A autora defende a eutanásia por acreditar que ninguém merece viver com sofrimento inimaginável e sem qualidade de vida. Ela argumenta que a eutanásia não é suicídio, mas sim coragem e altruísmo, permitindo uma morte misericordiosa em vez de sofrimento. A autora também acredita que a visão religiosa de apenas Deus poder tirar a vida é egoísta ao forçar as pessoas a sofrer sem necessidade.