O documento fornece estatísticas demográficas e educacionais no Brasil e em Sergipe, mostrando disparidades raciais. As taxas de analfabetismo e analfabetismo funcional são maiores entre pretos e pardos do que brancos; pretos e pardos também têm menos anos de estudo e estão subrepresentados no ensino superior. Um relatório sobre cotas raciais na UFS mostra que não cotistas têm taxas mais altas de abandono e reprovação, embora as notas sejam similares entre cotistas e não cotistas.