.
Ao comando de “Em guarda cur-
ta”, os instruendos deverão:
- fazer frente para o adversário;
- adotar uma posição de boa base,
com o pé esquerdo um pouco à
frente e à esquerda. A mão es-
querda deverá segurar a arma
pelo guarda-mão e a mão direita
empunhar o fuzil pelo punho.
Ao comando de “Em guarda alta”,
os instruendos deverão:
- fazer frente para o adversário;
- adotar uma posição de boa base,
com o pé esquerdo um pouco à
frente e à esquerda;
- colocar a mão esquerda na
altura do ombro esquerdo, empu-
nhando o fuzil pelo guarda-mão. A
arma deve estar diagonalmente à
frente do corpo, sendo segura no
delgado pela mão direita;
- manter o carregador voltado
para a frente.
Demonstrar as operações a serem
realizadas para as posições:
- “Em guarda”;
- “Em guarda curta”; e
- “Em guarda alta”.
1. Princípios do combate à baio-
neta.
2. Posições adotadas no combate
à baioneta:
a. “Em Guarda”;
b. “Em Guarda curta”; e
c. “Em Guarda alta”.
57.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 25 h
13. LUTAS
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-102
(TE)
Para o combate à baioneta,
mudar de posição e de
frente.
Estando os instruendos em
uma das posições de com-
bate à baioneta, o instrutor
dará o comando para a mu-
dança de posição.
Estando os instruendos na
posição em guarda, o ins-
trutor dará o comando para
a mudança de frente.
Ao comando para passar de
uma posição para a outra,
os instruendos deverão
adotar a nova posição com
energia, realizando os mo-
vimentos com precisão e
desembaraço. Ao comando
para mudar de frente, os
instruendos deverão trazer a
arma à posição de guarda
alta, girar para a nova frente
comandada e retornar à
posição em guarda.
- Demonstrar os procedimentos reali-
zados para mudar de posição.
3. Mudanças adotadas no comba-
te à baioneta:
a. mudança de posição; e
b. mudança de frente.
B-103
(TE)
Realizar a pontada a fundo
e o arrancamento.
Estando os instruendos na
posição em guarda, o instru-
tor dará o comando para a
pontada a fundo e arranca-
mento.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com o atributo: auto-
confiança.
Ao comando para a ponta-
da a fundo e arrancamento,
os instruendos deverão:
1. Par a a pontada a fundo:
- avançar a perna direita;
- realizar uma estocada à
frente, distendendo o corpo
(distensão completa quando
o pé atingir o chão);
- manter os olhos no ponto
de ataque durante o movi-
mento; e
- apoiar a coronha no ante-
braço direito.
2. Para o arrancamento:
- avançar a perna traseira (es-
querda), procurando levantar
a baioneta; e
- arrancar com a mesma
força que enfiou, inclinando
o corpo para trás.
- Demonstrar as operações a serem
executadas durante a realização de
pontada a fundo e para o arranca-
mento.
4. Pontada a fundo e arranca-
mento.
58.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 25 h
13. LUTAS
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-104
(TE)
Realizar a pontada curta
e o arrancamento.
Estando os instruendos na
posição em guarda, o ins-
trutor dará o comando para
a pontada curta e arran-
camento.
O instrutor deverá relacionar
o OII com o atributo: auto-
confiança.
Ao comando para a pontada curta
e o arrancamento, os instruen-
dos deverão:
1. Para a pontada curta: avançar
um pouco a perna traseira.
- realizar uma estocada à frente,
distendendo o corpo;
- manter os olhos no ponto de
ataque.
2. Para o arrancamento: avançar a
per- na traseira (esquerda); e
- arrancar a arma, inclinando o
corpo para trás.
- Demonstrar as operações a serem
realizadas durante a pontada curta e
arrancamento.
5. Pontada curta e arrancamento.
B-105
(TE)
Realizar batida (à direita
ou à esquerda).
Estando os instruendos
na posição em guarda, o
instrutor dará o comando
para uma batida à direita
ou à esquerda.
Ao comando para batida à direita
ou à esquerda, os instruendos
deverão:
1. investir à frente com uma
pontada a fundo e, ao mesmo
tempo, lançar a arma diagonal-
mente à frente, e à esquerda
(direita); e
2. limitar o movimento na dia-
gonal à frente, para desviar a
baioneta inimiga. À medida que a
baioneta atingr a lâmina adver-
sária, desviando-a da direção do
corpo, deve-se continuar o mo-
vimento à frente, numa ponta-
da.
- Citar as finalidades das batidas.
- Demonstrar as operações a serem
realizadas durante a batida.
6. Batidas à direita e à esquerda.
B-106
(TE)
Realizar pancada verti-
cal com a coronha.
Estando os instruendos na
posição em guarda, o ins-
trutor dará o comando para
pancada vertical.
O instrutor deverá relacionar
o OII com o atributo: auto-
confiança.
Ao comando de pancada verti-
cal, os instruendos deverão:
1. avançar com a perna traseira;
2. levar a coronha para a frente
e para cima, descrevendo um
arco no plano vertical, em
direção à virilha, ao plexo solar
ou ao queixo do inimigo.
- Demonstrar as operações a serem
realizadas para a pancada vertical.
7. Pancada vertical.
59.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 25 h
13. LUTAS
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-107
(TE)
Realizar pancada com coice. Criada uma situação em que,
após realizada a pancada verti-
cal, o inimigo evita o golpe,
recuando, o instrutor dará o
comando para a pancada com
coice.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com o atributo: autoconfi-
ança.
Ao comando para a pancada
com coice, os instruendos
deverão:
- avançar a perna traseira; e
- estando a arma na horizon-
tal, dirigir a chapa da soleira
contra a cabeça do inimigo.
- Demonstrar as operações a serem
realizadas para a pancada com
coice.
8. Pancada com coice.
B-108
(TE) Realizar pancada horizontal.
Estando os instruendos na
posição em guarda, o instrutor
dará o comando para a panca-
da horizontal.
O instrutor deverá relacionar
o OII com o atributo: autocon-
fiança.
Ao comando para a pancada
horizontal, os instruendos
deverão:
- avançar a perna traseira; e
- girar a coronha em arco,
diagonalmente, para cima e
em direção à cabeça ou ao
corpo do adversário, atingin-
do-o com a chapa da soleira.
- Demonstrar as operações a serem
realizadas para a pancada horizontal.
9. Pancada horizontal.
60.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 25 h
13. LUTAS
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-109
(TE) Realizar golpe cortante.
Criada uma situação em que,
após realizada a pancada com
coice, o inimigo evita o golpe,
recuando ou caindo, o instru-
tor dará o comando para o
golpe cortante.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com o atributo: auto-
confiança.
Ao comando para o golpe
cortante, os instruendos deve-
rão:
- avançar a perna traseira;
- cortar diagonalmente para
baixo com a baioneta; e
- orientar o golpe em direção
à junção do pescoço com o
ombro.
- Demonstrar as operações a serem
realizadas para o golpe cortante.
10. Golpe cortante.
B-110
(TE)
Realizar uma série com
batida, pontada a fundo,
pancada vertical com a
coronha, pancada com
coice e golpe cortante.
Estando os instruendos na
posição em guarda, o instru-
tor dará o comando para a
realização de uma série de
golpes: batida, pontada, pan-
cada e golpe cortante.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com o atributo: autocon-
fiança.
Ao comando para a série de
golpes, os instruendos de-
verão executá-los, voltando,
ao final de cada um, à posi-
ção em guarda.
- Demonstrar as operações para a
realização de uma série com batida,
pontada, pancada e golpe cortante.
11. Combinação de pontada, batida,
pancada e golpe cortante.
B-111
(TE)
Realizar os golpes de
combate em manequins.
Estando os instruendos arma-
dos de fuzil com baioneta e
dado um manequim.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com o atributo: auto-
confiança.
Os instruendos deverão reali-
zar corretamente os golpes no
manequim, observando todos
os detalhes.
- Executar os golpes de combate. 12. Combate diurno e noturno.
B-112
(CF)
Participar de uma sessão
de lutas.
As condições são as previs-
tas no C 20-50 e no PIM. To-
das as atividades deverão
ser precedidas de demons-
tração e realizadas de for-
ma gradual.
A duração das sessões
e a freqüência semanal de-
verão ser de acordo com o
previsto no PIM.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: cora-
gem e disciplina.
O instruendo deverá realizar
corretamente os movimentos
descritos no C 20-50
De acordo com o C 20-50 e PIM.
13. A Sessão de Lutas.
a. Aquecimento.
b. Trabalho principal:
c. Volta à calma.
61.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 10 h
14. MARCHAS E ESTACIONAMENTOS
NOTURNO: 2 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-101
( OP )
Realizar a 1ª marcha a pé.
Para as OM com disponibili-
dade de estradas: marcha de
8 Km - Diurna. Uniforme 4º A1,
com gorro. Equipamento
aliviado.
Para as OM sem disponibili-
dade de estradas: marcha
de 2 horas - Diurna.
Deverá ser realizada na 5ª SI.
Obs: À realização deste OII
deve seguir-se a do OII 12 B-
103.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: disci-
plina e persistência.
O instruendo deverá execu-
tar, corretamente, os proce-
dimentos de marcha e che-
gar em boas condições físi-
cas e com o equipamento
bem ajustado.
Deverá demonstrar cuidado
com seu armamento durante
a marcha e no alto-horário.
B-102
( OP )
Realizar a 2ª marcha a pé.
Para as OM com disponibili-
dade de estradas: marcha de
12 Km - Diurna. Deve percor-
rer cerca de 2 Km em trilhas
ou através do campo. Uni-
forme 4º A1, com capacete, e
equipamento completo.
Deverá ser realizada na 9ª SI.
Para as OM sem disponibili-
dade de estradas: marcha
de 3 horas - Diurna.
Obs: À realização deste OII
deve seguir-se a do OII 12 B-
104.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: disci-
plina e persistência.
O instruendo deverá chegar
em boas condições físicas,
dentro do dispositivo de mar-
cha e com armamento e
equipamento em boas con-
dições.
- Identificar o equipamento e o materi-
al individual de campanha.
- Executar o aprestamento individual.
- Ajustar e utilizar o equipamento.
- Descrever os procedimentos e as
técnicas de execução das marchas a
pé.
- Demonstrar os cuidados a serem
tomados com os pés.
1. Equipamento de campanha
individual.
a. Nomenclatura dos componen-
tes.
b. Cuidados na utilização, no uso e
na guarda do material.
c. Arrumação da mochila e ajuste
do equipamento. Equipar e dese-
quipar.
2. Marchas a pé. Generalidades.
a. Organização e finalidades.
b. Destacamento precursor:
composição e missões.
c. Medidas de segurança.
d. Formações.
e. Velocidades.
f. Cadências.
g. Distância entre os homens.
h. Disciplina de marcha.
i. Altos.
j. Sinalização.
l. Comandos.
3. Cuidados com os pés antes,
durante e após a marcha.
62.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 10 h
14. MARCHAS E ESTACIONAMENTOS
NOTURNO: 2 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-103
( OP )
Participar da organização
de um bivaque de
subunidade.
O bivaque deverá ser organi-
zado, se possível, em local
com cobertura vegetal,
preferencialmente na área de
instrução da OM.
O bivaque poderá ser monta-
do individualmente, por
duplas ou por grupo.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com o atributo: entusi-
asmo profissional.
O instruendo deverá preparar
adequadamente seu pernoi-
te, de modo a obter relativo
conforto, em face das condi-
ções climáticas esperadas,
bem como de modo a prote-
ger seu armamento e equi-
pamento.
O instruendo deverá realizar a
manutenção de seu equi-
pamento e armamento.
- Aplicar os princípios de camufla-
gem.
- Respeitar a disciplina de luzes e de
ruídos.
- Aplicar as medidas de segurança
local.
- Aplicar as medidas de higiene em
campanha.
- Eliminar vestígios e ocultar detri-
tos.
- Preservar ao máximo o meio ambien-
te da área de bivaque.
4. Estacionamentos.
a. Bivaque, acampamento e
acantonamento.
b. Conceito e finalidades.
c. Instalações existentes. Utiliza-
ção e cuidados.
d. Procedimentos nas diversas
áreas.
e. Preservação ambiental da área
de bivaque.
B-104
( OP )
Participar da organização de
um acampamento de subu-
nidade.
O acampamento deverá ser
organizado em local adequa-
do, preferencialmente, na
área de instrução da OM.
Deverão ser montadas as
instalações necessárias a
uma permanência de cinco
jornadas no campo.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: res-
ponsabilidade e entusiasmo
profissional.
O instruendo deverá reali-
zar, corretamente, suas
tarefas individuais e partici-
par das tarefas coletivas,
inclusive montagem de barra-
cas, toldos e instalações
sanitárias, de saúde e de
cozinha.
O instruendo deverá reali-
zar a manutenção de seu
equipamento e armamento.
- Identificar o material de acampa-
mento da SU.
- Participar da organização das
instalações da SU e das barracas
de alojamento.
- Aplicar os princípios de camufla-
gem.
- Respeitar a disciplina de luzes e de
ruídos.
- Aplicar as medidas de segurança
local.
- Aplicar as medidas de higiene em
campanha.
- Eliminar vestígios e ocultar detri-
tos.
- Preservar ao máximo o meio ambien-
te da área de acampamento.
5. Acampamento.
a. Material:
- Componentes e finalidades.
- Tipos de barracas.
- Toldo.
- Montagem de barracas, toldos e
demais instalações coletivas.
b. Regras para a localização das
diversas instalações.
c. Preservação ambiental da Área
de Acampamento.
63.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 37 h
15. ORDEM UNIDA
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS INTERME-
DIÁRIOS
ASSUNTOS
B-101
( OU )
Participar de uma de-
monstração de ordem
unida, realizando movi-
mentos sem arma.
Apresentação dos soldados
por fração, valor pelotão.
Comandos à voz. Demons-
tração de cerca de dez mi-
nutos, segundo roteiro elabo-
rado pelo S3 da OM, abran-
gendo todos os movimentos
de ordem unida sem arma.
Uniforme 4º A1 e gorro.
Deverá ser realizada durante
a 3ª SI .
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: en-
tusiasmo profissional; res-
ponsabilidade; e coopera-
ção.
O instruendo deverá realizar
correta e energicamente os
movimentos corresponden-
tes aos comandos emitidos.
Executar movimentos de ordem
unida:
- entrar e sair de forma;
- cobrir e alinhar;
- movimentos a pé firme;
- deslocamento em passo sem
cadência; e
- deslocamento em passo ordinário.
Executar movimentos de ordem
unida no conjunto da fração, median-
te comandos à voz e à corneta;
- a pé firme;
- deslocamentos em passo sem ca-
dência, ordinário e acelerado;
- olhar à direita (esquerda) a pé firme
e em movimento;
- voltas a pé firme e em movimento; e
- apresentar-arma e descansar-arma.
- Demonstrar os movimentos de
ordem unida sem arma no conjunto
da subunidade.
1. Ordem unida sem arma.
a. Posições. Militares a pé firme.
b. Passos: ordinário, sem cadên-
cia, de estrada e acelerado.
c. Marcha em passo sem cadên-
cia: rompimento e alto; mudanças
de direção; e variação com o
passo ordinário.
d. Marcha em passo ordinário:
rompimento e alto; mudanças de
frente e de direção; e variação
com o passo acelerado.
64.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 37 h
15. ORDEM UNIDA
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS INTERME-
DIÁRIOS
ASSUNTOS
B-102
( OU )
Participar de uma de-
monstração de ordem
unida, realizando movi-
mentos com arma ( Fuzil ).
Apresentação dos soldados
dentro de suas frações cons-
tituídas, comandadas por
seus respectivos comandan-
tes. Comandos à corneta.
Participação do efetivo pro-
fissional. Demonstração de
cerca de quinze minutos,
segundo roteiro elaborado
pelo S3 da OM, abrangendo
todos os movimentos de
ordem unida com arma,
incluindo o desfile da tropa.
Uniforme 4º A1, com gorro
ou capacete.
Deverá ser realizada duran-
te a 7ª SI.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: entu-
siasmo profissional; res-
ponsabilidade; cooperação;
e autoconfiança.
O instruendo deverá realizar
correta e energicamente os
movimentos corresponden-
tes aos comandos emitidos.
enquadrado em sua fração.
- Executar movimentos com arma, a
pé firme e em movimento.
- Executar movimentos de ordem
unida no conjunto da fração, medi-
ante comandos à voz e à corneta:
- a pé firme;
- deslocamentos em passo sem ca-
dência, ordinário e acelerado;
- olhar à direita (esquerda) a pé firme
e em movimento;
- voltas a pé firme e em movimento;
- armar e desarmar baioneta.
- Executar movimentos de ordem
unida para participar da parada
diária, guarda do quartel e formatu-
ras especiais.
- Desmontagem e montagem do
armamento para inspeção.
- Executar os movimentos de ordem
unida no conjunto da subunidade,
mediante comandos a voz e a cor-
neta.
2. Ordem unida com arma.
a. A pé firme.
b. Em movimento.
c. Desfile.
d. Movimentos com a arma.
65.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 11 h
16. OBSERVAÇÃO E ORIENTAÇÃO
NOTURNO: 12 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-101
( HT )
( TE )
Executar um circuito básico
de orientação diurna.
De dia, em terreno variado, o
instruendo, compondo uma
equipe de navegação, rece-
berá a missão de percorrer
um circuito de orientação
balizado por placas. O circuito
deverá ter de três a quatro
placas, cada uma distante de
150 a 250 metros, em função
das dificuldades oferecidas
pelo terreno e pela vegeta-
ção.
Ao chegar a cada placa, a
equipe deverá realizar rodí-
zio, de modo que os instru-
endos passem por todas as
funções na equipe de nave-
gação. Esta pista deverá ser
precedida da aferição do
passo e da realização de
pista-escola individual,
preferencialmente, na área
do aquartelamento, para o
instruendo praticar com a
bússola.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: auto-
confiança; cooperação; e
persistência.
O instruendo deverá realizar
corretamente a pista-escola
individual, repetindo-a, se
necessário, até assimilar o
uso adequado da bússola.
O instruendo deverá reali-
zar, corretamente, a pista de
orientação dentro do tempo
estipulado, repetindo-a, se
necessário.
- Descrever os processos de orienta-
ção em campanha.
- Identificar os pontos cardeais e
colaterais.
- Aferir o passo (simples ou duplo).
- Descrever e empregar a técnica
de navegação em campanha com
auxílio da bússola. Funções na equipe
de navegação - homem-passo, ho-
mem-bússola e homem-ponto. De-
monstrar a técnica de navegação em
campanha sem auxílio da bússola:
azimute de “fuga”, rumo e objetivo em
larga frente.
1. Orientação em campanha.
a. Pontos cardeais e colaterais.
b. Bússola.
c. Orientação diurna.
66.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 11 h
16. OBSERVAÇÃO E ORIENTAÇÃO
NOTURNO: 12 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-102
( HT )
( TE )
Executar um circuito básico
de orientação noturna.
À noite, em terreno variado,
o instruendo, compondo
uma equipe de navegação,
receberá a missão de per-
correr um circuito de orien-
tação balizado por placas,
montado de modo seme-
lhante ao percurso diurno.
Ao chegar a cada placa, a
equipe deverá realizar rodí-
zio, de modo que os instru-
endos passem por todas
as funções na equipe de
navegação. Esta pista deverá
ser precedida da realização
de pista-escola noturna.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: auto-
confiança; cooperação; e
persistência.
O instruendo deverá reali-
zar, corretamente, a pista de
orientação, dentro do tempo
estipulado, repetindo-a, se
necessário.
- Descrever e empregar a técnica de
navegação noturna em campanha,
com auxílio da bússola. Funções na
equipe de navegação: homem-passo,
homem-bússola e homem- ponto.
- Demonstrar a técnica de navegação
em campanha à noite, sem o auxílio
da bússola: identificação dos pontos
cardeais por métodos expeditos.
- Comparação da carta ou esboço
com o terreno.
- Realizar um circuito de orientação à
noite, com auxílio da bússola.
d. Orientação noturna.
67.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 11 h
16. OBSERVAÇÃO E ORIENTAÇÃO
NOTURNO: 12 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-103
( HT )
( TE )
Executar um percurso de
orientação diurna.
De dia, em terreno variado,
uma equipe de orientação
composta por quatro instru-
endos, utilizando a bússola e
um esboço do terreno (ou
uma carta), receberá a mis-
são de deslocar-se de um
ponto inicial para um ponto
de destino, devendo cobrir
alguns pontos intermediá-
rios, orientando-se ora pela
bússola, ora pela compara-
ção do esboço com o terre-
no.
O percurso deve ter, aproxi-
madamente, de 3 a 4 Km de
extensão e, dentro do pos-
sível, cruzar áreas de ve-
getação de maior porte,
áreas edificadas e terreno
movimentado, ora permi-
tindo o deslocamento por
estradas e trilhas, ora exi-
gindo o deslocamento atra-
vés do campo.
Este OII deverá ser cumprido
durante o 1° acampamento.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: auto-
confiança; cooperação; e
persistência.
O instruendo deverá reali-
zar, corretamente, o per-
curso de orientação, den-
tro do tempo estipulado.
e. Orientação diurna - comparação
carta-terreno.
68.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 11 h
16. OBSERVAÇÃO E ORIENTAÇÃO
NOTURNO: 12 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS INTERME-
DIÁRIOS
ASSUNTOS
B-104
( HT )
( TE )
Executar um percurso de
orientação noturna.
Semelhante à pista diurna.
O percurso deve ter, apro-
ximadamente, de 1,5 a 2 Km
de extensão e ser similar ao
diurno.
Este OII deverá ser cumprido
durante o 1° acampamento.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: auto-
confiança; cooperação; e
persistência.
O instruendo deverá reali-
zar, corretamente, o percur-
so de orientação, dentro do
tempo estipulado.
f. Orientação noturna
- comparação “carta-terreno”;
- uso de equipe de navegação;
- processos expeditos; e
- uso de bússola.
B-105
(TA)
Observar um setor, no
período diurno.
De DIA, a olho nu, em boas
condições de visibilidade a
1.200 m, com um setor
balizado por duas direções
limites (nítidas); dez inciden-
tes, representando diversas
atividades inimigas, com
diferentes graus de dificul-
dade, entre os 300 e 800 m.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: disci-
plina e responsabilidade.
O instruendo deverá identi-
ficar, corretamente, pelo
menos sete incidentes.
Descrever a técnica de observação
diurna:
- descrever as condições de escolha
de um ponto de observação ou de
vigilância (campos de vista, proteção,
ocultamento);
- identificar o setor de vigilância
(limites, pontos ou linhas a vigiar,
faixas de observação);
- identificar os indícios da presença e
da atividade inimiga.
Aplicar a técnica de observar o setor
de vigilância:
- aplicar os procedimentos do vigia;
- transmitir informes (cadernetas de
mensagens).
Aplicar as técnicas de observação
diurna de uma área edificada.
Demonstrar o desempenho individual
estabelecido no OII (Verificação).
2. Observação.
a. Condições de uma posição de
observação.
b. Escolha e ocupação.
c. Setor de observação.
d. Pontos importantes a vigiar.
e. Indícios da presença e observa-
ção inimiga.
f. Observação em áreas edifica-
das.
g. Precauções para evitar as vis-
tas do inimigo.
69.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 11 h
16. OBSERVAÇÃO E ORIENTAÇÃO
NOTURNO: 12 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-106
(TA)
Observar um setor, no
período noturno.
À NOITE, com aproveitamen-
to integral de um período
de escuridão de 2 horas,
são apresentados incidentes
audiovisuais, representando
atividades do inimigo ou
sua presença, entre os 300
e 800 metros.
O setor será observado
imediatamente antes do
escurecer e, posteriormente,
após o alvorecer. Não serão
empregados equipamentos
de visão noturna.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: dis-
ciplina e responsabilidade.
O instruendo deverá:
- Identificar 50% dos inciden-
tes ocorridos durante o perí-
odo de escuridão;
- Identificar 50% das altera-
ções físicas ocorridas no
setor durante a noite.
Descrever as técnicas de observação
e de vigilância noturnas:
- descrever as condições de escolha
de um ponto de observação ou de
vigilância;
- identificar um setor de vigilância
(limites, pontos ou linhas a vigiar);
- identificar indícios auditivos e visu-
ais da presença e atividade inimigas;
e
- utilizar a audição na vigilância.
Empregar as técnicas de observação e
de vigilância noturnas:
- identificar indícios de presença
eatividades inimigas; e
- identificar as modificações físicas
do setor ocorridas durante a noite
(comparar a situação antes e depois).
Demonstrar o desempenho individual
estabelecido no OII (Verificação).
3. Escuta e observação à noite.
a. Educação da vista e do ouvido.
b. Indícios da presença e da
aproximação do inimigo.
B-107
(HT)
Determinar o azimute
magnético da direção.
No terreno, dadas uma dire-
ção e uma bússola.
O azimute determinado pelo
instruendo deve estar corre-
to.
- Identificar direções na carta e no
terreno.
- Distinguir Norte Verdadeiro, Norte
Magnético e Norte de Quadrícula.
4. Azimutes e Lançamento.
a. Direções-base:
1) Norte Verdadeiro;
2) Norte Magnético;
3) Norte de Quadrícula.
b. Declinação magnética.
70.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 2 h
17. PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-101
( HT )
( OP )
Participar da execução do
Plano de Prevenção e
Combate a Incêndio da OM.
Simulado um incêndio na
área da OM, com a queima de
materiais inservíveis (pneus,
madeira e outros materiais),
o militar deverá agir de modo
adequado.
É conveniente obter a coope-
ração do Corpo de Bombeiros
local, para demonstração de
prevenção e combate a
incêndio.
Deverá ser realizada até a 4ª
SI.
A Direção de Instrução deve-
rá tomar as precauções
adequadas com a seguran-
ça.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: res-
ponsabilidade e coragem.
O instruendo deverá agir com
presteza, avaliando a situa-
ção, dando o alarme e inici-
ando o combate ao fogo,
dentro das suas possibili-
dades.
- Identificar as principais causas de
incêndios.
- Descrever as principais medidas
preventivas.
- Descrever os procedimentos em
caso de incêndio e de acionamento
do alarme.
- Descrever o emprego dos diversos
agentes extintores existentes na OM.
- Identificar a localização dos meios
extintores de incêndio e de alarme
em sua SU e nas instalações cole-
tivas da OM.
- Citar a composição, as atribuições
e os procedimentos corretos da
Turma de Combate a Incêndio.
- Descrever os procedimentos em
caso de incêndio no aquartelamento
e durante o serviço em campanha.
- Descrever os cuidados a serem
observados quando do manuseio de
materiais inflamáveis, equipamentos
elétricos e nos trabalhos em depósi-
tos de material e paióis.
- Descrever as medidas de primei-
ros-socorros em caso de queimadu-
ras ou de intoxicação pela fumaça.
1. Incêndio.
a. Generalidades.
b. Causas.
c. Tipos de incêndio.
2. Extinção de incêndios.
a. Processos.
b. Agentes extintores.
3. Primeiros socorros específicos.
4. Exemplos de casos reais de
incêndios em diferentes ambien-
tes e com diferentes materiais.
5. Medidas a serem tomadas para
prevenir incêndios.
6. PPCI - Plano de Prevenção e
Combate a Incêndio.
7. TCI - Tuma de Combate a In-
cêndio.
71.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 8 h
18. SERVIÇOS INTERNOS E EXTERNOS
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS INTERME-
DIÁRIOS
ASSUNTOS
B-101
( OP )
Participar do serviço de
guarda da subunidade.
Dentro das atividades do
instruendo na SU.
O instruendo deverá parti-
cipar da escala a partir da
1ª SI.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: res-
ponsabilidade; disciplina;
cooperação; e entusiasmo
profissional.
O instruendo deverá agir,
durante o serviço, de acordo
com as normas gerais e
particulares em vigor.
- Identificar os diversos tipos de
serviço de escala a que concorre o
militar na SU.
- Identificar o modo de tomada de
conhecimento da escala de serviço.
- Descrever a preparação para o
serviço e os procedimentos a serem
adotados antes e durante a parada
diária.
- Demonstrar os deveres, atribuições
e responsabilidades do militar de
serviço.
1. Serviço de guarda da SU.
a. Constituição da guarda.
b. Deveres e responsabilidades.
c. Normas regulamentares, gerais
e particulares do serviço.
d. Procedimentos em situações
diversas. Exemplos.
e. Assunção e passagem do
serviço.
f. Parada diária.
B-102
( OP )
Participar do serviço de
guarda do quartel.
O instruendo deverá parti-
cipar dessa escala a partir da
5ª SI, inclusive.
Este OII somente deverá ser
cumprido após a realização,
com aproveitamento, da 4ª
sessão do TIB.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: res-
ponsabilidade; disciplina;
cooperação; e entusiasmo
profissional.
O instruendo deverá agir,
durante o serviço, de acordo
com as normas gerais e
particulares em vigor.
- Identificar os diversos tipos de
serviço de escala a que concorre o
militar na OM, no âmbito externo da
SU.
- Descrever a preparação para o
serviço e os procedimentos a serem
adotados antes e durante a parada
diária.
- Citar os deveres, atribuições e res-
ponsabilidades do militar de serviço.
- Demonstrar a conduta a adotar
quando da rendição dos postos, da
situação de ameaça ao serviço e do
acionamento do alarme.
- Conhecer o Plano de Defesa do A-
quartelamento (PDA) e saber executar
as Regras de Engajamento constan-
tes do plano.
2. Serviço de guarda do quartel.
a. Constituição da guarda.
b. Deveres e responsabilidades.
c. Normas regulamentares, gerais
e particulares do serviço.
d. Procedimentos em situações
diversas.
e. Assunção e passagem do
serviço.
f. Procedimento do militar em
contato com pessoal civil.
g. Utilização dos meios de comu-
nicações da guarda do quartel.
h. Conduta em caso de aciona-
mento do alarme.
i. Cuidados da sentinela para evitar
a abordagem do posto.
j. Conduta da sentinela em caso de
ameaça ou de tentativa de agres-
são.
k. Ações em defesa de sua integri-
dade física, de seu armamento e do
serviço.
l. Regras de engajamento do
PDA.
M. Conduta da identificação e
revista de militar ou civil que
adentra a OM, a pé ou conduzin-
do veículo, durante o dia ou a noite.
72.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 17 h
19. TÉCNICAS ESPECIAIS
NOTURNO: 4 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS INTERME-
DIÁRIOS
ASSUNTOS
B-101
( TE )
( FC )
Percorrer um circuito de
pista de obstáculos.
A pista deverá ser construída
dentro da orientação básica
do PAIEB. Deve compreender
um circuito em terreno varia-
do, dentro do possível com
vegetação de porte diverso
e pequeno obstáculo aquáti-
co.
O percurso deverá ter da
ordem de 1500 metros de
extensão. Haverá uma de-
monstração, seguida da reali-
zação da pista pelos instru-
endos, inicialmente desequi-
pados e, finalmente, com
equipamento aliviado e com
armamento tipo “pau-de-
fogo”.
Poderá ser combinada com
a realização do OII 4 B-101 no
1º acampamento.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: per-
sistência; autoconfiança;
coragem; e entusiasmo pro-
fissional.
O instruendo deverá percorrer
a pista, ultrapassando os
obstáculos em segurança e
empregando a técnica corre-
ta, dentro do menor tempo
possível.
- Identificar as técnicas de transpo-
sição de obstáculos horizontais e
verticais, com e sem auxílio de cor-
das.
- Participar de uma pista-escola de
transposição de obstáculo, para que
possa aprender efetivamente as
técnicas preconizadas.
- Demonstrar e aplicar as técnicas
de transposição de obstáculos com
rapidez e segurança.
- Confeccionar diversos tipos de nó.
- Demonstrar a preparação de as-
sentos com cordas.
1. Cordas e Nós
a. Tipos de corda.
b. Cabo solteiro.
c. Confecção de nós.
d. Preparação de assentos.
e. Cuidados a serem observados
no manuseio de cordas.
2. Transposição de obstáculos
horizontais e verticais com e sem
auxílio de cordas.
a. Preguiça.
b. “Comando crawl” simples e
duplo.
c. Falsa baiana.
d. Ponte de três cordas.
e. Cabo submerso.
f. Rapel com freio e/ou mosque-
tão e em “S”.
g. Cabo aéreo ou deslize.
h. Rastejo.
i. Fateixa e corda fradeada.
j. Obstáculos verticais e horizon-
tais com troncos: ponte de tron-
cos ou de tábuas, trave de equilí-
brio, muro de assalto, chicana,
bandeira, piano, máxima e míni-
ma, passeio do macaco, passeio
do Tarzan, quebra-peito, pinguela e
outros.
l. Túnel.
m. Cuidados para prevenir aci-
dentes.
73.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 17 h
19. TÉCNICAS ESPECIAIS
NOTURNO: 4 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO
MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS INTERME-
DIÁRIOS
ASSUNTOS
B-102
( TE )
Realizar a transposição
de um curso de água.
O Instrutor deverá preparar, ao longo
de um curso de água ou lago com
aproximadamente 50 m de largura,
cinco locais para a travessia. Em cada
um dos locais, a transposição será feita
por um dos seguintes métodos;
- utilização de blusa de instrução;
- utilização de calça de Instrução;
- emprego de saco VO;
- emprego de cabo submerso; e
- emprego da “pelota”.
- O instrutor, quando for o caso, pro-
videnciará o material a ser emprega-
do na transposição. Os instruendos
estarão, inicialmente, equipados e
armados. Uma equipe de segurança,
composta de, no mínimo, um gradua-
do e dois soldados que saibam nadar
e que saibam executar as medidas de
salvamento aquático e de primeiros-
socorros a vítimas de afogamento, um
bote e bóias, serão dispostos próximos
aos locais de travessia. Deverá ser dada
atenção especial aos instruendos que
não saibam nadar. O instrutor organi-
zará os instruendos em 05 (cinco)
grupamentos, procurando reunir, em
um dos grupamentos, os instruen-
dos com maior dificuldade de nata-
ção. A travessia será feita com os
instruendos vestindo apenas o calção
de TFM. Após cada grupamento reali-
zar a transposição, retornarão à mar-
gem inicial e realizarão o rodízio de
locais de travessia.
Deverão ser cumpridas rigorosamen-
te as orientações constantes do Cap 16
do PIM, além dos CI 32/1 e 32/2.
- O instrutor deverá relacionar o OII com
os atributos: persistência; autoconfi-
ança; coragem; e entusiasmo profis-
sional.
O instruendo deverá
realizar pelo menos uma
travessia em cada local.
- Identificar as técnicas de transpo-
sição de curso de água.
- Demonstrar e aplicar as técnicas de
transposição de curso de água com
rapidez e segurança.
3. Transposição de curso d’água
- Técnicas com auxilio de cordas.
- Técnicas sem auxilio de cordas.
- Emprego de meios de fortuna.
- Emprego da “pelota” .
74.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 17 h
19. TÉCNICAS ESPECIAIS
NOTURNO: 4 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-103
( TE )
( FC )
( TA )
Percorrer um circuito de
progressão individual.
Circuito de cerca de 150 a
200 metros.
O instruendo deverá realizar
o percurso com o uniforme
4º A1, armado e equipado
(armamento tipo “pau-de-
fogo”).
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: per-
sistência; autoconfiança;
coragem; e entusiasmo pro-
fissional
O instruendo deverá percor-
rer o circuito empregando,
corretamente, as técnicas
de progressão.
- Marchar e correr.
- Aplicar as técnicas de progressão
em combate. Estudo do lanço.
- Demonstrar a aplicação das técni-
cas de progressão em combate,
percorrendo uma pista.
4. Progressão em combate.
a. Marchar, correr, rastejar.
b. Deitar e levantar.
c. Deslocamento por lanço e marcha
rastejante.
B-104
( TE )
( FC )
Percorrer um circuito
noturno de progressão
individual.
Circuito de cerca de 100
metros.
O instruendo deverá realizar
o percurso com o uniforme
4º A1, armado e equipado
(armamento tipo “pau-de-
fogo”).
Poderá ser empregado OVN
ao longo dos 50 metros finais
do percurso.
O instrutor deverá rela-
cionar o OII com os atributos:
persistência; autoconfiança;
coragem; e entusiasmo profis-
sional.
O instruendo deverá percor-
rer o circuito empregando,
corretamente, as técnicas
de progressão.
- Identificar e aplicar as técnicas de
progressão no combate noturno.
- Demonstrar a aplicação das técni-
cas de progressão em combate,
percorrendo uma pista.
- Utilizar-se do OVN para desloca-
mentos curtos através do campo.
5. Progressão noturna em comba-
te.
75.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 46 h
20. TREINAMENTO FÍSICO MILITAR
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-101
( CF )
Executar o Treinamento
Físico Militar.
As condições são as previs-
tas no C 20-20 e no PIM.
Todas as atividades deverão
ser precedidas de demons-
tração e realizadas de forma
gradual.
As sessões iniciais deverão
ser realizadas no âmbito
pelotão/ seção.
A duração das sessões e
a freqüência semanal deverá
ser de acordo com o previsto
no PIM.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: per-
sistência e entusiasmo pro-
fissional.
O instruendo deverá realizar,
corretamente, os exercícios
previstos para cada sessão.
Deverá evidenciar melhora
progressiva em seu nível de
condicionamento físico, de
acordo com o planejado pela
Direção de Instrução da OM.
Deverá atingir índices interme-
diários, estabelecidos pelo
Oficial de Treinamento Físico
da OM, relacionados aos exer-
cícios avaliados no TAF (PBD).
De acordo com o C 20-20 e PIM.
1. A Sessão de TFM.
a. Aquecimento.
b. Trabalho principal:
- Corrida contínua em forma e
livre;
- Ginástica básica;
- Treinamento em circuito;
- Grandes jogos;
- Natação;
- Pista de Pentatlo Milita (PPM);
- Ginástica com toros.
c. Volta à calma.
d. Controle fisiológico.
2. O Teste de Avaliação Física.
3. Exame médico-odontológico.
B-202
(CF)
Executar o primeiro Teste
de Avaliação Física.
Este teste deve ser realizado
de acordo com as condi-
ções especificadas no
C 20-20 e as constantes da
Diretriz para o Treinamento
Físico Militar e sua Avaliação.
Deverá ser realizado na 6ª SI.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: res-
ponsabilidade; entusiasmo
profissional; e autoconfiança.
De acordo com a Diretriz para
o Treinamento Físico Militar e
sua Avaliação (PBD).
- Realizar o 1º TAF - 1º TAF
76.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 6 h
21. UTILIZAÇÃO DO TERRENO
NOTURNO: 4 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO
MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-101
( TA )
( TE )
Utilizar o terreno para
progredir, no combate
diurno.
Em uma faixa de terreno variado, de
cerca de 400 m de extensão, o instru-
endo deverá deslocar-se utilizando as
diversas técnicas de progressão.
Monitores orientarão as atividades
dos instruendos, indicando a situa-
ção do inimigo (figurado ou não), o
ponto do terreno a ser atingido e outros
dados julgados necessários, observan-
do a execução do exercício e corri-
gindo eventuais falhas.
- O instrutor deverá relacionar o OII com
os atributos: persistência; autoconfi-
ança; coragem; e equilíbrio emocional.
O instruendo deverá
empregar, corretamente,
as técnicas de progres-
são.
- Empregar as técnicas de progres-
são no combate diurno: deitar, levan-
tar, marchar, correr, rastejar e engati-
nhar.
- Empregar as técnicas de utilização
de cobertas e de abrigos para obser-
var, atirar, ocultar-se, abrigar-se e
progredir.
- Empregar as técnicas de utilização
do terreno para progredir no comba-
te diurno, sob vistas e fogos do ini-
migo.
- Demonstrar as técnicas de utiliza-
ção de cobertas e de abrigos para
lançar granadas de mão.
1. Utilização de cobertas e abrigos:
aproveitamento do terreno para
cobrir-se, abrigar-se, observar,
atirar, lançar granadas e progredir.
B-102
( TA )
( TE )
Utilizar o terreno para
progredir, no comba-
te noturno.
Em uma faixa de terreno variado, de
cerca de 150 a 200 m de extensão, o
instruendo, compondo um grupo de 3
ou 4 executantes, deverá deslocar-se
utilizando as diversas técnicas de
progressão. No final do percurso,
deverá observar (com OVN, sfc) um
setor de 60º e descrever duas ativi-
dades inimigas.
Monitores orientarão as atividades
dos instruendos, indicando a situação
do inimigo (figurado ou não), o ponto
do terreno a ser atingido e outros
dados julgados necessários, obser-
vando a execução do exercício e
corrigindo eventuais falhas.
Obstáculos e dispositivos de alarme
poderão ser utilizados, ao longo do
percurso.
- O instrutor deverá relacionar o OII com
os atributos: persistência; autoconfian-
ça; coragem; e equilíbrio emocional.
O instruendo deverá
empregar, corretamen-
te, as técnicas de pro-
gressão.
- Empregar as técnicas de progres-
são no combate noturno: deitar,
levantar, marchar, rastejar e enga-
tinhar.
- Empregar os procedimentos ade-
quados às situações comuns no
combate noturno: transposição de
obstáculos, corte de arame, conduta
na presença de iluminativos, discipli-
na de luz e de silêncio, camuflagem
individual, manutenção das direções
e das ligações.
- Demonstrar as técnicas de progres-
são no combate noturno.
- Utilizar-se do OVN para observar
um setor (se a OM dispuser do equipa-
mento).
2. Progressão à noite.
a. Precauções para evitar ruídos.
b. Manutenção da direção e das
ligações.
c. Disciplina de luz.
77.00
COTER
FASE DA INSTRUÇÃO INDIVIDUAL BÁSICA
2ª SUBFASE
CAPACITAR O SOLDADO PARA SER EMPREGADO NAS
OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM
78.00
ÍNDICE – 3
I. PROPOSTA PARA DISTRIBUIÇÃO GERAL DE TEMPO Página
1. Quadro Geral de Distribuição de Tempo .................................................................................................... 79.00
II. MATÉRIAS DA 2ª SUBFASE
22– Armamento, Munição e Tiro .................................................................................................................... 80.00
23 – Defesa Química ........................................................................................................................................ 81.00
24– Educação Moral e Cívica ..................................................................................................................................... 82.00
25– Instrução deApronto Operacional ...................................................................................................................... 83.00
26 – Lutas ................................................................................................................................................................... 84.00
27– Marchas e Estacionamentos ............................................................................................................................ 85.00
28 – Operações de Garantia da Lei e da Ordem ................................................................................................... 86.00
29– Ordem Unida ........................................................................................................................................................ 94.00
30 – Treinamento Físico Militar ................................................................................................................................................................ 95.00
79.00
COTER
FASE DA INSTRUÇÃO INDIVIDUAL BÁSICA – 2ª SUBFASE
QUADRO GERAL DE DISTRIBUIÇÃO DE TEMPO
TEMPO ESTIMADO
2ª SUBFASE DIURNO NOTURNO TOTAL
22. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO 6 - 6
23. DEFESA QUÍMICA 4 - 4
24. EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA 2 - 2
25. INSTRUÇÃO DE APRONTO OPERACIONAL 2 - 2
26. LUTAS 6 - 6
27. MARCHAS E ESTACIONAMENTOS - 4 4
28. OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM ( EM AMBI -
ENTE URBANO E RURAL)
42 18 60
29. ORDEM UNIDA 6 - 6
MATÉRIASFUNDA-
MENTAIS
30. TREINAMENTO FÍSICO MILITAR 18 - 18
SOMA DOS TEMPOS DESTINADOS À INSTRUÇÃO MILITAR 86 22 108
SOMA DOS TEMPOS À DISPOSIÇÃO DO CMT, CHEFE OU DIRETOR 4 - 4
SOMA DOS TEMPOS DESTINADOS AO SERVIÇO DE ESCALA 16 - 16
SOMA DOS TEMPOS DESTINADOS A SOLENIDADES 6 - 6
3(TRÊS)SEMANASDEINSTRUÇÃO
TOTAL DOS TEMPOS DISPONÍVEIS NA 2ª SUBFASE 112 22 134
80.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 6 h
22. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-201
( HT)
Desenvolver, manter ou
recuperar a habilidade de
desmontar e montar o fuzil
(1º escalão.
A tarefa será realizada, inici-
almente, em ambientes bem
iluminados , gradualmente
passando a ambientes pouco
iluminados, chegando à
escuridão total. Ao final da
subfase, o instruendo deverá
realizar o OII com os olhos
vendados.
O instruendo deverá:
- realizar a desmontagem em
um minuto.
- identificar as peças princi-
pais do fuzil;
- realizar a montagem em
um minuto, deixando a arma
em condições de funcionar;
- manusear as peças com
cuidado, para não danificar o
armamento.
- Identificar os principais procedimen-
tos de segurança no manuseio da
arma.
- Identificar as características básicas
da arma.
- Identificar, pelo nome, as partes e
as peças principais da arma .
- Desmontar e montar o fuzil em con-
dições variadas de luminosidade.
- Realizar a manutenção de 1o
escalão
do fuzil.
- Demonstrar a capacidade de des-
montar e montar o fuzil (1ºescalão).
1. Fuzil.
a. Apresentação e característi-
cas.
b. Nomenclatura aplicada.
c. Desmontagem e montagem de 1º
escalão.
d. Manejo.
e. Funcionamento.
f. Manutenção.
B-202
( HT )
Desenvolver, manter ou
recuperar a capacidade de
identificar e sanar incidentes
de tiro do fuzil.
Deverão ser simulados vá-
rios tipos de incidentes de
tiro, no fuzil.
-O instrutor deverá relacionar
o OII com o atributo: equilí-
brio emocional.
O instruendo deverá:
- identificar corretamente os
incidentes;
- executar, acertadamente,
com segurança e com pres-
teza, as ações imediatas
para sanar o incidente.
- Descrever o modo de utilização cor-
reto da arma, com segurança.
- Identificar os principais incidentes
de tiro ( falhas de manejo e de fun-
cionamento: falta de carregamento.
carregamento incompleto; falta de
extração; extração incompleta; falta
de ejeção; degola do estojo e nega).
- Demonstrar as ações imediatas para
sanar os incidentes.
2. Fuzil
- Incidentes de tiro.
81.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 4 h
23. DEFESA QUÍMICA
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-201
(AC)
Identificar os principais
agentes químicos e seus
efeitos.
É apresentado ao instruendo
uma relação contendo os
agentes a serem estudados.
Será determinado ao instruen-
do que escreva, ao lado de
cada agente químico, seus
principais efeitos.
O instruendo deverá identi-
ficar, acertando, pelo menos
80% dos agentes, com os
respectivos efeitos.
- Citar a classificação dos agentes
químicos.
- Citar os instrumentos de detecção
dos agentes químicos.
- Descrever o procedimento a ser
adotado em relação à menor indica-
ção de presença de qualquer tipo de
agente.
1. Agentes químicos.
a. Classificação dos agentes quí-
micos.
b. Descrição dos efeitos dos agen-
tes químicos.
c. Exemplos recentes e atuais do
emprego de agentes químicos.
B-202
(OP)
Ultilizar, corretamente, a
máscara contra gases.
Entregue ao instruendo ar-
mado e equipado uma más-
cara contra gases, este deve
colocá-la e realizar um per-
curso de 400m, empregando
técnicas de progressão no
combate diurno: deitar,
levantar, machar, correr,
rastejar e engatinhar.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: equi-
líbrio emocional e autoconfi-
ança.
O instruendo deverá:
- colocar a máscara;
- realizar o teste de estan-
queidade; e
- retirar e recolocar a másca-
ra corretamente.
- Montar o filtro da máscara;
- Ajustar a máscara para o uso;
- Empregar técnicas de progressão
no combate diurno com uso de más-
cara contra gases;
- Testar a eficiência da máscara;
- Testar a Mnt 1º Esc da máscara
contra gases; e
- Realizar a manutenção da máscara
contra gases.
2. Uso de máscara contra gases
na progressão diurna.
82.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 2 h
24. EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-201
(AC)
Identificar a presença do
Exército Brasileiro na vida
nacional.
A descrição deve ser feita
na seqüência ou ao final da
instrução sobre o assunto.
O instrutor deverá relacionar o
OII com o atributo: entusiasmo
profissional.
A identificação, verbal ou
escrita, deve apontar a pre-
sença do Exército Brasileiro
na própria guarnição (por
meio de ações desenvolvi-
das) e em fatos recentes
veiculados pela mídia.
- Citar exemplos recentes de realiza-
ção de ações complementares pelo
Exército Brasileiro.
1. História
- Participação recente do Exército
Brasileiro em ações complementa-
res (principalmente, as regionais).
B-202
(AC)
Compreender o papel do
Exército Brasileiro nos con-
flitos sociais da respectiva
área.
A compreensão deve ser
demonstrada na seqüência
ou ao final da instrução sobre
o assunto.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com o atributo: entusi-
asmo profissional.
A compreensão deve ser
evidenciada, escrita ou ver-
balmente, por meio da ligação
entre a destinação constitu-
cional do Exército Brasileiro,
as condições atuais da soci-
edade brasileira (principal-
mente, local) e fatos veicula-
dos, recentemente, pela
mídia (principalmente, a
regional).
- Identificar os principais problemas
sócio-econômicos da respectiva
área.
- Identificar as ações do Estado Bra-
sileiro na busca de soluções para
esses problemas.
- Identificar a responsabilidade do
Exército Brasileiro, em face da pos-
sibilidade de evolução dos proble-
mas locais para situações de conflito
entre os diversos componentes da
sociedade.
2. Atualidade
- Situação atual da sociedade
brasileira (principalmente local).
- Problemas locais da sociedade e
a ação do Estado Brasileiro na
busca de soluções.
- Participação do Exército Brasilei-
ro em ações complementares e de
Garantia da Lei e da Ordem.
-Situações de conflito entre com-
ponentes da sociedade.
83.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 2 h
25. INSTRUÇÃO DE APRONTO OPERACIONAL
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-201
(TE)
Participar de uma SAO, no
âmbito da SU, para participar
de uma operação da GLO.
Determinado o desencadea-
mento de uma SAO, os ins-
truendos deverão se apre-
sentar para participar de
uma operação de GLO.
À realização deste OII deve-
rão seguir-se os OII da maté-
ria Operações de Garantia
da Lei e da Ordem, tanto em
ambiente urbano, como
rural.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: dis-
ciplina e responsabilidade.
Aprestar-se corretamente.
- Preparo do Fardo Aberto
- Preparo do Fardo de Combate.
- Preparo do Fardo de Bagagem.
- Normas e peculiaridades constantes
das NGA / GU e/ou U.
1. Aprestamento Individual:
. Fardo Aberto;
. Fardo de Combate; e
. Fardo de Bagagem.
2. Normas e procedimentos da
GU e/ou U.
3. Aprestamento da SU:
- normas e procedimentos
84.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 6 h
26. LUTAS
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-201
(CF)
Desenvolver, manter ou
recuperar a capacidade de
executar os movimentos em
uma sessão de lutas.
As condições são as previs-
tas no C 20-50 e no PIM. To-
das as atividades deverão
ser precedidas de demons-
tração e realizadas de forma
gradual.
A duração das sessões e a
freqüência semanal deverão
ser de acordo com o previsto
no PIM.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: cora-
gem e disciplina
O instruendo deverá realizar
corretamente os movimentos
descritos no C 20-50.
De acordo com o C 20-50 e PIM.
1. A Sessão de Lutas.
a. Aquecimento.
b. Trabalho principal:
- bases, deslocamentos e voltas;
- formas de ataque e golpes trau-
máticos;
- quedas e rolamentos;
- projeções;
- estrangulamento, forçamento de
articulações e domínio;
- técnicas de defesa;
- técnicas especiais; e
- técnicas de combate.
c. Volta à calma.
85.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO:
27. MARCHAS E ESTACIONAMENTOS
NOTURNO: 4 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-201
(OP)
Realizar a 3ª marcha a pé.
OM com disponibilidade de
estradas: marcha de 16 Km
- Noturna, com as seguintes
condições particulares:
- todo o deslocamento será
noturno;
- deslocamento de 1 km em
trilha ou através do campo;
- deslocamento de 6km sem
que seja comandado alto;
- uniforme 4º A1, completa-
mente equipado, e o instru-
endo deverá portar o materi-
al regulamentar necessário
à vida em campanha; e
- com ação de figuração
inimiga terrestre, durante o
deslocamento.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: per-
sistência e disciplina.
O instruendo deverá terminar a
marcha, dentro do disposi-
tivo adotado, sem apresentar
sinais de cansaço intenso, e
com todo o seu material.
Cumprir a disciplina de mar-
cha estabelecida no C 21-18 -
Marchas a Pé.
- Realizar uma marcha noturna, a pé,
de 16 km. 1. Marcha noturna, a pé, de 16 km.
86.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 42 h28. OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM (EM
AMBIENTE URBANO E RURAL) NOTURNO: 18 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-201
(TE)
Conduzir detido para a
retaguarda.
Em uma situação simulada
de combate, são feitos pre-
sos (detidos).
O instrutor determinará aos
instruendos o processo a
ser empregado para a con-
dução dos detidos para a
retaguarda.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: auto-
confiança e responsabilida-
de.
Durante a execução da tarefa o
instruendo deverá:
- prender o detido de modo
que possibilite sua condução
pelo processo determinado;
- amarrar as mãos do detido à
retaguarda do corpo, de tal
maneira que, na tentativa de
fuga, o detido não consiga
desfazer as amarrações;
- manter, constantemente, a
arma apontada na direção do
detido, durante o deslocamen-
to;
- impedir qualquer tipo de
comunicação entre os detidos;
- manter-se sempre alerta
para qualquer movimento
estranho dos detidos.
- Descrever os procedimentos a
adotar com os detidos na captura e
no seu deslocamento para a retaguar-
da.
1. Procedimento com os detidos
na captura e no deslocamento
para a retaguarda:
- técnicas de condução de detidos;
- condições para o emprego de
força (proporcionalidade entre a
força e a ameaça).
B-202
(TE)
Revistar pessoal, depen-
dência e veículos
Em uma situação simulada
de combate, são feitos deti-
dos.
O instrutor determinará aos
instruendos as posições em
que os detidos deverão ser
revistados: de pé, ajoelha-
dos e deitados.
Em uma situação de aborda-
gem a uma casa e a um veícu-
lo, estes serão revistados.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: au-
toconfiança; responsabilda-
de; e iniciativa.
O instruendo deverá:
- manter a arma na posição
correta, apontada para o deti-
do;
- manter o detido em situação
de desequilíbrio, quando
ajoelhado ou em pé;
- não se colocar entre os
detidos;
- revistar todas as partes do
corpo, fardamento e equi-
pamento do detido;
- estar em condições de imobi-
lizar o detido; e
- revistar todas as partes do
veículo e da dependência.
- Descrever os processos para se
amarrar detidos e revistá-los.
- Descrever os processos para se
revistar dependência e veículos.
2. Processos usados para amarrar
e revistar pessoal.
3. Revista de uma dependência.
4. Revista de veículo.
B-203
(TE)
Identificar os procedimentos
com o material capturado.
Em um local estarão diversos
tipos de documentos e mate-
riais.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: res-
ponsabilidade e iniciativa.
O instruendo deverá proceder
como ensinado.
- Descrever os cuidados a serem to-
mados com os documentos e o mate-
rial capturado.
5. Cuidados com documentos e
material capturados.
87.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 42 h28. OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM (EM
AMBIENTE URBANO E RURAL) NOTURNO: 18 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-204
(OP)
Participar da instalação de
um Ponto de Bloqueio e
Controle de Estradas
(PBCE).
Participar da instalação de
um Ponto de Bloqueio e
Controle de Via Urbana
(PBCVU).
Inspecionar viaturas e revis-
tar pessoas.
Fiscalizar documentos.
Serão constituídas equipes
com os instruendos. Em
seguida, será fornecido o
material necessário à instala-
ção de pontos de controle e
bloqueio de estradas. Serão
designados monitores que
transitarão pelo bloqueio,
nas seguintes situações:
a. f igurando civis:
- a pé;
- em viaturas civis;
- com documentos em or-
dem;
- com documentos falsos;
- sem documentos pessoais
ou das viaturas;
- portando armas; e
- transportando armas e pan-
fletos nas viaturas.
b. Figurando militares:
- a pé;
- em viaturas;
- em viaturas militares;
- com documentos em or-
dem; e
- sem documentos.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: au-
toconfiança; equilíbrio emo-
cional; e responsabilidade.
1. Durante a instalação do
bloqueio e do ponto de con-
trole, o instruendo deverá:
- usar adequadamente o mate-
rial.
- aproveitar corretamente o
local.
- instalar o ponto de controle
e o bloqueio o mais rapida-
mente possível.
2. Durante a operação do
bloqueio e do ponto de contro-
le, o instruendo deverá:
- demonstrar atitude impes-
soal e respeitosa, porém
enérgica, no trato com os
civis, e disciplinada e segura
no trato com militares;
- fiscalizar os documentos;
- inspecionar as viaturas e
revistar pessoal com eficiên-
cia e rapidez;
- adotar as precauções de
segurança em todas as
operações;
- levar qualquer problema aos
seus superiores; e
- proceder corretamente em
todas as situações.
- Descrever os pontos vulneráveis
das ações das Forças Adversas, em
função de suas peculiaridades.
- Identificar as possibilidades de
êxito das Forças Adversas, em fun-
ção das suas peculiaridades.
- Distinguir as ações contra as For-
ças Adversas das ações de guerra
convencional.
- Identificar a organização das forças
empregadas nas áreas das Forças
Adversas.
- Citar a finalidade das operações
tipo polícia.
- Descrever a importância do empre-
go de civis nas operações tipo polí-
cia.
- Relacionar o tratamento dispensa-
do aos civis com o êxito das opera-
ções.
- Citar as precauções contra espiões
ou infiltrados.
- Instalar bloqueio de estradas e pon-
tos de controle.
- Fiscalizar documentos e inspe-
cionar veículos.
- Participar de um PBCE e PBCVU.
6. Forças Adversas Urbanas.
a. Definição, possibilidades de
êxito e pontos vulneráveis.
b. Características.
1) Organização.
2) Princípios.
3) Áreas favoráveis.
4) Coordenação e controle.
c. Forças legais, forças estaduais,
Forças Armadas, organização dos
meios.
d. Operações tipo polícia.
1) Emprego de civis.
2) Trato com civis.
3) Precauções contra espiões ou
infiltrados.
e. Controle de ruas e estradas -
Ponto de Controle e Bloqueio de
Estradas.
1) Finalidade.
2) Instalação.
3) Pessoal empregado.
4) Material utilizado.
5) Técnica de colocação de barrei-
ras.
6) Fiscalização de documentos.
7) Inspeção de veículos.
88.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 42 h28. OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM (EM
AMBIENTE URBANO E RURAL) NOTURNO: 18 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-205
(OP)
Executar uma prisão.
É montada uma operação de
cerco, na qual haverá a ren-
dição de oponentes, os quais
deverão ser presos.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: au-
toconfiança; equilíbrio emo-
cional; e responsabilidade.
Demonstrar, na execução da
tarefa, uma atitude impessoal,
firme e enérgica sem, no en-
tanto, infligir maus tratos aos
presos.
- Citar as finalidades da prisão de
agitadores.
- Relacionar a prisão e o tratamento
dos presos ao êxito nas ações
contra as Forças Adversas.
f. Prisão de agitadores.
1) Perturbação da ordem públi-
ca.
2) Prisão em flagrante.
3) Tratamento do preso.
4) Amparo legal.
B-206
(OP)
Participar de operações de
busca e apreensão.
Organizados os grupos de
busca e apreensão em uma
área edificada e montados
diversos incidentes, tais
como:
- pequenos esconderijos e
armadilhas;
- túneis;
- pilhas de lenha;
- outros, a critério do instru-
tor.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: au-
toconfiança; equilíbrio emo-
cional; e responsabilidade.
Durante a execução da tarefa,
o instruendo deverá empre-
gar, corretamente, as técni-
cas de busca e apreensão,
demonstrando estar sempre
precavido contra qualquer
tipo de armadilhas. Não deve
abrir portas ou afastar mó-
veis, sem auxílio de uma
vara, arame ou corda; inspe-
cionar o chão e o teto dos
barracões de sapê com um
bastão ou com a ponta do
sabre.
- Identificar a organização dos gru-
pos de busca e de apreensão.
- Utilizar as técnicas de busca e de
apreensão.
- Atuar em operações de busca e
apreensão como componente de um
grupo.
g. Operação de busca e apreen-
são.
1) Finalidade.
2) Tipos de material e equipamen-
to a serem procurados.
3) Constituição dos grupos de
busca e apreensão.
4) Técnicas de busca e apreen-
são.
5) Atuação dos grupos de busca e
apreensão.
89.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 42 h28. OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM (EM
AMBIENTE URBANO E RURAL) NOTURNO: 18 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-207
(OP)
Preparar o setor de defesa.
Reagir à ação da força ad-
versa.
Participar da defesa de
uma localidade.
Escolhida uma localidade,
organizada a defesa com os
instruendos, definida a
missão de cada elemento e
submetida a posição a uma
ação da figuração inimiga.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: au-
toconfiança; equilíbrio emo-
cional; responsabilidade; e
coragem.
Durante a execução das tare-
fas, o instruendo deverá:
- executar a limpeza de campos
de tiro;
- empregar, corretamente, os
obstáculos;
- limpar o seu setor de obser-
vação;
- camuflar a posição;
- fortificar a posição;
- estabelecer itinerários de
retraimento; e
- empregar, adequadamente,
o armamento.
- Identificar as características físicas
mais significativas da localidade para
o combate.
- Avaliar a influência dos fatores
físicos da localidade nas táticas a
serem aplicadas.
- Avaliar a importância das informa-
ções para o combate em localidade.
- Identificar as fontes de informes e
os objetivos sobre os quais se dese-
ja informes, tanto no ataque como na
defesa.
- Identificar as características da
organização de uma posição defen-
siva.
- Identificar os tipos de obstáculos
empregados.
- Citar as finalidades dos diferentes
tipos de obstáculos.
- Descrever a conduta a ser obser-
vada pelos elementos de segurança.
- Descrever a conduta a ser obser-
vada pelos elementos empenhados
na defesa.
7. Combate em localidade.
a. Características do combate em
localidade.
1) Características do terreno.
2) Considerações táticas.
3) Informações e reconhecimen-
tos.
b. Defesa de localidade.
1) Características da organização
da posição defensiva.
2) Emprego de obstáculos.
c. Conduta na defesa.
1) Ação dos elementos de segu-
rança.
2) Considerações especiais.
3) Prática da defesa de uma loca-
lidade.
B-208
(OP)
Realizar o percurso de
uma pista de combate em
localidade.
Determinado o percurso de
uma pista de combate em
localidade.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: au-
toconfiança; equilíbrio emo-
cional; responsabilidade; e
coragem.
Na execução da tarefa, os
instruendos deverão empre-
gar, corretamente, as técni-
cas de luta casa-a-casa e os
diferentes processos para
penetrar nos edifícios, as-
sim como utilizar correta-
mente o armamento.
Prática em pista de combate em
localidade.
Ataque à localidade.
- Citar as principais características
de um ataque à localidade;
- Empregar as técnicas de luta casa-a-
casa em uma pista de combate em
localidade; e
- Conquista do objetivo.
Técnica de luta casa-a-casa.
- Técnicas de assalto.
d. Processos para penetrar nos
edifícios.
1) Entrada pelo pavimento mais
elevado.
2) Entrada por um pavimento in-
termediário.
3) Entrada pelo pavimento térreo.
90.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 42 h28. OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM (EM
AMBIENTE URBANO E RURAL) NOTURNO: 18 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-209
(OP)
Realizar a defesa de Ponto
Sensível e mobiliar um
Posto de Segurança Estáti-
co (PSE)
São selecionadas diversos
Pontos Sensíveis, com graus
de complexidade crescentes,
no que se refere aos seguin-
tes aspectos:
- terreno;
- importância;
- tempo de manutenção; e
- ação da Força Adversa.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: au-
toconfiança; equilíbrio emo-
cional; responsabilidade; e
coragem.
Durante a execução da tarefa,
o instruendo deverá manter,
corretamente, o Ponto Sen-
sível, atendendo aos seguin-
tes aspectos:
- preparar o terreno (obstá-
culos, campos de vista,
campos de tiro);
- defender em todas as dire-
ções;
- coordenar os elementos
fixos com os elementos
móveis (quando for o caso);
e
- reagir imediatamente às
ações da Força Adversa.
- Realizar a segurança de Ponto
Sensível.
- Mobiliar um PSE.
e. Segurança de Ponto Sensível.
1) Medidas de caráter geral.
2) Segurança de pontes.
3) Segurança de estradas de
ferro.
f. Posto de Segurança Estático
1) Tipos de PSE.
2) Organização.
3) Ações no PSE.
4) Ligações e comunicações.
5) Material, armamento e equipa-
mento empregados.
6) Demonstrações.
B-210
(OP)
Participar da interdição de
uma área.
Participar da evacuação de
uma área.
Interditar uma área e reali-
zar a evacuação ordenada
do pessoal ocupante dessa
área.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: au-
toconfiança; equilíbrio emo-
cional; responsabilidade; e
coragem.
Na execução da tarefa, os
instruendos deverão partici-
par:
- do isolamento da área;
- da identificação dos ocupan-
tes;
- do controle da circulação
de pessoal e material no local;
- do controle da evacuação.
- Prática durante a execução do servi-
ço de escala da subunidade, utili-
zando as instalações do aquartela-
mento para simulação de uma loca-
lidade.
- A subunidade (ou o pelotão) deverá
assumir o serviço e realizar todas as
atividades de controle de entrada e
saída de pessoal, cadastramento e
inspeção de veículos.
- Para a evacuação de uma área,
utilizarão um dos prédios de subuni-
dade, o qual deverá ser revistado e
evacuado, cadastrando-se todos os
ocupantes evacuados.
8. Interdição de área.
9. Evacuação de área.
91.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 42 h28. OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM (EM
AMBIENTE URBANO E RURAL) NOTURNO: 18 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-211
(OP)
Desembarcar e embarcar
em viatura em movimen-
to.
Os instruendos, armados
de fuzil (e com capacete),
serão embarcados em uma
viatura que realizará des-
locamentos com velocida-
de crescente, até o limite de
30km/h.
-O instrutor deverá relacio-
nar o OII com os atributos:
autoconfiança; equilíbrio
emocional; responsabili-
dade; e coragem.
Durante a execução da tarefa,
o instruendo deverá:
- no desembarque, empre-
gar, corretamente, as téc-
nicas de impulsão e rola-
mento; e
- no embarque, posicionar-
se, corretamente, em rela-
ção ao eixo de deslocamento
da viatura e agir com pres-
teza na realização das ações
de embarque.
- Desembarcar e embarcar em viatu-
ras em movimento, em velocidade
crescente, até o limite de 30 km/h, em
terreno macio ou de grama, e de 20
km/h em asfalto ou cimento.
9. Embarque e desembarque de
viaturas em movimento.
a. Técnica de desembarque.
b. Posicionamento após o de-
sembarque.
c. Técnica de embarque.
Transitar por local sob ação
de agente químico, sem
utilizar a máscara contra
gases.
Preparado um local (sala ou
barraca) com agentes quí-
micos.
Durante a execução da tarefa,
o instruendo deverá manter o
controle emocional na ultra-
passagem do local sob ação
de agentes químicos.
B-212
(OP) Transitar por local sob ação
de agente químico, utilizan-
do máscara contra gases.
Preparado um local (sala
ou barraca) sob ação de
agentes químicos e distri-
buída a máscara contra
gases.
- O instrutor deverá relacio-
nar o OII com os atributos:
autoconfiança; equilíbrio
emocional; responsabili-
dade e coragem.
Durante a execução da tarefa,
o instruendo deverá utilizar,
corretamente, a máscara
contra gases (ajustá-la; fixá-
la à face e abrir o filtro),
transpondo o local com
tranqüilidade.
- Citar a finalidade dos agentes quí-
micos.
- Descrever os diferentes efeitos dos
agentes químicos.
- Utilizar, adequadamente, a máscara
contra gases.
10. Emprego de agentes químicos
e máscara contra gases.
a. Tipos de agentes químicos.
b. Emprego tático.
c. Seleção.
d. Emprego da máscara contra
gases.
92.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 42 h28. OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM (EM
AMBIENTE URBANO E RURAL) NOTURNO: 18 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-213
(OP)
Deslocar-se na formação
adequada de controle de
distúrbios, obedecendo
aos comandos.
Serão emitidos comandos
pelo instrutor, corresponden-
tes às formações, desloca-
mentos e posições da arma.
Em seguida, é simulada uma
situação, com figurantes em
trajes civis, configurando
uma turba, armados de cas-
setetes, pedaços de madeira,
etc, arremessando materiais
diversos contra a formação
para controle de distúrbios.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: en-
tusiasmo profissional; dis-
ciplina; e cooperação.
Durante a execução da tarefa,
o instruendo deverá man-
ter-se, corretamente, em seu
lugar nas diversas forma-
ções, prestar atenção e
obedecer aos comandos
emitidos, independente da
conformação do terreno e/ou
da ação da turba.
- Citar a finalidade do emprego dos
diferentes tipos de tropa no controle
de distúrbios.
- Identificar os tipos de formações
da tropa para controle de distúrbios.
- Deslocar-se dentro de uma forma-
ção para controle de distúrbios.
- Executar os movimentos de arma
necessários a tomar as posições
“Em guarda curta” e “Em guarda alta”.
11. Operações de Controle de
Distúrbios (OCD).
a. Organização da tropa.
1) Tropa para fechamento de vias.
2) Tropas helitransportadas.
3) Blindados.
4) Bombeiros.
b. Formações previstas no C 19-15 -
Operações de Controle de Distúr-
bio
1) Formações.
2) Progressão.
3) Posições da arma:
- Em guarda;
- Em guarda curta; e
- Em guarda alta.
93.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 42 h28. OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM (EM
AMBIENTE URBANO E RURAL) NOTURNO: 18 h
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-214
(AC) Citar os segmentos que
poderão se transformar
em Forças Adversas em
ambiente rural.
Apresentar os fatores que
poderão ser utilizados
pelas Forças Adversas em
ambiente rural.
Identificar os principais fato-
res que poderão levar à per-
turbação da Lei e da Ordem
em ambiente rural.
- Citar as possibilidades de êxito e os
pontos vulneráveis da Força Adversa
Rural.
- Diferenciar as ações contra uma
Força Adversa Rural das ações de
guerra convencional.
12. Força Adversa Rural.
a. Definição e possibilidades de
êxito.
b. Características.
1) Organização.
2) Princípios.
3) Áreas favoráveis.
4) Coordenação e controle.
94.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 6 h
29. ORDEM UNIDA
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-201
(OU)
Executar os movimentos
previstos para uma Guarda
de Honra.
Organizada a tropa para uma
Guarda de Honra e seguida
a seqüência do cerimonial
indicado pelo instrutor. Os
comandos serão emitidos
por toques de corneta ou
clarim.
O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: dis-
ciplina; responsabilidade; e
entusiasmo profissional.
Durante a execução da tarefa,
o instruendo deverá demons-
trar:
- correção e energia na exe-
cução dos movimentos;
- atenção para os toques; e
- precisão de movimentos.
Participar de uma Guarda de Honra.
1. Cerimonial das Guardas de
Honra:
a. Formatura.
b. Incorporação da Bandeira.
c. Continência e revista da tropa
pela autoridade.
d. Desfile e continência da tropa.
e. Desincorporação da Bandeira.
B-202
(OU)
Executar os movimentos
previstos para uma fração
de SU, ou uma SU prestan-
do Honras Fúnebres.
Organizada uma pequena
fração de SU, uma fração de
SU ou uma SU para prestar
Honras Fúnebres e emitidos
os comandos por corneta ou
clarim.
O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: dis-
ciplina; responsabilidade; e
entusiasmo profissional.
Durante a execução da tarefa,
o instruendo deverá demons-
trar:
- correção e energia na exe-
cução dos movimentos;
- atenção para os comandos; e
- precisão de movimentos.
Participar de Honras Fúnebres, inte-
grando uma pequena fração de Su-
bunidade, uma fração de Subunidade
ou uma Subunidade.
2. Honras Fúnebres:
a. Grupo.
b. Pelotão.
c. Subunidade.
95.00
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 18 h
30. TREINAMENTO FÍSICO MILITAR
NOTURNO:
(OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
TAREFA
CONDIÇÕES E
VALORES
MILITARES
PADRÃO MÍNIMO
SUGESTÕES PARA
OBJETIVOS
INTERMEDIÁRIOS
ASSUNTOS
B-201
( CF )
Executar o Treinamento
Físico Militar.
As condições são as previs-
tas no C 20-20 e no PIM.
Todas as atividades deverão
ser precedidas de demons-
tração e realizadas de forma
gradual.
As sessões iniciais deverão
ser realizadas no âmbito
pelotão/ seção.
A duração das sessões e a
freqüência semanal deverá
ser de acordo com o previsto
no PIM.
- O instrutor deverá relacionar
o OII com os atributos: per-
sistência e entusiasmo pro-
fissional.
O instruendo deverá realizar,
corretamente, os exercícios
previstos para cada sessão.
Deverá evidenciar melhora
progressiva em seu nível de
condicionamento físico, de
acordo com o planejado pela
Direção de Instrução da OM.
Deverá atingir índices interme-
diários, estabelecidos pelo
Oficial de Treinamento Físico
da OM, relacionados aos exer-
cícios avaliados no TAF (PAD).
De acordo com o C 20-20 e PIM.
1. A Sessão de TFM.
a. Aquecimento.
b. Trabalho principal:
- Corrida contínua em forma e
livre;
- Ginástica básica;
- Treinamento em circuito;
- Grandes jogos;
- Natação;
- Pista de Pentatlo Milita (PPM);
- Ginástica com toros.
c. Volta à calma.
d. Controle fisiológico.
2. Preparação para o 2º Teste de
Avaliação Física (PAD).

FORMAÇÃO BÁSICA DO COMBATENTE PPB/2

  • 2.
    1.00 COTER PPB/2 - FORMAÇÃOBÁSICA DO COMBATENTE 4ª Edição - 2006 SEM OBJETIVOS BEM DEFINIDOS, SOMENTE POR ACASO CHEGAREMOS A ALGUM LUGAR
  • 3.
    3.00 ÍNDICE – 1Página I. INTRODUÇÃO 6.00 1. Finalidade ................................................................................................................................................... 6.00 2. Objetivos da Fase ....................................................................................................................................... 6.00 3 . Estrutura da Instrução ............................................................................................................................................ 6.00 4 . Direção e Condução da Instrução ........................................................................................................................ 7.00 5.Avaliação .................................................................................................................................................................... 9.00 6.Tempo Estimado ......................................................................................................................................................... 9.00 7. Validação do PP.......................................................................................................................................................... 10.00 8. Estrutura do PP............................................................................................................................................................. 10.00 9. Normas Complementares ...................................................................................................................................................................... 11.00 II. MODELOS DE FICHAS DE CONTROLE DA INSTRUÇÃO............................................................................... 14.00 III. ATRIBUTOS DA ÁREAAFETIVA............................................................................................................................ 15.00 IV. QUADROS AUXILIARES 1. Quadro Síntese da Formação Básica do Combatente ............................................................................................ 19.00 2. Quadro Geral de Distribuição de Tempo da IIB .................................................................................................. 20.00 3. Exemplo de Distribuição de Instrução – IIB – 1ª Subfase................................................................................... 21.00 4. Exemplo de Distribuição de Instrução – IIB – 2ª Subfase................................................................................... 24.00 5. Modelo de um Dia de Instrução ............................................................................................................................................................ 25.00 6. Exemplo de Quadro de Trabalho semanal para o Acampamento ...................................................................... 26.00
  • 4.
    5.00 Em razão doSistema de Validação ( SIVALI-PP ), que manterá este doc um e nto pe rm a nente m e nte atualizado, o presente exemplar deve ser distribuído com vinculação funcional e mantido sob controle da OM responsável pela execução da instrução. As páginas que se seguem contêm uma série de informações cuja leitura é considerada indispensável para os usuários do presente Programa-Padrão de Instrução. I. INTRODUÇÃO
  • 5.
    6.00 I. INTRODUÇÃO 1. FINALIDADE EstePrograma-Padrão (PP) regula a Fase de Instrução Individual Básica do Período de Instrução Individual e define os objetivos que permitem padronizar o treinamento necessário à “Preparação Básica do Combatente “. 2. OBJETIVOS DA FASE a. Objetivos Gerais. 1) Preparar o Soldado para iniciar a instrução em qualquer qualificação militar. 2) Formar o reservista de 2ª Categoria, também chamado “Combatente Básico”. 3) Capacitar o Soldado a ser empregado em determinadas Operações de Garantia da Lei e da Ordem. 4) Desenvolver o valor moral dos instruendos. 5) Iniciar o estabelecimento de vínculos de liderança entre comandantes (em todos os níveis) e comandados. b. Objetivos Parciais. 1) Ambientar o Soldado à vida militar. 2) Iniciar a formação do caráter militar do Soldado. 3) Iniciar a criação de hábitos adequados à vida militar. 4) Obter padrões de procedimentos adequados à vida militar. 5) Adquirir conhecimentos básicos indispensáveis ao Soldado. 6) Obter reflexos na execução de técnicas e táticas individuais de combate. 7) Desenvolver habilitações técnicas necessárias ao Soldado. 8) Obter padrões adequados de ordem unida. 9) Iniciar o desenvolvimento da capacidade física do Soldado. c. Objetivos síntese 1) Da fase: Adquirir conhecimentos básicos que proporcionem a sobrevivência no combate. 2) Da 1ª Subfase: Capacitar o Soldado a ser empregado na Defesa do Aquartelamento. 3) Da 2ª Subfase Capacitar o Soldado a ser empregado nas Operações de Garantia da Lei e da Ordem. 3. ESTRUTURA DA INSTRUÇÃO a. Características 1) O programa de treinamento constante deste PP baseia-se no princípio metodológico da instrução militar orientada para o desempenho. Tem em vista, portanto, habilitar os recrutas ao desempenho de todas as atividades básicas de um Soldado, qualquer que seja a QMG. 2)AInstrução Individual Básica (IIB) compreende: a) Instruções sobre matérias fundamentais à preparação básica do combatente. b) O desenvolvimento de atitudes e habilidades necessárias à formação do Soldado. 3) Ainstrução sobre as matérias fundamentais compreende : - um conjunto de matérias; - um conjunto de assuntos integrantes de cada matéria; - um conjunto de sugestões de objetivos intermediários; e - um conjunto de objetivos terminais chamados Objetivos Individuais de Instrução (OII), que podem ser relacionados a conhecimentos, a habilidades e a atitudes. 4) As matérias constituem as áreas de conhecimentos e de habilidades necessárias à “Preparação Básica do Combatente”.
  • 6.
    7.00 5) Os assuntosintegrantes de cada matéria são apresentados de forma seqüenciada, constituindo os programas das matérias. 6) As sugestões de objetivos intermediários são apresentadas como um elemento auxiliar para o trabalho do instrutor. A um assunto pode corresponder um ou vários objetivos intermediários. O instrutor, levando em conta sua experiência, as disponibilidades materiais e as características do militar, poderá reformular ou estabelecer novos objetivos intermediários. 7) Os OII , relacionados aos conhecimentos e às habilidades, correspondem aos comportamentos que o militar deve exibir, como resultado das atividades de ensino a que foi submetido, no âmbito de determinada matéria. Uma matéria compreende um ou vários OII. Um OII relacionado a conhecimentos ou a habilidades compreende: - a tarefa a realizar, que consiste na ação que o militar deve executar como prova de domínio do objetivo; - a condição ou as condições de execução, que definem as circunstâncias ou situações que são oferecidas ao militar, para que ele execute a tarefa proposta. Essa(s) condição(ões) deve(m) levar em consideração as diferenças regionais e as características do instruendo; e - o(s) padrão(ões) mínimo(s) a atingir, que caracteriza(m), para cada instruendo, o nível de conhecimento adquirido em termos de aprendizagem da tarefa indicada. 8) Os atributos da área afetiva devemter relação como OII que está sendoapresentadopeloinstrutor. Compreendem três elementos: - o nome do atributo a ser exibido, com sua respectiva definição; - um conjunto de condições, dentro das quais o atributo poderá ser observado; e - o padrão-evidência do atributo. O instrutor apreciará o comportamento do militar, em relação ao atributo considerado, ao longo do período de instrução. O padrão terá sido atingido se, durante a instrução, o instrutor julgar que o militar evidenciou o atributo em questão. b. Explicação dos Objetivos Parciais da Instrução Individual do EV Consultar o PPB/1. 4. DIREÇÃO E CONDUÇÃO DA INSTRUÇÃO a. Responsabilidades 1) O responsável pela Direção da Instrução é o Comandante, Chefe ou Diretor de OM. Cabe-lhe, assessorado pelo S3, planejar, orientar e fiscalizar as ações que permitirão aos Comandantes das Subunidades ou Comandantes de Grupamentos de Instrução (ou correspondentes) elaborarem a programação semanal de atividades e a execução da instrução propriamente dita. 2) O Comandante de Subunidade ou de Grupamento(s) de Instrução (ou correspondente) é o responsável pela programação semanal e pela execução das atividades de instrução, de modo a conseguir que todos os soldados atinjam os OII previstos. b. Ação do S3 1) Realizar o planejamento inicial da fase de instrução individual básica do Período de Instrução Individual, segundo o preconizado no PIM e nas diretrizes e/ou ordens dos escalões enquadrantes. 2) Coordenar e controlar a instrução na OM, a fim de que os militares alcancem os OII de forma harmônica, equilibrada e consentânea com os prazos e as diretrizes dos escalões superiores. 3) Providenciar a elaboração de testes, fichas, ordens de instrução e de outros documentos. 4) Providenciar a organização dos locais e das instalações para a instrução, e de outros meios auxiliares necessários à uniformização das condições de execução e de consecução dos padrões mínimos previstos nos OII.
  • 7.
    8.00 5) Planejar autilização de áreas e meios de instrução, de forma a garantir uma distribuição eqüitativa pelas Subunidades ou órgãos correspondentes. 6) Organizar os militares da OM, de modo a permitir a compatibilidade, nas melhores condições, da instrução do EV com a do EP (CTTEP). c. Ação do Cmt SU ou Cmt Gpt Instr O Cmt de Subunidade (ou correspondente) deverá ser o chefe de uma equipe de instrutores, a qual, por meio de ação contínua, exemplo constante e devotamento à instrução, envidará todos os esforços necessários à consecução, pelo instruendo, dos padrões mínimos exigidos nos OII e nos objetivos da área afetiva. d. O Comandante, Chefe ou Diretor de OM poderá estabelecer novos OII para atender às características dos militares e às peculiaridades da OM, tendo sempre em vista o objetivo síntese de cada subfase de instrução. e. Métodos e Processos de Instrução 1) Os elementos básicos que constituem o PP são as MATÉRIAS, as TAREFAS, os OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS e os ASSUNTOS. 2) Os métodos e processos de instrução, preconizados no CI SIVALI- PP, nos Manuais C 21-5 e T 21-250 e demais documentos de instrução, deverão ser, criteriosamente, selecionados e combinados, a fim de que os OII relacionados a conhecimentos e habilidades, e definidos sob a forma de “tarefa”, “condições de execução’’, e “padrões mínimos”, sejam atingidos pelos instruendos. 3) Durante as sessões de instrução, o Soldado deve ser colocado, tanto quanto possível, em contato direto com situações semelhantes às que devam ocorrer no exercício de suas atividades. A instrução que não observar o princípio do realismo (T 21-250) corre o risco de tornar-se artificial, ineficiente e pouco orientada para os objetivos que os militares têm de alcançar. Os meios auxiliares e os exercícios simulados devem dar uma visão bem próxima da realidade, procurando, sempre que possível, uma situação de combate ou de apoio ao combate. 4) Em relação a cada uma das matérias, o instrutor deverá adotar os seguintes procedimentos: a) analisar os assuntos e as sugestões de objetivos intermediários, procurando identificar a relação existente entre eles. Os assuntos e as sugestões de objetivos intermediários são poderosos auxiliares da instrução. Os objetivos intermediários fornecem uma orientação segura sobre como conduzir o militar para o domínio dos OII sendo, portanto, pré-requisitos para esses OII. b) analisar os OII em seu tríplice aspecto: tarefa, condição de execução e padrão mínimo. Estabelecer, para cada OII, aquele(s) que deverá(ão) ser executado(s) pelos militares, individualmente ou em equipe; analisar as condições de execução, de forma a poder torná- las, realmente, aplicáveis na fase de avaliação. 5) Todas as questões levantadas quanto à adequação das “condições de execução” e dos “padrões mínimos’’ deverão ser levadas ao Comandante da Unidade, a fim de que ele, assessorado pelo S3, decida sobre as modificações a serem introduzidas no planejamento inicial. 6) Os OII relacionados à área afetiva são desenvolvidos durante todo o Ano de Instrução e são alcançados em conseqüência de situações criadas pelos instrutores no decorrer da instrução, bem como de todas as experiências que o Soldado adquire no ambiente militar. O desenvolvimento de atitudes depende, basicamente, dos exemplos de conduta oferecidos aos militares pelos superiores e pares, e do ambiente global em que ocorre a instrução.
  • 8.
    9.00 5. AVALIAÇÃO a. DosOII relacionados a conhecimentos e a habilidades. A avaliação da instrução será feita tendo em vista os OII. O instrutor avaliará a eficiência de sua ação considerando o desempenho do militar na execução das tarefas, dentro das condições estipuladas e tendo em vista a consecução do padrão mínimo requerido. O êxito da instrução evidencia-se quando todos os militares atingem, plenamente, todos os OII previstos. Para isso, o instrutor deve acompanhar o desempenho do Soldado nos OII de sua matéria. Durante o desenvolvimento da Fase de Instrução Individual Básica, utilizará, para avaliar a aprendizagem do instruendo, a Ficha de Controle da Instrução Individual Básica (FIB). Nessa ficha serão registrados, pelo instrutor, os resultados da avaliação do desempenho do militar em relação aos OII indicados no programa, para cada matéria. O militar alcançará a situação de “Combatente” se atingir to- dos os OII constantes da FIB. b. Dos OII da área afetiva. A avaliação dos OII da área afetiva (atributos) implica a observação contínua do militar no decorrer do Ano de Instrução e resultará no preenchimento da Ficha de Avaliação de Atributos (FAAT), correspondente a cada uma das fases da Instrução Individual e ao término do Período de Adestramento. Este PP indica um conjunto de atributos que deverão ser desenvolvidos, desde o primeiro dia de Instrução Militar. Os PP relativos às demais fases de instrução prevêem, além dos atributos já estabelecidos no PPB/2, outros OII da área afetiva e os respectivos modelos das FICHAS DE AVALIAÇÃO. Os militares que não atingirem o padrão-evidência estabelecido para cada atributo, ao término de cada fase ou período de instrução, deverão ser objeto de atenção especial por parte do Comandante da SU e dos demais instrutores. 6. TEMPO ESTIMADO a. São previstas 12 (doze) semanas para a Fase, com uma carga horária estimada de 436 horas de atividades diárias (sendo 329 horas destinadas à instrução militar) e 70 horas de atividades noturna, com a seguinte distribuição. 1) 1ª Subfase a) Primeiras 2 (duas) semanas, EM REGIME DE INTERNATO, de 2ª a 6ª feira, num total de 88 horas, assim especificadas: - 72 horas de atividades diurnas, à base de 36 horas semanais (8 horas de 2ª a 5ª feira e 4 horas na 6ª feira). - 16 horas de instrução à noite, em princípio, sendo 8 (oito) horas semanais (2 horas diárias de 2ª a 5ª feira). b) Semanas subseqüentes, SEM REGIME DE INTERNATO, de 2ª a 6ª feira, num total de 252 horas, assim especificadas: 1) 3ª à 7ªSemanas: - 212 horas de atividades diurnas e 16 horas noturnas (8 h de 2ª a 5ª feiras e 4 horas na 6ª feira, descontada a Sexta-feira Santa). 2) 8ª Semana (recuperação de instrução da Subfase) 3) 9ª Semana (acampamento): - 40 horas de atividades diurnas e 16 horas noturnas (12horas diárias de 2ª a 5ª feira e 8 horas na 6ª feira). 4) O número de horas de instrução noturna, destinadas à execução de táticas e técnicas individuais de combate, ao exercício de habilitações, procedimentos e conhecimentos do combate sob condições de obscuridade, poderá ser alterado, de acordo com o planejamento de cada OM. 2) 2ª Subfase: a) 2 (duas) semanas iniciais, de 2ª a 6ª feira, num total de 72 horas diurnas e 6 horas noturnas, a base de 36 horas semanais (8 horas de 2ª a 5ª feira e 4 horas na 6ª feira).
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    10.00 b) A cargahorária da 12ª semana será de 40 horas de atividades diurnas e 16 horas noturnas (12 horas diárias de 2ª a 5ª feira e 8 horas na 6ª feira). b. Ao treinamento físico militar estão destinados 6 horas semanais, exceto na 9ª semana (acampamento). c. Os programas das matérias fazem uma estimativa de carga horária por matéria, cabendo ao Comandante, Chefe ou Diretor de OM, distribuir a carga horária estimada pelos diversos assuntos que constituem a matéria. Tendo em vista os recursos disponíveis na OM, as características e o nível de aprendizagem dos Soldados, bem como outros fatores que porventura possam interferir no desenvolvimento da instrução, poderá o Comandante, Diretor ou Chefe de OM alterar as previsões das cargas horárias das matérias discriminadas no presente PP. 7. VALIDAÇÃO DO PP O presente Programa-Padrão de Instrução pretende constituir-se em um sistema auto-regulado de treinamento militar, isto é, será reajustado em decorrência das observações realizadas durante a sua execução. Para isso o COTER manterá o Sistema de Validação dos Programas-Padrão de Instrução (SIVALI-PP) com os objetivos de: - coletar dados, junto às OM, relativos à aplicação dos PP; - diagnosticar a necessidade de introdução imediata de correções no PP; e - determinar o nível de eficiência e de eficácia da Instrução Militar. 8. ESTRUTURA DO PP a. O PP está organizado em matérias de instrução. O conteúdo De cada matéria são os assuntos que a compõem. Para cada assunto apresenta-se uma sugestão de objetivo(s) intermediário(s), que tem por finalidade orientar o instrutor, permitindo-lhe planejar a instrução de modo que o OII relativo à tarefa em pauta seja alcançado pelo militar. b. Para cada matéria há uma estimativa de carga horária. Essa estimativa deve ser entendida, apenas, como uma orientação para o planejamento da instrução, por parte da OM. As características e o nível de aprendizagem dos instruendos, os recursos disponíveis e outros fatores intervenientes na instrução podem recomendar que o Comandante, Chefe ou Diretor de OM altere as cargas horárias estimadas. c. Os OII estão numerados seguidamente, dentro da seguinte orientação: 1 OII B - 105 - O número 1 indica a matéria Armamento Munição e Tiro. - B indica que o OII se refere à “Preparação do Combatente Básico”. - O primeiro número (da centena) indica a subfase. Exemplos: 100 - 1ª Subfase da IIB 200 - 2ª Subfase da IIB - O número 05, o número do OII dentro da matéria, no caso “Atirar com o fuzil, realizando o TIB”. Há, ainda, a indicação do objetivo parcial ao qual está vinculado o OII (FC, OP, etc). d. Os OII relativos à área afetiva estão relacionados com as diversas matérias eOIIconstantes do PP. Para complementar esses OII, os Comandantes, em todos os níveis, devem abordar os assuntos relacionados à área afetiva em todas as oportunidades (Ex: formaturas) .
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    11.00 e. A numeraçãodas páginas do PP tem em vista atender ao critério da flexibilidade. Como foi descrito anteriormente, o SIVALI/PP poderá indicar a necessidade de introduzir-se modificações no conteúdo do programa. Essas modificações serão, facilmente, integradas ao corpo do PP com o tipo de numeração de páginas ora adotado. 9. NORMAS COMPLEMENTARES As normas fixadas neste PP serão complementadas: a. pelo PIM, expedido pelo COTER; e b. pelas Diretrizes, Planos e Programas de Instrução baixados pelos Grandes Comandos, Grandes Unidades e Unidades.
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    13.00 Não há instruçãoindividual que possa ser conduzida, satisfatoriamente, sem controle individual. Durante a fase básica, deverão ser registrados, pelos instrutores, dois tipos de observações que dizem respeito aos instruendos, as relacionadas: 1) à aquisição de conhecimentos e de habilidades; e 2) às atitudes. O 1º tipo de observação deverá ser registrado na Ficha de Controle da Instrução Individual Básica (FIB). O 2º tipo de observação, na Ficha de Avaliação de Atributos (FAAT). Na folha que se segue são apresentados modelos dessas Fichas. Nesses modelos, deverão ser assinalados com um X nas colunas correspondentes aos OII, tanto da área de conhecimentos e habilidades, quanto da área de atributos da área afetiva, o fato do militar haver ou não atingido o padrão-mínimo previsto. II – FICHAS DE CONTROLE DE INSTRUÇÃO
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    14.00 Data de términoda Fase de Instução: _______/_________/________ Data: _____/_____/______ Cmt SU :____________________ Responsável pelo preenchimento: Cmt Fração Visto S3:________________________ FICHA DE CONTROLE DA INSTRUÇÃO INDIVIDUAL BÁSICA FICHA DE AVALIAÇÃO DE ATRIBUTOS (FAAT) N°: OM: NOME: SU: FRAÇÃO: OII OII OII Identifi- ficação Identifi- ficação Identifi- ficação Padrão Mínimo alcançado Padrão Mínimo alcançado Padrão Mínimo alcançado Sim Sim Sim Sim Não Não Não Não NÃO OBSERVADO OBSERVAÇÕES COMPLEMENTARES ATRIBUTOS Identificação PADRÃO EVIDENCIADO APRECIAÇÃO FINAL DA FASE PODE SER MATRICULADO NO CURSO DE CABO FOI PUNIDO DURANTE A FASE Sim Não AVALIAÇÃO GLOBAL SUBJETIVA MB B R I
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    15.00 A seguir, vocêencontrará a série de Objetivos Individuais de Instrução que estão especificamente relacionados a Atributos da Área Afetiva. Além da apresentação dos atributos durante a abordagem dos OII constantes deste PP e em oportunidades diversas (formaturas, sessões de TFM, tempos à disposição, execução de serviços de escala), é imprescindível a participação do Efetivo Profissional da Unidade no sentido de observar, orientar e estimular o instruendo, em todas as oportunidades, ao longo do Ano de Instrução. III. ATRIBUTOS DA ÁREAAFETIVA
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    16.00 ATRIBUTOS DA ÁREAAFETIVA (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO NOME E DEFINIÇÃO CONDIÇÃO PADRÃO A DO ATRIBUTO EVIDENCIAR Cooperação: Capacidade de contribuir, espontaneamente, para o trabalho de alguém e/ou de uma equipe. No relacionamento com os pares e superiores. O militar evidencia o atributo nas condições especificadas. Autoconfiança: Capacidade de demonstrar segurança e convicção em suas atitudes, nas diferen tes circunstâncias. No relacionamento com os pares e superiores e, sobretudo, nos comportamentos individuais que vão evidenciar atitudes positivas em diferentes circunstâncias. O militar evidencia o atributo nas condições especificadas. Persistência: Capacidade de manter-se em ação continuadamente, a fim de executar uma tarefa, vencendo as dificuldades encontradas. Durante o cumprimento das mis- sões que lhes forem atribuídas, deve ser um objetivo constante no seu processo de aprendizado in- dividual e coletivo. O militar evidencia o atributo nas condições especificadas. - A atuação nesta área não se limita às sessões formais de instrução. Os oficiais e graduados devem acompanhar e orientar o recruta em todas as situações. Devem agir de forma exemplar, evidenciando os atributos que se busca desenvolver no militar. - O desenvolvimento dos OII da Área Afetiva tem início na IIB e será completado na IIQ (ver PP da Série QUEBEC), sendo realizado o acompanhamento durante o decorrer de todo o Ano de Instrução. - Não há previsão de carga-horária específica para a abordagem de tais assuntos em sessões formais de instrução. Devem ser aproveitadas todas as oportunidades nas quais os oficiais e os graduados estejam reunidos com os instruendos (sessões de instrução, formaturas, TFM, execução de serviços de escala, tempos à disposição) para abordagem dos atributos. Iniciativa: Capacidade para agir, de forma adequada e opor- tuna, sem depender de or- dem ou decisão superior. Durante o cumprimento das mis- sões que lhes forem atribuídas e em outras ocasiões que porventura ocorram. O militar evidencia o atributo nas condições especificadas. Coragem: Capacidade para agir de forma firme e destemida, diante de situações difí- ceis e perigosas. Durante os exercícios no campo, na realização de pistas de comba- te e em outras situações. O militar evidencia o atributo nas condições especificadas.
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    17.00 ATRIBUTOS DA ÁREAAFETIVA (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO NOME E DEFINIÇÃO CONDIÇÃO PADRÃO A DO ATRIBUTO EVIDENCIAR Responsabilidade: Capacidade de cumprir suas atribuições, assumin- do e enfrentando as con- seqüências de suas ati- tudes e decisões. Durante o cumprimento das mis- sões que lhes forem atribuídas e na realização de qualquer outra atribuição. O militar evidencia o atributo nas condições especificadas. Disciplina: Capacidade de proceder conforme leis, regula- mentose normas que regem a Instituição. Na realização de pistas de comba- te e de exercícios no campo. No cumprimento de missões com- plexas e difíceis ou em outras si- tuações. O militar evidencia o atributo nas condições especificadas. - A atuação nesta área não se limita às sessões formais de instrução. Os oficiais e graduados devem acompanhar e orientar o recruta em todas as situações. Devem agir de forma exemplar, evidenciando os atributos que se busca desenvolver no militar. - O desenvolvimento dos OII da Área Afetiva tem início na IIB e será completado na IIQ (ver PP da Série QUEBEC), sendo realizado o acompanhamento durante o decorrer de todo o Ano de Instrução. - Não há previsão de carga-horária específica para a abordagem de tais assuntos em sessões formais de instrução. Devem ser aproveitadas todas as oportunidades nas quais os oficiais e os graduados estejam reunidos com os instruendos (sessões de instrução, formaturas, TFM, execução de serviços de escala, tempos à disposição) para abordagem dos atributos. Equilíbrio emocional: Capacidade de controlar as próprias reações, para con- tinuar a agir, apropriada- mente, nas diferentes si- tuações. Na rotina diária da OM, no relaciona- mento com os pares e superiores, quando estiver atuando numa equipe ou participando de com- petições. O militar evidencia o atributo nas condições especificadas.
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    18.00 ATRIBUTOS DA ÁREAAFETIVA (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO NOME E DEFINIÇÃO CONDIÇÃO PADRÃO A DO ATRIBUTO EVIDENCIAR Entusiasmo profissional: Capacidade de evidenciar disposição para o desem- penho de atividades pro- fissionais. Durante o cumprimento das mis- sões que lhes forem atribuídas. O militar evidencia o atributo nas condições especificadas. - A atuação nesta área não se limita às sessões formais de instrução. Os oficiais e graduados devem acompanhar e orientar o recruta em todas as situações. Devem agir de forma exemplar, evidenciando os atributos que se busca desenvolver no militar. - O desenvolvimento dos OII da Área Afetiva tem início na IIB e será completado na IIQ (ver PP da Série QUEBEC), sendo realizado o acompanhamento durante o decorrer de todo o Ano de Instrução. - Não há previsão de carga-horária específica para a abordagem de tais assuntos em sessões formais de instrução. Devem ser aproveitadas todas as oportunidades nas quais os oficiais e os graduados estejam reunidos com os instruendos (sessões de instrução, formaturas, TFM, execução de serviços de escala, tempos à disposição) para abordagem dos atributos.
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    19.00 COTER QUADRO 1 QUADRO-SÍNTESE DAFORMAÇÃO BÁSICA DO COMBATENTE (1) Caso a OM tenha condições de conduzir o Internato; (2) Na 12ª Semana de Instrução deverão ser executadas instruções práticas de GLO na área do aquartelamento. FORMAÇÃO BÁSICA DO COMBATENTE 1ª Subfase 2ª Subfase 1ª Sem 2ª Sem 3ª Sem 4ª Sem 5ª Sem 6ª Sem 7ª Sem 8ª Sem 9ª Sem 10ª Sem 11ª Sem 12ª Sem Internato (1) Externato XX Tiro (TIB) XX Plantão Guarda do Quartel Instrução no aquartelamento Recuperação de Instrução Campo Instrução no aquartelamento GLO (2) TFM TAF TFM XX TFM XX 1ª Marcha (8 Km) XX 2ª Marcha (12 Km) Entrega da boina XX 3ªMarcha (16 Km) ATRIBUTOS DA ÁREA AFETIVA / VALORES MILITARES 15h para Solenidades XX 6h p/ Solenidades XX 12 h Disp Cmt OM XX 4h Disp Cmt OM XX 284 h diurnas (Diu) e 32 h noturnas (Not) 40h Diu / 16hNot 72h Diu / 06h Not 40h Diu / 16h Not XX 32 h para Sv de escala XX 16h p/Sv de escala XX COTER
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    20.00 COTER QUADRO 2 QUADRO GERALDE DISTRIBUIÇÃO DE TEMPO DA IIB CARGA HORÁRIA FASE ATIVIDADE SEMANA DIURNA NOTURNA TOTAL 1 36 8 2 36 8 3 36 4 Instrução diurna 243 4 32 4 5 36 6 6 36 2 Instrução noturna 48 7 36 - Recuperação 8 36 - 1ª Subfase Acampamento 9 40 16 Total da subfase 291 10 36 - Instr Diu 86 11 36 6 Instr Not 22 2ª Subfase Estágio GLO 12 40 16 Total 108 TEMPOS EXTRAS Atividade 1ª Subfase 2ª Subfase Serviço de Escala 32 16 Solenidades 15 6 À Disposição do Cmt 12 4 Recuperação 22 - Extras por Subfase 81 26
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    21.00 QUADRO 3 –EXEMPLO DE DISTRIBUIÇÃO DE INSTRUÇÃO PERÍODO DE INSTRUÇÃO INDIVIDUAL FASE DA INSTRUÇÃO INDIVIDUAL BÁSICA 1ª SUBFASE SEMANASMATÉRIAS FUNDAMENTAIS OII 1 2 3 4 5 6 7 8 9 1. B-101 1h D 1. B-102 3h D 2h D 3h D 2h D 2h D 3h D 2h D 1. B-103 2h D 1h D 1h D 1h D 3h D 1. B-104 8h D 1. B-105 8h D/ 4h N 4h D 1. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO. (47 h D) / (04 h N) 1. B-106 1h D 2. B-101 2. B-102 1h N 2. B-103 2. BOAS MANEIRAS E CONDUTA MILITAR. (02 h N) 2. B-104 1h N 3. CAMUFLAGEM (02 h D) / (02 h N) 3. B-101 2h D/ 2h N 4. B-101 2h D 4. B-102 1h D 1h D4. COMUNICAÇÕES. (06 h D) 4. B-103 1h D 1h D 5. B-101 2h N 5. B-102 1h N 5. B-103 5. CONHECIMENTOS DIVERSOS. (04 h N) 5. B-104 1h N 6. DEFESA DO AQUARTELAMENTO. (04 h D) / (04 h N) 6. B-101 4h D/ 4h N 7. B-101 1h N 7. B-102 1h N 7. B-103 1h N 7. B-104 1h N 7. B-105 1h D 7. B-106 1h D 7. B-107 1h D 7. B-108 1h D 7. B-109 7. EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA. (05 h D) / (04 h N) 7. B-110 1h D 8. FARDAMENTO. (2 h N) 8. B-101 2h N 9. B-101 2h N9. HIERARQUIA E DISCIPLINA. (04 h N) 9. B-102 2h N 10.B-101 1h D 10.B-102 2h D 1h D 10.B-103 10.B-104 1h D 10.B-105 2h D 10.B-106 1h D 10.B-107 10.B-108 1h D 10.B-109 10.B-110 1h D 10. HIGIENE E PRIMEIROS SOCORROS EM COMBATE. (11 h D) 10.B-111 1h D
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    22.00 21.B-10111. INSTRUÇÃO DE APRONTO OPERACIONAL. (2h D) 21.B-102 2h D 11.B-101 1h D 11.B-102 1h D 11.B-103 1h D 12. JUSTIÇA E DISCIPLINA. (04 h D) 11.B-104 1h D 20.B-101 20.B-102 20.B-103 20.B-104 3h D 20.B-105 20.B-106 20.B-107 20.B-108 2h D 20.B-109 20.B-110 20.B-111 2h D 4h D 13. LUTAS (25h D) 20.B-112 2h D 2h D 2h D 2h D 2h D 2h D 2h D 12.B-101 1h D 2h D 12.B-102 3h D 12.B-103 2h D 2h N 14. MARCHAS E ESTACIONAMENTOS. (10 h D) / (02 h N) 12.B-104 1h D 1h D 13.B-101 7h D 4h D 2h D 1h D 1h D15. ORDEM UNIDA. (37 h D) 13.B-102 3h D 3h D 3h D 3h D 5h D 5h D 14.B-101 4h D 14.B-102 4h N 14.B-103 4h D 14.B-104 4h N 14.B-105 2h D 14.B-106 4h N 16. OBSERVAÇÃO E ORIENTAÇÃO. (11 h D) / (12 h N) 14.B-107 1h D 17. PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO. (02 h D) 15.B-101 2h D 16.B-101 4h D18. SERVIÇOS INTERNOS E EXTERNOS. (08 h D) 16.B-102 4h D 17.B-101 1h D 1h D 1h D 4h D 17.B-102 4h D 17.B-103 1h D 1h D 4h D 19. TÉCNICAS ESPECIAIS. (17 h D) / (04 h N) 17.B-104 4h N 20. TREINAMENTO, FÍSICO MILITAR. (46h D) 18.B-102 6h D 6h D 6h D 4h D 6h D 6h D 6h D 6h D 19.B-101 1h D 1h D 4h D 21. UTILIZAÇÃO DO TERRENO. (06 h D) / (04 h N) 19.B-102 4h N À Disposição Cmt OM (12 h D) - 3h D 3h D 2h D 2h D 2h D - - - SOLENIDADES (15 h D) 7h D 4h D 4h D Sv ESCALA (32 h D) - 8h D 8h D 8h D 8h D RECUPERAÇÃO (22 h D) - 22h D Total após planejamento - 36h D/ 8h N 36h D/ 8h N 36h D/ 4h N 32h D/ 4h N 36h D/ 6h N 36h D/ 2h N 36h D 36h D 40h D/ 16h N
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    23.00 Obs: 1. Os assuntosrelacionados com AAA serão abordados juntamente com as matérias fundamentais e em oportunidades diversas (formaturas, TFM, tempos à disposição, execução de serviços de escala), permitindo a redistribuição dos tempos que eram destinados a esses assuntos. 2. Durante as formaturas para o Cmt OM e para Cmt SU, devem ser abordados assuntos relacionados a atitudes contrárias a vícios. 3. Caso a OM não tenha condições de realizar o internato nas duas semanas iniciais, as instruções noturnas para esse período devem ser ministradas nos tempos previstos para recuperação de instrução e tempos à disposição do Cmt OM, conforme planejamento da OM. 4. Para o cumprimento do OII 1. B–105 previsto para a 9ª Semana de Instrução (acampamento), devem ser observados os seguintes aspectos: a. deverá associar os conhecimentos técnicos do tiro com os conhecimentos táticos de utilização do terreno; b. aproveitar a sessão para recuperar os militares que não obtiveram resultado suficiente na instrução de tiro ao longo da subfase; e c. poderá ser utilizado o FAC, caso não haja condições de segurança (local adequado) ou munição suficiente.
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    24.00 QUADRO 4 –EXEMPLO DE DISTRIBUIÇÃO DE INSTRUÇÃO PERÍODO DE INSTRUÇÃO INDIVIDUAL FASE DA INSTRUÇÃO INDIVIDUAL BÁSICA 2ª SUBFASE MATÉRIAS FUNDAMENTAIS OII 10 11 12 22. B-201 2 h D 2 h D22. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO. (06 h D) 22. B-202 1 h D 1 h D 24. B-201 1 h D23.DEFESA QUÍMICA. (04 h D) 24. B-202 3 h D 25. B-201 1 h D24. EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA (02 h D) 25. B-202 1 h D 25. INSTRUÇÃO DE APRONTO OPERACIONAL. (02 h D) 26. B-201 1 h D 1 h D 26. LUTAS (06 h D) 23. B-201 2h D 2h D 2h D 27. MARCHAS E ESTACIONAMENTOS. (4 h N) 27. B-201 4 h N 28. B-201 1 h D 28. B-202 2 h D 28. B-203 1 h D 28. B-204 2 h D 4h D/ 4h N 28. B-205 28. B-206 2h D/ 4h N 28. B-207 28. B-208 4 h D 28. B-209 4h D/ 4h N 4h D/ 4h N 28. B-210 4 h D 28. B-211 2 h D 28. B-212 1 h D 28. B-213 4h D/ 2h N 6 h D 28. OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM. (Em Ambiente Urbano e Rural) (42 h D) / (18 h N) 28. B-214 1h D 29. B-201 2 h D 1 h D29. ORDEM UNIDA (06 h D) 29. B-202 1 h D 2 h D 30. B-201 6 h D 4 h D 6 h D 30.TREINAMENTO FÍSICO MILITAR. (18 h D) 30. B-202 2 h D À Disposição do Cmt OM (4 h D) - 2 h D 2 h D SOLENIDADES (6 h D) - 6 h D Sv ESCALA (16 h D) - 8 h D 8 h D Total após planejamento - 36h D 36 h D / 6 h N 40h D / 16h N
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    25.00 COTER QUADRO 5 MODELO DEUM DIA DE INSTRUÇÃO TEMPO ATIVIDADE 1º - FORMATURA DA OM E ORDEM UNIDA 2º - INSTRUÇÃO PRÁTICA (EXEMPLO: ORIENTAÇÃO COM BÚSSOLA) 3º - INSTRUÇÃO PRÁTICA 4º - INSTRUÇÃO PRÁTICA - ALMOÇO 5º - INSTRUÇÃO DE ARMAMENTO 6º - INSTRUÇÃO TEÓRICA 7º - TREINAMENTO FÍSICO MILITAR 8º - TREINAMENTO FÍSICO MILITAR - Os tempos de instrução e o posicionamento das atividades ao longo do dia serão ajustados às características da OM e da região brasileira onde esta se situa (ex: TFM nas OM do CMA poderá ser no período matutino). MODELO DE UMA SEXTA-FEIRA TEMPO ATIVIDADE 1º - FORMATURA DA OM E ORDEM UNIDA 2º - TÉCNICAS ESPECIAIS OU UTILIZAÇÃO DO TERRENO (EXECUÇÃO DE PISTA) 3º - LUTAS 4º - LUTAS
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    QUADRO 6 –EXEMPLO DE QUADRO DE TRABALHO SEMANAL PARA O ACAMPAMENTO ª RM FASE DE INSTRUÇÃO INDIVIDUAL BÁSICA 9a OM 1ª SUBFASE S I SU PERÍODO DE ____A _____ 2006 VISTO: ____________________________________ __________________________________ – Cap – Cap Chefe da 3ª Seção Comandante da SU Visto: _____________ Cmt OM Data Hora Turma Local Uniforme Instrutor Matéria OII Objetivo Observação 06:00 08:00 Todos OM 4º A2 Cmt SU - - - Alvorada e café da manhã -Armado e equipado fardo aberto 08:00 11:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 S/3 Cmt SU Marchas e Estacionamentos 12. B - 102 - Realizar a 2ª marcha a pé. -Armado e equipado fardo aberto e Cmb 11:00 12:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 S/3 Cmt Pel Marchas e Estacionamentos 12. B - 104 - Participar de um acampamento de SU -Armado e equipado fardo aberto 12:00 13:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 S/3 Cmt SU - - - Almoço e formatura da SU e hasteamento do Pavilhão Nacional. -Armado e equipado fardo aberto 13:00 17:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 Instrutor Lutas 20.B- 110 e 111 - Realizar uma pista de combate à baioneta -Armado e equipado fardo aberto 17:00 18:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 S/3 Cmt SU AAA - - Jantar e formatura da SU e arriação do Pavilhão Nacional. -Armado e equipado fardo aberto 18:00 22:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 Instrutor Observação e Orientação 14. B - 106 - Observar um setor no período noturno (Acuidade auditiva e visual) -Armado e equipado fardo aberto (Seg) 22:00 22:30 Todos Campo de Instrução 4º A2 Cmt SU - - - Ceia e Pernoite -Armado e equipado fardo aberto}} 06:00 08:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 S/3 Cmt SU AAA - - Alvorada, TFM e café da manhã formatura hasteamento Pavilhão Nacional. -Armado e equipado fardo aberto 08:00 12:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 Instrutor Técnicas Especiais 17. B - 103 - Percorrer uma pista de progressão individual. -Armado e equipado fardo aberto 12:00 13:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 Cmt SU - - - Almoço e formatura da SU -Armado e equipado fardo aberto 13:00 17:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 Instrutor Técnicas Especiais 17. B - 101 - Percorrer uma pista de obstáculos -Armado e equipado fardo aberto 17:00 18:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 S/3 Cmt SU AAA - - Jantar e formatura da SU e arriação do Pavilhão Nacional. -Armado e equipado fardo aberto (Ter) 18:00 22:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 Instrutor Técnicas Especiais 17. B - 104 - Percorrer uma pista noturna de progressão individual -Armado e equipado fardo aberto 26.00
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    QUADRO 6 –EXEMPLO DE QUADRO DE TRABALHO SEMANAL PARA O ACAMPAMENTO ª RM FASE DE INSTRUÇÃO INDIVIDUAL BÁSICA 9a OM 1ª SUBFASE S I SU PERÍODO DE ____A _____ 2006 VISTO: ____________________________________ __________________________________ – Cap – Cap Chefe da 3ª Seção Comandante da SU Visto: _____________ Cmt OM 22:00 22:30 Todos Campo de Instrução 4º A2 Cmt SU - - - Ceia e Pernoite -Armado e equipado fardo aberto 06:00 08:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 S/3 Cmt SU AAA - - Alvorada, TFM e café da manhã formatura hasteamento Pavilhão Nacional. -Armado e equipado fardo aberto 08:00 12:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 Instrutor Observação e Orientação 14. B - 103 -Executar uma pista de orientação diurna. -Armado e equipado fardo aberto 12:00 13:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 Cmt SU - - - Almoço e formatura da SU -Armado e equipado fardo aberto 13:00 17:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 Instrutor Técnicas Especiais 17. B - 102 - Realizar uma pista de transposição de curso d´água. -Armado e equipado fardo aberto 17:00 18:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 S/3 Cmt SU AAA - - Jantar e Formatura da SU e arriação do Pavilhão Nacional. -Armado e equipado fardo aberto 18:00 22:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 Instrutor Observação e Orientação 14. B - 104 -Executar um percurso de orientação noturna. -Armado e equipado fardo aberto (Qua) 22:00 22:30 Todos Campo de Instrução 4º A2 Cmt SU - - - Ceia e Pernoite -Armado e equipado fardo aberto 06:00 08:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 S/3 Cmt SU AAA - - Alvorada, TFM e café da manhã formatura hasteamento Pavilhão Nacional. -Armado e equipado fardo aberto 08:00 12:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 Instrutor Utilização do Terreno 19. B - 101 -Utilizar o terreno para progredir, no combate diurno.. -Armado e equipado fardo aberto 12:00 13:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 Cmt SU - - - Almoço e formatura da SU -Armado e equipado fardo aberto 13:00 17:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 Instrutor Comunicações 4. B – 101, 102 e 103 -Pista do mensageiro em combate -Armado e equipado fardo aberto 17:00 18:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 S/3 Cmt SU AAA - - Jantar e Formatura da SU e arriação do Pavilhão Nacional. -Armado e equipado fardo aberto (Qui) 18:00 22:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 Instrutor Utilização do Terreno 19. B - 102 -Utilizar o terreno para progredir, no combate noturno. -Armado e equipado fardo aberto 27.00
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    QUADRO 6 –EXEMPLO DE QUADRO DE TRABALHO SEMANAL PARA O ACAMPAMENTO ª RM FASE DE INSTRUÇÃO INDIVIDUAL BÁSICA 9a OM 1ª SUBFASE S I SU PERÍODO DE ____A _____ 2006 VISTO: ____________________________________ __________________________________ – Cap – Cap Chefe da 3ª Seção Comandante da SU Visto: _____________ Cmt OM 22:00 22:30 Todos Campo de Instrução 4º A2 Cmt SU - - - Ceia e Pernoite -Armado e equipado fardo aberto 06:00 08:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 S/3 Cmt SU AAA - - Alvorada, TFM e café da manhã formatura hasteamento Pavilhão Nacional. -Armado e equipado fardo aberto 08:00 12:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 Instrutor Higiene e Primeiros Socorros em Combate 10.B – 102, 106, 109, 110, 111 e 112 - Realizar a avaliação inicial de uma vítima, aplicando técnicas de 1º socorros em uma pista. -Armado e equipado fardo aberto 12:00 13:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 Cmt SU - - - Almoço e formatura da SU -Armado e equipado fardo aberto (Sex) 13:00 17:00 Todos Campo de Instrução 4º A2 Instrutor Armamento, Munição e Tiro 1B- 105 - Realizar tiros de fuzil. -Armado e equipado fardo aberto OBSERVAÇÕES: em caso de mau tempo, o QTS não sofrerá alteração. Quartel em , de de 200 . 28.00
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    29.00 COTER FASE DA INSTRUÇÃOINDIVIDUAL BÁSICA 1ª SUBFASE CAPACITAR O SOLDADO PARA SER EMPREGADO NA DEFESA DO AQUARTELAMENTO
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    30.00 ÍNDICE – 2 I.PROPOSTA PARA DISTRIBUIÇÃO GERAL DE TEMPO Página 1. Quadro Geral de Distribuição de Tempo ..................................................................................................... 31.00 II. MATÉRIAS DA 1ª SUBFASE 01 – Armamento, Munição e Tiro .................................................................................................................... 32.00 02 – Boas Maneiras e Conduta do Militar........................................................................................................... 35.00 03 – Camuflagem .......................................................................................................................................................... 36.00 04 – Comunicações ....................................................................................................................................................... 37.00 05 – Conhecimentos Diversos..................................................................................................................................... 39.00 06 – Defesa doAquartelamento ................................................................................................................................. 42.00 07 – IEducação Moral e Cívica .................................................................................................................................... 43.00 08 – Fardamento ........................................................................................................................................................... 46.00 09 – Hierarquia e Disciplina Militar.............................................................................................................................................................. 47.00 10 – Higiene e Primeiros Socorros em Combate ..................................................................................................... 48.00 11– Instrução de Apronto Operacional ........................................................................................................... 53.00 12 – Justiça e Disciplina ............................................................................................................................................... 54.00 13 – Lutas ....................................................................................................................................................... 56.00 14 – Marchas e Estacionamentos .............................................................................................................................. 61.00 15 – OrdemUnida ....................................................................................................................................................... 63.00 16 – ObservaçãoeOrientação ......................................................................................................................................... 65.00 17 – Prevenção e Combate a Incêndio .................................................................................................................... 70.00 18 – Serviços Internos e Externos ............................................................................................................................ 71.00 19 – Técnicas Especiais ............................................................................................................................................. 72.00 20 – Treinamento Físico Militar................................................................................................................................................................... 75.00 21 – Utilização do Terreno ........................................................................................................................................... 76.00
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    31.00 COTER COTER FASE DAINSTRUÇÃO INDIVIDUAL BÁSICA – 1ª SUBFASE QUADRO GERAL DE DISTRIBUIÇÃO DO TEMPO TEMPO ESTIMADO 1ª SUBFASE DIURNO NOTURNO TOTAL 1. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO 47 4 51 2. BOAS MANEIRAS E CONDUTA MILITAR - 2 2 3. CAMUFLAGEM 2 2 4 4. COMUNICAÇÕES 6 - 6 5. CONHECIMENTOS DIVERSOS - 4 4 6. DEFESA DO AQUARTELAMENTO 4 4 8 7. EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA 5 4 09 8. FARDAMENTO - 2 2 9. HIERARQUIA E DISCIPLINA MILITAR - 4 4 10. HIGIENE E PRIMEIROS SOCORROS EM COMBATE 11 - 11 11. INSTRUÇÃO DE APRONTO OPERACIONAL 2 - 2 12. JUSTIÇA E DISCIPLINA 4 - 4 13. LUTAS 25 - 25 14. MARCHAS E ESTACIONAMENTOS 10 2 12 15. ORDEM UNIDA 37 - 37 16. OBSERVAÇÃO E ORIENTAÇÃO 11 12 23 17. PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO 2 - 2 18. SERVIÇOS INTERNOS E EXTERNOS 8 - 8 19. TÉCNICAS ESPECIAIS 17 4 21 20. TREINAMENTO FÍSICO MILITAR 46 - 46 MATÉRIASFUNDAMENTAIS 21. UTILIZAÇÃO DO TERRENO 6 4 10 SOMA DOS TEMPOS DESTINADOS À INSTRUÇÃO MILITAR 243 48 291 SOMA DOS TEMPOS À DISPOSIÇÃO DO CMT, CHEFE OU DIRETOR 12 - 12 SOMA DOS TEMPOS DESTINADOS A SOLENIDADES 15 - 15 SOMA DOS TEMPOS DESTINADOS A ESCALA DE SERVIÇO 32 - 32 SOMA DOS TEMPOS DESTINADOS A RECUPERAÇÃO DE INSTRUÇÃO (8ª SEMANA DE INSTRUÇÃO) 22 - 22 9(NOVE)SEMANASDEINSTRUÇÃO TOTAL DOS TEMPOS DISPONÍVEIS NA 1ª SUBFASE 324 48 372 COTER
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    32.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:47 h 1. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO NOTURNO: 4 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-101 ( AC ) Descrever as principais características do arma- mento individual e coletivo da OM. Exemplares de todo o arma- mento da OM deverão ser expostos em estandes ou oficinas, ostentando carta- zes com seus aspectos classificatórios e dados técnicos mais importantes. Haverá demonstração de tiro com, no mínimo, Pst, Fz e Mtr M. Após a demonstração, a expo- sição do armamento será visitada pela tropa. É conveniente que o instru- endo percorra a linha de alvos, após a demonstração, para observar os efeitos dos tiros do armamento da OM. O instruendo deverá identi- ficar, corretamente, as carac- terísticas principais do ar- mamento, em especial do fuzil. - Identificar as características princi- pais do armamento da OM. - Identificar o emprego adequado do armamento da OM. - Descrever o efeito dos tiros do armamento da OM. - Demonstrar o conhecimento das características do armamento da OM. 1. Apresentação do armamento individual e coletivo da OM. a. Designação. b. Calibre. c. Emprego. d. Principais características e efeitos. 2. Dotação por fração da OM. 3. Mostra do armamento. 4. Realização de demonstração de tiro. B-102 ( HT) Desmontar e montar o fuzil (1º escalão). A tarefa será realizada, inici- almente, em ambientes bem iluminados, gradualmente passando a ambientes pouco iluminados, chegando à escuridão total. Ao final da subfase, o instruendo deverá realizar o OII com os olhos vendados. O instruendo deverá: - realizar a desmontagem em um minuto. - identificar as peças princi- pais do fuzil; - realizar a montagem em um minuto, deixando a arma em condições de funcionar; - manusear as peças com cuidado, para não danificar o armamento. - Identificar os principais procedimen- tos de segurança no manuseio da arma. - Identificar as características básicas da arma. - Identificar, pelo nome, as partes e as peças principais da arma . - Desmontar e montar o fuzil em con- dições variadas de luminosidade. - Realizar a manutenção de 1o escalão do fuzil. - Demonstrar a capacidade de des- montar e montar o fuzil (1ºescalão). 5. Fuzil. a. Apresentação e características. b. Nomenclatura aplicada. c. Desmontagem e montagem de 1º escalão. d. Manejo. e. Funcionamento. f. Manutenção.
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    33.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:47 h 1. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO NOTURNO: 4 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-103 ( HT ) Sanar incidentes de tiro do fuzil. Deverão ser simulados vá- rios tipos de incidentes de tiro, no fuzil. -O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: equilí- brio emocional. O instruendo deverá: - identificar corretamente os incidentes; - executar, acertadamente, com segurança e com pres- teza, as ações imediatas para sanar o incidente. - Descrever o modo de utilização cor- reto da arma, com segurança; - Identificar os principais incidentes de tiro (falhas de manejo e de fun- cionamento: falta de carregamen- to; carregamento incompleto; falta de extração; extração incompleta; falta de ejeção; degola do estojo; e nega). - Demonstrar as ações imediatas para sanar os incidentes. 6. Fuzil. - Incidentes de Tiro. B-104 ( HT ) IPT - Aplicar as técnicas e procedimentos de execu- ção da pontaria e do tiro com o fuzil. - Realizar a Instrução Prepara- tória para o Tiro (IPT) prevista no C23-1 . - Realizar o TIP. O Instruendo deverá de- monstrar o desempenho exigido no Teste de Instrução Preparatória (TIP) previsto no C 23-1 e nos tiros do FAC previstos nas IT-101-1 Fuzil V- TIP das IGTAEx. - Identificar os princípios básicos da pontaria e do tiro com o fuzil. - Executar as seguintes oficinas da IPT: linha de mira e linha de visada; manejo; constância da pontaria; posições de tiro; controle do gatilho; manutenção do armamento; e procedimento no estande de tiro. - Realizar o TIP. - Conhecer e aplicar as normas de segurança do estande . 7. Fuzil. - Instrução Preparatória para o Tiro (IPT). - Teste de Instrução Preparatória (TIP). B-105 ( HT ) TIB - Atirar com fuzil, reali- zando os Tiros de Instru- ção Básicos. - As condições dos Exc Tir do Módulo Didático do Tiro de Instrução Básico previs- tas na IT101-1 Fuzil VI-TIB das IGTAEx. - A execução das sessões de 1 a 4 do TIB, atingidos os padrões mínimos exigidos, caracteriza a habilitação do soldado recruta para partici- par do serviço de guarda da Unidade. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: equi- líbrio emocional e autocon- fiança. O Instruendo deverá: - Aplicar as técnicas e pro- cedimentos para a execução da pontaria e dotiro; - Obter os índices de sufici- ência previstos no Módulo Didático do TIB, ficando em condições de empregar a arma com segurança no posto de sentinela e como integrante de fração nas ope- rações de Garantia da Lei e da Ordem. - Realizar a 1ª; a 2ª; a 3ª; a 4ª; a 5ª; a 6ª; a 7ª; a 8ª; e a 9ª Sessão TIB. - Aplicar as normas de segurança do estande. - Realizar a manutenção do fuzil (anterior e posterior à realização dos tiros previstos). - Aplicar as normas de segurança do estande. 8. Fuzil. - Tiro de Instrução Básico (TIB)
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    34.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:47 h 1. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO NOTURNO: 4 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-106 (HT) Usar o sabre. Dado ao instruendo um sa- bre. - O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: equi- líbrio emocional. Utilizar o sabre de modo correto. - Identificar as características do sabre. - Apontar as finalidades do sabre. - Utilizar o sabre. - Fazer a limpeza e conservação do sabre. 9. Sabre: a. Apresentação e características. b. Finalidades. c. Utilização. d. Limpeza e conservação.
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    35.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO: 2.BOAS MANEIRAS E CONDUTA MILITAR NOTURNO: 2 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-101 (OP) Tratar, corretamente, os superiores e pares. Em qualquer situação. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: dis- ciplina e entusiasmo profis- sional. O instruendo deverá de- monstrar as atitudes ade- quadas para o relacionamen- to diário entre os superiores e pares. - Identificar atitudes corretas a se- rem observadas no trato com superi- ores e pares. - Identificar vícios de linguagem que devem ser evitados. 1. Tratamento entre militares. a. Modo correto de tratar os supe- riores e pares. b. Vícios de linguagem que devem ser evitados. c. Defeitos mais comuns a serem corrigidos. B-102 (CH) Comportar-se adequada- mente às refeições. Durante as refeições. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: disci- plina e entusiasmo profissio- nal. O instruendo deverá de- monstrar as atitudes ade- quadas durante as refei- ções. - Utilizar, corretamente, a bandeja, talheres e outros utensílios. - Descrever a conduta preconizada nas NGA da OM. - Proceder, corretamente, quando da entrada do Cmt/ Ch/ Dirt OM ou autori- dade superior no rancho, durante a refeição. -Apresentar um comportamento ade- quado nas refeições. 2. Boas maneiras durante as refeições. a. Comportamento adequado na linha de servir e à mesa. b. Uso correto da bandeja, talhe- res e marmita. c. Principais vícios a serem corri- gidos. B-103 (OP) (CH) Tratar corretamente o públi- co externo. Em qualquer situação. - O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: disci- plina. O instruendo deverá tratar o público externo com polidez e fineza, mas com firmeza. - Descrever os procedimentos corre- tos com o público externo. - Compreender a firmeza de atitudes e o tratamento cortês, como base para a obtenção da autoridade. De- monstrar esses procedimentos. 3. Tratamento com o público. a. Urbanidade. b. Idosos, senhoras e crianças. B-104 (CH) (OP) Comportar-se, adequada- mente, em situações dentro e fora do quartel. Durante as formaturas, re- vistas, leitura de boletins, após o silêncio e em qualquer outra situação de rotina interna ou fora do quartel. - O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: disci- plina. O instruendo deverá: - demonstrar atitudes e pro- cedimentos adequados; e - cumprir os horários estabe- lecidos. - Descrever o procedimento indivi- dual na execução das principais rotinas internas da OM. - Compreender a importância do papel que cada militar desempenha como representante do Exército, em qual- quer situação, seja em quartéis ou no meio civil. -Demonstrar esses procedimentos. 4. Procedimento individual em relação às principais rotinas internas da OM. a. Horários. b. Formaturas . c. Revistas. d. Leitura do Boletim, etc. 5. Situações diversas fora do quartel. a. Conduta do Soldado no meio civil. b. Procedimentos em locais públicos. c. Conduta durante os desloca- mentos de casa para o quartel e vice-versa.
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    36.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:2 h 3. CAMUFLAGEM NOTURNO: 2 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-101 (TE) Executar a camuflagem indi- vidual. Tendo à sua disposição o bastão de camuflagem e material natural, o Instruendo realizará sua camuflagem individual a missão ao mili- tar, procedendo a sua dissi- mulação, em face da obser- vaçãodo inimigo terrestre. O instruendo deverá ser observado de posições distintas, apresentando correta camuflagem indivi- dual para as operações diurnas e se ocultando no ambiente em que se encon- tra. Poderá ser combinada com a realização do OII B-102 e 103 da Mat 14 - ObservaçãoeOrien- tação. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: dis- ciplina e responsabilidade. O instruendo deverá apre- sentar uma correta camufla- gem para as operações diurnas. - Identificar os princípios básicos da camuflagem, particularmente a individual. - Identificar materiais naturais e artifi- ciais adequados para a camuflagem individual. - Demonstrar as técnicas de camu- flagem individual (inclusive da arma e do equipamento) para as opera- ções diurnas e noturnas. 1. Camuflagem. a. Definição. b. Processos. c. Material empregado. 2. Camuflagem individual. a. Dissimulação. b. Problemas decorrentes do terre- no, dos materiais disponíveis e da observação inimiga terrestre e aérea. 3. Disciplina de camuflagem. 4. Manutenção da camuflagem. 5. Camuflagem para as operações diurna e noturna.
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    37.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:6 h 4. COMUNICAÇÕES NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-101 ( OP ) Receber e transmitir, ver- balmente, uma mensagem simples. Será apresentada ao Ins- truendo uma mensagem com três idéias simples, que produza uma mensagem de retorno, com duas idéias simples. A tarefa será cumprida medi- ante a realização de um per- curso através campo de até 500 m. Poderá ser combinada com a realização do OII B 102 e 103 da Mat Nr 17-Técnicas Espe- ciais, no 1º Acampamento. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: res- ponsabilidade; iniciativa; coragem; e persistência. O instruendo deverá cumprir a tarefa, mantendo a fidelidade das cinco idéias a serem transmitidas. - Descrever os deveres e os proce- dimentos do mensageiro. - Avaliar a importância da missão do mensageiro. - Demonstrar a capacidade de trans- mitir, verbalmente, uma mensagem. 1. Mensagens. a. Noções básicas. b. Classificação quanto à segu- rança e à precedência. c. Mensagens escritas e verbais. 2. Mensageiro. a. Deveres. b. Modo de atuação. c. Tipos.
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    38.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:6 h 4. COMUNICAÇÕES NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-102 (OP) Retransmitir a mensagem. Em um local que permita o escalonamento de 20 a 30 m entre os homens, o instrutor deverá transmitir uma men- sagem verbal curta ao pri- meiro instruendo da coluna. Após ter transmitido a men- sagem ao primeiro instruen- do, o instrutor deverá ir para o final da coluna para rece- ber a mensagem, depois da sua retransmissão por todos os instruendos da coluna. A mensagem deve chegar novamente ao instrutor, sem distorções que a façam perder o sentido ou o signifi- cado real. B-103 (OP) Atuar como mensageiro, em situação de combate Em um terreno que permita deslocamento através do campo, deve ser montado um percurso com diversos incidentes, tais como: - Ferido amigo; - Inimigo morto; - Zonas batidas por fogos;. - Patrulha amiga; - Atirador de emboscada; - Local de entrega da men- sagem. Cinco minutos antes de ser liberado, o instruendo deve receber carta ou esboço da região, bússola, indicação do itinerário e a mensagem a ser transmitida (de prefe- rência verbal). Sempre que possível, a instrução deve ser também noturna. - O instrutor deverá relacionar os OII com os atributos: dis- ciplina; iniciativa; responsa- bilidade; persistência; e co- ragem. Durante a execução da tarefa o instruendo deverá: - Ao receber a carta ou es- boço, identificar o percurso. - Ao receber a bússola, verifi- car o seu funcionamento. - Após receber a mensa- gem, memorizá-la e repeti-la. - Realizar o percurso sem desviar-se de seu objetivo. - Transmitir, ao final do per- curso, a mensagem sem deturpação que a faça per- der o seu significado e o seu sentido real. - Descrever a importância do men- sageiro. - Citar a missão do mensageiro. - Citar como se classificam os men- sageiros. - Descrever como são empregados os mensageiros. - Citar quais são as qualidades ine- rentes ao bom mensageiro. - Fazer a transmissão de mensagens de maneira rápida e segura. - Descrever as operações e cuidados a serem realizados e observados no recebimento e transmissão de men- sagens por mensageiros. - Distinguir mensageiro de escala de especial. - Descrever a diferença de atuar dos diversos tipos de mensageiros. 3. Mensageiro: a. Papel. b. Missão. c. Classificação. d. Emprego. e. Qualidades e seleção. f. Instrução a ser ministrada. g. Princípios a serem observados na transmissão de mensagens. h. Mensageiros duplos, de escala e especiais. 4. Conduta do mensageiro.
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    39.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO: 5.CONHECIMENTOS DIVERSOS NOTURNO: 4 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-101 ( AC ) Identificar os principais deveres e direitos do sol- dado. Deverão ser apresentadas situações constantes do boletim interno da OM, para a identificação de deveres e direitos dos soldados. O OII deverá ser cumprido na 1ª semana de instrução. O instruendo deverá res- ponder, corretamente, a maioria das questões for- muladas. - Descrever os principais deveres do Soldado. - Descrever os principais direitos do Soldado. - Descrever a sistemática da promo- ção a Cabo. - Descrever as condições de acesso ao CFST e às escolas de formação do EB (EsPCEx, AMAN e EsSA / OM com encargo de CFS). - Demonstrar o conhecimento dos seus deveres e direitos. 1. Deveres e direitos do Soldado: noção e características. 2. Principais deveres do Soldado. a. Dedicação e fidelidade à Pátria e ao Dever Militar. b. Culto aos Símbolos Nacionais. c. Probidade e lealdade em todas as circunstâncias. d. Disciplina, cumprimento de obrigações e ordens. e. Obrigações para com os supe- riores e pares. 3. Principais direitos do Soldado. a. Remuneração, alimentação, vestuário, assistência médica e dentária. b. Engajamento e reengajamento. c. Uso da designação hierárquica. d. Promoção, pensão militar e re- forma. e. Afastamentos temporários do serviço. f. Uso de uniformes, insígnias, emblemas e condecorações. g. Honras e sinais de respeito assegurados em leis e regula- mentos. h. Julgamento em foro especial, nos casos previstos em lei.
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    40.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO: 5.CONHECIMENTOS DIVERSOS NOTURNO: 4 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-102 ( AC ) Identificar, pelos nomes e funções, os oficiais da OM e os graduados da SU. No âmbito Pel/Sec, SU e OM, identificar o militar apontado, enunciando a sua função e atribuições. - O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: discipli- na. O instruendo deverá identi- ficar corretamente: - na 1a SI - Cmt e Sub Cmt OM, Cmt, Enc Mat, Sgte da SU e Of / Sgt do Pel/ Sec; - na 2a SI - demais Of / Sgt da SU; e - na 3a SI - demais Of da OM. - Identificar a GU enquadrante da OM e as demais OM (de combate, de apoio ao combate e de apoio logístico) compo- nentes dessa GU. - Identificar a organização geral da OM. - Identificar as OM da guarnição. - Localizar, no quartel, os principais órgãos e dependências. - Citar o nome de guerra dos Cmt Mil Á, RM / DE e Bda (ou equivalentes) que enquadram a OM. 4. Organização Geral do Comando enquadrante da OM. 5. Organização detalhada da OM. - Identificação das dependências das frações e da SU, das outras SU, das Sec EM e das demais instalações da OM - rancho, paiol, almoxarifado, Pel / Sec Trnp, Sec Sau, C Gd, Sec TFM, e outras. 6. Conhecimento e identificação de oficiais e graduados. a. Nome de guerra e função dos comandantes dos escalões operacionais e administrativos que enquadram a OM. b. Identificação e conhecimento de oficiais e graduados - funções e atribuições.
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    41.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO: 5.CONHECIMENTOS DIVERSOS NOTURNO: 4 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-103 ( AC ) Identificar as SU pertencen- tes à OM. Apresentada ao instruendo uma relação com a denomi- nação das SU / OM e 5 ou- tras (de variados tipos) a ela não pertencentes. O instruendo deverá identi- ficar o nome de todas as SU pertencentes à OM. Citar os seguintes nomes: - da GU a que pertence a OM; - da OM; e - das SU que pertencem à OM. 1. OM. - Organização. - Denominação das SU. B-104 ( AC ) Enunciar a missão das SU pertencentes à OM e dos Pelotões das respectivas SU. Apresentada ao instruendo uma relação com as missões das SU da OM e de 3 outras (de tipos variados) a ela não pertencentes, bem como dos Pel da respectiva SU e de 3 outros não pertencentes à mesma. O instruendo deverá identifi- car a missão de todas as SU da OM e dos Pel da respecti- va SU. Enunciar as seguintes missões: - da OM; - das SU da OM; e - dos Pel da respectiva SU. 2. Missões: - da OM; - das SU da OM; e - dos Pel da respectiva SU.
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    42.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:4 h 6. DEFESA DO AQUARTELAMENTO NOTURNO: 4 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-101 ( TA ) ( OP ) Participar da execução do Plano de Defesa do Aquarte- lamento (PDA). Em uma situação em que seja acionado o Plano de Defesa do Aquartelamento (PDA). - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: coo- peração; responsabilidade; e equilíbrio emocional. O instruendo deverá proce- der de acordo com as ordens recebidas e as Regras de Engajamento, constantes do PDA. - Identificar os procedimentos gerais e específicos relativos à defesa do aquartelamento. - Reconhecer sua participação no desencadeamento do Plano de Defe- sa do Aquartelamento . - Aplicar as Normas de Engajamento e os procedimentos relativos à defesa do aquartelamento, estando de servi- ço ou não. - Aplicar os procedimentos relativos à defesa do aquartelamento, no qua- dro da missão da SU. - Demonstrar a aplicação dos pro- cedimentos previstos no RISG, NGA/ OM e nas Regras de Engajamento, no caso de acionamento do Plano de Chamada e o PDA. - Comparecer ao aquartelamento, dentro do tempo previsto, quando acionado o Plano de Chamada. - Operar os meios de Comunicações utilizados no PDA. 1. Plano de Defesa do Aquartela- mento. a. Missão e atribuições da SU e fração. b. Missões e atribuições do soldado da guarda do quartel e da SU. c. Pontos Sensíveis da OM. d. Regras de Engajamento. 2. Situações extraordinárias. a. Identificação das situações extraordinárias da tropa e dos procedimentos respectivos. b. Plano de Chamada. c. Sinais de reunião ou alarme. d. Conduta do soldado para armar-se ou equipar-se.
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    43.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:5 h 7. EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA NOTURNO: 4 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-101 ( AC ) Identificar os Símbolos Nacionais e seus significa- dos. Serão apresentados os Sím- bolos Nacionais e formula- das perguntas aos Instruen- dos. - O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: entusi- asmo profissional. O instruendo deverá identifi- car e ter ciência dos símbo- los apresentados. - Definir Pátria. - Identificar as Instituições Nacionais e o Exército Brasileiro em seu con- texto. - Demonstrar conhecer os Símbolos Nacionais, com ênfase para o Hino e a Bandeira. 1. Pátria, Instituições e tradições nacionais. a. Conceitos. b. Principais fatos históricos relacionados. 2. Símbolos Nacionais. a. Significado. b. Importância para o culto do patriotismo. c. Exteriorização do respeito à Bandeira e ao Hino Nacional. d. Apresentação da Bandeira Nacional e das Bandeiras Históri- cas em formatura. B-102 ( AC ) Citar os principais dados biográficos do Patrono do Exército e da Arma (Qua- dro/ Serviço). Após apresentado um resu- mo dos dados do Duque de Caxias e do(s) Patrono (s) ligado(s) à(s) OM, serão formuladas perguntas aos instruendos. - O instrutor deverá rela- cionar o OII com o atributo: entusiasmo profissional. O instruendo deverá res- ponder, acertadamente à maior parte das perguntas. - Citar o nome do Patrono do Exército e dos Patronos ligados à OM. - Demonstrar as razões para a esco- lha desses Oficiais como Patro- nos. 3. Patrono do Exército e da Arma / Quadro / Serviço. a. Nome e títulos. b. Principais dados biográficos. B-103 ( AC ) Cantar o Hino Nacional. O canto deverá ser realizado com auxílio de regente e com música. - O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: entusi- asmo profissional. O instruendo deverá cantar corretamente o Hino Nacio- nal até o término da 1a SI. 4. Canto do Hino Nacional. B-104 ( AC ) Cantar a Canção do Exército. O canto deverá ser realizado com auxílio de regente e com música. - O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: entusi- asmo profissional. O instruendo deverá cantar corretamente a Canção do Exército até o término da 2a SI. 5. Canto da Canção do Exército.
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    44.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:5 h 7. EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA NOTURNO: 4 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-105 ( AC ) Cantar a Canção da Arma, Quadro ou Serviço. O canto deverá ser realizado com auxílio de regente e com música. - O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: entusi- asmo profissional. O instruendo deverá cantar corretamente a Canção da Arma até o término da 3a SI. 6. Canto da Canção da Arma. B-106 ( AC ) Cantar a Canção da OM. O canto deverá ser realizado com auxílio de regente e com música. - O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: entusi- asmo profissional. O instruendo deverá cantar corretamente a Canção da OM até o término da 4a SI. 7. Canto da Canção da OM. B-107 ( AC ) Cantar o Hino a Guarara- pes. O canto deverá ser realizado com auxílio de regente e com música. - O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: entusi- asmo profissional. O instruendo deverá cantar corretamente o Hino a Gua- rarapes até o término da 5a SI. 8. Canto do Hino à Guararapes. B-108 ( AC ) ( FC ) Identificar a atuação do EB na formação da nacionali- dade e nos fatos marcan- tes da vida brasileira. Após apresentada a atua- ção do Exército Brasileiro desde os seus primórdios, na formação da nacionalida- de e sua participação nos fatos marcantes da vida brasileira, remotos, recentes e atuais, serão formuladas perguntas aos Soldados. - O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: entusi- asmo profissional. O instruendo deverá responder, corretamente, à maior parte das perguntas. - A formação do Exército Brasileiro. - Atuação do Exército em fatos marcantes da vida brasileira: . Guararapes. . Independência. . Proclamação da República. . Guerras externas e internas . Intentona Comunista. . 2a Guerra Mundial. . Movimento democrático de 31 de março de 1964. . Contraguerrilha urbana e rural. - Participação em Operações de Manutenção da Paz, sob a égide da ONU e de outros organismos inter- nacionais: - FAIBRAS, SUEZ, COBRAMOZ, MOMEP, UNTAET, e outras. - O Exército Brasileiro como extrato da Sociedade Brasileira. - História do Exército Brasileiro. 9. O Exército e a Nação Brasileira.
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    45.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:5 h 7. EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA NOTURNO: 4 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-109 (AC) Descrever as características da sociedade brasileira. A descrição deve ser feita na seqüência ou ao final da instrução sobre o assunto. A descrição, verbal ou escrita, deve conter referência à multiplicidade étnica, ao pre- domínio da lei, ao respeito à vida, à busca da integração nacional e do aprimoramento da democracia e à(s) ativi- dade(s) econômica(s) pre- dominante(s) na respectiva região. - Citar os componentes étnicos da sociedade brasileira. - Citar os tipos de instituições exis- tentes na sociedade brasileira, exemplificando em termos locais. - Citar a(s) atividade(s) econômi- ca(s) predominante(s) na respectiva região. 10. Formação da nacionalidade brasileira. 11. Os tipos de instituições nacio- nais: - Família; - Escola; - Igreja(s); e - Forças Armadas. 12. Ocupação do território brasilei- ro. 13. Evolução econômica do País, com ênfase para a respectiva região. B-110 (AC) Identificar os princípios fundamentais da Constitu- ição Federal (CF). A descrição deve ser feita na seqüência ou ao final da instrução sobre o assunto. A identificação, verbal ou escrita, deve conter as idéias constantes do Art 1º / CF e a destinação constitucional das Forças Armadas. - Citar os fundamentos do Brasil como Estado democrático de direito. - Citar os objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil. - Citar a destinação constitucional do Exército Brasileiro. 14. Título I e Cap II do Título V da Constituição Federal.
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    46.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO: 8.FARDAMENTO NOTURNO: 2 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-101 (OP) (CH) Usar corretamente o far- damento. Em qualquer situação de rotina interna, em solenida- des, em vias e lugares públicos e em eventos so- ciais. O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: entu- siasmo profissional e disci- plina. O instruendo deverá apresen- tar-se com: - a cobertura corretamente utilizada; - os calçados limpos; - as peças metálicas brilhan- tes e limpas ; - os uniformes passados, limpos e em bom estado; - os vincos nas calças e nas camisas; e - as peças dos uniformes ajustadas e corretamente colocadas. - Identificar a composição dos uni- formes do Soldado. - Descrever os cuidados para manter os uniformes em bom estado e com boa apresentação. - Participar de revistas de mostra de fardamento. - Demonstrar o uso correto do uni- forme. 1. Peças componentes dos diver- sos uniformes do Soldado. 2. Dotação. 3. Tempo de duração previsto para cada peça. 4. Cuidados para melhor conserva- ção. 5. Limpeza. 6. Uso correto dos uniformes. 7. Adaptação aos calçados, em especial ao coturno. 8. Importância da boa apresenta- ção para o militar e para o Exército. 9. Importância da arrumação do armário na boa apresentação do fardamento.
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    47.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO: 9.HIERARQUIA E DISCIPLINA NOTURNO: 4 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERME- DIÁRIOS ASSUNTOS B-101 ( AC ) Executar os sinais de respeito e a continência individual. Deverão ser apresentadas situações corriqueiras da vida no quartel, incluindo: - militar como condutor ou passageiro de viatura auto- móvel; - militar acompanhando su- perior hierárquico; -militar presenciando o hasteamento da Bandeira Nacional ou canto do Hino Nacional Brasileiro; - militar presenciando a ren- dição da parada diária; e - militar em situações di- versas, durante o serviço de escala na SU e na guarda do quartel. O OII deverá ser cumprido até a 3ª SI. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: en- tusiasmo profissional e dis- ciplina. O instruendo deverá proce- der, corretamente, nas situ- ações apresentadas. - Identificar as diversas formas de manifestação dos sinais de respeito em situações diversas. - Demonstrar o tratamento correto entre militares das Forças Armadas e das Forças Auxiliares. - Descrever o significado e os pro- cedimentos para a continência indi- vidual a pé firme e em deslocamento. - Executar a continência individual em diferentes situações. - Proceder à apresentação individual nas seguintes situações: . no interior da OM; e . fora da OM. - Proceder, corretamente, para reti- rar-se da presença de superior. - Demonstrar os sinais de respeito na vida diária da OM. 1. Sinais de respeito. a. Precedência entre militares. b. Tratamento com superiores e pares. c. Atendimento a chamado de superior. 2. Continência individual. a. Significado. b. Direito à continência. c. Elementos essenciais. d. Procedimento normal. 1) A pé firme e em deslocamento. 2) Armado e desarmado. 3) À Bandeira e ao Hino Nacionais 4) Ao Cmt OM. 5) À tropa. 6) À Sentinela. e. Procedimento em situações diversas: 1) A cavalo ou em bicicleta. 2) Conduzindo veículo auto ou motocicleta. 3) Como passageiro de veículo. 4) Portando mensagem ou com um ou ambos os braços ocupa- dos. 5) Em trajes civis. 6) No meio civil. 3. Apresentação Individual. 4. Cumprimento de ordens. B-102 ( AC ) ( OP ) Identificar os distintivos correspondentes aos postos e graduações das Forças Armadas. Serão apresentados os dis- tintivos em uso nas Forças Armadas, com ênfase para os de uso corrente na OM e na guarnição. - O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: disci- plina. O instruendo deverá identi- ficar, corretamente, os dis- tintivos apresentados. Identificar: - os distintivos dos postos e gradua- ções das Forças Armadas. - os distintivos de cursos e estágios em uso no Exército. 5. Postos e graduações das Forças Armadas.
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    48.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:11 h 10. HIGIENE E PRIMEIROS SOCORROS EM COMBATE NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-101 ( CH ) Manter o asseio corporal e a higiene oral. Durante as atividades no quartel e em campanha. O instruendo deverá: - fazer a higiene matinal e noturna; - demonstrar cuidados com a higiene da boca e dos dentes; - realizar a higiene bucal após as refeições; - tomar banho ao menos uma vez ao dia; - trocar de uniforme e de roupa de cama, sempre que possível e necessário; e - ficar atento ao aparecimen- to de doenças de pele e outras, em si e em seus companheiros, alertando os seus comandantes imedia- tos. - Identificar as doenças sexualmente transmissíveis (DST). - AIDS - modos de transmissão. - Descrever os procedimentos para evitar as DST e a AIDS. - Praticar hábitos de higiene neces- sários à convivência social - uso e limpeza de instalações e áreas coletivas. - Demonstrar hábitos de higiene pes- soal no quartel e em campanha. 1. Asseio corporal e higiene oral. a. Importância para a manutenção da saúde e para o convívio social. b. Principais doenças causadas pela falta de asseio corporal e da higiene oral. c. Banho, corte de unhas e cabe- los. d. Higiene oral - uso da escova e do fio dental. Importância da visita periódica ao dentista. e. Uso de uniformes e de roupas de cama limpos. 2. Higiene sexual. a. DST - modos de transmissão. b. DST - tratamento e conse- qüências. c. Profilaxia das DST. 3.AIDS. a. Modos de contágio: - contato sexual; - agulhas contaminadas; e - contato com sangue contamina- do. b. Tratamento e conseqüências. 4. Doenças transmissíveis mais comuns. a. Modos de transmissão. b. Medidas preventivas mais efica- zes. c. Tratamento e conseqüências. d. Cuidados na ingestão de ali- mentos e de água. 5. Limpeza e higiene das áreas e instalações coletivas. a. Faxina diária. b. Importância e necessidade de limpeza.
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    49.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:11 h 10. HIGIENE E PRIMEIROS SOCORROS EM COMBATE NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-101 ( CH ) Manter o asseio corporal e a higiene oral. ( Continuação) Durante as atividades no quartel e em campanha. c. Responsabilidade individual e do pessoal de serviço. 6. Utilização correta das instala- ções coletivas. a. Áreas de banho e instalações sanitárias. b. Cozinhas e refeitórios. c. Alojamentos. d. Áreas de instrução. B-102 ( HT ) Realizar a avaliação inicial de uma vitima, aplicando técnicas de primeiros so- corros adequadas a: - fratura de membro; - hemorragia; - queimadura; e - efeitos do frio e do calor. Transportar doentes e feri- dos. Deverão ser simuladas, rea- listicamente, situações que exijam a aplicação dessas técnicas. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: coo- peração; iniciativa; equilíbrio emocional; e autoconfiança. O instruendo deverá de- monstrar desempenho acei- tável na prestação dos pri- meiros socorros. - Compreender a importância de bus- car-se auxílio médico imediato. - Demonstrar as técnicas de estancar a hemorragia, proteger o ferimento e prevenir o choque. - Demonstrar a utilização do curativo individual e do kit de 1º socorros. - Demonstrar as técnicas de imobili- zação de fraturas, inclusive com meios de fortuna. - Aplicar as medidas preventivas e de primeiros socorros aos militares afetados pelo frio ou pelo calor. - Realizar o transporte de feridos com meios convencionais e improvisados. 7. As três medidas salva-vidas. a. Estancar a hemorragia. b. Proteger o ferimento. c. Prevenir o choque. 8. Curativo individual: - artigos adicionais necessários. 9. Fraturas. 10. Acidentes produzidos pela exposição continuada ao calor e ao frio intensos (a ser ministrado em função das condições climáti- cas vividas na OM). 11. Ferimentos e hemorragias. 12. Acidentes mais comuns nos meios militar e civil. B-103 ( HT ) Socorrer vítimas de pica- das. Deverão ser simuladas, rea- listicamente, situações que exijam a aplicação dessas técnicas. O instruendo deverá pres- tar os primeiros socorros adequados. - Descrever os sintomas que ocor- rem nos casos de acidentes causa- dos por animais peçonhentos. - Demonstrar as técnicas de pri- meiros socorros a serem aplicadas a cada caso. 13. Acidentes mais comuns causa- dos por animais peçonhentos: a. Cobras. b. Aranhas, lacraias e escorpiões. c. Abelhas e marimbondos. B-104 ( HT ) Socorrer vítimas de envene- namento. Deverão ser simuladas, rea- listicamente, situações que exijam a aplicação dessas técnicas. - O instrutor deverá relacionar os OII com os atributos: coo- peração; iniciativa; equilíbrio emocional; e autoconfiança. O instruendo deverá pres- tar os primeiros socorros adequados. - Descrever os sintomas que ocor- rem nos casos de envenenamento. - Compreender a importância de bus- car-se auxílio médico imediato. - Demonstrar as técnicas de primei- ros socorros a serem aplicadas. 14. Envenenamento causado por ingestão acidental de substância tóxica ou alimento deteriorado - casos mais comuns. 15. Cuidados no manuseio e consumo de alimentos, particu- larmente enlatados e empacota- dos.
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    50.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:11 h 10. HIGIENE E PRIMEIROS SOCORROS EM COMBATE NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-105 ( HT ) Socorrer vítimas de afoga- mento. Deverão ser simuladas, realis- ticamente, situações que exijam a aplicação dessas técnicas. - O instrutor deverá relacionar os OII com os atributos: co- operação; iniciativa; equilí- brio emocional; e autoconfi- ança. O instruendo deverá ventilar os pulmões da vítima o mais cedo possível. - Descrever os riscos existentes durante o salvamento na água. - Compreender a importância de bus- car-se auxílio médico imediato. - Demonstrar as técnicas de primei- ros socorros a serem aplicadas em caso de afogamento. - Demonstrar as principais técnicas de reanimação. 16. Afogamento. a. Causas mais comuns de aciden- tes. b. Cuidados importantes a serem adotados na preparação do uni- forme e do equipamento para a instrução em meio aquático. c. Cuidados a serem observados na execução do salvamento. d. Técnicas de respiração artifici- al. B-106 (OP) Aplicar o curativo individual de primeiros socorros. Apresentados um ferido simu- lado e o pacote de curativo individual. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: auto- confiança e responsabilida- de. O instruendo deverá: - abrir, adequadamente, o pacote de curativo; - não tocar nas partes este- rilizadas; - aplicar a substância que acompanha o curativo indivi- dual; e - aplicar o curativo sobre o ferimento e amarrá-lo. - Identificar o pacote de curativo individual e as substâncias adicionais nele existentes. - Utilizar o pacote. 17. Materiais de primeiros socor- ros: a. Curativo individual. b. Substâncias adicionais. B-107 (OP) Socorrer os feridos com queimaduras. Em uma situação simulada, pacientes apresentam quatro queimaduras em diferentes locais do corpo humano e de graus diversos. O instruendo deverá: - realizar todas as opera- ções, de acordo com as normas e as prescrições da técnica do curativo conside- rado; e - atender às características do local, do grau e da ex- tensão da queimadura. B-108 (OP) Socorrer pacientes com sintomas de hipotermia Em uma situação simulada, pacientes apresentam sin- tomas de hipotermia. - O instrutor deverá relacionar os OII com os atributos: au- toconfiança; equilíbrio emo- cional; responsabilidade; e cooperação. O instruendo deverá realizar todas as operações, de a- cordo com as normas e as prescrições de primeiros socorros. - Citar as medidas preventivas e de primeiros socorros dos acidentes causados pelo frio, sol e calor. 18. Efeitos do frio e queimaduras.
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    51.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:11 h 10. HIGIENE E PRIMEIROS SOCORROS EM COMBATE NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-109 (OP) Socorrer o paciente com fratura. Colocar as talas necessá- rias no paciente. Em uma situação simulada, um paciente apresenta uma fratura em local que exige a colocação de talas. É oferecido aos militares o material necessário. O instruendo deverá: - citar o nome do tipo do curativo adequado; e - realizar todas as operações, corretamente. - Identificar os sinais objetivos de uma fratura, para possível imobili- zação e cuidados de primeiros socorros. - Identificar o material de imobiliza- ção de primeiros socorros. - Utilizar o material apresentado e outros meios de fortuna. - Descrever os processos de imobili- zação. 19. Fraturas: - Sinais objetivos de fratura: edema, tumoração, calor local, impotência funcional. 20. Imobilizações: a. Materiais de imobilização de primeiros socorros; meios de fortuna. b. Processos de imobilização. B-110 (OP) Estancar a hemorragia. Em uma situação simulada, um paciente apresenta uma hemorragia externa, perfei- tamente localizada. É forne- cido o material necessário ao socorro do paciente. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: autocon- fiança; equilíbrio emocional; responsabilidade; e coopera- ção. O instruendo deverá: - citar o nome do método indicado para o caso; - realizar as medidas adequa- das, de acordo com as nor- mas e prescrições do méto- do; e - observar, rigorosamente, as condições de assepsia. - Enumerar as diferenças entre os tipos de hemorragias. - Descrever os métodos de estan- camento de hemorragias. - Relacionar, a cada situação, um método de estancamento de hemor- ragia. 21. Hemorragias: a. Tipos de hemorragias: 1) Capilar; 2) Arterial; e 3) Venosa. b. Métodos de estancamento: 1) Garroteamento; 2) Pinçamento; 3) Torniquete; 4) Tamponamento; e 5) Pressão sobre a ferida.
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    52.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:11 h 10. HIGIENE E PRIMEIROS SOCORROS EM COMBATE NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-111 (HT) Construir uma instalação sanitária ou uma fossa de detritos. Dados os materiais neces- sários e o local. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: au- toconfiança; equilíbrio emo- cional; responsabilidade; cooperação; e disciplina. O instruendo deverá observar as dimensões adequadas a cada tipo de construção. - Conceituar higiene. - Avaliar a importância da higiene para o bom funcionamento do corpo. - Enumerar as conseqüências da falta de higiene. - Descrever como se faz a higiene do corpo. - Citar os procedimentos adequados para as marchas e os estacionamen- tos. - Citar os tipos de instalações sanitá- rias de campanha. - Descrever a utilização das instala- ções sanitárias de campanha. - Descrever a técnica de fechar as instalações sanitárias de campanha. 22. Higiene militar: a. Higiene individual: 1) Definição; 2) Importância da higiene; 3) Doenças causadas pela falta de higiene; e 4) Higiene das diversas partes do corpo: a) Mãos; b) Cabeça; c) Tronco; d) Pés; e e) Partes ocultas. b. Higiene nas marchas e estacio- namentos: procedimentos para as marchas e estacionamentos. c. Instalações sanitárias: 1) Tipos; 2) Utilização; e 3) Fechamento.
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    53.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:2 h 11. INSTRUÇÃO DE APRONTO OPERACIONAL NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-101 (TE) Identificar as situações extraordinárias da tropa: Si- tuação de Apronto Opera- cional (SAO) e Situação de Ordem de Marcha (SOM). A identificação deve ser feita no final da instrução sobre o assunto. A identificações, verbal ou escrita, devem abordar a caracterização e peculiarieda- des das situações extraordi- nárias da tropa, SAO e SOM. - Citar as situações extraordinárias da tropa. - Caracterizar as situações extraordinárias da tropa. - Descrever os procedimentos dos militares quanto desencadeado as situações extraordinária da tropa, SAO e SOM. 1. Situações Extraordinária da Tropa: . Sobreaviso; e . Prontidão. 2. Situação de Apronto Ope- racional (SAO). 3. Situação de Ordem de Marcha (SOM). B102 (TE) Executar o aprestamento individual. Após apresentado aos ins- truendos a organização dos fardos abertos, de combate e de bagagem, será determi- nado o aprestamento indivi- dual, segundo as orienta- ções contidas no PIM. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: disci- plina e responsabilidade. O instruendo deverá acon- dicionar corretamente, com desembaraço e rapidez, todo o material e suprimen- to individual em seus três fardos. - Preparo do Fardo Aberto. - Preparo do Fardo de Combate. - Preparo do Fardo de Bagagem. - Normas e peculiaridades constantes das NGA / GU e/ou U. 4. Aprestamento Individual: . Fardo Aberto; . Fardo de Combate; e . Fardo de Bagagem. 5. Normas e procedimentos da GU e/ou U. 6. Aprestamento da SU: - Normas e procedimentos.
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    54.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:4 h 12. JUSTIÇA E DISCIPLINA NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERME- DIÁRIOS ASSUNTOS B-101 ( AC ) ( OP ) Citar as recompensas a que faz jus o Soldado. Deverão ser formuladas perguntas sobre situações retiradas dos BI e da vida diária da OM, podendo, tam- bém, ser explorados casos ocorridos em outras OM. Deverá ser ministrada na 1ª SI. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: dis- ciplina e responsabilidade. O instruendo deverá res- ponder corretamente a maior parte das perguntas. - Compreender o significado e a importância da disciplina. - Demonstrar conhecer as recom- pensas a que faz jus o militar. 1. Recompensas. 2. Conceituação. 3. Tipos: a. Elogio e referência elogiosa; b. Dispensas do serviço; e c. Dispensa da revista do recolher. d. Condecorações por serviços prestados em campanha. e. Condecorações por serviços prestados em tempo de paz: - Medalha do Pacificador. - Medalha do Pacificador com Palma; e - Medalha de Mérito 1ª e 2ª Classe. f. Diploma de Melhor Atirador Combatente, Combatente de Melhor Aptidão Física e Praça Mais Distinta. g. Diploma de Mérito. h. Outros diplomas. B-102 ( AC ) ( OP ) Identificar as transgres- sões disciplinares e suas conseqüências no com- portamento militar. Deverão ser formuladas perguntas sobre situações retiradas dos BI e da vida diária da OM, podendo, tam- bém, ser explorados casos ocorridos em outras OM. Deverá ser ministrada na 1ª SI. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: disci- plina e responsabilidade. O instruendo deverá responder, corretamente, a maior parte das perguntas. - Interpretar a transgressão como violação da disciplina. - Identificar as principais transgres- sões definidas no R4. - Descrever o significado da puni- ção disciplinar. - Descrever as conseqüências das punições disciplinares. - Citar as causas e as conseqüências de mudanças de comportamento. - Demonstrar conhecer o significado do comportamento militar. 4. Transgressões disciplinares. a. Definição. b. Classificação. c. Causas de justificação, circuns- tâncias atenuantes e agravantes. d. Tipos mais comuns. 5. Penas disciplinares. a. Natureza e amplitude. b. Gradação. c. Execução. d. Anulação, atenuação, releva- ção e agravação.
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    55.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:4 h 12. JUSTIÇA E DISCIPLINA NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERME- DIÁRIOS ASSUNTOS B-102 ( AC ) ( OP ) Identificar as transgres- sões disciplinares e suas conseqüências no com- portamento militar. (Continuação) O instruendo deverá responder, corretamente, a maior parte das perguntas. 6. Comportamento. a. Classificação. b. Mudança de comportamento. c. Conseqüências para a vida militar e civil: 1) Engajamento e reengajamen- to. 2) Promoção a Cabo. 3) Matrícula no CFST e concurso para escolas militares e órgãos públicos civis. 4) Licenciamento a bem da disci- plina. B-103 ( AC ) Identificar os crimes mili- tares e suas conseqüên- cias Deverão ser descritas situa- ções que configurem crimes militares, crimes civis e transgressões disciplinares e formuladas perguntas aos instruendos. Deverá ser ministrada até a 2ª SI. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: dis- ciplina e responsabilidade. O instruendo deverá res- ponder, corretamente, a maior parte das perguntas. - Distinguir crime militar de transgres- são disciplinar: - Descrever ausência e deserção (deverá ser ministrada na 1ª SI). - Descrever abandono de posto. - Descrever insubordinação e desaca- to. - Demonstrar as conseqüências do crime militar. 7. Crimes militares. a. Conceito. b. Crimes de maior ocorrência no meio militar, capitulados no Manu- al do Soldado. c. Insubordinação. d. Deserção. e. Penas em tempo de paz e de guerra. f. Julgamento nas Auditorias Milita- res. B-104 ( AC ) Descrever o papel da Polí- cia do Exército (ou dos elementos que eventual- mente realizam suas tare- fas na guarnição). Deverão ser apresentadas situações que caracterizem o emprego da PE, em face da ocorrência dos proble- mas mais comuns e for- muladas perguntas aos ins- truendos. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: dis- ciplina e responsabilidade. O instruendo deverá res- ponder, corretamente, a maior parte das perguntas. - Descrever as principais atribuições da Polícia do Exército. - Identificar os elementos com atri- buições de Polícia do Exército na guarnição. 8. Polícia do Exército. a. Atribuições. b. Respeito e acatamento à sua ação. c. Missões mais comuns.
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    56.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:25 h 13. LUTAS NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-101 (TE) Para o combate à baioneta, entrar na posição de: - “Em guarda”; - “Em guarda curta”; e - “Em guarda alta”. O instrutor deverá orga- nizar os instruendos em grupos, armados com fuzil e baioneta e dispostos em local am- plo, da seguinte forma: - duas fileiras, com as frentes voltadas para o interior, com uma distân- cia de 10 passos uma da outra e intervalos de 3 passos entre os instru- endos. Em seguida, serão dados, pelo instru- tor, os comandos de: - “Em guarda”; - “Em guarda curta”; e - “Em guarda alta”. - O instrutor deverá rela- cionar o OII com o atri- buto: entusiasmo pro- fissional. Ao comando de “Em guarda”, os instruendos deverão: - fazer frente para o adversário; - colocar o pé esquerdo ligeiramen- te à frente e à esquerda; - manter a baioneta à frente, a- pontando para a garganta do ini- migo; - estender o braço esquerdo, deixando-o ligeiramente flexio- nado e empunhando o fuzil pelo guarda- mão. A mão direita deve- rá segurar o fuzil pelo delgado. - manter o peso do corpo distribu- ído em ambas as pernas, de modo a poder deslocar-se em qualquer direção. Ao comando de “Em guarda cur- ta”, os instruendos deverão: - fazer frente para o adversário; - adotar uma posição de boa base, com o pé esquerdo um pouco à frente e à esquerda. A mão es- querda deverá segurar a arma pelo guarda-mão e a mão direita empunhar o fuzil pelo punho. Ao comando de “Em guarda alta”, os instruendos deverão: - fazer frente para o adversário; - adotar uma posição de boa base, com o pé esquerdo um pouco à frente e à esquerda; - colocar a mão esquerda na altura do ombro esquerdo, empu- nhando o fuzil pelo guarda-mão. A arma deve estar diagonalmente à frente do corpo, sendo segura no delgado pela mão direita; - manter o carregador voltado para a frente. Demonstrar as operações a serem realizadas para as posições: - “Em guarda”; - “Em guarda curta”; e - “Em guarda alta”. 1. Princípios do combate à baio- neta. 2. Posições adotadas no combate à baioneta: a. “Em Guarda”; b. “Em Guarda curta”; e c. “Em Guarda alta”.
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    57.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:25 h 13. LUTAS NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-102 (TE) Para o combate à baioneta, mudar de posição e de frente. Estando os instruendos em uma das posições de com- bate à baioneta, o instrutor dará o comando para a mu- dança de posição. Estando os instruendos na posição em guarda, o ins- trutor dará o comando para a mudança de frente. Ao comando para passar de uma posição para a outra, os instruendos deverão adotar a nova posição com energia, realizando os mo- vimentos com precisão e desembaraço. Ao comando para mudar de frente, os instruendos deverão trazer a arma à posição de guarda alta, girar para a nova frente comandada e retornar à posição em guarda. - Demonstrar os procedimentos reali- zados para mudar de posição. 3. Mudanças adotadas no comba- te à baioneta: a. mudança de posição; e b. mudança de frente. B-103 (TE) Realizar a pontada a fundo e o arrancamento. Estando os instruendos na posição em guarda, o instru- tor dará o comando para a pontada a fundo e arranca- mento. - O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: auto- confiança. Ao comando para a ponta- da a fundo e arrancamento, os instruendos deverão: 1. Par a a pontada a fundo: - avançar a perna direita; - realizar uma estocada à frente, distendendo o corpo (distensão completa quando o pé atingir o chão); - manter os olhos no ponto de ataque durante o movi- mento; e - apoiar a coronha no ante- braço direito. 2. Para o arrancamento: - avançar a perna traseira (es- querda), procurando levantar a baioneta; e - arrancar com a mesma força que enfiou, inclinando o corpo para trás. - Demonstrar as operações a serem executadas durante a realização de pontada a fundo e para o arranca- mento. 4. Pontada a fundo e arranca- mento.
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    58.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:25 h 13. LUTAS NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-104 (TE) Realizar a pontada curta e o arrancamento. Estando os instruendos na posição em guarda, o ins- trutor dará o comando para a pontada curta e arran- camento. O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: auto- confiança. Ao comando para a pontada curta e o arrancamento, os instruen- dos deverão: 1. Para a pontada curta: avançar um pouco a perna traseira. - realizar uma estocada à frente, distendendo o corpo; - manter os olhos no ponto de ataque. 2. Para o arrancamento: avançar a per- na traseira (esquerda); e - arrancar a arma, inclinando o corpo para trás. - Demonstrar as operações a serem realizadas durante a pontada curta e arrancamento. 5. Pontada curta e arrancamento. B-105 (TE) Realizar batida (à direita ou à esquerda). Estando os instruendos na posição em guarda, o instrutor dará o comando para uma batida à direita ou à esquerda. Ao comando para batida à direita ou à esquerda, os instruendos deverão: 1. investir à frente com uma pontada a fundo e, ao mesmo tempo, lançar a arma diagonal- mente à frente, e à esquerda (direita); e 2. limitar o movimento na dia- gonal à frente, para desviar a baioneta inimiga. À medida que a baioneta atingr a lâmina adver- sária, desviando-a da direção do corpo, deve-se continuar o mo- vimento à frente, numa ponta- da. - Citar as finalidades das batidas. - Demonstrar as operações a serem realizadas durante a batida. 6. Batidas à direita e à esquerda. B-106 (TE) Realizar pancada verti- cal com a coronha. Estando os instruendos na posição em guarda, o ins- trutor dará o comando para pancada vertical. O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: auto- confiança. Ao comando de pancada verti- cal, os instruendos deverão: 1. avançar com a perna traseira; 2. levar a coronha para a frente e para cima, descrevendo um arco no plano vertical, em direção à virilha, ao plexo solar ou ao queixo do inimigo. - Demonstrar as operações a serem realizadas para a pancada vertical. 7. Pancada vertical.
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    59.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:25 h 13. LUTAS NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-107 (TE) Realizar pancada com coice. Criada uma situação em que, após realizada a pancada verti- cal, o inimigo evita o golpe, recuando, o instrutor dará o comando para a pancada com coice. - O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: autoconfi- ança. Ao comando para a pancada com coice, os instruendos deverão: - avançar a perna traseira; e - estando a arma na horizon- tal, dirigir a chapa da soleira contra a cabeça do inimigo. - Demonstrar as operações a serem realizadas para a pancada com coice. 8. Pancada com coice. B-108 (TE) Realizar pancada horizontal. Estando os instruendos na posição em guarda, o instrutor dará o comando para a panca- da horizontal. O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: autocon- fiança. Ao comando para a pancada horizontal, os instruendos deverão: - avançar a perna traseira; e - girar a coronha em arco, diagonalmente, para cima e em direção à cabeça ou ao corpo do adversário, atingin- do-o com a chapa da soleira. - Demonstrar as operações a serem realizadas para a pancada horizontal. 9. Pancada horizontal.
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    60.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:25 h 13. LUTAS NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-109 (TE) Realizar golpe cortante. Criada uma situação em que, após realizada a pancada com coice, o inimigo evita o golpe, recuando ou caindo, o instru- tor dará o comando para o golpe cortante. - O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: auto- confiança. Ao comando para o golpe cortante, os instruendos deve- rão: - avançar a perna traseira; - cortar diagonalmente para baixo com a baioneta; e - orientar o golpe em direção à junção do pescoço com o ombro. - Demonstrar as operações a serem realizadas para o golpe cortante. 10. Golpe cortante. B-110 (TE) Realizar uma série com batida, pontada a fundo, pancada vertical com a coronha, pancada com coice e golpe cortante. Estando os instruendos na posição em guarda, o instru- tor dará o comando para a realização de uma série de golpes: batida, pontada, pan- cada e golpe cortante. - O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: autocon- fiança. Ao comando para a série de golpes, os instruendos de- verão executá-los, voltando, ao final de cada um, à posi- ção em guarda. - Demonstrar as operações para a realização de uma série com batida, pontada, pancada e golpe cortante. 11. Combinação de pontada, batida, pancada e golpe cortante. B-111 (TE) Realizar os golpes de combate em manequins. Estando os instruendos arma- dos de fuzil com baioneta e dado um manequim. - O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: auto- confiança. Os instruendos deverão reali- zar corretamente os golpes no manequim, observando todos os detalhes. - Executar os golpes de combate. 12. Combate diurno e noturno. B-112 (CF) Participar de uma sessão de lutas. As condições são as previs- tas no C 20-50 e no PIM. To- das as atividades deverão ser precedidas de demons- tração e realizadas de for- ma gradual. A duração das sessões e a freqüência semanal de- verão ser de acordo com o previsto no PIM. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: cora- gem e disciplina. O instruendo deverá realizar corretamente os movimentos descritos no C 20-50 De acordo com o C 20-50 e PIM. 13. A Sessão de Lutas. a. Aquecimento. b. Trabalho principal: c. Volta à calma.
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    61.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:10 h 14. MARCHAS E ESTACIONAMENTOS NOTURNO: 2 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-101 ( OP ) Realizar a 1ª marcha a pé. Para as OM com disponibili- dade de estradas: marcha de 8 Km - Diurna. Uniforme 4º A1, com gorro. Equipamento aliviado. Para as OM sem disponibili- dade de estradas: marcha de 2 horas - Diurna. Deverá ser realizada na 5ª SI. Obs: À realização deste OII deve seguir-se a do OII 12 B- 103. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: disci- plina e persistência. O instruendo deverá execu- tar, corretamente, os proce- dimentos de marcha e che- gar em boas condições físi- cas e com o equipamento bem ajustado. Deverá demonstrar cuidado com seu armamento durante a marcha e no alto-horário. B-102 ( OP ) Realizar a 2ª marcha a pé. Para as OM com disponibili- dade de estradas: marcha de 12 Km - Diurna. Deve percor- rer cerca de 2 Km em trilhas ou através do campo. Uni- forme 4º A1, com capacete, e equipamento completo. Deverá ser realizada na 9ª SI. Para as OM sem disponibili- dade de estradas: marcha de 3 horas - Diurna. Obs: À realização deste OII deve seguir-se a do OII 12 B- 104. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: disci- plina e persistência. O instruendo deverá chegar em boas condições físicas, dentro do dispositivo de mar- cha e com armamento e equipamento em boas con- dições. - Identificar o equipamento e o materi- al individual de campanha. - Executar o aprestamento individual. - Ajustar e utilizar o equipamento. - Descrever os procedimentos e as técnicas de execução das marchas a pé. - Demonstrar os cuidados a serem tomados com os pés. 1. Equipamento de campanha individual. a. Nomenclatura dos componen- tes. b. Cuidados na utilização, no uso e na guarda do material. c. Arrumação da mochila e ajuste do equipamento. Equipar e dese- quipar. 2. Marchas a pé. Generalidades. a. Organização e finalidades. b. Destacamento precursor: composição e missões. c. Medidas de segurança. d. Formações. e. Velocidades. f. Cadências. g. Distância entre os homens. h. Disciplina de marcha. i. Altos. j. Sinalização. l. Comandos. 3. Cuidados com os pés antes, durante e após a marcha.
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    62.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:10 h 14. MARCHAS E ESTACIONAMENTOS NOTURNO: 2 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-103 ( OP ) Participar da organização de um bivaque de subunidade. O bivaque deverá ser organi- zado, se possível, em local com cobertura vegetal, preferencialmente na área de instrução da OM. O bivaque poderá ser monta- do individualmente, por duplas ou por grupo. - O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: entusi- asmo profissional. O instruendo deverá preparar adequadamente seu pernoi- te, de modo a obter relativo conforto, em face das condi- ções climáticas esperadas, bem como de modo a prote- ger seu armamento e equi- pamento. O instruendo deverá realizar a manutenção de seu equi- pamento e armamento. - Aplicar os princípios de camufla- gem. - Respeitar a disciplina de luzes e de ruídos. - Aplicar as medidas de segurança local. - Aplicar as medidas de higiene em campanha. - Eliminar vestígios e ocultar detri- tos. - Preservar ao máximo o meio ambien- te da área de bivaque. 4. Estacionamentos. a. Bivaque, acampamento e acantonamento. b. Conceito e finalidades. c. Instalações existentes. Utiliza- ção e cuidados. d. Procedimentos nas diversas áreas. e. Preservação ambiental da área de bivaque. B-104 ( OP ) Participar da organização de um acampamento de subu- nidade. O acampamento deverá ser organizado em local adequa- do, preferencialmente, na área de instrução da OM. Deverão ser montadas as instalações necessárias a uma permanência de cinco jornadas no campo. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: res- ponsabilidade e entusiasmo profissional. O instruendo deverá reali- zar, corretamente, suas tarefas individuais e partici- par das tarefas coletivas, inclusive montagem de barra- cas, toldos e instalações sanitárias, de saúde e de cozinha. O instruendo deverá reali- zar a manutenção de seu equipamento e armamento. - Identificar o material de acampa- mento da SU. - Participar da organização das instalações da SU e das barracas de alojamento. - Aplicar os princípios de camufla- gem. - Respeitar a disciplina de luzes e de ruídos. - Aplicar as medidas de segurança local. - Aplicar as medidas de higiene em campanha. - Eliminar vestígios e ocultar detri- tos. - Preservar ao máximo o meio ambien- te da área de acampamento. 5. Acampamento. a. Material: - Componentes e finalidades. - Tipos de barracas. - Toldo. - Montagem de barracas, toldos e demais instalações coletivas. b. Regras para a localização das diversas instalações. c. Preservação ambiental da Área de Acampamento.
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    63.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:37 h 15. ORDEM UNIDA NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERME- DIÁRIOS ASSUNTOS B-101 ( OU ) Participar de uma de- monstração de ordem unida, realizando movi- mentos sem arma. Apresentação dos soldados por fração, valor pelotão. Comandos à voz. Demons- tração de cerca de dez mi- nutos, segundo roteiro elabo- rado pelo S3 da OM, abran- gendo todos os movimentos de ordem unida sem arma. Uniforme 4º A1 e gorro. Deverá ser realizada durante a 3ª SI . - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: en- tusiasmo profissional; res- ponsabilidade; e coopera- ção. O instruendo deverá realizar correta e energicamente os movimentos corresponden- tes aos comandos emitidos. Executar movimentos de ordem unida: - entrar e sair de forma; - cobrir e alinhar; - movimentos a pé firme; - deslocamento em passo sem cadência; e - deslocamento em passo ordinário. Executar movimentos de ordem unida no conjunto da fração, median- te comandos à voz e à corneta; - a pé firme; - deslocamentos em passo sem ca- dência, ordinário e acelerado; - olhar à direita (esquerda) a pé firme e em movimento; - voltas a pé firme e em movimento; e - apresentar-arma e descansar-arma. - Demonstrar os movimentos de ordem unida sem arma no conjunto da subunidade. 1. Ordem unida sem arma. a. Posições. Militares a pé firme. b. Passos: ordinário, sem cadên- cia, de estrada e acelerado. c. Marcha em passo sem cadên- cia: rompimento e alto; mudanças de direção; e variação com o passo ordinário. d. Marcha em passo ordinário: rompimento e alto; mudanças de frente e de direção; e variação com o passo acelerado.
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    64.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:37 h 15. ORDEM UNIDA NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERME- DIÁRIOS ASSUNTOS B-102 ( OU ) Participar de uma de- monstração de ordem unida, realizando movi- mentos com arma ( Fuzil ). Apresentação dos soldados dentro de suas frações cons- tituídas, comandadas por seus respectivos comandan- tes. Comandos à corneta. Participação do efetivo pro- fissional. Demonstração de cerca de quinze minutos, segundo roteiro elaborado pelo S3 da OM, abrangendo todos os movimentos de ordem unida com arma, incluindo o desfile da tropa. Uniforme 4º A1, com gorro ou capacete. Deverá ser realizada duran- te a 7ª SI. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: entu- siasmo profissional; res- ponsabilidade; cooperação; e autoconfiança. O instruendo deverá realizar correta e energicamente os movimentos corresponden- tes aos comandos emitidos. enquadrado em sua fração. - Executar movimentos com arma, a pé firme e em movimento. - Executar movimentos de ordem unida no conjunto da fração, medi- ante comandos à voz e à corneta: - a pé firme; - deslocamentos em passo sem ca- dência, ordinário e acelerado; - olhar à direita (esquerda) a pé firme e em movimento; - voltas a pé firme e em movimento; - armar e desarmar baioneta. - Executar movimentos de ordem unida para participar da parada diária, guarda do quartel e formatu- ras especiais. - Desmontagem e montagem do armamento para inspeção. - Executar os movimentos de ordem unida no conjunto da subunidade, mediante comandos a voz e a cor- neta. 2. Ordem unida com arma. a. A pé firme. b. Em movimento. c. Desfile. d. Movimentos com a arma.
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    65.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:11 h 16. OBSERVAÇÃO E ORIENTAÇÃO NOTURNO: 12 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-101 ( HT ) ( TE ) Executar um circuito básico de orientação diurna. De dia, em terreno variado, o instruendo, compondo uma equipe de navegação, rece- berá a missão de percorrer um circuito de orientação balizado por placas. O circuito deverá ter de três a quatro placas, cada uma distante de 150 a 250 metros, em função das dificuldades oferecidas pelo terreno e pela vegeta- ção. Ao chegar a cada placa, a equipe deverá realizar rodí- zio, de modo que os instru- endos passem por todas as funções na equipe de nave- gação. Esta pista deverá ser precedida da aferição do passo e da realização de pista-escola individual, preferencialmente, na área do aquartelamento, para o instruendo praticar com a bússola. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: auto- confiança; cooperação; e persistência. O instruendo deverá realizar corretamente a pista-escola individual, repetindo-a, se necessário, até assimilar o uso adequado da bússola. O instruendo deverá reali- zar, corretamente, a pista de orientação dentro do tempo estipulado, repetindo-a, se necessário. - Descrever os processos de orienta- ção em campanha. - Identificar os pontos cardeais e colaterais. - Aferir o passo (simples ou duplo). - Descrever e empregar a técnica de navegação em campanha com auxílio da bússola. Funções na equipe de navegação - homem-passo, ho- mem-bússola e homem-ponto. De- monstrar a técnica de navegação em campanha sem auxílio da bússola: azimute de “fuga”, rumo e objetivo em larga frente. 1. Orientação em campanha. a. Pontos cardeais e colaterais. b. Bússola. c. Orientação diurna.
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    66.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:11 h 16. OBSERVAÇÃO E ORIENTAÇÃO NOTURNO: 12 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-102 ( HT ) ( TE ) Executar um circuito básico de orientação noturna. À noite, em terreno variado, o instruendo, compondo uma equipe de navegação, receberá a missão de per- correr um circuito de orien- tação balizado por placas, montado de modo seme- lhante ao percurso diurno. Ao chegar a cada placa, a equipe deverá realizar rodí- zio, de modo que os instru- endos passem por todas as funções na equipe de navegação. Esta pista deverá ser precedida da realização de pista-escola noturna. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: auto- confiança; cooperação; e persistência. O instruendo deverá reali- zar, corretamente, a pista de orientação, dentro do tempo estipulado, repetindo-a, se necessário. - Descrever e empregar a técnica de navegação noturna em campanha, com auxílio da bússola. Funções na equipe de navegação: homem-passo, homem-bússola e homem- ponto. - Demonstrar a técnica de navegação em campanha à noite, sem o auxílio da bússola: identificação dos pontos cardeais por métodos expeditos. - Comparação da carta ou esboço com o terreno. - Realizar um circuito de orientação à noite, com auxílio da bússola. d. Orientação noturna.
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    67.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:11 h 16. OBSERVAÇÃO E ORIENTAÇÃO NOTURNO: 12 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-103 ( HT ) ( TE ) Executar um percurso de orientação diurna. De dia, em terreno variado, uma equipe de orientação composta por quatro instru- endos, utilizando a bússola e um esboço do terreno (ou uma carta), receberá a mis- são de deslocar-se de um ponto inicial para um ponto de destino, devendo cobrir alguns pontos intermediá- rios, orientando-se ora pela bússola, ora pela compara- ção do esboço com o terre- no. O percurso deve ter, aproxi- madamente, de 3 a 4 Km de extensão e, dentro do pos- sível, cruzar áreas de ve- getação de maior porte, áreas edificadas e terreno movimentado, ora permi- tindo o deslocamento por estradas e trilhas, ora exi- gindo o deslocamento atra- vés do campo. Este OII deverá ser cumprido durante o 1° acampamento. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: auto- confiança; cooperação; e persistência. O instruendo deverá reali- zar, corretamente, o per- curso de orientação, den- tro do tempo estipulado. e. Orientação diurna - comparação carta-terreno.
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    68.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:11 h 16. OBSERVAÇÃO E ORIENTAÇÃO NOTURNO: 12 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERME- DIÁRIOS ASSUNTOS B-104 ( HT ) ( TE ) Executar um percurso de orientação noturna. Semelhante à pista diurna. O percurso deve ter, apro- ximadamente, de 1,5 a 2 Km de extensão e ser similar ao diurno. Este OII deverá ser cumprido durante o 1° acampamento. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: auto- confiança; cooperação; e persistência. O instruendo deverá reali- zar, corretamente, o percur- so de orientação, dentro do tempo estipulado. f. Orientação noturna - comparação “carta-terreno”; - uso de equipe de navegação; - processos expeditos; e - uso de bússola. B-105 (TA) Observar um setor, no período diurno. De DIA, a olho nu, em boas condições de visibilidade a 1.200 m, com um setor balizado por duas direções limites (nítidas); dez inciden- tes, representando diversas atividades inimigas, com diferentes graus de dificul- dade, entre os 300 e 800 m. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: disci- plina e responsabilidade. O instruendo deverá identi- ficar, corretamente, pelo menos sete incidentes. Descrever a técnica de observação diurna: - descrever as condições de escolha de um ponto de observação ou de vigilância (campos de vista, proteção, ocultamento); - identificar o setor de vigilância (limites, pontos ou linhas a vigiar, faixas de observação); - identificar os indícios da presença e da atividade inimiga. Aplicar a técnica de observar o setor de vigilância: - aplicar os procedimentos do vigia; - transmitir informes (cadernetas de mensagens). Aplicar as técnicas de observação diurna de uma área edificada. Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII (Verificação). 2. Observação. a. Condições de uma posição de observação. b. Escolha e ocupação. c. Setor de observação. d. Pontos importantes a vigiar. e. Indícios da presença e observa- ção inimiga. f. Observação em áreas edifica- das. g. Precauções para evitar as vis- tas do inimigo.
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    69.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:11 h 16. OBSERVAÇÃO E ORIENTAÇÃO NOTURNO: 12 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-106 (TA) Observar um setor, no período noturno. À NOITE, com aproveitamen- to integral de um período de escuridão de 2 horas, são apresentados incidentes audiovisuais, representando atividades do inimigo ou sua presença, entre os 300 e 800 metros. O setor será observado imediatamente antes do escurecer e, posteriormente, após o alvorecer. Não serão empregados equipamentos de visão noturna. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: dis- ciplina e responsabilidade. O instruendo deverá: - Identificar 50% dos inciden- tes ocorridos durante o perí- odo de escuridão; - Identificar 50% das altera- ções físicas ocorridas no setor durante a noite. Descrever as técnicas de observação e de vigilância noturnas: - descrever as condições de escolha de um ponto de observação ou de vigilância; - identificar um setor de vigilância (limites, pontos ou linhas a vigiar); - identificar indícios auditivos e visu- ais da presença e atividade inimigas; e - utilizar a audição na vigilância. Empregar as técnicas de observação e de vigilância noturnas: - identificar indícios de presença eatividades inimigas; e - identificar as modificações físicas do setor ocorridas durante a noite (comparar a situação antes e depois). Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII (Verificação). 3. Escuta e observação à noite. a. Educação da vista e do ouvido. b. Indícios da presença e da aproximação do inimigo. B-107 (HT) Determinar o azimute magnético da direção. No terreno, dadas uma dire- ção e uma bússola. O azimute determinado pelo instruendo deve estar corre- to. - Identificar direções na carta e no terreno. - Distinguir Norte Verdadeiro, Norte Magnético e Norte de Quadrícula. 4. Azimutes e Lançamento. a. Direções-base: 1) Norte Verdadeiro; 2) Norte Magnético; 3) Norte de Quadrícula. b. Declinação magnética.
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    70.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:2 h 17. PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-101 ( HT ) ( OP ) Participar da execução do Plano de Prevenção e Combate a Incêndio da OM. Simulado um incêndio na área da OM, com a queima de materiais inservíveis (pneus, madeira e outros materiais), o militar deverá agir de modo adequado. É conveniente obter a coope- ração do Corpo de Bombeiros local, para demonstração de prevenção e combate a incêndio. Deverá ser realizada até a 4ª SI. A Direção de Instrução deve- rá tomar as precauções adequadas com a seguran- ça. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: res- ponsabilidade e coragem. O instruendo deverá agir com presteza, avaliando a situa- ção, dando o alarme e inici- ando o combate ao fogo, dentro das suas possibili- dades. - Identificar as principais causas de incêndios. - Descrever as principais medidas preventivas. - Descrever os procedimentos em caso de incêndio e de acionamento do alarme. - Descrever o emprego dos diversos agentes extintores existentes na OM. - Identificar a localização dos meios extintores de incêndio e de alarme em sua SU e nas instalações cole- tivas da OM. - Citar a composição, as atribuições e os procedimentos corretos da Turma de Combate a Incêndio. - Descrever os procedimentos em caso de incêndio no aquartelamento e durante o serviço em campanha. - Descrever os cuidados a serem observados quando do manuseio de materiais inflamáveis, equipamentos elétricos e nos trabalhos em depósi- tos de material e paióis. - Descrever as medidas de primei- ros-socorros em caso de queimadu- ras ou de intoxicação pela fumaça. 1. Incêndio. a. Generalidades. b. Causas. c. Tipos de incêndio. 2. Extinção de incêndios. a. Processos. b. Agentes extintores. 3. Primeiros socorros específicos. 4. Exemplos de casos reais de incêndios em diferentes ambien- tes e com diferentes materiais. 5. Medidas a serem tomadas para prevenir incêndios. 6. PPCI - Plano de Prevenção e Combate a Incêndio. 7. TCI - Tuma de Combate a In- cêndio.
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    71.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:8 h 18. SERVIÇOS INTERNOS E EXTERNOS NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERME- DIÁRIOS ASSUNTOS B-101 ( OP ) Participar do serviço de guarda da subunidade. Dentro das atividades do instruendo na SU. O instruendo deverá parti- cipar da escala a partir da 1ª SI. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: res- ponsabilidade; disciplina; cooperação; e entusiasmo profissional. O instruendo deverá agir, durante o serviço, de acordo com as normas gerais e particulares em vigor. - Identificar os diversos tipos de serviço de escala a que concorre o militar na SU. - Identificar o modo de tomada de conhecimento da escala de serviço. - Descrever a preparação para o serviço e os procedimentos a serem adotados antes e durante a parada diária. - Demonstrar os deveres, atribuições e responsabilidades do militar de serviço. 1. Serviço de guarda da SU. a. Constituição da guarda. b. Deveres e responsabilidades. c. Normas regulamentares, gerais e particulares do serviço. d. Procedimentos em situações diversas. Exemplos. e. Assunção e passagem do serviço. f. Parada diária. B-102 ( OP ) Participar do serviço de guarda do quartel. O instruendo deverá parti- cipar dessa escala a partir da 5ª SI, inclusive. Este OII somente deverá ser cumprido após a realização, com aproveitamento, da 4ª sessão do TIB. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: res- ponsabilidade; disciplina; cooperação; e entusiasmo profissional. O instruendo deverá agir, durante o serviço, de acordo com as normas gerais e particulares em vigor. - Identificar os diversos tipos de serviço de escala a que concorre o militar na OM, no âmbito externo da SU. - Descrever a preparação para o serviço e os procedimentos a serem adotados antes e durante a parada diária. - Citar os deveres, atribuições e res- ponsabilidades do militar de serviço. - Demonstrar a conduta a adotar quando da rendição dos postos, da situação de ameaça ao serviço e do acionamento do alarme. - Conhecer o Plano de Defesa do A- quartelamento (PDA) e saber executar as Regras de Engajamento constan- tes do plano. 2. Serviço de guarda do quartel. a. Constituição da guarda. b. Deveres e responsabilidades. c. Normas regulamentares, gerais e particulares do serviço. d. Procedimentos em situações diversas. e. Assunção e passagem do serviço. f. Procedimento do militar em contato com pessoal civil. g. Utilização dos meios de comu- nicações da guarda do quartel. h. Conduta em caso de aciona- mento do alarme. i. Cuidados da sentinela para evitar a abordagem do posto. j. Conduta da sentinela em caso de ameaça ou de tentativa de agres- são. k. Ações em defesa de sua integri- dade física, de seu armamento e do serviço. l. Regras de engajamento do PDA. M. Conduta da identificação e revista de militar ou civil que adentra a OM, a pé ou conduzin- do veículo, durante o dia ou a noite.
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    72.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:17 h 19. TÉCNICAS ESPECIAIS NOTURNO: 4 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERME- DIÁRIOS ASSUNTOS B-101 ( TE ) ( FC ) Percorrer um circuito de pista de obstáculos. A pista deverá ser construída dentro da orientação básica do PAIEB. Deve compreender um circuito em terreno varia- do, dentro do possível com vegetação de porte diverso e pequeno obstáculo aquáti- co. O percurso deverá ter da ordem de 1500 metros de extensão. Haverá uma de- monstração, seguida da reali- zação da pista pelos instru- endos, inicialmente desequi- pados e, finalmente, com equipamento aliviado e com armamento tipo “pau-de- fogo”. Poderá ser combinada com a realização do OII 4 B-101 no 1º acampamento. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: per- sistência; autoconfiança; coragem; e entusiasmo pro- fissional. O instruendo deverá percorrer a pista, ultrapassando os obstáculos em segurança e empregando a técnica corre- ta, dentro do menor tempo possível. - Identificar as técnicas de transpo- sição de obstáculos horizontais e verticais, com e sem auxílio de cor- das. - Participar de uma pista-escola de transposição de obstáculo, para que possa aprender efetivamente as técnicas preconizadas. - Demonstrar e aplicar as técnicas de transposição de obstáculos com rapidez e segurança. - Confeccionar diversos tipos de nó. - Demonstrar a preparação de as- sentos com cordas. 1. Cordas e Nós a. Tipos de corda. b. Cabo solteiro. c. Confecção de nós. d. Preparação de assentos. e. Cuidados a serem observados no manuseio de cordas. 2. Transposição de obstáculos horizontais e verticais com e sem auxílio de cordas. a. Preguiça. b. “Comando crawl” simples e duplo. c. Falsa baiana. d. Ponte de três cordas. e. Cabo submerso. f. Rapel com freio e/ou mosque- tão e em “S”. g. Cabo aéreo ou deslize. h. Rastejo. i. Fateixa e corda fradeada. j. Obstáculos verticais e horizon- tais com troncos: ponte de tron- cos ou de tábuas, trave de equilí- brio, muro de assalto, chicana, bandeira, piano, máxima e míni- ma, passeio do macaco, passeio do Tarzan, quebra-peito, pinguela e outros. l. Túnel. m. Cuidados para prevenir aci- dentes.
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    73.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:17 h 19. TÉCNICAS ESPECIAIS NOTURNO: 4 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERME- DIÁRIOS ASSUNTOS B-102 ( TE ) Realizar a transposição de um curso de água. O Instrutor deverá preparar, ao longo de um curso de água ou lago com aproximadamente 50 m de largura, cinco locais para a travessia. Em cada um dos locais, a transposição será feita por um dos seguintes métodos; - utilização de blusa de instrução; - utilização de calça de Instrução; - emprego de saco VO; - emprego de cabo submerso; e - emprego da “pelota”. - O instrutor, quando for o caso, pro- videnciará o material a ser emprega- do na transposição. Os instruendos estarão, inicialmente, equipados e armados. Uma equipe de segurança, composta de, no mínimo, um gradua- do e dois soldados que saibam nadar e que saibam executar as medidas de salvamento aquático e de primeiros- socorros a vítimas de afogamento, um bote e bóias, serão dispostos próximos aos locais de travessia. Deverá ser dada atenção especial aos instruendos que não saibam nadar. O instrutor organi- zará os instruendos em 05 (cinco) grupamentos, procurando reunir, em um dos grupamentos, os instruen- dos com maior dificuldade de nata- ção. A travessia será feita com os instruendos vestindo apenas o calção de TFM. Após cada grupamento reali- zar a transposição, retornarão à mar- gem inicial e realizarão o rodízio de locais de travessia. Deverão ser cumpridas rigorosamen- te as orientações constantes do Cap 16 do PIM, além dos CI 32/1 e 32/2. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: persistência; autoconfi- ança; coragem; e entusiasmo profis- sional. O instruendo deverá realizar pelo menos uma travessia em cada local. - Identificar as técnicas de transpo- sição de curso de água. - Demonstrar e aplicar as técnicas de transposição de curso de água com rapidez e segurança. 3. Transposição de curso d’água - Técnicas com auxilio de cordas. - Técnicas sem auxilio de cordas. - Emprego de meios de fortuna. - Emprego da “pelota” .
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    74.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:17 h 19. TÉCNICAS ESPECIAIS NOTURNO: 4 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-103 ( TE ) ( FC ) ( TA ) Percorrer um circuito de progressão individual. Circuito de cerca de 150 a 200 metros. O instruendo deverá realizar o percurso com o uniforme 4º A1, armado e equipado (armamento tipo “pau-de- fogo”). - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: per- sistência; autoconfiança; coragem; e entusiasmo pro- fissional O instruendo deverá percor- rer o circuito empregando, corretamente, as técnicas de progressão. - Marchar e correr. - Aplicar as técnicas de progressão em combate. Estudo do lanço. - Demonstrar a aplicação das técni- cas de progressão em combate, percorrendo uma pista. 4. Progressão em combate. a. Marchar, correr, rastejar. b. Deitar e levantar. c. Deslocamento por lanço e marcha rastejante. B-104 ( TE ) ( FC ) Percorrer um circuito noturno de progressão individual. Circuito de cerca de 100 metros. O instruendo deverá realizar o percurso com o uniforme 4º A1, armado e equipado (armamento tipo “pau-de- fogo”). Poderá ser empregado OVN ao longo dos 50 metros finais do percurso. O instrutor deverá rela- cionar o OII com os atributos: persistência; autoconfiança; coragem; e entusiasmo profis- sional. O instruendo deverá percor- rer o circuito empregando, corretamente, as técnicas de progressão. - Identificar e aplicar as técnicas de progressão no combate noturno. - Demonstrar a aplicação das técni- cas de progressão em combate, percorrendo uma pista. - Utilizar-se do OVN para desloca- mentos curtos através do campo. 5. Progressão noturna em comba- te.
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    75.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:46 h 20. TREINAMENTO FÍSICO MILITAR NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-101 ( CF ) Executar o Treinamento Físico Militar. As condições são as previs- tas no C 20-20 e no PIM. Todas as atividades deverão ser precedidas de demons- tração e realizadas de forma gradual. As sessões iniciais deverão ser realizadas no âmbito pelotão/ seção. A duração das sessões e a freqüência semanal deverá ser de acordo com o previsto no PIM. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: per- sistência e entusiasmo pro- fissional. O instruendo deverá realizar, corretamente, os exercícios previstos para cada sessão. Deverá evidenciar melhora progressiva em seu nível de condicionamento físico, de acordo com o planejado pela Direção de Instrução da OM. Deverá atingir índices interme- diários, estabelecidos pelo Oficial de Treinamento Físico da OM, relacionados aos exer- cícios avaliados no TAF (PBD). De acordo com o C 20-20 e PIM. 1. A Sessão de TFM. a. Aquecimento. b. Trabalho principal: - Corrida contínua em forma e livre; - Ginástica básica; - Treinamento em circuito; - Grandes jogos; - Natação; - Pista de Pentatlo Milita (PPM); - Ginástica com toros. c. Volta à calma. d. Controle fisiológico. 2. O Teste de Avaliação Física. 3. Exame médico-odontológico. B-202 (CF) Executar o primeiro Teste de Avaliação Física. Este teste deve ser realizado de acordo com as condi- ções especificadas no C 20-20 e as constantes da Diretriz para o Treinamento Físico Militar e sua Avaliação. Deverá ser realizado na 6ª SI. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: res- ponsabilidade; entusiasmo profissional; e autoconfiança. De acordo com a Diretriz para o Treinamento Físico Militar e sua Avaliação (PBD). - Realizar o 1º TAF - 1º TAF
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    76.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:6 h 21. UTILIZAÇÃO DO TERRENO NOTURNO: 4 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-101 ( TA ) ( TE ) Utilizar o terreno para progredir, no combate diurno. Em uma faixa de terreno variado, de cerca de 400 m de extensão, o instru- endo deverá deslocar-se utilizando as diversas técnicas de progressão. Monitores orientarão as atividades dos instruendos, indicando a situa- ção do inimigo (figurado ou não), o ponto do terreno a ser atingido e outros dados julgados necessários, observan- do a execução do exercício e corri- gindo eventuais falhas. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: persistência; autoconfi- ança; coragem; e equilíbrio emocional. O instruendo deverá empregar, corretamente, as técnicas de progres- são. - Empregar as técnicas de progres- são no combate diurno: deitar, levan- tar, marchar, correr, rastejar e engati- nhar. - Empregar as técnicas de utilização de cobertas e de abrigos para obser- var, atirar, ocultar-se, abrigar-se e progredir. - Empregar as técnicas de utilização do terreno para progredir no comba- te diurno, sob vistas e fogos do ini- migo. - Demonstrar as técnicas de utiliza- ção de cobertas e de abrigos para lançar granadas de mão. 1. Utilização de cobertas e abrigos: aproveitamento do terreno para cobrir-se, abrigar-se, observar, atirar, lançar granadas e progredir. B-102 ( TA ) ( TE ) Utilizar o terreno para progredir, no comba- te noturno. Em uma faixa de terreno variado, de cerca de 150 a 200 m de extensão, o instruendo, compondo um grupo de 3 ou 4 executantes, deverá deslocar-se utilizando as diversas técnicas de progressão. No final do percurso, deverá observar (com OVN, sfc) um setor de 60º e descrever duas ativi- dades inimigas. Monitores orientarão as atividades dos instruendos, indicando a situação do inimigo (figurado ou não), o ponto do terreno a ser atingido e outros dados julgados necessários, obser- vando a execução do exercício e corrigindo eventuais falhas. Obstáculos e dispositivos de alarme poderão ser utilizados, ao longo do percurso. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: persistência; autoconfian- ça; coragem; e equilíbrio emocional. O instruendo deverá empregar, corretamen- te, as técnicas de pro- gressão. - Empregar as técnicas de progres- são no combate noturno: deitar, levantar, marchar, rastejar e enga- tinhar. - Empregar os procedimentos ade- quados às situações comuns no combate noturno: transposição de obstáculos, corte de arame, conduta na presença de iluminativos, discipli- na de luz e de silêncio, camuflagem individual, manutenção das direções e das ligações. - Demonstrar as técnicas de progres- são no combate noturno. - Utilizar-se do OVN para observar um setor (se a OM dispuser do equipa- mento). 2. Progressão à noite. a. Precauções para evitar ruídos. b. Manutenção da direção e das ligações. c. Disciplina de luz.
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    77.00 COTER FASE DA INSTRUÇÃOINDIVIDUAL BÁSICA 2ª SUBFASE CAPACITAR O SOLDADO PARA SER EMPREGADO NAS OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM
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    78.00 ÍNDICE – 3 I.PROPOSTA PARA DISTRIBUIÇÃO GERAL DE TEMPO Página 1. Quadro Geral de Distribuição de Tempo .................................................................................................... 79.00 II. MATÉRIAS DA 2ª SUBFASE 22– Armamento, Munição e Tiro .................................................................................................................... 80.00 23 – Defesa Química ........................................................................................................................................ 81.00 24– Educação Moral e Cívica ..................................................................................................................................... 82.00 25– Instrução deApronto Operacional ...................................................................................................................... 83.00 26 – Lutas ................................................................................................................................................................... 84.00 27– Marchas e Estacionamentos ............................................................................................................................ 85.00 28 – Operações de Garantia da Lei e da Ordem ................................................................................................... 86.00 29– Ordem Unida ........................................................................................................................................................ 94.00 30 – Treinamento Físico Militar ................................................................................................................................................................ 95.00
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    79.00 COTER FASE DA INSTRUÇÃOINDIVIDUAL BÁSICA – 2ª SUBFASE QUADRO GERAL DE DISTRIBUIÇÃO DE TEMPO TEMPO ESTIMADO 2ª SUBFASE DIURNO NOTURNO TOTAL 22. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO 6 - 6 23. DEFESA QUÍMICA 4 - 4 24. EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA 2 - 2 25. INSTRUÇÃO DE APRONTO OPERACIONAL 2 - 2 26. LUTAS 6 - 6 27. MARCHAS E ESTACIONAMENTOS - 4 4 28. OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM ( EM AMBI - ENTE URBANO E RURAL) 42 18 60 29. ORDEM UNIDA 6 - 6 MATÉRIASFUNDA- MENTAIS 30. TREINAMENTO FÍSICO MILITAR 18 - 18 SOMA DOS TEMPOS DESTINADOS À INSTRUÇÃO MILITAR 86 22 108 SOMA DOS TEMPOS À DISPOSIÇÃO DO CMT, CHEFE OU DIRETOR 4 - 4 SOMA DOS TEMPOS DESTINADOS AO SERVIÇO DE ESCALA 16 - 16 SOMA DOS TEMPOS DESTINADOS A SOLENIDADES 6 - 6 3(TRÊS)SEMANASDEINSTRUÇÃO TOTAL DOS TEMPOS DISPONÍVEIS NA 2ª SUBFASE 112 22 134
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    80.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:6 h 22. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-201 ( HT) Desenvolver, manter ou recuperar a habilidade de desmontar e montar o fuzil (1º escalão. A tarefa será realizada, inici- almente, em ambientes bem iluminados , gradualmente passando a ambientes pouco iluminados, chegando à escuridão total. Ao final da subfase, o instruendo deverá realizar o OII com os olhos vendados. O instruendo deverá: - realizar a desmontagem em um minuto. - identificar as peças princi- pais do fuzil; - realizar a montagem em um minuto, deixando a arma em condições de funcionar; - manusear as peças com cuidado, para não danificar o armamento. - Identificar os principais procedimen- tos de segurança no manuseio da arma. - Identificar as características básicas da arma. - Identificar, pelo nome, as partes e as peças principais da arma . - Desmontar e montar o fuzil em con- dições variadas de luminosidade. - Realizar a manutenção de 1o escalão do fuzil. - Demonstrar a capacidade de des- montar e montar o fuzil (1ºescalão). 1. Fuzil. a. Apresentação e característi- cas. b. Nomenclatura aplicada. c. Desmontagem e montagem de 1º escalão. d. Manejo. e. Funcionamento. f. Manutenção. B-202 ( HT ) Desenvolver, manter ou recuperar a capacidade de identificar e sanar incidentes de tiro do fuzil. Deverão ser simulados vá- rios tipos de incidentes de tiro, no fuzil. -O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: equilí- brio emocional. O instruendo deverá: - identificar corretamente os incidentes; - executar, acertadamente, com segurança e com pres- teza, as ações imediatas para sanar o incidente. - Descrever o modo de utilização cor- reto da arma, com segurança. - Identificar os principais incidentes de tiro ( falhas de manejo e de fun- cionamento: falta de carregamento. carregamento incompleto; falta de extração; extração incompleta; falta de ejeção; degola do estojo e nega). - Demonstrar as ações imediatas para sanar os incidentes. 2. Fuzil - Incidentes de tiro.
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    81.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:4 h 23. DEFESA QUÍMICA NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-201 (AC) Identificar os principais agentes químicos e seus efeitos. É apresentado ao instruendo uma relação contendo os agentes a serem estudados. Será determinado ao instruen- do que escreva, ao lado de cada agente químico, seus principais efeitos. O instruendo deverá identi- ficar, acertando, pelo menos 80% dos agentes, com os respectivos efeitos. - Citar a classificação dos agentes químicos. - Citar os instrumentos de detecção dos agentes químicos. - Descrever o procedimento a ser adotado em relação à menor indica- ção de presença de qualquer tipo de agente. 1. Agentes químicos. a. Classificação dos agentes quí- micos. b. Descrição dos efeitos dos agen- tes químicos. c. Exemplos recentes e atuais do emprego de agentes químicos. B-202 (OP) Ultilizar, corretamente, a máscara contra gases. Entregue ao instruendo ar- mado e equipado uma más- cara contra gases, este deve colocá-la e realizar um per- curso de 400m, empregando técnicas de progressão no combate diurno: deitar, levantar, machar, correr, rastejar e engatinhar. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: equi- líbrio emocional e autoconfi- ança. O instruendo deverá: - colocar a máscara; - realizar o teste de estan- queidade; e - retirar e recolocar a másca- ra corretamente. - Montar o filtro da máscara; - Ajustar a máscara para o uso; - Empregar técnicas de progressão no combate diurno com uso de más- cara contra gases; - Testar a eficiência da máscara; - Testar a Mnt 1º Esc da máscara contra gases; e - Realizar a manutenção da máscara contra gases. 2. Uso de máscara contra gases na progressão diurna.
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    82.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:2 h 24. EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-201 (AC) Identificar a presença do Exército Brasileiro na vida nacional. A descrição deve ser feita na seqüência ou ao final da instrução sobre o assunto. O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: entusiasmo profissional. A identificação, verbal ou escrita, deve apontar a pre- sença do Exército Brasileiro na própria guarnição (por meio de ações desenvolvi- das) e em fatos recentes veiculados pela mídia. - Citar exemplos recentes de realiza- ção de ações complementares pelo Exército Brasileiro. 1. História - Participação recente do Exército Brasileiro em ações complementa- res (principalmente, as regionais). B-202 (AC) Compreender o papel do Exército Brasileiro nos con- flitos sociais da respectiva área. A compreensão deve ser demonstrada na seqüência ou ao final da instrução sobre o assunto. - O instrutor deverá relacionar o OII com o atributo: entusi- asmo profissional. A compreensão deve ser evidenciada, escrita ou ver- balmente, por meio da ligação entre a destinação constitu- cional do Exército Brasileiro, as condições atuais da soci- edade brasileira (principal- mente, local) e fatos veicula- dos, recentemente, pela mídia (principalmente, a regional). - Identificar os principais problemas sócio-econômicos da respectiva área. - Identificar as ações do Estado Bra- sileiro na busca de soluções para esses problemas. - Identificar a responsabilidade do Exército Brasileiro, em face da pos- sibilidade de evolução dos proble- mas locais para situações de conflito entre os diversos componentes da sociedade. 2. Atualidade - Situação atual da sociedade brasileira (principalmente local). - Problemas locais da sociedade e a ação do Estado Brasileiro na busca de soluções. - Participação do Exército Brasilei- ro em ações complementares e de Garantia da Lei e da Ordem. -Situações de conflito entre com- ponentes da sociedade.
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    83.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:2 h 25. INSTRUÇÃO DE APRONTO OPERACIONAL NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-201 (TE) Participar de uma SAO, no âmbito da SU, para participar de uma operação da GLO. Determinado o desencadea- mento de uma SAO, os ins- truendos deverão se apre- sentar para participar de uma operação de GLO. À realização deste OII deve- rão seguir-se os OII da maté- ria Operações de Garantia da Lei e da Ordem, tanto em ambiente urbano, como rural. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: dis- ciplina e responsabilidade. Aprestar-se corretamente. - Preparo do Fardo Aberto - Preparo do Fardo de Combate. - Preparo do Fardo de Bagagem. - Normas e peculiaridades constantes das NGA / GU e/ou U. 1. Aprestamento Individual: . Fardo Aberto; . Fardo de Combate; e . Fardo de Bagagem. 2. Normas e procedimentos da GU e/ou U. 3. Aprestamento da SU: - normas e procedimentos
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    84.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:6 h 26. LUTAS NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-201 (CF) Desenvolver, manter ou recuperar a capacidade de executar os movimentos em uma sessão de lutas. As condições são as previs- tas no C 20-50 e no PIM. To- das as atividades deverão ser precedidas de demons- tração e realizadas de forma gradual. A duração das sessões e a freqüência semanal deverão ser de acordo com o previsto no PIM. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: cora- gem e disciplina O instruendo deverá realizar corretamente os movimentos descritos no C 20-50. De acordo com o C 20-50 e PIM. 1. A Sessão de Lutas. a. Aquecimento. b. Trabalho principal: - bases, deslocamentos e voltas; - formas de ataque e golpes trau- máticos; - quedas e rolamentos; - projeções; - estrangulamento, forçamento de articulações e domínio; - técnicas de defesa; - técnicas especiais; e - técnicas de combate. c. Volta à calma.
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    85.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO: 27.MARCHAS E ESTACIONAMENTOS NOTURNO: 4 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-201 (OP) Realizar a 3ª marcha a pé. OM com disponibilidade de estradas: marcha de 16 Km - Noturna, com as seguintes condições particulares: - todo o deslocamento será noturno; - deslocamento de 1 km em trilha ou através do campo; - deslocamento de 6km sem que seja comandado alto; - uniforme 4º A1, completa- mente equipado, e o instru- endo deverá portar o materi- al regulamentar necessário à vida em campanha; e - com ação de figuração inimiga terrestre, durante o deslocamento. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: per- sistência e disciplina. O instruendo deverá terminar a marcha, dentro do disposi- tivo adotado, sem apresentar sinais de cansaço intenso, e com todo o seu material. Cumprir a disciplina de mar- cha estabelecida no C 21-18 - Marchas a Pé. - Realizar uma marcha noturna, a pé, de 16 km. 1. Marcha noturna, a pé, de 16 km.
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    86.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:42 h28. OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM (EM AMBIENTE URBANO E RURAL) NOTURNO: 18 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-201 (TE) Conduzir detido para a retaguarda. Em uma situação simulada de combate, são feitos pre- sos (detidos). O instrutor determinará aos instruendos o processo a ser empregado para a con- dução dos detidos para a retaguarda. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: auto- confiança e responsabilida- de. Durante a execução da tarefa o instruendo deverá: - prender o detido de modo que possibilite sua condução pelo processo determinado; - amarrar as mãos do detido à retaguarda do corpo, de tal maneira que, na tentativa de fuga, o detido não consiga desfazer as amarrações; - manter, constantemente, a arma apontada na direção do detido, durante o deslocamen- to; - impedir qualquer tipo de comunicação entre os detidos; - manter-se sempre alerta para qualquer movimento estranho dos detidos. - Descrever os procedimentos a adotar com os detidos na captura e no seu deslocamento para a retaguar- da. 1. Procedimento com os detidos na captura e no deslocamento para a retaguarda: - técnicas de condução de detidos; - condições para o emprego de força (proporcionalidade entre a força e a ameaça). B-202 (TE) Revistar pessoal, depen- dência e veículos Em uma situação simulada de combate, são feitos deti- dos. O instrutor determinará aos instruendos as posições em que os detidos deverão ser revistados: de pé, ajoelha- dos e deitados. Em uma situação de aborda- gem a uma casa e a um veícu- lo, estes serão revistados. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: au- toconfiança; responsabilda- de; e iniciativa. O instruendo deverá: - manter a arma na posição correta, apontada para o deti- do; - manter o detido em situação de desequilíbrio, quando ajoelhado ou em pé; - não se colocar entre os detidos; - revistar todas as partes do corpo, fardamento e equi- pamento do detido; - estar em condições de imobi- lizar o detido; e - revistar todas as partes do veículo e da dependência. - Descrever os processos para se amarrar detidos e revistá-los. - Descrever os processos para se revistar dependência e veículos. 2. Processos usados para amarrar e revistar pessoal. 3. Revista de uma dependência. 4. Revista de veículo. B-203 (TE) Identificar os procedimentos com o material capturado. Em um local estarão diversos tipos de documentos e mate- riais. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: res- ponsabilidade e iniciativa. O instruendo deverá proceder como ensinado. - Descrever os cuidados a serem to- mados com os documentos e o mate- rial capturado. 5. Cuidados com documentos e material capturados.
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    87.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:42 h28. OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM (EM AMBIENTE URBANO E RURAL) NOTURNO: 18 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-204 (OP) Participar da instalação de um Ponto de Bloqueio e Controle de Estradas (PBCE). Participar da instalação de um Ponto de Bloqueio e Controle de Via Urbana (PBCVU). Inspecionar viaturas e revis- tar pessoas. Fiscalizar documentos. Serão constituídas equipes com os instruendos. Em seguida, será fornecido o material necessário à instala- ção de pontos de controle e bloqueio de estradas. Serão designados monitores que transitarão pelo bloqueio, nas seguintes situações: a. f igurando civis: - a pé; - em viaturas civis; - com documentos em or- dem; - com documentos falsos; - sem documentos pessoais ou das viaturas; - portando armas; e - transportando armas e pan- fletos nas viaturas. b. Figurando militares: - a pé; - em viaturas; - em viaturas militares; - com documentos em or- dem; e - sem documentos. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: au- toconfiança; equilíbrio emo- cional; e responsabilidade. 1. Durante a instalação do bloqueio e do ponto de con- trole, o instruendo deverá: - usar adequadamente o mate- rial. - aproveitar corretamente o local. - instalar o ponto de controle e o bloqueio o mais rapida- mente possível. 2. Durante a operação do bloqueio e do ponto de contro- le, o instruendo deverá: - demonstrar atitude impes- soal e respeitosa, porém enérgica, no trato com os civis, e disciplinada e segura no trato com militares; - fiscalizar os documentos; - inspecionar as viaturas e revistar pessoal com eficiên- cia e rapidez; - adotar as precauções de segurança em todas as operações; - levar qualquer problema aos seus superiores; e - proceder corretamente em todas as situações. - Descrever os pontos vulneráveis das ações das Forças Adversas, em função de suas peculiaridades. - Identificar as possibilidades de êxito das Forças Adversas, em fun- ção das suas peculiaridades. - Distinguir as ações contra as For- ças Adversas das ações de guerra convencional. - Identificar a organização das forças empregadas nas áreas das Forças Adversas. - Citar a finalidade das operações tipo polícia. - Descrever a importância do empre- go de civis nas operações tipo polí- cia. - Relacionar o tratamento dispensa- do aos civis com o êxito das opera- ções. - Citar as precauções contra espiões ou infiltrados. - Instalar bloqueio de estradas e pon- tos de controle. - Fiscalizar documentos e inspe- cionar veículos. - Participar de um PBCE e PBCVU. 6. Forças Adversas Urbanas. a. Definição, possibilidades de êxito e pontos vulneráveis. b. Características. 1) Organização. 2) Princípios. 3) Áreas favoráveis. 4) Coordenação e controle. c. Forças legais, forças estaduais, Forças Armadas, organização dos meios. d. Operações tipo polícia. 1) Emprego de civis. 2) Trato com civis. 3) Precauções contra espiões ou infiltrados. e. Controle de ruas e estradas - Ponto de Controle e Bloqueio de Estradas. 1) Finalidade. 2) Instalação. 3) Pessoal empregado. 4) Material utilizado. 5) Técnica de colocação de barrei- ras. 6) Fiscalização de documentos. 7) Inspeção de veículos.
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    88.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:42 h28. OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM (EM AMBIENTE URBANO E RURAL) NOTURNO: 18 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-205 (OP) Executar uma prisão. É montada uma operação de cerco, na qual haverá a ren- dição de oponentes, os quais deverão ser presos. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: au- toconfiança; equilíbrio emo- cional; e responsabilidade. Demonstrar, na execução da tarefa, uma atitude impessoal, firme e enérgica sem, no en- tanto, infligir maus tratos aos presos. - Citar as finalidades da prisão de agitadores. - Relacionar a prisão e o tratamento dos presos ao êxito nas ações contra as Forças Adversas. f. Prisão de agitadores. 1) Perturbação da ordem públi- ca. 2) Prisão em flagrante. 3) Tratamento do preso. 4) Amparo legal. B-206 (OP) Participar de operações de busca e apreensão. Organizados os grupos de busca e apreensão em uma área edificada e montados diversos incidentes, tais como: - pequenos esconderijos e armadilhas; - túneis; - pilhas de lenha; - outros, a critério do instru- tor. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: au- toconfiança; equilíbrio emo- cional; e responsabilidade. Durante a execução da tarefa, o instruendo deverá empre- gar, corretamente, as técni- cas de busca e apreensão, demonstrando estar sempre precavido contra qualquer tipo de armadilhas. Não deve abrir portas ou afastar mó- veis, sem auxílio de uma vara, arame ou corda; inspe- cionar o chão e o teto dos barracões de sapê com um bastão ou com a ponta do sabre. - Identificar a organização dos gru- pos de busca e de apreensão. - Utilizar as técnicas de busca e de apreensão. - Atuar em operações de busca e apreensão como componente de um grupo. g. Operação de busca e apreen- são. 1) Finalidade. 2) Tipos de material e equipamen- to a serem procurados. 3) Constituição dos grupos de busca e apreensão. 4) Técnicas de busca e apreen- são. 5) Atuação dos grupos de busca e apreensão.
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    89.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:42 h28. OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM (EM AMBIENTE URBANO E RURAL) NOTURNO: 18 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-207 (OP) Preparar o setor de defesa. Reagir à ação da força ad- versa. Participar da defesa de uma localidade. Escolhida uma localidade, organizada a defesa com os instruendos, definida a missão de cada elemento e submetida a posição a uma ação da figuração inimiga. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: au- toconfiança; equilíbrio emo- cional; responsabilidade; e coragem. Durante a execução das tare- fas, o instruendo deverá: - executar a limpeza de campos de tiro; - empregar, corretamente, os obstáculos; - limpar o seu setor de obser- vação; - camuflar a posição; - fortificar a posição; - estabelecer itinerários de retraimento; e - empregar, adequadamente, o armamento. - Identificar as características físicas mais significativas da localidade para o combate. - Avaliar a influência dos fatores físicos da localidade nas táticas a serem aplicadas. - Avaliar a importância das informa- ções para o combate em localidade. - Identificar as fontes de informes e os objetivos sobre os quais se dese- ja informes, tanto no ataque como na defesa. - Identificar as características da organização de uma posição defen- siva. - Identificar os tipos de obstáculos empregados. - Citar as finalidades dos diferentes tipos de obstáculos. - Descrever a conduta a ser obser- vada pelos elementos de segurança. - Descrever a conduta a ser obser- vada pelos elementos empenhados na defesa. 7. Combate em localidade. a. Características do combate em localidade. 1) Características do terreno. 2) Considerações táticas. 3) Informações e reconhecimen- tos. b. Defesa de localidade. 1) Características da organização da posição defensiva. 2) Emprego de obstáculos. c. Conduta na defesa. 1) Ação dos elementos de segu- rança. 2) Considerações especiais. 3) Prática da defesa de uma loca- lidade. B-208 (OP) Realizar o percurso de uma pista de combate em localidade. Determinado o percurso de uma pista de combate em localidade. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: au- toconfiança; equilíbrio emo- cional; responsabilidade; e coragem. Na execução da tarefa, os instruendos deverão empre- gar, corretamente, as técni- cas de luta casa-a-casa e os diferentes processos para penetrar nos edifícios, as- sim como utilizar correta- mente o armamento. Prática em pista de combate em localidade. Ataque à localidade. - Citar as principais características de um ataque à localidade; - Empregar as técnicas de luta casa-a- casa em uma pista de combate em localidade; e - Conquista do objetivo. Técnica de luta casa-a-casa. - Técnicas de assalto. d. Processos para penetrar nos edifícios. 1) Entrada pelo pavimento mais elevado. 2) Entrada por um pavimento in- termediário. 3) Entrada pelo pavimento térreo.
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    90.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:42 h28. OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM (EM AMBIENTE URBANO E RURAL) NOTURNO: 18 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-209 (OP) Realizar a defesa de Ponto Sensível e mobiliar um Posto de Segurança Estáti- co (PSE) São selecionadas diversos Pontos Sensíveis, com graus de complexidade crescentes, no que se refere aos seguin- tes aspectos: - terreno; - importância; - tempo de manutenção; e - ação da Força Adversa. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: au- toconfiança; equilíbrio emo- cional; responsabilidade; e coragem. Durante a execução da tarefa, o instruendo deverá manter, corretamente, o Ponto Sen- sível, atendendo aos seguin- tes aspectos: - preparar o terreno (obstá- culos, campos de vista, campos de tiro); - defender em todas as dire- ções; - coordenar os elementos fixos com os elementos móveis (quando for o caso); e - reagir imediatamente às ações da Força Adversa. - Realizar a segurança de Ponto Sensível. - Mobiliar um PSE. e. Segurança de Ponto Sensível. 1) Medidas de caráter geral. 2) Segurança de pontes. 3) Segurança de estradas de ferro. f. Posto de Segurança Estático 1) Tipos de PSE. 2) Organização. 3) Ações no PSE. 4) Ligações e comunicações. 5) Material, armamento e equipa- mento empregados. 6) Demonstrações. B-210 (OP) Participar da interdição de uma área. Participar da evacuação de uma área. Interditar uma área e reali- zar a evacuação ordenada do pessoal ocupante dessa área. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: au- toconfiança; equilíbrio emo- cional; responsabilidade; e coragem. Na execução da tarefa, os instruendos deverão partici- par: - do isolamento da área; - da identificação dos ocupan- tes; - do controle da circulação de pessoal e material no local; - do controle da evacuação. - Prática durante a execução do servi- ço de escala da subunidade, utili- zando as instalações do aquartela- mento para simulação de uma loca- lidade. - A subunidade (ou o pelotão) deverá assumir o serviço e realizar todas as atividades de controle de entrada e saída de pessoal, cadastramento e inspeção de veículos. - Para a evacuação de uma área, utilizarão um dos prédios de subuni- dade, o qual deverá ser revistado e evacuado, cadastrando-se todos os ocupantes evacuados. 8. Interdição de área. 9. Evacuação de área.
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    91.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:42 h28. OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM (EM AMBIENTE URBANO E RURAL) NOTURNO: 18 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-211 (OP) Desembarcar e embarcar em viatura em movimen- to. Os instruendos, armados de fuzil (e com capacete), serão embarcados em uma viatura que realizará des- locamentos com velocida- de crescente, até o limite de 30km/h. -O instrutor deverá relacio- nar o OII com os atributos: autoconfiança; equilíbrio emocional; responsabili- dade; e coragem. Durante a execução da tarefa, o instruendo deverá: - no desembarque, empre- gar, corretamente, as téc- nicas de impulsão e rola- mento; e - no embarque, posicionar- se, corretamente, em rela- ção ao eixo de deslocamento da viatura e agir com pres- teza na realização das ações de embarque. - Desembarcar e embarcar em viatu- ras em movimento, em velocidade crescente, até o limite de 30 km/h, em terreno macio ou de grama, e de 20 km/h em asfalto ou cimento. 9. Embarque e desembarque de viaturas em movimento. a. Técnica de desembarque. b. Posicionamento após o de- sembarque. c. Técnica de embarque. Transitar por local sob ação de agente químico, sem utilizar a máscara contra gases. Preparado um local (sala ou barraca) com agentes quí- micos. Durante a execução da tarefa, o instruendo deverá manter o controle emocional na ultra- passagem do local sob ação de agentes químicos. B-212 (OP) Transitar por local sob ação de agente químico, utilizan- do máscara contra gases. Preparado um local (sala ou barraca) sob ação de agentes químicos e distri- buída a máscara contra gases. - O instrutor deverá relacio- nar o OII com os atributos: autoconfiança; equilíbrio emocional; responsabili- dade e coragem. Durante a execução da tarefa, o instruendo deverá utilizar, corretamente, a máscara contra gases (ajustá-la; fixá- la à face e abrir o filtro), transpondo o local com tranqüilidade. - Citar a finalidade dos agentes quí- micos. - Descrever os diferentes efeitos dos agentes químicos. - Utilizar, adequadamente, a máscara contra gases. 10. Emprego de agentes químicos e máscara contra gases. a. Tipos de agentes químicos. b. Emprego tático. c. Seleção. d. Emprego da máscara contra gases.
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    92.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:42 h28. OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM (EM AMBIENTE URBANO E RURAL) NOTURNO: 18 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-213 (OP) Deslocar-se na formação adequada de controle de distúrbios, obedecendo aos comandos. Serão emitidos comandos pelo instrutor, corresponden- tes às formações, desloca- mentos e posições da arma. Em seguida, é simulada uma situação, com figurantes em trajes civis, configurando uma turba, armados de cas- setetes, pedaços de madeira, etc, arremessando materiais diversos contra a formação para controle de distúrbios. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: en- tusiasmo profissional; dis- ciplina; e cooperação. Durante a execução da tarefa, o instruendo deverá man- ter-se, corretamente, em seu lugar nas diversas forma- ções, prestar atenção e obedecer aos comandos emitidos, independente da conformação do terreno e/ou da ação da turba. - Citar a finalidade do emprego dos diferentes tipos de tropa no controle de distúrbios. - Identificar os tipos de formações da tropa para controle de distúrbios. - Deslocar-se dentro de uma forma- ção para controle de distúrbios. - Executar os movimentos de arma necessários a tomar as posições “Em guarda curta” e “Em guarda alta”. 11. Operações de Controle de Distúrbios (OCD). a. Organização da tropa. 1) Tropa para fechamento de vias. 2) Tropas helitransportadas. 3) Blindados. 4) Bombeiros. b. Formações previstas no C 19-15 - Operações de Controle de Distúr- bio 1) Formações. 2) Progressão. 3) Posições da arma: - Em guarda; - Em guarda curta; e - Em guarda alta.
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    93.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:42 h28. OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM (EM AMBIENTE URBANO E RURAL) NOTURNO: 18 h (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-214 (AC) Citar os segmentos que poderão se transformar em Forças Adversas em ambiente rural. Apresentar os fatores que poderão ser utilizados pelas Forças Adversas em ambiente rural. Identificar os principais fato- res que poderão levar à per- turbação da Lei e da Ordem em ambiente rural. - Citar as possibilidades de êxito e os pontos vulneráveis da Força Adversa Rural. - Diferenciar as ações contra uma Força Adversa Rural das ações de guerra convencional. 12. Força Adversa Rural. a. Definição e possibilidades de êxito. b. Características. 1) Organização. 2) Princípios. 3) Áreas favoráveis. 4) Coordenação e controle.
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    94.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:6 h 29. ORDEM UNIDA NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-201 (OU) Executar os movimentos previstos para uma Guarda de Honra. Organizada a tropa para uma Guarda de Honra e seguida a seqüência do cerimonial indicado pelo instrutor. Os comandos serão emitidos por toques de corneta ou clarim. O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: dis- ciplina; responsabilidade; e entusiasmo profissional. Durante a execução da tarefa, o instruendo deverá demons- trar: - correção e energia na exe- cução dos movimentos; - atenção para os toques; e - precisão de movimentos. Participar de uma Guarda de Honra. 1. Cerimonial das Guardas de Honra: a. Formatura. b. Incorporação da Bandeira. c. Continência e revista da tropa pela autoridade. d. Desfile e continência da tropa. e. Desincorporação da Bandeira. B-202 (OU) Executar os movimentos previstos para uma fração de SU, ou uma SU prestan- do Honras Fúnebres. Organizada uma pequena fração de SU, uma fração de SU ou uma SU para prestar Honras Fúnebres e emitidos os comandos por corneta ou clarim. O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: dis- ciplina; responsabilidade; e entusiasmo profissional. Durante a execução da tarefa, o instruendo deverá demons- trar: - correção e energia na exe- cução dos movimentos; - atenção para os comandos; e - precisão de movimentos. Participar de Honras Fúnebres, inte- grando uma pequena fração de Su- bunidade, uma fração de Subunidade ou uma Subunidade. 2. Honras Fúnebres: a. Grupo. b. Pelotão. c. Subunidade.
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    95.00 TEMPO ESTIMADO DIURNO:18 h 30. TREINAMENTO FÍSICO MILITAR NOTURNO: (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÕES E VALORES MILITARES PADRÃO MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS B-201 ( CF ) Executar o Treinamento Físico Militar. As condições são as previs- tas no C 20-20 e no PIM. Todas as atividades deverão ser precedidas de demons- tração e realizadas de forma gradual. As sessões iniciais deverão ser realizadas no âmbito pelotão/ seção. A duração das sessões e a freqüência semanal deverá ser de acordo com o previsto no PIM. - O instrutor deverá relacionar o OII com os atributos: per- sistência e entusiasmo pro- fissional. O instruendo deverá realizar, corretamente, os exercícios previstos para cada sessão. Deverá evidenciar melhora progressiva em seu nível de condicionamento físico, de acordo com o planejado pela Direção de Instrução da OM. Deverá atingir índices interme- diários, estabelecidos pelo Oficial de Treinamento Físico da OM, relacionados aos exer- cícios avaliados no TAF (PAD). De acordo com o C 20-20 e PIM. 1. A Sessão de TFM. a. Aquecimento. b. Trabalho principal: - Corrida contínua em forma e livre; - Ginástica básica; - Treinamento em circuito; - Grandes jogos; - Natação; - Pista de Pentatlo Milita (PPM); - Ginástica com toros. c. Volta à calma. d. Controle fisiológico. 2. Preparação para o 2º Teste de Avaliação Física (PAD).