Este documento discute a importância de repensar o direito à consulta de povos indígenas. Primeiramente, questiona por que o direito à consulta se tornou central nos debates, ao invés dos direitos coletivos fundamentais desses povos, como o direito ao território e à autodeterminação. Também aponta que a consulta é um direito processual, não um fim em si mesmo, sendo os direitos substantivos os mais relevantes. Defende ser necessário evitar substituir na prática o perfil dos direitos substantivos sem garantir sua proteção adequada.