O documento discute a relação entre economia, capitalismo e a desumanização do trabalho, argumentando que a economia deve ser vista como uma ciência política, em vez de uma mera prática tecnocrática e economicista. A crítica é direcionada aos economicistas, que promovem uma visão distorcida do mercado e ignoram as complexidades sociais e políticas que envolvem a produção e consumo. O autor defende que a verdadeira economia deve considerar as necessidades humanas e os conflitos sociais, ao invés de se restringir a dados técnicos e crescimentos de PIB.