GESTÃO ECLESIAL
Competência para coordenar
processos e liderar pessoas,
visando anunciar Jesus Cristo e
colaborar na encarnação do
Reino de Deus no mundo.
Diversas facetas do Padre
• Ser humano com suas qualidade e fragilidades.
• Pastor de uma comunidade paroquial.
• Líder espiritual (pessoa de referência)
• Educador e formador de lideranças
• Administrador
• Dispensador de sacramentos
• Pessoa presente nas etapas de vida das pessoas: nascimento,
infância, adolescência, vida adulta, velhice, morte.
• Mediador de conflitos.
• Homem público.
O que faz tudo?
O que anima e coordena
Fundamentos da fraternidade
na Gestão Eclesial
*As palavras e a prática de Jesus: vocês são todos irmãos.
Somente eu sou o mestre.
*Jesus lava os pés dos discípulos e diz: vocês serão felizes se
colocarem isso em prática.
*Quando os discípulos disputam poder, Jesus diz: “o maior de
vocês seja aquele que serve”.
*Somos uma comunidade de discípulos missionários. Uma só
dignidade. Muitos serviços e ministérios.
*Ser uma Igreja de comunhão e participação (sinodalidade)
Um apelo de Jesus: conversão ministerial
Não o reizinho, mas o
irmão, pai e pastor do
Povo de Deus
Inspiração
da Fratelli
Tutti
O bom samaritano e o estranho no caminho
•Esta parábola manifesta a opção fundamental para
reconstruir nosso mundo ferido. Diante de tanta dor, à
vista de tantas feridas, a única saída é ser como o bom
samaritano.
•A parábola mostra-nos as iniciativas para refazer uma
comunidade a partir de pessoas que assumem como
própria a fragilidade dos outros. Não excluem, fazem-
se próximos, levantam e reabilitam o caído, para que
o bem seja comum (FT 67).
Todos temos algo do ferido, do salteador,
daqueles que passam indiferentes e do bom
samaritano (FT 69).
Habitualmente os «salteadores do caminho»
têm, como aliados secretos os que «passam
pelo caminho olhando para o outro lado»
(FT 75)
Procuremos os outros e ocupemo-nos da realidade que nos
compete, sem temer a dor nem a impotência.
Mas não o façamos sozinhos, individualmente. O
samaritano procurou o dono da pousada para cuidar
daquele homem, como nós estamos chamados a convidar
outros e a encontrar-nos num «nós» mais forte do que a
soma de pequenas individualidades (FT 78).
Todos temos uma responsabilidade pelo ferido que é o
nosso povo e todos os povos da terra. (FT 79)
Que atitudes desenvolver para a
fraternidade, numa sociedade
dividida e violenta?
Ternura: expressa “no amor, que se torna próximo e
concreto. É um movimento que brota do coração e chega
aos olhos, aos ouvidos e às mãos. (...) A ternura é o caminho
que percorreram os homens e as mulheres mais corajosos e
fortes” (FT 194);
Diálogo: essa reúne uma série de atitudes, como
“aproximar-se, expressar-se, ouvir-se, olhar-se, conhecer-se,
esforçar-se por entender-se, procurar pontos de contato” (FT
198). O diálogo nos conduz a buscar consensos (FT 206), para
sonhar, trabalhar e lutar juntos (FT 204);
Ser amável: “prestar atenção, oferecer um sorriso, dizer
uma palavra de estímulo, possibilitar um espaço de escuta
no meio de tanta indiferença (Gl 5,22). Esse esforço, vivido
dia a dia, cria a convivência sadia que vence as
incompreensões e evita os conflitos” (FT 224);
Memória penitencial: recordar as violências
cometidas contra as vítimas no passado e manter viva a
indignação diante dos atentados contra a dignidade
humana hoje, aprendendo a não repetir os erros (FT 226-227,
246-249).
• Proximidade e a amizade com os pobres (FT 234),
• Prática do perdão (FT 236),
• Assumir o conflito inevitável (FT 240),
• Manter as lutas legítimas sem vingança ou ódio (FT 241-
243),
• Buscar a reconciliação sem negar o conflito (FT 244),
• Promover do ecumenismo e do diálogo entre as religiões
em vista da paz e da superação da pobreza (FT 217-284)
Fraternidade, pastoral
e espiritualidade
Vamos deixar
de pescar no
aquário?
Postura no trato com as pessoas
▪Reserva e discrição.
▪Auto-controle.
▪Estar presente sem invadir.
▪Expressar gratidão.
▪Acolher a resistência e a incompreensão.
▪Perseverança e paciência.
▪Estimular sua equipe.
▪Fazer críticas construtivas e propor mudanças.
▪Negociação e flexibilidade.
▪Humildade.
Cultivar a espiritualidade
▪ Manter-se enraizado(a) em Deus.
▪ Exercitar a entrega, a ação de graças e a súplica.
▪ Meditar a Palavra de Deus
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Gestão Eclesial e Fraternidade Cristã: Valores e Práticas

  • 2.
    GESTÃO ECLESIAL Competência paracoordenar processos e liderar pessoas, visando anunciar Jesus Cristo e colaborar na encarnação do Reino de Deus no mundo.
  • 4.
    Diversas facetas doPadre • Ser humano com suas qualidade e fragilidades. • Pastor de uma comunidade paroquial. • Líder espiritual (pessoa de referência) • Educador e formador de lideranças • Administrador • Dispensador de sacramentos • Pessoa presente nas etapas de vida das pessoas: nascimento, infância, adolescência, vida adulta, velhice, morte. • Mediador de conflitos. • Homem público.
  • 5.
    O que faztudo?
  • 6.
    O que animae coordena
  • 7.
    Fundamentos da fraternidade naGestão Eclesial *As palavras e a prática de Jesus: vocês são todos irmãos. Somente eu sou o mestre. *Jesus lava os pés dos discípulos e diz: vocês serão felizes se colocarem isso em prática. *Quando os discípulos disputam poder, Jesus diz: “o maior de vocês seja aquele que serve”. *Somos uma comunidade de discípulos missionários. Uma só dignidade. Muitos serviços e ministérios. *Ser uma Igreja de comunhão e participação (sinodalidade)
  • 8.
    Um apelo deJesus: conversão ministerial Não o reizinho, mas o irmão, pai e pastor do Povo de Deus
  • 9.
  • 10.
    O bom samaritanoe o estranho no caminho •Esta parábola manifesta a opção fundamental para reconstruir nosso mundo ferido. Diante de tanta dor, à vista de tantas feridas, a única saída é ser como o bom samaritano. •A parábola mostra-nos as iniciativas para refazer uma comunidade a partir de pessoas que assumem como própria a fragilidade dos outros. Não excluem, fazem- se próximos, levantam e reabilitam o caído, para que o bem seja comum (FT 67).
  • 11.
    Todos temos algodo ferido, do salteador, daqueles que passam indiferentes e do bom samaritano (FT 69). Habitualmente os «salteadores do caminho» têm, como aliados secretos os que «passam pelo caminho olhando para o outro lado» (FT 75)
  • 12.
    Procuremos os outrose ocupemo-nos da realidade que nos compete, sem temer a dor nem a impotência. Mas não o façamos sozinhos, individualmente. O samaritano procurou o dono da pousada para cuidar daquele homem, como nós estamos chamados a convidar outros e a encontrar-nos num «nós» mais forte do que a soma de pequenas individualidades (FT 78). Todos temos uma responsabilidade pelo ferido que é o nosso povo e todos os povos da terra. (FT 79)
  • 13.
    Que atitudes desenvolverpara a fraternidade, numa sociedade dividida e violenta?
  • 14.
    Ternura: expressa “noamor, que se torna próximo e concreto. É um movimento que brota do coração e chega aos olhos, aos ouvidos e às mãos. (...) A ternura é o caminho que percorreram os homens e as mulheres mais corajosos e fortes” (FT 194); Diálogo: essa reúne uma série de atitudes, como “aproximar-se, expressar-se, ouvir-se, olhar-se, conhecer-se, esforçar-se por entender-se, procurar pontos de contato” (FT 198). O diálogo nos conduz a buscar consensos (FT 206), para sonhar, trabalhar e lutar juntos (FT 204);
  • 15.
    Ser amável: “prestaratenção, oferecer um sorriso, dizer uma palavra de estímulo, possibilitar um espaço de escuta no meio de tanta indiferença (Gl 5,22). Esse esforço, vivido dia a dia, cria a convivência sadia que vence as incompreensões e evita os conflitos” (FT 224); Memória penitencial: recordar as violências cometidas contra as vítimas no passado e manter viva a indignação diante dos atentados contra a dignidade humana hoje, aprendendo a não repetir os erros (FT 226-227, 246-249).
  • 16.
    • Proximidade ea amizade com os pobres (FT 234), • Prática do perdão (FT 236), • Assumir o conflito inevitável (FT 240), • Manter as lutas legítimas sem vingança ou ódio (FT 241- 243), • Buscar a reconciliação sem negar o conflito (FT 244), • Promover do ecumenismo e do diálogo entre as religiões em vista da paz e da superação da pobreza (FT 217-284)
  • 17.
  • 18.
  • 19.
    Postura no tratocom as pessoas ▪Reserva e discrição. ▪Auto-controle. ▪Estar presente sem invadir. ▪Expressar gratidão. ▪Acolher a resistência e a incompreensão. ▪Perseverança e paciência. ▪Estimular sua equipe. ▪Fazer críticas construtivas e propor mudanças. ▪Negociação e flexibilidade. ▪Humildade.
  • 20.
    Cultivar a espiritualidade ▪Manter-se enraizado(a) em Deus. ▪ Exercitar a entrega, a ação de graças e a súplica. ▪ Meditar a Palavra de Deus
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