Este ensaio discute se a arte tem valor intrínseco ou instrumental. Defende-se que a arte tem valor em si mesma e não como meio para outros fins, apoiando-se em Hanslick, Bell e Budd. Apesar de reconhecer contra-argumentos, argumenta-se que as perspetivas hedonista, moralista e cognitivista não justificam sozinhas o valor da arte. Conclui afirmando que a arte é um fim em si mesma.