O papa Francisco defendeu reformas na Igreja Católica para diminuir a desigualdade e a riqueza do Vaticano, além de criticar o capitalismo e defender maior inclusão social. Ele pediu uma reforma profunda nas instituições eclesiásticas e o uso de novos métodos para o ensino do Evangelho. O pontífice também reafirmou a posição contra o aborto e defendeu o diálogo com outras religiões.