Estruturas, formas terrestres e 
atividade mineradora 
Prof. Paulo Dantas 
GEOGRAFIA
Nas profundezas da Terra
A Terra: idade e evolução
Continentes em movimento 
 Teoria da Deriva Continental; 
 Teoria da Tectônica das Placas.
A composição e o ciclo das rochas 
 Rochas magmáticas: intrusivas; 
extrusivas. 
 Rochas sedimentares: clásticas (detríticas); 
químicas; 
orgânicas. 
 Rochas metamórficas.
Estrutura geológica da Terra 
Crátons 
Estruturas mais antigas do planeta; 
Variam entre 900 milhões e 4,5 bilhões de anos; 
Mais desgastadas (erosão) e ricas em minérios. 
Bacias 
Sedimentares 
Grandes depressões preenchidas com espessas camadas 
de sedimentos (5000 metros); 
Carvão mineral, petróleo e gás natural. 
Cadeias 
Orogênicas 
Correspondem as áreas de maior altitude da superfície 
da Terra; Terremotos, vulcanismos, dobramentos e 
falhamentos.
Agentes internos: modeladores do relevo 
 Tectonismo (dobramentos e falhamentos); 
 Vulcanismo; 
 Terremotos.
Agentes internos: dobramentos 
O dobramento da placa Euro-asiática dá 
origem ao Himalaia A placa indiana é “engolida” pelo manto e a 
placa Euro-asiática sofre dobramento. 
A placa indiana choca-se com a 
placa Euro-asiática. 
A FORMAÇÃO DO HIMALAIA 
Direção do movimento da placa 
6o ano – Caderno 1 – Unidade 4 – Capítulo 1
Agentes internos: falhas 
A serra do Mar é 
um exemplo 
de estrutura originada por 
falhamento. 
O afundamento de blocos de rochas 
falhadas originou o vale 
do Paraíba (SP). 
Vale do paraíba 
6o ano – Caderno 2 – Unidade 4 – Capítulo 1
Agentes internos: vulcões 
Fumaça de uma erupção na ilha Cracatoa (Indonésia) em 1883. Atualmente o vulcão está aumentando de 
tamanho e foi rebatizado como Anak Krakatoa, filho do Cracatoa. 
SERGIO DORANTES/CORBIS/LATINSTOCK 
6o ano – Caderno 1 – Unidade 4 – Capítulo 1
Agentes internos: terremotos 
Moradores caminham entre casas destruídas na cidade de 
Rikuzintakata (Japão)em 22 de março de 2011. 
NICOLAS ASFOURI/AFP/GETTY IMAGES 
6o ano – Caderno 1 – Unidade 4 – Capítulo 1
Agentes externos: esculpidores da paisagem 
 Erosão fluvial; 
 Erosão marinha; 
 Erosão glaciária; 
 Erosão eólica; 
 Erosão pluvial; 
 Seres vivos.
Agentes externos: erosão pluvial 
A água da chuva é capaz de 
arrastar grandes quantidades 
de terra, como em Ilhota, 
SC (2008). 
MARCO GAMBORGI/MAFALDA PRESS/FOLHAPRESS 
6o ano – Caderno 2 – Unidade 4 – Capítulo 1
Agentes externos: erosão marinha 
Praia de Marataízes (ES) 
PALÊ ZUPPANI/PULSAR IMAGENS 
6o ano – Caderno 2 – Unidade 4 – Capítulo 1 
THOUGHT EQUITY
Agentes externos: erosão fluvial 
No delta do rio Paraíba (PI/MA) há dezenas 
de ilhas. 
PALÊ ZUPPANI/PULSAR IMAGES 
O cânion Fortaleza (SC/RS) tem cerca 
de 7 km. 
ANDRÉ PERAZZO/FOLHAPRESS 
6o ano – Caderno 2 – Unidade 4 – Capítulo 1
Agentes externos: erosão glaciária 
Geleira em Prince William Sound, Alasca (EUA) 
PHOTODISC/GETTY IMAGES 
6o ano – Caderno 2 – Unidade 4 – Capítulo 1
Agentes externos: erosão eólica 
Deserto do Saara 
(Marrocos) 
VLADIMIR WRANGEL/SHUTTERSTOCK 
Monument Valley, Arizona (EUA) 
JEFFREY T. KREULEN/SHUTTRSTOCK 
6o ano – Caderno 2 – Unidade 4 – Capítulo 1
Agentes externos: ações humanas 
Pedreira na Espanha 
ARIAS FORMATO PROFESIONAL/CID 
Extração de minério de ouro 
CHRIS TURNER/SHUTTERSTOCK 
6o ano – Caderno 1 – Unidade 4 – Capítulo 1
Formas de relevo 
 Montanhas; 
 Planaltos; 
 Planícies; 
 Depressões. 
BRASIL: FÍSICO
Montanhas 
 Maior erosão que sedimentação 
O Everest é o pico mais alto da Terra. 
PICHUGIN DMITRY/SHUTTERSTOCK 
6o ano – Caderno 2 – Unidade 4 – Capítulo 2
Planaltos 
As chapadas têm escarpas e topo plano. Chapada 
Diamantina (BA). 
VINICIUS TUPINAMBA/SHUTTERSTOCK 
VINICIUS TUPINAMBA/SHUTTERSTOCK 
 Bastante desgastadas pela 
ação de agentes de erosão. 
Mares de morros têm topos 
arredondados. Campos 
do Jordão (SP). 
As serras têm desníveis acentuados. 
Serra da Bocaina (SP). 
RUBENS CHAVES/PULSAR IMAGENS 
IVANIA SANT'ANNA/KINO 
6o ano – Caderno 2 – Unidade 4 – Capítulo 2
Planícies 
Paris, França 
VENIAMIN KRASKOV/SHUTTERSTOCK 
6o ano – Caderno 2 – Unidade 4 – Capítulo 2
O mar Morto, entre Israel e Jordânia, é um lago de águas salgadas em uma 
depressão absoluta. 
Depressões 
Podem ser: 
 absolutas 
 relativas 
ATLANTIDE PHOTOTRAVEL/CORBIS/LATINSTOCK 
Perfil de relevo: região Nordeste do Brasil, sentido oeste-leste. A depressão Sertaneja, 
uma depressão relativa, localiza-se a oeste do planalto da Borborema (PE). 
Fonte: ROSS, Jurandyr L. Sanches. Geografia do Brasil. 4. ed. São Paulo: 
Edusp, 2001. p. 55. 
6o ano – Caderno 2 – Unidade 4 – Capítulo 2
Planaltos brasileiros 
Chapada dos Guimarães, MT 
RENATO SOARES/PULSAR IMAGENS
Depressões brasileiras 
JACEK/KINO 
Trecho da depressão periférica da borda leste 
da bacia do Paraná. Rodovia Luiz de Queiroz, 
Piracicaba (SP).
Planícies brasileiras 
Planície do rio Amazonas (AM) 
CASADAPHOTO/SHUTTERSTOCK

Estruturas e formas terrestres

  • 1.
    Estruturas, formas terrestrese atividade mineradora Prof. Paulo Dantas GEOGRAFIA
  • 2.
  • 3.
    A Terra: idadee evolução
  • 4.
    Continentes em movimento  Teoria da Deriva Continental;  Teoria da Tectônica das Placas.
  • 5.
    A composição eo ciclo das rochas  Rochas magmáticas: intrusivas; extrusivas.  Rochas sedimentares: clásticas (detríticas); químicas; orgânicas.  Rochas metamórficas.
  • 6.
    Estrutura geológica daTerra Crátons Estruturas mais antigas do planeta; Variam entre 900 milhões e 4,5 bilhões de anos; Mais desgastadas (erosão) e ricas em minérios. Bacias Sedimentares Grandes depressões preenchidas com espessas camadas de sedimentos (5000 metros); Carvão mineral, petróleo e gás natural. Cadeias Orogênicas Correspondem as áreas de maior altitude da superfície da Terra; Terremotos, vulcanismos, dobramentos e falhamentos.
  • 7.
    Agentes internos: modeladoresdo relevo  Tectonismo (dobramentos e falhamentos);  Vulcanismo;  Terremotos.
  • 8.
    Agentes internos: dobramentos O dobramento da placa Euro-asiática dá origem ao Himalaia A placa indiana é “engolida” pelo manto e a placa Euro-asiática sofre dobramento. A placa indiana choca-se com a placa Euro-asiática. A FORMAÇÃO DO HIMALAIA Direção do movimento da placa 6o ano – Caderno 1 – Unidade 4 – Capítulo 1
  • 9.
    Agentes internos: falhas A serra do Mar é um exemplo de estrutura originada por falhamento. O afundamento de blocos de rochas falhadas originou o vale do Paraíba (SP). Vale do paraíba 6o ano – Caderno 2 – Unidade 4 – Capítulo 1
  • 10.
    Agentes internos: vulcões Fumaça de uma erupção na ilha Cracatoa (Indonésia) em 1883. Atualmente o vulcão está aumentando de tamanho e foi rebatizado como Anak Krakatoa, filho do Cracatoa. SERGIO DORANTES/CORBIS/LATINSTOCK 6o ano – Caderno 1 – Unidade 4 – Capítulo 1
  • 11.
    Agentes internos: terremotos Moradores caminham entre casas destruídas na cidade de Rikuzintakata (Japão)em 22 de março de 2011. NICOLAS ASFOURI/AFP/GETTY IMAGES 6o ano – Caderno 1 – Unidade 4 – Capítulo 1
  • 12.
    Agentes externos: esculpidoresda paisagem  Erosão fluvial;  Erosão marinha;  Erosão glaciária;  Erosão eólica;  Erosão pluvial;  Seres vivos.
  • 13.
    Agentes externos: erosãopluvial A água da chuva é capaz de arrastar grandes quantidades de terra, como em Ilhota, SC (2008). MARCO GAMBORGI/MAFALDA PRESS/FOLHAPRESS 6o ano – Caderno 2 – Unidade 4 – Capítulo 1
  • 14.
    Agentes externos: erosãomarinha Praia de Marataízes (ES) PALÊ ZUPPANI/PULSAR IMAGENS 6o ano – Caderno 2 – Unidade 4 – Capítulo 1 THOUGHT EQUITY
  • 15.
    Agentes externos: erosãofluvial No delta do rio Paraíba (PI/MA) há dezenas de ilhas. PALÊ ZUPPANI/PULSAR IMAGES O cânion Fortaleza (SC/RS) tem cerca de 7 km. ANDRÉ PERAZZO/FOLHAPRESS 6o ano – Caderno 2 – Unidade 4 – Capítulo 1
  • 16.
    Agentes externos: erosãoglaciária Geleira em Prince William Sound, Alasca (EUA) PHOTODISC/GETTY IMAGES 6o ano – Caderno 2 – Unidade 4 – Capítulo 1
  • 17.
    Agentes externos: erosãoeólica Deserto do Saara (Marrocos) VLADIMIR WRANGEL/SHUTTERSTOCK Monument Valley, Arizona (EUA) JEFFREY T. KREULEN/SHUTTRSTOCK 6o ano – Caderno 2 – Unidade 4 – Capítulo 1
  • 18.
    Agentes externos: açõeshumanas Pedreira na Espanha ARIAS FORMATO PROFESIONAL/CID Extração de minério de ouro CHRIS TURNER/SHUTTERSTOCK 6o ano – Caderno 1 – Unidade 4 – Capítulo 1
  • 19.
    Formas de relevo  Montanhas;  Planaltos;  Planícies;  Depressões. BRASIL: FÍSICO
  • 20.
    Montanhas  Maiorerosão que sedimentação O Everest é o pico mais alto da Terra. PICHUGIN DMITRY/SHUTTERSTOCK 6o ano – Caderno 2 – Unidade 4 – Capítulo 2
  • 21.
    Planaltos As chapadastêm escarpas e topo plano. Chapada Diamantina (BA). VINICIUS TUPINAMBA/SHUTTERSTOCK VINICIUS TUPINAMBA/SHUTTERSTOCK  Bastante desgastadas pela ação de agentes de erosão. Mares de morros têm topos arredondados. Campos do Jordão (SP). As serras têm desníveis acentuados. Serra da Bocaina (SP). RUBENS CHAVES/PULSAR IMAGENS IVANIA SANT'ANNA/KINO 6o ano – Caderno 2 – Unidade 4 – Capítulo 2
  • 22.
    Planícies Paris, França VENIAMIN KRASKOV/SHUTTERSTOCK 6o ano – Caderno 2 – Unidade 4 – Capítulo 2
  • 23.
    O mar Morto,entre Israel e Jordânia, é um lago de águas salgadas em uma depressão absoluta. Depressões Podem ser:  absolutas  relativas ATLANTIDE PHOTOTRAVEL/CORBIS/LATINSTOCK Perfil de relevo: região Nordeste do Brasil, sentido oeste-leste. A depressão Sertaneja, uma depressão relativa, localiza-se a oeste do planalto da Borborema (PE). Fonte: ROSS, Jurandyr L. Sanches. Geografia do Brasil. 4. ed. São Paulo: Edusp, 2001. p. 55. 6o ano – Caderno 2 – Unidade 4 – Capítulo 2
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    Planaltos brasileiros Chapadados Guimarães, MT RENATO SOARES/PULSAR IMAGENS
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    Depressões brasileiras JACEK/KINO Trecho da depressão periférica da borda leste da bacia do Paraná. Rodovia Luiz de Queiroz, Piracicaba (SP).
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    Planícies brasileiras Planíciedo rio Amazonas (AM) CASADAPHOTO/SHUTTERSTOCK