O documento discute três pontos principais sobre riqueza:
1) A riqueza pode ser um obstáculo à salvação se o homem se apegar demais aos bens materiais.
2) A desigualdade de riquezas entre os homens é providencial e permite que cada um seja testado de diferentes formas.
3) A propriedade verdadeira do homem é o que ele leva consigo para a vida após a morte, como seus conhecimentos e qualidades morais, e não os bens materiais.