O documento discute a diferença entre produtividade e fecundidade, argumentando que a sociedade atual valoriza excessivamente a produtividade em detrimento da fecundidade. A fecundidade verdadeira é aquela que inspira e transforma as pessoas para o bem comum através da cooperação e do cuidado mútuo. A vida religiosa também precisa redescobrir os valores da fecundidade em vez de se concentrar apenas na produtividade e resultados visíveis.