A SECA NO NORDESTE
O  Sertão  Nordestino -  A mais baixa incidencia de chuvas - As chuvas acontecem entre dezembro e abril  -  Cuando nao tem chuvas acontece a seca - As secas prolongadas s ão  provocadas pelo fenomeno O Niño Polígono das secas igon das secas
A seca na história A seca tem sido um grave problema há séculos: - 1889  D. Pedro II ordenou a construção de açudes -  1909  crio-se o primeiro órgão de combate à seca: “ Inspetoria de Obras contra a Seca” -  1945  o órgão mudou de nome a  “Departamento Nacional de Obras contra as Secas” - 1951  determinou-se o límite da estiagem:  “O Polígono das secas” Porta dágua do DNOCS  Polígono das secas
A seca: um problema social -No sertão nordestino habitam 18 milhões de pessoas - A maior parte dos afetados limitam-se a esperar a ajuda do Governo -Só uma minoria faz  preparativos para a seca como: Estocagem de alimentos Armazenamiento de agua Procura de emprego em otras zonas
Conseqüências da seca - Perda da produção agrícola - Debilitação da pecuária - Esgotamento das reservas  de agua - A população rural mais pobre é a mais vulnerável - Dependencia das políticas públicas ou migração a áreas urbanas
Migração nordestina Nas décadas dos 60, 70 e 80 começou a migra ção devido a: -A desigualdade na renda -Conçentração desigual das terras -A seca As migrações chegam ao Sudeste com as promessas de: -Melhor qualidade de vida -Oportunidades de emprego -Salarios mais altos Porém nos últimos años a  migra ção tem se reduzido em Maranhão, Pernanbuco e Bahía  E se tem invertido no resto do Nordeste
As soluções do governo - A seca no Nordeste está ligada à falta de políticas públicas  para o beneficio da população -O governo federal envía dinheiro aos estados afetados criando-se uma “ Industria da seca ” “  A  Industria da seca ”  A estrategia dos grupos políticos e econômicos que aproveitam a seca para receber dinheiro Os recursos são desviados e não se usam para combatir a seca A seca usa-se como pretexto para  não pagar as dívidas  O dihneiro da seca compra os votos das pessoas mais pobres
A seca na Arte
“ Cafe” Candido Portinari(1903-1962) “ Labrador de cafe” Pintura
Candido Portinari  “ Retirantes ” 1944 óleo sobre tela Museu de Arte de  São Paulo Assis Chateaubriand São Paulo
Mestre Vitalino Vitalino Pereira dos Santos (1909-1963) Retrata o folclore nordestino e a vida cotidiana do  homem sertanejo Material: massape Casa Museu Mestre Vitalino Museu do Homem no Nordeste Escultura
“ O Quinze ” (1930) de Rachel de Queiroz Relata a difícil marcha de um retirante e sua família rumo ao Amazonas. Paralelamente existe a história de uma moça sonhadora que adora ler romances franceses. O romance denuncia o grave problema da seca: o inimigo comum. Literatura Poema dramático que retrata a dura trajetória de um migrante nordestino  em busca duma vida mais favorável no litoral.  Em 1965 a obra foi musicalizada por Chico Buarque e montada  como peça de teatro.  “ Vidas secas ” (1938) de Graciliano Ramos É a história de uma familia de cinco: Fabiano, sinha Vitoria, os seus dois filhos e a cachorra Baleia, que moram na pobreza do Nordeste. A histórica tem forma cíclica reflectindo o ciclo de pobreza do sert ão. “ Morte e vida severina ” (1966) de  João  Cabral de Melo Neto
Deus e o diabo na terra do sol (1964) Direção: Glauber Rocha Cinema Sinopse: O sertanejo Manoel e sua mulher Rosa levam uma vida sofrida no interior do país numa terra desolada pela seca. Manuel precisa terra própria e vai consegui-la em troca do gado com um coronel, mas quando o leva  para a cidade alguns animais morrem no percurso e cancela-se o trato.  Então Manoel zanga-se, mata o coronel e foge com a sua mulher, e na fuga junta-se a uma seita que luta contra os latifundiários. Em vingança, os latifundiários contratam a Antônio das Mortes para matar o grupo.

Exposição da Perla - "A Seca"

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    A SECA NONORDESTE
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    O Sertão Nordestino - A mais baixa incidencia de chuvas - As chuvas acontecem entre dezembro e abril - Cuando nao tem chuvas acontece a seca - As secas prolongadas s ão provocadas pelo fenomeno O Niño Polígono das secas igon das secas
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    A seca nahistória A seca tem sido um grave problema há séculos: - 1889 D. Pedro II ordenou a construção de açudes - 1909 crio-se o primeiro órgão de combate à seca: “ Inspetoria de Obras contra a Seca” - 1945 o órgão mudou de nome a “Departamento Nacional de Obras contra as Secas” - 1951 determinou-se o límite da estiagem: “O Polígono das secas” Porta dágua do DNOCS Polígono das secas
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    A seca: umproblema social -No sertão nordestino habitam 18 milhões de pessoas - A maior parte dos afetados limitam-se a esperar a ajuda do Governo -Só uma minoria faz preparativos para a seca como: Estocagem de alimentos Armazenamiento de agua Procura de emprego em otras zonas
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    Conseqüências da seca- Perda da produção agrícola - Debilitação da pecuária - Esgotamento das reservas de agua - A população rural mais pobre é a mais vulnerável - Dependencia das políticas públicas ou migração a áreas urbanas
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    Migração nordestina Nasdécadas dos 60, 70 e 80 começou a migra ção devido a: -A desigualdade na renda -Conçentração desigual das terras -A seca As migrações chegam ao Sudeste com as promessas de: -Melhor qualidade de vida -Oportunidades de emprego -Salarios mais altos Porém nos últimos años a migra ção tem se reduzido em Maranhão, Pernanbuco e Bahía E se tem invertido no resto do Nordeste
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    As soluções dogoverno - A seca no Nordeste está ligada à falta de políticas públicas para o beneficio da população -O governo federal envía dinheiro aos estados afetados criando-se uma “ Industria da seca ” “ A Industria da seca ” A estrategia dos grupos políticos e econômicos que aproveitam a seca para receber dinheiro Os recursos são desviados e não se usam para combatir a seca A seca usa-se como pretexto para não pagar as dívidas O dihneiro da seca compra os votos das pessoas mais pobres
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    “ Cafe” CandidoPortinari(1903-1962) “ Labrador de cafe” Pintura
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    Candido Portinari “ Retirantes ” 1944 óleo sobre tela Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand São Paulo
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    Mestre Vitalino VitalinoPereira dos Santos (1909-1963) Retrata o folclore nordestino e a vida cotidiana do homem sertanejo Material: massape Casa Museu Mestre Vitalino Museu do Homem no Nordeste Escultura
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    “ O Quinze” (1930) de Rachel de Queiroz Relata a difícil marcha de um retirante e sua família rumo ao Amazonas. Paralelamente existe a história de uma moça sonhadora que adora ler romances franceses. O romance denuncia o grave problema da seca: o inimigo comum. Literatura Poema dramático que retrata a dura trajetória de um migrante nordestino em busca duma vida mais favorável no litoral. Em 1965 a obra foi musicalizada por Chico Buarque e montada como peça de teatro. “ Vidas secas ” (1938) de Graciliano Ramos É a história de uma familia de cinco: Fabiano, sinha Vitoria, os seus dois filhos e a cachorra Baleia, que moram na pobreza do Nordeste. A histórica tem forma cíclica reflectindo o ciclo de pobreza do sert ão. “ Morte e vida severina ” (1966) de João Cabral de Melo Neto
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    Deus e odiabo na terra do sol (1964) Direção: Glauber Rocha Cinema Sinopse: O sertanejo Manoel e sua mulher Rosa levam uma vida sofrida no interior do país numa terra desolada pela seca. Manuel precisa terra própria e vai consegui-la em troca do gado com um coronel, mas quando o leva para a cidade alguns animais morrem no percurso e cancela-se o trato. Então Manoel zanga-se, mata o coronel e foge com a sua mulher, e na fuga junta-se a uma seita que luta contra os latifundiários. Em vingança, os latifundiários contratam a Antônio das Mortes para matar o grupo.