O documento discute a "crise de atenção" causada pela dispersão da atenção das pessoas entre várias telas e mídias, além do excesso de estímulos. Defende que as marcas devem fazer "conteúdo de conexão", ou seja, conteúdo que se conecta com os interesses das pessoas de forma desejada, em vez de simplesmente interromper. Aponta exemplos de conteúdo de conexão como filmes que ajudam a realizar fantasias ou ensinam coisas úteis.