Sistemas Operacionais Estruturas de Sistemas Operacionais Prof. Cid R Andrade [email_address] http://blog.cidandrade.pro.br
Agenda Introdução Componentes de Sistemas Operacionais Serviços de Sistemas Operacionais Chamadas ao Sistema Programas de Sistema
Agenda Estrutura do Sistema Máquinas Virtuais Java Projeto e Implementação
Introdução Um sistema operacional fornece o ambiente no qual os programas são executados A organização interna dos sistemas operacionais pode variar muito Esta organização é definida no projeto do sistema operacional e é determinada pelo objetivo do desenvolvedor
Pontos de vista para análise Examinar serviços oferecidos Analisar a  interface  para usuários e desenvolvedores Analisar componentes internos e interconexões
Componentes do Sistema Gerência de Processos Gerência da Memória Principal Gerência de Arquivos Gerência do Sistema de E/S Gerência de Armazenamento Secundário Redes Sistema de Proteção Sistema Interpretador de Comandos
Gerência de Processos A grosso modo, um processo seria um programa em execução Um processo pode precisar de recursos que são alocados durante sua execução Recursos reutilizáveis são solicitados de volta ao término do processo Um programa pode utilizar mais de um processo para sua execução
Gerência de Processos Um sistema operacional, ao executar, contém uma coleção de processos Alguns são processos de sistema Outros são processos de usuário A Gerência de Processos é responsável por Criar e excluir processos de usuário e de sistema Suspender e retomar processos Fornecer mecanismos para sincronização e comunicação entre processos e tratamento de  deadlocks
Gerência da Memória Principal A memória principal é um grande vetor de palavras ou bytes Cada palavra ou byte tem seu próprio endereço A memória principal costuma ser o único dispositivo de grandes proporções que a UCP pode endereçar e acessar diretamente Para melhorar utilização da UCP e velocidade de resposta mantém-se vários programas ao mesmo tempo na memória
Gerência da Memória Principal Existem muitos algoritmos diferentes para gerência da memória principal A gerência de memória principal é responsável por Manter registro de quais partes da memória estão em uso e por quem Decidir quais processos devem ser carregados no espaço disponível Alocar e desalocar espaço
Gerência de Arquivos Um dos componentes mais visíveis do sistema operacional Arquivos são armazenados em diferentes meios físicos Cada meio e controlado por um dispositivo O sistema operacional abstrai as propriedades físicas de cada dispositivo para fornecer acesso aos arquivos
Gerência de Arquivos Arquivo é uma coleção de dados relacionados definidos por seu criador Geralmente o arquivo representa programas ou dados (numéricos, alfabéticos ou alfanuméricos)‏ Arquivos podem ter forma livre ou rígida Arquivos são geralmente organizados em diretórios Acesso deve ser controlado por usuário
Gerência de Arquivos Gerência de Arquivos é responsável por Criação e exclusão de arquivos Criação e exclusão de diretórios Fornecer suporte para manipulação de arquivos e diretórios Mapear arquivos no armazenamento secundário
Gerência do Sistema de E/S Subsistema de E/S consistem em Comunicar-se com as Gerências de Memória Principal, Arquivos e Armazenamento Secundário para implementar  buffering ,  cache  e  spooling Interface  geral de  driver  de dispositivo Drivers  para dispositivos de  hardware  específicos Apenas os  drivers  de dispositivo conhecem as peculiaridades do dispositivo específico
Gerência de Armazenamento Secundário A memória principal é pequena para acomodação de todos dados e programas e é volátil O sistema de computação fornece armazenamento secundário para dar suporte à memória principal
Gerência de Armazenamento Secundário A Gerência de Armazenamento Secundário é responsável por Gerência de espaço livre Alocação de espaço O desempenho de um sistema de computação pode depender muito da velocidade do subsistema de disco e dos algoritmos que manipulam este subsistema
Redes Processadores de sistemas distribuídos são conectados por redes de comunicação O projeto da rede de comunicação deve considerar Estratégias de conexão Roteamento de mensagens Problemas de disputa Segurança
Sistema de Proteção Um sistema de computação pode ter vários usuários e permitir execução concorrente de múltiplos processos Neste caso os processo precisam ser protegidos das atividades uns dos outros Arquivos, segmentos de memória, UCP e outros recursos devem ser operados apenas pelos processos que tenham autorização adequada do sistema operacional
Sistema de Proteção Proteção é qualquer mecanismo para controle de acesso de programas, processos ou usuários ao recursos de um sistema de computação
Sistema Interpretador de Comandos Interface entre usuário e sistema operacional Alguns sistemas operacionais incluem o interpretador de comandos no  kernel Outros, como DOS e UNIX, tratam o interpretador de comandos como um programa especial Pode ser chamado de  Interpretador de Linha de Comandos  ou de  shell
Sistema de Interpretador de Comandos A função do Interpretador de Comandos é obter comandos e executá-los Um interpretador de comandos amigável torna o uso do sistema mais agradável. São exemplos as interfaces do Macintosh ou do Windows Há usuários que apreciam  shells  mais poderosos e complexos, como os do DOS ou UNIX
Serviços de Sistemas Operacionais Para conveniência do programador e usuário Execução de programas Operações de E/S Manipulação do Sistema de Arquivos Comunicação entre Processos Detecção de Erros
Serviços para Sistemas Operacionais Para operação eficiente do sistema Alocação de recursos Contabilização Proteção
Chamadas ao Sistema Também chamadas  System Calls Fornecem interface entre processos e o sistema operacional Geralmente disponíveis como instruções em Assembly e listadas nos manuais para programadores Assembly
Chamadas ao Sistema Chamadas UNIX podem ser feitas diretamente a partir de um programa em C ou em outras linguagens Chamadas Windows NT são feitas por intermédio da API Win32, disponível para os compiladores Java não permite que as chamadas ao sistema sejam feitas diretamente
Chamadas ao Sistema Métodos para passar parâmetros para o sistema operacional Passar parâmetros para registrador Armazenar parâmetros em tabelas na memória e passar endereço da tabela para registrador Armazenar parâmetros na pilha, que será lida pelo sistema operacional
Chamadas ao Sistema Categorias Principais Controle de Processos Manipulação de Arquivos Manipulação de Dispositivos Manutenção de Informações Comunicações
Controle de Processos Chamadas comuns end, abort load, execute create, terminate get attributes, set attributes wait for time wait event, signal event alocate e free memory
Manipulação de Arquivos Chamadas comuns create, delete open, close read, write, reposition get attributes, set attributes
Manipulação de Dispositivos Chamadas comuns request, release read, write, reposition get attributes, set attributes logically attach, logically detach
Manutenção de Informações Chamadas comuns get time, get date, set time, set date get system data, set system data get process attributes, get file attributes, get device attributes set process attributes, set file attributes, set device attributes
Comunicações Chamadas comuns create, delete communication connection send, receive messages transfer status information attach, detach remote devices
Programas de Sistema Os programas de sistema fornecem um ambiente conveniente para o desenvolvimento e execução de programas. Gerência de arquivos: criam, excluem, copiam, renomeiam, imprimem, fazem  dump , listam e manipulam arquivos e diretórios Informações de status: informam sobre data, hora, quantidade de memória, espaço em disco disponível e outros.
Programas de Sistema Modificação de Arquivo: criação e modificação do conteúdo de arquivos Suporte à linguagem de programação: compiladores, montadores e interpretadores Carregamento e execução de programas: utilitários de carga absolutos e relocáveis, linkeditores e utilitários de carga em  overlay Comunicações: mecanismos para conexões virtuais entre processos, usuários e sistemas de computação
Estrutura do Sistema Tipos de Estruturas Estrutura Simples Abordagem em Camadas Microkernels
Estrutura Simples Comum em sistemas que começaram como sistemas pequenos que cresceram além do escopo original, como o DOS.
Abordagem em camadas Método de modularização O sistema operacional é dividido em camadas, cada qual construída sobre as anteriores Cada camada consiste de uma estrutura de dados e um conjunto de rotinas que podem ser chamadas por camadas de nível mais alto A principal dificuldade está na definição adequada das camadas. Este modelo costuma ser menos eficiente
Microkernels Em meados da década de 1980, pesquisadores da  Carnegie Mellon University  desenvolveram o Mach, baseado no Unix e com arquitetura microkernel. São removidos os componentes não-essenciais do kernel e implementados como programas de sistema e de nível de usuário
Microkernels A principal função do microkernel é fornecer comunicação entre programa cliente e serviços em execução no espaço do usuário O programa cliente e o serviço nunca interagem diretamente, mas por meio de troca de mensagens pelo microkernel
Microkernels Novos serviços podem ser adicionados ao espaço do usuário Modificações do kernel tendem a ser menores Projetos são mais facilmente portáveis Abordagem é utilizada pelo Unix Digital, MacOs X Server e Minix
Estrutura de Sistemas Windows NT utiliza uma estrutura híbrida. Parte da estrutura utiliza camadas, mas os subsistemas Win32, OS/2 e Posix executam no espaço do usuário e trocam mensagens pelo kernel
Máquinas Virtuais Com as técnicas de escalonamento de UCP e de memória virtual, o sistema operacional pode criar ilusão de que um processo tem seu próprio processador com sua memória. Neste caso ele fornece aos processos uma interface idêntica ao hardware. Desta forma, cada processo recebe uma cópia virtual do computador
Máquinas Virtuais
Implementação Muito trabalho é necessário para implementar o conceito de Máquinas Virtuais A máquina virtual precisa implementar os modos usuário e monitor Os modos usuário virtual e monitor virtual executam em modo usuário físico
Benefícios Este conceito oferece proteção total dos recursos do sistema Não há problemas de segurança pois cada máquina virtual é completamente isolada das outras Este é um excelente veículo para pesquisa e desenvolvimento de sistemas operacionais
Java Java é uma tecnologia introduzida pela Sun Microsystems em 1995 Componentes essenciais Especificação da linguagem de programação Interface de programação de aplicações (API)‏ Especificação da máquina virtual
Linguagem de Programação Orientada a objetos Independente de arquitetura Suporta threads Segurança Robustez
API API base Linguagem (lang)‏ Gráficos (awt)‏ E/S (io)‏ Redes (net)‏ Extensão Comércio, segurança, mídia e outros
Máquina Virtual Java Consiste de carregador de classes e interpretador Java Interpretador pode Interpretar um  bytecode  por vez Compilar  just-in-time Ser implementado em  hardware
Ambiente de desenvolvimento Consiste de Ambiente de compilação Ambiente de execução O ambiente de compilação transforme um arquivo-fonte em um  bytecode O ambiente de execução carrega e interpreta os  bytecodes
Projeto e Implementação O primeiro objetivo do projeto é definir objetivos e especificações Objetivos de usuário: conveniência, usabilidade, facilidade de aprender, confiabilidade, segurança e eficiência Objetivos do sistema: facilidade de projeto, flexibilidade, confiabilidade
Mecanismos e Políticas Mecanismos determinam como fazer alguma coisa Políticas determinam o que será feito
Implementação Originalmente os sistemas operacionais eram escritos em Assembly O primeiro sistema operacional não escrito em Assembly foi o MCP, escrito em uma variante de ALGOL Hoje os sistemas operacionais são escritos em C, C++ e Assembly apenas nos escalonadores e drivers de dispositivo
Implementação Linguagens de alto nível são escritos de forma mais rápida, mais compacta, mais fácil de entender e de depurar Os inconvenientes são desempenho reduzido e maiores requisitos de armazenamento
Geração do sistema Em geral os sistemas operacionais são projetados para executar em qualquer máquina de determinada classe, com distintas configurações Em cada local de instalação o sistema deve ser gerado e configurado. Este processo é denominado Geração de Sistema (Sysgen)‏
Geração de Sistema Dados a serem determinados Tipo, opções e quantidade de UCP Quantidade de memória disponível Periféricos disponíveis, seus endereços, interrupções e características Opções de sistema operacional desejadas Criação do Gerenciador de Inicialização ou Gerenciador de Boot
Bibliografia SILBERSCHATZ, A.; GALVIN, P.; GAGNE, G.  Sistemas Operacionais : Conceitos e Aplicações. Tradução de Applied operating system concepts por Adriana Rieche. Rio de Janeiro: Campus, 2000. 585 p. Observação: As imagens utilizadas nesta apresentação foram obtidas da fonte aqui citada
Avisos legais Todas as marcas citadas são propriedade de seus respectivos proprietários Este trabalho está licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 3.0. Para ver uma cópia desta licença, visite http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/ ou envie uma carta para Creative Commons, 171 Second Street, Suite 300, San Francisco, California 94105, USA.
Sistemas Operacionais Estruturas de Sistemas Operacionais Prof. Cid R Andrade [email_address] http://blog.cidandrade.pro.br

Estruturas de Sistemas Operacionais

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    Sistemas Operacionais Estruturasde Sistemas Operacionais Prof. Cid R Andrade [email_address] http://blog.cidandrade.pro.br
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    Agenda Introdução Componentesde Sistemas Operacionais Serviços de Sistemas Operacionais Chamadas ao Sistema Programas de Sistema
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    Agenda Estrutura doSistema Máquinas Virtuais Java Projeto e Implementação
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    Introdução Um sistemaoperacional fornece o ambiente no qual os programas são executados A organização interna dos sistemas operacionais pode variar muito Esta organização é definida no projeto do sistema operacional e é determinada pelo objetivo do desenvolvedor
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    Pontos de vistapara análise Examinar serviços oferecidos Analisar a interface para usuários e desenvolvedores Analisar componentes internos e interconexões
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    Componentes do SistemaGerência de Processos Gerência da Memória Principal Gerência de Arquivos Gerência do Sistema de E/S Gerência de Armazenamento Secundário Redes Sistema de Proteção Sistema Interpretador de Comandos
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    Gerência de ProcessosA grosso modo, um processo seria um programa em execução Um processo pode precisar de recursos que são alocados durante sua execução Recursos reutilizáveis são solicitados de volta ao término do processo Um programa pode utilizar mais de um processo para sua execução
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    Gerência de ProcessosUm sistema operacional, ao executar, contém uma coleção de processos Alguns são processos de sistema Outros são processos de usuário A Gerência de Processos é responsável por Criar e excluir processos de usuário e de sistema Suspender e retomar processos Fornecer mecanismos para sincronização e comunicação entre processos e tratamento de deadlocks
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    Gerência da MemóriaPrincipal A memória principal é um grande vetor de palavras ou bytes Cada palavra ou byte tem seu próprio endereço A memória principal costuma ser o único dispositivo de grandes proporções que a UCP pode endereçar e acessar diretamente Para melhorar utilização da UCP e velocidade de resposta mantém-se vários programas ao mesmo tempo na memória
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    Gerência da MemóriaPrincipal Existem muitos algoritmos diferentes para gerência da memória principal A gerência de memória principal é responsável por Manter registro de quais partes da memória estão em uso e por quem Decidir quais processos devem ser carregados no espaço disponível Alocar e desalocar espaço
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    Gerência de ArquivosUm dos componentes mais visíveis do sistema operacional Arquivos são armazenados em diferentes meios físicos Cada meio e controlado por um dispositivo O sistema operacional abstrai as propriedades físicas de cada dispositivo para fornecer acesso aos arquivos
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    Gerência de ArquivosArquivo é uma coleção de dados relacionados definidos por seu criador Geralmente o arquivo representa programas ou dados (numéricos, alfabéticos ou alfanuméricos)‏ Arquivos podem ter forma livre ou rígida Arquivos são geralmente organizados em diretórios Acesso deve ser controlado por usuário
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    Gerência de ArquivosGerência de Arquivos é responsável por Criação e exclusão de arquivos Criação e exclusão de diretórios Fornecer suporte para manipulação de arquivos e diretórios Mapear arquivos no armazenamento secundário
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    Gerência do Sistemade E/S Subsistema de E/S consistem em Comunicar-se com as Gerências de Memória Principal, Arquivos e Armazenamento Secundário para implementar buffering , cache e spooling Interface geral de driver de dispositivo Drivers para dispositivos de hardware específicos Apenas os drivers de dispositivo conhecem as peculiaridades do dispositivo específico
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    Gerência de ArmazenamentoSecundário A memória principal é pequena para acomodação de todos dados e programas e é volátil O sistema de computação fornece armazenamento secundário para dar suporte à memória principal
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    Gerência de ArmazenamentoSecundário A Gerência de Armazenamento Secundário é responsável por Gerência de espaço livre Alocação de espaço O desempenho de um sistema de computação pode depender muito da velocidade do subsistema de disco e dos algoritmos que manipulam este subsistema
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    Redes Processadores desistemas distribuídos são conectados por redes de comunicação O projeto da rede de comunicação deve considerar Estratégias de conexão Roteamento de mensagens Problemas de disputa Segurança
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    Sistema de ProteçãoUm sistema de computação pode ter vários usuários e permitir execução concorrente de múltiplos processos Neste caso os processo precisam ser protegidos das atividades uns dos outros Arquivos, segmentos de memória, UCP e outros recursos devem ser operados apenas pelos processos que tenham autorização adequada do sistema operacional
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    Sistema de ProteçãoProteção é qualquer mecanismo para controle de acesso de programas, processos ou usuários ao recursos de um sistema de computação
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    Sistema Interpretador deComandos Interface entre usuário e sistema operacional Alguns sistemas operacionais incluem o interpretador de comandos no kernel Outros, como DOS e UNIX, tratam o interpretador de comandos como um programa especial Pode ser chamado de Interpretador de Linha de Comandos ou de shell
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    Sistema de Interpretadorde Comandos A função do Interpretador de Comandos é obter comandos e executá-los Um interpretador de comandos amigável torna o uso do sistema mais agradável. São exemplos as interfaces do Macintosh ou do Windows Há usuários que apreciam shells mais poderosos e complexos, como os do DOS ou UNIX
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    Serviços de SistemasOperacionais Para conveniência do programador e usuário Execução de programas Operações de E/S Manipulação do Sistema de Arquivos Comunicação entre Processos Detecção de Erros
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    Serviços para SistemasOperacionais Para operação eficiente do sistema Alocação de recursos Contabilização Proteção
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    Chamadas ao SistemaTambém chamadas System Calls Fornecem interface entre processos e o sistema operacional Geralmente disponíveis como instruções em Assembly e listadas nos manuais para programadores Assembly
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    Chamadas ao SistemaChamadas UNIX podem ser feitas diretamente a partir de um programa em C ou em outras linguagens Chamadas Windows NT são feitas por intermédio da API Win32, disponível para os compiladores Java não permite que as chamadas ao sistema sejam feitas diretamente
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    Chamadas ao SistemaMétodos para passar parâmetros para o sistema operacional Passar parâmetros para registrador Armazenar parâmetros em tabelas na memória e passar endereço da tabela para registrador Armazenar parâmetros na pilha, que será lida pelo sistema operacional
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    Chamadas ao SistemaCategorias Principais Controle de Processos Manipulação de Arquivos Manipulação de Dispositivos Manutenção de Informações Comunicações
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    Controle de ProcessosChamadas comuns end, abort load, execute create, terminate get attributes, set attributes wait for time wait event, signal event alocate e free memory
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    Manipulação de ArquivosChamadas comuns create, delete open, close read, write, reposition get attributes, set attributes
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    Manipulação de DispositivosChamadas comuns request, release read, write, reposition get attributes, set attributes logically attach, logically detach
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    Manutenção de InformaçõesChamadas comuns get time, get date, set time, set date get system data, set system data get process attributes, get file attributes, get device attributes set process attributes, set file attributes, set device attributes
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    Comunicações Chamadas comunscreate, delete communication connection send, receive messages transfer status information attach, detach remote devices
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    Programas de SistemaOs programas de sistema fornecem um ambiente conveniente para o desenvolvimento e execução de programas. Gerência de arquivos: criam, excluem, copiam, renomeiam, imprimem, fazem dump , listam e manipulam arquivos e diretórios Informações de status: informam sobre data, hora, quantidade de memória, espaço em disco disponível e outros.
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    Programas de SistemaModificação de Arquivo: criação e modificação do conteúdo de arquivos Suporte à linguagem de programação: compiladores, montadores e interpretadores Carregamento e execução de programas: utilitários de carga absolutos e relocáveis, linkeditores e utilitários de carga em overlay Comunicações: mecanismos para conexões virtuais entre processos, usuários e sistemas de computação
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    Estrutura do SistemaTipos de Estruturas Estrutura Simples Abordagem em Camadas Microkernels
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    Estrutura Simples Comumem sistemas que começaram como sistemas pequenos que cresceram além do escopo original, como o DOS.
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    Abordagem em camadasMétodo de modularização O sistema operacional é dividido em camadas, cada qual construída sobre as anteriores Cada camada consiste de uma estrutura de dados e um conjunto de rotinas que podem ser chamadas por camadas de nível mais alto A principal dificuldade está na definição adequada das camadas. Este modelo costuma ser menos eficiente
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    Microkernels Em meadosda década de 1980, pesquisadores da Carnegie Mellon University desenvolveram o Mach, baseado no Unix e com arquitetura microkernel. São removidos os componentes não-essenciais do kernel e implementados como programas de sistema e de nível de usuário
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    Microkernels A principalfunção do microkernel é fornecer comunicação entre programa cliente e serviços em execução no espaço do usuário O programa cliente e o serviço nunca interagem diretamente, mas por meio de troca de mensagens pelo microkernel
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    Microkernels Novos serviçospodem ser adicionados ao espaço do usuário Modificações do kernel tendem a ser menores Projetos são mais facilmente portáveis Abordagem é utilizada pelo Unix Digital, MacOs X Server e Minix
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    Estrutura de SistemasWindows NT utiliza uma estrutura híbrida. Parte da estrutura utiliza camadas, mas os subsistemas Win32, OS/2 e Posix executam no espaço do usuário e trocam mensagens pelo kernel
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    Máquinas Virtuais Comas técnicas de escalonamento de UCP e de memória virtual, o sistema operacional pode criar ilusão de que um processo tem seu próprio processador com sua memória. Neste caso ele fornece aos processos uma interface idêntica ao hardware. Desta forma, cada processo recebe uma cópia virtual do computador
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    Implementação Muito trabalhoé necessário para implementar o conceito de Máquinas Virtuais A máquina virtual precisa implementar os modos usuário e monitor Os modos usuário virtual e monitor virtual executam em modo usuário físico
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    Benefícios Este conceitooferece proteção total dos recursos do sistema Não há problemas de segurança pois cada máquina virtual é completamente isolada das outras Este é um excelente veículo para pesquisa e desenvolvimento de sistemas operacionais
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    Java Java éuma tecnologia introduzida pela Sun Microsystems em 1995 Componentes essenciais Especificação da linguagem de programação Interface de programação de aplicações (API)‏ Especificação da máquina virtual
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    API API baseLinguagem (lang)‏ Gráficos (awt)‏ E/S (io)‏ Redes (net)‏ Extensão Comércio, segurança, mídia e outros
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    Máquina Virtual JavaConsiste de carregador de classes e interpretador Java Interpretador pode Interpretar um bytecode por vez Compilar just-in-time Ser implementado em hardware
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    Ambiente de desenvolvimentoConsiste de Ambiente de compilação Ambiente de execução O ambiente de compilação transforme um arquivo-fonte em um bytecode O ambiente de execução carrega e interpreta os bytecodes
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    Projeto e ImplementaçãoO primeiro objetivo do projeto é definir objetivos e especificações Objetivos de usuário: conveniência, usabilidade, facilidade de aprender, confiabilidade, segurança e eficiência Objetivos do sistema: facilidade de projeto, flexibilidade, confiabilidade
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    Mecanismos e PolíticasMecanismos determinam como fazer alguma coisa Políticas determinam o que será feito
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    Implementação Originalmente ossistemas operacionais eram escritos em Assembly O primeiro sistema operacional não escrito em Assembly foi o MCP, escrito em uma variante de ALGOL Hoje os sistemas operacionais são escritos em C, C++ e Assembly apenas nos escalonadores e drivers de dispositivo
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    Implementação Linguagens dealto nível são escritos de forma mais rápida, mais compacta, mais fácil de entender e de depurar Os inconvenientes são desempenho reduzido e maiores requisitos de armazenamento
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    Geração do sistemaEm geral os sistemas operacionais são projetados para executar em qualquer máquina de determinada classe, com distintas configurações Em cada local de instalação o sistema deve ser gerado e configurado. Este processo é denominado Geração de Sistema (Sysgen)‏
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    Geração de SistemaDados a serem determinados Tipo, opções e quantidade de UCP Quantidade de memória disponível Periféricos disponíveis, seus endereços, interrupções e características Opções de sistema operacional desejadas Criação do Gerenciador de Inicialização ou Gerenciador de Boot
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    Bibliografia SILBERSCHATZ, A.;GALVIN, P.; GAGNE, G. Sistemas Operacionais : Conceitos e Aplicações. Tradução de Applied operating system concepts por Adriana Rieche. Rio de Janeiro: Campus, 2000. 585 p. Observação: As imagens utilizadas nesta apresentação foram obtidas da fonte aqui citada
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    Avisos legais Todasas marcas citadas são propriedade de seus respectivos proprietários Este trabalho está licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 3.0. Para ver uma cópia desta licença, visite http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/ ou envie uma carta para Creative Commons, 171 Second Street, Suite 300, San Francisco, California 94105, USA.
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    Sistemas Operacionais Estruturasde Sistemas Operacionais Prof. Cid R Andrade [email_address] http://blog.cidandrade.pro.br