DIENTAMOEBA FRAGILIS
Graduando: Marcos V. Silva

Parasitologia Geral
TAXONOMIA D. FRAGILIS
Classificação (de acordo com Adl et al. 2005)
 Supergrupo: Excavata
 Grupo: Parabasalia

 Subgrupo: Trichomonadida
 Gênero: Dientamoeba
D. FRAGILIS
MORFOLOGIA
 Forma arredondada com grande variações de tamanho;
 Os núcleos apresentam-se fragmentados, contendo de 4-8 grânulos, com
ausência de cromatina periférica;
 Apresenta forma binucleada e mononucleada;

 A divisão nuclear é encontrada apenas em trofozoítas mononucleados;
 A forma binucleada é a fase típica observada;

 Este parasito possui um “fio de conexão” entre os dois núcleos chamado
de “centrodesmus”
Smear hematoxilina férrica mostrando trofozoítos pleomórficos.

Johnson E H et al. Clin. Microbiol. Rev. 2004;17:553-570
Electron micrograph of a mononucleated trophozoite of D. fragilis. (× 5200)

Johnson E H et al. Clin. Microbiol. Rev. 2004;17:553-570
Electron micrograph of a binucleated trophozoite of D. fragilis. (× 25.000)

Johnson E H et al. Clin. Microbiol. Rev. 2004;17:553-570
Electron micrograph demonstrating chromatin bodies (Ch) in the nucleus (Nu), surrounded by a
double nuclear membrane. (× 15.500)

Johnson E H et al. Clin. Microbiol. Rev. 2004;17:553-570
CICLO BIOLOGICO
SINTOMAS DA INFECÇÃO POR D.
FRAGILIS
 A maioria dos casos são assintomáticos.
 Sintomas mais comuns:
 Diarreia;
 Dores estomacais;

 Dores abdominais intermitentes;

 Perda de apetite e peso, náuseas, fadiga.
PROFILAXIA
 Utilização de água morna e sabão na lavagem das mãos;
 Cuidados na preparação de alimentos;

 Lavar as mãos após usar o banheiro, trocar fraldas;
 Ensinar crianças a importante de lavar as mãos e os cuidados para
prevenir uma possível infecção.
REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS
 7th Workshop of National Reference Laboratories for Parasites, Rome 28-29
May, 2012;
 CARLINA, Contessotto, ALEJANDRA, Siciliano, Hospital del Niño-San justo
 REY, L., Parasitologia, 4ª ed., Guanabara Koogan, 2008.

 Neves, D. P., “Parasitologia Humana”, 12ª ed., Editora Atheneu, 2011.
 Eugene H. Johnson, Jeffrey J. Windsor and C. Graham Clark, Clin. Microbiol.
Rev. 2004, 17(3):553. DOI: 10.1128/CMR.17.3.553-570.2004.
 Downloaded from http://cmr.asm.org/ on June 13, 2013 by INSTITUTO
FEDERAL DO SUL RIO-GRANDENSE
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Dientamoeba fragilis

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    DIENTAMOEBA FRAGILIS Graduando: MarcosV. Silva Parasitologia Geral
  • 2.
    TAXONOMIA D. FRAGILIS Classificação(de acordo com Adl et al. 2005)  Supergrupo: Excavata  Grupo: Parabasalia  Subgrupo: Trichomonadida  Gênero: Dientamoeba
  • 3.
  • 4.
    MORFOLOGIA  Forma arredondadacom grande variações de tamanho;  Os núcleos apresentam-se fragmentados, contendo de 4-8 grânulos, com ausência de cromatina periférica;  Apresenta forma binucleada e mononucleada;  A divisão nuclear é encontrada apenas em trofozoítas mononucleados;  A forma binucleada é a fase típica observada;  Este parasito possui um “fio de conexão” entre os dois núcleos chamado de “centrodesmus”
  • 5.
    Smear hematoxilina férricamostrando trofozoítos pleomórficos. Johnson E H et al. Clin. Microbiol. Rev. 2004;17:553-570
  • 6.
    Electron micrograph ofa mononucleated trophozoite of D. fragilis. (× 5200) Johnson E H et al. Clin. Microbiol. Rev. 2004;17:553-570
  • 7.
    Electron micrograph ofa binucleated trophozoite of D. fragilis. (× 25.000) Johnson E H et al. Clin. Microbiol. Rev. 2004;17:553-570
  • 8.
    Electron micrograph demonstratingchromatin bodies (Ch) in the nucleus (Nu), surrounded by a double nuclear membrane. (× 15.500) Johnson E H et al. Clin. Microbiol. Rev. 2004;17:553-570
  • 9.
  • 10.
    SINTOMAS DA INFECÇÃOPOR D. FRAGILIS  A maioria dos casos são assintomáticos.  Sintomas mais comuns:  Diarreia;  Dores estomacais;  Dores abdominais intermitentes;  Perda de apetite e peso, náuseas, fadiga.
  • 11.
    PROFILAXIA  Utilização deágua morna e sabão na lavagem das mãos;  Cuidados na preparação de alimentos;  Lavar as mãos após usar o banheiro, trocar fraldas;  Ensinar crianças a importante de lavar as mãos e os cuidados para prevenir uma possível infecção.
  • 12.
    REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS  7thWorkshop of National Reference Laboratories for Parasites, Rome 28-29 May, 2012;  CARLINA, Contessotto, ALEJANDRA, Siciliano, Hospital del Niño-San justo  REY, L., Parasitologia, 4ª ed., Guanabara Koogan, 2008.  Neves, D. P., “Parasitologia Humana”, 12ª ed., Editora Atheneu, 2011.  Eugene H. Johnson, Jeffrey J. Windsor and C. Graham Clark, Clin. Microbiol. Rev. 2004, 17(3):553. DOI: 10.1128/CMR.17.3.553-570.2004.  Downloaded from http://cmr.asm.org/ on June 13, 2013 by INSTITUTO FEDERAL DO SUL RIO-GRANDENSE
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