[1] O documento discute a importância de respeitar o tempo natural do parto e evitar intervenções desnecessárias, destacando que a cesariana deve ser realizada apenas em último caso. [2] Também enfatiza que o parto pertence à mulher, que deve ter autonomia sobre o processo e receber assistência humanizada e baseada em evidências científicas. [3] Por fim, ressalta a importância de a gestante elaborar um plano de parto para comunicar suas preferências e necessidades durante o processo de dar a luz.