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Estrutura Interna da Terra
• Composição química:
• Crosta – é a fina camada que envolve o planeta, não ultrapassa de 60 km de
  profundidade e atinge apenas 4 km em determinado ponto. Nas áreas
  continentais ela é mais espessa e, nos oceanos, mais delgada. Representa
  apenas 1% da massa total do planeta e é uma parte da litosfera. A crosta divide-
  se por sua vez, em outras duas camadas: uma mais superficial, sólida,
  constituída principalmente por granitos, embasamento das rochas
  sedimentares (onde predominam os elementos químicos sílica e alumínio) e
  uma pastosa formada por rochas magmáticas como diabásio, o gabro e o
  basalto.
• Manto – é conhecida também como mesosfera ou camada intermediária e
  representa 83% do volume do planeta e 65% da massa total da Terra. Essa
  camada esta situada entre 60 km e 3000 km de profundidade. Divide-se
  também em duas camadas: o manto superior – que esta em contato com a
  crosta – e o manto inferior – que se limita como o núcleo. É preciso ressaltar
  que a crosta sofre influência do manto, pelos fenômenos geológicos, como
  vulcanismo, terremotos e outros.
• Núcleo – é a camada mais interna do globo, representa 14 % do volume e 32 %
  da massa total do planeta. O núcleo externo tem uma consistência flúida,
  formada por níquel e ferro, com temperaturas que atingem 5000° C; o núcleo
  interno, embora pouco conhecido, é formado por minerais sólidos, devido às
  altas pressões que ocorrem no interior do planeta.
Composição física:
• Composição física:
• Litosfera – é formada pela crosta parte superior do
  manto. Tem consistência sólida e flutua sobre a
  astenosfera, em virtude da presença de rochas
  dentro dessa estrutura predominantemente sólida.
• Astenosfera – camada flúida intermediária
  localizada entre o manto e a litosfera.
• Mesosfera – é uma espessa camada sólida com
  densidade muito superior à das rochas encontradas
  na superfície da Terra.
• Núcleo – a maior parte é chamado de núcleo
  externo e tem consistência líquida, o núcleo interno
  se apresenta sólido.
Estrutura Externa da Terra
• Litosfera – Camada rochosa, parte sólida da crosta, a
  espessura é cerca de 60 km à 120 km.
• Atmosfera – Camada gasosa que envolve o planeta em
  Troposfera, Estratosfera, Mesosfera, Ionosfera e
  Exosfera.
• Hidrosfera - Corresponde à massa liquida existente no
  planeta que são encontrados nos Oceanos, Mares,
  Lagos e Rios. Corresponde a 78% do planeta.
• Criosfera - Correspondem à massa de gelo sobre o
  planeta, as Calotas Polares, as Geleiras, os Icebergs e
  Banquisas.
• Biosfera - Resulta da interação entre todas as outras
  camadas, oferecendo suporte para a existência e
  manutenção da vida na terra.
Minerais e Rochas
• Minerais e Rochas:
• Minerais – são substâncias sólidas não orgânicas,
  com composição química definida, encontradas
  naturalmente na crosta terrestre. Cada um deles
  com características bem definidas, como cor,
  estrutura cristalina, transparência, densidade etc.
• Mineralóide – é uma estrutura de origem
  geológica com características minerais, mas não
  são cristalinos, ou quando são cristalinos, não
  possuam composição química definida.
• Rochas – são agregados naturais de incontáveis
  grãos de minerais ou de mineralóide e podem ser
  constituída de um ou mais minerais.
Classificação dos minerais quanto ao
              seu grau de dureza:
•   Classificação dos minerais quanto ao seu grau de dureza:
•   Minerias Encontrados...
•   1-TalcoPapel, Inseticidas, Indústria têxtil
•   2- Gipsita Cimento, Construção civil
•   3- Calcita Agricultura, Mitos e Crenças
•   4- Fluorita Vidro, esmaltes e indústria óptica
•   5- Apatita Creme dental
•   6- Ortoclásio Granito para fundição do mármore
•   7- QuartzoEletrônico, construção civil
•   8- Topázio Joalheria
•   9- Coríndom Joalheria, indústrias pesadas
•   10- Diamante Joalheria, indústrias pesadas
Tipos de Rochas:
•   Tipos de Rochas:
•   Rochas Ígnea ou Magmática – forma-se pelo resfriamento e cristalização do magma.
•   Vulcânica ou extrusiva - Quando a cristalização ocorre na superfície da Terra. Ex.:
    Basalto, pedra-pomes.
•   Plutônica ou Intrusiva – Quando cristalizadas dentro da crosta terrestre. Ex.: Granito.
•   Rochas Metamórficas – formam-se pela transformação de outras rochas submetidas a
    enormes pressões e temperaturas existentes no interior da Terra. Ex.: Mármore
    (granito,calcário), Gnaisse (quartzo,feldspato)
•   Rochas Sedimentares – São formadas a partir do acúmulo de restos de outras rochas
    pré-existentes, submetida a enormes pressões e temperaturas existentes no interior da
    Terra.
•   Rochas Dentríticas – Apresentam-se como restos de material grosseiros, heterogênicos,
    variados, indiscriminados, dentre as quais podemos citar os arenitos, os sienitos e o
    diabásio.
•   Rochas Químicas – resultam da agregação de sedimentos provenientes principalmente
    da dissolução química de outras rochas. Existem dois tipos de rochas químicas,
    inorgânica e a orgânica.
•   Inorgânicas - formadas pela precipitação de sais a partir de soluções aquosas saturadas.
    Ex.: evaporito, laterito, calcita e carbonato de cálcio.
•   Orgânicas - formados de sedimentos provenientes da decomposição de organismos em
    ambientes marinhos. Ex.: Xisto betuminoso, carvão mineral.
Tipo de carvão mineral
• Tipo de carvão mineral:
• Turfa: Deposição e putrefação dos restos
  vegetais em ambientes de várzea. Baixo teor
  calorífero.
• Linhito: Trata de um material escuro, com um
  elevado teor de água e baixo percentual de
  carbono.
• Hulha: É sólido, tem cor negra e pode ser
  transformado em coque.
• Antracito: Tem de 90 a 96% de carbono na sua
  estrutura, cor negra, brilho vítreo e elevada
  dureza.
Estrutura Geológica:
•   Bloco Cratônico – Uma estrutura geológica muito antiga, datados da era Pré-
    cambriana. Representam os núcleos primitivos do que viriam a ser os continentes.
    Nessas áreas encontramos as rochas mais antigas do planeta, algumas até com 3,8
    milhões de anos.
•   Escudos Cristalinos: Correspondem aos primeiros núcleos de rochas.
•   Plataformas: são as áreas cratônicas mais rebaixadas, recobertas por sedimentos.
•   Bacias Sedimentares – são depressões preenchidas por detritos ou sedimentos
    provenientes de áreas vizinhas, de origem diversa, tendo a presença determinante de
    rochas sedimentares;
•   Dobramentos Modernos – dominam áreas continentais extensas e normalmente
    alongadas, onde se registra uma movimentação tectônica ativa. A movimentação
    tectônica pode ser temporária, e/ou recorrente. Em determinadas regiões se formaram
    grandes cadeias montanhosas; as mais recentes, como as Rochosas e os Andes (Europa)
    e o Himalaia (Ásia);
•   Orogênese e Epirogênese:
•   Orogênese - É o conjunto de processos que levam à formação ou rejuvenescimento de
    montanhas ou cadeias de montanhas produzido principalmente pelo diastrofismo.
•   Epirogênese - Movimentação vertical de rebaixamento ou soerguimento de porções da
    litosfera, em movimentos lentos, de longa duração e que abrange vastas extensões.
Tectônica Global
• Deriva Continental – Alfred Wegener acreditava que todas as massas
  continentais estiveram unidas há 225 milhões de anos, no período
  triássico, em um supercontinente, chamado por ele de Pangea, do
  grego, que significa, “toda Terra”. Embora seu modelo inicial
  mantivesse unidos os continentes, ele propôs um mecanismo de
  movimento para deslocamento das áreas continentais, que, 50 anos
  mais tarde, constatou-se incorreto.
• Para propor o ajuste da Pangea, Wegener baseou-se no registro
  geológico (camadas de rochas), no registro fóssil e no registro
  climático dos continentes. Seus estudos levaram-no à conclusão de
  que a América do Sul e a África tinham complexos elementos comuns,
  apesar de afastados pelo oceano Atlântico.
• Observou também que os grandes depósitos de carvão existente nas
  latitudes médias, na América do Norte, Europa e China, datados do
  permiano e do carbonífero (245.360 milhões de anos atrás), formaram
  porque as áreas das jazidas estiveram situadas numa mesma zona mais
  próxima a linha do Equador, numa origem ao carvão mineral. Para ele
  não havia dúvidas: os continentes tinham formado uma única massa
  continental e foram se distanciando, até chegar ao estágio atual.
Tectônica Global
•   Tectônica de Placas – Entres as décadas de 1950 e 1960, cientistas
    retomaram os estudos de Wegener e novas descobertas e confirmações
    de hipóteses – muitas vezes conseguidas com a ajuda de novas
    tecnologias – permitiram que fosse formulada a teoria – hoje
    universalmente aceita – da tectônica de placas. Um modelo preciso de
    como evoluir a superfície da Terra: os continentes estão sobre imensas
    placas seccionadas da crosta terrestre que flutuam sobre o magma.
•   Tipos de Movimentos das Placas:
•   Movimento divergente – corresponde ao movimento de separação entre
    as placas. Existem dois tipos de contatos entre as bordas das placas. São
    elas:
•   oceânica-oceânica – onde as principais interações que ocorrem no
    contato entre elas são a expansão do fundo do mar, criando um novo
    assoalho na área das dorsais (zona de agregação); a atividade vulcânica e
    a presença de terremotos rasos. Como exemplo cita-se a placa Sul-
    americana e Africana;
•   continental-oceânica – cujas principais interações são a separação do
    oceano, o vulcanismo, a formação de um rift valley (“vale de
    afundamento”) e os terremotos. Como exemplo temos as placas Africana
    e Arábica. Por causa da acumulação magmática diz-se que este é
    construtivo, ou seja, uma nova crosta se constrói.
Tectônica Global
•   Movimento convergente – corresponde ao movimento de colisão entre as
    placas. Essas são zonas de compressão e perde de crosta, daí o nome contato
    destrutivo, pois parte da crosta converge para o manto, na zona de subducção.
    Existem três tipos de contatos entre as placas com movimento convergente:
•   continental-continental – como conseqüência dessa interação, acontece a
    formação das cadeias montanhosas continentais, como o Himalaia e os Alpes;
    cria-se uma zona de subducção, isto é, uma área onde ocorre a entrada de
    material da litosfera para o manto; criam-se deformações da crosta, como as
    dobras, falhas e fraturas; acontecem terremotos profundos e metamorfismo.
    Como exemplo de placas com essa interação temos a Indo-Australiana com a
    Euro-Asiática;
•   continental-oceânica – como conseqüência dessa interação, acontecem a
    formação dos arcos vulcânicos; a formação de fossas oceânicas, ou seja, áreas
    de maiores profundidades nos oceanos; a formação da zona de subducção; as
    deformações da crosta; os terrenos profundos e a criação de montanhas
    litorâneas, como os Andes. Para exemplificar essa interação citam-se as placas
    de Nazca com a Sul-Americana;
•   oceânica-oceânica – como conseqüência dessa interação, tem-se a formação
    de fossas oceânicas; a formação de arcos de ilhas, cuja origem se dá a partir do
    vulcanismos submarino; os terremotos e a deformação da crosta. Como
    exemplo de placas com essa interação temos a Euro-Asiática com a do Pacífico.
Tectônica Global
• Movimento Transformante – corresponde aos
  deslizamentos laterais entre as placas. É um contato
  conservativo entre elas, pois a litosfera não é criada ou
  destruída durante o movimento. Existem dois tipos de
  interações:
• oceânica-oceânica – caracteriza-se pelo deslocamento
  do eixo das cordilheiras oceânicas e pela presença de
  terremotos. Como exemplo cita-se os deslocamentos
  existentes nas dorsais do Atlântico e do Pacífico;
• continental-continetal – apresenta deformações ao
  longo do contato entre as placas, na área de
  falhamento; presença de pequenas montanhas;
  deformação da crosta e terremotos. A falha de Santo
  André, nos EUA, onde se localizam as placas com
  movimento tangencial ou transformante.
Tectônica Global
•   Vulcanismo e Terremotos – Vulcões e terremotos são fenômenos associados ao atrito e afastamento de
    placas tectônicas. O mecanismo desses fenômenos só foi decifrado pelos cientistas em meados do século
    XX, embora ainda não se possa prever suas ocorrências.
•   Muitos vulcões situados em áreas de choque de placas, causam violentas explosões sem que o vulcão
    tenha dado qualquer sinal anterior de atividade. O “despertar de um vulcão” pode ser altamente perigoso
    para a população que habita nas redondezas.
•   Outras vezes vulcões expelem verdadeiros “rios de lava” de forma quase intermitente, sem causar perigo.
    No Havaí, arquipélago de origem vulcânica, há muitos desses vulcões em atividade, que podem ser
    observados a uma distância relativamente pequena. As erupções constantes no arquipélago são atribuídas
    às fendas no assoalho oceânico.
•   A colisão das placas tectônicas faz com que se acumule muitas tensão nas suas bordas. Quando tais
    pressões chegam a um determinado nível, há um deslocamento de blocos rochosos, que ocorre como
    verdadeiros “trancos”. Esses “trancos” são sentidos como terremotos, intensas vibrações no interior da
    crosta, chegando com maior ou menor intensidade até a superfície.
•   Para se medir um terremoto, foi preciso Charles Richter do Instituto de Tecnologia da Califórnia,
    desenvolveu em 1935 a escala Richter como uma escala matemática para comparar a energia liberada
    pelos terremotos, a partir do seu foco ou hipocentro, isto é, o ponto situado no interior da Terra. Chama-
    se epicentro o ponto na superfície do foco.
•   A magnitude de um terremoto é determinada pelo logaritmo de amplitude das ondas registradas pelos
    sismógrafos. Nessa escala, a magnitude é espessa em números inteiros e frações decimais. Por exemplo,
    uma magnitude de 5,3 é considerada moderada; os fortes terremotos situam-se acima de 8,0, por causa
    da base logarítmica da escala, em que cada acréscimo de um número inteiro representa um aumento dez
    vezes maior na amplitude medida. Em outras palavras, um abalo sísmico de 5,0 emite dez vezes mais
    vibrações que um na escala 4,0; um abalo na escala de 6,0 emite 100 vezes mais vibrações que na escala
    4,0.
Minerais
• Mineral é o elemento ou composto químico
  natural resultante de processos inorgânicos
  encontrados na crosta terrestre.

• Com exeção do mercurio e da agua os
  minierais são encontrados em estado solido.
• Quanto as propriedades, podemos destacar a
  estrutura, a clivagem a fratura e a dureza.
Estrutura
• Sob condições adequadas os mineris podem
  desenvolver estrutura cristalina, na qual os
  atomos ou ions ou grupos deles encontram-se
  regularmente dispostos.



• Cristal de Quartzo
Clivagem
• É a propriedade que os minerais possuem de se
  quebrar ou dividir em planos definidos.



• A calcita (carbonato de calcio)
É um mineral comum, que sob
Pressão dividisse em planos
Romboedricos apresentando
Clivagem perfeita.
Fratura
• Muitos minerais não se partem em planos ou
  faces regulars. Rompem-se de forma irregular,
  deixando surpeficies asperas. Nesse caso não
  temos clivagem, mas sim fraturas.

• O quartzo apresenta fraturas
em forma de concha.
Dureza
• Os minerais apresentam graus de dureza
  diferentes. Os minerais mais duros riscam os
  menos duros.
Ciclo das rochas
• Ao longo da história geológica da Terra, as
  rochas estão se formando e se modificando
  constantemente. Rochas antigas são
  transformadas em rochas novas
Solos

•Recurso natural não-renovável, formado por
rochas intemperizadas, água, ar, matéria
orgânica proveniente de vegetais e animais em
decomposição.
Solos
• Pedogênese – Processo de formação do solo com o
  encerramento do intemperismo e incorporação de
  matéria orgânica.
• Intemperismo – é um conjunto de processos que
  levam a sedimentação da rocha. Podendo ter três
  formas de meteorização da rocha, físico, químico e
  biológico.
• Físico – quando a rocha sofre variações de
  temperatura ambiente, ocorre a diaclise.
• Químico – a água entra em contato constante com os
  minerais da rocha, levando muitas vezes a
  decomposição das mesmas.
• Biológico – os animais e vegetais também ajudam na
  formação do solo.
Classificações dos Solos:

• Zonais – são solos maduros com os horizontes
  bem diferenciados e relativamente profundos.
• Latossolos – são próprios de clima quente e
  úmido, bastante lixiviados e pouco fértil.
• Podzóis – são de climas temperados, com o
  horizonte B bastante rico em óxido de ferro e
  húmus.
• Solos de Pradarias – possui o horizonte A rico em
  matéria orgânica, Tchernozion é considerado o
  mais fértil do mundo.
• Desérticos – bastante raso e pouco fértil.
Classificações dos Solos:
• Interzonais – solos que sofreram influência de
  fatores locais.
• Hidromórficos – é encontrado em locais com
  grande umidade como áreas próximas a rios,
  lagos e planícies de inundação.
• Halofórmico – conhecidos também como salinos,
  áreas semi-áridas, próximas do mar mas com
  baixa fertilidade.
• Grumossolo – ocorre em topografias planas com
  a presença de argila, solo escuro com boa
  fertilidade e vegetação variável, como massapê
  no Nordeste.
Classificações dos Solos:
• Azonais – não apresentam os horizontes bem
  desenvolvidos.
• Litossolo – é encontrado em áreas de altas
  declividades assentado diretamente com sob a rocha
  inalterada.
• Aluvial – é formado pelo acúmulo de material
  transportado da água e do vento.
• Cambissolo – encontra-se em variados tipos de relevo
  e com fertilidade muito alta ou baixa.
• Regossolo – solos que possuem minerais não
  consolidados, e tem o desenvolvimento pedológico
  incipiente, comuns em áreas áridas, semi-áridas e
  vulcânico.
Quanto a Origem dos Solos:

• Eluvial ou Autóctones – são formados pela
  desagregação e decomposição das rochas no
  próprio local de origem.
• Coluviais ou Alóctones – solo secundário de
  transporte e sedimentação recente, como
  Loess na China.
• Aluviais – é formada pela deposição de
  sedimentos pelos rios que perdem
  lentamente sua capacidade de carga.
• Coloração dos solos – Amerelados ou
  avermelhados correspondem à alta
  concentração de óxido de ferro. Escuros são
  pela alta quantidade de matéria orgânica.
  Claros são pela ausência de matéria orgânica.
Tipos de Solos:
• Argiloso – os grãos desse solo são mais juntos, com grande capacidade
  de armazenamento de água e nutrientes.
• Arenoso – os grãos são mais espaçados mais soltos, não tendo uma
  capacidade de armazenamento de água e nutrientes.
• Latossolo - Típicos de áreas tropicais, como o Brasil e a porção central
  da África, solo avermelhado, não apresenta grande fertilidade graças a
  alta taxa de matéria orgânica.
• Terra Roxa – é encontrado no planalto meridional brasileiro, de origem
  vulcânica, é muito fértil, favorável para a plantação de café.
• Loess – é formado por sedimentos eólicos de granulação fina,
  encontrado na China, é considerados os melhores solos agrícolas do
  mundo.
• Tchernozion – solo escuro, encontrado na Ucrânia para a plantação de
  lavouras especiais como trigo e outros cereais.
• Massapê – solo formado pela de granito e de gnaisse, apresenta
  coloração cinza-escura e com elevado teor de argila.
• Salmourão – solo argiloso formado pela decomposição de granito.
Problemas no Uso e Ocupação do
                 Solo:

•Laterização – formação de placas lateríticas, óxido de

•Calagem – correção de solos, usa-se o cal para reidratar


•Lixiviação – lavagem do solo provocando a perda de

•Salinização – concentração de sais solúveis no subsolo,

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  • 2. Estrutura Interna da Terra • Composição química: • Crosta – é a fina camada que envolve o planeta, não ultrapassa de 60 km de profundidade e atinge apenas 4 km em determinado ponto. Nas áreas continentais ela é mais espessa e, nos oceanos, mais delgada. Representa apenas 1% da massa total do planeta e é uma parte da litosfera. A crosta divide- se por sua vez, em outras duas camadas: uma mais superficial, sólida, constituída principalmente por granitos, embasamento das rochas sedimentares (onde predominam os elementos químicos sílica e alumínio) e uma pastosa formada por rochas magmáticas como diabásio, o gabro e o basalto. • Manto – é conhecida também como mesosfera ou camada intermediária e representa 83% do volume do planeta e 65% da massa total da Terra. Essa camada esta situada entre 60 km e 3000 km de profundidade. Divide-se também em duas camadas: o manto superior – que esta em contato com a crosta – e o manto inferior – que se limita como o núcleo. É preciso ressaltar que a crosta sofre influência do manto, pelos fenômenos geológicos, como vulcanismo, terremotos e outros. • Núcleo – é a camada mais interna do globo, representa 14 % do volume e 32 % da massa total do planeta. O núcleo externo tem uma consistência flúida, formada por níquel e ferro, com temperaturas que atingem 5000° C; o núcleo interno, embora pouco conhecido, é formado por minerais sólidos, devido às altas pressões que ocorrem no interior do planeta.
  • 3. Composição física: • Composição física: • Litosfera – é formada pela crosta parte superior do manto. Tem consistência sólida e flutua sobre a astenosfera, em virtude da presença de rochas dentro dessa estrutura predominantemente sólida. • Astenosfera – camada flúida intermediária localizada entre o manto e a litosfera. • Mesosfera – é uma espessa camada sólida com densidade muito superior à das rochas encontradas na superfície da Terra. • Núcleo – a maior parte é chamado de núcleo externo e tem consistência líquida, o núcleo interno se apresenta sólido.
  • 4. Estrutura Externa da Terra • Litosfera – Camada rochosa, parte sólida da crosta, a espessura é cerca de 60 km à 120 km. • Atmosfera – Camada gasosa que envolve o planeta em Troposfera, Estratosfera, Mesosfera, Ionosfera e Exosfera. • Hidrosfera - Corresponde à massa liquida existente no planeta que são encontrados nos Oceanos, Mares, Lagos e Rios. Corresponde a 78% do planeta. • Criosfera - Correspondem à massa de gelo sobre o planeta, as Calotas Polares, as Geleiras, os Icebergs e Banquisas. • Biosfera - Resulta da interação entre todas as outras camadas, oferecendo suporte para a existência e manutenção da vida na terra.
  • 5. Minerais e Rochas • Minerais e Rochas: • Minerais – são substâncias sólidas não orgânicas, com composição química definida, encontradas naturalmente na crosta terrestre. Cada um deles com características bem definidas, como cor, estrutura cristalina, transparência, densidade etc. • Mineralóide – é uma estrutura de origem geológica com características minerais, mas não são cristalinos, ou quando são cristalinos, não possuam composição química definida. • Rochas – são agregados naturais de incontáveis grãos de minerais ou de mineralóide e podem ser constituída de um ou mais minerais.
  • 6. Classificação dos minerais quanto ao seu grau de dureza: • Classificação dos minerais quanto ao seu grau de dureza: • Minerias Encontrados... • 1-TalcoPapel, Inseticidas, Indústria têxtil • 2- Gipsita Cimento, Construção civil • 3- Calcita Agricultura, Mitos e Crenças • 4- Fluorita Vidro, esmaltes e indústria óptica • 5- Apatita Creme dental • 6- Ortoclásio Granito para fundição do mármore • 7- QuartzoEletrônico, construção civil • 8- Topázio Joalheria • 9- Coríndom Joalheria, indústrias pesadas • 10- Diamante Joalheria, indústrias pesadas
  • 7. Tipos de Rochas: • Tipos de Rochas: • Rochas Ígnea ou Magmática – forma-se pelo resfriamento e cristalização do magma. • Vulcânica ou extrusiva - Quando a cristalização ocorre na superfície da Terra. Ex.: Basalto, pedra-pomes. • Plutônica ou Intrusiva – Quando cristalizadas dentro da crosta terrestre. Ex.: Granito. • Rochas Metamórficas – formam-se pela transformação de outras rochas submetidas a enormes pressões e temperaturas existentes no interior da Terra. Ex.: Mármore (granito,calcário), Gnaisse (quartzo,feldspato) • Rochas Sedimentares – São formadas a partir do acúmulo de restos de outras rochas pré-existentes, submetida a enormes pressões e temperaturas existentes no interior da Terra. • Rochas Dentríticas – Apresentam-se como restos de material grosseiros, heterogênicos, variados, indiscriminados, dentre as quais podemos citar os arenitos, os sienitos e o diabásio. • Rochas Químicas – resultam da agregação de sedimentos provenientes principalmente da dissolução química de outras rochas. Existem dois tipos de rochas químicas, inorgânica e a orgânica. • Inorgânicas - formadas pela precipitação de sais a partir de soluções aquosas saturadas. Ex.: evaporito, laterito, calcita e carbonato de cálcio. • Orgânicas - formados de sedimentos provenientes da decomposição de organismos em ambientes marinhos. Ex.: Xisto betuminoso, carvão mineral.
  • 8. Tipo de carvão mineral • Tipo de carvão mineral: • Turfa: Deposição e putrefação dos restos vegetais em ambientes de várzea. Baixo teor calorífero. • Linhito: Trata de um material escuro, com um elevado teor de água e baixo percentual de carbono. • Hulha: É sólido, tem cor negra e pode ser transformado em coque. • Antracito: Tem de 90 a 96% de carbono na sua estrutura, cor negra, brilho vítreo e elevada dureza.
  • 9. Estrutura Geológica: • Bloco Cratônico – Uma estrutura geológica muito antiga, datados da era Pré- cambriana. Representam os núcleos primitivos do que viriam a ser os continentes. Nessas áreas encontramos as rochas mais antigas do planeta, algumas até com 3,8 milhões de anos. • Escudos Cristalinos: Correspondem aos primeiros núcleos de rochas. • Plataformas: são as áreas cratônicas mais rebaixadas, recobertas por sedimentos. • Bacias Sedimentares – são depressões preenchidas por detritos ou sedimentos provenientes de áreas vizinhas, de origem diversa, tendo a presença determinante de rochas sedimentares; • Dobramentos Modernos – dominam áreas continentais extensas e normalmente alongadas, onde se registra uma movimentação tectônica ativa. A movimentação tectônica pode ser temporária, e/ou recorrente. Em determinadas regiões se formaram grandes cadeias montanhosas; as mais recentes, como as Rochosas e os Andes (Europa) e o Himalaia (Ásia); • Orogênese e Epirogênese: • Orogênese - É o conjunto de processos que levam à formação ou rejuvenescimento de montanhas ou cadeias de montanhas produzido principalmente pelo diastrofismo. • Epirogênese - Movimentação vertical de rebaixamento ou soerguimento de porções da litosfera, em movimentos lentos, de longa duração e que abrange vastas extensões.
  • 10. Tectônica Global • Deriva Continental – Alfred Wegener acreditava que todas as massas continentais estiveram unidas há 225 milhões de anos, no período triássico, em um supercontinente, chamado por ele de Pangea, do grego, que significa, “toda Terra”. Embora seu modelo inicial mantivesse unidos os continentes, ele propôs um mecanismo de movimento para deslocamento das áreas continentais, que, 50 anos mais tarde, constatou-se incorreto. • Para propor o ajuste da Pangea, Wegener baseou-se no registro geológico (camadas de rochas), no registro fóssil e no registro climático dos continentes. Seus estudos levaram-no à conclusão de que a América do Sul e a África tinham complexos elementos comuns, apesar de afastados pelo oceano Atlântico. • Observou também que os grandes depósitos de carvão existente nas latitudes médias, na América do Norte, Europa e China, datados do permiano e do carbonífero (245.360 milhões de anos atrás), formaram porque as áreas das jazidas estiveram situadas numa mesma zona mais próxima a linha do Equador, numa origem ao carvão mineral. Para ele não havia dúvidas: os continentes tinham formado uma única massa continental e foram se distanciando, até chegar ao estágio atual.
  • 11. Tectônica Global • Tectônica de Placas – Entres as décadas de 1950 e 1960, cientistas retomaram os estudos de Wegener e novas descobertas e confirmações de hipóteses – muitas vezes conseguidas com a ajuda de novas tecnologias – permitiram que fosse formulada a teoria – hoje universalmente aceita – da tectônica de placas. Um modelo preciso de como evoluir a superfície da Terra: os continentes estão sobre imensas placas seccionadas da crosta terrestre que flutuam sobre o magma. • Tipos de Movimentos das Placas: • Movimento divergente – corresponde ao movimento de separação entre as placas. Existem dois tipos de contatos entre as bordas das placas. São elas: • oceânica-oceânica – onde as principais interações que ocorrem no contato entre elas são a expansão do fundo do mar, criando um novo assoalho na área das dorsais (zona de agregação); a atividade vulcânica e a presença de terremotos rasos. Como exemplo cita-se a placa Sul- americana e Africana; • continental-oceânica – cujas principais interações são a separação do oceano, o vulcanismo, a formação de um rift valley (“vale de afundamento”) e os terremotos. Como exemplo temos as placas Africana e Arábica. Por causa da acumulação magmática diz-se que este é construtivo, ou seja, uma nova crosta se constrói.
  • 12. Tectônica Global • Movimento convergente – corresponde ao movimento de colisão entre as placas. Essas são zonas de compressão e perde de crosta, daí o nome contato destrutivo, pois parte da crosta converge para o manto, na zona de subducção. Existem três tipos de contatos entre as placas com movimento convergente: • continental-continental – como conseqüência dessa interação, acontece a formação das cadeias montanhosas continentais, como o Himalaia e os Alpes; cria-se uma zona de subducção, isto é, uma área onde ocorre a entrada de material da litosfera para o manto; criam-se deformações da crosta, como as dobras, falhas e fraturas; acontecem terremotos profundos e metamorfismo. Como exemplo de placas com essa interação temos a Indo-Australiana com a Euro-Asiática; • continental-oceânica – como conseqüência dessa interação, acontecem a formação dos arcos vulcânicos; a formação de fossas oceânicas, ou seja, áreas de maiores profundidades nos oceanos; a formação da zona de subducção; as deformações da crosta; os terrenos profundos e a criação de montanhas litorâneas, como os Andes. Para exemplificar essa interação citam-se as placas de Nazca com a Sul-Americana; • oceânica-oceânica – como conseqüência dessa interação, tem-se a formação de fossas oceânicas; a formação de arcos de ilhas, cuja origem se dá a partir do vulcanismos submarino; os terremotos e a deformação da crosta. Como exemplo de placas com essa interação temos a Euro-Asiática com a do Pacífico.
  • 13. Tectônica Global • Movimento Transformante – corresponde aos deslizamentos laterais entre as placas. É um contato conservativo entre elas, pois a litosfera não é criada ou destruída durante o movimento. Existem dois tipos de interações: • oceânica-oceânica – caracteriza-se pelo deslocamento do eixo das cordilheiras oceânicas e pela presença de terremotos. Como exemplo cita-se os deslocamentos existentes nas dorsais do Atlântico e do Pacífico; • continental-continetal – apresenta deformações ao longo do contato entre as placas, na área de falhamento; presença de pequenas montanhas; deformação da crosta e terremotos. A falha de Santo André, nos EUA, onde se localizam as placas com movimento tangencial ou transformante.
  • 14. Tectônica Global • Vulcanismo e Terremotos – Vulcões e terremotos são fenômenos associados ao atrito e afastamento de placas tectônicas. O mecanismo desses fenômenos só foi decifrado pelos cientistas em meados do século XX, embora ainda não se possa prever suas ocorrências. • Muitos vulcões situados em áreas de choque de placas, causam violentas explosões sem que o vulcão tenha dado qualquer sinal anterior de atividade. O “despertar de um vulcão” pode ser altamente perigoso para a população que habita nas redondezas. • Outras vezes vulcões expelem verdadeiros “rios de lava” de forma quase intermitente, sem causar perigo. No Havaí, arquipélago de origem vulcânica, há muitos desses vulcões em atividade, que podem ser observados a uma distância relativamente pequena. As erupções constantes no arquipélago são atribuídas às fendas no assoalho oceânico. • A colisão das placas tectônicas faz com que se acumule muitas tensão nas suas bordas. Quando tais pressões chegam a um determinado nível, há um deslocamento de blocos rochosos, que ocorre como verdadeiros “trancos”. Esses “trancos” são sentidos como terremotos, intensas vibrações no interior da crosta, chegando com maior ou menor intensidade até a superfície. • Para se medir um terremoto, foi preciso Charles Richter do Instituto de Tecnologia da Califórnia, desenvolveu em 1935 a escala Richter como uma escala matemática para comparar a energia liberada pelos terremotos, a partir do seu foco ou hipocentro, isto é, o ponto situado no interior da Terra. Chama- se epicentro o ponto na superfície do foco. • A magnitude de um terremoto é determinada pelo logaritmo de amplitude das ondas registradas pelos sismógrafos. Nessa escala, a magnitude é espessa em números inteiros e frações decimais. Por exemplo, uma magnitude de 5,3 é considerada moderada; os fortes terremotos situam-se acima de 8,0, por causa da base logarítmica da escala, em que cada acréscimo de um número inteiro representa um aumento dez vezes maior na amplitude medida. Em outras palavras, um abalo sísmico de 5,0 emite dez vezes mais vibrações que um na escala 4,0; um abalo na escala de 6,0 emite 100 vezes mais vibrações que na escala 4,0.
  • 15. Minerais • Mineral é o elemento ou composto químico natural resultante de processos inorgânicos encontrados na crosta terrestre. • Com exeção do mercurio e da agua os minierais são encontrados em estado solido. • Quanto as propriedades, podemos destacar a estrutura, a clivagem a fratura e a dureza.
  • 16. Estrutura • Sob condições adequadas os mineris podem desenvolver estrutura cristalina, na qual os atomos ou ions ou grupos deles encontram-se regularmente dispostos. • Cristal de Quartzo
  • 17. Clivagem • É a propriedade que os minerais possuem de se quebrar ou dividir em planos definidos. • A calcita (carbonato de calcio) É um mineral comum, que sob Pressão dividisse em planos Romboedricos apresentando Clivagem perfeita.
  • 18. Fratura • Muitos minerais não se partem em planos ou faces regulars. Rompem-se de forma irregular, deixando surpeficies asperas. Nesse caso não temos clivagem, mas sim fraturas. • O quartzo apresenta fraturas em forma de concha.
  • 19. Dureza • Os minerais apresentam graus de dureza diferentes. Os minerais mais duros riscam os menos duros.
  • 20. Ciclo das rochas • Ao longo da história geológica da Terra, as rochas estão se formando e se modificando constantemente. Rochas antigas são transformadas em rochas novas
  • 21.
  • 22. Solos •Recurso natural não-renovável, formado por rochas intemperizadas, água, ar, matéria orgânica proveniente de vegetais e animais em decomposição.
  • 23. Solos • Pedogênese – Processo de formação do solo com o encerramento do intemperismo e incorporação de matéria orgânica. • Intemperismo – é um conjunto de processos que levam a sedimentação da rocha. Podendo ter três formas de meteorização da rocha, físico, químico e biológico. • Físico – quando a rocha sofre variações de temperatura ambiente, ocorre a diaclise. • Químico – a água entra em contato constante com os minerais da rocha, levando muitas vezes a decomposição das mesmas. • Biológico – os animais e vegetais também ajudam na formação do solo.
  • 24. Classificações dos Solos: • Zonais – são solos maduros com os horizontes bem diferenciados e relativamente profundos. • Latossolos – são próprios de clima quente e úmido, bastante lixiviados e pouco fértil. • Podzóis – são de climas temperados, com o horizonte B bastante rico em óxido de ferro e húmus. • Solos de Pradarias – possui o horizonte A rico em matéria orgânica, Tchernozion é considerado o mais fértil do mundo. • Desérticos – bastante raso e pouco fértil.
  • 25. Classificações dos Solos: • Interzonais – solos que sofreram influência de fatores locais. • Hidromórficos – é encontrado em locais com grande umidade como áreas próximas a rios, lagos e planícies de inundação. • Halofórmico – conhecidos também como salinos, áreas semi-áridas, próximas do mar mas com baixa fertilidade. • Grumossolo – ocorre em topografias planas com a presença de argila, solo escuro com boa fertilidade e vegetação variável, como massapê no Nordeste.
  • 26. Classificações dos Solos: • Azonais – não apresentam os horizontes bem desenvolvidos. • Litossolo – é encontrado em áreas de altas declividades assentado diretamente com sob a rocha inalterada. • Aluvial – é formado pelo acúmulo de material transportado da água e do vento. • Cambissolo – encontra-se em variados tipos de relevo e com fertilidade muito alta ou baixa. • Regossolo – solos que possuem minerais não consolidados, e tem o desenvolvimento pedológico incipiente, comuns em áreas áridas, semi-áridas e vulcânico.
  • 27. Quanto a Origem dos Solos: • Eluvial ou Autóctones – são formados pela desagregação e decomposição das rochas no próprio local de origem. • Coluviais ou Alóctones – solo secundário de transporte e sedimentação recente, como Loess na China. • Aluviais – é formada pela deposição de sedimentos pelos rios que perdem lentamente sua capacidade de carga.
  • 28. • Coloração dos solos – Amerelados ou avermelhados correspondem à alta concentração de óxido de ferro. Escuros são pela alta quantidade de matéria orgânica. Claros são pela ausência de matéria orgânica.
  • 29. Tipos de Solos: • Argiloso – os grãos desse solo são mais juntos, com grande capacidade de armazenamento de água e nutrientes. • Arenoso – os grãos são mais espaçados mais soltos, não tendo uma capacidade de armazenamento de água e nutrientes. • Latossolo - Típicos de áreas tropicais, como o Brasil e a porção central da África, solo avermelhado, não apresenta grande fertilidade graças a alta taxa de matéria orgânica. • Terra Roxa – é encontrado no planalto meridional brasileiro, de origem vulcânica, é muito fértil, favorável para a plantação de café. • Loess – é formado por sedimentos eólicos de granulação fina, encontrado na China, é considerados os melhores solos agrícolas do mundo. • Tchernozion – solo escuro, encontrado na Ucrânia para a plantação de lavouras especiais como trigo e outros cereais. • Massapê – solo formado pela de granito e de gnaisse, apresenta coloração cinza-escura e com elevado teor de argila. • Salmourão – solo argiloso formado pela decomposição de granito.
  • 30. Problemas no Uso e Ocupação do Solo: •Laterização – formação de placas lateríticas, óxido de •Calagem – correção de solos, usa-se o cal para reidratar •Lixiviação – lavagem do solo provocando a perda de •Salinização – concentração de sais solúveis no subsolo,