O documento discute três pontos principais:
1) O sociólogo Marcos Roitman argumenta que grupos poderosos tentam controlar o significado de "democracia" para legitimar o sistema atual.
2) Eles promovem uma visão simplificada de democracia como um produto de consumo, em vez de participação ativa dos cidadãos.
3) Isso estabelece uma definição hegemônica que exclui outras formas mais diretas e participativas de democracia.