Este artigo critica o conceito de "bullying" por considerá-lo parte de uma ciência instrumental que visa à manutenção da ordem social vigente ao invés da emancipação dos indivíduos. Argumenta que o "bullying" e o "preconceito" são, na verdade, o mesmo fenômeno de violência, que deve ser combatido por meio da reconstituição da capacidade de experienciar nas relações sociais e não apenas por imperativos morais.