O documento explora a teoria das vantagens comparativas na economia internacional, destacando a especialização dos países na produção de bens onde possuem vantagens. Além disso, discute o balanço de pagamentos, suas contas e a situação do Brasil entre 1991 e 1998, que enfrentou déficits em transações correntes devido ao aumento das importações e ao saldo negativo nos serviços. A análise conclui que o Brasil compensou esses déficits com a entrada de capitais e empréstimos.