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Gestor: E&P-SERV/US-SOEP
Nome do Treinamento
(Sub Titulo)
—
Nome do Profissional
COLETA SELETIVA
—
Nome do Profissional
O que é o lixo?
► ABNT – “Restos das atividades humanas, considerados pelos geradores
como inúteis, indesejáveis. Normalmente apresentam-se sob o estado sólido,
semisólido ou semi-líquido”
• Orgânicos – material que se purificam, como resto de alimentos (de
origem animal ou vegetal), papéis, madeiras, fibras naturais, etc.;
• Inorgânicos – material sintéticos de difícil decomposição, como vidros,
metais,
Lixo doméstico
►O Brasil produz, atualmente, cerca de 228,4 mil toneladas de lixo por dia,
segundo a última pesquisa de saneamento básico consolidada pelo IBGE, em
2000. O chamado lixo domiciliar equivale a pouco mais da metade desse
volume, ou 125 mil toneladas diárias.
►A idéia é diminuir o volume de lixo de difícil decomposição, como vidro e
plástico, evitar a poluição
O QUE É COLETA SELETIVA?
É um sistema de recolhimento de materiais recicláveis: papéis, plásticos,
vidros, metais e orgânicos, previamente separados na fonte geradora e
que podem ser reutilizados ou reciclados. A coleta seletiva funciona,
também, como um processo de educação ambiental na medida em que
sensibiliza a comunidade sobre os problemas do desperdício de recursos
naturais e da poluição causada pelo lixo.
O QUE É A RECICLAGEM?
É o processo de transformação de um material, cuja primeira utilidade
terminou, em outro produto. Por exemplo: transformar o plástico da
garrafa PET em cerdas de vassoura ou fibras para moletom. A reciclagem
gera economia de matérias-primas, água e energia, é menos poluente e
alivia os aterros sanitários, cuja vida útil é aumentada, poupando espaços
preciosos da cidade que poderiam ser usados para outros fins como
parques, casas, hospitais, etc.
RECICLÁVEL É DIFERENTE DE RECICLADO
Reciclável indica que o material pode ser transformado em outro novo
material. Reciclado indica que o material já foi transformado. Algumas
vezes, o material que foi reciclado pode sofrer o processo de reciclagem
novamente. Certos materiais, embora recicláveis, não são aproveitados
devido ao custo do processo ou à falta de mercado para o produto
resultante.
RECICLAR É DIFERENTE DE SEPARAR
Reciclar consiste em transformar materiais já usados em outros novos,
por meio de processo industrial ou artesanal. Separar é deixar fora do lixo
tudo que pode ser reaproveitado ou reciclado. A separação ou triagem do
lixo pode ser feita em casa, na escola ou na empresa. É importante
lembrar que a separação dos materiais de nada adianta se eles não
forem coletados separadamente e encaminhados para a reciclagem.
Como colaborar? Praticando os 3Rs
►REDUZIR
Evitar a produção de resíduos, com a revisão de seus hábitos de
consumo.
Ex: preferir os produtos que tenham refil.
►REUTILIZAR
Reaproveitar o material em outra função.
Ex: usar os potes de vidro com tampa para guardar miudezas (botões,
pregos, etc.).
►RECICLAR
Transformar materiais já usados, por meio de processo artesanal ou
industrial, em novos produtos.
Ex: transformar embalagens PET em tecido de moletom.
Vantagens
A coleta seletiva de lixo é de extrema importância para a sociedade. Além
de gerar renda para milhões de pessoas e economia para as empresas,
também significa uma grande vantagem para o meio ambiente uma vez
que diminui a poluição dos solos e rios. Este tipo de coleta é de extrema
importância para o desenvolvimento sustentável do planeta.
Exemplo disso é a parceria entre as unidades produtoras de lixo e
gestoras da coleta seletiva (condomínios, escolas, empresas, etc.) e as
cooperativas ou associações que receberão os materiais selecionados e
que muitas vezes podem se encarregar da retirada dos mesmos.
Contribui para a melhoria do meio ambiente, na medida em que:
• Diminui a exploração de recursos naturais;
• Reduz o consumo de energia;
• Diminui a poluição do solo, da água e do ar;
• Prolonga a vida útil dos aterros sanitários;
• Possibilita a reciclagem de materiais que iriam para o lixo;
• Diminui os custos da produção, com o aproveitamento de recicláveis
pelas indústrias;
• Diminui o desperdício;
• Diminui os gastos com a limpeza urbana;
• Cria oportunidade de fortalecer organizações comunitárias;
• Gera emprego e renda pela comercialização dos recicláveis;
Tempo de Decomposição
RESOLUÇÃO CONAMA N° 275 DE 25 DE ABRIL 2001
O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA, no uso das
atribuições que lhe conferem a Lei no 6.938, de 31 de agosto de 1981, e tendo em
vista o disposto na Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, e no Decreto no
3.179, de 21 de setembro de 1999, e Considerando que a reciclagem de resíduos
deve ser incentivada, facilitada e expandida no país, para reduzir o consumo de
matérias-primas, recursos naturais não-renováveis, energia e água;
Considerando a necessidade de reduzir o crescente impacto ambiental associado
à extração, geração, beneficiamento, transporte, tratamento e destinação final de
matérias-primas, provocando o aumento de lixões e aterros sanitários;
Considerando que as campanhas de educação ambiental, providas de um
sistema de identificação de fácil visualização, de validade nacional e inspirado em
formas de codificação já adotadas internacionalmente, sejam essenciais para
efetivarem a coleta seletiva de resíduos, viabilizando a reciclagem de materiais,
resolve:
Art.1º Estabelecer o código de cores para os diferentes tipos de resíduos, a ser
adotado na identificação de coletores e transportadores, bem como nas
campanhas informativas para a coleta seletiva.
Código de Cores para diferentes
Tipos de Resíduos
O que fazer com pilhas e baterias?
Resolução CONAMA nº 257, de 22/07/1999, complementada pela de nº
263, de 12/11/1999.
Devem ser devolvidas aos estabelecimentos que as comercializam ou à
rede de assistência técnica autorizada pelas respectivas indústrias dos
seguintes materiais:
• Baterias de celular;
• Baterias automotivas;
• Baterias industriais;
• As pilhas que não atenderem os limites da resolução.
As pilhas de uso comum, como as vendidas em supermercados – alcalinas
comuns e as de tipo botão usadas em relógios, calculadoras ou
marca-passos – devem ser descartadas no lixo comum objeto de coleta
pública.
13
FIM
LEMBREM-SE:
“ACIDENTES NÃO ACONTECEM POR
ACASO...
ACIDENTES SÃO PROVOCADOS!”
14
OBRIGADO!
FIM

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  • 1. Gestor: E&P-SERV/US-SOEP Nome do Treinamento (Sub Titulo) — Nome do Profissional COLETA SELETIVA — Nome do Profissional
  • 2. O que é o lixo? ► ABNT – “Restos das atividades humanas, considerados pelos geradores como inúteis, indesejáveis. Normalmente apresentam-se sob o estado sólido, semisólido ou semi-líquido” • Orgânicos – material que se purificam, como resto de alimentos (de origem animal ou vegetal), papéis, madeiras, fibras naturais, etc.; • Inorgânicos – material sintéticos de difícil decomposição, como vidros, metais,
  • 3. Lixo doméstico ►O Brasil produz, atualmente, cerca de 228,4 mil toneladas de lixo por dia, segundo a última pesquisa de saneamento básico consolidada pelo IBGE, em 2000. O chamado lixo domiciliar equivale a pouco mais da metade desse volume, ou 125 mil toneladas diárias. ►A idéia é diminuir o volume de lixo de difícil decomposição, como vidro e plástico, evitar a poluição
  • 4. O QUE É COLETA SELETIVA? É um sistema de recolhimento de materiais recicláveis: papéis, plásticos, vidros, metais e orgânicos, previamente separados na fonte geradora e que podem ser reutilizados ou reciclados. A coleta seletiva funciona, também, como um processo de educação ambiental na medida em que sensibiliza a comunidade sobre os problemas do desperdício de recursos naturais e da poluição causada pelo lixo. O QUE É A RECICLAGEM? É o processo de transformação de um material, cuja primeira utilidade terminou, em outro produto. Por exemplo: transformar o plástico da garrafa PET em cerdas de vassoura ou fibras para moletom. A reciclagem gera economia de matérias-primas, água e energia, é menos poluente e alivia os aterros sanitários, cuja vida útil é aumentada, poupando espaços preciosos da cidade que poderiam ser usados para outros fins como parques, casas, hospitais, etc.
  • 5. RECICLÁVEL É DIFERENTE DE RECICLADO Reciclável indica que o material pode ser transformado em outro novo material. Reciclado indica que o material já foi transformado. Algumas vezes, o material que foi reciclado pode sofrer o processo de reciclagem novamente. Certos materiais, embora recicláveis, não são aproveitados devido ao custo do processo ou à falta de mercado para o produto resultante. RECICLAR É DIFERENTE DE SEPARAR Reciclar consiste em transformar materiais já usados em outros novos, por meio de processo industrial ou artesanal. Separar é deixar fora do lixo tudo que pode ser reaproveitado ou reciclado. A separação ou triagem do lixo pode ser feita em casa, na escola ou na empresa. É importante lembrar que a separação dos materiais de nada adianta se eles não forem coletados separadamente e encaminhados para a reciclagem.
  • 6. Como colaborar? Praticando os 3Rs ►REDUZIR Evitar a produção de resíduos, com a revisão de seus hábitos de consumo. Ex: preferir os produtos que tenham refil. ►REUTILIZAR Reaproveitar o material em outra função. Ex: usar os potes de vidro com tampa para guardar miudezas (botões, pregos, etc.). ►RECICLAR Transformar materiais já usados, por meio de processo artesanal ou industrial, em novos produtos. Ex: transformar embalagens PET em tecido de moletom.
  • 7. Vantagens A coleta seletiva de lixo é de extrema importância para a sociedade. Além de gerar renda para milhões de pessoas e economia para as empresas, também significa uma grande vantagem para o meio ambiente uma vez que diminui a poluição dos solos e rios. Este tipo de coleta é de extrema importância para o desenvolvimento sustentável do planeta. Exemplo disso é a parceria entre as unidades produtoras de lixo e gestoras da coleta seletiva (condomínios, escolas, empresas, etc.) e as cooperativas ou associações que receberão os materiais selecionados e que muitas vezes podem se encarregar da retirada dos mesmos.
  • 8. Contribui para a melhoria do meio ambiente, na medida em que: • Diminui a exploração de recursos naturais; • Reduz o consumo de energia; • Diminui a poluição do solo, da água e do ar; • Prolonga a vida útil dos aterros sanitários; • Possibilita a reciclagem de materiais que iriam para o lixo; • Diminui os custos da produção, com o aproveitamento de recicláveis pelas indústrias; • Diminui o desperdício; • Diminui os gastos com a limpeza urbana; • Cria oportunidade de fortalecer organizações comunitárias; • Gera emprego e renda pela comercialização dos recicláveis;
  • 10. RESOLUÇÃO CONAMA N° 275 DE 25 DE ABRIL 2001 O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA, no uso das atribuições que lhe conferem a Lei no 6.938, de 31 de agosto de 1981, e tendo em vista o disposto na Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, e no Decreto no 3.179, de 21 de setembro de 1999, e Considerando que a reciclagem de resíduos deve ser incentivada, facilitada e expandida no país, para reduzir o consumo de matérias-primas, recursos naturais não-renováveis, energia e água; Considerando a necessidade de reduzir o crescente impacto ambiental associado à extração, geração, beneficiamento, transporte, tratamento e destinação final de matérias-primas, provocando o aumento de lixões e aterros sanitários; Considerando que as campanhas de educação ambiental, providas de um sistema de identificação de fácil visualização, de validade nacional e inspirado em formas de codificação já adotadas internacionalmente, sejam essenciais para efetivarem a coleta seletiva de resíduos, viabilizando a reciclagem de materiais, resolve: Art.1º Estabelecer o código de cores para os diferentes tipos de resíduos, a ser adotado na identificação de coletores e transportadores, bem como nas campanhas informativas para a coleta seletiva.
  • 11. Código de Cores para diferentes Tipos de Resíduos
  • 12. O que fazer com pilhas e baterias? Resolução CONAMA nº 257, de 22/07/1999, complementada pela de nº 263, de 12/11/1999. Devem ser devolvidas aos estabelecimentos que as comercializam ou à rede de assistência técnica autorizada pelas respectivas indústrias dos seguintes materiais: • Baterias de celular; • Baterias automotivas; • Baterias industriais; • As pilhas que não atenderem os limites da resolução. As pilhas de uso comum, como as vendidas em supermercados – alcalinas comuns e as de tipo botão usadas em relógios, calculadoras ou marca-passos – devem ser descartadas no lixo comum objeto de coleta pública.
  • 13. 13 FIM LEMBREM-SE: “ACIDENTES NÃO ACONTECEM POR ACASO... ACIDENTES SÃO PROVOCADOS!”